Modernização de processos e de equipamentos é arma para redução dos custos de energia

Fonte: SEGS

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Buscando soluções energéticas que resultem na união entre eficiência e redução de custos, empresas dos segmentos hospitalar e de varejo encontraram no retrofit, o processo de modernização e atualização de equipamentos, uma arma poderosa para reduzir o impacto dos custos de energia e otimizar o plano de eficiência energética.

O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, é um exemplo da economia que a modernização de equipamentos pode resultar. Desde 2012 o sistema de LED vem sendo implantado em diversas áreas, assim como setores antigos do hospital estão passando pelo retrofit, substituindo as antigas lâmpadas fluorescentes. De acordo com o coordenador de manutenção do hospital, Coroaci dos Santos Júnior, a redução de custos resultantes da mudança chegou a R$ 2,5 milhões em um ano. “Além disso, estamos trabalhando com um sistema de banco de capacitores para melhorar a qualidade de energia. Se o retrofit não fosse feito, o consumo seria de 6 megawatts-hora/mês. Hoje, estamos na casa dos 5,2 megawatts-hora/mês”, afirma.

Varejo – Caso semelhante de economia nos custos de energia elétrica graças ao retrofit é do Shopping Iguatemi SP, que investiu na revisão total da automação e do funcionamento correto dos timers do sistema de ar condicionado. “O impacto do ar condicionado no consumo de energia elétrica do shopping é de 63%. Com o retrofit, conseguimos uma economia significativa de 15%. Além disso, fizemos o balanceamento da rede de água gelada, de modo que seja distribuída somente a quantidade que cada loja precisa, evitando o desperdício e reduzindo custos”, explica o gerente de manutenção do Shopping Iguatemi SP, Fernando Paiva.

Cases como o do Hospital Albert Einstein e do Shopping Iguatemi SP fazem parte da pauta de debates do seminário exclusivo de Gestão e Eficiência Energética oferecido pelo Energy Summit, que reúne empresários das principais companhias de energia, consumidores, fornecedores de soluções, instituições financeiras e órgãos do governo, de 15 a 17 de setembro, no Caesar Park Faria Lima, em São Paulo.

Sobre o ENERGY SUMMIT 2014

Em sua 15ª edição, o Energy Summit é reconhecidamente o mais tradicional fórum de discussões sobre a indústria elétrica, reunindo especialistas sobre geração, transmissão e distribuição e comercialização do insumo. Em 2014, o Energy Summit acontece de 15 a 17 de setembro, no Caesar Park Faria Lima, em São Paulo. Mais informações sobre as palestras, palestrante e inscrições estão disponíveis no Portal do evento

Sobre o Informa Group

O Informa group é o maior provedor mundial de informação especializada e serviços para as comunidades acadêmica e científica, profissional e empresarial. O grupo tem sua sede em Londres e outros 150 escritórios em 40 países, empregando 10000 funcionários em todo o mundo. As ações do Informa group estão listadas na Bolsa de Valores de Londres, compondo o índice das 250 maiores companhias (FTSE-250:INF). No segmento de eventos, o Informa group é hoje o maior organizador de feiras, conferencias e treinamentos do mundo com capital aberto, com uma agenda de mais de 12 mil eventos por ano. Na América Latina, o Informa Group está presente através de várias empresas como IBC, IIR, BTS Informa, AchieveGlobal e InformaEconomics – FNP.

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Imóveis fazem tudo para economizar água e luz

Fonte: CBIC

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O começo de tudo foi no canteiro de obras. O tapume que abraçava a futura construção anunciava que, ali, estava disponível um novo – e grande – posto de coleta de lixo reciclável para a vizinhança. Os materiais mais usados, como cimento e tinta, foram trocados por versões menos nocivas ao meio ambiente. E aos pedreiros foi oferecido banho quente e toalhas. Era 2006, e a construtora Even começava a cavar espaço no incipiente terreno da sustentabilidade.

No ano passado, a companhia entregou as chaves de seu primeiro imóvel 100% “verde”. Nele, as paredes e contrapiso têm isolamento acústico, os banheiros são abastecidos com água de reúso, os elevadores silenciosos, a água aquecida por placas que captam energia solar, e as escadas de emergência trazem etiquetas escritas em braile. Trata-se do True Chácara Klabin, um prédio residencial de 20 andares, em São Paulo, com apartamentos de 65 metros quadrados, e dois dormitórios. Outros 36 empreendimentos similares estão em fase de certificação. “Desse total, devemos entregar dois neste ano e mais 12 em 2015”, diz Silvio Gava, diretor da Even.

A bandeira com esse tipo de construção foi levantada pelo banco Real (atual Santander), em 2001, quando a instituição recebeu a primeira certificação LEED do Brasil, ao inaugurar uma agência sustentável. A unidade era diferente das demais: aproveitava a água das chuvas na limpeza dos banheiros, utilizava um sistema alternativo para o resfriamento do ambiente, e painéis fotovoltaicos para geração de energia. No início, prédios verdes estavam restritos a empresas que tinham a sustentabilidade no cartão de visitas (como a Natura) e a imóveis comerciais de altíssimo padrão, mas que agora se estendem a empreendimentos residenciais, passando por museus e até estádios de futebol.

Metade dos 12 estádios construídos ou reformados para a Copa do Mundo no Brasil recebeu a certificação LEED: Arena Castelão (Fortaleza), Arena Fonte Nova (Salvador), Mineirão (Belo Horizonte), Arena da Amazônia (Manaus), Arena Itaipava Pernambuco (Recife) e Maracanã, no Rio. O estádio carioca se diferenciou com charme, ao oferecer 9 mil dos 70 mil assentos fabricados com plástico de garrafas PET. “A sustentabilidade está em toda a parte na construção civil, quem não adotar vai ter dificuldade de comercializar”, diz o diz o engenheiro Luiz Henrique Ferreira, da Inovatech, consultoria em projetos sustentáveis.

Segundo ele, todas as empresas de construção civil com capital aberto na bolsa têm pelo menos um empreendimento com certificado. Cyrela, Gafisa, Ezetec e Technisa estão entre elas. Criada em 2005, a Inovatech foi responsável por implantar o sistema de construção sustentável na Even, que conta com a certificação a Aqua de origem francesa e adaptada no Brasil pela Fundação Vanzolini, de São Paulo. Mas também tem atendido clientes diversos que podem estar ligados, ou não, ao ramo da construção civil. Um exemplo é a congregação religiosa Sekai Mahikari, de origem japonesa, que certificou seu templo em São Paulo.

O avanço no setor aumentou a competição no mercado de certificação para a construção civil. O governo federal incentiva empresas a buscarem o selo Procel Edifica e concede, via BNDES, financiamento a juros mais baixos, por meio da Finem – linha voltada para empreendimentos como hotéis. O mínimo de recursos concedidos por esta linha é de R$ 20 milhões. “Hoje as empresas conhecem os benefícios, como a redução de custos operacionais”, diz Daniel Brum, coordenador de sustentabilidade da Engineering, empresa de engenharia que criou a área de consultoria em sustentabilidade em 2009. A Engineering presta serviços ao Hyatt que está construindo na Barra da Tijuca, no Rio.

As certificadoras em geral garantem o carimbo da sustentabilidade no passaporte de empresas que cumprem requisitos como eficiência energética; uso racional de água; qualidade ambiental; uso de materiais, tecnologias e recursos ambientalmente corretos, entre outras ações de menor impacto ao meio ambiente. “A sustentabilidade é um caminho sem volta e a conscientização já está na cabeça do consumidor”, afirma Ferreira.

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ASBRAV elabora “Guia de Climatização de Ambientes Fechados Não Residenciais”

A ASBRAV (Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação) acaba de divulgar a sua mais nova produção e colaboração para o setor do frio: Guia de Climatização de Ambientes Fechados Não Residenciais

O material poderá ser baixado gratuitamente através do link abaixo (clique na figura), auxiliando os consumidores de um modo geral, conscientizando-os sobre a importância da correta instalação de aparelhos de ar condicionado, no que se refere também à sua saúde.

Guias ASBRAV

 

São dois guias, sendo estes:

  • Guia de climatização de ambientes fechados não residenciais
  • Guia de aquisição e instalação de ar condicionado

Parabéns à ASBRAV por sua iniciativa e contribuição!

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Imposto único sobre produção acabaria com monstros tributários

Fonte: UOL

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Se fôssemos imaginar um filme de terror em animação para o cinema, o nome da história seria “A tortura da latinha de extrato de tomate”. No script, uma simpática latinha viajaria da fábrica de extrato onde “nasceu” até o supermercado, onde encontraria seu consumidor.

No caminho, porém, a inocente latinha seria atacada por vários malandros ao mesmo tempo. E aí começaria o terror. Maltratada e machucada, os meliantes a amarrariam, tirando dela boa parte do extrato, deixando-a praticamente morta.

Para apelidar o bando de malvados, poderíamos colocar siglas nas suas camisetas, como  IPI, ICMS, PIS, Cofins, CPP, Cide. Haveria, além destes, outros bandidos coadjuvantes, ajudando a tornar a cena ainda mais macabra.

Na vida real, essa cena de terror acontece todos os dias, bem na nossa cara. As siglas são as dos tributos que “atacam” a pobre lata de extrato (e, de resto, todas as mercadorias negociadas no país). É um ataque impiedoso.

As distorções desse mecanismo horroroso de extração de renda são imensas: burocracia enorme, livros fiscais, infrações e multas, prejuízo para quem quer trabalhar e não conseguePaulo Rabello de Castro, coordenador do Movimento Brasil Eficiente, sobre o sistema tributário nacional

Os impostos atacam a inteira produção brasileira, da fábrica ao supermercado, numa cascata de tributos em cima de tributos, sem nenhum respeito pelo custo final ao consumidor, nem pela margem de lucro do produtor.

Precisava ser desse jeito? Os tributos no Brasil ficam com quase 40% da produção total brasileira. O fisco não espera o ganho do produtor acontecer. A tributação ocorre junto com o nascimento da latinha de extrato. As distorções desse mecanismo horroroso de extração de renda são imensas: burocracia enorme, livros fiscais, infrações e multas, prejuízo para quem quer trabalhar e não consegue.

Não precisava ser assim. O Movimento Brasil Eficiente propôs aos candidatos à Presidência uma forma de acabar com o terror tributário no Brasil sem prejuízo da arrecadação fiscal.

É perfeitamente possível juntar todos os “monstros” tributários num só imposto. Um único tributo nacional compartilhado, chamemos INC, agruparia todos os tributos que hoje infernizam a produção nacional, do mesmo modo que o Simples também juntou vários impostos num só.

A arrecadação será compartilhada, sem ganho ou prejuízo, para todos os Estados e municípios, e para a União federal. Ninguém fica prejudicado na partilha da arrecadação, pois cada ente da Federação terá uma quota calculada de participação, que chamamos de “URV fiscal”.

Ou seja, uma porcentagem prefixada de participação em cada transação fiscal do país. Ao final de cada dia, o total arrecadado será assim repartido, facilitando a vida de quem paga e também para quem arrecada.

O Movimento Brasil Eficiente já publicou até os projetos de lei necessários para resolver o terror dos impostos no país. A sociedade brasileira já pagou muito por um sistema tributário que não passa de um manicômio. Temos que dar um jeito nisso para a economia brasileira voltar a ter uma chance de competir com outros países, criar empregos produtivos no nosso mercado e crescer de modo saudável. Estamos na última hora para tomar essa providência.

O Brasil merece melhor sorte do que ser torturado e amassado como extrato de tomate.

Paulo Rabello de Castro

65 anos, é doutor em economia pela Universidade de Chicago, coordenador do Movimento Brasil Eficiente, presidente do Instituto Atlântico e diretor-presidente da SR Rating, da Macroconsulting e da RC Consultores.

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Mudança na forma de consumir

Fonte: Correio Brasiliense

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O consumo desenfreado e a atividade industrial intensa vão além da poluição e da degradação do meio ambiente. Pesquisas dos cientistas José Goldemberg e Pavan Sukhdev mostram que o mundo já gastou mais de US$ 2,1 trilhões com prejuízos sociais e de saúde em decorrência dos males causados pela exploração inadequada da natureza.

De acordo com Goldemberg, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP), o consumo de água em condomínios da cidade de São Paulo já chegou a 800 litros/dia por pessoa em 2013 a média nacional é de 150 litros/dia por pessoa. Em comparação com o número recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o maior município do país extrapola oito vezes mais do que o defendido pela organização. “Civilizações inteiras desapareceram por escassez de água. Portanto, o problema da sustentabilidade é central. Basta pensarmos que um índio na natureza consome uma quantidade de energia 100 vezes menor do que qualquer morador de uma grande cidade”.

A ideia central defendida por Goldemberg é que um dos grandes problemas do consumo de recursos naturais em todo o planeta é o custo operacional das edificações no mundo contemporâneo. Mais especificamente para a arquitetura, Goldemberg mostrou que 41% do consumo de toda a energia gasta pelo ser humano vem dos edifícios. Mas gerenciar a eletricidade é uma questão muito mais fácil do que aquela do gerenciamento de outros recursos.

Seguindo a linha da necessidade de modernização na produção e no consumo de energia e bens renováveis, o pesquisador indiano Sukhdev afirma que quando há debates sobre políticas verdes, sempre existe a discussão de quais grandes setores vão perder ou ganhar. “Muitas das companhias de hoje funcionam ainda como nos anos de 1920. Essas empresas, visando aumentar cada vez mais os lucros, e sem regulamentações apropriadas, passaram a adotar práticas como a publicidade baseada na insegurança nos consumidores, que por sua vez aumentam o consumo”, explica o indiano.

Apesar do desafio pela frente, a economia verde já mostrou seus resultados benéficos em escala econômica. Nos Estados Unidos, a cada US$ 1 milhão investidos em eficiência energética de edifícios, 10 a 14 empregos diretos são criados e três a quatro indiretos. Se 40% do parque imobiliário dos EUA fosse renovado até 2020, 6,2 milhões de empregos seriam criados em 10 anos.

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Energia gerada por placa solar reduz conta de luz em até 95%

Fonte: A Tarde

Divulgação: Procel Info

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Brasil – O processo de conversão acontece num aparelho também instalado no imóvel. A energia das placas solares é convertida de corrente contínua para corrente alternada e assume a mesma voltagem da rede distribuidora de energia elétrica.

A tecnologia existe há 60 anos, mas seu uso em larga escala é uma novidade no país. A popularização destas placas tem se dado nos últimos dois anos, após a resolução 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O texto estabelece normas para o sistema de compensação de energia elétrica. Se a energia produzida é maior do que a que foi consumida, o saldo positivo é encaminhado para a distribuidora através de um medidor bidirecional e usado pelo produtor dessa energia como “crédito”, com validade de 36 meses. O excedente pode abater o valor de consumo a ser faturado pela distribuidora.

Recurso renovável

Além do caráter econômico, uma outra vantagem da geração de energia elétrica a partir de placas solares fotovoltaicas é o seu caráter renovável. A questão ecológica também é levada em consideração, já que não emite gases.

O pesquisador português Nuno Ferreira diz que essa fonte de energia é um complemento àquela gerada pelas hidrelétricas. “Se não estiver chovendo, a [fonte] hídrica não funciona, mas a fotovoltaica produz mais, e vice-versa”, esclarece. Por outro lado, esse processo de geração tem desvantagens. Uma delas é a baixa produção de energia em dias nublados e chuvosos, quando há menor incidência de luz solar.

Outra desvantagem é o elevado custo para instalação. O orçamento é feito a partir do consumo mensal do cliente e o nível de insolação do local, de acordo com Stéphane Pérée, empresário do setor. Estes dados definem o número de placas a serem utilizadas.

“Brasileiro que consome R$ 250 mensais, hoje, deveria investir em torno de R$ 20 mil para ter equipamento que zere sua conta de energia”, diz Pérée.

O preço ainda varia de acordo com o tipo de conversor (monofásico, bifásico ou trifásico) e o tipo de suporte (telhado, solo, cobertura ou fachada), segundo informações da Dya Energia Solar, fabricante brasileira.

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Perfil dos Profissionais de Facilities do RJ

Fonte: INFRA

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A revista INFRA fez uma Pesquisa Interativa, realizada com os participantes do 7.º INFRA Rio em 2013, que republicamos abaixo para quem ainda não teve a oportunidade de ver a grandiosidade do mercado carioca. E é esse perfil de profissional que também estará participando do 8o. INFRA Rio que acontecerá daqui há 12 dias úteis. A programação do evento está imperdível, acompanhe no www.infrarj.com.br

 

 

 

 

 

 

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Estou desempregado, e agora?

Fonte: INFRA

Por: Madalena Feliciano

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Especialista dá dicas sobre como se comportar nessa fase e lidar bem com o tempo livre.

Ficar sem trabalho é uma situação chata e incômoda na grande maioria dos casos, porém, o lado bom é que você terá tempo para repensar sua carreira, atitudes e rever sua empregabilidade.

A partir do momento em que a pessoa está sem trabalho, ela precisa investir em si mesma para que não fique desatualizada do que acontece no mercado. “Essa é a hora para investir em educação. Use a internet como uma aliada e deixe seu currículo cada vez mais recheado. Existem milhares de cursos online, tutoriais, e-books, etc.”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

Porém, não é só isso. O período fora de um emprego pode ser muito bom para desenvolver outros talentos e dedicar tempo para pessoas que precisam. “É importantíssimo manter-se ativo, seja por meio de cursos variados ou outras ações, como, por exemplo, fazer trabalho voluntário”, comenta a especialista.

O trabalho voluntário é um exemplo de atividade que ocupa o tempo, oferece uma sensação boa para aquele que o realiza – e para quem recebe, sejam crianças, idosos, pessoas com alguma limitação ou até animais – e faz com que a pessoa possa descobrir mais uma área de atuação que realmente goste. “Quando se está empregado nem sempre as pessoas encontram um tempo para fazer o trabalho voluntário, mas, ao serem demitidos, existe muito tempo livre. O trabalho voluntário faz com que a pessoa sinta-se valorizada e – muitas vezes, mesmo quando retorna ao mercado, ela não deixa o voluntariado de lado, pois descobre as vantagens que ele traz para a vida de todos”, exalta Madalena.

Outra atividade que pode ajudar nesse período é visitar eventos, feiras e congressos voltados à carreira. “Além de manter-se atualizado sobre o mercado, cada presença em um evento desses é mais uma oportunidade para conhecer pessoas com interesses semelhantes de forma menos formal – quem sabe seu novo chefe ou colega de trabalho não esteja ali também?”, aponta a coach.

“Se não está na internet, não existe”. Já ouviu falar disso? Então, isso vale para qualquer pessoa. É preciso estar nas redes sociais e saber usá-la a seu favor. “Deixe seus perfis online sempre atualizados e atrativos, tenha um bom networking digital, saiba o que acontece no mundo. Converse com ex colegas de classe ou trabalho, amigos, professores, etc., e faça com que eles saibam que você está à procura de um emprego – de forma sutil. Uma indicação é sempre algo positivo na hora da conquista de um novo emprego”, sugere Madalena.

Porém, enquanto a vaga de emprego “oficial” não aparece, o ideal é não temer o freelancing – e fazer tudo o que é oferecido e esteja dentro das suas possibilidades. “O freelancing é uma ótima maneira de continuar exercendo a profissão com retorno financeiro. Essa é uma fonte de renda que pode ajudar nos períodos de desemprego e, além disso, oferece novas oportunidades de conhecer pessoas da área – ou seja, novas oportunidades de emprego. Para isso, tenha sempre seu cartão de visitas consigo”, conclui Madalena.

Madalena Feliciano, Diretora Geral na Outliers Careers

madalena@outlierscareers.com.br

 

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Fundação Vanzolini oferece inspeção PBE-Edifica

Fonte: INFRA

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Acreditação concedida pelo Inmetro se deu após rigoroso processo de avaliação

A Fundação Vanzolini amplia o portfólio de sistemas de avaliação de conformidade e reconhecimento e passa a oferecer ao mercado a inspeção para etiquetagem PBE-Edifica, do Inmetro, que avalia o nível de eficiência energética das edificações.

A entidade é o primeiro organismo a certificar sistemas de gestão no Brasil e principal certificadora da construção civil sustentável do País – que responde pela emissão da chancela AQUA-HQE, desde 2009.

“A oferta do processo de etiquetagem PBE-Edifica, por parte da Fundação Vanzolini, se insere na estratégia da entidade em fornecer à sociedade ferramentas na busca pela sustentabilidade e um passo a mais para empreendedores na conquista da certificação AQUA-HQE”, afirma Paulo H. Bertolini, gerente de novos negócios da entidade. O desempenho energético das construções faz parte de um dos 14 critérios de avaliação de desempenho ambiental da certificação AQUA-HQE.

Para obter a etiqueta, o empreendimento precisa, de acordo com cada tipologia, atender aos requisitos técnicos de eficiência exigidos pelo programa. Para isso são avaliados níveis de desempenho ligados aspectos arquitetônicos e de engenharia, como aproveitamento da ventilação natural,  orientação das fachadas de modo a obter melhor iluminação natural, insolação, sombreamento, conforto térmico, sistemas de desempenho energético, entre outros.

A PBE-Edifica faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e foi desenvolvida em parceria entre o Inmetro e a Eletrobras/Procel Edifica.

 

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?Só não atrasa obra quem não faz?, diz Dilma Rousseff

Será???

De uma certa forma, só erra quem faz….mas também erra quem não monitora e gerencia…. assim como ocorre em nossa área de Operação & Manutenção.

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Fonte: Gazeta do Povo – Curitiba/PR

Divulgação: SINAENCO

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Em visita ontem às obras da transposição do Rio São Francisco em Pernambuco, a presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que ?só não atrasa obra de engenharia quem não faz ou quem não tem a menor noção do que é uma obra de engenharia da complexidade dessa?. Ela deu a declaração após ser questionada sobre os atrasos na obra, prevista para ser inaugurada em 2010.

De acordo com o governo, as obras estão 62,4% executadas e devem estar concluídas em 2015. Segundo Dilma, a primeira dificuldade para executar a transposição teria sido o PT ter assumiu o governo federal em 2003, com Lula, sem que a gestão anterior tivesse pronto um projeto.

Outra dificuldade, segundo ela, foi o diálogo com as pessoas que eram contrárias à obra. Segundo o Ministério da Integração, o orçamento atualizado da obra é de R$ 8,2 bilhões. Durante a visita, Dilma gravou imagens para a propaganda eleitoral.

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