Produtividade “estável” na manutenção…

Temos visto ultimamente algumas discussões sobre a produtividade de profissionais da manutenção, principalmente (e infelizmente….) quando o tema principal envolve o atraso no atendimento de ordens de serviço, sejam estas de cunho preventivo ou corretivo.

Digo infelizmente porque o foco de nossa preocupação ainda se mantem no cumprimento de atendimentos ou ordens de serviço, sem que nos atentemos, de fato, sobre o desempenho de nossas equipes de manutenção e sobre os fatores muitas vezes “externos” ao profissional, que provoquem tal ineficiência.

A AGROFOLHA publicou no dia de hoje uma matéria intitulada “Produtividade do trabalhador brasileiro só cresce na agropecuária, tratando principalmente sobre a queda deste indicador e sua estagnação no setor de serviços (veja a matéria na íntegra clicando aqui).

Imagem de propriedade da AGROFOLHA, referente ao artigo Produtividade do trabalhador brasileiro só cresce na agropecuária (https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/05/produtividade-do-trabalhador-so-cresce-na-agropecuaria.shtml)

Será que já nos perguntamos alguma vez em nossas operações sobre como anda a produtividade de nossas equipes e colaboradores? Será que sabemos como mensurar ou até mesmo tratar este tema e importantíssimo fator para o sucesso de nosso planejamento e manutenção?

Primeiramente precisamos entender que a baixa produtividade possui não somente fatores culturais e regionais que contribuem para a performance do trabalhador da manutenção, como também outros vetores que se originam em processos de gestão e capacitação destes mesmos trabalhadores.

  • Habilitação do profissional
  • Conhecimento mínimo em relação a equipamentos, sistemas e técnicas de trabalho (capacitação)
  • Turn-over ( e a necessidade de um trabalho contínuo de capacitação)
  • Infraestrutura requerida para o desempenho das funções
  • Acessibilidade e condição segura durante a execução das atividades de manutenção
  • Organização da manutenção
  • Agilidade e atuação de suprimentos em manutenção
  • Entre outros…

A diversidade destes fatores e a sua importante influência potencialmente negativa sobre o desempenho de nossas equipes requer a sua ágil identificação e tratamento por parte do gestor da área de manutenção, razão pela qual deve-se tomar cuidado na adequada customização de sua ferramenta informatizada de gestão, além do processo de treinamento e capacitação de seus colaboradores.

Importante também lembrarmos de que a produtividade de um profissional de manutenção deve ser apurada / mensurada apenas durante a execução efetiva das tarefas, ou seja, “com a ferramenta na mão” (ou “wrench time”), reforçando ainda mais os cuidados para uma adequada visualização deste indicador através de nosso sistema computadorizado de gestão da manutenção (CMMS).

Lamentavelmente, nós brasileiros estamos ainda defasados em relação a nossos vizinhos próximos (Argentina e Chile), além de muito mais defasados em relação aos principais exemplos de produtividade (EUA, Alemanha, Japão, …).

Gráfico demonstrando a comparação da produtividade do profissional brasileiro até 2011

Assim como em outros processos de análise e implementação de melhorias na qualidade da manutenção, o respeito e o bom desempenho das funções estratégicas dentro da área ou departamento de manutenção será vital para que obtenhamos resultados adequados.

Vivemos hoje um momento de retomada do mercado (pós-pandemia), com a aceleração em taxas de rotatividade de pessoal e uma contínua falha em nossa atividade de supervisão, haja vista o acúmulo de responsabilidades e atividades também observado dentro das empresas.

Enfim, como dizia um antigo gerente, a manutenção é uma área dentro da cadeira de engenharia e não existem vitórias sem um adequado estudo e planejamento, seguidos de uma atuação estratégica de gestão. Pensem nisto…..

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CNN – Um maior número de empresas busca pelo uso de sistemas de ventilação para controlar (e evitar) a contaminação por COVID-19 e outros virus

A CNN divulgou no dia 22/04 a matéria com o título acima, escrita por Liz Szabo (Kaiser Health News), através da qual informam sobre o movimento de empresas em busca de sistemas de ventilação e renovação de ar, ao mesmo tempo em que as pessoas abandonam gradativamente o uso de máscaras.

A pandemia pela qual passamos (e esperamos não retornar…) foi sem sombra de dúvida um aprendizado para todos nós, no sentido de que existem meios ou formas extremamente “eficazes” e rápidas para a contaminação de grandes massas, assim como também nos mostrou a fragilidade no uso de medidas básicas de higiene individual.

Digo aqui “aprendizado”, pois não podemos deixar de lado tais lições aprendidas e não imaginar que isto poderá novamente ocorrer se não nos cuidarmos melhor. Com isto, é verdade que algumas empresas (também brasileiras) têm buscado por soluções de AVAC-R para o controle da qualidade do ar interior, ao mesmo tempo em que os seus colaboradores retomam a atividade no modo presencial.

Aqui no Brasil, algumas destas medidas têm visado corrigir falhas na captação, tratamento e reposição de ar externo em instalações e em ambientes anteriormente não atendidos (com o ar externo), assim como também a revisão em processos e procedimentos que também incluem as atividades de operação e manutenção. O “engraçado” nesta história, se é que podemos dizer assim, é que o Brasil já possui há vários anos um conjunto de boas normas e leis que versam sobre o tema, tornando obrigatório tais cuidados com as instalações, com a operação e manutenção destes sistemas.

A ABRAVA realizou nesta última quarta-feira (27/04) um seminário sobre a qualidade do ar interno, reforçando medidas neste sentido e trazendo a opinião de palestrantes brasileiros e de outros países.

Apesar dos baixos números de internação ( e não necessariamente de contaminação), não podemos baixar a guarda e deixar de aproveitar as nossas lições aprendidas com tudo o que passamos. Será de extrema importância que as empresas e profissionais do mercado questionem a eficácia de suas instalações e medidas de controle para se evitar uma nova contaminação, ao mesmo tempo em que deve-se incentivar (e relembrar) a manutenção dos cuidados básicos de higiene pessoal, entre os seus visitantes e colaboradores.

Embora em inglês, a matéria abaixo retrata esta preocupação entre as empresas.


More companies look to ventilation systems to control the spread of Covid-19 and other viruses

Por (by): By Liz Szabo, Kaiser Health News

Fonte (source): CNN Health

Acesse aqui a reportagem diretamente em sua fonte.

Ventilation is a powerful tool against Covid-19

Americans are abandoning their masks. They’re done with physical distancing. And, let’s face it, some people are just never going to get vaccinated.

Yet a lot can still be done to prevent covid infections and curb the pandemic.

A growing coalition of epidemiologists and aerosol scientists say that improved ventilation could be a powerful tool against the coronavirus — if businesses are willing to invest the money.

“The science is airtight,” said Joseph Allen, director of the Healthy Buildings program at Harvard University’s T.H. Chan School of Public Health. “The evidence is overwhelming.”

Although scientists have known for years that good ventilation can reduce the spread of respiratory diseases such as influenza and measles, the notion of improved ventilation as a front-line weapon in stemming the spread of covid-19 received little attention until March. That’s when the White House launched a voluntary initiative encouraging schools and work sites to assess and improve their ventilation.

The federal American Rescue Plan Act provides $122 billion for ventilation inspections and upgrades in schools, as well as $350 billion to state and local governments for a range of community-level pandemic recovery efforts, including ventilation and filtration. The White House is also encouraging private employers to voluntarily improve their indoor air quality and has provided guidelines on best practices.

The White House initiative comes as many employees are returning to the office after two years of remote work and while the highly contagious BA.2 omicron subvariant gains ground. If broadly embraced, experts say, the attention to indoor air quality will provide gains against covid and beyond, quelling the spread of other diseases and cutting incidents of asthma and allergy attacks.

The pandemic has revealed the dangerous consequences of poor ventilation, as well as the potential for improvement. Dutch researchers, for example, linked a 2020 covid outbreak at a nursing home to inadequate ventilation. A choir rehearsal in Skagit Valley, Washington, early in the pandemic became a superspreader event after a sick person infected 52 of the 60 other singers.

Ventilation upgrades have been associated with lower infection rates in Georgia elementary schools, among other sites. A simulation by the Centers for Disease Control and Prevention found that combining mask-wearing and the use of portable air cleaners with high-efficiency particulate air filters, or HEPA filters, could reduce coronavirus transmission by 90%.

Scientists stress that ventilation should be viewed as one strategy in a three-pronged assault on covid, along with vaccination, which provides the best protection against infection, and high-quality, well-fitted masks, which can reduce a person’s exposure to viral particles by 95%. Improved airflow provides an additional layer of protection — and can be a vital tool for people who have not been fully vaccinated, people with weakened immune systems, and children too young to be immunized.

One of the most effective ways to curb disease transmission indoors is to swap out most of the air in a room — replacing the stale, potentially germy air with fresh air from outside or running it through high-efficiency filters — as often as possible. Without that exchange, “if you have someone in the room who’s sick, the viral particles are going to build up,” said Linsey Marr, a professor of civil and environmental engineering at Virginia Tech.

Exchanging the air five times an hour cuts the risk of coronavirus transmission in half, according to research cited by the White House Office of Science and Technology Policy. Yet most buildings today exchange the air only once or twice an hour.

That’s partly because industry ventilation standards, written by a professional group called the American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers, or ASHRAE, are voluntary. Ventilation standards have generally been written to limit odors and dust, not control viruses, though the society in 2020 released new ventilation guidelines for reducing exposure to the coronavirus.

But that doesn’t mean building managers will adopt them. ASHRAE has no power to enforce its standards. And although many cities and states incorporate them into local building codes for new construction, older structures are usually not held to the same standards.

Federal agencies have little authority over indoor ventilation. The Environmental Protection Agency regulates standards for outdoor air quality, while the Occupational Safety and Health Administration enforces indoor-air-quality requirements only in health care facilities.

David Michaels, an epidemiologist and a professor at the George Washington University Milken Institute School of Public Health, said that he’d like to see a strong federal standard for indoor air quality but that such calls inevitably raise objections from the business community.

Two years into the pandemic, it’s unclear how many office buildings, warehouses, and other places of work have been retooled to meet ASHRAE’s recommended upgrades. No official body has conducted a national survey. But as facilities managers grapple with ways to bring employees back safely, advocates say ventilation is increasingly part of the conversation.

“In the first year of the pandemic, it felt like we were the only ones talking about ventilation, and it was falling on deaf ears,” said Allen, with Harvard’s Healthy Buildings program. “But there are definitely, without a doubt, many companies that have taken airborne spread seriously. It’s no longer just a handful of people.”

A group of Head Start centers in Vancouver, Washington, offers an example of the kinds of upgrades that can have impact. Ventilation systems now pump only outdoor air into buildings, rather than mixing fresh and recirculated air together, said R. Brent Ward, the facilities and maintenance operations manager for 33 of the federally funded early childhood education programs. Ward said the upgrades cost $30,000, which he funded using the centers’ regular federal Head Start operating grant.

Circulating fresh air helps flush viruses out of vents so they don’t build up indoors. But there’s a downside: higher cost and energy use, which increases the greenhouse gases fueling climate change. “You spend more because your heat is coming on more often in order to warm up the outdoor air,” Ward said.

Ward said his program can afford the higher heating bills, at least for now, because of past savings from reduced energy use. Still, cost is an impediment to a more extensive revamp: Ward would like to install more efficient air filters, but the buildings — some of which are 30 years old — would have to be retrofitted to accommodate them.

Simply hiring a consultant to assess a building’s ventilation needs can cost from hundreds to thousands of dollars. And high-efficiency air filters can cost twice as much as standard ones.

Businesses also must be wary of companies that market pricey but unproven cleaning systems. A 2021 KHN investigation found that more than 2,000 schools across the country had used pandemic relief funds to purchase air-purifying devices that use technology that’s been shown to be ineffective or a potential source of dangerous byproducts.

Meghan McNulty, an Atlanta mechanical engineer focused on indoor air quality, said building managers often can provide cleaner air without expensive renovations. For example, they should ensure they are piping in as much outdoor air as required by local codes and should program their daytime ventilation systems to run continuously, rather than only when heating or cooling the air. She also recommends that building managers leave ventilation systems running into the evening if people are using the building, rather than routinely turning them down.

Some local governments have given businesses and residents a boost. Agencies in Montana and the San Francisco Bay area last year gave away free portable air cleaners to vulnerable residents, including people living in homeless shelters. All the devices use HEPA filters, which have been shown to remove coronavirus particles from the air.

In Washington state, the public health department for Seattle and King County has drawn on $3.9 million in federal pandemic funding to create an indoor air program. The agency hired staff members to provide free ventilation assessments to businesses and community organizations and has distributed nearly 7,800 portable air cleaners. Recipients included homeless shelters, child care centers, churches, restaurants, and other businesses.

Although the department has run out of filters, staff members still provide free technical assistance, and the agency’s website offers extensive guidance on improving indoor air quality, including instructions for turning box fans into low-cost air cleaners.

“We did not have an indoor air program before covid began,” said Shirlee Tan, a toxicologist for Public Health-Seattle & King County. “It’s been a huge gap, but we didn’t have any funding or capacity.”

Allen, who has long championed “healthy buildings,” said he welcomes the new emphasis on indoor air, even as he and others are frustrated it took a pandemic to jolt the conversation. Well before covid brought the issue to the fore, he said, research was clear that improved ventilation correlated with myriad benefits, including higher test scores for kids, fewer missed school days, and better productivity among office workers.

“This is a massive shift that is, quite honestly, 30 years overdue,” Allen said. “It is an incredible moment to hear the White House say that the indoor environment matters for your health.”

KHN (Kaiser Health News) is a national newsroom that produces in-depth journalism about health issues. Together with Policy Analysis and Polling, KHN is one of the three major operating programs at KFF (Kaiser Family Foundation). KFF is an endowed nonprofit organization providing information on health issues to the nation.

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Guia gratuito apresenta os benefícios da Eficiência Energética para pequenas e médias indústrias

Fonte: PROCEL Info

Conforme artigo abaixo extraído de uma das divulgações do PROCEL, já foi disponibilizado um documento intitulado ” Guia Múltiplos Benefícios de Eficiência Energética na Indústria “, com o objetivo de auxiliar as pequenas e médias indústrias na eleboração e implementação de medidas de eficiência energética, pois temos um parque instalado e em operação com uma idade média estimada de 20 anos.

Importante ressaltar que, dependendo das condições operacionais e de manutenção, tais ativos podem apresentar um desempenho energético ainda abaixo do esperado, levando-se também em conta a defasagem tecnológica embarcada.

Importante também lembrar que a definição de medidas de EE demandará por um estudo detalhado de suas instalações e processos, assim como do acompanhamento de consumos durante a sua utilização. O material elaborado é muito bom e poderá ajudá-los na compreensão sobre as medidas de EE e também sobre a estruturação necessária para a sua definição.

Uma boa leitura!


O Programa PotencializEE acaba de lançar o ‘Guia Múltiplos Benefícios de Eficiência Energética na Indústria’, que tem como objetivo apresentar as vantagens da implementação de medidas de eficiência energética (EE) para as pequenas e médias indústrias. A publicação é gratuita e está disponível para download no site www.programa-potencializee.com.br.

Dados da Associação Brasileira de Manutenção (Abraman) indicam que a idade média das instalações das PMEs nacionais é de 20 anos e elas respondem por 68% da energia utilizada na indústria. E um terço dessa energia poderia ser economizada nas PMEs industriais através de implementações de projetos de EE. De acordo com levantamento da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), os números indicam ainda que a indústria gasta anualmente R$ 5 bilhões e R$ 16 bilhões, respectivamente, com eletricidade e combustíveis.

“Devido ao grande potencial de redução no consumo de energia pela indústria brasileira, quando se fala em Eficiência Energética, muitas vezes, as empresas adaptam uma perspectiva estritamente orçamentária focando na diminuição de custos e deixam de levar em conta outros impactos positivos oriundos de projetos de EE; muito além dos ganhos financeiros”, afirma Marco Schiewe, diretor do Programa PotencializEE, uma iniciativa de Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, liderado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e coordenado por meio da GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit), Agência Alemã de Cooperação Internacional.

As vantagens obtidas com a adoção de práticas de EE estão no âmbito das melhorias de desempenho corporativo, produtividade e competitividade no mercado, do gerenciamento socioambiental, da saúde e segurança dos colaboradores de uma empresa, além da qualidade dos produtos e até da motivação e satisfação dos colaboradores. “O guia visa justamente apoiar a identificação e a quantificação destes múltiplos benefícios. Afinal, como os projetos de eficiência energética têm uma importância que vai muito além de economia de energia, o ponto de vista estratégico acaba sendo o principal motivador na tomada de decisão”, explica Schiewe.

O Guia oferecido pelo PotencializEE é um manual de como uma pequena ou média indústria pode manter vantagem competitiva sustentável a partir da adoção de uma operação voltada para a prática da eficiência energética. Trata-se da primeira de uma série de publicações que estão sendo desenvolvidas pela equipe do programa para disseminar e sensibilizar os diversos segmentos industriais em relação aos benefícios da EE, as especificidades das tecnologias e contribuir para a redução da emissão de gases de efeito estufa no Brasil.

*Com informações do Programa PotencializEE

Segue novamente o link do material: https://www.programa-potencializee.com.br/acervo/multiplos-beneficios-da-eficiencia-energetica-na-industria/

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ABRAVA divulga curso básico de VRF / VRV

A ABRAVA divulgou recentemente a realização de um curso de capacitação de profissionais do mercado em relação as noções básicas de projeto, instalação e manutenção destes sistemas que operam por expansão direta, sendo que a nova data de sua realização foi postergada para maio próximo.

Aos interessados, sugerimos acessar diretamente o site da ABRAVA ou clicar no link abaixo: https://abrava.com.br/cursos/diagnosticos-e-falhas-vrf-vrv-online-2/?utm_campaign=curso_basico_de_vrf_-_inicio_adiado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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CREA-RS se mobiliza em defesa da Lei Kiss e em relação a responsabilidade técnica por projetos acima de mil metros quadrados

É realmente incrível como continuamos a não aprender com as tragédias em nosso país, esquecendo-as rapidamente e deixando com que outros interesses nos tragam novamente riscos de novas ocorrências…

O Rio Grande do Sul passa neste momento por uma batalha não só para a preservação da chamada “Lei Kiss” que passa por um processo envolvendo uma nova votação na Assembleia gaúcha, podendo “flexibilizar” a atuação de profissionais sem a devida qualificação e habilitação em projetos de Planos de Prevenção e Combate contra Incêndios (PPCI), similar ao que conhecemos como AVCB em São Paulo.

Independentemente da região de nosso país, precisamos entender a importância e a experiência necessária no desenvolvimento de projetos / estratégias de proteção e combate a incêndio, matéria esta que tem por finalidade a preservação da vida em um primeiro momento, mitigando também riscos ao patrimônio em um segundo plano.

Trata-se de uma matéria que demanda não apenas pela “habilitação” concedida por Conselhos Regionais, mas também, pelo conhecimento técnico e legal dos profissionais envolvidos.

Trata-se também da importante participação de proprietários e /ou administradores de empreendimentos que já obtenham ou busquem pela obtenção de tais licenças, assegurando com que as estratégias definidas em projeto para a preservação de vidas sejam continuadas / mantidas de forma adequada e com desempenho satisfatório durante a vida útil do empreendimento.

Foto de autoria do CREA-RS

Cientes da fragilidade de nosso sistema de fiscalização, todos devemos ter a consciência quanto a sua importância para a segurança dos ocupantes, seja através dos sistemas e estratégias para a detecção e combate ao incêndio, seja para a preservação de rotas de fuga para assegurar as vidas.

Tais cuidados permeam pela atuação e responsabilidade das áreas de manutenção e operação, envolvendo:

  • O conhecimento do projeto, funcionalidades dos sistemas instalados e parâmetros de ajuste que precisam ser preservados
  • O cumprimento obrigatório das rotinas de manutenção adequadas aos sistemas, evidenciando a sua realização através de registros apropriados
  • A condução periódica de testes de rotina e preventivos, que busquem não só pela verificação e constatação da “funcionalidade” do sistema, mas também, por certificar-se quanto ao seu desempenho / performance
  • O treinamento contínuo de todos os envolvidos, constituindo uma equipe de fiscalização interna, haja vista a conhecida “fragilidade” na manutenção de medidas especificadas em projeto durante a fase de ocupação e uso de uma edificação
  • A aplicação periódica do “comissionamento” em sistemas de ventilação, exaustão e combate a incêndio, atestando a PERFORMANCE do sistema em relação ao que fora previsto em projeto
  • A atualização do projeto e obtenção de novos alvarás, sempre que a edificação sofrer alterações em seu uso ou ocupação, o que poderá demandar pela atualização em relação a novas legislações em vigor

Enfim, ainda que muitos ainda enxergem tal responsabilidade limitada apenas à obtenção de alvarás e licenças de funcionamento, tragédias como a ocorrida em Santa Maria deveriam sensibilizar todos os envolvidos e, principalmente, os profissionais que atuam neste segmento do mercado e dos quais se espera uma condução técnica e legal durante todo o processo e sua participação.

Vamos aprender com as tristes tragédias não evitadas, para que não choremos futuramente pela perda de novas vidas!

Seguem abaixo as chamadas para os artigos divulgados pelo CREA-RS.

ARTs de PPCI emitidas por técnicos de nível médio serão objeto de análise nas Câmaras Especializadas

Nota à sociedade: Fragilização da Lei Kiss

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11º QAI – Seminário Internacional de Qualidade do Ar de Interiores: terminará amanhã (26/04) o prazo para inscrições (presencial e online)

A POLI-USP receberá nesta próxima quarta-feira 27/04 um importante evento voltado aos cuidados necessários à manutenção da qualidade do ar interno em ambientes ocupados, o qual contará com a participação de profissionais brasileiros e internacionais.

Como a própria divulgação cita em seu convite, trata-se da discussão do “novo paradigma” para a gestão de ambientes e da qualidade do ar, em um período pós pandemia.

O evento ocorrerá nos modos presencial e online, sendo que as inscrições ocorrem através do Sympla, considerando também se tratar de um evento ABRAVA. Aos interessados, bastará clicar sobre a imagem acima ou no link abaixo.

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Novas tecnologias para baterias contribuirão para a descarbonização

Fonte: Além da Energia

Divulgação: PROCEL INFO

Clique aqui para ler a matéria em sua fonte.

Veículos elétricos não emitem gases de efeito estufa e, em todo o mundo, já há várias iniciativas para reduzir a combustão nos próximos anos e apostar na eletromobilidade. Mas as tecnologias de armazenamento de energia em baterias devem permitir, no futuro, várias outras soluções para tornar o consumo de energia mais eficiente e, dessa forma, contribuir para que a descarbonização seja possível.

Exemplo disso seria a criação de baterias leves e eficientes que pudessem carregar diversos equipamentos e eletrodomésticos – até mesmo uma geladeira -, ou baterias de carregamento automático, revolucionando a inteligência artificial. Uma das aplicações poderia ser a viabilização de redes inteligentes (smart grids), simplificando a medição de demanda, eficiência energética e viabilização de fontes renováveis.

Todas essas alternativas serão possibilitadas pelo uso de nanotecnologia, nióbio, grafeno e até lixo atômico, que normalmente é enterrado para minimizar riscos de vazamento e contaminação, destaca uma matéria do MIT Technology Review.

Baterias automotivas mais baratas e eficientes

Uma das barreiras à eletrificação veicular no Brasil é o preço dos veículos – os quais, por sua vez, são mais caros em função do custo das baterias. Mas um estudo da BloombergNEF, encomendado pela Transport & Environment, aponta que a partir de 2026 a produção de veículos sedãs elétricos (segmentos C e D) e SUVs será tão econômica quanto a de veículos à gasolina.

No segmento de veículos pesados, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) se uniram para criar uma bateria de óxidos de nióbio e grafeno. A tecnologia permitirá o carregamento ultrarrápido, em menos de 10 minutos, além de maior durabilidade e vida útil.

Vale destacar que grande parte das baterias atuais são de lítio, mas já há pesquisas que indicam que a vida útil utilizando o grafeno aumenta em 50%. Além disso, os dispositivos garantem o mesmo armazenamento de energia, com metade do peso.

Baterias de nanodiamante prometem vida útil gigantesca

Para além do grafeno e nióbio, estão sendo desenvolvidas também baterias nucleares, que usam lixo atômico. A responsável pelo projeto é uma startup da Califórnia, a NDB Technology, que utilizou uma tecnologia muito semelhante à usada para produzir eletricidade com energia solar. Mas, ao invés de utilizar as células que captam a luz solar, utiliza a radiação retirada de resíduos nucleares.

O resultado, chamado de bateria de nanodiamante (daí o nome NDC), é a produção de uma bateria de carregamento automática com vida útil de incríveis 28 mil anos. Segundo a startup, o NDB pode alimentar dispositivos e máquinas de qualquer tamanho, desde aeronaves e foguetes a veículos elétricos, aparelhos auditivos, smartphones, sensores e muito mais, tudo sem emissões de carbono. Seus dois primeiros clientes beta são uma empresa líder em produtos e serviços de ciclo de combustível nuclear e uma organização líder global em manufatura aeroespacial, defesa e segurança.

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Quais serão os desafios para a manutenção predial em 2022?

É verdade que muitos afirmam que 2021, assim como 2022, não deixará saudades….

De fato, eu acredito que apenas alguns sintam saudades por fatos que os tenham marcado de alguma forma, mas entendo que este foi mais um ano de aprendizado para todos os seres humanos e em quase todas as regiões do planeta.

Aliás, diria até que foi um ano de reforço (para aqueles que passaram por isto em períodos escolares, em sua infância), pois ratificou o que todos nós deveríamos ter aprendido em 2020……: o valor de nossas vidas, amigos e familiares

Espero sinseramente que a humanidade tenha aprendido a lição!

Mas e em relação a nossa área de manutenção predial? O que estes dois anos nos trouxeram de aprendizado e o que esperar de 2022, ano de eleições em nosso país e “aparentemente” um pouco mais promissor…

Lembremos que a grande maioria de nossos investidores e proprietários retiraram literalmente “o pé do acelerador”, postergando investimentos e até mesmo ações corretivas de menor criticidade, assim como reduzindo equipes e contratos de manutenção ao mínimo necessário para operar nossas edificações que mantiveram uma baixíssima taxa de ocupação neste período (de 10 à 25%, em média).

Com as esperanças que se renovam para 2022, e considerando que a nossa economia venha novamente a sobrer uma aceleração positiva, teremos de nos organizar, avaliando e classificando todo o passivo, a fim de que consigamos traçar um plano de ação no curto, médio e longo prazo.

Trata-se, portanto, de um grande e bom desafio para as nossas áreas de Planejamento, Programação e Controle da Manutenção, sendo que estas áreas já possuem know-how e ferramentas para solucionar tal desafio.

Imagem adquirida pela A&F Partners Consulting junto a Canstockphoto

Devemos, portanto, nos prepararmos para uma maior carga de trabalho visando recolocar as nossas edificações novamente em ordem, identificando gaps e prejuízos, classificando riscos e prioridades (criticidade funcional), estimando valores para reparos ou reposições, avaliando as nossas estruturas e infraestruturas e, finalmente estruturando planos de ações, ou seja, planejando.

Teremos sim um belo desafio para 2022 e próximos anos que virão!

E é com este prenuncio de bons desafios que desejo à todos um Feliz Natal e um fantástico Ano Novo, lembrando do nosso aprendizado nestes últimos 2 anos….: saúde, consiência humana, fraternidade, amor e vida….

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Como a qualidade do ambiente interno pode afetar a nossa saúde, a produtividade e o futuro do ambiente que conhecemos?

Esta pergunta vem sendo repetidamente apresentada em palestras, seminários, estudos e cursos, seja por aqui em nosso país, seja em outros grandes centros.

Não se tratar de um tema novo, mas sim, de um tema importante e ainda sem uma devida atenção.

É bem verdade que aprendemos um pouco sobre a importância de “rever valores” e prestar mais atenção na “qualidade de nossas vidas”, através destes 2 últimos anos, embora ainda veja um nível de atenção bem inferior ao que deveríamos oferecer.

A ASHRAE divulgou recentemente um artigo com a pergunta acima, sendo que decidi compartilhá-lo com vocês neste final de ano.

O artigo está em inglês mas recomendo a leitura.


HOW IEQ COULD AFFECT HEALTH, PRODUCTIVITY AND TOMORROW’S BUILT ENVIRONMENT

Fonte (source): ASHRAE

Clique aqui para ler o artigo em sua fonte.

Vision 2030

An expectation exists that indoor environments should provide a “wellness” lifestyle—a way of living that involves an environment free of harmful chemicals and is conducive to enhanced physical and mental well-being, said Lan Chi Nguyen Weekes, P.Eng., Member ASHRAE. It’s also a lifestyle that involves a daily work environment free of air contaminants with optimally designed acoustics and lighting, easy access to fresh and reasonably priced food, plenty of paths for walking and cycling and access to the natural world that can nurture improved worker productivity, she said.

ASHRAE Journal spoke with Weekes to discuss how indoor environmental quality (IEQ) impacts wellness, what IEQ parameters can be measured and where there is a need for further research.

What do engineers and other building professionals need to know about IEQ as it relates to ASHRAE’s Vision 2030 initiative, and how can the initiative accelerate IEQ innovation and research?

As we spend more and more time indoors, we expect a better and healthier life supported by our indoor environment. It is then especially important to balance these expectations with our desire to save energy and to decarbonize buildings and systems. Members of ASHRAE who are mechanical engineers and building scientists will be leaders in this effort, and the Vision 2030 initiative supports these members and their goals for indoor environments.

Vision 2030 accelerates IEQ by pointing out where the information is still sparse and needs additional research. This research includes projects that focus on how to quantify the relationships between the measured IEQ parameters, such as air contaminants, acoustics and lighting and the thresholds between “good” and “bad” indoor environment quality. This type of research can then lead to innovations that enhance IEQ in many types of buildings.

Within the Vision 2030 framework, what are some trends you’re seeing within the industry that might serve as examples for those interested in improving IEQ?

Our indoor space becomes more than just a place to shelter us from the elements and dangers. We expect the indoor environment will also provide us with a “wellness” lifestyle where contaminants—such as airborne chemicals from daily activities—are removed rapidly from where they are produced within the dwelling, so we can achieve greater work productivity as well as a better life.

Resiliency of buildings and building materials is also a new trend that, if appropriately managed by engineers and scientists, can lead to improved IEQ. For example, hard materials, such as ceramic tiles or concrete, should be used instead of drywall or carpet in areas where recurrent flooding is anticipated, reducing the need for constant replacement as well as mold growth that might impact the health of the occupants.

How is IEQ related to work productivity?

Research conducted throughout the world has shown improved IEQ leads to higher levels of work productivity in commercial buildings, schools, colleges and offices.

In addition, we know clear associations exist between IEQ and productivity, particularly the relationship between poor IEQ and worker productivity. For example, if the office air suddenly smells like popcorn, we know it may be harder to focus on the task at hand. The odor can interrupt your work when you are trying to figure out the source of the smell—unless, of course, you like or expect the smell of microwaved popcorn. Even then, the poor IEQ due to a smell may reduce the productivity of other office workers and may lead to absenteeism and sick days.

In what areas might there be a need for further research regarding how IEQ affects human health?

One area that needs additional research, as mentioned earlier, is the correlation between measured indoor parameters and, subsequently, the threshold between what is perceived as “good” and “bad” environmental quality.

Also, additional research should focus on the correlations between the IEQ parameters that contribute to a building’s performance and the degree of wellness experienced by the building occupants, particularly in nonindustrial settings. For example, determining what is an acceptable noise level in an office or what noise level may cause headaches or make communication with peers difficult is a wellness concern.

Are there currently any methods used to monitor, validate and record the links between building systems performances and the wellness of building occupants?

There are some methods, such as building certifications, that target the conception, operation and maintenance of buildings as well as the wellness of building occupants. However, we have few comparison data from before and after IEQ improvements are made in existing buildings.

What IEQ-related Vision 2030 resources can help engineers create better indoor environments?

The list of references to ASHRAE documents and research projects on ASHRAE’s Vision 2030 website as well as the continuous addition of information to the site can be useful tools.

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NYC avança para o uso de drones na inspeção em edifícios

Considerando que o tema vem sendo há algum tempo analisado por algumas instituições, o Departamento de Edifícios de NYC (DOB – Departament Of Buildings) divulgou nesta semana um relatório que aponta o significativo potencial e importância no uso de drones para a inspeção em fachadas, em seus cinco distritos.

A matéria também compartilhada pela ASHRAE está em inglês, mas vale a pena a leitura!


Fonte (source): Real Estate Weekly

Clique aqui para ler a matéria em sua fonte.

DOB a step closer to using drones to inspect city buildings

The Department of Buildings announced today the release of a new report on the potential use of unmanned aircraft systems in New York City to aid in safety inspections of our City’s built environment. 

The report provides a deep dive into the regulatory landscape affecting drone use in New York City, the use of drones in other jurisdictions, and how drones could potentially be used for building façade inspections within the five boroughs. 

The report ​primarily looks at the capabilities of drones in the context of mandatory façade inspections under the City’s existing Façade Inspection & Safety Program (FISP).

“It is imperative that we continue to embrace the latest technologies and innovations in support of our mission to protect our fellow New Yorkers,” said Buildings Commissioner Melanie E. La Rocca. “Our report is the product of intensive research by DOB experts, and finds that when combined with traditional hands-on examinations, the effective use of drones could potentially result in more comprehensive building inspections, resulting in reduced inefficiencies and a safer New York City.”

COMMISSIONER MELANIE LA ROCCA

Read the Department’s Drone Report

Currently, legal drone use in New York City is restricted only to approved government agencies in response to specific emergency response situations. Changes to these restrictions allowing for commercial use of drones, such as during a FISP inspection of the exterior walls of a building, would require new legislation from the City Council to amend the New York City Administrative Code.  

The Department’s report found that when used in conjunction with up-close, hands-on examinations, the use of unmanned aircraft systems could potentially have application for façade inspections, by providing additional information to the Qualified Exterior Wall Inspector. Specifically, drones could potentially be used for collecting significant amounts of visual data such as photographs, videos, and thermal imaging. Drone pilots might also be capable of capturing images of building angles that are more difficult to access using current methods of visual inspection, which is important for the inspection of larger buildings.

By studying these issues further and gathering concrete data, the City could have a clearer understanding on the extent to which emerging unmanned aircraft technologies can be utilized to improve the efficiency and safety of required building inspections. Looking further into the future, additional study could also offer a glimpse into how drones can be safely operated for broader commercial use in a dense city environment. Finally, the City will want to investigate what additional rules and specific guidelines would need to be implemented if drones were used to help maintain public safety in the future.

“This thorough report highlights how the City can take steps to enhance its situational awareness and improve emergency responses through innovation and technology,” said NYC Emergency Management Acting Commissioner Andrew D’Amora.

“Ever since Erica Tishman was killed by falling debris two years ago, I have pushed to find a way to use drones to inspect buildings. We must use all the tools at our disposal to prevent such unnecessary injuries and death. I am deeply gratified that today we are moving forward with one of my top priorities,” said Council Member Robert E. Cornegy, Jr.

“As Chair of the New York City Council’s Committee on Technology, I know that we must always be moving forward with using the best technology to promote the safety and durability of our buildings. The use of drones to inspect buildings could yield more detailed results and greater safety, as well as greater efficiency and documentation. It’s well worth pursuing.” said Council Member Robert Holden.

“I commend the Department of Buildings for exploring new technologies to make building inspections safer, cheaper, and more efficient,” said Council Member Carlina Rivera. “Façade inspections should not be so costly that scaffolding stays up for decades and our historic landmarks are impossible to maintain. I look forward to working with DOB to modernize façade inspections and other building maintenance to make our city safer for all New Yorkers,” said Council Member Carlina Rivera.

“Building technology is developing faster than it has in a century,” said Carlo A. Scissura, President and CEO of the New York Building Congress. “We’re seeing drones, artificial intelligence and other innovations make design and construction more efficient, stronger and safer. New York City was always been innovative, but our outdated codes and rules have left us behind while other cities benefit from cutting-edge technologies. With this report, the Department of Buildings has taken a major step forward for New York to catch up. Our hope is that the incoming City Council will act swiftly to enable the use of drones for façade inspections, making the process safer and more efficient.”

“The consulting engineering community applauds DOB for its continual work in assessing ways to increase efficiencies, new technologies, and innovative approaches. Today is an important step towards the potential deployment of this new tool by professional engineers to increase public safety. We look forward to working with DOB to make sure drone technology is used appropriately and effectively,” said John Evers, President & CEO, American Council of Engineering Companies of New York (ACEC New York).

“CSACNY commends commissioner La Rocca and DOB for their continued efforts to improve public and worker safety,” said James Bifulco, President of the Construction Safety Advisory Committee of New York. “Embracing drone technology could greatly enhance the safety to the public during the facade inspection process, make facade repair and emergency response operations safer, and significantly reduce the time needed to have sidewalk sheds in place. We applaud the Department’s effort to continue to investigate new ways, and new technologies to improve public safety.”

“Thank you for your diligent inquiry and report. We look forward to a time when judicious drone deployment is available to the city’s QEWIs to further our efforts to assure the safety of the city’s buildings,” said Paul Millman, PE, RA, Principal at SUPERSTRUCTURES Engineers + Architects.

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