De volta à luta

O ano “voou” e estamos próximos do final do ano (e do final do mundo para aqueles que acreditam…).

Noutro dia conversava com alguns colegas sob a impressão de que o tempo anda cada vez mais rápido, o que de fato não é verdade ou alguém ainda duvida?

O fato é que andamos assoberbados, atolados em trabalho e, muitas vezes, em nossas ineficiências, o que não nos permite apreciar o mundo e a vida à nossa volta.

É sem sombra de duvida uma pena, que muitos só percebem em estágios mais avançados da vida.

Faço o “desabafo” acima pois também me permiti a isto, me afastando um pouco (alguns meses) de um habito que amo: escrever…

Me afastei tanto que até não me recordo mais de minha senha no meu blog do Manutencao.net, o que me obrigará recorrer ao moderador para obter esta ajuda.

Bem, estamos de volta e espero acender novamente este meu blog nestes últimos dias de 2012.

Nos falaremos em muito breve!

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GRUPAS divulga a data e local do próximo encontro

O Grupo de Gestores de Facilities divulgou nesta semana o local de sua próxima reunião:

  • 24 de Outubro de 2012
  • Grupo AMA Serviços – Rua Amazonas, 439 – 1a S Loja – São Caetano do Sul
  • Horário das 08:30 as 12:00hs
  • Palestra do dia – Administração do Tempo por Paulo Rogério de Souza
  • Estacionamento gratuito no local
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Facilities Services Treinamentos e Brasil divulgam palestra em 26/09

Palestra para atualização dos profissionais da área de gestão de serviços, infraestrutura e Facilities

Facility e Property na TV Globo – Venha conhecer como funcionam essas áreas em um canal de televisão!

26/09/12 (quarta-feira) – das 08h30 – 11h00

Local: Edifício Faria Lima Square – auditório

Av. Brigadeiro Faria Lima, 3.600 (estacionamento pago no local)

Inscrições: tnassar@corenetglobal.org ou cursos@facilitiesservices.com.br

VAGAS LIMITADAS!

Site: http://www.facilitiesservices.com.br

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Procel Info – Construções Sustentáveis

Fonte: O Estado de S. Paulo -12.07.2012
São Paulo – O Brasil conquistou o quarto lugar no ranking mundial de construções sustentáveis, conforme estudo do órgão internacional Green Building Council (USGBC). A lista é liderada pelos Estados Unidos, onde o conceito se desenvolveu a partir do início da década de 90 e foi seguido à risca em 40.262 edificações. Em seguida, vêm a China, com 869 construções, e os Emirados Árabes, com 767. No País, em 2004, foi construído o primeiro prédio com o uso de materiais e técnicas sustentáveis, mas apenas três anos depois a indústria da construção conquistou a certificação no USGBC para oito projetos. Nos últimos cinco anos, o Brasil ganhou 526 empreendimentos sustentáveis – 52 edifícios já certificados e outros 474 em busca do selo.

A tendência é de franco crescimento desse tipo de construção, uma vez que o conceito se transformou em um dos maiores apelos do setor imobiliário e também do governo, não por modismo, mas pela comprovada eficiência na redução de custos operacionais para quem ocupa os novos prédios sustentáveis. Uma empresa instalada num prédio desses gasta menos com energia, reutiliza a água, diminui os resíduos e tem a manutenção predial facilitada. Estima-se que a redução média assegurada por esse tipo de construção chegue a 30% no consumo de energia e a 50% nos gastos com água. O custo operacional fica entre 8% e 9% mais barato do que a manutenção de um prédio convencional.

O governo tomou a decisão de ampliar o uso de técnicas e materiais sustentáveis nas obras públicas. O Programa Minha Casa, Minha Vida segue as normas da Portaria 465, de outubro de 2011, que buscam melhorar a qualidade de vida das famílias atendidas. Os projetos devem estar regularizados nas prefeituras, concessionárias e órgãos ambientais, conforme regras da principal financiadora do programa – a Caixa Econômica Federal. Nos empreendimentos financiados pelo Minha Casa, Minha Vida, é exigida a sua integração com outros organismos para que sejam asseguradas a criação de novos postos de trabalho, em especial por meio da cadeia produtiva da construção civil, e a garantia de acessibilidade às áreas de uso comum dos prédios.

No quesito ambiental, o Minha Casa, Minha Vida é orientado pelo Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Hábitat, que estabelece o uso de materiais de construção produzidos conforme rígidas normas técnicas, como madeira de origem legal, e a contratação de construtoras certificadas. A medição individual do consumo de água e energia em cada unidade habitacional, o plantio de uma árvore por unidade e o uso de aquecedor solar nas casas são requisitos para esses empreendimentos, que atendem famílias com renda inferior a R$ 1,6 mil. O programa prevê ainda ações de caráter socioeducativo para assegurar a autonomia das famílias e a participação dos próprios moradores para garantir a sustentabilidade dos conjuntos habitacionais.

Em São Paulo, o Green Building Council Brasil está atuando com a CDHU com o mesmo objetivo de assegurar sustentabilidade às moradias populares. As unidades contam com a chamada cobertura verde, aproveitamento da água pluvial, aquecimento solar e aumento do pé-direito para tornar as casas menos quentes.

Prefeituras que promovem iniciativas semelhantes poderão receber até R$ 3 milhões para transformar prédios públicos comuns em edifícios sustentáveis, capazes de reduzir o consumo de água. Para obter os recursos, originários da Agência Nacional de Águas, os governos locais devem apresentar projetos de boas práticas na conservação da água, até 17 de setembro. Eliminar vazamentos, modernizar os equipamentos hidráulico-sanitários, estabelecer medição setorizada em banheiros e cozinhas, além de controle independente para as diferentes fontes de abastecimento, são requisitos necessários nos projetos.

Em todas as esferas de governo e setores de atividades cresce a consciência da necessidade de dar ao País um forte impulso para se manter entre os mais sustentáveis na construção civil.

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Artigo Infra – 21/08 – Limpeza do ambiente de trabalho influencia produtividade

Além de beneficiar a saúde, ela é um fator que auxilia no desenvolvimento das empresas

Manter o ambiente limpo traz bem-estar, isso todos sabem. Porém, segundo pesquisa feita por USGB (Green Building Association), a influência da limpeza na saúde e no comportamento das pessoas é maior do que a maioria imagina. E isso se estende ao ambiente coorporativo, refletindo nos resultados das companhias.

“Os dados apontam para uma melhora de 40% na produtividade de fábricas que são adequadamente limpas”, afirma Renato Ticoulat, diretor de Novos Negócios da Jan-Pro, multinacional americana líder no segmento de franchising e limpeza sustentável.  “Já em escritórios, o crescimento na produtividade varia entre 2% e 16%. As vendas também são afetadas pela higiene no ambiente. Em um supermercado, por exemplo, estima-se que locais bem limpos garantam até 7% mais vendas por m²”, completa Ticoulat.

Parte desse aumento no desempenho pode estar ligado à diminuição no número de faltas de funcionários quando o local está livre dos riscos da limpeza incorreta. Uma pessoa adulta, por exemplo, não comparece ao trabalho, em média, quatro dias por ano em decorrência de problemas respiratórios. De acordo com um levantamento da Universidade de São Paulo, este número é quatro vezes maior que o registrado em 1978. Em um ambiente limpo, esse índice tende a cair.

Um ponto que merece atenção é a necessidade de realizar a limpeza da forma certa, utilizando os processos e produtos adequados para cada local. Há cinco métodos que são comumente usados e podem ser aplicados em  qualquer tipo de instalação:

– Limpeza comum, com a remoção de contaminantes e lixo do meio ambiente, onde os germes não são mortos, mas removidos juntamente com a sujeira;

– Sanitização, que reduz a população microbiana, mas não ao nível de desinfecção;

– Anti-sepsia, que inibe e destrói microorganismos na superfície da pele, numa tentatia de prevenir infecções;

– Desinfecção, que destroi ou remove os microorganismos patogênicos; e

– Esterilização, que elimina totalmente as formas de vida microbiana, utilizando produtos químicos especiais. Este é o processo mais profundo para matar todas as formas de germes, bactérias etc.

“No Brasil as pessoas costumam relacionar limpeza apenas com a aparência, mas parecer limpo não significa que o trabalho esteja finalizado. Há meios mais confiáveis e exatos para avaliar uma limpeza que a simples observação”, explica Ticoulat.

Segundo ele, a Jan-Pro otimiza o trabalho e diminui custos, já que as técnicas e os aparelhos utilizados aumentam a relação de m² limpo em determinado período de tempo. Assim, é possível reduzir os gastos com mão de obra, realocando funcionários. Há também a preocupação com aqueles que realizam o serviço: os utensílios são ergométricos e não prejudicam a saúde. Cada local – academia, hospital, indústria –, recebe o tipo de limpeza mais adequado, de acordo com suas especificidades. Ao final, há um rigoroso controle, é possível mensurar os resultados e garantir que as superfícies estão realmente limpas e não apenas parecendo estar.

As vantagens da limpeza realizada de maneira profissional e responsável podem ser vistas desde o ambiente de trabalho mais agradável até no rendimento de uma empresa. Porém, é preciso ficar atento. A boa aparência pode camuflar resíduos indesejáveis.

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Artigo INFRA 23-08-2012 – Ar puro nas áreas comuns dos condomínios no RJ

Lei estadual do RJ proíbe fumo em locais de uso coletivo

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o fumo passivo é considerado a terceira causa de morte evitável no mundo – o tabagismo ativo e o consumo excessivo de álcool ocupam o primeiro e segundo lugar, respectivamente. Com a intenção de amenizar esse problema em condomínios, foi sancionada a Lei 5.517/09 pelo governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. A decisão proíbe o fumo em locais de uso coletivo, públicos ou privados, inclusive nas áreas comuns dos condomínios. “A legislação é benéfica, pois visa preservar a saúde dos cidadãos, evitar o incentivo ao tabagismo e ainda pode estimular os fumantes a largarem o vício”, ressalta Cabral.

A medida também tem como intenção acabar com possíveis conflitos gerados entre os que fumam e os que não fumam. “Com a proliferação de condomínios nas cidades, aumentaram as polêmicas entre fumantes e não-fumantes, já que o perigo pode morar na janela ao lado”, explica Carlos Samuel de Oliveira Freitas, advogado imobiliário e diretor de condomínios da Primar Administradora de Bens.

De acordo com Freitas, o síndico é o responsável pelo cumprimento da lei estadual antifumo e deve fixar avisos sobre a proibição nas áreas comuns em locais bem visíveis. As placas informativas também devem indicar o telefone dos órgãos estaduais de defesa do consumidor e da vigilância sanitária. “Em caso de descumprimento da lei, a multa pode ultrapassar R$ 15 mil. Incluir esta informação pode ajudar ainda mais a inibir o consumo de qualquer produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, em espaços de uso comum dos condôminos”, destaca.

Outras medidas como a reunião de assembleias e a substituição de lixeiras com cinzeiro por modelos que não possuam esse compartimento também são indicadas para auxiliar na formação do novo hábito dentro do condomínio. E caso o morador insista em fumar nos locais proibidos, o síndico deve e pode adverti-lo, além de chamar a polícia para registrar o caso. A lei é válida para condomínios residenciais e comerciais do Estado do Rio de Janeiro.

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O Médico, o Engenheiro e a necessidade de evoluir…

Existem situações pelas quais passamos e coisas que ouvimos que nos fazem pensar, refletir…

Há aproximadamente uns 40 días atrás, participei em uma reunião cujo tema referia-se à discussão de um relatório que criticava fortemente a qualidade e a não aderência às normas, de uma determinada instalação.

Nesta reunião, durante um momento de grande excitação e incômodo de parte do público afetado pelo relatório, um colega da mesa pediu a palavra e disse: “Engenheiro adora criticar o trabalho de outro engenheiro, faltando as vezes com o devido respeito….Vocês já viram um médico falar mal de outro colega?”

Pois bem, apesar de parecer uma frase de indignação e “dor de cotovelo”, não era o caso pois, de fato, o relator do trabalho havia sido muito vago, apresentando um trabalho com muito pouco embasamento técnico, embora “alfinetasse diretamente” o executor da obra e, de sobra, o projetista do sistema.

Nesta última semana, passei por uma situação que me remeteu à este caso de 40 dias atrás, pois me consultei com um profissional médico que achou um absurdo o tratamento que me havia sido prescrito por um outro colega, colocando inclusive em dúvida a formação e especialização do outro profissional. De fato, acho que ele tinha razão, sem entrar no mérito da questão, e apenas externou a sua indignação, principalmente com a minha falta de preocupação em “sondar melhor” um profissional (especialização, experiência, etc), antes de procurá-lo.

Enfim, um médico criticou o outro colega e de forma igualmente dura.

Moral das histórias acima…

1. Não podemos considerar uma crítica como um crime, desde que embasada tecnicamente, relatada dentro de uma conduta profissional e ética e efetuada de forma respeitosa e no momento apropriado.

2. Não podemos nos melindrar com tais atitudes pois, desde que respeitando os “passos acima”, críticas existem para que possamos refletir, melhorar e evoluir, seja no lado afetado (pela crítica), seja no lado do relator, quando ouve-se uma contra-resposta que esclareça ou justifique a situação.

3. Precisamos parar com estas preocupações e trabalhar para obtermos a melhoria de processos e das pessoas que nele atuam.

Reflitam, evoluam e tenham um ótimo final de semana!

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ASBRAV e INBEC realizam palestra sobre Construção Sustentável em POA-RS

No próximo 30/08 às 19hs no CREA-RS

Para mais informações acesse http://www.asbrav.org.br

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Está chegando a hora do Congresso MERCOFRIO em POA

ASBRAV divulga a grade do Congresso, incluindo a premiação ANPRAC 2012. Para mais informações acesse http://www.asbrav.com.br

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Eventos ABRAFAC movimentam o segundo semestre em 2012

 

Mais informações poderão ser obtidas no próprio site da ABRAFAC (www.abrafac.org.br)

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