Link no paper.li sobre Manutenção e Facilities

Vejam este interessante link no PAPER.LI para notícias sobre manutenção e gestão de facilities compartilhado pelo colega Paulo Walter.

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Japão construirá maior central solar flutuante do mundo

Fonte: Exame

Divulgação: revista GreenBuilding

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A fabricante japonês de sistemas fotovoltaicos Kyocera anunciou nesta quinta-feira a construção no oeste do Japão da maior central solar flutuante do mundo.

Os trabalhos começarão em setembro e a exploração em abril de 2015, afirma a empresa japonesa em um comunicado.

Os painéis serão instalados em dois reservatórios de água na cidade de Kato, na prefeitura de Hyogo, e terão uma capacidade total de 2,9 megawatts divididos entre um sistema com uma potência de 1,7 MW, “o mais importante do planeta”, e outra de 1,2 MW.

O objetivo é gerar 3.300 megawatts/hora por ano, a eletricidade necessária para alimentar 920 casas, segundo a mesma fonte.

A construção de centrais solares flutuantes tenta responder à falta de terrenos compatíveis, um problema que limita as possibilidades de instalação de grandes centrais no arquipélago.

Por sua vez, os tanques são abundantes no país, alega a Kyocera, que espera alcançar uma potência instalada de 60 MW até março de 2015, com ao menos trinta usinas flutuantes.

O grupo criou em 2012 uma empresa conjunta com a Century Tokyo Leasing para construir e explorar centrais solares no Japão.

Desde que este projeto começou, já foram construídos 28 parques solares de diferentes tipos, 11 dos quais já estão ativos.

Desde o acidente nuclear de Fukushima, em março de 2011, que significou a parada dos reatores do país (que produziam mais de um quarto da eletricidade), o Japão tenta promover as energias renováveis, embora sem renunciar à energia nuclear.

 

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CLIMARIO 2014 acontecerá no RJ entre os dias 24 e 26 de setembro

Climario 2014

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Perda de água na rede só melhora com investimento, diz instituto

Fonte: Folha de SP

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A capacidade de investimento está diretamente ligada à melhora no índice de perda dágua. Essa é a avaliação de Édison Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil, que promove estudos sobre saneamento no país.

“A diminuição das perdas acontece basicamente com investimento na rede, em pequenas ações, como a manutenção e o controle de pressão, como na troca de tubulações por novas”, disse.

Ele afirmou que o controle da pressão da água é fundamental, pois transforma pequenos furos na rede em grandes vazamentos, em volume perdido.

O tamanho das redes também dificulta no controle das perdas. “Quanto maior ela for, mais difícil e caro de acompanhar fica.”

Ainda de acordo com o presidente do instituto, muitas cidades do país sofrem com ligações irregulares, como no caso de favelas nas grandes cidades.

Márcia Ribeiro/Folhapress
Vazamento de água na rua José Casadio, 43, no Jardim Zara, em Ribeirão Preto, na última sexta-feira (5)
Vazamento de água na rua José Casadio, 43, no Jardim Zara, em Ribeirão Preto, na última sexta-feira (5)

“Por uma questão social ou política, concessionárias às vezes liberam a água sabendo que vão ter prejuízos em áreas invadidas e favelas.”

Esse problema, no entanto, não é o principal da região. Com exceção de Ribeirão Preto, nas demais cidades não há registros de grandes focos de favelas.

O presidente do Trata Brasil disse ainda que nos últimos anos argumenta com o Ministério das Cidades a necessidade de haver auditoria em números do saneamento básico.

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Eficiência energética, conforto ambiental e comissionamento em empreendimentos comerciais

Fonte: Procel Info

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As exigências de utilização dos edifícios têm aumentado ao longo do tempo. Espera-se hoje que um edifício responda de modo eficiente, econômico e com segurança às diversas situações a que está sujeito, levando em consideração também a redução dos impactos ambientais e a mais conforto aos usuários.

Projetos que visam eficiência energética e conforto ambiental, e contribuam com novas tecnologias e sistemas de automação para a qualidade e desempenho ambiental da edificação, destacam-se entre as novas tendências e exigências. No entanto, de nada valem projetos bem pensados se não há controle da qualidade da obra e do desempenho das edificações na fase de manutenção.

Por isso, o comissionamento em empreendimentos ganha cada vez mais espaço na construção. Este processo de acompanhamento das atividades de projeto e da execução das instalações assegura a entrega da edificação de acordo com o que é exigido pelos projetos, garante uma pós-ocupação com o devido funcionamento dos sistemas prediais e ainda orienta para a manutenção do desempenho previsto.

Esta oficina irá trazer as melhores práticas e projetos que estão sendo implantados por empresas e profissionais quanto à eficiência energética, conforto ambiental e comissionamento de empreendimentos, de modo a garantir o desempenho ambiental na fase de construção, pós-ocupação e manutenção da edificação.

A inscrição online deste evento já está aberta. Vagas limitadas!

Data da oficina: 30/09/2014

Horário: 8h às 14h

Local: Milenium Centro de Convenções – Rua Dr. Bacelar 1043 – Vila Clementino – São Paulo – SP

Maiores informações: Portal do CTE

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2º Congresso Brasileiro de Aquecimento Solar discutiu os caminhos da energia solar térmica com agentes do setor

Fonte: Procel Info

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A ABRAVA (Associação Brasileira de Ar Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento) realizou entre os dias 27 e 28 de Agosto na cidade de São Paulo a 2ª edição do CB-Sol – Congresso Brasileiro de Aquecimento Solar, neste ano em parceria inédita com a Feira Intersolar South América.

Além de empresários do setor, o evento contou com a participação de representantes de governo e também da Eletrobras, EPE, Inmetro, Ministério das Cidades e Ministério de Meio Ambiente que discutiram temas como a Energia Solar Térmica na Matriz Energética, as contribuições dos 20 anos do Selo Procel Eletrobras, certificação compulsória Inmetro de coletores e reservatórios, normas técnicas e ensaios de produtos, políticas públicas, sistemas de aquecimento solar no Programa Minha Casa, Minha Vida, avanços da tecnologia e a capacitação de profissionais.

O evento reuniu também temas de grande relevância técnica para os profissionais do setor de energias renováveis, construções sustentáveis e arquitetura, qualidade dos materiais e padrões construtivos e a contribuição da tecnologia em programas e ações de eficiência energética. Convidados nacionais e internacionais apresentaram projetos inovadores de aquecimento solar que estão sendo desenvolvidos em várias cidades do Brasil e do mundo.

Simultaneamente ao 2º CB-Sol, ocorreu a Feira Intersolar South América, com mais de uma centena de expositores da tecnologia solar.

Informações sobre o evento e os arquivos com as apresentações realizadas no Congresso estão disponíveis Aqui

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3º ciclo de web seminários sobre arquitetura e construção sustentável

Fonte: Procel Info

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Organizados pela e-Construmarket em parceria com a AsBEA e transmitidos pela Internet em tempo real, os Ciclos de Web Seminários sobre Arquitetura e Construção Sustentável têm o propósito de oferecer conhecimento e fomentar o debate sobre as melhores práticas de sustentabilidade aplicadas ao setor da construção.

Uma iniciativa inédita no país que provê conteúdo gratuitamente para profissionais das principais construtoras e empresas de projeto, discutindo soluções, cases e tendências com especialistas renomados.

Público-alvo: Todos os profissionais relacionados direta ou indiretamente ao setor da construção interessados em aprimorar seus conhecimentos e otimizar o desenvolvimento de seu trabalho.

Duração de cada palestra: 1h

Palestra: Retrofit de edifícios e o case da Sala São Paulo
Data: 7 de outubro:
Palestrante: Nelson Dupré
Horário: 16h

Palestra: Eficiência Energética em Edificações
Data: 8 de outubro
Palestrante: Roberto Lamberts
Horário: 16h

Palestra: Conservação e uso racional da água
Data: 9 de outubro
Palestrante: Orestes Gonçalves
Horário: 16h

OBS: É necessário inscrever-se em cada palestra.

Maiores informações e inscrições: Portal do AEC Web

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Os rumos de nosso mercado…

O mercado de Operação & Manutenção é as vezes imprevisível, as vezes muito previsível e as vezes “recheado” de empirismos…

“Modismos” surgem e movimentam o mercado que, com o tempo, percebe suas lições aprendidas” e retoma os seus rumos…

Um exemplo bastante claro desta mudança de direção é retração da famosa “multi-funcionalidade” no momento da contratação. Surgida como uma “solução” (mais econômica do que técnica”, a multifuncionalidade em modelos de contratação para a manutenção predial provou-se ineficaz pois, como já era previsível, não existem empresas ou profissionais que possuam todo o conhecimento ou experiência necessários à uma operação e manutenção. Algumas arestas eram claramente descobertas, tais como a manutenção em no breaks, em grupos moto-geradores, resfriadores de líquido, entre outros, pois não eram tratadas através de parcerias com especialistas (certamente devido ao custo).

Enfim, como digo em meus cursos e palestras, não existe mágica e sim, uma ilusão…

Outro movimento interessante é a sazonalidade promovida pelo mercado de investimentos, que ao “desacelerar”, costumeiramente “dispara” o desejo de reavaliar contratos e formas de trabalho em operações existentes.

No entanto, apesar de sabido que temos, muitas vezes, um ganho ou um potencial enorme de melhorias em nossas áreas, vejo como ainda muito tímida esta decisão de “escavar” e “explorar” por parte de nossos gestores, normalmente impulsionados pela correria e pressão por resultados…, sem muitas vezes perceber que as oportunidades estão bem ali…..bem abaixo de seus olhares.

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Novos rumos na arquitetura sustentável

Fonte: Arquitetando com Sustentabilidade

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A certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que significa Liderança em Energia e Design Ambiental, é um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações, com o intuito de incentivar a transformação de projetos, obras e operações das edificações, com destaque para a sustentabilidade. Foi criada pelo USGBC (Green Building Council dos EUA) há mais de uma década.

Para obter a certificação de uma edificação, o projeto dever ser registrado junto ao Green Building Council Brasil (GBC). Após o registro, a certificação só é validada se for confirmada a existência do que foi estabelecido. Essa certificação é utilizada em 143 países.

As atividades se iniciaram no ano de 2000 a nível global, e em 2007 no Brasil. Hoje, é a principal certificação de construção sustentável para os empreendimentos do Brasil, onde é representado oficialmente pelo GBC-Brasil – Conselho de Construção Sustentável do Brasil.

As edificações interessadas em conquistar o selo LEED devem entrar com pedido de certificação na Plataforma LEED Online, referente ao seu tipo de empreendimento. No Brasil, existem oito selos diferentes:

– LEED NC: para novas construções ou grandes projetos de renovação;
– LEED ND: para projetos de desenvolvimento de bairro;
– LEED CS: para projetos na envoltória e parte central do edifício;
– LEED Retail NC e CI: para lojas de varejo;
– LEED Healthcare: para unidades de saúde;
– LEED EB_OM: para projetos de manutenção de edifícios já existentes;
– LEED Schools: para escolas e
– LEED CI: para projetos de interior ou edifícios comerciais.

Após, a edificação cadastrada passa pelo processo de avaliação do GBC que, no Brasil, leva em conta sete quesitos:

– uso racional da água;
– eficiência energética;
– redução, reutilização e reciclagem de materiais e recursos;
– qualidade dos ambientes internos da edificação;
– espaço sustentável;
– inovação e tecnologia;
– atendimento a necessidades locais, definidas pelos próprios profissionais da GBC, que variam de empreendimento para empreendimento.
Cada quesito tem um peso diferente na avaliação. O empreendimento avaliado pode conseguir até 110 pontos, sendo que, para receber a certificação LEED, é preciso ter pontuação superior a 40. Quanto maior a pontuação da edificação, melhor será o nível do selo conquistado.
Existem quatro tipos:

– Selo LEED: 40 a 49 pontos;
– Selo LEED Silver: 50 a 59 pontos;
– Selo LEED Gold: 60 a 69 pontos;
– Selo LEED Platinum: acima de 80 pontos.

 

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“Faz tudo” em extinção

Fonte: INFRA – Mundo Facility

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NBR 16.280 da ABNT visa ampliar a segurança de obras realizadas em condomínios

Novas normas técnicas estão em vigor para a realização de reformas, serviços e obras nos condomínios – e também nas residências autônomas. Por meio da NBR 16.280, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) regulamentou desde 18 de abril deste ano os procedimentos, que deverão ser adotados para garantir a segurança de obras, desde aquelas aparentemente simples até as mais complexas.

A nova norma procura alterar a cultura da informalidade e modifica hábitos arraigados de contratação de serviços internos de mão de obra sem a especialização necessária, uma prática que gera, há muito tempo, grandes riscos para as partes envolvidas. De acordo com a nova norma, o tradicional prestador de serviços, popularmente conhecido como “faz tudo” – muito comum no Brasil -, deve sair do mercado e não poderá realizar determinadas atividades sem um responsável técnico.

De agora em diante, para contratar a instalação de um aparelho de ar condicionado, por exemplo, o condômino precisará apresentar ao síndico um documento técnico assinado por engenheiro ou arquiteto. Se o síndico julgar que o serviço pode colocar em risco a segurança dos demais moradores e da edificação, deverá tomar providências legais para impedi-lo. A nova norma estabelece que a responsabilidade direta será do engenheiro ou arquiteto que assinar a obra. Portanto, conforme estabelece o documento, a responsabilidade civil e criminal do síndico por tudo aquilo que acontece no condomínio pode não ser líquida e certa, especialmente nas áreas comuns.

No caso de condomínio edilício, o documento diz que caberá ao interessado em realizar a obra a responsabilidade de cumprir todas as normas internas, bem como assumir os riscos relativos aos itens que interfiram na segurança da edificação ao contratar um técnico. Dessa forma, entende-se que a nova norma lança controvérsia, por falta de esclarecimentos.

Entre os pontos polêmicos, está a obrigatoriedade da vistoria pós-obra. Segundo a NBR 16.280, o síndico não tem poder para vistoriar áreas privativas como as unidades autônomas do prédio. Caso haja interpretação literal do texto aprovado, poderá surgir, novamente, insegurança jurídica, uma vez que o síndico é responsável, em última instância, pelas áreas comuns do empreendimento. Porém, mesmo assim, ele poderá transferir a responsabilidade final para quem assinar o projeto da obra (engenheiro ou arquiteto). Poderá, também, acionar órgãos públicos para definir essa responsabilidade ou contratar um advogado.

Se isso não for possível, será cada vez mais difícil encontrar quem esteja disposto a assumir a função de síndico. Todos esses pontos precisam ser claramente explicados, para que não haja duplicação de regras ou interpretações equivocadas sobre a responsabilidade do síndico, do condomínio e também do condômino interessado na realização da obra. O Secovi-SP, por meio da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios, enviou à ABNT uma planilha com as sugestões que considera relevantes. É um tema que deverá ter a participação dos Secovis de outros estados brasileiros, uma vez que a norma tem abrangência nacional.

*Hubert Gebara é vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, presidente eleito da Fiabci Brasil e diretor do Grupo Hubert.

 

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