Empresa importará ar condicionado movido a energia solar

Fonte: Ambiente Energia

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Uma novidade que vai agradar quem mora em cidades onde a temperatura é alta, especialmente no verão, chegará ao mercado brasileiro em breve. A empresa LuxTerm Soluções Sustentáveis estuda trazer ainda esse ano para o país um ar condicionado movido a energia solar.

O ar condicionado consome 50% a menos de energia e possui tubos de vidro a vácuo que captam a energia solar. É um sistema híbrido, ele é ligado a energia convencional, mas utiliza em parte a energia solar.

A ideia é importar o produto a preço o mais acessível possível, visto que a tarifa para ar condicionado é mais alta do que para outros produtos elétricos. A expectativa da LuxTerm é que em dois meses o ar condicionado já esteja sendo vendido aqui.

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Madrid reduz em 16% o consumo de energia

Fonte: Edifícios e Energia

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Espanha – Em vigor desde 2004, o Plano Energético da comunidade autônoma de Madrid teve um impacto significativo, ao longo de uma década de eficiência energética. Ao todo, a economia foi de 16% no consumo de energia da região, segundo contas do governo regional, apresentadas neste domingo (22/02). Entre as várias ações implementadas, o destaque vai para os incentivos à reabilitação e renovação de edificações.

Através dos “Planos Renove”, Madrid concedeu mais de 115 milhões de euros de incentivo econômico a ações de reabilitação particular. Os incentivos econômicos contribuíram para aproximadamente 700 mil ações nesta área, abrangendo a renovação de janelas, caldeiras, sistemas de aquecimento central ou instalações elétricas, entre outros. O governo regional estima que este mecanismo possa ter contribuído para uma economia energética de cerca de 200 mil toneladas equivalentes de petróleo e para a reduzir a emissão de um milhão de toneladas de CO2. No caso da administração pública, foi promovida a reabilitação energética de todas as edificações da região.

Mesmo assim, o Plano Energético desenvolveu-se de forma bem mais abrangente, incluindo ações de divulgação e formação, modificações legais relativas aos certificados de eficiência energética ou promoção do gás natural.

Na estratégia, houve também lugar à promoção de projetos-piloto e de demonstração. Este foi o caso, por exemplo, da iniciativa da reforma das instalações elétricas nas Escolas Tecnológicas de Engenharia de Minas e Energia, mas também do plano de economia de energia do metrô de Madrid, que se traduz em medidas como a implementação de tecnologia LED, otimização de ventilação dos túneis ou ajustes de tensão elétrica.

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Empresas mineiras desenvolvem soluções inteligentes para reduzir o consumo de energia

Fonte: SEGS

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O Brasil tem presenciando uma das piores estiagens dos últimos tempos, o que levou reservatórios de águas em diversos estados a operarem com níveis muito baixos. Frente à equação escassez de recursos X aumento do consumo energético, o Sebrae Minas criou o Projeto Coletivo que apoia 20 micro e pequenas empresas, a maior parte incubada na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), com o intuito de incentivar o desenvolvimento e a competitividade do setor de smart grid, isto é, na criação de equipamentos e serviços que utilizem redes e dispositivos inteligentes com foco no uso mais intenso da tecnologia em todo o ciclo da produção de energia.

A iniciativa, que teve início em junho deste ano, possui diversas ações que se estenderão até 2017, com o objetivo de capacitar e estimular a abertura de novos mercados. “O objetivo é que até o final já do próximo ano, as micro e pequenas empresas (MPEs) participantes conquistem um aumento de faturamento de até 50% e incremento de 5% de produtos de alto impacto de inovação que possam ser lançados no mercado, estimulando, assim, o desenvolvimento de novas soluções”, explica Elaine de Fátima Rezende, analista do Sebrae Minas.

Entre as empresas que participam do projeto do Sebrae Minas está a S.O. Esco, uma das incubadoras da Unifei, desenvolveu projetos na linha de economia de energia e água. Renato Swerts Carneiro, sócio da empresa, conta que entre os produtos criados está um monitor que acompanha em tempo real o consumo desses dois recursos naturais. “O diferencial é que ele faz a medição e transmite as informações para uma plataforma, via internet, e tem funções que ajudam a melhorar a gestão do consumo de energia e água.”

Entre soluções desenvolvidas está um alarme, que é acionado sempre que o valor do consumo ultrapassa o pré-estabelecido. Com isso, as indústrias podem analisar com antecedência o gasto de energia de um determinado setor ou equipamento e, assim, adotar ações corretivas e que garantam o gerenciamento eficiente do seu uso. Basta instalar o monitor no quadro da rede elétrica, sendo que um primeiro equipamento faz a leitura e transmite os dados via rádio para uma central, que, então, publica na internet. A central de energia pode ser integrada ao sistema da empresa.

“Trata-se uma ferramenta de gestão dentro de um serviço que nós vendemos. Junto dela, nós realizamos projetos de eficiência energética, em que estudamos os principais consumos, as possibilidade de melhoria, o custo X benefício dessas melhorias, entre outros serviços. Por meio dessa consultoria é detectado o que realmente precisa ser monitorado, possibilitando uma melhor gestão do consumo”, esclarece Renato Carneiro. “Outro diferencial é que monitor pode ser personalizado de acordo com as necessidades do usuário. Por exemplo: uma indústria calçadista pode se informar sobre a quantidade de energia elétrica gasta para produzir um lote de mil sapatos.”

A solução começou a ser desenvolvida com o Sebraetc Inovação no final de 2013, tendo um protótipo instalado no prédio da incubadora, na Unifei. “A ideia é que o valor final reduza para que as empresas consigam fazer o maior número de monitoramentos possíveis, gerando mais informações”, vislumbra.

Apesar disso, a S.O. Esco já emitiu algumas propostas comerciais para a própria universidade, além de uma indústria automotiva, prefeituras, com foco em iluminação pública, e hospitais, para o monitoramento de material esterilizado e lavanderia. A partir desse investimento, espera-se que a economia de energia chegue a 20%.

Redução tarifária

Já a empresa Sete é destinada à indústria e ao comércio e trata dos aspectos de reajuste e revisão dos custos das Distribuidoras de Energia Elétrica, para que as tarifas de energia elétrica possam ser estimadas pelos usuários. “É um software de estimativa de energia. O cliente contrata o serviço, através de uma assinatura anual, e coloca as premissas dele no sistema, o que influenciará no valor da tarifa. A partir desses dados, o sistema apresenta uma estimativa, mas esse valor pode mudar de acordo com os parâmetros apresentados”, esclarece a empreendedora.

Dessa forma, o usuário consegue entender um pouco mais como a tarifa de energia influencia no custo final da empresa, na produção, ou no próprio planejamento de gastos para o ano seguinte.

Até agosto deste ano, o Sete já possuía 41 usuários ativos nas áreas de comercialização e distribuição de energia elétrica, produção e refino de petróleo, associações e grandes consumidores.

Prevendo falhas

Desde 2000 no mercado, a empresa PS Soluções cria projetos de manutenção preditiva de motores elétricos, especialmente motores de indução, o que permite realizar o diagnóstico e predição de falhas com métodos não invasivos e com os motores operando normalmente.

De acordo com Erik Leandro Bonaldi, sócio-diretor, a solução permite prever as falhas desses equipamentos, possibilitando que seja feita a programação de intervenções. “Imagine um motor de uma refinaria da Petrobras. Se ele quebrar, dependendo de que parte do processo for responsável, poderá provocar um prejuízo de R$ 600 mil por dia. Se ele ficar dez dias parado, o prejuízo será de R$ 6 milhões. O nosso equipamento evita que isso aconteça. Ele avisa que o motor pode estragar e, com isso, programa a intervenção, e, ao invés de ficar parado dez dias, fica apenas um”, explica. O mesmo produto pode ser usado em geradores, evitando paradas com interrupções de energia pela unidade geradora afetada.

Apesar de a manutenção preditiva já estar no mercado desde 2004, o empresário decidiu participar do grupo coletivo devido à possibilidade de apresentar a solução em outros países, além do contato com as demais empresas participantes, que acaba trazendo outros benefícios.

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Operação & Manutenção – Precisamos acabar com a “visão míope”

Em tempos de recessão (e já arrastamos esta situação por quase dois anos…), é extremamente normal (e saudável) que as empresas olhem para o seu interior, para a sua operação e busquem por reduções e mudanças, o que nem sempre poderá ser o melhor caminho, se estas atitudes e ações não forem embasadas de forma técnica e gerencial.

Isto é o que chamo as vezes de “visão míope” sobre uma determinada situação.

Com isto, também se observa a maior oferta de cursos voltados à gestão de nossas operações, onde temos normalmente uma maior concentração em seus conceitos e formas de planejamento, objetivando a adição ou a renovação do conhecimento junto aos participantes.

Entretanto, sente-se muito a falta de dois fatores extremamente importantes:

  • A visão prática sobre todo o processo, com enfoque na análise e aplicabilidade de modelos
  • A transferência de experiência na gestão de resultados

Isto é de fundamental importância para que os participantes aprendam, de fato, à analisar melhor antes de simplesmente aplicar os modelos de mercado, o que nem sempre trará o resultado esperado…

Conceitos e Normas existem e são vitais, mas cabe-nos sempre a análise prévia quanto a sua aplicabilidade e a decisão sobre a melhor forma de fazê-lo (customização).

O empirismo é necessário, mas precedido de um adequado planejamento e de uma análise de riscos.

A gestão de resultados é o caminho para a retro-alimentação de processos e deverá ser também posta em prática e avaliada periodicamente.

Ferramentas de gestão são vitais, se adequadamente customizadas e colocadas sob o olhar contínuo, atento e experiente de um profissional.

Enfim, estas são apenas algumas considerações sobre o processo de gestão e controle que precisam ser observados e principalmente, incluídos em cursos e treinamentos.

Precisamos sair do “óbvio ululante” como dizia um de meus antigos mestres na época da faculdade.

É exatamente com este intuito que ministraremos um curso inovador no mercado neste ano de 2015 e aproveito para convidar à todos. Já divulgamos neste Blog a chamada para o curso, que acontecerá agora em Abril, entre os dias 09 e 11 na capital Paulista.

Segue ao lado o link para o post: https://alexandremflara.com/2015/03/02/curso-de-gestao-em-operacao-manutencao-em-sp-faltam-apenas-38-dias-2/

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Senai – SP promove cursos voltados para a eficiência energética

Fonte: Procel Info

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O Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial- oferece no mês de março uma série de cursos voltados para a área de energia e eficiência energética. Com carga horária que varia de 24h a 80 horas, existem turmas com aulas nos dias úteis no período noturno e aos sábados. Todos os cursos serão realizados na unidade de Pirituba, na zona norte da capital paulista.

O curso de “Gerenciamento de Energia” tem como objetivo o desenvolvimento de competências relativas à analise e diagnóstico de consumo que permitam a elaboração de propostas para a otimização do consumo de energia elétrica. Com carga horária de 24 horas, o curso terá duas turmas: uma às sextas-feiras das 18h às 22h e outra aos sábados de 08h às 12h.

Ainda em março, será oferecido o curso de “Energia Solar Fotovoltaica-conceitos e aplicações”. Destinado aos profissionais do setor, o curso visa o desenvolvimento de competências para orientar sobre os sistemas de energia Solar Fotovoltaica, diagnosticando fatores de consumo de energia e propondo soluções de acordo com normas e determinações dos órgãos regulamentadores. O Senai oferece turmas com aulas no período da tarde, noite e aos sábados.

Com início previsto para oito de abril, o curso de Luminotécnica tem como objetivo desenvolver atividades de avaliação, dimensionamento e projeto de sistemas de iluminação, estimulando a compreensão da importância da iluminação correta para cada atividade. Durante as aulas, os alunos terão contato com técnicas que visam o uso correto dos diferentes tipos de lâmpadas, LED´s, luminárias e acessórios para os vários ambientes, além de desenvolver projetos de iluminação por métodos tradicionais e com o uso de software específico, respeitando as normas existentes. Com carga horária de 80 horas, o curso terá aulas no período noturno, às quartas, quintas e sextas-feira.

O Senai-SP ainda oferece o Curso de Eficiência Energética. Ainda sem data de início definida, o curso pretende desenvolver competências relativas a analise, identificação de potenciais de redução de consumo de energia e eficientização de processos que permitam a elaboração de propostas para a otimização dos insumos energéticos industriais.

Para todos os cursos, o Senai exige idade mínina de 18 anos e o ensino fundamental concluído. Para mais informações e inscrições, os interessados podem entrar em contado pelo telefone (11) 3901-9300 ou pelo e-mail senaipirituba@sp.senai.br

Serviço

Curso Gerenciamento de Energia

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 24 horas

Turmas: 27/03/2015 a 15/05/2015 – sexta-feira das 18h às 22h

28/03/2015 a 16/05/2015 – sábado das 08h às 12h

http://pirituba.sp.senai.br/curso/54814/163/gerenciamento-de-energia

Curso Energia Solar Fotovoltaica – conceitos e aplicações

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 24 horas

Turmas: 28/03/2015 a 16/05/2015 – sábado das 13:00 às 17:00

10/03/2015 a 31/03/2015 – 3ª e 5ª feira das 18:30 às 22:00

17/03/2015 a 25/03/2015 – 3ª, 4ª, 5ª e 6ª feira das 13:00 às 17:00

Phttp://pirituba.sp.senai.br/curso/73286/163/energia-solar-fotovoltaica-conceitos-e-aplicacoes

Curso de Luminotécnica

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 80 horas

Turma: 08/04/2015 a 12/06/2015 – 4ª, 5ª e 6ª feira das 18:30 às 22:00

http://pirituba.sp.senai.br/curso/68090/163/luminotecnica

Curso de Eficiência Energética

Local: Centro de Treinamento Senai “Jorge Mahfuz”

Rua Jerônimo Telles Jr., 125 – Pirituba – São Paulo-SP

Telefone: (11) 3901-9300

E-mail: senaipirituba@sp.senai.br

Duração: 40 horas

Turma: a definir

http://pirituba.sp.senai.br/curso/62093/163/eficiencia-energetica

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Dicas para economizar energia com a TV e o micro-ondas

Fonte: Fórum da Construção

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Levante a mão quem não tem televisão em casa? E quem não tem micro-ondas? Talvez o primeiro seja mais presente nos lares brasileiros, mas a praticidade de um micro-ondas também tem seu valor.

Mas, sendo alguns dos itens mais usados dentro de casa, você tem feito alguma coisa para economizar energia em relação a esses eletrodométiscos? Siga algumas dessas dicas a seguir:

Em média, a televisão é utilizada de 4 a 5 horas todos os dias, em cada casa. Ela consome entre 10 e 30 kWh, sendo responsável por cerca de 5% a 15% do consumo total de uma residência. Para economizar, evite deixar a TV no modo “stand by“, pois ela continua consumindo energia ao estar pronta para ser ligada a qualquer hora.

Caso você tenha o hábito de dormir assistindo televisão, coloque-a na função timer, para não desperdiçar e evitar ter de acordar para desligá-la. As TVs de LCD consomem menos energia que as TVs de plasma. E é claro, quanto maior for o aparelho, maior será seu consumo de energia.

Não esquecendo daquela velha dica de que quando não tiver alguém no ambiente, ou ninguém estiver prestando atenção na TV, desligue-a!

Num forno micro-ondas não há calor interno no aparelho. As microondas atingem o alimento por todos os lados, penetrando de 2 a 4 cm dependendo da consistência do alimento. É muito importante cobrir a comida na hora de aquecê-la, tanto num forno convencional quanto no microondas. Fazendo isso, a umidade e frescor do alimento serão mantidos, além de você economizar energia durante o processo de cozimento.

Aparelhos microondas sem grill são mais econômicos. Ao colocar o alimento em um prato para aquecê-lo, deixe espaços entre os pedaços para que o aquecimento se dê uniformemente, nunca colocando uns sobre os outros.

Procure descongelar os alimentos naturalmente, em temperatura ambiente, sem a utilização do aparelho.

Por fim, veja no manual do aparelho qual a potência indicada para cada alimento, assim você não irá ressecá-lo, cozinhando demais e nem gastará energia desnecessariamente.

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China e EUA fecham acordo sobre programa de eficiência energética

Fonte: Celulose Online

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Um novo programa-piloto entre China e Estados Unidos, assinado durante um simpósio, resultará em um maior esforço de eficiência energética nos edifícios. A nova iniciativa visa a partilha de experiência, know-how e boas-práticas entre os dois países, em prol de uma disseminação do mercado de ESE (Empresas de Serviços Energéticos).

O modelo ESE prevê a formalização de contratos de desempenho energético entre o proprietário do edifício e uma empresa privada, através dos quais o investimento inicial na reabilitação energética é garantido pela empresa e pago mediante as poupanças alcançadas.

O modelo não é novo na China, mas ainda reduzido a experiências pontuais e localizadas geograficamente. É o caso, por exemplo, da cidade de Shenzhen, na província de Guangdong, no Sul do país. Nesta cidade as autoridades locais aplicam os contratos de desempenho energético como principal motor de eficiência energética nos edifícios públicos.

Segundo dados apresentados no simpósio, relativos a junho de 2014, Shenzen já implementou contratos ESE para cerca de sete milhões de metros quadrados de edificado. Além disso, a cidade chinesa tem funcionado com um modelo próprio de orçamento em matéria de energia, baseado na intensidade energética de cada edifício.

Adivinhando a complexidade de promover um modelo ESE à escala nacional na China, o Laboratório Berkeley do Departamento de Energia dos Estados Unidos acredita que uma abordagem local permitirá melhores benefícios.

O novo programa-piloto agora anunciado prevê que cada projecto implementado reúna, pelo menos, uma empresa de serviços de energia chinesa e uma norte-americana. Além disso, a abordagem proposta para cada um dos projetos tem que prever a redução dos níveis de consumo energético em 25%.

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Empreiteiras citadas na Lava-Jato podem ter dificuldade na execução de obras para Olimpíadas

Fonte: O Globo (RJ)

Divulgação: SINAENCO

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Vista aérea das obras do Parque Olímpico, na Barra: serviços de infraestrutura e construção de parte das instalações esportivas estão sendo realizados por empreiteiras citadas na Operação Lava-Jato – Ricardo Moraes / Reuters

As denúncias da Operação Lava-Jato, relacionadas a um esquema de corrupção envolvendo a Petrobras e uma série de empreiteiras, podem transformar em corrida de obstáculo os esforços para concluir as obras para os Jogos de 2016, a 18 meses do evento. Sete empreiteiras investigadas aparecem em 11 projetos considerados cruciais para as Olimpíadas, como o Parque Olímpico da Barra, a Vila dos Atletas e a Linha 4 do metrô. Especialistas ouvidos pelo GLOBO acreditam que muitas dessas empresas podem vir a ter problemas para contrair empréstimos no mercado e manter o ritmo dos trabalhos nos canteiros de obras. Os contratos envolvem R$ 27,1 bilhões, cerca de 92% do total de investimentos em estádios e infraestrutura previstos para o evento. O levantamento do GLOBO tomou como base a lista de projetos divulgados pela Autoridade Pública Olímpica (APO).

As construtoras que preocupam são Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Carioca. Na lista de obras, estão não apenas estádios e vilas olímpicas, mas também projetos que ficarão como legado de mobilidade urbana ou infraestrutura.

Muitos desses projetos são contratos de longo prazo. Como o Porto Maravilha, conduzido pela empresa Porto Novo S/A, que tem entre os acionistas a Odebrecht Infraestrutura (37,5%) e a OAS (37,5%). Esta última, de acordo com uma das cláusulas do contrato, também ficará responsável por conservar as áreas revitalizadas por um período. No Parque Olímpico, sob a responsabilidade do consórcio Rio Mais (33,3% Odebrecht Realizações Imobiliárias Ltda e 33,3% Andrade Gutierrez), o contrato de concessão também prevê a manutenção das áreas públicas por 15 anos.

RISCO DE VIRAR BOLA DE NEVE

A gerente de análise de investimentos da Lopes Filho & Associados, Leila Almeida, destaca que geralmente grandes empreiteiras não têm patrimônio para oferecer como garantia.

Nem faria sentido terem muito patrimônio. Empreiteiras não são fábricas que precisam de instalações, mas prestadoras de serviços que buscam financiamento, oferecendo como garantia os contratos que firmaram. Existe o risco de o que começou na Petrobras virar uma bola de neve pela falta de crédito analisou Leila Almeida.

A ampliação do Elevado do Joá, um dos compromissos para as Olimpíadas, é feita pela Odebrecht – Domingos Peixoto / Agência O Globo

No dia 2 de novembro do ano passado, o procurador de Contas junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Júlio Marcelo de Oliveira, requisitou ao órgão que oito grandes empreiteiras fossem declaradas inidôneas, em consequência das investigações da Operação Lava-Jato. Entre as que participam das obras olímpicas, apenas a Odebrecht não foi citada na época. Caso o pedido seja aceito, as empresas seriam proibidas de firmar novos contratos com o setor público pelo prazo de cinco anos, criando mais dificuldades financeiras.

Para Cláudio Frischtak, da Interb Consultoria, o grande problema para essas empresas hoje é o fato de ser impossível afirmar quanto tempo vai durar a crise criada pelas revelações da Lava-Jato. O que, obviamente, se reflete na hora de negociação de créditos bancários.

Normalmente os bancos já são instituições bastante conservadoras. E, numa situação como a da Lava-Jato, tendem a ser mais exigentes com relação a garantias. Afinal, não se sabe que empreiteiras vão sobreviver a essa crise e honrar seus empréstimos. E, mesmo que sobrevivam, em que condições isso se dará analisou Cláudio Frischtak.

Os sinais de dificuldade já começam a aparecer. Em janeiro, as agências de classificação de risco Standard & Poors e a Fitch rebaixaram as notas de avaliação (rating) da capacidade de pagamento aos fornecedores da construtora OAS. Além do Porto Novo, a construtora divide com a Queiroz Galvão a responsabilidade por executar as principais obras do Parque Olímpico de Deodoro. Lá, as duas empresas têm que correr contra o tempo para finalizar os trabalhos que começaram com atraso, há cerca de oito meses, devido a questões burocráticas.

Outro complicador é que algumas obras têm que ser entregues já no segundo semestre deste ano, porque muitas arenas, por exigência do Comitê Olímpico Internacional (COI), precisam receber eventos-teste este ano.

Apesar das preocupações do mercado, o governador Luiz Fernando Pezão e o prefeito Eduardo Paes têm negado seguidamente que exista risco que o escândalo contamine o projeto olímpico. Procurados nesta quinta-feira, Pezão e Paes não responderam aos pedidos de entrevista. No caso do governo do estado, o investimento mais estratégico é nas obras da Linha 4 do metrô. Dos R$ 8,7 bilhões que estão sendo gastos para levar o metrô da Zona Sul à Barra da Tijuca, R$ 7,6 bilhões são do estado (que se endividou para viabilizar o projeto) e R$ 1,1 bilhão da Rio Barra Participações. A empresa líder da Rio Barra é a construtora Queiroz Galvão. Entre as que participam do consórcio, está ainda a Carioca Engenharia, outra investigada na Lava-Jato.

OAS E ANDRADE GUTIERRREZ NEGAM PROBLEMAS

Das sete empresas do caso Lava-Jato citadas na reportagem, duas negaram a possibilidade de atraso no cronograma das obras. A OAS afirmou que todas as operações estão sendo executadas de forma normal e no curso dos negócios. A Andrade Gutierrez destacou que tem tamanho e escala significativos e que, até o momento, nenhum dos projetos sofreu impacto e que as obras seguem o cronograma e escopo definidos pelos clientes. A empresa afirmou ainda que não tem qualquer relação com os fatos investigados pela Lava-Jato.

Afirmando que não poderia atender às demandas da imprensa por exigência contratual, a Mendes Júnior, responsável pelas obras de combate a enchentes na região da Grande Tijuca, não quis comentar o caso. A Camargo Corrêa que através do grupo CCR trabalha no projeto do VLT carioca e do BRT Transolímpico orientou a reportagem a procurar a assessoria de imprensa do Grupo CCR, que, por sua vez, disse que a questão era com a Camargo Corrêa. Odebrecht e Queiroz Galvão não responderam. Não foram localizados representantes da Carioca Engenharia, que tem participação na Linha 4 do metrô.

De acordo com duas fontes ouvidas pelo GLOBO, diretores da Odebrecht teriam participado, na quinta-feira à tarde, de uma reunião com o prefeito Eduardo Paes para relatar dificuldades de manter o ritmo das obras no Parque Olímpico da Barra por conta das dificuldades de acesso ao crédito. As assessorias do prefeito e da empreiteira negaram a reunião. Uma subsidiária da empresa, a Odebrecht Realizações Imobiliárias, detém 33,3% de participação no Consórcio Rio Mais, responsável pela maioria das obras (com exceção de algumas arenas) numa parceria público-privada com a prefeitura. O Rio Mais tem a atribuição de, por exemplo, construir o Centro de Mídia e Transmissão, que gerará todas as imagens do evento. O projeto é considerado complexo, porque implica particularidades arquitetônicas de modo a evitar falhas na transmissão dos Jogos. Também atua no projeto do Centro de Mídia a Construtora Queiroz Galvão (com 33,3% de participação), outra investigada na Lava-Jato.

AS OBRAS

Linha 4 do metrô: Queiroz Galvão lidera o consórcio Rio Barra, que tem ainda a participação da Odebrecht e Carioca Engenharia, entre outras.

Porto Maravilha: Participam do Consórcio Porto Novo S/A : Carioca Engenharia, Odebrecht Infraestrutura, uma subsidiária do grupo, e OAS. O empreendimento está orçado em R$ 8,2 bi.

BRT Transolímpico: Ao custo de R$ 1,7 bilhão, em regime de PPP, o empreendimento reúne a OAS, via Grupo Invepar (33,4%), Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, acionistas do Grupo CCR (33,3%), e a Odebrecht Transport (33,3%).

VLT Carioca: Camargo Corrêa, via CCR e Odebrecht.

Despoluição das Lagoas da Barra: Queiroz Galvão/OAS /Andrade Gutierrez.

Vila dos Atletas: Odebrecht (50%) .

Parque Olímpico da Barra (parte): Odebrecht (33,3%) e Andrade Gutierrez (33%)

Parque Olímpico de Deodoro (parte): Queiroz Galvão /OAS.

Duplicação do Elevado do Joá: Odebrecht.

Obras de combate às enchentes na Grande Tijuca: Mendes Júnior.

Saneamento da Zona Oeste: Odebrecht e Queiroz Galvão (participação em Águas do Brasil).

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Horário de verão: Sudeste e Centro-Oeste poupam o dobro do consumo de Brasília

Fonte: Agência Brasil

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O Ministério de Minas e Energia estima que a redução da demanda de energia entre as 18h e às 21h tenha sido de até 1.970 megawatts (MW) no Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, equivalente ao dobro do consumo de Brasília em todo o período em que esteve em vigor. No Subsistema Sul, segundo o ministério, a redução foi 625 MW, correspondendo a um total de 4,5% de economia em ambos os sistemas.

A previsão de ganhos com a redução do consumo total de energia é de cerca de 195 MW médios no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, que equivale ao consumo mensal da cidade de Brasília, e 55 MW médios no Subsistema Sul, equivalente ao consumo mensal de Florianópolis.

A redução total de 250 MW corresponde a um percentual estimado de 0,5%, nos dois subsistemas. Além disso, estima-se que ocorreu um ganho de armazenamento de energia nas hidrelétricas de 0,4% no Sistema Sudeste/Centro-Oeste e 1,1% no sistema Sul.

O horário de verão começou no dia 19 de outubro de 2014 para os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e terminou à 0h de domingo (22).

O principal objetivo do horário de verão é aproveitar melhor a luminosidade natural do dia, reduzindo o consumo de eletricidade no fim da tarde, quando é registrada maior demanda por energia. Recentemente, o pico de consumo tem ocorrido no início da tarde, principalmente por causa do aumento do uso de aparelhos de ar condicionado.

Este ano, o governo avaliou a prorrogação da vigência do horário de verão por causa da falta de chuvas, que prejudica os reservatórios das hidrelétricas, mas concluiu que o custo-benefício não valeria a pena.

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Começam hoje ajustes em tarifas de energia com aumentos de até 48%

Fonte: Folha de S. Paulo Online

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A partir desta segunda-feira (2) passam a ser aplicados ajustes extraordinários sobre distribuidoras de energia de todo o país e um acréscimo para o sistema de bandeiras tarifárias aprovados pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) na sexta-feira (27).

O efeito prático para o consumidor é um aumento de até 48% no preço da luz, considerando reajuste extraordinário e bandeira tarifária.

Na média, o aumento percebido pelos brasileiros em março será de 32%. Esse percentual considera tanto a média dos reajustes extraordinários no país (23,4%) quanto o efeito extra trazido pela aplicação da bandeira vermelha (8,5%), que vai valer durante todo mês.

Apesar de a bandeira tarifária poder variar de mês para mês, é improvável, pelas condições climáticas e atual situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas, que a cor da bandeira possa voltar a ser verde no curto prazo (sem acréscimos para o consumidor), ou mesmo amarela (que indica gastos acima do padrão, mas não exorbitantes).

De forma que a pressão sobre os preços da energia deve seguir pelos próximos meses.

Mesmo ao desconsiderar o efeito da bandeira tarifária, o aumento médio que será aplicado sobre as tarifas, de forma permanente, será de 28,7% para Sul, Sudeste e Centro-Oeste e de 5,5% no Norte e Nordeste.

Para os consumidores da Eletropaulo, por exemplo, o aumento extraordinário eleva as tarifas em 31,9%. Com a bandeira vermelha, 40,4%.

Editoria de Arte/Folhapress

ENTRE REGIÕES

A grande diferença entre os aumentos médios de uma região para outra se dá por dois motivos: o primeiro é a proteção legal das regiões Norte e Nordeste. A regra impede que haja uma divisão igualitária dos gastos anuais do setor elétrico, fazendo com que as duas regiões paguem menos.

Além disso, recaem sobre os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste os custos altos da compra da energia de Itaipu, que sofreu aumento de 46% a partir de janeiro. Como apenas essas regiões fazem uso dessa energia, só elas pagam por estes gastos maiores.

BANDEIRAS

O sistema de bandeiras tarifárias é o responsável por passar mensalmente o custo elevado das usinas térmicas para o consumidor. Além do risco hidrológico, que é o gasto extra das usinas que não conseguem entregar a quantidade de energia prevista em contrato.

Em decisão, também tomada nesta sexta-feira (27), o preço das bandeiras aumentou 83% no caso da vermelha e 66,7% no caso da amarela.

Pela regra, o acréscimo mensal passa de R$ 3 para R$ 5,50 a cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumidos no caso do maior preço.

Para a bandeira tarifária amarela quando gastos com usinas térmicas estão fora do padrão, mas não extremamente elevados, o preço vai passar de R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos para R$ 2,50.

Só não há elevação de preços quando a bandeira for verde, indicando poucos gastos extraordinários no setor.

Veja percentuais do aumento de cada distribuidora
Distribuidora Efeito
CELPE 2,20%
COSERN 2,80%
CEMAR 3,00%
CEPISA 3,20%
CELPA 3,60%
ENERGISA PB 3,80%
CELTINS 4,50%
CEAL 4,70%
COELBA 5,40%
ENERGISA BO 5,70%
SULGIPE 7,50%
ENERGISA SE 8,00%
CPFL STA CRUZ 9,20%
COELCE 10,30%
MOCOCA 16,20%
CERON 16,90%
CPEE 19,10%
JOAOCESA 19,80%
COOPERALIANÇA 20,50%
ELETROACRE 21,00%
SANTAMARIA 21,00%
CHESP 21,30%
CSPE 21,30%
CEEE 21,90%
LIGHT 22,50%
CJE 22,80%
IENERGIA 23,90%
CEB 24,10%
ELEKTRO 24,20%
CELESC 24,80%
BANDEIRANTE 24,90%
ENF 26,00%
ESCELSA 26,30%
CEMAT 26,80%
ENERGISA MG 26,90%
EFLUL 27,00%
ELETROCAR 27,20%
CELG 27,50%
DME-PC 27,60%
ENERSUL 27,90%
CEMIG 28,80%
CPFL PIRATININGA 29,20%
EDEVP 29,40%
CPFL PAULISTA 31,80%
HIDROPAN 31,80%
CFLO 31,90%
ELETROPAULO 31,90%
FORCEL 32,20%
CAIUA 32,40%
DEMEI 33,70%
MUXFELDT 34,30%
COCEL 34,60%
CNEE 35,20%
RGE 35,50%
COPEL 36,40%
UHENPAL 36,80%
BRAGANTINA 38,50%
AES SUL 39,50%
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