G-7 apoia descarbonizar a economia global até 2050

Fonte: Valor Online

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Os líderes de sete dos países mais ricos do mundo, reunidos no chamado G-7, decidiram apoiar a descarbonização da economia global neste século. Pela primeira vez eles adotaram em discurso político o que foi recomendado pelos cientistas climáticos: cortar as emissões de gases estufa entre 40% e 70% em 2050 em relação aos níveis de 2010. Fizeram, no entanto, a ressalva que apoiam “dividir” a meta com “todos os países” que negociam o acordo climático sob o guarda-chuva da UNFCCC, a convenção do clima das Nações Unidas.

Em Paris, em dezembro, espera-se que seja assinado um acordo climático global, que leve à redução das emissões de gases-estufa. Os líderes do G-7, reunidos num castelo na Alemanha, concordaram em fazer esforços para conter o aumento da temperatura abaixo dos 2°C até o fim do século. E voltaram a propor US$ 100 bilhões ao ano, em 2020, para ações que favoreçam a redução das emissões e adaptação – compromisso assumido em 2009, em Copenhague e, até agora, não cumprido. Os líderes disseram claramente que os recursos devem vir de fontes públicas e privadas, incluindo agências multilaterais de desenvolvimento. As medidas foram aplaudidas por ambientalistas. “Hoje, pela primeira vez, os líderes do G-7 se alinharam em torno a uma meta de longo prazo para descarbonizar a economia global”, disse Jennifer Morgan, diretora do programa global de clima do WRI, um think-tank americano. “Essa meta vai sinalizar às empresas e aos mercados que os investimentos mais lucrativos resultarão de tecnologias de baixo carbono e deve ser também um elemento-chave de um acordo climático ambicioso”. “A visão de um futuro 100% de energia renovável começa a tomar forma ao se colocar um prazo para o fim do carbono”, disse Martin Kaiser, chefe de política de clima da ONG Greenpeace. Segundo ele, a premiê alemã, Angela Merkel, e o presidente americano, Barack Obama, foram bem sucedidos em “não deixar que Canadá e o Japão continuassem a bloquear avanços no combate à mudança do clima.” Merkel, que tem priorizado o tema da mudança do clima, queria uma declaração mais forte em metas e em finanças. Estava alinhada com os líderes da França, do Reino Unido e da Itália. “Há alguns dias ela disse que os países ricos estão contribuindo com US$ 30 bilhões dos US$ 100 bilhões”, disse Mark Lutes, especialista em finanças climáticas da ONG WWF Internacional. Merkel anunciou que a Alemanha dobraria a sua contribuição, para US$ 4 bilhões, e que poderia alavancar mais US$ 6 bilhões. “Esta foi a melhor notícia que ouvimos nos últimos tempos”, diz Lutes. Tim Gore, líder da ONG Oxfam para política de mudança climática, lembrou que os líderes do G-7 são vagos em relação à promessa dos US$ 100 bilhões até 2020 em ajuda internacional. “Eles falharam em se comprometer a aumentar os fundos públicos, que são um alicerce fundamental para o sucesso do acordo de Paris.

Os países em desenvolvimento precisam de um roteiro financeiro crível, não um conjunto de truques contábeis.” E completou: “Até agora os países ricos ofereceram só 2% do que os países pobres precisam para se adaptarem”.

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Projetos sustentáveis geram juros menores para empresas

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Ganhos de eficiência. Além de diminuir os custos operacionais, o planejamento socioambiental reduz o risco da companhia junto ao banco e ‘aumenta’ seu limite de crédito, além dos prazos

DCI

São Paulo – Além de diminuírem os custos operacionais, projetos de investimentos que contemplem o uso sustentável de energia e água, ou redução e tratamento de resíduos, garantem financiamentos bancários com condições mais favoráveis para as empresas.

Como muitos bancos incluem o risco socioambiental na análise de crédito, ponderando itens como eficiência energética e hídrica, ecoeficiência na linha de produção, governança corporativa e compliance na avaliação, companhias que se preocupam com a sustentabilidade conseguem melhores taxas e prazos nos empréstimos.

“Água e energia são insumos diretos que qualquer cliente pessoa jurídica. O uso eficiente desses recursos se traduz em uma melhor gestão de risco operacional”, observou Linda Murasawa, superintendente de Sustentabilidade do Santander.

“No caso de uma boa governança, ela garante uma gestão financeira eficiente, contas auditadas e em dia com a legislação – inclusive as socioambientais -, o que mitiga o risco da operação”, completou, apontando multas e problemas com a fiscalização como custos que são evitados com a prática.

No ano passado, o Santander realizou 8.055 novos contratos de financiamento a projetos sustentáveis, gerando R$ 2,51 bilhões em crédito para o objetivo – um avanço de 26,4% em relação a 2013.

Dentro da carteira de grandes empresas, que detém a maior parte do volume de financiamentos, os recursos foram direcionados para redução e tratamento de resíduos (32% do total), construção e reforma sustentável (26%), governança corporativa (24%) eficiência energética (11%) e produção mais limpa (7%).

Para Eugenia Melo, superintendente nacional de Micro e Pequeno Empreendedorismo da Caixa Econômica Federal (CEF), em cenário de desaceleração econômica, como o vivido pelo País, esses financiamentos podem ser uma saída para companhias (principalmente as de menor porte) que passam por dificuldades.

“A empresa tem que pensar no que ela deve investir para melhorar os custos. Tem que buscar trocar equipamentos antigos por outros mais modernos, que gastem menos energia ou consumam menos água, por exemplo”, analisou.

Segundo Melo, o empresário que possui um projeto voltado para boas práticas socioambientais consegue uma redução média de 0,15% ao mês nas taxas – ou 1,81% ao ano – no banco. Os prazos costumam aumentam em 15 meses. “Essa é uma média. Dependendo da empresa, as condições podem ser ainda melhores”, disse.

Pequenas empresas

Parte dos recursos destinados ao financiamento de negócios sustentáveis pelos bancos é livre – ou seja, com taxas e prazos definidos pelas instituições – e outra parte é feita com recursos direcionados, com subsídio, principalmente, do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No campo de micro e pequenas empresas, a Caixa apontou o Proger Investgiro, linha exclusiva para micro e pequenas empresas com faturamento anual de R$ 7,5 milhões, que usa recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para financiamento dos projetos e tem taxa de 5% ao ano mais a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).

Melo ressaltou que os ganhos de eficiência – ou redução de custos – gerados por um projeto ecoeficiente são contabilizados como capacidade extra de pagamento pela empresa e aumenta limite de crédito que ela possui junto ao banco público.

“Ou seja, mesmo se a empresa já tiver outro crédito na Caixa, ela pode conseguir o financiamento [sustentável]. A economia ou ganho proporcionado pelo projeto gera capacidade extra de pagamento”, disse.

O Santander possui duas principais linhas para as empresas de menor porte, atendidas nos bancos de varejo, o Capital de Giro Sustentabilidade, voltado obras, projetos, consultorias e certificações, e o CDC Sustentável, que financia equipamentos dentro do tema – no caso do CDC, a taxa média é de 2,35% ao mês e o prazo pode chegar a cinco anos.

“O tempo de análise [de risco de crédito] depende do projeto. Alguns financiamentos são liberados na hora e outros demoram meses”, observou Murasawa, do Santander.

De acordo com ela, no varejo – onde estão, principalmente, as micro e pequenas empresas – os processos são mais padronizados e feitos mais rapidamente. “No varejo, buscamos escala, então é mais rápido”, explicou. “No corporate [grandes empresas], os projetos são mais específicos e demandam maior análise”, completou.

Agronegócio e corporações

Entre os setores, o agronegócio, cuja legislação vem endurecendo nos últimos anos, é um dos que mais demanda o crédito sustentável, principalmente nas linhas de agricultura com baixa emissão de carbono.

O Banco do Brasil, o maior financiador do segmento, possuia R$ 8,6 bilhões emprestados dentro do Programa ABC, voltado justamente para reduzir a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, no primeiro trimestre – o crescimento da carteira foi de 46,4% em 12 meses e o BB é responsável 92% dos financiamentos do programa.

“A empresa pode instalar um biodigestor, melhorando a eficiência energética, ou ampliar a área de florestas cultivadas, para atender legislação ambiental”, apontou Asclepius Ramatiz Soares, gerente-geral da Unidade Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do BB.

De acordo com ele, além das agroindústrias, o banco também trabalha com agricultores familiares, por meio do Pronaf, que possui uma carteira de R$ 36,8 bilhões, alta de 23,5% em relação a 2013.

Entre as grandes corporações, Murasawa, do Santander, destacou os financiamentos a incorporadoras que tenham projetos com instalações sustentáveis, como painéis solares e sistemas de reúso de água, além de obras que reduzam os desperdícios na construção.

 
 
 

Projeções

Os executivos ouvidos pelo DCI apontaram que o mercado está conservador em termos de investimentos nesse ano, o que impacta negativamente a demanda pelas linhas sustentáveis, porém ressaltaram que esse tipo de financiamento tem sido buscado como forma de redução de gastos. Santander e BB disseram esperar avanço, principalmente, em agronegócio.

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Para garantir aumento de impostos, governo pode aceitar jabutis em MP do ajuste

Pagando a conta novamente….

É por motivos como este que colegas e amigos têm me falado em deixar o Brasil….

Não se busca pela redução em gastos e orçamentos, pois o mais fácil sempre será promover o aumento em impostos….

Não se visa a compensação ao povo, a exemplo do que existe em outros países nos quais, apesar de cargas significativas de impostos, verifica-se a contrapartida em serviços públicos de qualidade como escolas, saúde, etc…

Difícil não resistir à possibilidade de abandonar este barco; não é?

Vejam a matéria abaixo.

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Fonte: O Globo

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Negociação intensa. O líder do PT, deputado José Guimarães, defende “calma e diálogo” para preservar o projeto – Ailton de Freitas / AILTON DE FREITAS/8-6-2015

BRASÍLIA – Na tentativa de evitar ao máximo alterações no projeto que aumenta os tributos sobre a folha de pagamento de 56 setores da economia, um dos principais pontos do ajuste fiscal, o governo decidiu fazer uma negociação casada envolvendo sanção do texto final da medida provisória (MP) 668, que aumentou as alíquotas de duas contribuições incidentes sobre as importações: o PIS/Pasep e a Cofins. O texto original dessa MP foi totalmente alterado no Congresso, com a inclusão dos chamados “jabutis” – medidas que não estavam previstas na proposta original. A ideia do governo é vincular a sanção da MP sem vetos ao apoio da base ao projeto que reonera a folha.

Nesta terça-feira, antes de viajar para o exterior, a presidente Dilma Rousseff se reuniu com ministros e aliados para tratar do assunto. Na reunião, o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), disse que não dava para empurrar as coisas com a barriga e esperar que tudo se resolvesse no Senado.

No caso da MP 668, seria mantido, por exemplo, o trecho que ressuscitou o Refis (programa de refinanciamento de dívidas) para empresas que tenham entrado com pedido de recuperação judicial. As dívidas poderão ser parceladas em até 120 meses, e o prazo valerá mesmo para quem os débitos acumulados após o pedido de recuperação judicial. Outro “jabuti” da MP beneficia entidades religiosas ao determinar que os critérios para informar os valores despendidos por elas não serão taxados. Outros jabutis são a permissão de construção de shopping na Câmara, a um custo de R$ 1 bilhão. Os jabutis foram revelados pelo GLOBO em 29 de maio.

Embora interessado em aprovar o quanto antes a elevação dos tributos sobre a folha de pagamento, o governo cogita adiar a votação para a próxima semana de um dos pontos principais do ajuste fiscal. Dilma não quer correr o risco de desfigurar muito a proposta original enviada ao Congresso Nacional. Ela pode dar mais tempo para o vice-presidente Michel Temer, articulador político do governo, costurar um acordo que evite e exclusão de setores da medida, como quer o relator do projeto na Câmara, deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ). Por isso, o governo mantinha até hoje a urgência constitucional de dois projetos que tratam do combate à corrupção e trancam a pauta da Câmara. O projeto de reoneração da folha só poderá ser votado se a urgência for retirada.

Na quinta-feira, Picciani deve se reunir com Temer, o ministro Joaquim Levy (Fazenda) e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para tentar chegar a um entendimento que viabilize a votação ainda esta semana, mas o resultado é incerto.

– Nós vamos buscar entendimento, nada de desarranjo na base. É calma e diálogo – disse o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

Segundo deputados aliados, a expectativa do governo era obter uma receita de R$ 12 bilhões com a reoneração dos setores. O Planalto sabe que o Congresso deverá modificar a proposta, mas trabalha para evitar que a retirada de alguns setores da lista não implique em perdas de mais de R$ 1 bilhão. Por isso, todo o esforço agora está concentrado na negociação com Picciani. O relator defende tirar da lista os setores de transportes, comunicações e calls centers. No caso dos transportes, o governo já admite acordo, já que o aumento dos tributos seria usado como justificativa para o aumento das tarifas de transporte público no próximo ano. Levy disse na reunião de coordenação política que o impacto no setor poderia resultar num aumento de R$ 0,05 nas tarifas.

O Planalto entrou em alerta com a sinalização de que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), depois de quase uma semana no exterior, quer colocar na pauta o projeto que trata do aumento dos servidores do Judiciário. Renan quer manter pressão sobre o governo. A proposta está na pauta de amanhã, mas não deverá ser votada imediatamente. O impacto do reajuste é de R$ 25,7 bilhões em quatro anos. O Planalto já avisou que, se o projeto for votado sem alterações, Dilma o vetará.

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Refrigeration system using direct sunlight

Fonte (Source): The Hindu

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A prototype of a refrigeration system that uses direct sunlight, developed by students of SCTCE, Pappanamcode, Thiruvananthapuram.
The Hindu

A prototype of a refrigeration system that uses direct sunlight, developed by students of SCTCE, Pappanamcode, Thiruvananthapuram.

A group of fInal-year Mechanical Engineering students of the Sree Chithra Tirunal College of Engineering developed a prototype of a refrigeration system much cheaper than solar panels.

A group of final-year Mechanical Engineering students of the Sree Chithra Tirunal College of Engineering (SCTCE), Pappanamcode, have developed a prototype of a refrigeration system using direct sunlight, without converting it into electricity using solar panels.

According to the students, the system, which was developed as part of their final-year project, does not use a solar panel, instead uses a parabolic-shaped solar concentrator made of stainless steel to concentrate the heat.

“This method is much cheaper compared to solar panel. In conventional system, a compressor driven by electricity is used to pump the refrigerant and then a solar panel converts solar energy into electrical energy. This drives a compressor that has lesser efficiency owing to loss of power during conversion. To overcome the maximum possible heat loss, we integrated a component called heat pipe that provides effective heat transfer from the parabolic concentrator. Another component, known as adsorbent bed, receives the heat from heat pipe. The carbon inside the bed absorbs the refrigerant (methanol) when it is at low temperature and releases it at high temperature. This pressure is used to run the system,” K. Krishna Raj, one of the members of the team, says.

The students said that the results of the experiment showed that its cooling efficiency was same as any normal refrigerator.

The other members in the team were M. Sankarlal, K. Naseer, and S.L. Shisin was involved. Baiju V., Assistant Professor in Mechanical Engineering at the college, was the project guide.

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Curso de Eficiência Energética em SP – Termina HOJE o prazo para as inscrições

Termina HOJE o prazo  para as inscrições!!

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

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Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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HVAC unit falls 30 stories into Manhattan street, hurts 10

Vejam que acidentes como este não ocorrem somente no Brasil.

No entanto, imaginem o “tamanho” de nosso risco em centros onde não se observam cuidados com a manutenção de suportes e estruturas externas à fachada…

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Fonte (Source): Reuters

(Reporting by Brendan O’Brien in Milwaukee; Editing by Sandra Maler)

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Ten people suffered non-life threatening injuries in New York on Sunday when a crane dropped a heating and air conditioning unit being loaded onto a Manhattan building, sending it crashing into the street 30 stories below, the fire department said. 

The incident occurred at 10:45 a.m. while workers were using a crane to raise an HVAC unit to the roof of a building in the 200 block of Madison Avenue near East 38th Street in Midtown, New York City Fire Department spokeswoman Elisheva Zakheim said.

The unit broke free from the cable and bounced several times along the building’s facade before landing in the middle of the street, Zakheim said.

“Thank God, this incident occurred at an hour of the day on a weekend when there were not too many people around,” said Mayor Bill de Blasio in televised remarks.

Ten people were taken to the hospital and were in stable condition with non-life threatening injuries, the department’s Twitter feed said.

It was not immediately clear how they were injured, and Zakheim said the incident is under investigation.

Sunday’s incident comes a month after a man was killed by a mechanical crane attached to a flatbed truck at a Midtown Manhattan construction site. On April 24, a worker was pinned to the ground between the crane and the truck when the vehicle’s hydraulics malfunctioned, according to city officials.

(Reporting by Brendan O’Brien in Milwaukee; Editing by Sandra Maler)

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Governo aposta na iniciativa privada para reverter fracassos em obras de infraestrutura

Embora os especialistas em economia afirmem que as medidas divulgadas nesta semana pelo governo em nada possam auxiliar na melhora de nosso PIB, vemos novamente a divulgação de programas e projetos que “trarão uma luz no fim do túnel”, a exemplo dos PACs, etc…

Assim como o projeto de se trazer a Copa do Mundo (e Olimpíadas também…) para o Brasil, projeto este que acabou se transformando em uma enorme possibilidade de favorecimentos para alguns (corrupção, desvios, obras de má qualidade, inexistência de legados efetivos, etc…), temo que o novo (embora velho por estarem usando a base do programa lançado ainda no governo FHC) programa seja mais uma destas oportunidades para alguns, apesar de certamente proporcionar melhoras aos usuários em ferrovias, estradas e outros, devido a atual e total incompetência do poder público em fazê-lo.

Vamos ver em qual sabor de pizza isto acabará se transformando…

Vejam a reportagem abaixo.

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Fonte: Estado de Minas

Acesse aqui a reportagem em sua fonte.

Dilma e ministros participaram do lançamento do novo pacote de privatizações. Joaquim Levy espera que os efeitos sejam sentidos a partir do ano que vem.

Sem dinheiro no caixa para tocar projetos de infraestrutura, o Palacio do Planalto apostara na iniciativa privada para retomar investimentos em grandes obras. A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou ontem um pacote de privatizacoes estimado em R$ 198,4 bilhoes, sendo R$ 69 bilhoes a serem gastos ate 2018. O novo plano e a segunda etapa do Programa de Investimento em Logistica (PIL), lancado em agosto de 2012, mas que ate agora representou uma colecao de fracassos para o governo. Na primeira etapa, estavam previstos investimentos de R$ 130 bilhoes, dos quais R$ 79 bilhoes deveriam ser gastos em rodovias e ferrovias ate 2017. Ate agora, no entanto, cerca de R$ 2,2 bilhoes foram gastos em rodovias e nem um centavo em ferrovias.

Durante o lancamento, Dilma afirmou que o pacote servira como uma virada de pagina gradual e realista diante das duras dificuldades no cenario economico do pais. Estamos iniciando uma progressiva virada de pagina, gradual e realista, para mostrar que, se sao grandes as dificuldades, maiores sao a energia e a disposicao do povo brasileiro e do seu governo para fazer nosso pais seguir em frente, disse a presidente. Segundo ela, assim como o ajuste fiscal em que o governo cortou R$ 70 bilhoes no Orcamento de 2015 e alterou regras nos direitos trabalhistas , o novo plano servira para dar oxigenio do otimismo e da esperanca aos investidores. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, garantiu que nao faltarao recursos para infraestrutura nesta rodada de concessoes. Ele ressaltou que o pais tem um mercado financeiro maduro para absorver a demanda por novos investimentos e que o pacote representara um choque positivo na produtividade nacional. Esse plano vai se desdobrando ao longo do tempo. Sem duvida nenhuma ajuda a ter expectativas de crescimento. Sera um choque positivo na nossa produtividade e capacidade de competitividade na economia brasileira, disse Levy.
Segundo o ministro, o novo pacote tera pouco reflexo na economia ainda este ano, mas aumentara a partir do ano que vem, quando as obras estiverem em curso. Os impactos diretos correspondem a um acrescimo de 0,25 ponto percentual no PIB. Mas existe ainda um impacto indireto, que pode mais do que dobrar isso. Tem algum reflexo ja este ano, mas os efeitos serao mais significativos em 2016, avaliou Levy. No plano apresentado ontem, entre 2015 e 2018, deverao ser gastos R$ 69,2 bilhoes, e o restante, R$ 129 bilhoes, a partir de 2019.

Escoamento

Os gastos em ferrovias, que nao decolaram na primeira etapa do PIL, serao priorizados na nova fase do programa. Para as estradas de ferro a previsao de investimentos chega a R$ 86,4 bilhoes, sendo que quase metade desse montante R$ 40 bilhoes sera destinado para a ferroviaBioceanica, que atravessara o Brasil do Porto de Acu, no Rio de Janeiro, ate uma saida no Oceano Pacifico, no Peru. A ferrovia, negociada com o governo da China, e considerada estrategica para o escoamento da producao brasileira. Autoridades brasileiras e chinesas marcaram para maio do ano que vem a entrega de um estudo sobre a viabilidade dessa obra. A Bioceanica sofre fortes ressalvas pelos altos custos de uma construcao para cruzar a Cordilheira dos Andes.
As rodovias federais incluidas no programa passarao por obras de duplicacao e revitalizacao, com investimentos previstos de R$ 66,1 bilhoes. O governo preve o leilao de 15 lotes de estradas, totalizando 6,9 mil quilometros. Cinco leiloes serao marcados para este ano, para obras estimadas em R$ 19,6 bilhoes, e 11 leiloes em 2016, totalizando R$ 31,2 bilhoes. O Planalto negocia tambem novos investimentos em trechos ja concedidos a iniciativa privada, com estimativa de R$ 16 bilhoes. Serao negociados projetos de ampliacao de capacidade de trafego com as concessionarias. Entre os trechos, esta a Rodovia Fernao Dias, que liga Belo Horizonte a Sao Paulo.
O governo federal estuda revisar algumas obrigacoes determinadas as empresas. Na primeira versao do PIL, a empreiteira que recebesse a concessao teria obrigacao de duplicar os trechos cedidos em cinco anos. Esse prazo devera ser negociado nas proximas privatizacoes. Sera mantida a regra que estabelece que vencera o leilao a empresa que oferecer o menor valor de pedagio, cuja cobranca so podera ser feita apos a conclusao de 10% das obras.
Para os aeroportos, algumas regras sobre a privatizacao ainda nao foram definidas. O governo confirmou a entrega a iniciativa privada dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Fortaleza e Florianopolis, com uma estimativa de gastos de R$ 8,5 bilhoes para aumentar a capacidade dos terminais. Segue indefinida a possibilidade de haver reducao na participacao da estatal Infraero nas novas concessoes. Nos leiloes anteriores Guarulhos, Campinas, Brasilia, Confins e Santos Dumont , a Infraero ficou com 49%. A expectativa era de que esse percentual caisse para 15%, mas a questao ainda sera avaliada pelo Planalto, segundo informou o ministro da Secretaria de Aviacao Civil, Eliseu Padilha. (Colaborou Flavia Ayer)

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O legado que ficou no discurso

Por acaso isto é novidade para alguém?

Para aqueles que tiveram a oportunidade de assistir ao programa implantado em Londres quando da realização dos jogos olímpicos na capital Inglesa, durante o qual foram definidas as regiões carentes em aspectos e infra-estrutura, ajudando a definir as premissas que pautaram os projetos e a implantação de sedes que viriam à ser utilizadas com outros fins no futuro (ou seja, um legado!), o nosso jeito de realizar a Copa do Mundo e certamente as Olimpíadas não passará de uma “brincadeira para provar ao mundo quanto ao jargão norte americano……..WE CAN”…

La-men-tá-vel…..

Vejam a reportagem abaixo.

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Fonte: Correio Brasiliense

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O vistoso e caro Estádio Mané Garrincha ainda procura um dono privado para dar menos prejuízo ao GDF: R$ 10 milhões por ano só com manutenção (Ed Alves/CB/D.A Press)
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Débora e Ana Cecília gostam de Brasília, mas reclamam da falta de estrutura para o turista (Ed Alves/CB/D.A Press)
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A comerciante Sibele Lucchesi lembra que economistas falaram sobre a crise pós-Copa (Ed Alves/CB/D.A Press)
A comerciante Sibele Lucchesi lembra que economistas falaram sobre a crise pós-Copa

Durante um mês, Brasília se transformou. A ideia de ser uma cidade cosmopolita nunca foi tão verdadeira como na Copa do Mundo de 2014. A Esplanada dos Ministérios, a Torre de TV, o Pontão do Lago Sul e outros pontos turísticos foram tomados por colombianos, argentinos e franceses, entre outros. A capital acabou eleita uma das cidades sedes mais bonitas e limpas. Os turistas prometeram voltar. Mas, um ano depois do megaevento, a expectativa de diferentes setores, como o hoteleiro e o gastronômico, não foi atendida. A maior obra, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, chama a atenção de quem passa, mas o governo diz que não tem condições financeiras de sustentá-lo.

Segundo a Secretaria de Turismo do DF, no período do Mundial, 632.646 turistas passaram por Brasília. Do total, 488.903 vieram de estados brasileiros e 143.743 tiveram origem internacional. Os números superaram a expectativa projetada pelo Ministério do Turismo, que era de 490.929 visitantes. Dados do Observatório de Turismo do DF revelam que o fluxo de entrada na capital aumentou desde 2012. Ao comparar as taxas de desembarques nacionais e internacionais no Aeroporto de Brasília em 2014 e de 2015, nota-se a diferença. No ano passado, somando voos nacionais e internacionais, o total foi de 279.992. Este ano, a marca chegou a 449.333. Segundo informações da Inframerica, concessionária responsável pelo terminal, o mês de janeiro de 2015 bateu recorde de movimento: 1,8 mil passageiros.

Apesar de o aeroporto registrar o crescimento, quem trabalha com turismo na capital, como hotéis, feirantes e restaurantes, não confirma as vantagens de a cidade ter sediado jogos da Copa do Mundo. De legado, tirando o estádio, que é visível, o restante a gente não vê. Houve um incremento na quantidade de número de quartos. A média de ocupação atingiu 65%, mas não foi de 100% como imaginado. Passado o evento, voltamos para a média normal, de 45%, explica o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar-DF), Jael Antônio da Silva.

Na avaliação dele, um dos principais problemas da cidade é o transporte. A técnica de enfermagem Débora Guimarães de Farias, 29 anos, veio de Goiânia para passar um dia na capital e concorda. Se não tivesse vindo de carro não teria conhecido metade do que conheci. Não tem referência de ponto de ônibus. A comunicação visual é falha. Tive que me informar com um primo antes, conta.

A falta de informações atinge outras áreas: dos sete Centros de Atendimento ao Turista (CAT) Setor Hoteleiro Norte, Setor Hoteleiro Sul, dois no Aeroporto, Rodoviária Interestadual, Torre de TV e Praça dos Três Poderes , atualmente, apenas dois funcionam. De acordo com a Secretaria de Turismo, o contrato dos recepcionistas encerrou e o governo aguarda recurso para nova licitação. Contudo, as placas feitas em dois idiomas para os pontos turísticos permanecem e são muito usadas pelos visitantes.

Acabou

A Copa do Mundo trouxe visibilidade para Brasília. Mas, depois de um ano, alguns projetos não funcionam como o previsto e outros não saíram do papel. A Copa foi muito boa. Atraiu muita gente para a feira (Feira da Torre de TV), mas acabou. Não tem incentivo do governo, não tem publicidade nem infraestrutura para receber turista, afirma Sibele Lucchesi, 53 anos, proprietária de uma barraca há 45 anos. Ela reclama também da falta de fiscalização e de segurança, e acredita que se a cidade promovesse mais eventos no Centro de Convenções, por exemplo, o movimento seria melhor. Estamos vivendo a crise pós-Copa que os economistas falavam. Tive um aumento de 100% das vendas na época e agora tem seis meses que não produzo nada novo porque não tem saída.

Na percepção da presidente do Sindicato dos Permissionários de Táxis e Motoristas Auxiliares do DF, Maria do Bonfim Pereira de Santana, além da baixa no movimento pós-Copa, o ano não foi fácil por conta da crise econômica nacional. A inflação voltou, o desemprego e as taxas de juros subiram e o poder aquisitivo vem diminuindo. Tem também a questão da violência. Não tem polícia, iluminação, as pistas estão sem manutenção. No Mundial foi melhor. No setor gastronômico, a situação não é diferente. Os custos aumentaram e os empresários se dividem entre pagar as contas e aumentar o valor dos produtos. A gente esperava mais da Copa. Não tenho dúvidas de que deixou um legado, principalmente, de qualificação dos profissionais. Mas, se nada for feito,  isso não vai perdurar, comenta Rodrigo Freire, presidente da Abrasel-DF.

632.646
Quantidade de turistas que passaram por Brasília durante a Copa do Mundo de 2014

O que ficou
Confira o que existe do programado para o Mundial, o que falta fazer e quais são os planos futuros

» Setor hoteleiro: o Sindhobar-DF busca parceria com a Secretaria de Turismo, com a Secretaria de Cultura e com a Inframerica para encontrar uma maneira para que o turista que vem pela manhã e volta à noite fique na cidade pelo menos uma pernoite. Além disso, quer trazer o turismo cívico e atrair estudantes de outras cidades para conhecer a capital do país.

» Segurança Pública: o Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) funciona regularmente para monitorar grandes eventos. Este ano, por exemplo, foi acionado para acompanhar os protestos na Esplanada dos Ministérios. A previsão era de que 835 câmeras fossem instaladas. A pasta informou que, como os pagamentos deixaram de ser feitos no governo passado, a empresa contratada para instalar os equipamentos pediu a suspensão do contrato. A secretaria criou um grupo de trabalho para avaliar o projeto e readequá-lo às estratégias de segurança pública do atual governo.

» Mané Garrincha: em 2015, foram realizados no Mané Garrincha 20 eventos culturais e institucionais e seis jogos oficiais de futebol, com o público de mais 200 mil pessoas. Até o fim do ano, a arena tem propostas para a realização de mais, além de servir de base para algumas secretarias do governo. O programa de visitação ao estádio turistas e moradores do DF para conhecer a arena durante visitas guiadas. Cerca de 30 mil pessoas já foram conhecer o local.

» Obras e urbanização: a construção da via de ligação entre a W4 Norte e a W5 Sul, de dois túneis para passagem de pedestres um entre o Parque da Cidade e o Clube do Choro e outro entre o Centro de Convenções e o estádio e da urbanização das saídas dos túneis e melhorias no Complexo Esportivo Ayrton Senna possuem projeto executivo e aguardam recursos. O paisagismo entre a via W3 e a Rodoviária do Plano Piloto estava paralisado, mas a Novacap conseguiu liberação de verba e as obras foram reiniciadas na semana passada. As calçadas do Eixo Monumental e dos setores hoteleiros tiveram a licitação revogada porque havia interferências nos locais que inviabilizaram a execução do projeto. Um novo estudo foi elaborado e aguarda recursos.

» VLT: o transporte movido a energia elétrica ainda não saiu do papel. A ideia é instalar o sistema em quatro eixos, com início das obras previsto para o segundo semestre de 2016 e término no fim de 2018. O primeiro englobará Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Taguatinga e Ceilândia com um trecho específico para o Sol Nascente. O segundo envolverá a antiga Rodoferroviária e a Esplanada dos Ministérios com braço para o câmpus da UnB. O terceiro passará por Cruzeiro, Sudoeste e Guará. O último cobrirá as W3 Sul e Norte. Não há mais previsão para o VLT que iria da W3 Sul até o Aeroportoporque a linha era destinada para a Copa do Mundo. O Metrô já tem recursos assegurados do PAC Mobilidade para estudos e projetos de linhas do VLT e da compra de 10 trens de VLT, mas ainda não há data definida para a abertura dos editais de licitação.

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Curso de Eficiência Energética em SP – Termina amanhã o prazo para as inscrições

Faltam apenas 01 dias para encerrarmos as inscrições!!

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

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Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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Gas Energy prevê forte expansão do GNL no Brasil

Fonte: Engenharia Compartilhada

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

E alerta para declínio da produção de gás na Bolívia

Petronoticias

O Gás Natural Liquefeito (GNL) vem ganhando bastante espaço no Brasil nos últimos tempos, com um volume maior de cargas importadas para abastecer às termelétricas ligadas continuamente, e deve ser ainda mais demandado nos próximos anos. A previsão é de Marco Tavares, presidente da Gas Energy, que alerta ainda para os riscos de a Bolívia não conseguir cumprir seu contrato de fornecimento de gás natural ao Brasil a partir de 2018 ou 2019. Segundo Tavares, que está em Paris participando da Conferência Mundial do Gás, o país vizinho deixou de ser atrativo para investidores quando mudou a legislação em 2004 e a queda do preço no barril tornou ainda mais distante a possibilidade de empresas privadas aportarem recursos por lá. “Os campos bolivianos estão em declinação e eles não estão investindo na velocidade que deveriam”, diz, ressaltando que o GNL poderá funcionar como uma espécie de seguro para o mercado nacional se amparar caso os 30 milhões de metros cúbicos de gás natural trazidos da Bolívia diariamente deixem de constar como fonte para o Brasil. O executivo estima que o ano de 2015 deva chegar ao fim com uma média de até 24 milhões de metros cúbicos de gás natural importados por meio de cargas de GNL e prevê ainda uma participação crescente do setor privado neste mercado.

Como andam as atividades da Gas Energy atualmente?

Eu adquiri a participação do meu sócio e hoje sou o único acionista. Temos no grupo duas empresas, que são a Gas Energy, de consultoria, voltada a estudos, análises, planejamento estratégico e avaliação de contratos para nossos clientes; e a Gasporto, que é uma empresa criada para ajudar os clientes a desenvolverem negócios na área de gás natural e contratação de GNL. Temos um escritório no Sul e outro em Houston, além de uma representação em Buenos Aires.

Quais os principais clientes do grupo?

Temos mais de 100 clientes, como IBP, Abiquim, Abrasce, Governo de Minas, Governo do Rio, British Gas, AES, Votorantim, Gerdau, Bolognesi, Rhodia, Braskem, Samarco, Vale, entre outros.

Pode citar os contratos mais recentes?

Temos hoje dois projetos principais. Um fica em El Salvador, em que fizemos toda a inteligência do projeto de um terminal de regaseificação com uma termelétrica. É o primeiro do tipo na parte continental da América Central. O outro que estamos ajudando a desenvolver é o do grupo Bolognesi, envolvendo duas termelétricas e um terminal de GNL, em que estamos ajudando na contratação do GNL. Estamos tratando também de outros potenciais projetos na América Latina, mas não podemos comentar ainda.

Tem-se falado muito na expansão do GNL, com empresas interessadas em construir terminais próprios. Como vê esse momento?

É uma consequência natural de dois elementos do cenário de gás brasileiro. Um deles foi a redução da expectativa de produção de gás no País, em função do momento da Petrobrás. O outro é o fato de haver uma demanda reprimida na indústria nacional, que consome o mesmo volume de gás natural desde 2007. Então vamos necessitar de mais projetos de GNL, para atender a demanda de novas térmicas e também ao mercado industrial.

Como acredita que deve ser o crescimento da demanda pelo gás no País?

O setor elétrico finalmente entendeu a necessidade de se contratar térmica, como uma forma de gerar mais estabilidade para a matriz energética, e o GNL faz parte desse processo. Os novos projetos têm esse papel, de estabilizar a oferta no longo prazo, e acreditamos que outros vão entrar mais para frente.

Além disso, outra questão em que é preciso ficar atento é que a Bolívia tem uma limitação na sua produção de gás, decorrente do fato de o ambiente de investimentos por lá ter se deteriorado muito com a mudança da legislação em 2004. Os investidores pararam de investir no País, porque a legislação criada naquele momento, ainda em vigor, previa que o governo ficasse com 85% da produção, o que só seria atrativo com um barril de petróleo acima de US$ 100, algo difícil de voltar a acontecer.

Isso pode afetar o contrato de fornecimento com o Brasil?

É preciso que se fique atento a isso, porque a Bolívia tem contratos de fornecimento com Brasil e Argentina, mas vemos que no futuro ela não vai conseguir manter isso. Acreditamos que já a partir de 2018 ou 2019 ela vai ter muita dificuldade de manter essa produção no mesmo nível atual, porque os campos estão em declinação e eles não estão investindo na velocidade que deveriam.

Enquanto não houver alterações na legislação de lá, não vai voltar a atividade exploratória, que tem longos prazos de investimento. Então acreditamos que o GNL acabará sendo um seguro para o Brasil, que, através do setor elétrico, vai usá-lo para estabilizar a oferta futura, já que a produção doméstica também vai sofrer atrasos. Então são vários papéis que o GNL vai cumprir nos próximos anos. E que já está cumprindo, na verdade.

Qual a média de importação de GNL atualmente no Brasil?

Hoje devemos fechar o ano com uma importação média de 23 a 24 milhões de m³ de gás natural por meio de cargas de GNL. É quase o que importamos da Bolívia (30 milhões de m³/dia). Mas por enquanto isso é 100% da Petrobrás. Os projetos privados vão começar a entrar em meados de 2018.

Qual a expectativa para a área de gás em relação ao novo plano de negócios da Petrobrás?

Achamos que o novo plano vem com algumas definições importantes, com uma realidade em cima da potencial produção de petróleo, que deve ser bem mais baixa do que a anterior. Achamos que a previsão da produção de gás disponível vai ser de 25% a 30% menor do que estava no plano anterior. E deverá trazer maior clareza sobre o plano de desinvestimentos em dutos, térmicas e demais ativos de gás e energia, além de esclarecer melhor a forma com que serão colocados à venda.

Estão participando de alguma negociação relativa aos ativos de gás e energia da Petrobrás que foram postos à venda?

Hoje o mercado está comentando que a Petrobrás colocou à venda a participação na Gaspetro. No momento do Brasil, seria muito interessante se houvesse uma separação definitiva desses ativos, porque ela está vendendo 49% para continuar sendo controladora. Achamos que a melhor coisa para o mercado no Brasil seria ela sair da participação nesses ativos. Em outros países, um dos elementos fundamentais para o avanço era que os produtores não participassem dos ativos de distribuição.

Do ponto de vista de geração térmica, dada a necessidade de recursos dela no upstream, seria interessante que ela aproveitasse esse momento para poder monetizar esses ativos e direcionar os recursos para a área em que ela ganha muito mais dinheiro: a produção.

Mas a Gas Energy está envolvida em alguma negociação relativa a esses ativos?

Não posso dizer se estamos participando, porque tenho termos de confidencialidade em meus contratos, mas há muitas empresas nos procurando para analisar essas oportunidades. Mas o modelo de venda a ser adotado é muito importante para definir o rumo desse processo.

Quais as expectativas da Gas Energy para os próximos anos?

Estamos com uma expectativa bastante forte. Quando olhamos o horizonte de 2018, 2019 e 2020, vemos o encerramento do monopólio da Petrobrás sobre os dutos, o que tende a tornar o mercado mais liberalizado, atraindo investidores. Achamos que tanto o GNL quanto as oportunidades para novos produtores de gás vão gerar novos investimentos. O mercado está dando uma virada e acreditamos que é um momento muito rico que vai acontecer daqui para frente. Estamos nos estruturando para isso. O escritório em Houston e a representação em Buenos Aires fazem parte desse planejamento.

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