ABRAFAC realizará no próximo 18/09 no Rio de Janeiro, o seu FM Debate

A ABRAFAC realizará no próximo dia 18 de Setembro no Rio de Janeiro o FM Debate, que abordará o tema “Visão da Economia e Impacto nos Serviços”, com a participação especial do profissional Sandro Reis.

Aos interessados, basta clicar no flyer abaixo para ser direcionado ao site do evento.

O FM Debate Rio está chegando garanta sua inscrição

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ABRAFAC anuncia o próximo FM Tactics (Webinar) que abordará o tema “Gestão da Mudança”

A ABRAFAC anunciou a realização de seu próximo wvento via webinar, o FM Tactics, que além de gratuito, contará com a participação da profissional Sandra Raposo, responsável pela área de Real Estate & Facility Management na Xerox Portugal.

Aos interessados, basta clicar no flyer abaixo para ser direcionado ao site do evento.

 

O FM Tactics evento online e gratuito está chegando

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Construção dá os primeiros sinais de reação

Fonte: O Estadão

Divulgação: SINAENCO

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O setor imobiliário começa a dar os primeiros sinais de reação. Mas, escaldadas, as incorporadores tentam achar o ponto de equilíbrio entre não ficar para trás, no momento em que a economia parece dar os primeiros sinais de recuperação, e nem repetir a euforia do excesso de lançamentos pré-crise. Desemprego, devoluções de imóveis e endividamento das famílias ainda preocupam, e as entidades da construção não esperam uma retomada sólida antes do ano que vem.

Para Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, a crise levou as empresas do setor a reavaliar estratégias, mas a demanda por imóveis segue firme. “Como o ano passado foi muito ruim, a expectativa é que os lançamentos em São Paulo aumentem 10% neste ano.” A maior parte desses residenciais concentrada em padrão baixo ou médio.

O primeiro semestre foi de aumento nas vendas de imóveis, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). As vendas líquidas somaram 32.465 unidades, alta de 17,8%, e os distratos, 17.785 unidades, queda de 20%, ante igual período de 2016.

O representante comercial e sócio de uma cervejaria Caio Ranzatti, de 30 anos, e a designer de joias Bruna Fujino, de 28, estão entre os que compraram um imóvel. Eles planejavam alugar um apartamento ao se casarem, daqui a dois anos. “Vimos que a prestação não ficaria distante do custo da locação. A crise preocupa, mas não dá para viver em função dela.”

Na planta

A realidade do setor imobiliário, porém, é de um otimismo cauteloso: mesmo que os lançamentos superem os do ano passado, não há perspectiva de corrida aos estandes.

Na MBigucci, os últimos dois anos serviram para comprar terrenos. “Boas oportunidades surgiram, para quando o País reaquecer”, diz Milton Bigucci, presidente da empresa, que deve ter dois novos empreendimentos neste ano. A construtora do ABC espera a recuperação progressiva das montadoras para lançar mais.

Como um residencial leva de dois a três anos para sair do papel, as empresas olham horizontes de médio e longo prazos. “Vai ser preciso uma sequência mais longa de indicadores positivos. O setor não aguentaria um voo de galinha da economia”, diz o copresidente da Even, João Azevedo. A empresa, que tem R$ 5,3 bilhões em terrenos, planeja lançar só os projetos com mais potencial de venda.

“Há muita demanda reprimida, que se resolverá com o tempo. A cautela é natural”, avalia João da Rocha Lima, do Núcleo de Real Estate da Poli/USP. O mercado, diz, ainda precisa queimar seus estoques – os imóveis lançados e não vendidos.

Alicerce

No mês passado, a construção civil registrou o primeiro saldo positivo de vagas em 33 meses, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com 724 pessoas a mais empregadas, tanto em infraestrutura quanto no mercado residencial. Uma delas foi o pintor de fachadas Lucimauro de Carvalho, de 34 anos. “Foram dois anos sem carteira assinada. Vivi de bicos.”

“É um indicador importante, mas pontual. Temos uma simbiose com o restante da economia: o setor depende do crescimento dos demais segmentos para respirar e o País só vai se reerguer quando a construção crescer”, diz José Carlos Martins, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). “Se tudo correr bem, a recuperação chegará à construção civil no ano que vem.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

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Rede Brasileira de Manutenção convoca os profissionais da área de manutenção à responderem a pesquisa sobre o Processo Orçamentário 2018 para a Manutenção

Vejam abaixo a chamada do amigo Paulo Walter e os links de acesso para aqueles que quiserem e puderem contribuir com suas respostas.

Tá com um tempinho livre?

Então aproveita e responde agora a nossa pesquisa sobre Processo Orçamentário 2018  para a Manutenção. Não  é feita nenhuma pergunta solicitando dados confidenciais. Apenas se busca verificar quais são as melhores práticas gerenciais no trato da questão orçamentária na Gestão de Ativos.

O link da pesquisa é http://orcamentodamanutencao2018.questionpro.com

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Mackenzie – Pós Graduação -Pesquisa acadêmica sobre Manutenção

Bom dia à todos!

A aluna Cristina Lima do curso de pós-graduação em Avaliações & Perícias de Engenharia no Mackenzie está trabalhando o seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) que avalia o formato e os cuidados na manutenção “x” os impactos causados em edificações e sistemas, identificados na Inspeção Predial.

Ela solicita a ajuda de todos que possam enriquecer o seu trabalho e análise, dedicando apenas alguns minutos de seu tempo para responder a pesquisa abaixo, que já está no ar.

https://www.survio.com/survey/d/N6P9F8P9F9R5P7M1A

Prezado Sr. / Sra.

Gostaria de convidá-lo a participar do projeto de pesquisa “PLANO DE MANUTENÇÃO E FACILITIES:  VISÃO, POSTURA E IMPLANTAÇÃO”  que se propõe a analisar a contribuição e os impactos da gestão de manutenção nos resultados de empresas. Os dados deste estudo serão coletados neste questionário e seus resultados serão analisados pela pesquisadora Cristina Teixeira de Lima.

Este questionário utiliza a ferramenta SURVIO e uma vez enviadas as respostas, elas aparecem para o pesquisador já tabuladas, sem identificação do e-mail de origem. O anonimato será garantido uma vez que em nenhum momento você será identificado na pesquisa.

Sua participação só ocorrerá quando do envio deste questionário preenchido.

Os dados coletados serão utilizados no Trabalho de Conclusão de Curso da pesquisadora junto ao curso de Pós-Graduação em Avaliações e Perícias de Engenharia, da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A divulgação do trabalho terá finalidade acadêmica, esperando contribuir para um maior conhecimento do tema estudado.

Quaisquer dúvidas que existirem poderão ser livremente esclarecidas, bastando entrar em contato pelo e-mail:

cris0330@hotmail.com

Sua participação é muito importante e desde já agradeço sua colaboração.

Para acessar o questionário, clique no link abaixo: 

https://www.survio.com/survey/d/N6P9F8P9F9R5P7M1A

 

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CTE divulga os seus cursos para agosto e setembro

O CTE divulgou os seus cursos para o período de agosto à setembro, sendo que teremos neste próximo dia 28/08 um interessante e importante evento que abordará a inovação e sustentabilidade para interiores corporativos.

Basta clicar na imagem abaixo para ser direcionado ao site do CTE e obter mais informações.

CTE Cursos

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ABRAFAC realizará evento sobre a atividade do SÍNDICO PROFISSIONAL

A ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities realizará no próximo dia 10/08 às 10hs o seu FM-TACTICS, um evento no formato de webinar, que terá como tema: Síndico Profissional – Responsabilidades e Desafios – Palestrante José João Fiasco

O evento terá a duração de uma hora, compartilhada entre a apresentação e o tempo para o esclarecimento de dúvidas.

Trata-se de um tema bastante atual e que ainda deixa dúvidas par aqueles que não conhecem e desejam conhecer um pouco mais sobre a profissão e desafios inerentes.

Segue abaixo o link para obter informações e reservar a sua participação:

https://abrafac.webex.com/abrafac/onstage/g.php?MTID=e7d6fbcc87d0942d5f4facb708d691b91

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Curso de Extensão Universitária em Gestão de Facilities

Entramos na reta final do período de inscrições para o CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EM GERENCIAMENTO DE FACILIDADES (FACILITIES), oferecido pela USF – Universidade São Francisco, em seu campus Cambuí em Campinas / SP.

O curso acontecerá a partir do próximo 19/08/2017 e terá a duração de 120 horas, incluindo a realização de visitas técnicas para a consolidação dos temas apresentados.

O curso será realizado aos sábados, geralmente com o espaçamento de 15 dias entre as aulas, que serão ministradas por um expressivo grupo de docentes, constituído por 19 renomados profissionais dos mercados de FM, Property Management, Operação & Manutenção e Real Estate.

Segue abaixo o link que os direcionará ao site da USF, onde poderão encontrar mais informações:

http://www.usf.edu.br/cursos/cursos-internas.vm?id=87675689&segmento=EXT#conteudoInternas&utm_source=ABRAFAC&utm_medium=site&utm_campaign=divulgação

 

 

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CoreNet traz palestra com foco em Fundos Imobiliários no próximo 27/07 em SP. Participe!

Clique no banner para ser direcionado ao site da CORENET e obter mais detalhes ou informações.

Corenet RE

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Brasil recebe norma técnica NBR ISO 37120 para cidades sustentáveis

Fonte: Redação AECweb  / e-Construmarket

Colaboração Técnica: Alex Abiko

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Com a proposta de estabelecer a forma de se medir a sustentabilidade das comunidades, ela pode ser aplicada para cidades inteiras, partes de municípios, bairros e loteamentos

Redação AECweb / e-Construmarket

As cidades brasileiras agora contam com indicadores de sustentabilidade definidos por norma técnica. A NBR ISO 37120 – Desenvolvimento sustentável de comunidades – Indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida – foi publicada em janeiro de 2017. Ela aborda, além de dados ambientais, questões sociais e econômicas. A norma é a primeira no país a tratar especificamente de municípios sustentáveis.

“O documento, que é internacional, foi traduzido e adaptado para a realidade brasileira”, afirma o engenheiro Alex Abiko, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e coordenador da CEE-268, comissão responsável pela adequação da NBR ISO 37120. A iniciativa nasceu das atividades do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, que mantém estudos sobre planejamento e engenharia urbana.

A elaboração da norma envolveu, também, diversos outros organismos técnicos e instituições. Participaram o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), a Caixa Econômica Federal, o Ministério das Cidades, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), o Instituto de Engenharia, entre outros.

CRIAÇÃO DA NORMA

A NBR ISO 37120 foi criada a partir de uma necessidade acadêmica. “Queríamos saber a maneira de avaliar a sustentabilidade urbana e fomos analisar como a tarefa é realizada em outros países. Descobrimos mais de 150 sistemas de medição, desenvolvidos e adotados em diversas nações, como Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra, África do Sul e alguns sistemas no Brasil. Nossa próxima pergunta, então, foi qual seria a melhor ferramenta para adotarmos aqui, considerando que muitos deles acabam trabalhando questões muito particulares de cada país”, conta o docente.

Na pesquisa pelo sistema ideal, chegou-se à norma da ISO, a Organização Internacional de Normalização que reúne associações de padronização/normalização de 162 países, incluindo o Brasil.

O trabalho da CEE-268 não ficou restrito somente à tradução. O grupo teve de realizar avaliação técnico-científica do documento para adequá-lo ao padrão de uma norma NBR ISO. Exemplo foi a definição do termo favela, que também pode ter como sinônimos as palavras assentamentos precários ou assentamentos subnormais, como utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

INDICADORES

A norma, que é de utilização voluntária, pode ser aplicada para cidades inteiras, partes de municípios, bairros e loteamentos. No total, são apresentados 100 indicadores e a maneira adequada de aferi-los. “A proposta da norma é estabelecer a forma de se medir a sustentabilidade das comunidades”, comenta o docente.

Por exemplo, entre os indicadores avaliados está a mortalidade infantil. No entanto, a norma não especifica qual o índice de fatalidades que a cidade tem de atingir para ser considerada sustentável. “Em outras palavras, a NBR ISO 37120 não define os limites dos indicadores”, diz Abiko.

O desenvolvimento do documento serve como passo inicial para a criação de sistemas de certificação que possam surgir no futuro. “Estamos preparando uma ferramenta básica”, ressalta o professor, explicando que, no Canadá, o World Council on City Data (WCCD) avalia a sustentabilidade de cidades usando a ISO 37120 como referência. “É plausível que apareçam empresas brasileiras pretendendo realizar trabalho semelhante no país”, completa.

As áreas englobadas pelos indicadores são: economia, educação, energia, ambiente, finanças, serviços de emergência, saúde, lazer, segurança, resíduos, transportes, telecomunicações, água, planejamento urbano, entre outras.

INTERAÇÃO COM OUTRAS CERTIFICAÇÕES

A principal contribuição da norma para as cidades é a possibilidade de agregar os conceitos de diferentes sistemas de avaliação de sustentabilidade. “Na Poli, fizemos um levantamento e enumeramos mais de uma centena de indicadores disponíveis no mundo, como o Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) e o AQUA. A NBR ISO 37120 procura sintetizar tudo o que já existe de conhecimento dessas certificações”, fala Abiko.

Segundo o professor, a norma não pretende entrar em conflito com outros sistemas já existentes. “A ideia é oferecer os indicadores de sustentabilidade para os municípios interessados. Um prefeito que queira avaliar o quão sua cidade é sustentável poderá usar como ferramenta os indicadores da norma, já disponível para compra no site da ABNT”, destaca.

FUTURAS NORMAS

A CEE-268 agora concentra seus esforços na elaboração de outras normas. A expectativa é que duas delas sejam aprovadas até o final de 2017. “A primeira é referente ao vocabulário da sustentabilidade urbana. O documento será importante, pois cada profissional fala de um jeito. A ideia é ter uma norma brasileira que padronize toda a terminologia”, afirma Abiko.

A outra norma em desenvolvimento aborda a gestão na execução de cidades sustentáveis. Com base nos indicadores da ISO, o documento pretende explicar a maneira de se construir um município que se enquadre nesses parâmetros. “A norma trará um norte, propondo um método”, fala o docente, lembrando que ambas as normas já foram aprovadas na ISO e serão traduzidas para o português e adaptadas para o cenário nacional.

Depois que as duas próximas normas forem publicadas, está nos planos a elaboração de documentos com indicadores para cidades resilientes e outro trazendo os indicadores para cidades inteligentes. “A CEE-268 também está trabalhando na elaboração de um manual da NBR ISO 37120. Processo semelhante ao que foi feito com a ABNT NBR 15575 – Edificações Habitacionais – Desempenho”, afirma o engenheiro.

Além do setor público, a norma também pode ser usada pelas empresas para que atestem para clientes e governo o quão sustentáveis são seus empreendimentos. “Queremos que a sociedade use e critique a norma para podermos aprimorá-la”, finaliza Abiko.

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