Prêmio ABRAFAC os melhores do ano – Inscrições prorrogadas até 10/05

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A ABRAFAC (Associação Brasileira de Facilities) prorrogou até o próximo dia 10/5 o prazo de inscrições para o principal evento de premiação no segmento de Facilities no Brasil.

Além da projeção profissional à ser obtida com a escolha de seu trabalho, este ano de 2017 contará com a premiação de uma viagem para o maior congresso de Facilities Mundial ao trabalho vencedor na modalidade pessoa física.

Veja a seguir a chamada e acesse o site do prêmio para realizar a sua inscrição.

Luciano Brunherotto, Presidente da ABRAFAC, lhe convida para fazer parte dos melhores trabalhos do segmento de facilities brasileiro. O Prêmio ABRAFAC Melhores do Ano 2017, pode alavancar a sua carreira, além de te levar ao maior Congresso de Facilities do Mundo, o World Workplace IFMA 2017, que será realizado em Houston nos EUA.

A BookToGo vai PREMIAR* o GANHADOR do Prêmio com uma viagem para o maior Congresso de Facilities Mundial em Houston nos EUA. O World Workplace IFMA 2017, será realizado entre os dias 18-20 de Outubro e o ganhador terá direito a Passagem aérea + 3 noites de hotel + inscrição do evento.

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Certificações sustentáveis

Fonte: Revista Construção Mercado

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Brasil – Especialistas apontam razões para o crescimento dos selos verdes na construção. Taxa de vacância menor e valor de revenda maior ajudam a entender o interesse pelo tema

Brasil – Entre 2015 e 2016, a procura pela certificação ambiental de construções continuou crescendo no Brasil, apesar do momento de crise no setor. Agora, a expectativa é de expansão a partir de 2017. No país, os principais selos que atestam o grau de comprometimento dos empreendimentos com o meio ambiente a responsabilidade social são o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), a partir da certificação francesa Démarche HQE (Haute Qualité Environnementale), obtido por meio da GBC Brasil (Green Building Council), com base nos Estados Unidos; e o Aqua-HQE, desenvolvido e aplicado no Brasil exclusivamente pela Fundação Vanzolini.

Essas certificações não são obrigatórias pela legislação brasileira, mas a busca por elas é fomentada tanto por uma necessidade de colaborar com o meio ambiente quanto de reduzir custos operacionais e melhorar a imagem das empresas no mercado. Os selos atestam que um empreendimento adota medidas sustentáveis ecologicamente corretas na obra no cotidiano do edifício. E pode virar commodity na hora da venda e da revenda do imóvel.

Em 2016, um estudo feito com base nos dados do Geoimóvel, dos mercados corporativos do Rio de Janeiro e São Paulo, comparou o comportamento dos ativos classificados como A e A+, que possuem equivalência com os empreendimentos com certificação Leed. A pesquisa apontou que a taxa de vacância de edificios certificados no Rio de Janeiro foi 7% menor do que naqueles sem certificação. Em São Paulo, esse indicc sobe para 9.5%. A pesquisa também mostrou que os empreendimentos certificados agregam valor ao investimentos para locação. No Rio de Janeiro, os valores são em média R$ 28,9/m2/mês mais altos do que os não certificados. Para São Paulo, os certificados aumentam, em média, R$ 10,4m2/mês o valor do preço pedido de locação. Os números se referem ao segundo trimestre de 2016.

Essa grande procura pelos selos verdes coloca, hoje, o Brasil em 4º lugar no ranking mundial de certiticações Leed, atrás de Estados Unidos, China e Índia. Na América Latina, somos o país líder. Desde 2007, quando os processos começaram no Brasil, registramos 1.225 projetos, e 393 já foram certificados até dezembro de 2016″, afirma Felipe Faria, diretor executivo da GBC Brasil, certificadora Leed. O executivo conta que há projetos em todos os estados brasileiros. exceto em Tocantins.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra
Revista Construção Mercado Março 2017.pdf
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Projeto de lei torna utilização de energia renovável em irrigação pública obrigatória

Fonte: Ambiente Energia

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou proposta que torna obrigatória a utilização de percentuais mínimos de energia oriunda de fontes renováveis em projetos de irrigação pública. O objetivo é estimular o desenvolvimento das tecnologias envolvidas e a conservação do meio ambiente.

A medida está prevista no Projeto de Lei 5106/16, do deputado Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO), e recebeu parecer pela aprovação do relator na comissão, deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE). O texto estabelece prazo de cinco anos para que os projetos já instalados sejam adaptados aos patamares fixados. Por outro lado, novos projetos de irrigação pública deverão observar as exigências.

A proposta deixa para regulamentação posterior a definição dos critérios de enquadramento e dos patamares mínimos obrigatórios de uso de energia renovável. Ao mesmo tempo, prevê a realização de audiência pública com entidades representativas dos setores energético e agrícola para discutir os critérios técnicos e os índices a serem exigidos.

“A definição dos critérios e dos percentuais mínimos a serem observados deverá ser precedida de estudo de viabilidade técnica e econômica em que se demonstre que a adoção de tais limites não prejudicará o funcionamento e a expansão de novos projetos de irrigação pública”, destacou Raimundo Gomes de Matos.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado ainda pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Governo ainda pode recorrer a alta de impostos

Fonte: O Globo

Por: Martha Beck

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Embora relute em adotar medidas impopulares como aumento de impostos, o governo pode acabar tendo de recorrer a esse remédio para ajudar no cumprimento das metas fiscais tanto de 2017 quanto de 2018. A equipe econômica já informou que seu compromisso para o ano que vem é realizar um déficit primário de R$ 79 bilhões. E, mesmo sendo um valor bem inferior ao previsto para 2017, de R$ 139 bilhões, os técnicos admitem que ele também não é fácil de ser atingido. Assim, eventuais aumentos de tributos em 2017 teriam efeito positivo limitado para a meta corrente, mas seriam significativos para o próximo ano.

— Esses tributos não ajudariam tanto o fechamento das contas de 2017, pois é preciso cumprir o princípio da noventena (período de 90 dias para que um aumento de imposto entre em vigor), mas poderiam ser importantes para a meta de 2018 — disse um técnico.

Para se ter uma ideia do impacto, um dos tributos que o governo considerou aumentar nas últimas semanas para fechar as contas de 2017 foi a Cide sobre gasolina e diesel. Pelas contas da equipe econômica, caso ela tivesse sido dobrada, resultaria numa arrecadação de R$ 2,1 bilhões este ano. Já se a elevação ocorresse a partir de maio, o valor recolhido em 2017 cairia para R$ 1,6 bilhão. E em um ano completo, o reforço no caixa seria de R$ 3,8 bilhões.

LDO NA PRÓXIMA SEMANA

Outro tributo que o governo considerou aumentar foi o PIS/Cofins sobre a gasolina. Se essa medida vigorasse a partir de maio deste ano, o valor recolhido seria de R$ 3 bilhões. Mas em um ano inteiro, o montante arrecadado seria de R$ 8 bilhões.

— Aumento de impostos é o último cartucho do governo, mas pode ser importante fazer uma mudança dessas agora para ter um resultado melhor em 2018 — admitiu um técnico.

Até o próximo dia 15, o governo precisa apresentar oficialmente o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018. Nele, o governo vai indicar se continuará trabalhando com a meta de R$ 79 bilhões ou se vai revê-la. Segundo os integrantes da equipe econômica, a tendência é mantê-la.

A meta de 2017 também é um desafio. Com as receitas em queda, o governo detectou a existência de um rombo de R$ 58,2 bilhões nas contas deste ano. Este é o valor que precisa ser coberto apenas para se chegar à meta de déficit de R$ 139 bilhões. Para fechar a conta, foi feito um contingenciamento de R$ 42,1 bilhões nas despesas e encerrado, para a maioria dos setores da economia, o programa de desoneração da folha de pagamento das empresas.

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Infra divulga: Procura-se um Gerente Predial!

Vejam a divulgação da vaga através do site da INFRA, clicando aqui.


Gerente de Administração Predial

Oportunidade profissional é para atuar em Brasília

Empresa multinacional do ramo de incorporação e gerenciamento imobiliário está com uma vaga aberta para Gerente de Administração Predial.

O profissional irá atuar na unidade de Brasília, alocado no cliente e onde prestará serviços respondendo ao Gerente de Operações. Será responsável por toda administração do prédio; irá gerenciar a compra de facilities com o auxílio de dois pares e coordenará um assistente de compras e um responsável por contratos. Faz parte também da função: controlar o budget da operação.

Perfil desejado:

* Formação Superior em Engenharia, Administração ou Arquitetura;
* Sólida experiência com facilities;
* Conhecimento de administração de edifícios de alto padrão;
* Inglês Intermediário.

Saiba aqui como enviar o seu CV.

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Atenção RJ – A ABRAFAC comemorará o dia mundial do FM de forma muito especial em 2017…

FM Day 2017

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Construção Civil pode dar resposta rápida à crise

Fonte: Linkedin

Compartilhado pela CORENET.

Acesse aqui a mensagem compartilhada diretamente do site da CORENET.

Representantes do setor da Construção Civil reuniram-se com o presidente Michel Temer e equipe do Governo Federal, no sentido de apresentar propostas para que o setor contribua com a retomada do crescimento da economia, principalmente no tocante a geração de emprego e renda, num prazo de até dois anos.

Um estudo do setor indica que a cada R$ 1 milhão de investimentos, a indústria da construção emprega quase 18 novos postos de trabalho, direta ou indiretamente. Portanto, com R$ 50 bilhões investidos, do setor público e privado, podem ser gerados os empregos perdidos nos últimos dois anos, somente na cadeia da Construção Civil, o que corresponde a 850 mil empregos.

Reconhecido como um setor da economia que responde rápido, vale lembrar que existem dois segmentos distintos de atuação, infraestrutura e construção civil, abrangendo os empreendimentos habitacionais e comerciais, preponderantemente.

Para o setor de infraestrutura, os representantes propõem um melhor reordenamento, de novas concessões concentrando ações nos modelos de PPP, as Parcerias Público-Privadas, com modelagem mais atrativa ao investimento privado.

Para o setor da construção, pedem a retomada plena das contratações do Programa Minha Casa Minha Vida, em todas as suas faixas, inclusive nas faixas de maior subsídio (1 e 1,5).

Toda a cadeia da construção civil representada se dispôs a apoiar medidas propostas pelo governo para recuperar a credibilidade e restabelecer um ambiente de normalidade e de confiança no pais. Segundo o presidente Michel Temer, “não há prosperidade sem a construção civil”. Segundo representantes do setor, “a construção civil apoiará tudo o que fortaleça a construção de um pais melhor”

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1º Café Facilities Café no RJ

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Basf mostra três formas de economizar água na construção civil

Fonte: Engenharia Compartilhada

Autor: InfraRoi

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Tecnologias inovadoras podem reduzir demanda nos canteiros. Cada operário consome, em média, 45 litros por dia somente em necessidades humanas

Com 9 bilhões de pessoas previstas para ocupar a Terra em 2050, o planeta corre um risco sem precedentes se continuar a usar os recursos hídricos da forma atual. O alerta é da ONU e envolve também a construção civil. A Basf listou três formas de diminuir esse impacto. Vamos a eles:

Aditivos para concreto: dados do Departamento de Engenharia de Construção Civil e Urbana da Escola Politécnica da USP indicam que para a confecção de um metro cúbico de concreto, por exemplo, se gasta em média de 160 a 200 litros de água. Já existem aditivos que são adicionados na fabricação da mistura e que reduzem drasticamente o uso de água. Alguns aumentam a eficiência da hidratação do cimento e reduzem o uso de água em mais de 40% em relação aos processos convencionais.

Reaproveitamento de água da chuva: o uso de cisternas para o armazenamento desse tipo de água é outra opção. Pisos drenantes podem ser um recurso a mais, pois permitem o recolhimento e reaproveitamento da água da chuva. A economia é significativa: na CasaE, projeto conceitual da BASF, a água que passa pelos pisos (que têm até 90% de permeabilidade) é armazenada em reservatórios com capacidade de 10 mil litros, sendo reutilizada na limpeza da área externa e na rega dos jardins.

Revestimento: a conservação da fachada também demanda água para limpeza. Uma inovação importante são as tintas com tecnologia de nano partícula que repelem sujeira. Batidas de chuva ou jatos d’água são as principais formas para deixar a superfície limpa, tornando-se a opção perfeita para a melhor conservação da área externa da casa.

Inovações em materiais: além desses recursos, que promovem a economia direta de água, outros materiais construtivos podem gerar economia se levado em conta o seu ciclo de vida – ou seja, desde a extração dos recursos naturais para a produção dos materiais de construção, passando pela obra, uso e manutenção. Um estudo realizado na casa conceitual da Basf (CasaE) mostrou uma redução de 64% no consumo de água consultiva, se comparados a produtos equivalentes numa construção tradicional em 40 anos. Essa redução equivale ao abastecimento de mais de 2 mil habitantes em um dia. Ou ainda corresponde ao volume de água consumido em 443 banhos ou em 192 ciclos de uma lavadora de roupa.

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Emissões de CO2 no mundo relacionadas à energia ficaram estáveis em 2016

Fonte: Canal Energia

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As emissões globais de dióxido de carbono relacionadas à energia ficaram estáveis pelo terceiro ano consecutivo em 2016 e alcançaram 32,1 gigatoneladas, mesmo com o crescimento da economia global, de acordo com comunicado da Agência Internacional de Energia divulgado nesta sexta-feira, 17 de março. O resultado, segundo o órgão, sinaliza uma dissociação contínua das emissões e da atividade econômica, além de refletir o crescimento sucessivo da geração por meio de fontes renováveis de energia frente ao uso do carvão. Melhorias na eficiência energética e mudanças estruturais na economia global também explicam o quadro estável, diz o EIA.

O levantamento mostra que as emissões de CO2 diminuíram nos Estados Unidos e na China – dois maiores consumidores e emissores de energia do mundo – e permaneceram estáveis na Europa, compensando aumentos na maior parte do resto do mundo. A maior queda veio dos Estados Unidos, onde as emissões de CO2 caíram 3%, ou 160 milhões de toneladas, enquanto a economia cresceu 1,6%. O declínio foi impulsionado por aumentos no fornecimento de gás de xisto e na geração renovável. As emissões nos Estados Unidos no ano passado estavam em seu nível mais baixo desde 1992, período em que a economia cresceu 80%.

As fontes renováveis de energia forneceram mais de metade do crescimento da demanda global de eletricidade em 2016, sendo a hidrelétrica a responsável por metade dessa participação. O aumento global da capacidade nuclear do mundo no ano passado foi o maior desde 1993, com novos reatores na China, Estados Unidos, Coréia do Sul, Índia, Rússia e Paquistão. A demanda de carvão caiu mundialmente, mas a queda foi particularmente acentuada nos Estados Unidos, onde a necessidade caiu 11% em 2016. Pela primeira vez, a geração de eletricidade a partir do gás natural foi maior do que a do ano passado nos Estados Unidos.

As emissões na China – país cuja economia cresceu 6,7% em 2016 – caíram 1% no ano passado, em virtude principalmente da diminuição da demanda por carvão e do uso crescente das energias renováveis, da nuclear e do gás natural no setor da eletricidade. Dois terços do crescimento de 5,4% da demanda de eletricidade na China foi fornecido por fontes renováveis – principalmente hidrelétricas e eólicas –, bem como nucleares. Houve ainda mudanças no uso do gás como substituto do carvão nos segmentos industrial e imobiliário, impulsionadas em grande parte pelas políticas governamentais de combate à poluição atmosférica.

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