Gestor de projetos deve entender e se adequar à NBR 15575

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O que precisa estar claro para os envolvidos em um processo de projeto e construção, assim como para os envolvidos na Operação & Manutenção de empreendimentos (comerciais ou residenciais) é que o desempenho em um projeto será uma consequencia de um bom trabalho desenvolvido.

Este “bom trabalho” pode ser definido pelos seguintes fatores:

  • A definição dos requisitos necessários ao projeto / empreendimento, obtidos junto ao dono ou empreendedores
  • O desenvolvimento da etapa de projetos em harmonia com o dono do negócio
  • O envolvimento de profissionais de Facility Management, Operação & Manutenção ainda na fase de projetos (o que não é a nossa cultura)
  • O envolvimento de profissionais de comissionamento no time de projeto (mais um item que não integra a nossa cultura)
  • A adoção de um processo de controle de qualidade efetivo durante todo o processo, abrangendo não só a fase de projetos, como também as fases de contratação dos parceiros, de construção e instalação, assim como de comissionamento
  • A real preocupação com o desempenho de instalações e sistemas, atendendo não somente aos requisitos e bases de projeto, como também e principalmente aos requisitos do proprietário
  • O cuidado na elaboração de toda documentação técnica
  • O planejamento do processo de transição entre a etapa de obras e a fase de ocupação, envolvendo os futuros responsáveis pela O&M no processo de entrega técnica do edifício e no processo de treinamento
  • A adoção de um período de operação assistida, já no início da ocupação e abraçando uma parte da etapa de pós-ocupação

Vejam que em qualquer lugar do mundo, as Normas Técnicas buscam por orientar o seu público, sendo de extrema importância o envolvimento de profissionais experientes, capacitados e habilitados para compreende-las e aplica-las.

No meu ponto de vista, olhando o período de evolução no qual ainda vivemos neste mercado de construção e instalações, não vejo como atender a norma de desempenho sem uma mudança de cultura.

Um outro ponto muito importante refere-se à “inserção” do dono do negócio no processo… Não basta ser o investidor ou incorporador, pois é preciso que a sua contribuição seja estendida ao time de projeto, assim como sugerido nos itens no qual me referi ao “bom trabalho”.

Lamentavelmente, caminhamos ainda firmes no conceito de menor custo e com um pobre processo de equalização técnica de nossas propostas, o que torna ainda mais difícil manter ou mesmo buscar, um processo de qualidade efetivo durante todas as etapas de construção.

Um exemplo disto é o comissionamento, ainda tão pouco observado em nossas construções e instalações, e muitas vezes confundido ou distorcido pelos próprios contratantes.

Vejam como exemplo o “comissionamento LEED” como é compreendido e praticado em grande parte das construções no Brasil, que buscam pelo selo norte americano. Como já discutimos neste blog, comissionamento será sempre “comissionamento”, não existindo um processo restrito à alguns itens de uma certificação, confusão esta causada pela interpretação “tupiniquin” sobre a norma americana.

A pressa e em alguns casos, o “jeitinho brasileiro”, precisam dar espaço ao crescimento, ao planejamento e à introdução de um verdadeiro processo de controle de qualidade, seja em nossas construções, seja em nossas operações (período de ocupação e pós-ocupação).

As Normas jamais assegurarão o resultado em um processo, sem que sejam bem aplicadas pelos envolvidos, assim como não garantem as Leis. Hoje, temos no Brasil algumas das Leis mais detalhadas do mundo em alguns segmentos, a exemplo de nossa complexa Lei Ambiental, sendo que nem por isso à seguimos ou cumprimos…não é verdade?…

A Amazônia e a Mata Atlântica que o digam….

Pensem nisso!

Segue abaixo a reportagem extraída da AECweb.

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Fonte: AECweb / e-Construmarket

 

Gestor de projetos deve entender e se adequar à NBR 15575

Com parâmetros de qualidade bem definidos, a norma de desempenho ABNT NBR 15575 gerou uma mudança de paradigma. Mais do que nunca, o projetista precisa se preocupar com o seu projeto, verificando a tão famosa compatibilização

Gestão de projetos - NBR 15575

A ABNT NBR 15 575:2013 – Edificações Habitacionais – Desempenho, trouxe uma grande revolução no segmento da construção habitacional, por ser a primeira normativa brasileira que explicita critérios de desempenho específicos para os sistemas construtivos. “É importante destacar que o nível de exigências de desempenho está associado à vida útil e à durabilidade do empreendimento. Como a edificação precisa ter um nível de desempenho e qualidade não somente no ato da entrega do empreendimento, como também ao longo do tempo, a responsabilidade do gestor de projetos ficou melhor definida. Isso fica claro na parte 1 do documento, ao explicitar a responsabilidade de cada parte envolvida no projeto: desde o incorporador que deve se preocupar, por exemplo, com as questões ambientais no momento de escolher o terreno, passando pelo construtor que precisa garantir a qualidade da construção, até o usuário final do empreendimento, para que possa utilizá-lo de maneira adequada prolongando a vida útil do produto”, explica Sergio Botassi, consultor e coordenador de cursos de pós-graduação lato-sensu na PUC-Goiás.

Segundo Botassi, anteriormente ao documento, o que existiam eram as chamadas normas prescritivas que, de uma maneira geral, estabeleciam parâmetros e qualidade do produto, mas não deixavam claro o quanto de desempenho o produto deveria propiciar. “Isso quer dizer que ao construir um edifício com uma alvenaria de bloco cerâmico e acabamento de argamassa cimentícia, a norma especificava aspectos para esses elementos, mas não o quanto eles proporcionariam de qualidade durante o uso”.

Com a vigência da norma ficou explícito que, independente da solução construtiva adotada, o importante é atender aos parâmetros de qualidade de uso como o conforto térmico e acústico. “A partir daí, o empreendedor e o gestor de projetos passaram a ter uma preocupação mais contundente em tentar garantir que uma edificação tenha a qualidade adequada de conforto, para que o usuário tenha a satisfação atendida. Além de traçar estratégias mais focadas e que serão respeitadas. Como a própria filosofia do PMI – Project Management Institute – deixa claro, é preciso conhecer muito bem as entradas e saídas de cada processo. E a saída principal do final de toda a cadeia é a satisfação do consumidor, quem irá usufruir o bem”, comenta o consultor.

De acordo com o coordenador, os projetistas precisam repensar a forma de projetar. “Atualmente, esses profissionais estão pensando de maneira muito isolada. Por exemplo, um projetista estrutural, muitas vezes, concebe seu projeto a partir do arquitetônico, considerando que a estrutura deve atender a uma vida útil mínima – como a norma de desempenho e outras já estabeleciam. Porém, mais do que isso, a normativa procura exigir do profissional que ele tenha uma visão sistêmica do produto que é o projeto. Ou seja: será que o projeto está alinhado à solução construtiva que foi estabelecida para aquela edificação? Vamos supor que o projetista estrutural conceba um prédio todo em estrutura metálica – pilares e vigas. É preciso verificar a sua exequibilidade, ou seja, será que essa é a melhor solução construtiva para aquele empreendimento? Qual será o tipo de vedação que estará associada àquela estrutura metálica? Supondo que seja escolhida a vedação em placa cimentícia ao invés da convencional – em bloco cerâmico –, é fundamental saber que esse tipo de estrutura requer uma fixação diferenciada. Portanto, o projetista precisa se preocupar com o seu projeto, não de uma maneira isolada, mas verificando a tão famosa compatibilização, muito discutida quando o assunto é projeto”.

O professor considera que fomentar essa visão integrada é papel do gestor de projetos que deve, cada vez mais, aproximar os projetistas do empreendedor e incorporador. Fazer com que ele conheça melhor a realidade da construtora, para que possa, de fato, preparar um projeto coerente com as características da obra, da incorporadora. “Esse é o calcanhar de Aquiles da norma de desempenho NBR 15 575, porque ela diz, mas não de maneira muito explícita, que o projetista precisa trabalhar de maneira mais integrada com o empreendedor. O que ainda não é visível com facilidade no mercado”, diz ele.

APLICAÇÃO

Conhecer a normativa e fazer com que ela seja cumprida é o principal desafio dos profissionais da área. “Como é uma norma nova e extensa e, de certa forma, até revolucionária, os profissionais estão em um estágio de aprendizado, aprendendo como adequá-la à realidade da construção civil”, comenta. É o caso da escolha do terreno: o documento deixa bem claro que, se for uma área próxima a uma via de grande circulação, é preciso cuidar da questão dos ruídos na fachada. Assim, ao conceber o empreendimento, é necessário já prever de que maneira lidar com a questão do conforto acústico. Todas essas preocupações nunca ficaram muito claras nas boas práticas da engenharia e, com o advento da norma, ficou mais evidente que a preocupação com o desempenho deve existir desde o nascedouro do empreendimento. É uma mudança de paradigma”, destaca.

Botassi recomenda que é fundamental, neste momento, que os atores da construção civil se informem sobre a norma, através de artigos e palestras e comecem a discuti-la, principalmente, na questão da exequibilidade. “Como posso na minha edificação convencional atender aos requisitos mínimos de desempenho exigidos pela norma? Essas discussões ainda estão sendo desenvolvidas e absorvidas pelo meio técnico. Há algumas iniciativas como fazer ensaios de desempenho com soluções construtivas convencionais para detectar se atendem aos requisitos. O estágio é de amadurecimento. É preciso sensibilizar a cadeia produtiva da construção civil. Muitos ainda não perceberam o quanto a norma é revolucionária”, observa.

Enquanto novos sistemas construtivos são implementados rapidamente no mercado, os desempenhos dos mais complexos de serem alcançados pelas construtoras são os de conforto térmico e acústico. “Um exemplo disso são as edificações construídas em placas de concreto. Há dez anos não se imaginava que poderia ser aplicado na realidade brasileira. Porém, essas novas soluções visam o ganho de produtividade e esquecem, muitas vezes, da qualidade que deve ter o empreendimento ao longo do tempo. Paralelamente, ainda há problemas que precisam ser resolvidos e dúvidas técnicas sobre como alcançar o nível de qualidade de conforto acústico e térmico para atender a normativa. A laje convencional de concreto atende o conforto acústico ao impacto? Quantas pessoas não escutam o vizinho chegando em casa, devido ao barulho dos sapatos? É preciso evoluir tecnicamente para se chegar a soluções adequadas e com um custo-benefício aceitável”, diz.

DICAS

Para Botassi, um dos primeiros passos que o gestor de projetos deve dar é conhecer profundamente a norma. “É importante entendê-la bem, dissecá-la. Para isso, o ideal é participar de debates e encontros que tratam do tema. Atualmente, está muito claro no meio técnico que a norma precisa ser melhor entendida para, dentro da nossa realidade, se adequar a ela”. O segundo passo é buscar a conformidade à norma dentro do escopo de cada projeto e do porte da empresa. “É comum os profissionais usarem uma solução muito arrojada, mas que poderia ser substituída por outra menos complexa e mais barata. E o contrário também é verdadeiro. Assim, é preciso verificar junto à empresa se os processos que eles possuem, desde o estudo de viabilidade do empreendimento até os procedimentos operacionais de construção, atendem aos requisitos”, afirma o consultor.

Link para ler o artigo em sua fonte

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Gestão de shoppings requer controle de prazos, custos e cumprimento de normas

Comentário do Bloggeiro:

Além dos requisitos apresentados na reportagem abaixo, entendo que deva ser dado um foco maior à qualidade na construção, assim como durante o processo de entrega técnica e passagem de bastão aos futuros responsáveis pela Operação & Manutenção.

Ainda pecamos muito no aspecto qualidade, principalmente no que se refere a execução de instalações, à atualização da documentação técnica durante a obra (até o as built), à elaboração de toda documentação técnica final (para a entrega ao responsável e cliente), ao processo de comissionamento técnico (tema ainda em evolução no Brasil, com uma boa vantagem para segmentos do setor de eletricidade)…

Pecamos também no processo de passagem de bastão aos futuros responsáveis pela Operação & Manutenção, pois além destes geralmente não integrarem o time de projeto ou comissionamento, nem sempre estão contratados ou definidos ao término das obras, justamente no momento em que um treinamento lhes deveria ser aplicado.

Vejam a matéria abaixo extraída do Portal AECweb.

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Fonte: AECweb / e-Construmarket

Gestão de shoppings requer controle de prazos, custos e cumprimento de normas

O gerenciamento de obras não termina com a abertura do shopping Center. É preciso entregar o caderno técnico com toda a documentação e reparos feitos

Shopping - Gestão

O gerenciamento de obras é um trabalho de apoio técnico ao cliente, dono do empreendimento. De acordo com João Teodoro, engenheiro civil e gerente Técnico da Araújo Engenharia, entre as atividades do gestor de obras está a realização da concorrência para a contratação de empresas que executarão a obra, fiscalização do andamento da construção, a entrega de documentos legais, notas fiscais e acompanhando de prazos e qualidade. “Quando fazemos a expansão de um shopping center, é preciso tomar certos cuidados para que a obra interfira o mínimo possível no empreendimento existente. Alguns trabalhos geram barulho, poeira, cheiro de tinta e, portanto, devem ser feitos durante a madrugada, para que não atrapalhem o dia a dia do shopping. Se for a construção de um shopping novo essa preocupação não existe”, explica.

Um shopping center, normalmente, gera impacto no trânsito local. “É necessário um trabalho externo de adequação da vizinhança a essa nova realidade. Os órgãos públicos exigem algumas intervenções nos arredores. Quando é solicitada a aprovação do projeto de um shopping center, a prefeitura, comumente, exige algumas intervenções na região para minimizar o trânsito, como o alargamento de ruas e viadutos, e novas vias. Foi o que aconteceu com o Shopping JK, em São Paulo. Todas as construções na região exigiram que fosse feito um viaduto novo, que passa por cima da avenida Juscelino Kubitschek e da Marginal Pinheiros”, afirma Teodoro.

Fazer o gerenciamento de uma obra, quer dizer acontecer por terceiros. “Cabe ao gestor exigir dos fornecedores como construtora, instaladores de elétrica e hidráulica, que executem o seu trabalho no prazo. Porque, quando são feitas as concorrências, o prazo já está pré-definido. E quando a construtora atrasa, por responsabilidade dela, evidentemente poderá ter custos adicionais como a contratação de mão de obra, hora extra dos funcionários e etc., mas isso não impacta no custo do cliente. A não ser em casos de fatos externos que independam da construtora como greve, tumulto e chuvas torrenciais fora de época”, comenta o engenheiro.

RISCOS

Riscos existem em qualquer obra e inclusive em shopping centers. “Por isso a importância de fazer seguros como de engenharia, de responsabilidade civil e de danos a terceiros. No caso de shoppings centers, há uma preocupação muito grande com a imagem. O ideal é que seja feito um trabalho prévio para evitar que ocorram problemas no decorrer da obra. A preocupação com a segurança do trabalho é muito grande e a exigência do cumprimento à norma regulamentadora NR 18 é diária. Em caso de obras em que os trabalhadores precisam dormir fora de suas casas, o local onde estão alojados é vistoriado para verificar se as condições são adequadas. Já ouvimos casos em que o Ministério do Trabalho vai até determinado local e encontra trabalhadores em condições precárias, configurando até mesmo em trabalho escravo. Para evitar isso, é recomendado que um funcionário vá, semanalmente, até o local vistoriar as condições desses alojamentos, que podem ser um hotel ou uma casa”, diz o gerente.

Segundo ele, normalmente, os lojistas começam a montar suas lojas quando as obras do shopping ainda estão sendo executadas. “É preciso liberar a área destinada às lojas antes de terminar a obra. Uma loja pequena precisa, em média, de três meses para ser construída. Já as grandes levam de quatro a seis meses e o cinema chega a oito meses. É muito comum encavalarem as obras do shopping com as dos lojistas. Mas o gestor de obras do shopping não gerencia o trabalho das lojas. Cada lojista é responsável pela sua. O que está no escopo da construtora é dar apoio: segurança 24 horas, retirada de entulho, energia elétrica, enfim, condições básicas para a construção da loja”.

O trabalho do gestor de obras não termina quando a obra está pronta. “É preciso preparar um caderno técnico com toda a documentação do empreendimento, como manuais de operação, de uso, conservação, normas técnicas de todos os itens – elétrica, hidráulica, ar-condicionado, elevador, escada rolante – catálogo técnico, certificado de garantia, contratos, termos de encerramento, liberação do pagamento das retenções contratuais e o acompanhamento do check list de pendências, ou seja, tarefas já realizadas mas que não foram aceitas por precisarem de pequenos reparos como caixilhos que não abrem direito, pintura e pequenos vazamentos. Assim que a construtora finaliza essas pendências é que o trabalho de gerenciamento da obra acaba. Ele não está vinculado à inauguração do shopping porque, normalmente, continua após essa data”, afirma Teodoro.

De acordo com o engenheiro, é comum que se faça a entrega provisória do shopping center quando a obra já está em condições de uso e concluída. “É necessário aguardar somente a documentação da construtora como o auto de vistoria do bombeiro – que precede o habite-se –, o habite-se e o certificado negativo de débitos do INSS. Ao fazer a vistoria provisória, o engenheiro detecta o que precisa ser refeito, relacionando os itens. É combinado um prazo com a construtora, que pode ser de 30 ou 60 dias, para a finalização dos reparos. Depois de realizados, é feita uma nova vistoria, junto com o profissional responsável do shopping pela manutenção, porque se estiver tudo pronto a responsabilidade passa a ser dele”.

VIZINHANÇA

A construção de um shopping center exige da construtora estabelecer uma política de boa vizinhança com o entorno. “É preciso visitar os vizinhos, dizer que irá começar uma obra que poderá trazer algum transtorno como barulho, tráfego de caminhões entre outros. Quem, normalmente, faz isso é o departamento de marketing do cliente. É comum também contratar um perito que vai até os vizinhos e constata a situação do imóvel antes da obra, fotografa, verifica defeitos e depois faz um laudo técnico e registra no cartório para resguardar o dono do empreendimento, caso haja alguma reclamação infundada”, explica o gerente.

O mesmo acontece quando se trata de obra de expansão de um shopping center. “Ao invés desse trabalho ser feito com a vizinhança, é realizado com os lojistas do shopping existente, nas lojas mais próximas da obra. Porque pode acontecer de ocorrer algum dano, como rachaduras, vazamentos entre outros”, conclui Teodoro.

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ASBRAV prorroga o prazo (até 30/05) de inscrições de trabalhos para o MERCOFRIO 2014

ASBRAV novo prazo

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Crise???? Desaceleração????…Imagine….Só se for na Sibéria….

Construtoras cancelam R$ 1,4 bilhão em vendas de imóveis no trimestre

Por Circe Bonatelli e Naiana Oscar

Fontehttp://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,construtoras-cancelam-r-1-4-bilhao-em-vendas-de-imoveis-no-trimestre,185175,0.htm

Divulgação: Corenet Brazil

Com o aumento do número de clientes que não conseguem financiamento, em função da análise mais rigorosa de crédito por parte dos bancos, total de contratos de venda cancelados pelas incorporadoras é 30% maior que no mesmo período de 2013.

SÃO PAULO – O mercado imobiliário tem um novo desafio nos próximos meses: reduzir a quantidade de vendas canceladas. Esse problema, que já vinha aparecendo no balanço das incorporadoras em 2013, ficou ainda mais evidente neste início de ano: o volume de imóveis devolvidos – que vão parar nos estoques das incorporadoras – chegou a R$ 1,4 bilhão.

A cifra supera em 30% o valor dos cancelamentos feitos no primeiro trimestre do ano passado. O levantamento considera os números de nove empresas de capital aberto que divulgam esse tipo de informação. De modo geral, as companhias alegam que, desta vez, o problema não é com elas, mas com os bancos, que estão mais rigorosos na concessão de financiamento desde o fim de 2013. “De fato, as condições de crédito nos últimos meses ficaram menos favoráveis”, diz o economista Wermeson França, da LCA Consultores.

Quando uma obra é entregue, o cliente da incorporadora é repassado para o financiamento bancário – momento em que as empresas recebem a maior parte do pagamento pela unidade vendida na planta. Mas muitos desses compradores foram vetados pelos bancos por não terem condições de assumir o empréstimo. “Há alguns anos, as rescisões de contratos ocorriam por problemas operacionais das empresas; agora, o fator é externo. Mas também preocupa”, diz o analista da Coinvalores, Felipe Silveira.

A mineira MRV teve o maior volume de vendas canceladas no começo do ano. A companhia mineira reportou R$ 327,9 milhões em “distratos” no primeiro trimestre. “Desde outubro, Caixa e Banco do Brasil passaram a restringir os financiamentos”, diz Rafael Menin, presidente da MRV. No primeiro trimestre, o volume de unidades canceladas pela companhia chegou a 20% das vendas contratadas no período. A meta de Menin é reduzir esse porcentual para menos de um dígito, mas ele diz que isso só será possível a partir do ano que vem.

Para alcançar esse patamar, a empresa vem reduzindo o prazo entre a compra e o repasse para o banco (que no caso dela, o repasse é feito ainda no período de obra). O prazo que já foi de 12 meses caiu pela metade. “E queremos chegar a 90 dias apenas”, diz Menin.

A rescisão de vendas também foi maior em empresas como Direcional, PDG, Tenda, Gafisa, Rossi e Brookfield. Além do maior rigor por parte dos bancos, as companhias dizem que o aumento dos cancelamentos se deve a um maior volume de entregas no período e a um esforço para melhorar a carteira de clientes: quem não tem condições de assumir o financiamento bancário tem o contrato rescindido antes mesmo do repasse. Os analistas do setor de construção acreditam que a tendência é que os distratos sigam altos neste ano, pois as entregas de obras continuarão em ritmo forte.

Por Circe Bonatelli e Naiana Oscar

Fontehttp://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,construtoras-cancelam-r-1-4-bilhao-em-vendas-de-imoveis-no-trimestre,185175,0.htm

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Lâmpadas incandescentes estão perto da extinção

Fonte: Rádio Fandango – 21.05.2014

Divulgação: Procel Info

Quem compra lâmpadas incandescentes já deve ter notado que elas estão sumindo das prateleiras. O motivo é uma decisão do governo federal: segundo a Portaria Interministerial 1.007, assinada em 2010, as lâmpadas incandescentes serão substituídas gradativamente, em todo o país, por lâmpadas fluorescentes ou LED. Até junho de 2016, todos os modelos não serão mais fabricados.

A troca dos produtos se deve principalmente a três fatores: economia de energia (em média, a fluorescente gasta quatro vezes menos energia que a incandescente), durabilidade (a fluorescente dura cerca de oito vezes mais que as incandescentes) e preservação do planeta (como consomem menos energia, as lâmpadas fluorescentes evitam lançar toneladas de dióxido de carbono na atmosfera).

Conta quatro vezes menor

O coordenador do Programa de Eficiência Energética da Ceee, Francisco Gomes afirma que são muitas as vantagens da substituição de lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes.

– Em média, com a troca, o gasto será cerca de quatro vezes menor, e a durabilidade, oito vezes maior. Um fator importante é a questão ambiental, pois o consumo de energia é bem menor – afirma Francisco.

O coordenador explica a diferença entre as lâmpadas LED e fluorescentes:

– O modelo LED é bem mais caro mas, segundo os fabricantes, dura cerca de 30 mil a 50 mil horas. Já as fluorescentes têm uma durabilidade de, aproximadamente, 6 mil a 8 mil horas.

As datas limite para fabricação

A extinção das lâmpadas incandescentes é gradual, conforme estabelece a portaria. Assim, as incandescentes de maior potência (acima de 150W) já deixaram de ser fabricadas em junho de 2012. Em junho de 2013, também pararam de ser produzidas aquelas com potência entre 61W e 150W. Já em junho deste ano, é a vez das lâmpadas a partir de 60W.

A interrupção da fabricação segue até junho de 2016, atingindo as lâmpadas incandescentes de menores potências, de até 25W. Para todos os casos, a venda das lâmpadas ainda é permitida por um ano depois da proibição de ser fabricada.

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Vamos ajudar o Pedrinho à se tornar o Pedrão

Recebo normalmente vários e-mails solicitando a ajuda, principalmente para crianças que requerem um levantamento de fundos para o financiamento de cirurgias e outros procedimentos.

É verdade que nem sempre conseguimos ajudar à todos, apesar do sentimento de pai…

Mas neste caso em específico, não houve como não se encantar com o sorriso do Pedrinho e com a história de luta de seus pais, embora não os conheça pessoalmente.

Enfim, segue abaixo a cópia da chamada, incluindo os links, que recebi através do Grupo Facilities Services Group para que todos possam conhecer um pouco da história do Pedrinho e quem sabe, ajudá-lo à se tornar o Pedrão, mantendo o seu sorriso encantador.

Bruna Mabu
Bruna Mabu 24 de maio de 2014 10:59
Gente vamos ajudar essa criança, o pai do Pedrinho trabalha comigo e infelizmente é uma história real.

Vamos contribuir! Com a ajuda de todos, seja ela qual for, em $ ou divulgação, já será o bastante para o Pedrinho, sua família e principalmente para Deus. ♡

www.amigosdopedrinho.com.br

Ajude o Pedrinho a continuar sorrindo

Colaborem para manter vivo o sorriso do nosso Pedrinho
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CORENET divulga inscrições para a nova turma do curso Ativos Imobiliários Corporativos, em parceria com o FDTE Cursos

corenet FDTE 2014

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Capítulo RDC….Vitória da sensatez…

Acabo de receber um informe do SINAENCO posicionando à todos sobre a votação da RDC pelo Senado no dia de hoje, cujo resultado manteve a coerência e sensatez, ou seja, restringindo o seu uso (RDC) apenas para obras relacionadas à Copa do Mundo, à Olimpíada, ao PAC e ao setor da educação.

Como má notícia, apenas as “torneirinhas” que continuarão abertas nas obras da Copa e Olimpíadas…., pois as do PAC, já estão abertas há bastaaaante tempo.

Vejam o email do SINAENCO na íntegra:

Senado vota contra ampliação do RDC para todas as obras 

Entidades comemoram vitória

 Em plenária encerrada há pouco no Senado Federal, senadores chegaram a um acordo unânime na votação da MP 630: eles decidiriam retirar o artigo 1º da Medida Provisória, que estenderia o Regime Diferenciado de Contratações a todas as obras públicas. Excluindo-se o referido artigo, o RDC continua valendo apenas para obras da Copa, da Olimpíada, do PAC e do setor de educação, além daquelas envolvendo presídios, motivação inicial da MP.

O acordo dos senadores prevê ainda a priorização do encaminhamento da Lei de Licitações, cuja discussão, por meio do PLS 559, já se encontra em avançado estágio no Congresso.

O Sinaenco e demais entidades parceiras, como a ABCE, o CAU, o Confea, o CREA/SP e o IAB, que nas últimas semanas empreenderam grandes esforços na imprensa e juntos aos senadores pleiteando uma discussão mais aprofundada sobre o tema e argumentando sobre a importância de se ter o projeto antes da licitação da obra, lógica contrariada pelo RDC, comemoram essa importante vitória.

“Venceu o discernimento dos senadores ao prever que um debate dessa magnitude, que impactará toda a sociedade, usuária dos empreendimentos públicos, não poderia ser conduzido apressadamente, via Medida Provisória. Venceu também o setor de projetos de arquitetura e engenharia, que vê sua atividade reconhecida como fundamental na condução do empreendimento público. Vamos comemorar a vitória, mas devemos estar cada vez mais unidos para acompanhar a tramitação do PLS 559”, afirmou o presidente nacional do Sinaenco, José Roberto Bernasconi.

 

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Última edição da Revista ASBRAV aborda temas importantes

A edição abaixo da Revista ASBRAV abordou temas importantes para os setores de Facility Management, Operação & Manutenção, referentes à importância da Automação Predial em edificações sustentáveis e também à Síndrome do Edifício Doente.

Vale a pena conferir através do link abaixo:

Revista ASBRAV

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Facilities Services realizará uma série de palestras durante o Congresso INFRA SP e Expo que começam amanhã

A Facilities Services, empresa do segmento de Facility Management e especialista em capacitação de seus profissionais, divulgou uma série de palestras para o dia 22/05, que serão realizadas em seu estande, durante a Feira & Expo.

Vejam abaixo a “chamada original” e programação:

Dia 22/05/14 – MARQUE EM SUA AGENDA!

Palestras da Facilities Services no Auditório da Feira INFRA.
Será um show de informação, sorteios e networking!!

Seguem as palestras programadas:

09h00 às 10h30 – Sérgio Tovanni – Reengenharia Comportamental
10h40 às 12h10 – Fernanda Miranda – O que é e-social e o que muda nas empresas terceirizadas
14h00 às 15h30 – Fátima Sousa – Motivos para ampliar a sua Rede de Contatos (“O gato subiu no telhado…)
15h40 às 17h10 – Sérgio Gennari – As grandes mudanças do ser humano e seus impactos na Liderança

Programe-se e atualize-se conosco!!

Centro de Convenções Frei Caneca – 4º andar – Estande 47

Até lá!

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