Your fight over the thermostat might actually be over money

By: Reuters – Chris Taylor

Obtained from: ASHRAE / The Globe and Mail (globeandmail.com)

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When Harvey Montijo first moved in with his wife Natalie, he remembers exactly how long it took to get into a tiff about household temperature.

“Right from the get-go,” remembers the 31-year-old orthopedic resident in Charlotte, North Carolina.

The problem: Florida native Montijo likes the house a relatively balmy 75 Fahrenheit (24 Celsius). Natalie, a grant writer who is also 31, prefers a cooler and comfortable 70F. So the parents of two came up with an elegant solution, one which might seem familiar to husbands everywhere.

“The house is set at 70,” Montijo deadpans. “She won.”

On its face, thermostat control might seem like a trivial issue. But as any spouse will tell you, small issues can often turn out to have outside effects – both on the marital relationship, and the family budget.

Indeed, according to one recent survey by manufacturer Honeywell, 30 per cent of respondents who live with at least one person admit they can never agree with housemates about temperature. And 27 per cent take matters into their own hands, by changing settings without others’ knowledge.

That easily beats out other household flashpoints like control of the TV remote, cited by 16 per cent of people as a frequent battleground.

Younger Americans, in particular, seem persnickety about home temperature, with 39 per cent of those age 18 to 34 fiddling with the thermostat dial on the sly.

According to experts, though, thermostat wars might not solely be about physical comfort. They might be about other things entirely – like control over household decision-making, for instance, or about money matters.

“Make sure you’re arguing about the right thing,” says Mary Claire Allvine, an Atlanta financial planner and author of “The Family CFO: The Couple’s Business Plan for Love and Money.”

“You might be arguing about temperature, when it really comes down to stress about bills and cash flow,” Allvine says. “So don’t talk about 68 degrees versus 72, when the real issue is that you are spending more money than you have coming in.”

Indeed, there is no denying that the savings from lower energy usage can be formidable. In the summer, each degree you raise your thermostat above 72 can save between 1 per cent and 3 per cent on your energy bills, according to the California Energy Commission’s Consumer Energy Center.

David Sylvestre-Margolis knows about energy squabbles all too well. The 40-year-old publicist and his partner Georges enjoy a spacious Manhattan pad that can cost a whopping $1,000 (U.S.) a month, or more, to heat during the winter.

David likes to set the thermostat around 70F, but Georges prefers to kick around the house in a T-shirt with temperatures in the mid-70sF. “He wants to have a warm apartment, and then he complains about the electric bill,” Sylvestre-Margolis laughs. “And he doesn’t want to wear a sweater, which I find ludicrous.”

Thankfully, there are some practical fixes that couples can implement. Programmable thermostats such as Nest, which is a unit of Google Inc, can help solve the problem, by automatically adjusting temperature depending on which partner gets home at what time. They also tend to save users about $180 a year in energy costs, according to Energy Star, an energy-efficiency program of the U.S. Environmental Protection Agency.

Just make sure you are using them correctly. “Technology is only as good as the user,” says Amy Matthews, a licensed contractor and host of multiple shows on the DIY Network.

“One can purchase a $30 thermostat and have it programmed correctly, and save more money than the $200 thermostat that is WiFi-enabled and not used correctly.”

If you suspect the issue goes much deeper than haggling over a degree or two, couples can also adopt more drastic measures. Allvine suggests swapping bill-paying duties for a few months, which can help drive the point home on energy costs.

“If the real issue is that one partner is a saver and the other is a spender, then it’s usually the saver who is always getting stressed out,” she says. “So switch the roles of bill payment for a while, and have the spender be the one to write those checks. Then they have to take on that responsibility about how tight money can get.”

As for Harvey Montijo, he is at peace with the outcome of his household’s Battle of the Thermostat. Since he works the long and erratic hours of a medical resident, and his wife is home much more, “she is the one who gets to make that decision,” he says.

“But it does mean our bills are a little higher. And it means I have to wear a sweater.”

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Link no paper.li sobre Manutenção e Facilities

Vejam este interessante link no PAPER.LI para notícias sobre manutenção e gestão de facilities compartilhado pelo colega Paulo Walter.

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Japão construirá maior central solar flutuante do mundo

Fonte: Exame

Divulgação: revista GreenBuilding

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A fabricante japonês de sistemas fotovoltaicos Kyocera anunciou nesta quinta-feira a construção no oeste do Japão da maior central solar flutuante do mundo.

Os trabalhos começarão em setembro e a exploração em abril de 2015, afirma a empresa japonesa em um comunicado.

Os painéis serão instalados em dois reservatórios de água na cidade de Kato, na prefeitura de Hyogo, e terão uma capacidade total de 2,9 megawatts divididos entre um sistema com uma potência de 1,7 MW, “o mais importante do planeta”, e outra de 1,2 MW.

O objetivo é gerar 3.300 megawatts/hora por ano, a eletricidade necessária para alimentar 920 casas, segundo a mesma fonte.

A construção de centrais solares flutuantes tenta responder à falta de terrenos compatíveis, um problema que limita as possibilidades de instalação de grandes centrais no arquipélago.

Por sua vez, os tanques são abundantes no país, alega a Kyocera, que espera alcançar uma potência instalada de 60 MW até março de 2015, com ao menos trinta usinas flutuantes.

O grupo criou em 2012 uma empresa conjunta com a Century Tokyo Leasing para construir e explorar centrais solares no Japão.

Desde que este projeto começou, já foram construídos 28 parques solares de diferentes tipos, 11 dos quais já estão ativos.

Desde o acidente nuclear de Fukushima, em março de 2011, que significou a parada dos reatores do país (que produziam mais de um quarto da eletricidade), o Japão tenta promover as energias renováveis, embora sem renunciar à energia nuclear.

 

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CLIMARIO 2014 acontecerá no RJ entre os dias 24 e 26 de setembro

Climario 2014

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Perda de água na rede só melhora com investimento, diz instituto

Fonte: Folha de SP

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A capacidade de investimento está diretamente ligada à melhora no índice de perda dágua. Essa é a avaliação de Édison Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil, que promove estudos sobre saneamento no país.

“A diminuição das perdas acontece basicamente com investimento na rede, em pequenas ações, como a manutenção e o controle de pressão, como na troca de tubulações por novas”, disse.

Ele afirmou que o controle da pressão da água é fundamental, pois transforma pequenos furos na rede em grandes vazamentos, em volume perdido.

O tamanho das redes também dificulta no controle das perdas. “Quanto maior ela for, mais difícil e caro de acompanhar fica.”

Ainda de acordo com o presidente do instituto, muitas cidades do país sofrem com ligações irregulares, como no caso de favelas nas grandes cidades.

Márcia Ribeiro/Folhapress
Vazamento de água na rua José Casadio, 43, no Jardim Zara, em Ribeirão Preto, na última sexta-feira (5)
Vazamento de água na rua José Casadio, 43, no Jardim Zara, em Ribeirão Preto, na última sexta-feira (5)

“Por uma questão social ou política, concessionárias às vezes liberam a água sabendo que vão ter prejuízos em áreas invadidas e favelas.”

Esse problema, no entanto, não é o principal da região. Com exceção de Ribeirão Preto, nas demais cidades não há registros de grandes focos de favelas.

O presidente do Trata Brasil disse ainda que nos últimos anos argumenta com o Ministério das Cidades a necessidade de haver auditoria em números do saneamento básico.

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Eficiência energética, conforto ambiental e comissionamento em empreendimentos comerciais

Fonte: Procel Info

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As exigências de utilização dos edifícios têm aumentado ao longo do tempo. Espera-se hoje que um edifício responda de modo eficiente, econômico e com segurança às diversas situações a que está sujeito, levando em consideração também a redução dos impactos ambientais e a mais conforto aos usuários.

Projetos que visam eficiência energética e conforto ambiental, e contribuam com novas tecnologias e sistemas de automação para a qualidade e desempenho ambiental da edificação, destacam-se entre as novas tendências e exigências. No entanto, de nada valem projetos bem pensados se não há controle da qualidade da obra e do desempenho das edificações na fase de manutenção.

Por isso, o comissionamento em empreendimentos ganha cada vez mais espaço na construção. Este processo de acompanhamento das atividades de projeto e da execução das instalações assegura a entrega da edificação de acordo com o que é exigido pelos projetos, garante uma pós-ocupação com o devido funcionamento dos sistemas prediais e ainda orienta para a manutenção do desempenho previsto.

Esta oficina irá trazer as melhores práticas e projetos que estão sendo implantados por empresas e profissionais quanto à eficiência energética, conforto ambiental e comissionamento de empreendimentos, de modo a garantir o desempenho ambiental na fase de construção, pós-ocupação e manutenção da edificação.

A inscrição online deste evento já está aberta. Vagas limitadas!

Data da oficina: 30/09/2014

Horário: 8h às 14h

Local: Milenium Centro de Convenções – Rua Dr. Bacelar 1043 – Vila Clementino – São Paulo – SP

Maiores informações: Portal do CTE

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2º Congresso Brasileiro de Aquecimento Solar discutiu os caminhos da energia solar térmica com agentes do setor

Fonte: Procel Info

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A ABRAVA (Associação Brasileira de Ar Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento) realizou entre os dias 27 e 28 de Agosto na cidade de São Paulo a 2ª edição do CB-Sol – Congresso Brasileiro de Aquecimento Solar, neste ano em parceria inédita com a Feira Intersolar South América.

Além de empresários do setor, o evento contou com a participação de representantes de governo e também da Eletrobras, EPE, Inmetro, Ministério das Cidades e Ministério de Meio Ambiente que discutiram temas como a Energia Solar Térmica na Matriz Energética, as contribuições dos 20 anos do Selo Procel Eletrobras, certificação compulsória Inmetro de coletores e reservatórios, normas técnicas e ensaios de produtos, políticas públicas, sistemas de aquecimento solar no Programa Minha Casa, Minha Vida, avanços da tecnologia e a capacitação de profissionais.

O evento reuniu também temas de grande relevância técnica para os profissionais do setor de energias renováveis, construções sustentáveis e arquitetura, qualidade dos materiais e padrões construtivos e a contribuição da tecnologia em programas e ações de eficiência energética. Convidados nacionais e internacionais apresentaram projetos inovadores de aquecimento solar que estão sendo desenvolvidos em várias cidades do Brasil e do mundo.

Simultaneamente ao 2º CB-Sol, ocorreu a Feira Intersolar South América, com mais de uma centena de expositores da tecnologia solar.

Informações sobre o evento e os arquivos com as apresentações realizadas no Congresso estão disponíveis Aqui

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3º ciclo de web seminários sobre arquitetura e construção sustentável

Fonte: Procel Info

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Organizados pela e-Construmarket em parceria com a AsBEA e transmitidos pela Internet em tempo real, os Ciclos de Web Seminários sobre Arquitetura e Construção Sustentável têm o propósito de oferecer conhecimento e fomentar o debate sobre as melhores práticas de sustentabilidade aplicadas ao setor da construção.

Uma iniciativa inédita no país que provê conteúdo gratuitamente para profissionais das principais construtoras e empresas de projeto, discutindo soluções, cases e tendências com especialistas renomados.

Público-alvo: Todos os profissionais relacionados direta ou indiretamente ao setor da construção interessados em aprimorar seus conhecimentos e otimizar o desenvolvimento de seu trabalho.

Duração de cada palestra: 1h

Palestra: Retrofit de edifícios e o case da Sala São Paulo
Data: 7 de outubro:
Palestrante: Nelson Dupré
Horário: 16h

Palestra: Eficiência Energética em Edificações
Data: 8 de outubro
Palestrante: Roberto Lamberts
Horário: 16h

Palestra: Conservação e uso racional da água
Data: 9 de outubro
Palestrante: Orestes Gonçalves
Horário: 16h

OBS: É necessário inscrever-se em cada palestra.

Maiores informações e inscrições: Portal do AEC Web

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Os rumos de nosso mercado…

O mercado de Operação & Manutenção é as vezes imprevisível, as vezes muito previsível e as vezes “recheado” de empirismos…

“Modismos” surgem e movimentam o mercado que, com o tempo, percebe suas lições aprendidas” e retoma os seus rumos…

Um exemplo bastante claro desta mudança de direção é retração da famosa “multi-funcionalidade” no momento da contratação. Surgida como uma “solução” (mais econômica do que técnica”, a multifuncionalidade em modelos de contratação para a manutenção predial provou-se ineficaz pois, como já era previsível, não existem empresas ou profissionais que possuam todo o conhecimento ou experiência necessários à uma operação e manutenção. Algumas arestas eram claramente descobertas, tais como a manutenção em no breaks, em grupos moto-geradores, resfriadores de líquido, entre outros, pois não eram tratadas através de parcerias com especialistas (certamente devido ao custo).

Enfim, como digo em meus cursos e palestras, não existe mágica e sim, uma ilusão…

Outro movimento interessante é a sazonalidade promovida pelo mercado de investimentos, que ao “desacelerar”, costumeiramente “dispara” o desejo de reavaliar contratos e formas de trabalho em operações existentes.

No entanto, apesar de sabido que temos, muitas vezes, um ganho ou um potencial enorme de melhorias em nossas áreas, vejo como ainda muito tímida esta decisão de “escavar” e “explorar” por parte de nossos gestores, normalmente impulsionados pela correria e pressão por resultados…, sem muitas vezes perceber que as oportunidades estão bem ali…..bem abaixo de seus olhares.

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Novos rumos na arquitetura sustentável

Fonte: Arquitetando com Sustentabilidade

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A certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que significa Liderança em Energia e Design Ambiental, é um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações, com o intuito de incentivar a transformação de projetos, obras e operações das edificações, com destaque para a sustentabilidade. Foi criada pelo USGBC (Green Building Council dos EUA) há mais de uma década.

Para obter a certificação de uma edificação, o projeto dever ser registrado junto ao Green Building Council Brasil (GBC). Após o registro, a certificação só é validada se for confirmada a existência do que foi estabelecido. Essa certificação é utilizada em 143 países.

As atividades se iniciaram no ano de 2000 a nível global, e em 2007 no Brasil. Hoje, é a principal certificação de construção sustentável para os empreendimentos do Brasil, onde é representado oficialmente pelo GBC-Brasil – Conselho de Construção Sustentável do Brasil.

As edificações interessadas em conquistar o selo LEED devem entrar com pedido de certificação na Plataforma LEED Online, referente ao seu tipo de empreendimento. No Brasil, existem oito selos diferentes:

– LEED NC: para novas construções ou grandes projetos de renovação;
– LEED ND: para projetos de desenvolvimento de bairro;
– LEED CS: para projetos na envoltória e parte central do edifício;
– LEED Retail NC e CI: para lojas de varejo;
– LEED Healthcare: para unidades de saúde;
– LEED EB_OM: para projetos de manutenção de edifícios já existentes;
– LEED Schools: para escolas e
– LEED CI: para projetos de interior ou edifícios comerciais.

Após, a edificação cadastrada passa pelo processo de avaliação do GBC que, no Brasil, leva em conta sete quesitos:

– uso racional da água;
– eficiência energética;
– redução, reutilização e reciclagem de materiais e recursos;
– qualidade dos ambientes internos da edificação;
– espaço sustentável;
– inovação e tecnologia;
– atendimento a necessidades locais, definidas pelos próprios profissionais da GBC, que variam de empreendimento para empreendimento.
Cada quesito tem um peso diferente na avaliação. O empreendimento avaliado pode conseguir até 110 pontos, sendo que, para receber a certificação LEED, é preciso ter pontuação superior a 40. Quanto maior a pontuação da edificação, melhor será o nível do selo conquistado.
Existem quatro tipos:

– Selo LEED: 40 a 49 pontos;
– Selo LEED Silver: 50 a 59 pontos;
– Selo LEED Gold: 60 a 69 pontos;
– Selo LEED Platinum: acima de 80 pontos.

 

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