Vejam através do link abaixo o curso que ministrarei na Ycon Formação Continuada em SP, no próximo 06 de Outubro.
Trata-se de um curso rápido, voltado aos profissionais que iniciam ou que buscam por conhecimentos básicos na área Predial.
Vejam através do link abaixo o curso que ministrarei na Ycon Formação Continuada em SP, no próximo 06 de Outubro.
Trata-se de um curso rápido, voltado aos profissionais que iniciam ou que buscam por conhecimentos básicos na área Predial.
Recebi este artigo e apresentação por e-mail, o que demonstra mais uma vez o potencial do Brasil para pesquisas no campo da energia.
Assistam o filme através do link abaixo, pois vale a pena ver esta bela obra de engenharia.
A ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação convida à todos para assistirem a Palestra ” DATA CENTER – Controle de Temperatura e Umidade com Rodízio de Equipamentos” que será ministrada no próximo 23/08 (quinta-feira) em sua sede – Rua Arabutan, 324 – Bairro Navegantes – Porto Alegre.
Data: 23/agosto/2012 (quinta-feira)
Horário: 19 horas
Engenheiros, Projetistas, Técnicos de Instalação e
Manutenção de Sistemas de Ar Condicionado
Refrigeração, Aquecimento e Automação.
Mais informações poderão ser obtidas através dos meios abaixo:
Não fugindo totalmente aos temas “Manutenção e Sustentabilidade”, tive a oportunidade de conhecer neste último dia dos pais o Zoopark em Itatiba – SP, construido no modelo de Zoo que integra os animais ao seu habitat.
Na realidade, você chega a caminhar a pé dentro do habitat de pássaros, o que é fantástico.
Da mesma forma, sua manutenção, limpeza e organização são espantosas, não devendo em nada para Zoos fora do Brasil. Ah, e mais impressionante é que se trata de uma propriedade particular.
Enfim, mais um exemplo de dedicação aos animais, à natureza, a difusão de conhecimento e por que não, à boa manutenção e operação.
Abraços,
Recebi o email abaixo de um amigo e integrante da Comissão de Sustentabilidade e Meio Ambiente da OAB-SP me informando sobre o seminário que acontecerá no próximo 29/08 a partir das 14 horas, na OAB em SP.
No material que me foi enviado (como anexo ao e-mail), consta a seguinte pauta:
Para aqueles que lidam com os temas acima em seu dia a dia, acho importante tomar conhecimento sobre a atuação desta Comissão da OAB SP, assim como os aspectos legais que pautam cada uma das questões que serão abordadas.
Segue abaixo o e-mail que recebi com algumas orientacões:
“Envio em anexo programa do Seminário a ser realizado dia 29 de agosto, das 14:00 às 18:00 horas, no Salão Nobre da OAB/SP – Praça da Sé, 385 – 1º
Conto, e agradeço antecipadamente, por seu comparecimento a este importante evento.
Inscrições / Informações http://www.oabsp.org.br, mediante doação de lata ou pacote de leite integral em pó – 400 gr
atenciosamente,
Sidney de Oliveira
OAB / 24876
Comissão de Sustentabilidade e Meio Ambiente – OAB/SP
sidaosp@terra.com.br”
Vejam este interessante artigo divulgado pela INFRA em Agosto:
Como aliar a importância do conhecimento acadêmico ao perfil profissional que o mercado está demandando? Uma boa aposta é estar apaixonado pela atividade que escolheu exercer, alimentada pela constante atualização. É continuar aperfeiçoando aquilo que já se sabe, abastecendo-se de informações e competências ofertadas por profissionais mais experientes, que compartilham vivências e conhecimento.
Um curso complementar à graduação ou à experiência profissional adquirida ao longo da vida certamente é muito útil para quem precisa concorrer e acompanhar o crescimento do mercado. Os mercados mudam, nós (as pessoas, os consumidores) também. Então, como integrar tudo isso ao dia a dia para que tenhamos êxito frente aos obstáculos e desafios cotidianos? Como estar up to date com as novas tecnologias que agregam conhecimento, melhoria em processos, mudanças de comportamentos, entre outras inúmeras variáveis?
Todos sabem que o dia a dia frente aos negócios requer um alto grau de dedicação e disciplina, quer seja na vida profissional como na pessoal. É importante pautar-se pela ética, pelo trabalho sério, além de procurar diferentes maneiras de investimento em conhecimento, frequentando cursos e eventos, consultando livros, periódicos e revistas especializadas, conversando com pessoas da sua e de outras áreas também. Afinal, o importante é continuarmos competitivos, sendo vitrines “vivas” em nosso mercado de trabalho.
Um exemplo são os encontros que a INFRA realiza a cada dois meses com as lideranças do setor –www.congressoinfra.com.br – nos estados de SP, RJ, MG, BA, PR, além do DF. Mas há também uma série de iniciativas promovidas pelo mercado. A fim de ajudá-lo a conhecer melhor essas oportunidades de capacitação, listamos alguns cursos (curta e longa duração) e entidades disponíveis no Brasil.
CURSOS:
• Corporate Real Estate (cursos de longa duração) – FTDE/Corenet Brasil www.fdte.org.br
• Excelência na Gestão de Serviços (pós-graduação) – www.fecap.br
• Gerenciamento de Facilidades (MBA) – Programa de Educação Continuada da Poli/USP –www.pecepoli.com.br
• Gestão de Negócios Imobiliários do Secovi-SP e ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing (pós-graduação) – www.secovi.com.br
• Real Estate – Escola Politécnica da USP – e-mail: realestate@poli.usp.br
• Shopping Center Management Program (pós-graduação) – www.abrasce.insper.edu.br
• Gestão de Facilities – Facilities Services Treinamentos – www.facilitiesservices.com.br
ENTIDADES QUE PROMOVEM CURSOS/SEMINÁRIOS:
• ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities – www.abrafac.org.br
• ABRALIMP – Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional -www.abralimp.org.br
• ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento –www.abrava.com.br
• BRASINDOOR – Sociedade Brasileira de Meio Ambiente e Controle da Qualidade do Ar de Interiores – www.brasindoor.com.br
• CORENET – CoreNet Global Brasil / brazil.corenetglobal.org
• FEBRAC – Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental – www.febrac.org.br. Nota: os sindicatos estaduais filiados à Febrac também organizam cursos. Veja em: www.seac-sp.com.br – www.seac-rj.com.br – www.facop.org.br
• IBAPE/SP – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo – www.ibape-sp.org.br
• LARES – Latin American Real Estate Society – www.lares.org.br
• SECOVI/SP – Universidade Secovi (Administração de Condomínios) -www.secovi.com.br/cursos-e-eventos/
• SESVESP – Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo – www.sesvesp.com.br
Reforço que as organizações citadas são apenas algumas daquelas que têm sinergia direta com o nosso mercado. Nossa opinião é que a escolha de uma das alternativas é uma decisão importante e acertada para o contínuo desenvolvimento da sua carreira.
Entretanto, para que este investimento dê o melhor retorno, é preciso que os interessados pesquisem antes o histórico da instituição e os currículos acadêmico e profissional dos professores, bem como estudem com critério algumas informações sobre o que seus promotores ofertam.
O importante é manter-se atualizado, veja que há várias opções. Programar-se e iniciar, só depende de Você!
A ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities está divulgando a realização de seu Congresso & Expo 2012, além do jantar de confraternização e entrega dos prêmios de melhores do ano, que ocorrerá em SP no mês de outubro.
Mais informações podem ser obtidas através do endereço: http://abrafac.org.br/congresso-expo-abrafac.html
Apesar de ser relativamente comum observar áreas técnicas com porta-documentos e manuais / instruções de operação dentro deles, também é comum ouvir de responsáveis locais um embargo na resposta quando perguntamos como e quanto são utilizados tais manuais…
Manuais de Operação devem ser elaborados com o objetivo primário de “independência’, ou seja, a nossa operação jamais poderá depender de pessoas e de conhecimentos armazenados em seus “cérebros”, ao longo de todos os seus anos de trabalho. Isto se chama profissionalização da manutenção e busca por uma operação segura e sob controle.
Os Manuais também devem servir como registro do modo de operação que é praticado e, sempre que possível, ser bastante claro nas etapas necessárias para colocar equipamentos e sistemas “em marcha”, seja no modo automático ou manual, além de definir pré-requisitos, a capacitação e a habilitação dos autorizados à operá-lo, regras de segurança, entro outras.
Mas retornando ao primeiro parágrafo….como utilizá-lo de forma adequada para, por exemplo, capacitar a sua equipe em campo????
Dizia um antigo colega meu que a coisa mais difícil é colocar as equipes de campo em uma sala de aula e transmitir a teoria sobre processos de operação e manutenção e, neste ponto, ele tinha um pouco de razão, além de dar o caminho das pedras… Não se trata de uma dificuldade em si, mas sim, de não ser talvez o melhor método de fazê-lo.
Equipes de operação gostam e precisam de treinamentos práticos, assim como é feito regularmente com brigadas de incêndio e mesmo com a população de edifícios comerciais, quando são “obrigados” a participar dos famosos PALT – Planos de Abandono do Local de Trabalho; por mais que os usuários de um prédio reclamem (e como……), acabam fixando algumas regras e direcionamentos que lhes serão certamente úteis em caso de sinistro.
Da mesma forma a nossa manutenção!
Uma vez, quando visitava uma enorme operação em um prédio de NYC, fiz a mesma pergunta para o engenheiro responsável pela operação de um edifício comercial com mais de 50 pavimentos e uma imensa infra-estrutura técnica instalada. Ao invés de “embargar” a voz, o engenheiro mostrou-me um sorriso levemente “maroto” e me chamou para dar uma volta e ver em campo como ele assegurava a atualização e treinamento da equipe.
Chamou um técnico eletricista e fomos todos juntos para uma sala de subestação e grupos geradores (a gás) para a operação em regime de emergência.
Virou para o técnico e lhe perguntou: “Se faltar energia agora e o gerador não partir automaticamente, o que você precisará fazer?”
Neste momento, o técnico percorreu todos os pontos onde tais ações seriam requeridas, dizendo o que faria (passo à passo) ao engenheiro responsável, incluindo as verificações em medidores, etc. Ao terminar a sua “aula” de procedimentos, o engenheiro o dispensou e voltamos a conversar…
Ele me disse que tem o hábito de rodar a propriedade no mínimo duas vezes por semana (alternando sempre as áreas técnicas e comuns que visita) e como foi o responsável pela elaboração e atualização dos Manuais de Operação, ele sempre chama para rodar consigo um profissional da equipe, seja mecânico, encanador ou eletricista, o levando até uma ou mais salas técnicas da edificação. Ao chegar lá com o seu profissional, ele pede para que lhe demonstre passo à passo o que terá que fazer em caso de “pane”, corrigindo-o na hora, caso algum equívoco seja dito.
Além destas rondas semanais, “tomando a lição” de seus comandados, ele ministra treinamentos no campo de duas à três vezes ao ano, para todas as equipes habilitadas na modalidade do treinamento.
Por fim, ele me concluiu que ao saberem de que serão “convidados para a ronda” e questionados sobre a forma de operar equipamentos e sistemas, os membros da equipe permanecem constantemente em alerta e buscam por esclarecer eventuais dúvidas antes da “inquisição”.
Esta é uma forma interessante de “reciclagem contínua” e, sem sombra de dúvidas, uma forma bastante operacional e objetiva de se assegurar a capacitação de sua equipe e a utilização do conceito do “Manual de Operações”.
Uma boa semana!
Faltam 2 dias para o maior evento de Facilities do Rio de Janeiro
O 6º INFRA RIO está chegando! Na próxima quinta-feira, 9 de Agosto, um grupo seleto de Líderes em Gestão de Infraestrutura e Serviços em Ambientes Construídos se reunirá no Centro de Convenções SulAmérica para discutir melhores práticas em Gestão de Facilidades (FM) e Propriedades (PM).
As palestras serão as mais diversificadas, desde planos de contingência por quebra de contrato de serviços, finanças aplicadas a facilities até retrofits prediais e a estrutura da área de Patrimônio da TV Globo.
A Diretora de Redação da revista INFRA, Léa Lobo, abrirá o evento com números e oportunidades para este setor: edifícios e empreendimentos dos mais variados segmentos que estão em processo de lançamento ou modernização, e que irão demandar projetos, serviços e gestão por parte da cadeia de FM e PM.
Já estamos nos aproximando do limite de vagas do encontro. Faça já a sua inscrição!
SERVIÇO
6º INFRA Rio
Encontro Regional de Líderes em Gestão de Infraestrutura e Serviços em Ambientes Construídos
Dia: 9 de Agosto de 2012
Horário: das 8h00 às 18h00
Local: Centro de Convenções SulAmérica – Av. Paulo de Frontin, 1 – 2º Piso – Cidade Nova – Rio de Janeiro/RJ
Inscrições e programação completa: www.congressoinfra.com.br
Patrocinadores: John Richard Locação de Móveis, Nova Rio, Grupo Brasanitas, Engepred, Estapar, Excellence RH, Totvs, CB Richard Ellis, Cushman & Wakefield, Elevadores Atlas Schindler, Mark Building, Melhoramentos Papéis e Wechsel.
Apoio: Grupo Godoy e Plug Locação.
É realmente interessante como a visão sobre a manutenção e de seu processo de gestão têm sido discutidas e abordadas dentro de um processo de “atualização da cultura”.
Em pleno momento onde se fala de confiabilidade, de uma maior disponibilidade em sistemas e equipamentos, de SLAs (Acordos dos Níveis de Serviço), de revisão em metodologias de trabalho e de uma maior preocupação com a formação e capacitação de colaboradores, começa a ganhar espaço nestas discussões o processo e a importância do “Retrocomissionamento” em sistemas prediais.
O processo de “Retrocomissionamento” envolve a análise e a revisão do modo de se operar e manter uma instalação já existente, a partir do conhecimento de seu estado e condições operativas durante a vida útil de uma edificação. Ou seja, trata-se de “comissionar” os sistemas “em vida”, com foco para o seu desempenho real e atual, em comparação com as expectativas originais de projetistas e proprietários e das bases dos projetos originais, levando-se em conta o ponto da curva de desempenho x estado x vida útil onde se encontram os sistemas avaliados.
Trata-se de uma ferramenta fantástica para o gestor!
O processo em si deve seguir o mesmo conceito de um processo de comissionamento ao término de uma nova instalação, ou seja, deve passar pelas seguintes etapas:
1. Qualificação do Projeto e Documentos da Operação & Manutenção (O&M)
Etapa onde o Agente Comissionador analisa os projetos e memoriais da edificação, identificando não somente os equipamentos, sistemas e suas características, como também as formas de operar e expectativas quanto ao desempenho destes sistemas.
A análise também abrange os documentos de O&M, através dos quais são verificados os procedimentos e parâmetros de operação (forma como os sistemas são atualmente operados) e os procedimentos e resultados de manutenção (de que forma são efetuadas as atividades de manutenção e recentes indicadores).
O resultado desta primeira etapa também apontará os requisitos de desempenho à serem novamente verificados / medidos em campo, na etapa de Qualificação da Operação para os sistemas considerados.
2. Qualificação das Instalações
Etapa na qual o “Agente Comissionador” vai ao campo, com o objetivo de avaliar as instalações quanto a sua conformidade em relação ao projeto original e documentos formais da operação, avaliando e registrando eventuais alterações, além de verificar o seu estado de conservação, condições de instalação e o seu histórico recente, obtido através de entrevistas com operadores e responsáveis.
Também são verificadas as condições de acesso aos sistemas e locais para a instalação de instrumentos de medição, dentro do processo de Qualificação da Operação.
3. Qualificação da Operação
É nesta etapa que o “Agente Comissionador” avaliará o desempenho dos sistemas e equipamentos envolvidos, seguindo normas específicas para tal e medindo estas condições operativas no campo.
O objetivo é de realmente avaliar o ponto atual de desempenho para compará-lo com as expectativas e projeções originais, evidentemente ponderando os resultados em função das características dos sistemas (Qualificação do Projeto e Documentos de O&M) e das condições operativas (Qualificação das Instalações).
4. Relatório de “Retrocomissionamento”
Após a conclusão de todas as etapas acima, caberá ao “Agente Comissionador” avaliar os resultados e compilar suas observações e recomendações de ajuste em um relatório técnico final, a fim de que as equipes de O&M possam implantá-las dentro de um planejamento que envolverá a priorização de medidas sem custo, de baixo custo ou de custo mais elevado.
O objetivo deste trabalho é de trazer o ponto de operação da instalação e de seus equipamentos para uma melhor condição em relação a sua curva e expectativas originais para o desempenho, mesmo após decorrido um período de sua vida útil.
O feedback deste processo para a equipe de O&M é fantástico e, como disse acima, uma excepcional ferramenta para o gestor e responsáveis pela edificação.