Fonte: ambienteenergia.com.br (divulgado pela Engenharia Compartilhada)
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Leia na biblioteca do ENGENHARIA COMPARTILHADA:
Fonte: ambienteenergia.com.br (divulgado pela Engenharia Compartilhada)
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É impressionante como a construção civil no Brasil obteve destaque por seus avanços e tecnologias empregadas, ao mesmo tempo em que deixamos de lado o uso de estratégias importantes na construção, como no caso da LOGÍSTICA REVERSA.
Vejam esta interessante matéria divulgada pela Engenharia Compartilhada.
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Fonte: Engenharia Compartilhada
Além do aprimoramento da legislação brasileira, é importante o envolvimento de toda a cadeia produtiva do setor.
cimentoitambe.com.br
Fonte: Procel Info
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Criada na década de 1990, a empresa Microtelefonia fornece produtos para provedores de internet e distribuidores que atuam no ramo de instalações de internet via fibra óptica. Para produzir suas soluções, a empresa conta com diversos tipos de máquinas, sendo grande parte formada por injetoras de plástico.
Com a previsão de reajustes nas tarifas de energia, a Microtelefonia optou por estudar uma solução que gerasse economia nas contas mensais de energia e encontrou nos inversores de frequência da linha PRAXI 100 da Schmersal esta oportunidade. “Absorvemos o reajuste de 24% do último trimestre, mantendo o mesmo gasto”, destaca Claudio de Zorzi, diretor da Microtelefonia.
Ele acrescenta que, dependendo do produto que a máquina está trabalhando, a empresa economiza em média 25% no consumo de energia do processo. Com estes resultados, a Microtelefonia planeja ampliar a aplicação dos inversores de frequência.
Além de toda economia de energia gerada, o inversor de frequência eleva a capacidade e a qualidade de trabalho dos maquinários, assegurando alto controle de toda a instalação. Os inversores atendem as normas internacionais e as exigências mundiais, incluindo aprovações RoHS (livre de materiais nocivos), EMC e Harmônicas.
“Os inversores de frequência da linha PRAXI 100 são ideais para diversas aplicações de potência/torque constante, nas quais aprimoramentos na eficiência energética e na produtividade muitas vezes resultam em um retorno rápido dos investimentos no projeto. Esta linha conta com vários recursos já incorporados na versão padrão, permitindo maior alto controle da máquina e processo, o que eleva a confiabilidade ao trabalhar com motores maiores e mias robustos”, explica Samuel Roma, coordenador de produto de Automação & Segurança da Schmersal.

Foram pouco mais de dois anos de uma luta intensa e generalizada em nosso país, para simplesmente sobrevivermos ao descaso e irresponsabilidade de nossos governantes “eleitos”, e que levaram o nosso país a uma crise econômica tida como a pior em toda a história…
Há quase dois anos, assistia a uma palestra de um economista em um dos eventos promovidos pela CORENET no Brasil, no qual dizia que estávamos vivenciando um ciclo de sobrevivência, sendo importante tal conscientização por parte de todos… O palestrante ainda acrescentou sobre a expectativa de bons frutos a partir de 2019 e principalmenye, 2010, para aqueles sobreviventes ao caos econômico.
Enfim amigos, colegas e leitores, estamos aqui ao término de mais um ano e…. sobreviventes; não é verdade?
Passamos pela crise econômica e por todas as dificuldades por ela impostas, chegando vivos ao término de mais um ciclo e tremendamente ansiosos por um novo governo, do qual também espera-se mais justiça, maior probidade administrativa, mais austeridade administrativa e fiscal, olhando para dentro de sua própria casa (e executando a limpeza necessária), permitindo com que o nosso povo volte a respirar bons ares…
A vida não só continua, como a engenharia também……, requerendo de todos nos a habilidade e a capacidade de tornarmos as nossas operações cada vez mais seguras e sustentáveis em todos os sentidos.
Desejo à todos, de coração, um Feliz 2019, repleto de muita saúde, paz, harmonia e concretizações!!!
Até o ano novo!!!

Conheça os novos decretos que regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão
Conheça os novos decretos que regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão
Vejam que não existe operação sustentável sem promovermos a mais plena inclusão…
Importantíssimo este post da Talita, em seu blog.
Embora seja realmente incrível abordarmos sobre esta “evolução na gestão de ativos ” em antigas estatais, vários anos após a sua privatização, fico realmente feliz para que tenham enxergado a influência de uma adequada gestão de seus ativos sobre os resultados da empresa e sobre as possibilidades de ajustes em patamares de preços cobrados.
Durante décadas de estatização, a exemplo do que ainda ocorre atualmente em nossa gestão pública, pouco se olhou para o desempenho de setores ou para a eficiência em suas atividades desenvolvidas, haja vista a existência de meios “autocráticos” mais fáceis, com a determinação de preços a serem praticados para o mercado.
Também não se viu e ainda não se vê a adequada aplicação de recursos originalmente destinados a manutenção de sistemas e instalações, como facilmente observamos em nossa infraestrutura urbana (iluminação, viadutos, etc).
Este “asco impregnado” há décadas e décadas precisa ser eliminado, com a modernização não só de sistemas, mas de seus modelos de gestão e de mentes que comandam tais sistemas…
Esperemos para 2019 que o Brasilse liberte destes conceitos antiquados que promovem “reservas” e que se adeque ao que de melhor se faz no mundo.
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Fonte: Canal Energia – 17.10.2018
Divulgação: Procel Info
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O protagonismo da gestão de ativos na estratégia empresarial esteve no cerne dos principais assuntos debatidos no 5º Encontro de Gestão de Ativos para Empresas do Setor Elétrico – Egaese, promovido pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) em parceria com a AES Brasil, Eletropaulo, Cemig e ISA Cteep, na última semana de setembro, em São Paulo.
Desde a primeira edição do evento, os projetos multiplicaram-se e o desafio de gerenciar um grande número de ativos, executar muitas atividades de manutenção diariamente e obter indicadores de um volume crescente de dados, amadureceu. Tanto que hoje é possível saber de forma individualizada a criticidade e o retorno de cada negócio imobilizado no processo de geração, transmissão ou distribuição.
Para a engenheira eletricista Marisa Zampolli, organizadora do Egaese e consultora do Procobre, o setor elétrico passa por uma profunda transformação e ineficiências de gestão de capital, que comprometem as margens operacionais. “Implantar uma gestão de ativos e refiná-la, continuamente, é fundamental para gerar valor real para a organização. Um exemplo prático é a aquisição de equipamentos com alta eficiência energética, que ao longo da vida útil trazem melhor desempenho, com menos riscos e perdas”, comentou.
Já na visão do CEO da AES Brasil, Ítalo Freitas, a gestão de ativos se tornou um elemento-chave na estratégia das empresas e importante variável de decisão para fusões e aquisições. “Trata-se de um fator de oportunidade para investimentos”. O grupo gerador, que recentemente adquiriu o Complexo Eólico do Alto Sertão, de produção de energia eólica, em menos de um ano aumentou sua disponibilidade de geração de 93% para 97%, aplicando as boas práticas de gestão de ativos anteriormente implantadas na AES Tietê.
Carlos Macedo, engenheiro de confiabilidade à frente do projeto no Complexo Alto Sertão, ressaltou que foram identificados 14 componentes das turbinas aerogeradoras que justificavam 49% do número de atividades corretivas, sendo que a metade sofria desgaste ou tinha tempo de vida útil previsível. “Passamos a substituir as baterias das turbinas, a controlar e redimensionar os estoques, além de incluir ensaios preditivos no escopo das manutenções preventivas, com o intuito de melhorar os índices de disponibilidade dos parques”, afirmou.
Na transmissão, um projeto de padronização, com redução de 402 tipos de equipamentos para 29 especificações diferentes e com melhor eficiência energética, vem ajudando a ISA Cteep a determinar a quantidade ótima de estoque de transformadores de tensão e transformadores de corrente.
A iniciativa contribuiu para a empresa poupar R$ 3 milhões em compras desnecessárias de sobressalentes. Outra proposta prevê o cadastro de períodos diferentes para indisponibilidade da linha, transformador, barra, o que altera os programas de manobra e reduz o período de indisponibilidade da rede, evitando descontos regulatórios da parcela variável.
Nas distribuidoras do Grupo Neoenergia, o percentual de investimentos não reconhecido e remunerado pelo órgão regulador chegou a superar os 25%. Como meio de reduzir a glosa, a gestão de ativos físicos foi integrada à contábil, com codificação da atividade de serviço (investimento, custeio, desativação), padronização dos serviços de terceiros, controle de documentação de obra, entre outras 78 atividades padronizadas.
A Eletropaulo, recém adquirida pelo grupo italiano Enel, conseguiu em 2018 a recertificação da ISO 55001, que a coloca no patamar de 1ª empresa a fazer parte do 2º ciclo da norma. A Cemig, por sua vez, obteve o melhor índice de revisão tarifária desde 2013, com repasse de 4% da tarifa em relação à gestão operacional e ao incremento de custos operacionais.
1º Prêmio Nacional de Gestão de Ativos Engenheiro Amauri Reigado
Os projetos de gestão de ativos conduzidos pelas concessionárias e permissionárias de energia, este ano, concorreram ao 1º Prêmio Nacional de Gestão de Ativos, em reconhecimento às melhores práticas aplicáveis no setor elétrico nacional. O Prêmio leva o nome do engenheiro Amauri Reigado, da Cemig (MG), em homenagem póstuma a um dos precursores da gestão de ativos no setor elétrico no país.
Dos 50 projetos inscritos, 12 foram selecionados para compor a mesa de trabalhos do Egaese. A comissão julgadora classificou os três primeiros lugares de acordo com quatro categorias. Na categoria de Impactos Regulatórios da Gestão de Ativos, ganhou o trabalho “Redução dos descontos da parcela variável por indisponibilidade”, de Felippe Bacega, da ISA Cteep.
Representando a AES Tietê, Carlos Alberto Macedo levou o prêmio no quesito Atividades do Ciclo de Vida dos Ativos, com o projeto “Análise de falhas: a base para uma manutenção inteligente”. Já o trabalho “Excelência em controle e gestão de ativos traz resultado financeiro para empresas do setor elétrico”, dos autores Jorge Luís Facury Ribeiro / Leandro Mota – da Coelba e Celpe, respectivamente, venceu na categoria Tecnologia e Inovação em Gestão de Ativos.
Por fim, o projeto de Rafael S. V. de Barros, da AES Tietê, “Sistema de Gestão de Ativos – plataforma para melhoria contínua e geração de valor”, conquistou a premiação na divisão de Gestão Estratégica.
Estamos prestes a terminar mais um ano em nossa caminhada por este mundo, e principalmente, completando um duro ciclo de pouco mais de dois anos convivendo com uma fraca e instável economia….

Enfim, em meio a este processo de recuperação, desejo à todos os amigos, colegas e visitantes que nos acompanham neste blog desde 2012, um Feliz Natal, repleto de muita saúde, paz e alegrias.
Alexandre Lara
Fonte: Engenharia Compartilhada
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Dois jovens curitibanos desenvolveram uma inovação tecnológica que traria tranquilidade a muitos brasileiros: o sonho da usina elétrica própria. Conforme apurou a Tribuna do Paraná, os engenheiros mecânicos Felipe Wotecoski, 31, e Juliano Rataiczyk, 30, desenvolveram um equipamento capaz de gerar energia no quintal de casa com impacto reduzido ao meio ambiente.
Com o tamanho similar ao de um fogão de quatro bocas, a microusina é capaz de gerar até 720 Kilowatts/hora por mês, energia suficiente para abastecer de três a quatro residências e ainda devolver um pouco de energia à rede elétrica. A economia, com essa quantidade de energia, é de aproximadamente R$ 500 mensais com a conta de luz, de acordo com os engenheiros.
A alternativa é sustentável e parte do princípio da energia renovável. “As megausinas hidrelétricas são muito grandes e difíceis de gerenciar. A ideia é descentralizar esta produção, com equipamentos simples de instalar, operar e fazer manutenção, para dar conta da crescente demanda de energia que temos visto a cada ano. Temos cada vez mais aparelhos eletrônicos dentro de casa”, conta Felipe.

Usina Hidrelétrica de Jaguara, exemplo de produção de energia em grande escala. © Ernani Baraldi, via Flickr. Licença CC BY 2.0
Limitação geográfica
Embora seja inovadora, a ideia das microusinas tem uma limitação: para instalar uma do tipo em casa, é preciso ter uma fonte de água perto da propriedade – um rio ou riacho, até mesmo um vertedouro, ou seja, uma disponibilidade mínima de água – e uma queda natural de pelo menos 15 metros de altura, para que a correnteza tenha força suficiente para acionar a turbina da usina.
Conforme Felipe Wotecoski, um dos criadores do equipamento, nestas condições, o fluxo de cinco litros de água por segundo é suficiente. É uma quantidade pequena, visto que uma descarga consome nove litros por segundo. Um cano de PVC de tamanho médio (40 milímetros) poderia ser suficiente. Mas, para evitar travamentos no caminho e a água fluir mais rápido, os engenheiros optaram por utilizar um cano maior, como os usados em instalações sanitárias de uma residência. Indústrias que possuem pontos de água sob pressão também podem ter os equipamentos.

Foto: Divulgação
A operação para instalação da usina é simples: é preciso substituir o relógio comum da concessionária de energia por outro bidirecional, que mede a quantidade de energia usada na rede da operadora e o volume devolvido à rede.
O relógio calcula a diferença e, se a pessoa consumiu mais energia da rede do que da microusina, paga só esta diferença.
Mas se não consumiu nada da rede e ainda jogou energia da micro usina para ela, vai ganhando créditos, que podem ser usados ao longo de 60 meses. O usuário pode aproveitar estes créditos em quaisquer outros imóveis sob o mesmo CPF ou CNPJ.
E o que sobra da energia produzida é jogada de volta na rede, que pode ser usada pela vizinhança (igual como acontece com outros sistemas, como os de energia solar e eólica). Uma micro usina hidrelétrica “caseira” pode ter quantos módulos forem necessários, multiplicando a produção. E a vantagem de ter mais módulos é que, se um dos equipamentos para de funcionar por algum motivo, os outros continuam suprindo a demanda, pois apesar de interligados, agem independentes.

Foto: Divulgação
O custo da instalação de cada módulo é de R$ 19.900, mas o valor reduz se forem instalados mais do que um. E a expectativa é que o custo reduza em breve, tão logo as encomendas e a produção em série aumente.
Quem já enxerga as vantagens do projeto é o empresário Daniel Collere. Ele mora no município de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, e tem uma chácara em Antonina. Foi na chácara dele que os jovens engenheiros instalaram os primeiros protótipos, testaram e conseguiram as devidas licenças e homologações para produzir e comercializar as micro usinas em larga escala.
Daniel conta que o fornecimento de energia na região, à beira do Rio do Nunes, é muito instável, principalmente quando chove ou venta muito. E a chegada do equipamento hidrelétrico veio em boa hora. Reduziu as perdas de aparelhos elétricos queimados (antena parabólica, antena da Sky, geladeira, etc.) e deu um “alívio” pro bolso. “Vou para lá só aos fins de semana. Mas fim de tarde e noite sempre falta luz. Ficávamos à luz de velas. Chegava até a ser romântico”, brinca Daniel, que gasta cerca de 300 Kw/h por mês na propriedade. A usina é capaz de pagar a conta de luz da chácara e ainda manda créditos para abater da residência do empresário, em Colombo.

Foto: Divulgação
“É um investimento que, pra mim, se paga em menos de três anos. É um projeto legal e que ainda ajuda a natureza. Tenho tanques de peixes e, antes, eu oxigenava a água com a queda natural da água, de um rio que passa em cima da chácara. Como agora a água passa pela turbina da micro usina, desce bem mais oxigenada para o tanque. E o equipamento não altera em nada as propriedades da água, nem polui”, afirma ele, que conseguiu otimizar a produção de tilápias.
Startup
A Metha, empresa aberta por Felipe e o sócio Juliano para o desenvolvimento da microusina, foi a única do Paraná selecionada no programa Empresa Brasileira de Inovação e Pesquisa (Finep) para receber R$ 1 milhão, dinheiro que irá permitir à startup instalar sua linha de montagem e selecionar distribuidores do equipamento em todo o país.
A iniciativa está sendo desenvolvida dentro do Vale do Pinhão, o movimento da Prefeitura e do ecossistema de inovação da capital para tornar Curitiba a cidade mais inteligente do país, e acelerado pela Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).
Fonte: Engenharia Compartilhada
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Telhado eco produtivo na Comunidade dos Pequenos Profetas (Foto: Divulgação)
Arquitetura tem muito a ver com o espaço e a vida das pessoas. E traz reflexos da (e na) comunidade. A sentença da arquiteta Fernanda Durães traduz a preocupação com o conforto e a sustentabilidade nos projetos que assina. E esses cuidados com o meio ambiente e os reflexos que uma interferência possa deixar para as futuras gerações são cada vez mais presentes na arquitetura. E se destacam na pauta da arquitetura sustentável.
Fernanda é a autora do projeto que implantou o telhado eco produtivo na ONG Comunidade dos Pequenos Profetas, no bairro de São José, no Recife. São 19 canteiros, numa área de 400 m ², com vista privilegiada para o Cais José Estelita e o rio Capibaribe.
Para vencer os obstáculos de lidar com uma edificação antiga e driblar a inclinação do telhado, Fernanda usou madeira certificada de forma escalonada. “Fizemos toda a parte da estrutura em patamares de escada e em cada patamar fizemos canteiros. Aproveitamos também para fazermos uma coberta. Na parte superior da cumeeira trabalhamos uma área plana também na madeira. Houve ainda a preocupação do aproveitamento da energia solar. Então colocamos painéis de captação, já que o Recife é uma cidade de muita incidência de luz forte”, explica.

Projeto da arquiteta Fernanda Durães (Foto: Divulgação)
É também da arquiteta o projeto da Ecogreen, também voltada à sustentabilidade no Recife. Ao mudar-se para uma nova casa, a empresa buscou aliar ainda mais os conceitos trabalhados junto aos clientes para ir de encontro à sua filosofia. O local, então, foi repaginado com base na arquitetura sustentável.
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