Energia eólica está cada vez mais presente em projetos

Fonte: Valor Online – Internacional

Por:  Jacilio Saraiva | De Foz do Iguaçu

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A energia eólica estará cada vez mais presente nos projetos de construção, como alternativa à força elétrica tradicional. Segundo Sandro Yamamoto, diretor técnico da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), entre 2013 e 2015 o Brasil passou da nona para a 13ª. posição entre os países que exploram a energia dos ventos, com 9,1 gigawatts (GW) de capacidade instalada, em 375 parques.

“Em 2015, fomos o mercado que mais montou parques eólicos no mundo, com a marca de mil torres ao ano”, diz. Até 2019, a previsão é que a capacidade nacional alcance 18,5 GW. Segundo o especialista, residências e grandes empreendimentos imobiliários poderão reduzir o risco de apagões e diminuir o valor das contas de luz com a evolução da microgeração no setor.

Estudo da consultoria DNV Kema, encomendado pelo Instituto Abrade de Energia, indica que a microgeração tem potencial para atrair investimentos de R$ 48,9 bilhões e representar 8% da matriz energética brasileira, até 2030. Os microgeradores eólicos são turbinas de pequeno porte que geram energia em residências, prédios comerciais, escolas ou fazendas.

Uma resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a microgeração, anunciada em 2012, determinou as condições para se operar o modelo, conectado aos sistemas de distribuição do país. Segundo a norma, quem gerar energia com aerogeradores pode injetar na rede de distribuição o excedente não consumido. Em contrapartida, a distribuidora concede um desconto na conta de luz do usuário.

Mas, segundo Yamamoto, apesar dos benefícios da geração distribuída, como a menor dependência do sistema nacional das usinas térmicas e a diminuição de gastos com tarifas, a microgeração eólica tem um longo caminho a percorrer. Ele estima que o país tenha mil unidades instaladas, um número pequeno diante do potencial energético nacional. “Uma das dificuldades para a adesão é o preço do equipamento usado pelo consumidor final, que começa a partir de R$ 30 mil”. Para aquecer o setor, o especialista sugere alternativas como novas opções de financiamento para interessados em adotar o modelo residencial e a isenção de IPTU nas moradias que instalam os geradores.

No mercado imobiliário, a adesão ao modelo de microgeração pode ser usada pelas construtoras para valorizar novos imóveis. “A energia eólica gerada em prédios pode ser repartida entre os condôminos.” A Abeeólica e a Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel) lançaram um certificado para empreendimentos e consumidores que usam energia renovável. Em quase três anos, já foram emitidos 50 mil diplomas.

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Brasil alcança terceira posição internacional no setor de aquecimento solar

Fonte: Brasil Energia

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O segmento nacional de aquecimento solar alcançou a terceira posição no ranking internacional em 2015, segundo dados da agência alemã Sol Rico. Entre o volume de produção de 18 países analisados, o Brasil ficou atrás apenas da China e Turquia. No ano, o país produziu 7.968 GWh, com 12,4 milhões de m² acumulados de área instalada.

Apesar do bom resultado, houve redução de 2,7% na produção de coletores solares em 2015, na comparação com o ano anterior, como apontou estudo do Departamento Nacional de Energia Solar Térmica (Dasol), da Abrava, divulgado recentemente. A retração é atribuída, especialmente, à descontinuidade do programa federal Minha Casa Minha Vida e ao cenário econômico desfavorecido.

A pesquisa do departamento contemplou a produção de coletores solares aberto, fechado e a vácuo. Os abertos, normalmente utilizados para piscina, representam hoje 43,5% dos coletores instalados, decréscimo de 5,3% na base anual. Os fechados representam 54,7%, queda de 1,8%, enquanto os coletores de tubo a vácuo cresceram 57,9%, para uma participação de 1,8%.

Vendas

A expectativa de vendas para 2016 é de crescimento em relação ao ano passado. “Considerando o planejamento das vendas de coletores solares para o ano, a expectativa para grande parte dos fabricantes é crescer entre 16% e 20%”, comentou o Dasol, em comunicado.

Em 2015, o segmento mais atendido foi o residencial, com 54% das vendas no mercado de aquecedores, seguido pelos programas habitacionais e pelo segmento de comércio e serviços, que registraram igualmente 20%. A indústria ficou com 6% de participação nas vendas do ano.

Entre as regiões, o Sudeste teve a maior demanda por aquecedores, com 61% das vendas, crescimento de 1 p.p em relação a 2014. O Sul teve 15,7% de participação e caiu 5 p.p na mesma comparação. O Centro-Oeste e Norte, ficaram com 13,5% e 5,9%, respectivamente, aumentos de 4 p.p e 2 p.p, enquanto Nordeste ficou em 3,6%, evolução de 1 p.p.

Eficiência energética

O departamento informou que está em fase de desenvolvimento de estudo sobre o segmento de aquecedores solares com foco em eficiência energética. O documento será publicado neste primeiro semestre do ano.

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Instituto de Engenharia transmitirá hoje (18/05) às 10hs palestra sobre a aplicação de energia elétrica solar no sertão nordestino

O Instituto de Engenharia de SP transmitirá agora pela manhã uma palestra técnica proferida pelo Eng. Fabio Leopoldo Giannini, abordando a aplicação da energia solar no processo de resgate do sertão nordestino.

IE TV

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Como tornar cidades mais eficientes energeticamente

Fonte: Blog GBC Brasil

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Muitos programas incentivam proprietários de residências e outros tipos de edifício a realizar melhorias para tornar os edifícios mais eficientes energeticamente, por vezes até oferecendo subsídios ou incentivos fiscais. Agora, urbanistas talvez tenham uma maneira de determinar onde estes programas podem obter o melhor retorno para o investimento: Uma nova pesquisa mostra como identificar edifícios que, “retrofitados” para maior eficiência energética, terão o maior impacto no total de emissões de gás carbono de uma cidade.

A nova descoberta, que requer somente o mínimo de informações sobre edifícios e seu consumo de energia, desenvolvido por Marta González e Franz-Josef Ulm, professores do MIT de Engenharia Civil e Ambiental. Os resultados foram publicados no periódico Interface, publicado pela Royal Society, no Reino Unido.

Os autores apontam que 44% de toda energia usada em edifícios dos Estados Unidos são destinadas à aquecimento e refrigeração, contabilizando por 20% do total de emissão de dióxido de carbono do país. Então, reduzir consideravelmente a emissão do gás neste setor poderia auxiliar o país atingir sua meta de emissão de gases estufa.

Porém, nem toda habitação é criada da mesma forma, e fazer um retrofit nos edifícios menos eficientes pode causar um impacto muito maior nas emissões do que em um que tem uma performance aceitável. Descobrir como identificar os edifícios mais carentes de melhorias, contudo, em uma escala útil para prefeituras e companhias de fornecimento de energia elétrica não é uma tarefa simples.

González explica que existem 82 parâmetros diferentes que podem afetar na eficiência térmica de um edifício, mas a maior parte destas informações requerem medições detalhadas e presenciais, em alguns casos necessitando ainda de equipamentos específicos, tornando impraticável uma análise em escala de cidade. Mas após estudos cuidadosos de áreas amostrais de Boston e Cambridge, em Massachusetts, a equipe descobriu que é possível usar apenas oito destes parâmetros para chegar a conclusões que são quase tão precisas quanto, tornando a tarefa muito mais praticável.

“Meu trabalho é reduzir o número de variáveis que você precisa saber”, diz González. “Existe alguma maneira de fazer planejamento urbano sem saber de todos os detalhes?” E neste caso, ela e a equipe descobriram que existe. Os parâmetros isolados, diz, “são as variáveis que importam. Você realmente pode focar nestes oito.”

Por sinal, Ulm diz, apenas três parâmetros podem ser responsáveis por 85 a 90 porcento da variável entre edifícios, tornando muito mais fácil executar uma primeira avaliação do estoque residencial de uma cidade.

A chave para realizar análises úteis se relaciona diretamente com a medição do uso de energia durante os meses frios: as contas de gás. Comparando contas anônimas providas pela companhia fornecedora de gás com informação dada pela prefeitura sobre o tamanho e volume de edifícios, e com dados climáticos mostrando temperaturas externas durante o período de estudo, a equipe descobriu que poderiam fazer previsões detalhadas sobre quais edifícios se beneficiariam mais se fossem “retrofitados”, incluindo ações como adição de isolamento, selar janelas e portas, trocar janelas de vidro único antigas por janelas duplas mais novas.

A análise mostra que selecionar apenas 16 porcento dos edifícios em Cambridge para tal retrofit, seria o suficiente para eliminar 40 porcento do uso da cidade de gás natural. “Não tínhamos ideia que ajudar alguns poderia fazer tanta diferença”, diz Ulm.

“A cidade conta com incentivos para reduzir sua pegada de carbono”, diz, já que Cambridge, como muitas cidades, se comprometeu a se tornar carbono-neutro. Esta pesquisa, diz, é uma forma do MIT “devolver para a comunidade e a cidade”, oferecendo uma forma de maximizar o impacto do dinheiro gasto na redução de consumo energético. “Devem existir políticas que vão alem do preço”, diz, para incluir um critério de seleção, e a formula derivada desta pesquisa poderia gerar uma base racional muito solida para tais políticas.

Talvez de forma surpreendente, a equipe descobriu que as escolhas dos residentes sobre a temperatura individual através dos termostatos não era o maior parâmetro na seleção, e que informações úteis poderiam ser extraídas sem detalhes tão específicos. “A variabilidade é relativamente baixa” baseado na escolha individual de temperatura, diz Ulm.

A equipe confirmou suas descobertas analisando informações detalhadas de um leque de mais de 6.000 edifícios em Cambridge. Um próximo passo, dizem, seria comparar os resultados se e quanto os edifícios sofressem estes retrofits.

Em simulações, pesquisadores mostram que adotar uma estratégia baseada nesta fórmula teriam maior impacto do que em programas que, assim como a maioria dos incentivos para melhorias visando eficiência energética, são essencialmente aleatórias, como incentivos fiscais que são oferecidos para qualquer um que atinja um critério básico, independente de condições especificas de seu edifício.

Esta nova análise, diz Ulm, poderia tornar possível cidades adotarem “estratégias muito focadas” para reduzir o consumo de energia para aquecimento e refrigeração. A metodologia da equipe, diz, pode possibilitar prefeituras “a desenvolverem o caminho mais rápido para a eficiência energética, em uma escala de cidade.”

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Is a modular data center the right option?

Fonte (Source): Consulting-Specifying Engineer

Por (By): Bill Kosik, PE, CEM, LEED AP BD+C, BEMP, Hewlett-Packard Co., Chicago

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Learning objectives:

  • Compare advantages and disadvantages of modular data centers.
  • Inspect the energy costs and other efficiencies that can be found in flexible data centers.

The data center market has expanded dramatically in the past few years, and it doesn’t show signs of slowing down. Many clients and building owners are requesting modular data centers, which can be placed anywhere data capacity is needed. Modular data centers can help cash-strapped building owners add a new data center (or more capacity) to their site, and can assist facilities with unplanned outages, such as disruptions due to storms. Owners look to modular data centers to accelerate the “floor ready” date as compared with a traditional brick-and-mortar facility. Modular data centers are not for everyone; however, this Q&A will explore whether it’s appropriate for your next project.

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Question: What are some of the primary advantages of modular data centers?

Kosik: The use of standardized designs and techniques, industrialized precast assemblies for construction, and prefabricated power and cooling components are important advantages in keeping quality, cost, and operating expenses to a minimum. In addition, with the benefits of lower expenses and reduced time to commissioning, modular design makes it easier to offer mixed levels of capacity within the same facility and allows expansion in phases as requirements change over time. Modular design is also a perfect complement to the modern trend toward infrastructure convergence and cloud computing.

Kosik: The use of standardized designs and techniques, industrialized precast assemblies for construction, and prefabricated power and cooling components are important advantages in keeping quality, cost, and operating expenses to a minimum. In addition, with the benefits of lower expenses and reduced time to commissioning, modular design makes it easier to offer mixed levels of capacity within the same facility and allows expansion in phases as requirements change over time. Modular design is also a perfect complement to the modern trend toward infrastructure convergence and cloud computing.

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What are some of the features and characteristics of the industrialized data center approach?

Modular design: Including a choice of options that allow meeting today’s requirements, then building out in phases as IT needs grow.

Future scalability: With the capability of adding capacity as necessary.

Efficient tilt-up, precast, or prefabricated construction: Based on standardized materials and processes that minimize bidding time and complexity and reduce field-labor requirements; you can even include traditional brick-and-mortar construction, if desired.

Menu-driven selection: Using a standardized set of construction materials and prefabricated components for easier, more straightforward planning and reduced onsite installation time.

Variable density: Allowing future flexibility and growth within an IT space that’s configured to load variable-density requirements.

Broad turnkey options: Full IT infrastructure (hardware, storage, networking, and software) can be integrated into the data center solution.

How does the cost of an industrialized data center compare to traditional, brick-and-mortar solutions?

The modular design and construction of this type of data center can significantly improve time-to-commissioning. In fact, from concept and commissioning, you can occupy the data center within a year. Cost is another advantage. Because of a number of factors, generating meaningful comparisons of actual construction costs for data centers is difficult. However, based on a midlevel estimate of capital costs for a traditional data center at about $15 million per megawatt, building a 6-MW data center appropriate for enterprise use would require an outlay of $90 million with a median estimate of around $9 million/MW for a modular design (see Figure 1).

What about ongoing energy costs?

It’s clear that on an annual basis the flexible data center will use less power than the conventional data center. Moreover, power-usage effectiveness (PUE) for the modular data center is also lower (1.19 versus 1.34), indicating its superior efficiency as compared with the monolithic structure (see Figure 2).

Much of the savings is the result of the use of indirect evaporation, air-to-air heat-exchanger cooling systems. When you figure in both the significantly lower first cost of a flexible data center, plus its lower ongoing energy and maintenance costs, the evaporatively cooled flexible data center can have 5-yr costs that are $24 million less than a traditional data center relying on water-cooled chillers with water economizers.

How does the “industrialization” part fit into the big picture?

Underpinning a flexible data center concept is a foundation of innovative supply-chain management techniques that cut time-to-commissioning and reduce capital expenditures. The reduced speed to deployment and lower construction costs stem from many factors, including standardization of components, the menu-driven selection process for choosing those components, and using a turnkey methodology with one point of contact for all aspects of the project.

The supply chain approach has other advantages, too. For instance, using standardized assemblies augmented by leveraged purchasing agreements and volume purchasing is a very effective method in keeping the project duration and costs to a minimum.

 

Bill Kosik is a distinguished technologist, data center facilities consulting, at Hewlett-Packard Co. He is a member of the Consulting-Specifying Engineer editorial advisory board.

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Um bom contrato de O&M – Por onde começar?

Dentre as várias perguntas que normalmente me são direcionadas durante os nossos trabalhos, existem algumas que sempre acabam gerando uma sensação de “calças justas” ou de insegurança…

Curiosamente, um destes casos é quando nos perguntam sobre quais as boas empresas de manutenção existem hoje no mercado…

Por mais que esta pergunta nos pareça extremamente senseta (e o é, de fato), torna-se normalmente difícil de respondê-la diretamente, sem que exploremos um pouco mais o contexto deste cliente e sem que efetuamos algumas ponderações.

Não é difícil de se explicar esta situação acima, pois acredito que todos ou quase todos que estejam lendo este post já tenham se deparado com alguns paradoxos ou contradições, quando se verifica uma mesma empresa prestando serviços tão diferentes (em qualidade, atendimento, etc) em dois clientes distintos.

Muitos se perguntam do por quê, uma vez que falamos de uma mesma empresa….

O fato é que poderíamos escrever quase um “livro” neste blog tentando esclarecer um pouco melhor este “fenômeno” que acontece não somente na manutenção, mas também em várias outras áreas englobadas pelo que se determina “hard falicities management”.

Se fôssemos condensar esta resposta em poucas frases, diríamos que, apesar de se tratar de um mesmo fornecedor:

  1. Temos contratos e formas de contratação distintas muitas vezes, distinção esta refletida pelas expectativas e necessidades de diferentes clientes, ou mesmo de diferentes sites e atividades em um mesmo cliente;
  2. Temos gestores com perfis, experiências e formas de conduta diferenciadas em ambos os lados (Cliente e Tomador);
  3. Temos mais ou menos investimentos (e não me refiro somente ao fator verba, mas também ao fator tempo e dedicação) em capacitação / treinamento para as equipes de O&M.

Enfim, uma contratação, ou melhor, o resultado de uma contratação, dependerá de vários fatores, à se inciciar pela definição de expectativas e demandas e pela seleção do potencial fornecedor, com “motor e combustível” suficientes à desenvolver o trabalho contratado.

Aspectos de Gestao de OM

Existem alguns aspecto importantes quando trabalhamos em um processo de contratação de um fornecedor, dentre eles:

  • A tradução do que se espera realmente deste processo (alinhamento obrigatório entre as partes envolvidas)
  • A definição clara de responsabilidades e dos limites de atuação
  • A especificação das formas e ferramentas de gestão à serem utilizadas

É claro que estes 3 (três) fatores deverão ainda se desdobrar em vários sub-itens, mas em linhas gerais, constituem-se em uma base para o desenvolvimento e para a condução do processo.

Uma atuação segura e técnica por parte de ambos, permitirá uma colheita mais rica no futuro, diretamente apoiada na Qualidade, na maior Disponibilidade e Confiabilidade em sistemas e equipamentos e no maior e confiável Controle de Custos.

*  Figura elaborada pela A&F Partners Consulting como figura didática em aulas ministradas.
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BCA Oficializa o seu CHAPTER no Brasil

Atuante desde 2014 no Brasil, com a participação de vários dos principais profissionais que atuam no mercado de comissionamento, o Brasil CHAPTER  do BCA – Building Commissioning Association (USA) tornou-se neste ano um dos Chapters Oficiais da BCA fora dos Estados Unidos.

Além da atual discussão ao redor da necessidade de aculturamento de nosso mercado e da capacitação de profissionais que nele atual, o BCA Chapter Brasil já possui uma agenda de reuniões para o primeiro semestre de 2015, assim como o planejamentod e Webnairs sobre o tema Comissionamento, que serão compartilhados em 2016.

Vejam a seguir o comunicado ao mercado e cliquem na figura para serem automaticamente direcionados ao site.

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Processo de Benchmarking

Fonte: Revista Infra – Mundo Facility

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Profissionais de facilities desenvolvem pesquisa para analisar indicadores de desempenho

Um grupo de profissionais de uma grande empresa está conduzindo um processo de benchmarking com o objetivo de descobrir quais os melhores indicadores de facilities do mercado. As empresas poderão participar de forma anônima, em um formulário via web, e ao final, após os dados compilados, os participantes poderão usufruir dos resultados onde será possível analisar indicadores de desempenho, comparativo no mercado e quaisquer informações quantitativas e qualitativas que desejem.

O formulário estará disponível até o dia 20.

Para ter acesso a pesquisa, acesse o link abaixo e participe desta iniciativa.

https://docs.google.com/forms/d/1Ije89u-HcCB91mHSp6vRTZ50oxOGjEuk7hC6YTnUOcM/viewform

 

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Reunião GRUPAS E ABRALIMP

Confirme sua Presença Clique Aqui

Reunião GRUPAS E ABRALIMP
Data: 24 / 05 / 2016
Hora: 08:30hs às 12:00hs

Tema:  A IMPORTÂNCIA DA GOVERNANÇA EM FACILITIES NO PÓS CRISE”
Venha conhecer mais e debater sobre esse assunto

Local:

ABRALIMPAvenida Angélica 321 – Santa Cecília – (link do

mapa)

Dica: Próximo a Estação Metro Marechal Deodoro – Linha 3-Vermelha

Estacionamento(PAGO) no local – R$10,00 – Período

Painel de debates / Painelistas
A IMPORTÂNCIA DA GOVERNANÇA EM FACILITIES NO PÓS CRISE

1º  Sandro Haim, Presidente da ABRALIMP e atual diretor geral da Alfa Tennant para a América Latina.

2º   Prof. José Turíbio de Oliveira, Consultor da 02 Educação Corporativa, Doutor em Administração com Trabalhos e pesquisas na área gerencial.

3º  Ricardo Crepaldi, Sócio Diretor da Crepaldi Representações e Assessoria (MAMANTI), com 30 anos de atuação no mercado.

Mediador:  Bernardino Costa – Presidente do Conselho do GRUPAS

Venha participar dessa imperdível reunião do GRUPAS e tomar conhecimento de importantes assuntos que podem contribuir para excelência da Gestão de Facilities.

Nossa anfitriã: www.abralimp.org.br, efetuará sorteio de produtos, equipamentos de limpeza doados pela empresas associadas da Abralimp.

Ah, não se esqueça: “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ“.

Antonio Gentil
Presidente

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Design de iluminação natural: Um ato de equilíbrio

Fonte: Arquitetura.com

Por: Pedro Polo (Brasil)

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Mesmo que a iluminação seja a principal fonte de consumo de qualquer edifício comercial em qualquer lugar do mundo, respondendo por algo entre 35% e 65% do total consumido, em muitos locais, até mesmo os mais modernos e que se autoproclamam “sustentáveis”, até 100% da luz natural é desperdiçada todos os dias. Isso acontece até mesmo no Brasil, quando a luz do Sol pode estar disponível por várias horas mesmo no inverno e o seu aproveitamento poderia significar não apenas redução de custos, mas também algo mais confortável e ambientalmente correto.

Isto é especialmente antieconômico nos horários de pico, quando a demanda de energia elétrica e os encargos são elevados em uma fase em que o Brasil voltou para a “bandeira amarela” em suas contas no final do mês após um longo período de “bandeira vermelha”, resultado da necessidade de um uso expressivo das usinas termelétricas com os reservatórios das hidrelétricas em baixa.

No entanto, administradores de edifícios ou projetistas de residências muitas vezes agem como se não houvesse luz natural ao nosso redor.

Ao trazer a luz do dia, natural, para o interior de um edifício, nós nos tornamos capazes de reduzir a necessidade de emissão de luz elétrica e, portanto, economizar energia e reduzir custos operacionais. O Design de iluminação natural não apenas aproveita a luz natural disponível, levando-a para dentro de um prédio, mas também atua na gestão dos níveis proporcionais de saída de luz elétrica e regulação de calor e brilho. Isso acontece por meio do uso de tratamentos nas janelas, o que pode maximizar a eficiência, a funcionalidade e garantir mais conforto ao ambiente. Se bem tratada, a luz natural é muito mais agradável aos olhos do que diversas opções de luz artificial – isso sem falar nos custos.

À medida que mais sistemas avançados de gestão de edifícios continuam a surgir, integrando o controle de HVAC (heating, ventilating, air conditioning), garantindo um melhor controle de energia elétrica, calor e segurança para as operações mais eficazes, o design de iluminação natural ganha mais espaço e proporciona a oportunidade para uma eficiência ainda maior.

Agradável, produtivo, positivo

A motivação para a utilização do design de iluminação natural não deve ser exclusivamente a recompensa financeira. Muito além disso, ele deve ser visto como um meio para a criação de uma força de trabalho saudável e produtiva, bem como edifícios sustentáveis que atendam códigos e orientações, incluindo a certificação LEED, que tem se tornado cada vez mais uma meta para empresas ambientalmente responsáveis.

Dezenas de estudos mostram, por exemplo, que o aprendizado em salas de aula é muito mais fácil para os alunos que ali estão quando a luz natural se sobrepõe à artificial. Da mesma forma, é fácil encontrar estudos que relatam melhorias significativas na produtividade de funcionários em escritórios, assim como vendas em varejistas e até mesmo a melhoria da saúde geral dos ocupantes de um ambiente como um resultado direto de luz natural em espaços comerciais.

Tendências arquitetônicas recentes, como janelas proporcionalmente grandes em relação à parede e mais baixas e mais claraboias em edifícios comerciais, aumentam a penetração da luz do dia sem grandes mudanças nos projetos ou grande aumento nos custos durante a construção ou reforma do local.

Por exemplo: a Califórnia, estado mais rico dos Estados Unidos e com uma grande oferta de luz natural, tornou obrigatório em 2005 o uso de claraboias e sistemas de controle de iluminação em edifícios comerciais com pé direito superior a 15 pés. Assim, a iluminação natural evoluiu a partir da prática de trazer mais luz natural para dentro para um sistema mais abrangente e integrado para equilibrar a eficiência de todo o edifício.

A prática, como sempre, levou à perfeição.

Cuidado: quente!

Aumentar o tamanho das janelas e incluir claraboias, no entanto, tem que ser uma medida bastante estudada e planejada: o sombreamento correto é tão necessário que um cálculo incorreto de direcionamento de luz e temperatura pode colocar tudo a perder, já que o interior do edifício pode se tornar quente demais e o brilho do sol pode causar um grande desconforto, levando a produtividade por água abaixo.

Por essa razão, o design de luz natural amadureceu e se tornou em um sistema de construção controlável abrangente que traz e regula a luz do dia dentro do edifício. Uma verdadeira e efetiva integração acontece quando um sistema de controle de iluminação elétrica é integrado com outros sistemas, como janelas com cortinas ou persianas controláveis para controlar o brilho, reduzir a carga de refrigeração e proteger superfícies interiores dos raios UV.

Os sistemas de controle de iluminação natural integrados consistem em equipamentos de iluminação controláveis, como sistemas de escurecimento, cortinas automáticas, sensores capazes de medir a luz natural disponível e um controlador de iluminação capaz de executar o controle dos níveis de luz elétrica e a posição das coberturas nas janelas – em um dia de muito sol sem nuvens, por exemplo, apenas uma parte das persianas pode ficar fechada. Se uma grande nuvem aparece, automaticamente essa cortina pode se abrir completamente, garantindo o nível de luz adequado ao local de maneira rápida e sem transtornos.

Estes sistemas também podem – e devem – ser integrados a um sistema de gestão de edifícios, já que essa união permite que o proprietário ou administrador do local um único ponto de controle para todas as principais funções do edifício, proporcionando uma melhor capacidade de controlar o uso da energia no local com uma única central de controle.

Em resumo: um edifício integrado agrega muito mais valor ao seu dono.

Projetar a luz natural

Edifícios não respondem de maneira uniforme a sistemas de iluminação natural: o sucesso ou a necessidade de melhorias dependem das características arquitetônicas do edifício, do design interior, das obstruções exteriores e até mesmo das condições meteorológicas, entre outros fatores.

Além disso, é aconselhável observar também a posição da construção em relação ao sol – isso irá determinar toda a estratégia do sistema de iluminação natural. Os empreendimentos “Face Norte” frequentemente garantem a melhor fonte de luz durante o dia, porque toda a iluminação é difundida e é relativamente livre do brilho incômodo aos olhos. Por outro lado, uma exposição pelo sul pode necessitar uma maior blindagem por conta do sol do meio-dia, enquanto as janelas voltadas para leste ou oeste apresentam um maior risco para o brilho do sol direto, o que, no entanto, pode ser facilmente controlado com cortinas e persianas motorizadas, guiadas por controle remoto.

É importante compreender o impacto que estas variáveis podem ter sobre o sucesso do sistema nas fases iniciais de concepção para a iluminação natural, pois ao planejar estrategicamente levando-se em conta estes fatores é possível chegar a um sistema ideal para um determinado empreendimento.

Determine o foco

O objetivo do sistema de controle é manter a iluminação incidente, ou o nível de iluminação em uma posição constante e ao mesmo tempo agradável. O foco da luz, por sua vez, pode ser não apenas um local como um todo, mas também uma única superfície, um objeto, uma obra de arte, ou qualquer outra coisa.

A escolha da localização do sensor é algo crítico, já que ela precisa estar exposta a uma luz incidente que se correlacione com a iluminação a ser controlada e, além disso, a intensidade do sinal deste sensor deve ser, no mínimo, razoável. Além disso, na maioria dos casos queremos eliminar a luz direta do sol, devido ao seu desconforto por conta da luz forte e do calor.

No caso da luz natural, o grande desafio está em orientar o sensor de tal maneira que ele seja capaz de medir também a luz refletida – nas nuvens, por exemplo. Essa iluminação é bastante variável, já que ela depende inclusive da superfície em que ela está projetada.

Em aplicações de luz natural, o desafio está em colocar o sensor em um local onde se possa não apenas medir a luz refletida, mas também analisar como ela varia em uma determinada superfície. Desta forma, é fácil concluir que normalmente o sensor está no localizado no teto de um ambiente de trabalho e, geralmente, acima das mesas.

Sensores de luz não devem jamais ser apontados diretamente para uma fonte de luz, seja ela o sol ou uma lâmpada elétrica. Também é importante que este sensor não fique totalmente voltado para o exterior do prédio, para evitar a influência de fatores como luzes de veículos, raios e trovões, entre outros fatores não-permanentes.

Entregando um sistema que funciona

Enquanto os sistemas de iluminação natural exigem responsabilidade após a instalação, o processo de comissionamento foi simplificado nos últimos anos, e os fabricantes usualmente têm técnicos treinados para realizar este trabalho com alta qualidade.

A instalação inicial de um sistema de controle de iluminação natural envolve um procedimento de medição. É importante “avisar” o sistema quando o nível de iluminação chega ao nível desejado, para que seja definida a contribuição da luz elétrica necessária para que se atinja o nível de luz pretendido.

Além disso, é preciso estar atento ao período da noite, visto que a contribuição da luz elétrica obviamente se torna muito maior que a luz natural. Outro fator a ser levado em conta é que, para regular o uso da luz elétrica, também é preciso definir os limites de iluminação das janelas com persianas em níveis aceitáveis.

Isso é importante porque irá determinar quantas vezes e em que grau as persianas devem se mover, além da quantidade de brilho externo que a janela levará para dentro do ambiente.

Quando o sistema de controle incorpora persianas e luz elétrica, a iluminação pode variar dentro de uma faixa pré-definida. Quando ela se move fora desta faixa, as cortinas são movidas para trazê-la de volta para dentro do que foi anteriormente planejado. Esta operação garante que as cortinas não se movem de forma contínua ou com demasiada frequência, o que seria perturbador e incômodo para os ocupantes.

Muitos projetos de construções comerciais estão passando a utilizar sistemas de controle de iluminação com luzes fluorescentes com reatores digitais reguláveis que incorporam a iluminação natural. O uso da tecnologia de reatores digitais, que cresce exponencialmente, oferece benefícios exclusivos para um sistema de controle de iluminação natural. Um exemplo: diversos locais com os mais diferentes requisitos de luz podem ser controlados com a utilização de um único sensor. O resultado é uma performance superior e um alto nível de flexibilidade.

Sistemas automáticos que são capazes de desligar ou diminuir as luzes em resposta à luz do dia são extremamente eficazes em ambientes de trabalho. E com a adição de cortinas nas janelas que podem ser controladas tanto pelos ocupantes quanto por um controle remoto ou outro sistema automático, a economia de energia pode chegar a surpreendentes 70%.

Assim como acontece com qualquer sistema de controle, é muito importante dar aos ocupantes do local algum nível de poder sobre ele. Isto pode ser tanto controles individuais para cada ocupante quanto um controle manual com localização central, capaz de operar as cortinas e persianas e as luzes de uma forma independente.

Isto pode variar de controles individuais para cada ocupante a um controle manual com localização central, que opera as sombras e as luzes de forma independente. Em todo caso, vários estudos mostraram que a utilização de controles individuais tem um efeito positivo sobre a satisfação e a motivação dos funcionários, e, consequentemente, sobre o desempenho.

Existe uma série de fatores que afetam o sucesso de um sistema de iluminação natural que precisam ser consideradas no início do projeto. Mas os sistemas integrados são uma tecnologia real e econômica por conta dos diversos benefícios ambientais, de custos e de produtividade.

Com a instalação e o comissionamento de sistemas de iluminação natural, controles de iluminação mais avançados e sistemas de gestão de edifícios menos complicados à disposição, projetos de edifícios comerciais podem cada vez mais a abraçar a luz natural que está ao nosso redor.

* Pedro Polo é diretor-geral da Lutron Electronics Brasil.

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