Vanzolini e Eletrobras promovem curso em Sistemas de Gestão de Energia

Fonte: Procel Info

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A Fundação Vanzolini em parceria com a Eletrobras está oferecendo curso de Formação de Auditor Líder do Sistema de Gestão da Energia – Norma ISO 50001:2011 – Sistemas de Gestão da Energia, nos dias 18 a 20/08/2015 em São Paulo.

O objetivo do curso é proporcionar aos participantes condições de compreender os propósitos de um sistema de gestão da energia e interpretar os requisitos da NBR ISO 50001:2011 dentro de um contexto de uma auditoria.

O curso, com carga horária de 24h, é destinado a profissionais com experiência e envolvidos no gerenciamento do Sistema de Gestão da Energia que desejam qualificar-se como Auditores Líderes; gestores de empresas certificadas ou em processo de certificação, profissionais e consultores da área interessados em se tornar um auditor de 3ª parte.

Mais informações podem se obtidas no link aqui

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Aplicativos ajudam a controlar a conta de energia elétrica

Fonte: Revista Você S.A.

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Você S.A lista aplicativos que vão ajudá-lo a economizar energia, melhorando hábitos ou optando por aparelhos mais eficientes.

A tecnologia em prol da economia de energia foi foco de uma reportagem na revista Você S.A. Intitulada “Teste da energia”, a reportagem comenta sobre aplicativos que podem ser usados para ajudar no controle do consumo de energia.

A revista traz em suas páginas uma relação de apps com possibilidade de serem baixados, tanto na Google Play, como na Apple Store, e que podem auxiliar de diversas formas.

Um dos citados pela publicação é o Nossa Energia. A ferramenta pode ser utilizada para avaliar o gasto de cada eletrodoméstico, com base em cálculos da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e do Instituto Akatu.

Outro aplicativo citado é o “Manual de etiqueta sustentável”. O app é responsável por dar dicas rápidas sobre o consumo consciente de água e energia. Para conhecer todos, clique no link abaixo.

Revista Você S.A – O teste da energia – Junho.pdf

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Soluções simples podem reduzir a conta no inverno

Fonte: O Debate

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As contas de energia costumam aumentar devido à utilização do chuveiro em potência máxima e devido aos dias mais escuros o tempo de funcionamento da iluminação aumenta o consumo.

Aliadas a outros fatores, o consumo de energia residencial pode subir até 20%. Com soluções simples para o uso correto da energia podem evitar esse aumento, principalmente neste período de condições hidrológicas desfavoráveis, como recomenda Ranieri César Leite, o analista de Comercialização da Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig.

Outro fator muito importante é que nas férias escolares, a presença das crianças e adolescentes em casa aumenta o tempo de utilização de televisores e computadores. Dessa forma, para reduzir a potência sempre que for comprar um equipamento, faça a opção pelos mais eficientes, etiquetados pelo Inmetro na categoria A e, especialmente, os identificados com o selo Procel, da Eletrobras”, destaca.

Outras dicas importantes para economizar energia são:

Lâmpadas incandescentes

As lâmpadas incandescentes de 60 watts deixaram de ser comercializadas no Brasil, desde o início de julho, em conformidade com mais uma fase da legislação que restringe a produção, importação e comercialização de lâmpadas incandescentes.

A substituição desse modelo pode ser feita com vantagens pela lâmpada fluorescente compacta (LFC) que possui uma durabilidade até oito vezes maior A diferença de preço da LFC é amortizada em até três meses, caso a utilização seja de três horas por dia.

Reduzir termostatos

Seja no chuveiro, aquecedor, condicionador de ar, geladeira ou freezer, reduzir um grau no termostato pode representar uma economia de até 5% da sua conta.

Desligar quando não estiver em uso

Equipamentos elétricos e eletrônicos produzidos no Brasil antes de 2001 tendem a consumir bastante energia mesmo quando em stand by, mas mesmo os aparelhos mais modernos tendem a consumir alguma energia durante todo o tempo em que estão ligados na tomada, levando também ao desperdício.

Aparelhos de TV por assinatura

Uma atenção especial deve ser dada aos aparelhos de TVs por assinatura, pois, ao desligarmos a TV, erroneamente achamos que esse aparelho também foi desligado e na maioria das vezes não foi. Deve–se desligar também este aparelho.

Geladeira

Evite abrir a geladeira frequentemente. Retire de uma só vez os alimentos de que precisa. Não guarde alimentos ainda quentes. Para saber se a borracha de vedação está em bom estado, faça o seguinte teste: coloque uma folha de papel entre a porta e a geladeira, feche a porta e tente retirar a folha; se ela sair com facilidade, está na hora de trocar a borracha. Repita o teste em vários pontos da porta da geladeira. Nunca utilize a grade traseira para secar roupas ou calçados.

Tomadas e fios

Tomadas quentes são sinônimo de desperdício e risco de acidentes. Por isso, evite o uso de benjamins. Emendas mal feitas ou com fios de bitolas diferentes causam perda de energia.

Celulares e Câmeras

Nunca deixe seu aparelho celular “dormir” carregando, ou seja, dê a carga e retire-os da tomada. Para câmeras digitais que não usam pilhas, aplica-se a mesma regra do celular. Só carregue o tempo necessário especificado no manual.

Computadores

Quando não estiver usando, mantenha o computador desligado. Dê preferência aos notebooks, que consomem menos energia. Não deixe os acessórios do computador (impressora, scanners etc.) ligados sem necessidade.

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Fábrica da Bridgestone em Espanha recebe certificação ISO 50001

Fonte: Diário Digital

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Espanha – A fábrica da Bridgestone em Burgos, Espanha, recebeu a certificação ISO 50001 por medidas de gestão implementadas em termos de eficiência energética.

Esta norma, revela o fabricante de pneus em comunicado, reconhece o uso mais eficiente da energia através do desenvolvimento de um sistema de gestão “Energy management systems” (EnMS) com base na melhoria contínua.

A fábrica da Bridgestone melhorou a sua eficiência energética em mais de 20% nos últimos 10 anos, o que significa que o mesmo número de pneus é produzido agora com 20% menos energia do que em 2005.

O objetivo do Grupo é conseguir uma redução de 35% na produção global de CO2 até 2020.

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Eficiência energética reduz consumo em edificações no Brasil

Fonte: Setor Energético

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Analisando o tema, conforme o BEN 2015 (Balanço Energético Nacional), as edificações (no segmento industrial, comercial, serviços, residencial e público) são identificadas como a principal demanda de eletricidade do país, responsável pelo consumo de cerca de 50% do total da eletricidade consumida no País. Todavia, através do movimento de construção sustentável, onde eficiência energética desponta como um dos principais temas, esse consumo pode ser reduzido e muito.

Cresce no país a mobilização de organizações e associações trabalhando no incentivo às práticas de construção sustentável e economia de energia. Dentre as principais atividades destes grupos há a promoção de sistemas de certificação, etiquetagem e Selo de edificações projetadas e construídas buscando maximizar seu desempenho energético, bem como atividades de readequação energética de edificações existentes.

Vários pontos devem ser observados para reduzir o desperdício de energia em edificações, onde os principais sistemas consumidores de energia elétrica são a climatização e a iluminação. A envoltória do prédio é outro ponto que deve ser observado, pois atua diretamente em todos os sistemas consumidores da edificação.

Atualmente temos 224 edificações certificadas LEED no Brasil e 11 edificações certificadas pelo recém-criado Selo Procel Edificações, além de 29 edificações classe A no Programa Brasileiro de Etiquetagem. Uma análise, considerando a média de economias comprovadas nestas edificações, mostra que as edificações brasileiras apresentam um potencial de redução médio de 30% no consumo de energia elétrica.

Considerando o total de energia elétrica disponibilizada no país, descontadas as perdas, o consumo no Brasil chega a 516,6 TWh , deste valor 258 TWh, ou o equivalente a R$ 117 bilhões2 são consumidos nas edificações. O potencial técnico estimado de redução de consumo nos prédios energeticamente eficientes é de 77,5 TWh, fomentado por uma política integrada de eficiência energética que englobe projeto, construção, reforma e operação das edificações, diante de taxas de retorno favoráveis. Ou seja, realizar este potencial trará imediatamente benefícios para a sociedade e com menores custos, garantindo para o país praticamente o montante de energia produzida pela Usina de Itaipu. Também significaria reduzir em 65% o uso das Termoelétricas reduzindo emissões poluentes e economizando quantias financeiras relevantes aos cofres públicos.

Para o cliente final é uma redução de R$ 35,2 bilhões onde os principais sistemas consumidores são a climatização e a iluminação.

Cabe ressaltar que a readequação energética (reformas/ retrofits) também pode resultar em inúmeros benefícios diretos e indiretos para o Governo, Iniciativa Privada e Sociedade. No mercado brasileiro de edificações já é possível encontrar diversas soluções e serviços especializados em eficiência energética, sendo que barreiras de mercado, identificadas como falta de informação, visão de curto prazo e falta de incentivos podem ser superadas por medidas de fomento via incentivos intangíveis, mecanismos de mercado, incentivos fiscais, financeiros e ao crédito além de legislação de cunho mandatório.

Os proprietários de imóveis devem se informar e estar atentos ao fenômeno da crescente conscientização dos ocupantes e perda de competitividade frente aos novos empreendimentos que se diferenciam em face da eficiência operacional. O Governo também deve coordenar uma política pública integrada mobilizando todos os agentes públicos e privados para uma atuação alinhada com metas audaciosas de eficiência energética nas edificações brasileiras. O Congresso Nacional deve fortalecer o conhecimento e relevância do tema provocando o surgimento ou seu fortalecimento às lideranças políticas.

Com isso, o Brasil possuirá todas as condições de superar os atuais desafios energéticos, com forte contribuição da eficiência energética em edificações. Não obstante, a ineficiência energética sugere desperdício de recursos e oportunidades, sendo certo que as ações de correção deste cenário irão inserir valores, que até então se encontram perdidos, na economia, contribuindo efetivamente para a geração de emprego, elevação do padrão técnico do setor, mitigação de impactos sócio-ambientais negativos e melhoria da qualidade de vida.

Os dados são da GBC Barsil, Abesco e Abrava.

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Curso com foco na norma ISO 50001 – Sistema de Gestão da Energia

Fonte: PROCEL Info

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Rio de Janeiro – A Eletrobras e a Sociedade Brasileira de Metrologia irá promover, no dia 27 de agosto de 2015, o curso ISO 50001 – Sistema de Gestão da Energia. As aulas têm como objetivo fornecer informações sobre a norma, permitindo aos alunos uma análise sobre os benefícios de sua implementação.

O curso é destinado a profissionais de gerência ou técnicos, consultores e acadêmicos interessados em entender a aplicação de um Sistema de Gestão da Energia e que tenham formação desejável em engenharia, em nível superior, ou técnico para nível médio, e experiência com atividades de eficiência energética ou gestão de energia.

Serviço:

Informações:

Horário: 8:30h às 17:30h

Duração do Curso: 8 horas de aula

Local: Av. Nilo Peçanha, 50 – Centro – Rio de Janeiro – RJ (Próximo ao metrô da Carioca), sala 2517

Mais informações sobre os investimento poderão ser acessadas no endereço:http://metrologia.org.br/site/cursos/informacoes/44

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Alta nas tarifas de energia impulsiona negócios de geração distribuída com placas solares

Fonte: R7 Notícias

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O aumento das tarifas de energia elétrica no Brasil favorece uma rápida expansão da geração solar distribuída, com instalação de painéis fotovoltaicos por consumidores, comércios e indústrias, disseram investidores e especialistas.

Empresas do segmento, muitas das quais são startups, já oferecem pacotes que incluem financiamento para a instalação dos equipamentos, embarcando em um modelo em que o consumidor gera a própria eletricidade e recebe créditos em troca de eventuais excedentes.

A alternativa chamou a atenção também do governo, com o Ministério de Minas e Energia pretendendo lançar neste semestre um plano de incentivo à geração distribuída, enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) conduz uma audiência pública para discutir medidas que poderiam levar o país a sair praticamente do zero e atingir 2 Gigawatts em geração distribuída em 2024 – equivalentes à potência instalada das usinas nucleares de Angra, no Rio de Janeiro.

O sócio da SolarGrid, Henrique Loyola, que vendeu participação que detinha na corretora XP Investimentos para apostar na microgeração de energia elétrica, estima que para atingir a capacidade projetada pela Aneel serão necessários investimentos de 15 bilhões a 20 bilhões de reais.

“O Brasil é uma enorme oportunidade em geração solar. As tarifas estão muito altas, a radiação solar é muito forte e o mercado é praticamente inexplorado”, disse Loyola à Reuters.

O diretor da consultoria E&Y Mario Lima destacou que, além disso, instalações solares podem ser concluídas rapidamente, o que é uma vantagem no momento em que o país busca sair da maior crise de oferta de energia elétrica desde o racionamento, em 2001.

De acordo com estimativa do Banco Central, as tarifas de energia elétrica devem subir neste ano em média 41 por cento, depois de terem subido cerca de 17 por cento no ano passado, tornando mais competitiva a geração distribuída.

“Geração de energia elétrica, particularmente eólica e solar, é basicamente o único setor de fora da atual crise econômica pela qual passa o Brasil”, disse Lima.

Na SolarGrid, Loyola espera passar dos atuais 50 clientes para cerca de mil até o fim do ano. Ele estima que os equipamentos solares se pagam em oito anos, a depender da região. “Ainda é um pouco longo, mas depois que você paga tudo, o negócio continua te rendendo uma taxa de retorno alta.”

Mesmo grandes empresas de distribuição de energia elétrica, que poderiam ver na geração distribuída uma ameaça, uma vez que o modelo reduz a demanda por eletricidade na rede, estão interessadas em entrar no segmento.

“A região metropolitana de São Paulo tem um grande potencial para a geração distribuída… muitas pessoas com alto poder aquisitivo e elevado consumo de energia”, disse à Reuters, em entrevista recente, o presidente do grupo AES Brasil, Britaldo Soares.

O executivo afirmou que a AES Brasil analisa algumas soluções de geração distribuída utilizadas nos Estados Unidos por sua controladora, a AES Corp, para possivelmente replicar o modelo em São Paulo.

A CPFL Energia, que controla distribuidoras no Estado de São Paulo, também tem oferecido soluções de geração distribuída por meio de sua subsidiária de comercialização de eletricidade, a CPFL Brasil, que oferece soluções de eficiência energética.

“Os painéis fotovoltaicos são uma demanda que temos visto nos clientes”, comentou o presidente da CPFL Brasil, Daniel Marrocos, em entrevista à Reuters na semana passada.

O executivo disse que os aumentos no preço da energia abrem espaço para oferecer soluções como essa em contratos que prevejam, por exemplo, remuneração de acordo com a energia economizada pelo cliente após a instalação ou a compra e instalação dos equipamentos em modelo de leasing.

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Save the date – 1º Encontro Nacional de Facilities – ABRAFAC

Encontro Nacional FM 2015

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Setor de tecnologia aposta em TI Verde para reduzir impactos ambientais

Fonte: PROCEL Info

Por: João Dalla

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Entre as principais práticas adotadas por empresas que aderem a esse conceito está a redução do consumo de energia

Há algum tempo a preocupação com o meio ambiente tem ganhado destaque na sociedade. As implicações da falta de preocupação com esse segmento fez com que as empresas desenvolvessem uma maior consciência em relação às questões ambientais. Tendo isso em vista, surgiu o conceito de TI Verde, conjunto de práticas adotadas pelo setor de tecnologia que visa reduzir o consumo de recursos naturais em seus processos produtivos.

Entre as principais práticas adotadas por empresas que aderem a esse conceito está a redução do consumo de energia. Além disso, elas buscam evitar o desperdício de matéria prima e o uso de insumos tóxicos nos processos de fabricação dos componentes. A TI Verde também propõe ações de reciclagem e de destinação final de resíduos e equipamentos com maior durabilidade.

Segundo Maurício Brito, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia de Informação do Ceará (Assespro-CE), as ações não se concentram apenas nas atividades de produção de uma empresa.

“Do ponto de vista do ambiente interno das empresas, há uma preocupação com a qualidade de vida dos funcionários e com a promoção da cultura de preservação dos recursos naturais. Isso é muito positivo, pois já é crescente a quantidade de clientes que buscam empresas comprometidas com a sustentabilidade do planeta”, afirma o presidente da Assespro-CE.

Enquanto grandes empresas do país já possuem ações concretas nessa área, as pequenas e médias empresas ainda estão no processo de implantação desse conceito. “Motivados por índices criados nas bolsas de valores, algumas grandes empresas brasileiras já tratam sistematicamente de suas ações ‘verdes’. Porém, no contexto das pequenas e médias empresas a adoção é gradual e com maior foco na promoção da cultura de sustentabilidade junto aos seus colaboradores e fornecedores”, diz Maurício Brito.

O presidente da Assespro – CE ainda acredita que a demora para a adesão mais massiva das empresas se deve à lentidão em adotar novas práticas e valores culturais na rotina produtiva de uma organização. No entanto, o próprio cidadão se torna um incentivo para a implantação de ações mais sustentáveis.

“Ainda são isoladas as iniciativas públicas de incentivo a adoção da TI Verde. Porém, o próprio cidadão consumidor de produtos e serviços está, a cada dia, mais sensível aos problemas do meio ambiente, sendo portanto, um forte motivo a adoção de práticas ‘verdes’ pelas empresas”, completa.

Entre as ações de TI Verde, uma vertente que tem se destacado é a de eficiência energética já que, além de promover medidas ambientalmente mais sustentáveis, as empresas que adotam as práticas propostas tendem a ter significativas reduções de custo com energia elétrica.

Felipe Bastos, engenheiro da área de eficiência energética da Eletrobras, acredita que um dos principais responsáveis pelo gasto excessivo de energia são os CPDs (Centro de Processamento de Dados). “O custo da energia que um CPD demanda é algo muito relevante, pois os equipamentos de TI em datacenter consomem muita energia elétrica, emitem muito calor e demandam uma forte refrigeração”, afirma o engenheiro que tem atuado em um grupo de trabalho dentro da Eletrobras que busca alcançar um melhor desempenho energético nos CPDs da empresa.

De acordo com o engenheiro, há estimativas de que, atualmente, CPDs consomem cerca de 2% de toda a energia elétrica nos Estados Unidos. No Brasil, o consumo de energia elétrica de CPDs tem crescido também de forma significativa e, segundo a Instituição Datatacenter Dynamics, estima-se que o investimento do país em Datacenter vai aumentar em 17% em 2015, passando de US$ 6 bilhões.

Segundo Felipe Bastos, os três principais motivos que levam as empresas a não adotarem práticas de eficiência energética em CPDs são: a prioridade pelo desempenho em detrimento do consumo; a aversão ao risco – o responsável, caso acredite que as medidas adotadas possam comprometer a disponibilidade ou desempenho do CPD, pode criar resistência e não adotá-las -; e a falta de conhecimento específicos do tema.

A grande quantidade de CPDs ineficientes também é ocasionada pelo fato de que muitas empresas não têm controle do quanto se consome de energia elétrica com essas operações e a redução de custo que teriam caso adotassem práticas mais eficientes.

“O indicador mais utilizado na área é o PUE – Power Usage Effectiveness, que é a razão entre a potência média consumida pela instalação de TI, refrigeração, iluminação, etc, dividida pela potência média apenas equipamentos de TI. Quanto mais próximo de 1,0 melhor será a eficiência do datacenter”, diz Felipe Bastos.

Menciona ainda que a adoção de algumas práticas promovidas pelo conceito de TI Verde podem garantir uma redução de gastos com energia elétrica para a empresa. “As ações de eficiência energética podem ser obtidas principalmente através de adequações no ar condicionado, gerenciamento da circulação de ar quente e frio e através de gestão de TI, implementando ações como: virtualização, consolidação de servidores e desativando servidores que não são mais necessários ou muito ineficientes”, finaliza.

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PNUD – Manifestação de Interesse para Projeto Demonstrativo de Processo de Retrocomissionamento

Nos sites do Ministério do Meio Ambiente – MMA e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD encontra-se publicada uma Manifestação de Interesse com objetivo de identificar e selecionar 02 edifícios do setor privado, localizados na cidade de São Paulo – SP, para a execução de projetos demonstrativos de processos de retrocomissionamento de sistemas de ar condicionado (envolvendo central de água gelada, condicionadores de ar e circuitos de distribuição de ar e água gelada) em edifícios que possuam resfriadores de líquido em operação com fluidos refrigerantes do tipo CFC ou HCFC.

Os projetos demonstrativos (sem custos de investimentos aos edifícios selecionados) terão por finalidade, por meio do processo de retrocomissionamento, realizar a verificação do projeto executivo, da instalação, da operação e do desempenho do sistema de ar condicionado e propor, por meio de um plano de ação, as medidas necessárias para a sua otimização.

Para maiores informações sobre o projeto demonstrativo e como participar do processo de seleção acesse o link do portal de licitações do PNUD Brasil – http://www.undp.org.br/licitacoes/ListarMI.aspx e selecione a Manifestação de Interesse número 12015, referente ao Projeto BRA12G77

Seu trabalho pode ser divulgado no site da ANPRAC – Participe!

Laércio Costa
ANPRAC
http://www.anprac.org.br
SKPE: laercio.alfacon

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