Contagem Regressiva: Faltam 7 dias para encerrar as inscrições para o Curso de Gestão em Operação & Manutenção

Faltam 07 dias para aqueles que desejam ainda efetuar a inscrição!!!

Conforme vem sendo divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste 2015 a sua turma do curso de Gestão em Operação & Manutenção na cidade de SP. Faltam apenas 14 dias para o Curso e poucos dias para o encerramento das inscrições!! Aos interessados, segue abaixo o folder com as informações e o link (basta clicar no folder / na imagem abaixo) para que sejam direcionados ao site de inscrições. Nos veremos lá!! Newsletter 1 AF 2015

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Agende-se – 12º Congresso Infra em SP (Maio deste ano)

12 INFRA

Clique na imagem acima e você será redirecionado ao site dos eventos Infra.

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Engenheiros transformam caixa d’água em mini usina hidrelétrica

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Engenheiros transformam caixa d’água em mini usina hidrelétrica

Com toda a crise econômica e ambiental, surge esta solução simples para gerar energia limpa em casa, economizando dinheiro e poupando o meio ambiente. A UGES (Unidade Geradora de Energia Sustentável) transforma caixas d’água em mini usinas hidrelétricas, independente de seu tamanho, transformando a passagem de água que abastece os reservatórios em um sistema gerador de energia limpa.

No Brasil a média de consumo diário de água é 250 Litros por pessoa, consumo que é totalmente desperdiçado como forma de energia. Ao desenvolver um sistema que reaproveita essa energia, podemos gerar eletricidade, sem emissão de gases e totalmente limpa”, explica Mauro Serra a FAPERJ.

A UGES é acoplada à entrada de água da caixa e conectada, por fios elétricos a uma unidade móvel de tamanho aproximado a um pequeno container – que pode ter rodinhas e ser móvel. Composta por várias partes, desde a válvula que regula a entrada de…

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Air quality in nursing homes ‘affects lung health of residents’

Fonte (Source): Nursing Times.Net

Por (By): Steve Ford

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Click here to read this article directly from nursing times.net.

The indoor air quality in nursing homes can have a serious effect on the lung health of older residents, according to the findings of a European study.

The authors of the study, which is published in the European Respiratory Journal, believe it is the first to detail the negative effects of poor air quality in nursing homes across several countries.

The researchers collected data on five indoor air pollutants – PM10, PM0.1, formaldehyde, NO2 and O3.

The pollutants come from a range of sources including heaters, building materials, furniture, cleaning products, disinfectants and cooling systems.

They assessed levels of the pollutants in 50 different nursing homes in seven countries – Belgium, Denmark, France, Greece, Italy, Poland and Sweden. A total of 600 residents took part in the study.

The results showed that exposure to high levels of PM10 and NO2 was significantly associated with breathlessness and cough.

In addition, high levels of PM0.1 were associated with wheeze during the last year and high concentrations of formaldehyde were linked with chronic obstructive pulmonary disease.

The associations were even seen with “moderate” concentrations of indoor air pollutants, the researchers said, adding that they were enhanced in homes with poor ventilation.

Dr Isabella Annesi-Maesano, lead author of the study, said: “Our findings have shown an independent effect of several indoor air pollutants on the lung health of the elderly living in nursing homes.

“This is a worrying problem since the body’s ability to cope with harmful air pollutants decreases as we age,” said Dr Annesi-Maesano.

“Nursing homes should do more to prevent indoor air pollution by limiting its sources and by improving ventilation in their buildings,” she said. “The respiratory health of residents should also be checked on a regular basis.”

Dan Smyth, chair of the European Lung Foundation, added that the findings added to a body of evidence “confirming” that indoor air pollution was a risk factor for respiratory disease.

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Comissionamento – ASHRAE promoverá Webcast gratuita em 26/04

A ASHRAE convida à todos para assistirem ao Webcast sobre Comissionamento em Edifícios Existentes, que acontecerá no próximo 26/04.

Vejam a chamada abaixo.

ASHRAE Webinair Cx

This webcast will feature industry experts who will define the benefits of existing building commissioning for the environment, occupants, operations staff, and overall ownership costs. Viewers will be able to recognize the varied scopes of commissioning, when to apply comprehensive versus focused commissioning, and best practices in existing building commissioning specifications & contracting.

This FREE webcast will be broadcast live via the internet. Watch this page for more information about the program, speakers and registration.

Registration is now open for the April 23rd Webcast.
There is no fee for registration.

Register

Attendees may be awarded three (3) Professional Development Hours (PDHs). The webcast program has also been approved for three (3) AIA Learning Units (LUs) and three (3) GBCI Continuing Education Hours (CEs).

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Brasil enfrenta obstáculos para a reindustrialização

Fonte: Valor Online

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Os EUA estão vivendo um forte processo de reindustrialização no qual estão aprendendo a ser competitivos em relação aos asiáticos, mas isso não significa que países como a China estão fora do jogo em que automação e novas tecnologias dão as cartas, afirmam especialistas. Já outros emergentes, como o Brasil, até podem ser beneficiados pela desvalorização de suas moedas, mas correm o risco de ficar de fora do processo se não solucionarem velhas questões, como o forte protecionismo ou ambiente de negócios pouco competitivo.

Os chineses têm vastos recursos à disposição e estão emitindo fortes sinais de que não querem ser apenas produtores, mas também inovadores, diz o vice-presidente da área de automação industrial da Siemens, Alf Hufstetler. “Nunca acharia que a China está fora do jogo. Ela vai sempre ser importante à economia americana, assim como Indonésia, Coreia do Sul e até mesmo Brasil”, diz o executivo. Nesse movimento de reindustrialização focado em investimentos em tecnologia e inovação, Hufstetler avalia que mesmo o Brasil tem meios de não ser deixado para trás. “A oportunidade de ter projetos mais conectados à indústria 4.0 é bastante real”, afirma o executivo, ao ressaltar que algumas das maiores companhias automobilísticas do mundo produzem no Brasil.

Para o presidente da consultoria americana ITR Economics, Brian Beaulieu, a revitalização da indústria americana tem como um dos focos estratégicos o mercado externo, mas a expectativa de que o dólar se mantenha valorizado pode criar vantagens para países como o Brasil. “O Brasil e também outros países podem se aproveitar dos ventos contrários para os EUA vindos da moeda forte”, diz Beaulieu. Para isso, diz ele, o país precisaria melhorar o seu ambiente de negócios, com uma maior colaboração entre o Norte e o Sul. Com exceções de alguns setores, como o agronegócio, a baixa produtividade é vista como um problema, assim como o forte protecionismo do mercado, incluindo a própria indústria automotiva do Brasil. “Crescimento, qualidade e vendas produzem postos de trabalho, não o protecionismo que não funciona”, diz Hufstetler, da Siemens.

Dados da Eurostat de 2013 sobre o Produto Interno Bruto (PIB) gerado por hora trabalhada mostram que, enquanto nos EUA e na Alemanha esse índice é de, respectivamente, US$ 67 e US$ 57, ele cai para US$ 19 por hora no México e apenas US$ 10 por hora no Brasil. Jorge Arbache, professor da Universidade de Brasília (UnB) que tem se dedicado a temas como competitividade, produtividade, inovação e tecnologia, diz que há uma conjunção de fatores que tem feito com que produzir não só nos EUA, mas também na Alemanha e em outros países industrializados, esteja se tornando algo mais barato do que produzir na China e outros emergentes. “Há uma mudança tecnológica que envolve a internet das coisas, robôs, impressoras 3D, dentre outras novas tecnologias que, em conjunto, permitem que produtos industriais sejam produzidos por um custo muito mais barato do que usando tecnologias convencionais”, diz. Ele lembra que, nos EUA, o Partido Democrata sempre teve simpatia pela agenda da reindustrialização, mas ela ganhou novo sentido com a sofisticação tecnológica. “Ao buscar revitalizar a indústria americana, o presidente [Barack] Obama estava pensando basicamente na necessidade de criação de empregos, mas conseguiu mais do que isso, houve criação de valor.”

Menos otimista do que os executivos americanos, o professor de economia da UnB avalia que o Brasil ainda está muito focado em uma agenda de custos voltada para questões como infraestrutura, logística ou impostos. “Estamos pensando em nos tornar mais competitivos via custos, mas a indústria do século XXI vai muito além”, diz. A competitividade global, afirma, envolve hoje agregação de valor e diferenciação de produtos. “O consumo é global e ditado por quem inova.” Para Arbache, o Brasil está totalmente fora dessa agenda e, na melhor das hipóteses, se dispõe a discutir produtividade do ponto de vista mais convencional possível. Segundo ele, é preciso ter claro que, na “economia do século XXI”, os custos sempre serão importantes, mas seu peso relativo está em queda. “A indústria 4.0 não é indústria de custo baixo, mas de alta agregação de valor.”

Para ele, o peso todo deixa de ser colocado nas diferenças entre o custo do trabalho entre países, ganhando cada vez mais importância outros condicionantes que vão fazer a produção mais ágil e competitiva. “Daí uma parte importante da volta das fábricas para os EUA”, diz. “Se nada fizermos, vamos nos ver na contingência de passar a importar coisas industrializadas dos EUA.”

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Empire State Building – Um retrofit mais que especial!

Fonte: Blog da Creato

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O Empire State Building é um prédio de 102 andares na Fifth Avenue (Quinta Avenida), entre a 33rd Street e a 34th Street. Um ícone de Nova York que por mais de 40 anos foi considerado o prédio mais alto do mundo, título que perdeu com a construção do World Trade center.

Apesar de ter sido inaugurado em 1931, esse velho senhor atualmente consome menos energia do que muitos edifícios construídos no ano passado! E como isso pode ser possível?

Após tantos anos de uso, uma reforma precisava ser feita. Sistemas e acabamentos estavam ultrapassados e consumiam muito tempo e dinheiro para sua manutenção. Neste momento, a decisão de modernizar o edifício tomou proporções maiores e em 2009, o Empire State Building iniciou um trabalho de renovação completa, incluindo não apenas a melhoria dos sistemas e acabamentos, mas a melhoria de seus sistemas visando a sustentabilidade e a economia de energia, água e emissão de carbono.

Este projeto sustentável chamado de “retrofit” foi premiado e em 2011 ele recebeu a certificação LEED® Gold for Existing Buildings (certificação LEED Ouro para edificações existentes).

Após a conclusão completa do programa de retrofit proposto, o edifício reduzirá o consumo de energia total em mais de 38%, os gastos com energia em até USD 4,4 milhões por ano e as emissões de carbono em até 105.000 toneladas métricas nos próximos 15 anos.

O que foi feito no ESB, pode ser feito em várias edificações antigas que desejam consumir menos. Além da eficiência energética, as alterações no Empire State Building, que ajudaram a conseguir certificação LEED Gold incluem:

– Instalação de equipamentos de baixo fluxo de água nos banheiros do edifício;

– O uso de material de limpeza verdes e produtos de controle de pragas;

– Reciclagem de resíduos de inquilino e restos de construção;

– O uso de produtos de papel reciclado;

– O uso de tapetes de conteúdo reciclado, revestimentos de parede, tintas e adesivos com baixos VOC´s;

– Um programa de engajamento dos inquilinos, incluindo medição setorizada, um recém-criado Sistema de Gestão de Energia e os requisitos obrigatórios verdes em contratos de arrendamento.

Para fornecer informações aos visitantes sobre a renovação, uma exposição sobre sustentabilidade foi montada no 20º andar. A exposição exibe a tecnologia e os processos de ponta utilizados na reformulação.

Ela conta a história do notável processo de renovação de uma forma divertida e fácil de entender, usando uma combinação de monitores digitais, esculturas e materiais de construção reais, que certamente irá inspirar visitantes de todas as idades.

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COBEE – Congresso Brasileiro de Eficiência Energética 2015 – Marque ema sua Agenda!!

COBEE 2015

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“A martelada”…..

Eis a contribuição de um grande amigo e profissional, Oldemar Bandeira, que recebi via Facebook nesta noite…

É engraçado como podemos observar no texto abaixo a questão que envolve (de certa forma) a desvalorização profissional em prol do custo oferecido pelo “mercado”…

Vivemos hoje, sem sombra de dúvidas, um mundo imediatista, que por outro lado não admira e muitas vezes considera a experiência e a assertividade de profissionais e empresas…

O baixo custo “tem o seu preço”, seja ele o retrabalho (e aí teremos mais custos…), seja a loooonnga espera por resultados que as vezes não chegam, seja a atuação por tentativa e erros e aí….., novamente mais custos…

Mas, como dizem os “antigos”, “não adianta falar…., pois o ser humano desde bebê, precisará experimentar, provar, sentir….”

Segue abaixo o texto recebido (obrigado Oldemar!!)

“A martelada
Um navio carregado de ouro, revestido de todo o cuidado e segurança, atravessava o oceano quando, de repente, o motor enguiçou.

Imediatamente, o comandante mandou chamar o técnico do porto mais próximo.

O técnico chegou de helicóptero e trabalhou durante uma semana, porém sem resultados concretos.

Chamaram então o melhor engenheiro naval do país. O engenheiro trabalhou três dias inteiros, sem descanso, mas nada conseguiu.

O navio continuava enguiçado.

A empresa proprietária do navio mandou, então, buscar o maior especialista do mundo naquele tipo de motor. Ele chegou, olhou detidamente a casa das máquinas, escutou o barulho do vapor, apalpou a tubulação e, abrindo a sua valise, retirou um pequeno martelo. Deu uma martelada em uma válvula vermelha (que estava emperrada) e guardou o martelo de volta na valise.

Mandou ligar o motor e este funcionou perfeitamente na primeira tentativa.

Dias depois, chegaram as contas ao escritório da empresa de navegação.

Por uma semana de trabalho, o técnico cobrou US$ 700.

O engenheiro naval cobrou, por três dias de trabalho, US$ 900.

Já o especialista, por sua vez, cobrou US$ 10,000.00 pelo serviço.

Atônito com esta última conta, o diretor financeiro da empresa enviou um telegrama ao especialista, perguntando: “Como você chegou a esse valor de US$ 10 mil por cerca de um minuto de trabalho e uma única martelada?”.

O especialista, então, enviou as seguintes especificações, no cálculo dos seus honorários profissionais à empresa:

Por dar uma martelada: US$ 1
Por saber exatamente onde bater com o martelo: US$ 9,999

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O que vale, na prática, não é dar a martelada, mas saber onde bater com o martelo. A martelada você pode até delegar para outro…

Pense nisso. Quanto realmente vale um profissional que sabe exatamente onde bater com o martelo? “

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ASBRAV convida à todos para a palestra sobre a “Monitoração e Uso Racional de Energia em HVAC”, em Porto Alegre no dia 09/04

Palestra Asbrav Mercato

Palestra Mercato – Monitoramento e uso racional de energia em sistemas HVAC

Inscrições e informações

Secretaria da ASBRAV pelos fones:

(51) 3342-2964 / 3342-9467 /

9151-4103 / 9151-4104 ou pelo email secretaria@asbrav.org.br

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