A energia solar entra na matriz energética do País

Fonte: O Estado de São Paulo

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Mais de mil empreendimentos estão cadastrados para o leilão de energia de reserva marcado para o fim do mês e do qual participarão usinas movidas a biomassa, eólicas e fotovoltaicas – ou seja, energia solar. Se os resultados forem favoráveis, a energia solar entrará na matriz energética brasileira, como mostrou reportagem do Estado (29/9). Será um fato notável.

O País dispõe de condições favoráveis à energia solar, em especial nas Regiões Norte e Nordeste. Nelas estão a maioria dos 400 empreendimentos de energia solar cadastrados. Só na Bahia, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí estão 80% dos empreendimentos, com capacidade de geração de 8,5 mil MW. Para viabilizar a participação das fotovoltaicas, o governo prometeu fazer um leilão não competitivo, em que os preços serão diferentes para cada modalidade de energia. O teto, na energia solar, será de R$ 280 o MWh, considerado adequado pelas empresas.

Hoje, os números relativos à oferta dessa fonte de energia no Brasil são modestos. Poucas empresas instalaram painéis fotovoltaicos. Milhares de residências utilizam essa energia, que se destina a atender a demandas familiares de água aquecida por períodos limitados.

Em países desenvolvidos, a energia solar ganhou espaço, como na Alemanha, que tem políticas de incentivo à produção de energia renovável: a geração solar de 25 mil MW é subsidiada e os investimentos superam as expectativas. Até 2025, a meta é de que 40% da energia gerada na Alemanha provenha do conjunto de fontes renováveis. No Brasil, a meta é gerar 3,5 mil MW de energia solar até 2023, menos de 2% da capacidade instalada de fontes elétricas.

A dependência do sistema atual ao regime das chuvas desperta o interesse por energia solar e por fontes alternativas de eletricidade, tal o custo que decorreria da escassez ou de colapso no abastecimento.

Entre os raros exemplos de investimento na energia fotovoltaica está o feito por um grupo estrangeiro em Tubarão (SC), mostrando que é possível, em fases de escassez de chuvas como a atual, vender energia solar no mercado livre a um preço superior ao do custo.

Os empreendedores ainda tratam como embrionários os projetos fotovoltaicos. Investimentos expressivos são feitos por empresas de alta tecnologia para atender à demanda de equipamentos, mas o setor levará anos para ter voo próprio e depende de políticas públicas adequadas para se desenvolver.

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Torne sua casa mais sustentável

Fonte: Clicrbs

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Ter uma casa mais amigável para o meio ambiente é possível, seja de forma global, seja com pequenas alternativas como fazer a compostagem domiciliar ou optar por válvulas de descarga com fluxos distintos para líquidos e sólidos. Confira os itens que ajudam a tornar seu doce lar ecologicamente correto.

Telhados verdes
Os telhados verdes podem ser compostos por vegetação como gramíneas e arbustos instalados no topo dos telhados das casas ou em lajes de concreto na cobertura de edifícios. A principal vantagem dessa tecnologia é a absorção de parte da radiação solar, o que reduz as ilhas de calor e aumenta a qualidade ambiental das cidades.

Tintas ecológicas
São consideradas tintas ecológicas as formuladas com matérias-primas naturais, sem componentes sintéticos ou insumos derivados de petróleo. Um exemplo é a pintura a cal, também conhecida como caiação. Esse tipo de acabamento permite a difusão do vapor d’água (ou ‘respiração’) da parede, porém tem baixa viscosidade, ou seja, escorre e respinga durante a aplicação, apresentando aspecto “manchado” em dias de chuva. Há, também, as tintas sintéticas livres de compostos orgânicos voláteis (COVs), elas não liberam hidrocarbonetos aromáticos agressores à camada de ozônio e à saúde de quem as manipula.

Iluminação LED
Apontados como o grande salto tecnológico na área de iluminação dos últimos anos, os LEDs (light emitting diode) podem substituir lâmpadas incandescentes e fluorescentes com vantagens ecológicas. Os LEDs são dispositivos eletrônicos feitos a partir de um bulbo de material semicondutor. Os LEDs não contêm metais pesados e têm vida útil 40 vezes maior que a da incandescente comum.

Reuso de água de chuva
A variedade de sistemas para captar e reaproveitar a água das chuvas é crescente. No geral, eles são compostos por um filtro, reservatório ou caixa d’ água, clorador e bomba, mas o conjunto depende do uso que se fará do líquido captado. As vantagens associadas ao reuso de água da chuva são várias, desde a redução no valor da conta à contribuição no combate às enchentes. Os sistemas tendem a adaptar-se às calhas e aos condutores já existentes no telhado.

Compostagem doméstica
A compostagem permite que parte dos resíduos orgânicos produzidos em uma casa possa ser transformada em composto orgânico para adubação de plantas. A prática, simples e que requer baixo investimento, contribui para a redução das emissões de gás metano na atmosfera e para minimizar a sobrecarga de lixões e aterros urbanos. Para criar uma mini estação de tratamento de lixo em casa é preciso de uma composteira (recipiente no qual serão armazenadas as sobras orgânicas) de plástico ou madeira.

Captação de energia solar
Os sistemas de geração de energia solar são aliados importantes para quem quer ter uma casa mais sustentável: comumente, a tecnologia é utilizada para suprir parte da energia consumida e requer alguns cuidados, além de um investimento inicial que pode ser vultoso. Os equipamentos são compostos por placas fotovoltaicas de silício cristalino, controladores de carga, inversores e baterias estacionárias. A quantidade de painéis instalados no telhado deve ser dimensionada de acordo com cada caso.

Materiais reciclados e madeira certificada
A construção ou reforma de uma casa pode utilizar uma série de materiais reciclados ou que geram menor impacto ambiental. Alguns exemplos são o emprego de madeira de demolição para a fabricação de portas e janelas; de tijolos de demolição para paginação de pisos ou paredes e de madeiras de reflorestamento que apresentam rápido crescimento, como o eucalipto, para a composição de peças estruturais.

Dispositivos economizadores de água para torneiras e vasos sanitários
Há uma série de equipamentos e dispositivos que podem ser utilizados nas residências e que minimizam o desperdício de água, sem comprometimento do conforto e da funcionalidade. Um exemplo são as torneiras com temporizadores e sensores, capazes de reduzir em até 40% o consumo. Há, também, os acessórios que limitam a vazão de torneiras de banheiros e cozinhas, atingindo uma economia de 50% a 70%.

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Japão começará a construir a maior usina de energia solar do país

Fonte: Canal Tech

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O Japão inicia em novembro a construção de uma enorme “fazenda solar”, uma estrutura de captação de energia capaz de gerar 231 megawatt a partir de 2019. As informações são da CNBC.

O gigantesco painel solar será instalado em Setouchi graças a incentivos do governo e de um financiamento feito pela companhia norte-americana de energia e tecnologia General Electric (GE), que terá 60% de participação no projeto, ao lado da Kuni Asset Management e da Toyo Engineering Corporation.

A chamada “fazenda solar” custará US$ 1,1 bilhão para ser construída e esse grupo de empresas realizou um empréstimo de US$ 867 milhões a bancos japoneses, a maior quantia levantada para projetos de energia renovável no Japão até hoje.

A construção do projeto ganhou apoio do governo e dos bancos japoneses principalmente após o acidente com a usina nuclear de Fukushima, em março de 2011. Desde então, o governo tem incentivado a construção e criação de novas alternativas às usinas nucleares e criou facilidade para iniciativas de projetos para captação de energia solar. Atualmente, o país já contabiliza 11 gigawatts de energia proveniente desses projetos.

O investimento tem dado certo, assim como os programas de incentivo para encorajar projetos em energia renovável. Até agora, o Japão tem 71 gigawatts em projetos de energia aprovados, dos quais 96% são solares.

O painel solar tem 1.210 acres, ou quase cinco quilômetros quadrados de extensão, e irá cobrir uma área onde antes ficava um campo de produção de sal. O projeto deve começar a funcionar comercialmente no segundo trimestre de 2019 e vender energia para a Chugoku Electric Power Company, num contrato de 20 anos. A construção ficará por conta da Toyo Engineering e da Shimizu Corporation e tanto operação como manutenção serão realizadas pela Chudenko Corporation.

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Curso capacita para uso e mostra as oportunidades da energia solar fotovoltaica

Fonte: Procel Info

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O Curso Energia Solar Fotovoltaica, promovido pelo portal Ambiente Energia, aborda questões técnicas sobre a tecnologia, os cálculos para o dimensionamento de plantas fotovoltaicas, a viabilidade econômica dos sistemas em rede (on-grid) e fora da rede (off-grid), como realizar a conexão com as concessionárias de energia para “venda” da energia excedente e benefícios econômicos para quem utiliza a tecnologia.

Datas:
Rio de Janeiro – 23 e 24 de outubro
Brasília – 10 e 11 de novembro
São Paulo – 18 e 19 de novembro
Porto Alegre – 01 e 02 de dezembro

Carga Horária: 16h

Horário: 9h às 18h

Inscrições e informações: Portal do Ambiente Energia
Telefone: (21) 3872 0355
Email: eventos@ambienteenergia.com.br

Programa:
1. Introdução FV
1.1. Desenvolvimento da tecnologia no mundo.
1.2. Geometria solar.
1.3. Fundamentos físicos de funcionamento. Conceitos prévios.
1.4. Principais componentes e tecnologias no mercado.
1.5. Sistemas fotovoltaicos. Variantes e aplicações.

2. Cálculo e Dimensionamento de instalações solares fotovoltaicas.
2.1. Dimensionamento Instalações FV ligadas à rede.
2.1.1. Estimação da produção energética.
2.1.2. Critérios de desenho de usinas sobre terreno e sobre coberturas.
2.1.3. Cálculo e dimensionamento dos componentes.
2.1.4. Avaliação de rentabilidade econômica.
2.1.5. Caso prático.
2.2. Dimensionamento Instalações FV autônomas.
2.2.1. Fundamentos teóricos básicos.
2.2.2.Dimensionamento dos componentes. Metodologia de Cálculo.
2.2.3. Caso prático.

3. Atualidade normativa em Brasil
3.1. Análise das principais leis de incentivo ao uso da tecnologia.
3.2. Orientações sobre como realizar o licenciamento específico dos sistemas fotovoltaicos em Geração Distribuída.

4. Potencial de implantação no Brasil
4.1. Instalações e principais fabricantes no Brasil.
4.2. Aplicabilidade dos sistemas ligados à rede (“on-grid”).
4.3. Aplicabilidade dos sistemas autônomos (“off-grid”).

5. Análise de dados em tempo real de instalação on-grid funcionando. Avaliação da produção

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Eletrobras Procel lança publicações técnicas em parceria com UFPB

Fonte: Procel Info

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Na última terça feira, dia 30/09, foram lançados oficialmente no auditório da Unise na Eletrobras, sete publicações técnico-científicas dirigidas aos profissionais das áreas de saneamento e irrigação, com destaque à conservação de energia elétrica e água. As publicações foram desenvolvidas através de um convênio entre a Eletrobras e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com o objetivo de apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com as ações integrantes do Procel Sanear.A Superintendente de Eficiência Energética da Eletrobras, Renata Falcão, fez a abertura do evento com palavras de incentivo e agradecimento ao lançamento dos sete livros, e enfatizou que o acervo de publicações é a maior riqueza que o programa pode deixar para a sociedade. Ela encerrou seu discurso parabenizando os autores pela conclusão do árduo trabalho de pesquisa e publicação.

O primeiro a discursar foi o coordenador e professor do Laboratório de Eficiência Energética, Hidráulica e Saneamento da UFPB, Heber Gomes. O professor Heber contou um pouco sobre a parceria da Universidade Federal da Paraíba com a Eletrobras Procel, assim como a formação dos laboratórios técnicos espalhados por todas as regiões do Brasil e sobre o desenvolvimento das publicações.

A segunda palestra foi do professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Peter Cheung. Em seu discurso, ele contou sobre a formação da Rede LEHNS – Rede Brasileira de Laboratórios de Eficiência Energética e Hidráulica no Saneamento. A Rede LENHS foi estruturada há 10 anos pela Eletrobras por meio da implantação de laboratórios em universidades brasileiras de todas as regiões do país, atuando como centros de referência regionais no tema de eficiência energética e hidráulica no saneamento. Todas as publicações, contaram com o apoio de diversos professores integrantes da Rede LENHS.

O evento se encerrou com as palavras do gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética da Eletrobras, Fernando Perrone, que agradeceu a realização do evento enfatizando a importância desses desafios para a Eletrobras. “Temos um grande acervo de publicações aqui no Procel que pertence a toda sociedade, que são fundamentais para embasar todas as nossas ações, ressalta Perrone. Falcão complementou dizendo que o acervo é um patrimônio da sociedade. “Essas publicações representam muito para toda a sociedade, as universidades, para os profissionais da área e é por isso que nós da Eletrobras investimos e valorizamos tanto esses lançamentos”, disse ela.

Após os discursos, todos os participantes do evento receberam uma cópia de cada publicação lançada.

As versões digitais dos sete guias técnicos estão disponíveis na seção de Publicações no site do Procel Info e também podem ser acessadas diretamente através dos links a seguir:

Sistemas de Bombeamento – Eficiência Energética, Manual de Sistemas de Bombeamento – Eficiência Energética

EPA SWMM 5.0 – Modelo de Gestão de Drenagem Urbana, Avaliação Econômica – Eficiência Energética

Perdas de Água – Tecnologias de Controle e Sistemas de Irrigação – Eficiência Energética

Abastecimento de Água – Informação para Eficiência Hidroenergética

Avaliação Econômica: Eficiência Energética

Manual de Sistemas de Bombeamento: Eficiência Energética

Sistemas de Irrigação: Eficiência Energética

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Curso “Projetista de Sistema de Aquecimento Solar”

Fonte: Procel Info

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O objetivo do curso de Projetista de “Sistema de Aquecimento Solar” é discutir conceitos e aplicações desses sistemas e promover competências e habilidades envolvidas no dimensionamento, projeto e instalação.

Público Alvo: O curso é destinado a técnicos, engenheiros, arquitetos e profissionais do setor de aquecimento solar, habitação e de concessionárias de energia, com interesse em aprimorar o conhecimento nas aplicações de sistemas de aquecimento solar para comércio, indústria e piscina.

Palestrante: Luciano Torres Petrira

Data: 26 e 27 de novembro

Horário: 9h às 18h

Local: Auditório Abrava-SP – Av. Rio Branco, 1492 – Campos Elíseos – SP

Investimento por profissional: Empresas Associadas à Abrava – R$ 500,00 / Profissionais e empresas não associadas – R$ 700,00
Obs: A partir de 02 inscrições, é concedido 10% de desconto para associados e não associados.

Informações e inscrições: Portal da Dasol ou Informações com Natália Okabayashi, pelo fone (11) 3361-7266 ramal 142, email cursos@dasolabrava.org.br

Serão fornecidos material didático, certificado e coffee-break.

Estacionamento GRATUITO no local com número de vagas limitado.

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NBR 5410 e Normas Complementares – Seminários pela internet entre outubro e dezembro de 2014

Segue abaixo a divulgação de seminários via web (webnairs) sobre a NBR 5410 e Normas Complementares.

Seminários ao vivo pela internet: NBR 5410 e normas complementares

Normas de aterramentos elétricos que complementam a NBR 5419, NBR 5410 e NBR 14039 – 21 de Outubro de 2014

Ministrado pelo Eng. Jobson Modena– Coordenador da comissão de estudos de revisão da NBR 5419

Inscreva-se aqui, vagas limitadas!

 

NBR 5419 – ONDE ESTAMOS E AONDE CHEGAREMOS – 07 de Novembro de 2014

O que se apresenta no texto da revisão da norma como forte tendência de mudançaMinistrado pelo Eng. Jobson Modena– Coordenador da comissão de estudos de revisão da NBR 5419

Inscreva-se aqui, vagas limitadas!

 

Dimensionamento dos subsistemas de captação, descida e aterramento de um SPDA – antecipando os novos requisitos da revisão da NBR 5419 – 01 de Dezembro de 2014

Ministrado pelo Eng. Jobson Modena -Coordenador da comissão de estudos de revisão da NBR 5419

Inscreva-se aqui, vagas limitadas!

 

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Reducing Carbon by Curbing Population

From: The New York Times

By: Eduardo Porter

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Remember the population explosion?

When population was growing at its fastest rate in human history in the decades after World War II, the sense that overpopulation was stunting economic development and stoking political instability took hold from New Delhi to the United Nations’ headquarters in New York, sending policy makers on an urgent quest to stop it.

In the 1970s the Indian government forcibly sterilized millions of women. Families in Bangladesh, Indonesia and elsewhere were forced to have fewer children. In 1974, the United Nations organized its first World Population Conference to debate population control. China rolled out its one-child policy in 1980.

Then, almost as suddenly as it had begun, the demographic “crisis” was over. As fertility rates in most of the world dropped to around the replacement rate of 2.1 children per woman — with the one major exception of sub-Saharan Africa — population specialists and politicians turned to other issues.

By 1994, when the U.N. held its last population conference, in Cairo, demographic targets had pretty much been abandoned, replaced by an agenda centered on empowering women, reducing infant mortality and increasing access to reproductive health.

More People

The United Nations estimates that world population could grow as high as 10.1 billion by the year 2050. The pace of population growth will have a substantial impact on the amount of greenhouse gases discharged into the atmosphere.

 

“Some people still regret that; some applaud it,” said Joel E. Cohen, who heads the Laboratory of Populations at Rockefeller University in New York. “I’m not sure we need demographic goals but we need forward thinking.”

Well, concerns about population seem to be creeping back. As the threat of climate change has evolved from a fuzzy faraway concept to one of the central existential threats to humanity, scholars like Professor Cohen have noted that reducing the burning of fossil fuels might be easier if there were fewer of us consuming them.

“Population wouldn’t be the whole story but it could make a big difference,” Mr. Cohen said.

An article published in 2010 by researchers from the United States, Germany and Austria concluded that if the world’s population reached only 7.5 billion people by midcentury, rather than more than nine billion, in 2050 we would be spewing five billion to nine billion fewer tons of carbon dioxide into the air.

This alone would deliver 16 to 29 percent of the emission reductions needed over the next four decades to keep the global temperature from rising more than 2 degrees Celsius (3.6 degrees Fahrenheit) above that of the late 19th century, the threshold scientists predict could lead to severe disruptions to the climate.

Slower population growth could bring other benefits. The World Resources Institute has been looking into how the world will feed itself in 2050 without busting the carbon budget.

On current demographic and economic projections, food production would have to increase 70 percent by 2050. “Population growth is responsible for about one-half of increased food consumption,” said Tim Searchinger of the World Resources Institute. “The other half comes from higher incomes and richer diets.”

Much of the expected population growth is set in stone, but sub-Saharan Africa, expected to add 1.2 billion people by 2050 on top of its current 900 million, is an exception.

If fertility in sub-Saharan Africa slowed more rapidly than projected — declining to 2.1 children per woman in 2050 from 5.4 today — feeding the most undernourished region in the world would be a lot easier. And sparing African forests and woodlands from even greater deforestation would substantially reduce the amount of carbon entering the atmosphere.

For all the benefits of slower population growth, population policies remain a highly touchy subject.

In the 1970s and 1980s, rich nations’ support for population control in poor countries smacked of just another form of colonialism. Coercive population control — like India’s forced sterilizations, which were abandoned after they led to the collapse of Indira Gandhi’s government in 1977, or China’s one-child policy, which remains in place — is now widely considered a blatant violation of human rights.

Even China’s one-child policy is undergoing re-examination in Beijing because of the skewing of the country’s sex ratio — countless pregnancies have been aborted and millions of girls have been killed or left to die by parents who had hoped for a boy — and the tearing of the traditional safety net from so many elderly Chinese being forced to rely on only one child for support. Economists at the International Monetary Fund have even welcomed Africa’s fast-rising population as an opportunity to increase its pace of economic growth.

Population growth is only one factor — and not necessarily the most important one — contributing to global climate change. Over the course of the 20th century, emissions of carbon dioxide grew 180 percent faster than the population in poor countries and 60 percent faster than the population in rich ones. Shifting the world economy into more sustainable energy sources and away from fossil fuels is still the most promising strategy.

“There is a strong case to be made that the world faces sustainability issues whether it has nine billion people, seven billion people or four billion people,” said John Wilmoth, who directs the United Nations Population Division. “Nobody can deny that population growth is a major driving factor, but in terms of the policy response, what are you going to do?”

Yet there are ways to make a difference on the population front that do not depend on coercive governments straying into people’s bedrooms.

Access to education is critical. Across human history, fertility rates have fallen when it has made economic sense for families to have fewer children. Education — especially of girls — has played a powerful role in expediting the decline.

Across much of the developing world, more educated women have fewer children, and their offspring are more likely to survive. The spread of public education was accompanied by plummeting fertility rates in such disparate places as Brazil and Iran.

The other obvious tool is access to reproductive health. In the developing world, 222 million women have an unmet need for modern contraception, according to one study. Providing them with it, at a relatively small cost of $4 billion a year, could prevent 54 million unintended pregnancies.

These are hardly new ideas. The U.N. population conference in Cairo 20 years ago suggested pretty much this approach.

But we are not there yet. Out of every 1,000 children born in the Democratic Republic of Congo, for example, 99 die before the age of 5. In Nigeria, it is 123. A third of the girls in Mali are not enrolled in elementary school. Neither are 60 percent of Liberian girls.

By contrast, 95 percent of Guatemalan girls are enrolled in elementary school, as are 97 percent of Cambodian girls. In Bangladesh and Bolivia, among the poorest countries outside Africa, only about 40 of every 1,000 children die before they reach 5 years old.

During the General Assembly next month, the United Nations plans to hold a meeting to mark the anniversary of the Cairo conference. And it is organizing another to discuss new commitments to mitigate climate change. Perhaps delegates will notice the connection.

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Horário de verão começa no dia 19 de outubro e vai até fevereiro

Fonte: A Tribuna

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Amado por uns, odiados por outros. Este é o horário de verão, que começa em 19 de outubro. Nesta data, a partir de meia-noite, os ponteiros devem ser adiantados em uma hora em relação ao horário de Brasília. A mudança vai até 15 de fevereiro de 2015, já que o Decreto nº 6.558 de 2008 determina que a temporada para ajustar o relógio deve começar no terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até o terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente.

O horário de verão serve para aproveitar melhor a luz natural, já que durante a primavera os dias são mais longos que as noites. Representa ainda economia de energia, diminuindo o consumo de luz artificial.

De 2013 para 2014, o horário de verão levou a uma redução da demanda por energia no horário de pico de consumo de 2.565 megawatts, o que representou uma economia de R$ 405 milhões.

No ano retrasado, rendeu uma redução na demanda no horário de pico de 2.477 megawatts (MW), ou 4,5% do consumo. Essa redução evitou um gasto de cerca de R$ 200 milhões a mais com as termelétricas no período.

O horário de verão no Brasil será aplicado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, mais precisamente nos estados de Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.

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Energia solar pode representar 50% da capacidade mundial de eletricidade até 2050

Fonte: Envolverde

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A Agência Internacional de Energia(IEA) divulgou uma pesquisa que comprova que até 2050 os vários tipos de energia solar podem suprir mais de 50% da demanda elétrica mundial. Entre 2011, 2012 e 2013 1/3 de todas as novas plantas de energia construídas ao redor do mundo eram de energia eólica ou solar.

Sven Teske, especialista em energia do Greenpeace Internacional acredita que a divulgação da pesquisa vem em ótima hora, tendo em vista que a pauta climática está atraindo holofotes do mundo inteiro.

“Com o desenrolar da Cúpula do Clima da ONU, essa é exatamente a notícia que todas as pessoas preocupadas com mudanças climáticas querem ouvir”, afirma Teske.

Os dados publicados pela IEA confirmam os resultados da versão global do relatório “Revolução Energética”, publicado pelo Greenpeace em julho de 2012, que assim como a IEA, chegou à projeção de que a energia fotovoltaica pode chegar a 4.548 GW de capacidade instalada até 2050.

“O Greenpeace pede aos governantes do mundo inteiro que aceitem o fato de que as energias renováveis são uma realidade e passem a realizar um planejamento energético que leve isso em conta. A eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e nucleares é uma necessidade socioambiental e econômica e não pode ser vista como um peso para o desenvolvimento de nenhum país”, completa Teske.

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