Atenção para os eventos nesta semana (05/05) em SP

A cidade de SP receberá dois importantes eventos nesta semana, mais especificamente entre os dias 07 e 08/05, eventos estes que atenderão tanto aos profissionais “mais voltados à administração de espaços”, quanto aos profissionais “mais voltados à operação e manutenção”.

WORKTECH14 – São Paulo (de 07 à 08/05)

Evento também realizado em outros importantes centros no mundo, tais como em Nova York, em Berlin e Melbourne, o WORKTECH reunirá vários profissionais das áreas de gestão de espaços, gestão de propriedades e real estate em um forum que discutirá as inovações e tecnologias em “workplace”.

Aos interessados, segue o link para a consulta: WORKTECH14

3º QAI – 3º Seminário Internacional de Qualidade do Ar de Interiores (07/05)

Considerando as atuais discussões na Europa e nos EUA sobre a questão voltada à Qualidade do Ar em Ambientes de Trabalho, este evento à ser realizado em SP (USP) proporcionará aos presentes a oportunidade de se atualizar.

Além de aspectos de filtragem, serão discutidas tecnologias para o aproveitamento da energia relacionadas ao ar condicionado e exaustão, em prol de um sistema mais eficiente.

O evento contará com palestrantes internacionais, além de alguns ícones Brasileiros.

Ainda dá tempo para se inscrever e segue o link para os interessados: 3º QAI

 

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Como dizem os carnavalescos….”Olha a infraestrutura aí gente!!!”

Mais uma constatação do legado para a “melhor copa de todos os tempos”…

Aeroporto de Manaus é avaliado como o terceiro pior do País
A Crítica – Manaus/AM – HOME – 29/04/2014 – 11:11:06
JULIANA GERALDO

O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, segue entre os piores do País, levando em consideração as cidades-sede da Copa do Mundo. O empreendimento recebeu a terceira pior nota na primeira avaliação trimestral deste ano, divulgada nesta segunda-feira (28) pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). Em uma escala de 1 a 5, o aeroporto de Manaus marcou 3,55 pontos, ficando a frente apenas dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo e de Cuiabá, no Estado do Mato Grosso.

A pontuação registrada é 1,1% inferior ao resultado da última avaliação feita nos 15 aeroportos das cidades-sede, mas registrou 0,04 pontos acima do desempenho verificado no primeiro trimestre de 2013 (3,51). Os passageiros, ouvidos em salas de embarque doméstico e internacional do aeroporto apontaram o custo do estacionamento, os painéis de aviso dos voos e as opções para alimentação como os pontos fracos do empreendimento.

Outro item destacado foi o valor pago pela alimentação no Aeroporto de Manaus. O quesito somou 2,27 pontos, na escala de 1 a 5 e ficou abaixo da média verificada entre janeiro e março do ano anterior (3,00). A pesquisa também demonstrou insatisfação quanto à conexão de internet Wi-Fi (3,30 pontos) e a sensação de segurança dentro das instalações aeroportuárias. O item apresentou a média mais baixa entre os locais pesquisados (3,42 pontos).

Transtorno

Para o presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Amazonas (Sidetur-AM), Mário Tadros, a opinião dos passageiros sobre os serviços e as instalações do aeroporto estão suscetíveis ao período de obras do empreendimento. O transtorno da obra afeta o funcionamento normal do aeroporto e a rotina dos passageiros, impossibilitando que eles percebam algumas melhorias neste momento, avaliou.

Entretanto, segundo ele, embora haja melhorias ainda há motivos para queixa. Há uma irritação em relação ao atraso destas obras causando alguma frustração quanto às melhorias que não foram inclusas no plano de reforma, como a construção de uma segunda pista de pouso no aeroporto, destacou.

A Infraero informou que está analisando os dados da pesquisa e vai considerar os resultados para aprimorar os processos do Aeroporto de Manaus.

Avanços foram percebidos

Por outro lado, conforme os dados, os passageiros notaram evolução em alguns pontos específicos. Critérios de acesso ao aeroporto como instalação dos estacionamentos, transporte público e disponibilidade de táxis no local obtiveram uma pontuação superior no comparativo com o primeiro trimestre.

Porém, quesitos que verificaram melhora como as filas para realização de check in em terminais automatizados e também em guichês tradicionais seguiram entre as piores avaliações. Com as notas 3,84 e 3,53, as filas em terminais e guichês tiveram a segunda pior nota entre os aeroportos pesquisados.

ObrasA reforma do Aeroporto de Manaus custou em R$ 389 milhões. Até janeiro deste ano, 70% da obra estava concluída. O restante deveria ser concluído até abril deste ano.

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ABNT pública uma coletânea de normas técnicas sobre Reformas e Manutenção em Edificações

Vejam o informe e link abaixo:

Prezado(a) parceiro (a), em 01.01.2014, ABNT publicou a Coletânea Eletrônica de Normas Técnicas – Reforma e Manutenção em Edificações.

Caso tenha interesse em saber mais sobre a publicação ou sua aquisição Clique Aqui

Se você deseja ser removido desta lista, por gentileza, envie um e-mail para acervo@abnt.org.br

Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA

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As certificações no Brasil são ou não são levadas a sério?

Apesar de uma pequena queda no número de processos de certificação de edificações sustentáveis, queda esta observada entre 2013 e 2014, os processos de certificação sustentável ainda ocupam espaços na mídia e em diversos eventos realizados em nosso pais.

Isto certamente demonstra o interesse de diversos profissionais em diversas modalidades e áreas de atuação em um tema do momento e, principalmente, do futuro.

Entretanto, ouve-se cada vez mais um questionamento sobe o grau de seriedade e de efetividade sobe tais processos, citando-se principalmente o exemplo da ISO, que segundo estas manifestações de colegas, teria se banalizado, principalmente pelo “afrouxamento” de algumas condições e exigências.

Especificamente sobre os processos de certificação sustentável, não tenho como negar que a ânsia e expectativa pela valorização de bens imóveis têm pressionado o mercado quanto ao processo de sua obtenção junto aos órgãos certificadoras. Em resumo, temos visto sim alguns casos onde edifícios ainda carentes de alguns cuidados têm recebido a certificação, o que certamente chamou a atenção daqueles que questionam o processo.

Mas de quem é a culpa? Dos consultores que atuam no processo? …… Dos clientes e investidores?…….Das construtoras e instaladoras?…….. Ou de todos os envolvidos?

Eu diria que encontrar supostos culpados talvez seja o que menos importa neste momento, quando uma possibilidade de banalização está se aproximando.

Acho que o processo tem falhas e que principalmente, dá margem à interpretações por parte de seus envolvidos, como ocorre no processo de comissionamento.

Mas acho também que, evidentemente com exceções, ainda não estamos totalmente preparados e aculturados para a condução de processos como estes, quando nos referimos à obtenção de resultados de longo e médio prazo.

Não podemos negar de que somos um povo imediatista e que normalmente vivemos o “hoje”, ou no máximo, o “depois de amanhã”.

Além disto, não medimos, acompanhamos e auferimos resultados e, desta forma, como poderemos confirmar bons investimentos ou mesmo construir os nossos próprios benchmarks sem a dependência de interpolações ou aproximações sobre dados de fora do Brasil?

Não temos poucos exemplos de edificações que nasceram sustentáveis e que hoje se tornaram quase que “insustentáveis” para os seus ocupantes.

Tudo isto certamente coloca em risco e em duvida os processos de certificação, sendo importante a percepção de todos os envolvidos.

Não bastará apenas com que os clientes sejam mais exigentes…..

Precisaremos que esta nova cultura se instale em todos os envolvidos….

. As consultorias para a certificação precisarão orientar melhor os seus clientes quanto ao processo, suas etapas e requisitos
. Os agentes de comissionamento precisam deixar de interpretar normas para a certificação, uma vez que o processo (de comissionamento) é único e precisará ser seguido
. Construtoras e instaladoras precisarão enxergar a sua importância no processo e nos resultados do projeto
. Os responsáveis pelas operações precisarão rever alguns de seus conceitos e estratégias, zelando não só pela continuidade dos negócios e pelo conforto, mas também pela medição e verificação de seus resultados

Enfim, temos muiiiiiiitooooo à evoluir; não temos?

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INFRA divulga artigo orientando o cuidado com as redes sociais

Artigo divulgado pela INFRA em 28/04/2014

Não caia nas armadilhas da Rede

Cuidados no compartilhamento de informações indispensáveis para proteção e privacidade

Por apresentarem potencial de vulnerabilidade, algumas informações compartilhadas nas redes sociais podem colocar em risco a vida de usuários. Isso acontece porque alguns aplicativos facilitam a divulgação da rotina dos internautas, os horários que saem de casa ou a localização em tempo real. Para pessoas mal-intencionadas, esses dados são o suficiente para que a pessoa seja um alvo viável a um crime planejado.

Outra prática comum e arriscada é compartilhar a propriedade de bens materiais como carros, objetos de valor, jóias, entre outros. “Divulgar suas conquistas materiais em redes sociais pode ser um erro e um chamariz para quadrilhas e bandidos”, lembra Samuel Rubens Pereira, Diretor Operacional da Haganá.

Todavia, medidas como limitar suas informações profissionais a redes sociais segmentadas, não aceitar estranhos como amigos e não compartilhar dados bancários e residenciais pelas redes sociais são fundamentais para garantir a proteção de sua privacidade. “As pessoas precisam ter o cuidado de preservar suas informações e se resguardar de contato com estranhos”, salienta Pereira.

Para os pais de adolescentes, o monitoramento das páginas acessadas é uma garantia de que seus filhos estarão em segurança no universo virtual. Samuel Pereira enfatiza “os jovens podem ser as maiores vítimas das armadilhas da rede. Por isso, é imprescindível que os pais observem os hábitos de acesso dos seus filhos e conversem com eles sobre os riscos de compartilhar informações e conversar com pessoas estranhas na rede”.

Portanto, por mais agradável que seja compartilhar tudo o que acontece no seu dia a dia nas redes sociais, não deve haver exagero, pois, o que está em jogo é sua proteção e a segurança de seus familiares.

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GRUPAS informa alteração na data de seu encontro em Maio (Atenção)

O GRUPAS acaba de divulgar a alteração de sua data de reunião / encontro em Maio, a qual passará à ser realizada no dia 28/05, com a pauta abaixo.

– Segurança na Copa do Mundo
– Ultimando os Preparativos para Copa de 2014

Atenção com a nova data!

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ABRAFAC abre período de inscrição de trabalhos para o PRÊMIO ABRAFAC 2014

A Associação Brasileira de Facilities iniciou nesta semana a chamada para a inscrição de trabalhos que concorrerão ao prêmio ABRAFAC 2014.

Não é preciso reforçar o quanto o nosso mercado requer a apresentação de cases de sucesso, que possam inspirar os nossos profissionais, além de também proporcionar o compartilhamento de experiências.

Este tipo de evento é muito comum na Europa e nos EUA, onde se conhecem cases de sucesso ou não, ajudando o mercado à crescer.

Aos interessados, segue o link: Prêmio ABRAFAC 2014

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Rio 2016: Cidade não cumpre promessas feitas na candidatura

Os nossos governantes ainda não compreenderam que não basta prometer se não tivermos competência, capacidade, experiência, seriedade, compromisso e respeito.

Não bastasse a exposição do Brasil ao mundo pela Copa do Mundo dos improvisos e infraestrututura do tipo ” me engana que eu gosto” ou ” para inglês ver”, tudo leva a crer que caminhamos para uma situação similar no processo Rio 2016, onde corremos mais uma vez o risco de gastos exorbitantes e a inexistência de um legado que estes dois eventos trariam para o povo.

Tive a oportunidade de conversar recentemente com um morador de Londres que me confirmou os benefícios trazidos pelas olimpíadas ao bairro onde mora, benefícios estes que foram planejados anos antes, construídos e inaugurados conforme prometidos e que hoje ajudam a população local.

Tudo igualzinho ao nosso Brasil; não é?

Vejam abaixo a reportagem divulgada pelo Jornal “O Globo” e reproduzida pelo SINAENCO.

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Rio 2016: cidade não cumpre promessas feitas na candidatura
O Globo – Rio de Janeiro/RJ – RIO – 30/04/2014 – 05:00:00
Ruben Berta (Email · Facebook · Twitter)

Andamento das obras de instalações dos Jogos de 2016, como o Parque Olímpico da Barra, é alvo de críticas do vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional Genilson Araújo / Parceiro

RIO — Era janeiro de 2009 quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-governador Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes e o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, assinavam o dossiê da candidatura que levaria o Rio a vencer, em outubro daquele ano, a disputa para sediar as Olimpíadas de 2016. O texto de apresentação era categórico: “Sem sombra de dúvida, o Rio está pronto”. Mas agora, mesmo faltando mais de dois anos para o evento, é possível dizer que muito do que estava previsto naquele documento já mudou. O item Segurança, por exemplo, afirmava que os “protestos violentos e de grande dimensão são raros” na cidade. E ainda acrescentava: “Não houve manifestações significativas durante o Pan 2007 e não são esperados protestos para a Copa de 2014”. Palco de um apagão no último dia 18 e alvo de constantes críticas de usuários, o Aeroporto Tom Jobim era profetizado como “totalmente reformado até 2014”. Na Zona Portuária, estava prevista a “reforma dos ancoradouros de navios de cruzeiro, em número superior ao necessário para os Jogos”, mas, no mês passado, o presidente de Docas, Jorge Luiz de Mello, afirmou que nenhuma obra irá adiante antes de 2016.

O dossiê para os Jogos foi um trabalho conjunto entre os governos federal, estadual e municipal e é composto por três volumes que juntos somam mais de 600 páginas. Os textos trouxeram uma visão geral da cidade e eram um panorama das instalações já existentes e daquelas que ainda seriam construídas para os Jogos. Ao menos uma das heranças do Pan de 2007, que passaria por “uma grande reforma para atender dos requisitos Olímpicos”, foi abortada: o velódromo. Após análises em conjunto com o Comitê Rio 2016 e o governo federal, a prefeitura concluiu que a reforma das instalações antigas seria mais cara (total de R$ 140 milhões) do que a construção de um equipamento novo (R$ 112,94 milhões em obras). As estruturas usadas no Pan ainda aguardam transferência para a cidade de São José dos Pinhais, no interior do Paraná, num acordo com a prefeitura do município, costurado pela União.

Outra curiosidade que também não sairá do papel é um daqueles que era apontado com um legado social do evento: o Complexo Esportivo Juliano Moreira, que, segundo o dossiê de 2009, seria construído na colônia homônima antes do Jogos “como uma instalação escolar/comunitária, trazendo benefícios para a comunidade local e para a região como um todo”. De acordo com o Ministério dos Esportes, o projeto foi excluído como parte da intenção do governo federal de “reduzir ao mínimo necessário os recursos públicos aportados nos preparativos”, optando por “reformar e revitalizar o parque esportivo já construído na cidade em vez de construir estruturas em novas áreas como a Juliano Moreira”. O ministério acrescentou que está encarregado da preparação de seis locais de treinamento para delegações, na Barra da Tijuca e em Deodoro, que passarão a compor uma Rede Nacional de Treinamento.

A Marina da Glória também está na lista das instalações cujo projeto previsto no dossiê ficará apenas na intenção. O texto dizia que ela sofreria “grandes reformas permanentes, incluindo a construção de uma nova área de competição e a inclusão de um novo pavilhão de exposições ao lado do bloco administrativo já existente”. Com a saída de Eike Batista da concessão e impedimentos do Patrimônio Histórico, a construção de um novo pavilhão está descartada a ainda há dúvidas sobre qual exatamente será o projeto a ser executado pela BR Marinas, que deve assumir o projeto nos próximos meses. Apesar disso, a Empresa Olímpica Municipal garante que a Marina será a primeira instalação a ser testada para os Jogos, num evento-teste em agosto deste ano.

As mudanças daquilo que foi pensado no dossiê extrapolam até as fronteiras do Rio. O documento previa que o Estádio do Morumbi, na capital paulista, seria um daqueles que seriam usados fora da cidade como apoio ao torneio de futebol, graças à reforma que iria sofrer para a Copa do Mundo de 2014. O estádio, no entanto, deu lugar ao Itaquerão na Copa. Segundo o Comitê Rio 2016, agora caberá à Fifa decidir qual será o novo local em São Paulo para as Olimpíadas.

Na Zona Portuária, além da reforma dos ancoradouros que não deve acontecer, há uma dúvida: a Vila do Porto, definida no dossiê como “o complexo residencial que irá acomodar os clientes dos Jogos”. A Empresa Olímpica destacou que o projeto do prédio residencial na região, como parte da ampla revitalização do Porto Maravilha, continua mantido. Mas a prefeitura aguarda um posicionamento do Comitê Olímpico Internacional para saber se haverá mesmo a utilização nas Olimpíadas ou se as vilas de mídia e de árbitros serão transferidas para Curicica.

A Empresa Olímpica justificou ainda as mudanças de rumo desde o dossiê alegando que ele “foi o primeiro documento, de cunho genérico, que consolidou os projetos para os Jogos Olímpicos Rio 2016”. Sobre as previsões de em Rio sem protestos na Copa, o Comitê Rio 2016 disse que não haveria como prever em 2009 a intensidade das manifestações que começaram em junho do ano passado.

Em relação ao Galeão, a Infraero informou que os setores B e C do terminal 1 e o terminal 2 estarão reformados até o fim deste mês, ampliando a capacidade do aeroporto para 30,8 milhões de passageiros/ano, acima do estabelecido no dossiê. A estatal admitiu, porém, que pontos citados no documento não estão prontos e ficarão para o concessionário que assumirá a administração em agosto. Estava prevista, por exemplo, a construção de duas áreas de estacionamento até 2012, com capacidade para 6 mil veículos, mas a capacidade atual total é de 3.744 vagas.

O Rio e os protestos, segundo o dossiê

Na condição de país democrático e progressista, o Brasil permite a realização de protestos pacíficos. Apesar disso, os protestos violentos e de grande dimensão são raros no Rio. As autoridades policiais possuem planos bem estabelecidos de gerenciamento da ordem pública, desenvolvidos ao longo de anos de experiência no controle de grandes eventos. Esses planos serão aperfeiçoados para os Jogos Rio 2016 e permitirão que manifestações legítimas ocorram sem causar impacto na condução segura do evento. O apoio interno no Rio e no Brasil para que a cidade seja sede dos Jogos é muito grande e não foram identificados grupos de protesto que se oponham ao evento. Não houve protestos significativos durante o Pan 2007 e não são esperados protestos para a Copa de 2014.

O que diz agora o Comitê Rio 2016

Nenhum cientista político, jornalista ou estudioso da realidade brasileira foi capaz de prever o tom, o teor, a intensidade e a dramaticidade das manifestações de junho no ano passado. Mais intrigante ainda foi o fato desta onda de manifestações ter se originado numa proposta de aumento das tarifas de ônibus de SP em 20 centavos. Mesmo quando o país foi informado que “não era uma questão de 20 centavos” a mídia seguia reportando com incredulidade sobre os movimentos. Se o dossiê tivesse previsto esse movimento ninguém teria levado a sério.

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De onde vem a inteligência (ou falta de) dos prédios inteligentes?

Vejam abaixo um artigo divulgado através do boletim periódico do PROCEL, abordando a importância de hoje sobre os sistemas de automação em uma edificação.

Eu acrescentaria no mínimo três outras preocupações que nada mais retratam falhas operacionais e estratégicas recorrentes em grande parte das operações, sendo estas:

. A falta de um projeto de automação alinhado com os requisitos do proprietário ou requisitos da edificação, falha esta originada na concepção e que certamente dificultará a customização deste sistema inteligente para atender aos objetivos do empreendimento

. A operação dos sistemas de automação por profissionais não técnicos e inexperientes no quesito operação

. A falta de políticas na operação que envolvam o aculturamento de clientes e usuários, ensinando-os sobre a importância em se operar as instalações seguindo as orientações de projeto ou adequando-as de forma embasada. Ao contrário, muitos destes sistemas são hoje operados para atender de forma quase irrestrita aos usuários e clientes, ignorando lógicas operacionais e setpoints e consumindo mais energia, água, etc…

Precisamos nos aculturar e os profissionais de operação e manutenção são responsáveis por esta importante medida junto aos seus clientes e usuários.

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Artigo: De onde vem a inteligência dos prédios inteligentes?

Fonte: Scheneider Electric – 25.04.2014

Brasil – O mundo está usando muita energia e de forma ineficiente. Em poucas palavras, este é o desafio coletivo. A demanda de energia vem aumentando mais do que o fornecimento, o que significa que para se alcançar qualquer nível de sustentabilidade, existe uma clara necessidade de geração, entrega e consumo de energias mais eficientes.

Com a tecnologia atual, o mundo poderia operar com o mesmo nível de potência e conforto usando menos energia. A inteligência digital, também chamada de tecnologia inteligente, desempenha um papel muito importante nesta evolução. Com o aumento no preço da energia e a crescente pressão para ser de fato energeticamente eficiente, há uma demanda cada vez maior de gestão de edifícios de forma geral.

Um edifício inteligente permite que seus proprietários e gerentes otimizem os benefícios, quando os equipamentos estão associados aos diversos sistemas desse edifício – por exemplo, AVAC, incêndio e segurança – são reunidos em um sistema consistente de automação e controle.

Dois fatores-chave: interoperabilidade e mudança de comportamento

A arquitetura aberta é uma das principais possibilidades da adoção de modelos de prédios inteligentes. Uma arquitetura aberta estabelece protocolos de comunicação que permitem que sistemas de controle do edifício de diferentes fornecedores troquem informações, sincronizem equipamentos e alcancem um excelente desempenho. A mudança de comportamento é outro fator crucial para se alcançar a verdadeira eficiência. O desafio para os fornecedores é trazer soluções que facilitem essa mudança.

Sem a necessidade de grandes investimentos, um sistema inteligente de gestão de energia transforma o uso da energia passiva em otimização de energia ativa ao oferecer aos clientes o controle que eles desejam e a economia necessária.

A Arquitetura EcoStruxure de Gestão Energética Ativa da Planta ao Plugue™ da Schneider Electric™ permite que os clientes percebam com mais rapidez as melhorias na eficiência energética em termos de uso, custo, segurança e impacto ambiental.

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Famosos pela criatividade, mas pelo controle…..nem tanto….

Hoje recebi um email do EPA norte americano onde comemoravam a certificação de mais alguns edifícios que se provaram eficientes na gestão de recursos fundamentais como água e energia.

Acho realmente fantástico esta iniciativa e fico impressionado ao observar como europeus e norte americanos valorizam este tipo de iniciativa, e por também buscarem uma maior eficiência em suas operações.

Também é verdade de que nem sempre e nem tudo é tão florido por lá…. Quem já teve a oportunidade de assistir alguns trabalhos apresentados em congressos nos EUA pôde observar que nem tudo é fácil e perfeito na terra do “Tio Sam”, pois verá que algumas operações apresentam falhas, tanto na operação como na manutenção, como relatam em seus cases apresentados.

No entanto, ainda que imperfeitos em parte, os responsáveis pelas operações buscam realmente a eficiência como resultado, medindo e analisando consumos e gerindo melhorou recursos.

Há muitos anos, ouvi de um colega que conseguiríamos sentar e almoçar no chão de uma central de água gelada em alguns prédios em NYC, o que pude de fato constatar em algumas oportunidades, quando lá estive.

A seriedade é maior e o comprometimento com este tipo de programa também.

Basta ver a quantidade de literaturas onde se encontram benchmarks e dados mensurados em operações reais “versus” o que NÃO SE FAZ POR AQUI.

Peço desculpas àqueles que praticam um bom trabalho (e já conheci algumas operações no Brasil), mas a grande verdade é que estamos muito atrás de outros países neste sentido.

Mas infelizmente, temos uma loooongaaaa estrada à percorrer.

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