Recrutamento Marcondelli divulga vagas em aberto em Facilities

1. Dirigente de Operações

RESPONSABILIDADES:
Será responsável pelo gerenciamento de todas as atividades administrativas e operacionais de condomínio;
Controle de budget, faturamento, orçamentos e contratos; avaliar fornecedores;
Gestão de equipes;
Elaboração de relatórios e controles gerenciais;

REQUISITOS:
Formação superior completa em Administração, Engenharia ou áreas afins;
Experiência anterior como Gerente de facilities;
Experiência em controle financeiro e rotinas administrativas (controle de budget, faturamento, orçamentos e contratos);
Inglês intermediário.

Local de trabalho: Região da Av. Faria Lima.

Os interessados deverão enviar “CV” URGENTE para: vagas@marcondelli.com.br
Assunto: Dirigente de Operações

2. Supervisor de Operações

ATRIBUIÇÔES:

– Responsável Pela Supervisão de Atividades Administrativas e Operacionais de condomínio, visando Manter o Padrão de Qualidade;

– Supervisão de Equipes de Terceiros Como: Manutenção, Segurança Patrimonial, LIMPEZA, Recepção, jardinagem e Estac
– Controle de manutenções preventivas e corretivas;

– Rondas e listas de verificação de Inspeção, Acompanhamento de Obras; – Organização e Participação de REUNIÕES COM OS Clientes / locatários e fornecedores; – Efetuar o Treinamento parágrafo como Equipes

Requisitos:

Formação superior de Administração Completa em, Engenharia UO Áreas Afins;

Experiência anterior EM Supervisão de instalações;

Escritório Conhecimentos los Pacote

Locais de Trabalho: Zona Sul de São Paulo.

Interessados ​​deverão enviar de Os “CV” URGENTE parágrafo: vagas @ marcondelli.com.br

ASSUNTO: Supervisor Operações

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EPA (USA) divulga relatório sobre a parceria entre usuários e gestores em edificações, em busca de um maior desempenho e sustentabilidade

Successes in Sustainability: Landlords and Tenants Team Up to Improve Energy Efficiency

This 28-page report profiles several commercial real estate owners, managers, and tenants who are tapping into the power of collaboration to overcome barriers to high-performance, sustainable buildings. These innovative organizations demonstrate the value of retrofitting leased space as green space, measuring and sharing energy data to enable efficiency, and engaging around sustainability. Their stories serve as models for other landlords and tenants who face challenges in coming together for top performance.

Successes in Sustainability: Landlords and Tenants Team Up to Improve Energy Efficiency

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Comissionamento no Brasil

Quero dar os parabéns aos mais novos profissionais de comissionamento certificados pela ASHRAE no Brasil neste mês de março:

. Pedro Hoffmann, filho de nosso querido amigo Willi
. Marcio Orofino
. Thiago Portes
. Walter Lenzi
. Marcos Pereira

Agora, estes profissionais se juntam ao Tomaz Cleto da Yawatz como Profissionais CPMP da ASHRAE.

Meus parabéns à todos!

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“Brasil está pior do que estava em 2007”, diz pesquisador

O Povo Online – Fortaleza/CE – JORNAL DE HOJE – 25/04/2014
Autor não encontrado

A menos de 50 dias para o início do Mundial, a Copa do Mundo ainda não trouxe nenhum legado positivo para o País. A afirmação é de Leon Myssior, vice-presidente de Arquitetura do Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), instituição que, desde 2007 acompanha a preparação do Brasil para o Mundial.

Para o Myssior, que ministrou uma palestra sobre o tema durante o XX Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA), “o Brasil está pior do que estava em 2007”. “Muita gente imaginou um Brasil que em 2014 ia ter subido vários degraus em termos de infraestrutura. Então você pagou o mais caro e escolheu as piores opções de obras para atender ao prazo da Copa. E o legado que a gente vai ter em 2014 é patético”, afirma o pesquisador.

Segundo o diretor do Portal 2014 e um dos autores do relatório Vitrine ou Vidraça – Desafios do Brasil para a Copa de 2014, Rodrigo Prada, a falta de planejamento e a desorganização são os principais motivos para as mudanças e atrasos em obras previstas na Matriz de Responsabilidade.

“O fato dessas obras não estarem prontas não prejudica o Mundial. O que prejudica é o contratempo causado pelos canteiros. As obras não eram essenciais para a Copa, mas eram essenciais para estarem prontas durante a Copa”, diz.

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Brasil desperdiçou 10% da energia que produziu em 2013

Fonte: Jornal Nacional 08.03.2014

Divulgação: Procel Info (12.03.2014)

Brasil – Ao longo dessa semana, o Jornal Nacional discutiu os problemas do setor de energia elétrica no Brasil, agravados pela longa estiagem e a queda de nível dos reservatórios. Na última reportagem da série, o repórter André Trigueiro mostra o quanto se desperdiça de energia no país e a importância do incentivo ao consumo consciente.

Já pensou se todas as luzes e aparelhinhos ligados sem necessidade no Brasil marcassem o quanto consomem de energia? Inclua na conta todas as máquinas velhas e ineficientes. O resultado é impressionante.

Apenas no ano passado, o desperdício de energia elétrica em todo o Brasil chegou a mais de 10% de tudo o que foi produzido. O volume daria para abastecer os estados do Rio de Janeiro e Ceará por um ano.

“Em termos numéricos, nós desperdiçamos hoje o equivalente a 46 terawatts-hora/ano, que é metade de todo consumo da Itaipu durante um ano inteiro”, aponta Rodrigo Aguiar, presidente da Abesco – Associação Brasileira das Empresas de Conservação de Energia.

A fábrica de tecidos centenária de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, resistiu à invasão dos produtos chineses investindo em eficiência. Toda fábrica de tecidos precisa de água muito quente, a pelo menos cem graus centígrados, para fazer o tingimento das peças.

Na busca por mais eficiência, a solução foi substituir o gás natural por madeira certificada pelos órgãos ambientais. É lenha com selo verde que vira energia quando queimada na caldeira. Um caminhão de lenha por dia reduziu os custos da empresa em R$ 1,5 milhão por ano.

Filtros de fumaça eliminam a poluição. Até o esgoto tratado dentro da fábrica tem utilidade. Ele é usado para resfriar as máquinas da tecelagem. Se fosse para comprar água encanada, o gasto seria de mais de R$ 2 milhões por ano.

Lâmpadas econômicas e equipamentos eficientes garantem a redução de 30% no consumo de energia.

“Uma empresa pode morrer por não fazer esse tipo de investimento. Por adiar esse investimento. Hoje em dia você tem que buscar redução de custo em tudo, especialmente no Brasil”, diz o empresário Luis Fernando Aguiar.

Apesar da importância estratégica do consumo consciente de energia, este ainda é um assunto pouco falado no país.

Jayme Buarque de Hollanda, Instituto Nacional de Eficiência Energética, explica que os dois principais programas de eficiência energética do país, o Procel, da Eletrobras, e o Conpet, da Petrobras, enfrentam problemas por contenção de gastos nas duas empresas.

“Evidentemente, faltando caixa em empresas cuja atividade fim é produzir energia elétrica, culturalmente são empresas que não vão privilegiar esse outro lado que é encolher o consumo”, aponta Jayme.

A Petrobras declarou que não há corte de verbas do Conpet, e que neste ano serão investidos R$ 9,4 milhões no programa de eficiência energética.

Sobre a Eletrobras Procel, o repórter André Trigueiro conversou com a superintendente de eficiência energética da Eletrobras.

“Nós estamos trabalhando, buscando cada vez mais otimizar os recursos que nós temos e tirar a maior eficiência, inclusive, em termos dos nossos custeios, diminuindo os nossos custos internos para que a gente consiga manter os resultados do Procel”, diz Renata Falcão. 

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Eficiência energética, conforto ambiental e comissionamento em empreendimentos comerciais e residenciais

Fonte: Em Redes – 11/03/2014

Divulgação: Procel Info

Brasil – As exigências de utilização dos edifícios têm aumentado ao longo do tempo. Espera-se hoje que um edifício responda de modo eficiente, econômico e com segurança às diversas situações a que está sujeito, levando em consideração também a redução dos impactos ambientais e a mais conforto aos usuários.

Projetos que visam eficiência energética e conforto ambiental, e contribuam com novas tecnologias e sistemas de automação para a qualidade e desempenho ambiental da edificação, destacam-se entre as novas tendências e exigências. No entanto, de nada valem projetos bem pensados se não há controle da qualidade da obra e do desempenho das edificações na fase de manutenção.

Por isso, o comissionamento em empreendimentos ganha cada vez mais espaço na construção. Este processo de acompanhamento das atividades de projeto e da execução das instalações assegura a entrega da edificação de acordo com o que é exigido pelos projetos, garante uma pós-ocupação com o devido funcionamento dos sistemas prediais e ainda orienta para a manutenção do desempenho previsto.

Esta oficina irá trazer as melhores práticas e projetos que estão sendo implantados por empresas e profissionais quanto à eficiência energética, conforto ambiental e comissionamento de empreendimentos, de modo a garantir o desempenho ambiental na fase de construção, pós-ocupação e manutenção da edificação.

A programação e a inscrição online deste evento estarão disponíveis a partir do dia 01/09/14. Informe-se!

Mais informações também poderão ser obtidas através do endereço: http://www.eventoscte.com.br/eventos/eficiencia-energetica-conforto-ambiental-e-comissi/

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Países costeiros buscam energia nas ondas do mar

Fonte: Valor Online – The Wall Street Journal (11/03/2014)

Por: Joel Millman

Empreendedores dos Estados Unidos pretendem usar tecnologias avançadas para aproveitar o potencial energético das ondas e ventos do Oceano Pacífico, enquanto iniciativas semelhantes também estão em andamento no Brasil e no Chile.

Em fevereiro, o Departamento do Interior dos EUA autorizou o primeiro projeto marítimo de energia eólica na costa americana do Pacífico, num ponto a cerca de 29 quilômetros da Baía Coos, no Estado do Oregon. Pouco mais ao norte, outro projeto poderia usar boias geradoras para produzir energia elétrica a partir dos movimentos da água do mar.

“Gostamos do que a Baía Coos tem a oferecer”, diz Kevin Banister, diretor de desenvolvimento de negócios e relações com o governo da Principle Power Inc., firma por trás do projeto. “Está no meio de uma área realmente rica em ventos marinhos.”

A Principle afirmou que poderia instalar cinco turbinas enormes até meados de 2017.

Os partidários da energia renovável há muito alardeiam os recursos oceânicos, mas projetos em três pontos da Costa do Leste dos EUA, situados mais próximos à terra, têm enfrentado a oposição de ambientalistas e representantes do turismo. A área do Oregon teria uma série de vantagens, como uma depressão continental profunda que causa ondas maiores e permite o uso de turbinas flutuantes – em vez das empregadas na costa atlântica, que são ancoradas no fundo do mar.

“Em primeiro lugar, há mais oceano”, explica Kevin Watkins, consultor de energia de Portland, Oregon.

A Principle Power antevê um conjunto de turbinas eólicas flutuantes, cada uma capaz de gerar seis megawatts de eletricidade, suficientes para 10.000 residências. A empresa implementou um projeto semelhante na costa de Portugal.

Turbinas eólicas já são uma realidade no interior do Oregon, principalmente perto do rio Columbia, cuja imensa garganta funciona como um túnel natural para o vento. Mas o mar virtualmente elimina as limitações para o tamanho das pás rotoras, ou hélices, das turbinas, já que elas podem ser montadas próximas à costa e então transportadas para o alto-mar – sem ter que passar por túneis e estradas no caminho.

Watkins vem trabalhando com uma empresa de Nova Jersey, a Ocean Power Technologies Inc., num projeto para instalar boias geradoras de energia na costa do Estado, um pouco ao norte da Baía de Coos. A Ocean, que gastou US$ 6 milhões para desenvolver um protótipo que produz eletricidade a partir de ondas em alto-mar, pretende colocar a primeira boia em funcionamento em 2015 e depois mais nove até 2017.

A oposição a esses projetos poderia vir da indústria pesqueira do Oregon, que movimenta US$ 350 milhões por ano, segundo a comissão de pesca do camarão do Estado.

“Ninguém quer dizer não e acabou para as propostas”, diz Hugh Link, diretor executivo da comissão, “mas a indústria da pesca é um passáro na mão. As propostas para ondas e vento são dois passáros voando.”

Pelo menos dois outros projetos de energia marinha estão sendo preparados para a costa do Oregon. A M3 Wave planeja instalar até agosto um dispositivo movido a pressão hidrostática no fundo do oceano. Já a Resolute Marine Energy Inc., de Boston, recebeu aprovação dos reguladores para um projeto comercial que vai atender o município remoto de Yakutat, no Alasca, e consiste em fileiras de painéis que oscilam com as ondas, gerando energia.

Iniciativas para produzir energia a partir das ondas do mar também estão ganhando impulso na América Latina.

No Brasil, dois projetos se destacam, ambos desenvolvidos pela Coppe, o centro de pós-graduação e pesquisa em engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e financiados através do programa de P&D da Agência Nacional de Energia Elétrica.

O primeiro projeto, uma usina instalada próximo ao quebra-mar do Porto de Pecém, no Ceará, foi testado em 2013 e está agora em fase de aprimoramento. Ele recebeu um investimento inicial de cerca de R$ 15 milhões da Tractebel Energia SA, diz Segen Estefen, professor de energia oceânica da Coppe. “O grande objetivo é que esse projeto seja um laboratório a céu aberto para testes deste novo tipo de fonte de energia.”

O outro projeto, mais recente, ficará em alto-mar, perto da Ilha Rasa, no Rio de Janeiro, a cerca de 14 quilômetros da Praia de Copacabana. O protótipo está sendo financiado por Furnas (R$ 9 milhões) e incluirá um flutuador de 11 metros de altura sustentado por um pilar preso ao leito marinho. As duas usinas têm capacidade de 100 kW.

No Chile, o Banco Interamericano de Desenvolvimento vai desembolsar US$ 2,4 milhões para ajudar a financiar dois programas-piloto no sul do país, que importa 75% da energia que consome. “O Chile tem uma grande necessidade, primeiro de inovar na questão energética, porque não tem muitas fontes de energia fóssil, mas tem muitas fontes renováveis e tem muito potencial em suas ondas”, diz Christoph Tagwerker, consultor de variação climática do BID e responsável pelo projeto.

(Colaboraram Claudia Sandoval Gómez e Luis Garcia.)

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Alemanha é o país com maior investimento em energia solar do mundo

Fonte: Procel Info

Por: Ivana Varela

Alemanha – País produz mais energia solar do que 20 centrais nucleares em plena potência
Ivana Varela, para o Procel Info

Alemanha – A Alemanha é de fato o país com maior capacidade de potência fotovoltaica instalada. Os painéis fotovoltaicos espalhados pelo país são um recorde mundial. Em média por ano, a Alemanha consegue suprir 20% das necessidades de eletricidade na produção fotovoltaica e já responde por 35% de toda energia solar produzida no mundo.

O interesse da Alemanha pela energia solar teve início após o desastre da Usina Nuclear de Fukushima, no Japão. Após o acidente, o país resolveu encerrar as atividades de suas centrais nucleares, e começou a se refugiar na produção de fontes renováveis. Os painéis solares fotovoltaicos são dispositivos compostos por células solares, que captam a solar e convertem a energia do sol em eletricidade. Eles podem ser instalados em quaisquer superfícies livres como telhados, fachadas, coberturas de estacionamentos.

O país europeu tem uma forte política de tarifas fixas e incentivos para estimular a energia solar e a instalação de equipamentos em casas particulares e empresas. O pesquisador da Universidade de Stuttgart, em Baden-Wurttemberg, Camilo Michalka, conta que um grande incentivo é o valor pago pela energia gerada pelas placas de uma residência, que chega a ser maior do que a energia que a mesma residência consome da rede elétrica. “Durante o dia, os painéis das residências estão gerando energia solar e jogando na rede elétrica. A distribuidora paga por essa energia. À noite quando as placas não estão mais gerando energia, elas consomem a que foi gerada pela rede elétrica, por um preço menor do que recebem ao fornecer a energia pela manhã”, explica Michalka.

Para se ter uma ideia, atualmente já se ultrapassou 1,4 milhão de sistemas fotovoltaicos instalados na Alemanha e cerca de 8,5 milhões de pessoas vivem em residências que incorporam sistemas solares que produzem eletricidade. A opção pelo fotovoltaico custa por ano quatro milhões de euros aos alemães, “Nunca nenhum outro país produziu tanta energia solar como a Alemanha”, comemora.

“Nunca nenhum outro país produziu tanta energia solar como a Alemanha”

Enquanto a Alemanha comemora esse novo recorde mundial de produção de energia solar, o Brasil está comemorando o fato de que esta mesma energia deverá ter o preço reduzido à metade até 2018.

A captação da energia solar vem se tornando cada vez mais viável devido ao aumento da produção mundial desses equipamentos que produzem energia limpa e renovável. O Brasil possui um enorme potencial fotovoltaico, o local com o pior grau de irradiação é 40% superior ao melhor local de irradiação da Alemanha. Além disso, o país lidera o mercado de exportação de quartzo em pedra, insumo do silício, elemento principal para a produção de painéis fotovoltaicos.

Com tantas vantagens, pode-se entender que a indústria fotovoltaica ainda não tenha se desenvolvido o bastante no Brasil, primeiro porque esse tipo de energia ainda é considerada muito cara no país. E segundo pela ausência de fabricantes dos painéis fotovoltaicos. As instalações fotovoltaicas que são realizadas aqui são com equipamentos importados, o que encarece mais ainda o processo.

O Diretor de Tecnologia da Land Energy, Luiz Lacerda, considera a energia solar ainda incipiente no Brasil. “O Brasil está mais avançado na energia eólica do que na solar”, diz. E para ele leilões específicos para dar e vender energia solar seria um grande incentivo para o desenvolvimento desta energia no país. “O Brasil tem estrutura para isso, só nos falta preços competitivos”, finaliza Lacerda.

A capacidade instalada de painéis solares fotovoltaicos no Brasil tem sido mais satisfatória para o consumidor final. O que já é um importante crescimento. Porém seu custo ainda é muito elevado. Os painéis solares estão custando cerca de R$ 15 mil, além disso, o consumidor precisa solicitar na concessionária um medidor digital, para produzir a própria energia, que vale em média R$ 300. A conta de luz vai indicar o quanto de eletricidade foi usado a partir da energia solar e a porção relacionada à fonte convencional. O excedente, que foi economizado, virá de crédito para os meses seguintes. O custo que hoje estaria estimado em R$ 280 a R$ 300 por MWh, poderia cair para R$ 165 MWh dentro de cinco anos. Essa redução contribuiria para que a energia solar brasileira participasse de forma competitiva dos leilões de eletricidade.

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Um olhar sobre os condomínios sustentáveis

Fonte: Direito Net – 09/03/2014

Divulgação: Procel Info

Brasil – O conceito de sustentabilidade está, a cada dia, mais em alta na sociedade brasileira. Após espalhar-se por vários países, esta consciência e atitude, em relação à “moradia verde,” ganha espaço no Brasil.

Com a realização da Conferência Mundial para o Meio Ambiente, mais conhecida como a Eco – 92, em solo brasileiro, o país adotou uma posição mais ativa em causas ambientais.

Em acompanhamento a tais mudanças de pensamentos da população e governo é que surgiu o conceito de condomínio sustentável. São condomínios verticais ou horizontais dotados de muitas medidas, que conferem o título de sustentabilidade ao empreendimento, tais como: coleta seletiva de resíduos, telhado verde, aproveitamento de águas pluviais, reuso da água, medição individual do consumo de água, reciclagem de materiais, aquecimento solar das piscinas, dentre outras.

Atualmente, encontra-se em construção o primeiro bairro ecologicamente correto do país, localizado em Brasília, o “Noroeste,” que conta com uma rede de sucção para coleta do lixo orgânico e inorgânico, que levará os resíduos através de tubos e canos para uma central de reciclagem e tratamento. Os edifícios terão coletores solares e grandes janelas para aproveitar a luminosidade natural. O fluxo de veículos com a consequente emissão de gás carbônico será reduzido por meio da instalação de ciclovias e transportes públicos. As construções não poderão acumular entulho e os projetos de paisagismo deverão utilizar a vegetação nativa. Para evitar impactos ambientais, o Noroeste também terá lagos de contenção para facilitar a drenagem do solo.

Os condomínios antigos também podem se adaptar a esta ideia de sustentabilidade, adotando normas de convivência no Regimento Interno do condomínio, como a coleta seletiva dos resíduos e reciclagem de materiais, bem como instalando equipamentos para o aproveitamento da energia solar e uso de lâmpadas econômicas nas áreas comuns do condomínio. O gasto inicial como as medidas será compensado com a economia nas faturas de energia elétrica.

Há uma crescente valorização dos imóveis, que vêm adotando estes conceitos. Alguns têm obtido certificados internacionais de sustentabilidade, como o LEED ND, Neighborhood Development (LEED ND), da US Green Building Council, certificação americana, que objetiva transporte público melhor, áreas verdes, benefícios econômicos, entre outros. Um projeto que queira obter esse certificado deve ser construído em espaço urbano, para descontaminar terrenos e limpar a cidade. O Brasil tem avançado em termos de certificação. O LEED está cada vez mais popular no país. No ano de 2012, 574 empreendimentos brasileiros já possuíam a certificação.

A legislação brasileira também tem avançado neste sentido, visando a redução dos impactos socioambientais na construção de condomínios residenciais, com a observância aos princípios da prevenção e precaução elencados no artigo 225 da Constituição Federal Brasileira de 1988. Mais importante do que o ganho patrimonial é a mudança de consciência da população brasileira moradora de condomínios em preservar o meio ambiente para uma melhor qualidade de vida para si e para as gerações futuras.

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Seminário do Sinduscon João Pessoa vai abordar construção sustentável

Fonte: Paraíba Total (06/03/2014)

Divulgação: Procel Info

Paraíba – O Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa realizará durante os próximos dias 23 e 24 de abril, o I Seminário Paraibano de Construção Sustentável. O evento, que acontecerá no Hotel Tambaú, tratará do uso eficiente de água nos lotes urbanos e abordará o tema sustentabilidade e materiais.

O objetivo é estimular a adoção de sistemas, processos e materiais que reduzam as perdas de materiais e a geração de resíduos, transmitir experiências e apresentar novas práticas. O tema vem crescendo de importância no setor e o evento permitirá que os construtores, engenheiros, arquitetos, estudantes universitários e tecnólogos possam adquirir mais conhecimentos em termos de eficiência energética, adoção de energias alternativas, coleta e reciclagem de material e economia de água.

Nesta linha, haverá palestra sobre Resíduos da Construção, a Coleta Seletiva dos Resíduos no Canteiro de Obras e Energias Alternativas e Selo de Eficiência Energética.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) lançou, há dois anos, o Programa de Construção Sustentável elegendo como temas prioritários a utilização racional da água, o desenvolvimento humano, a maximização da eficiência energética, utilização de materiais e sistemas sustentáveis, meio ambiente, infraestrutura e desenvolvimento urbano, com a viabilização do crescimento sustentável, mudanças climáticas com adaptação do ambiente construído e redução de gases de efeito estufa na cadeia produtiva e diminuição do consumo de recursos naturais.

A CBIC elaborou o Guia das Boas Práticas em Sustentabilidade, em parceria com a Fundação Dom Cabral admitindo que este importante segmento produtivo traz impactos variados ao meio ambiente, desde a extração de matéria prima até a durabilidade dos produtos construídos, reutilização e reciclagem ou descarte de partes do que foi usado, reconhecendo que a construção gera 40% dos resíduos da sociedade.

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