Automação de data center: quão perto estamos?

Fonte: Datacenter dynamics (informação compartilhada pelo PROCEL)

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Especialistas apontam para um aumento na gestão dos dados, sejam eles provenientes da elétrica, ar condicionado ou mesmo dos sistemas de segurança, como detecção de incêndio e controle de acesso. Segundo o CEO da CCN Automação, Luciano Ribeiro, a tendência é que haja uma integração cada vez maior dos diversos sistemas eletrônicos. E tal aumento no volume de dados, exigirá um tratamento diferenciado através de Big Data. Além disso, a Internet das Coisas ganhará cada vez mais espaço no mercado, possibilitando que instalações de qualquer porte sejam monitoradas com baixo custo, gerando dados importantes para análise de toda região geográfica em que o cliente possuir algum tipo de operação.

Impulsionada pelos dispositivos conectados ao data center, a automação ou o que podemos chamar de Inteligência Artificial e Machine Learning aplicada ao data center, já é uma realidade no mercado. Hoje, cada dispositivo conectado gera dados que quando concentrados e processados, se transformam em informações relevantes para melhorias e maximização da operação do data center.

De acordo com a Schneider Electric, a automação é o caminho para obter ganhos operacionais e econômicos no data center, visto que uma abordagem tradicional já não é mais suficiente. “Hoje, para que um data center seja competitivo e sua infraestrutura seja utilizada ao máximo, os gerentes de data centers têm o desafio de tornar a operação mais eficiente, não somente na questão de economia de energia, mas também na maximização da sua capacidade de processamento”, observa o gerente de marketing de produtos da Schneider Electric Brasil, Alan Satudi, ressaltando que isso somente será possível através de tecnologia de ponta para coleta, processamento e análise de dados.

Para a Schneider Electric, hoje no Brasil, a maioria dos grandes players de data center já possui um elevado grau de automação em seus data centers, “Hoje, as equipes estão cada vez menores, o que exige um alto grau de automatização e gerenciamento. Também, é grande a tendência em que os novos equipamentos como geradores, chillers, UPS já venham de fábrica com um grau elevado de eletrônica embarcado, o que facilita e tem barateado os sistemas de automação”.

Automação: como ela deve ser?

Para o CEO da CCN Automação, acima de tudo o sistema deve ser confiável. De acordo com o especialista, tal sistema deve aliar pilares básicos, que são hardware e software de boa qualidade, implantação realizada com pessoal técnico qualificado, que tenha real experiência neste tipo de ambiente.

“Podemos ter o melhor equipamento do mundo, mas se o mesmo não for programado e comissionado com critério, o resultado final pode ser muito ruim”, pontua o CEO, apontando a usabilidade como outro aspecto importante. Para ele, é fundamental que o cliente navegue com facilidade e fluidez nas informações disponibilizadas pelo software. Os relatórios têm que ser facilmente extraíveis do software de supervisão. “Na prática, notamos que existem necessidades específicas para cada tipo de operação, o ponto chave é sempre ter a facilidade de uso como foco principal. Temos diversos tipos de clientes, entre eles os que são extremamente preocupados com eficiência energética e outros mais preocupados em atender seu público específico”, conta o CEO da CCN Automação.

Como dar os primeiros passos? 

Segundo a Honeywell, a receita é: estudar, planejar, executar e operar. Sendo assim, o primeiro passo é entender a real necessidade do usuário final. Após isso, é necessário desenvolver um projeto bem elaborado, respeitando todas as fases, onde enquadram-se as necessidades do usuário para assim, apresentar as soluções, ponderando segurança operacional, custo e qualidade dos produtos.

“Sempre na fase de projeto é importante considerar a expansão das operações, até mesmo uma possível mudança de concepção em relação aos problemas iniciais apresentados, fazendo com que fique fácil toda a automação se adequar às novas solicitações”, pontua Augusto Sanchez, coordenador da equipe de operação de automação de data center da Honeywell. Segundo ele, uma vez que as soluções apresentadas e os projetos são aprovados, é necessária a contratação de serviços de confiança para execução, sendo mão de obra própria ou não. “É imprescindível o acompanhamento da execução, não só da contratada, mas da evolução das empresas envolvidas na rotina”, pontua a Honeywell.

O CEO da CCN Automação afirma que dar os primeiros passos nessa área hoje é simples, pois existem soluções de hardware e software modulares e escaláveis que podem crescer aos poucos e com baixo investimento. “Tudo nasce com um bom projeto e/ou análise das condições atuais da operação”.

Ganhos Operacionais 

Considerada um dos grandes vetores para obter significativos ganhos econômicos no data center. Sejam eles operacionais ou de eficiência energética, hoje com um alto grau de automação é possível reduzir a necessidade de um grande staff de pessoal operacional. Profissionais estes, com viés analítico, que passam a interpretar os dados gerados pelo sistema, com intuito de aumentar cada vez mais a eficiência. Tarefas como checar limites operacionais, monitorarem alarmes, programar liga/desliga de equipamentos, checar falhas e gerar dados históricos passam a ser realizadas sem a intervenção humana. Além disso, plataformas web based permitem que dados do sistema possam ser acessados de qualquer tipo de dispositivo (computadores, celulares, tablets, etc) e de qualquer lugar. Isso tudo com alto grau de segurança.

“A automação permite a introdução de algoritmos inteligentes que podem baixar em muito o consumo dos insumos como eletricidade, água, gás, diesel, etc, otimizando em muito o PUE”, explica o CEO da CCN Automação. De acordo com ele, existem diversas rotinas, principalmente na automação dos sistemas de ar condicionado, que permitem reduções significativas no consumo. “Em termos operacionais os ganhos podem ser também surpreendentes. Já visitamos instalações nos EUA em que não havia um único profissional sequer na sala de controle”, revela Luciano Ribeiro.

Utilização das ferramentas de Automação

De acordo com a Honeywell, cada dia mais os sistemas de automação vêm se tornando menos complicados. Hoje, é possível esperar que as soluções de automação facilitem a operação de um data center à ponto de substituir as ligações de uma operação do (Building Management System) BMS por uma automação que controle manutenções preditivas sem a necessidade de ações humanas constantes no cotidiano de um data center, porém com a possibilidade de gerenciamento de um responsável ou pelo próprio supervisor.

O coordenador da equipe de operação de automação de data center da Honeywell, Augusto Sanchez, afirma que a tendência é que automação esteja cada dia mais enraizada em qualquer projeto de data center. “É impensável hoje esperar o aviso sonoro/visual para um alarme critico em uma UPS ou central de água gelada, ou que todas as informações referentes a consumo tenham que ser coletadas manualmente. A automação e suas ferramentas são recursos mais que essenciais dentro da infraestrutura dos data centers hoje”.

Para a Honeywell, a automação é crucial para redução de custos e para disponibilidade de recursos, “uma vez que dispomos de soluções com redundâncias, abrimos margem para resolução de possíveis sinistros”, conclui.

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Emergency lighting: What’s required, and how it’s designed

Vejam neste interessante artigo norte-americano a existência de um mesmo tipo de dúvida ou complementação sobre o tema iluminação de emergência em edificações comerciais, apesar de uma normatização um pouco mais robusta.

Em ambos os casos, vemos, no entanto, uma questão important relacionada aos seus testes periódicos e até mesmo em relação aos cuidados com a sua “operação periódica e limite de carga de baterias, quando aplicável”.

No Brasil, temos como principais referências a ABNT NBR 10898/2013 e as instruções técnicas de nossos Corpos de Bombeiros, através de uma de suas instruções técnicas (número da IT em SP é 018/2010).

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Fonte: Consulting Specifying Engineers
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Emergency lighting is required in all nonresidential buildings. There are numerous versions of building codes and various editions of these building codes in use around the country.
BY TOM DIVINE IS, PE, LEED AP JULY 16, 2018
Figure 2: A wall-mounted battery-powered incandescent egress luminaire was installed in an elevator lobby in a Texas condominium. The test switch and pilot light can be seen at the bottom of the luminaire. Courtesy: Smith Seckman Reid Inc.

Learning objectives

  • Understand where emergency lighting is required in nonresidential buildings, as required by codes and standards.
  • Learn about performance requirements for emergency lighting.
  • Comprehend how emergency lighting is implemented, and which devices should be used.

Emergency lighting is required to illuminate building areas when things go wrong—for example, when the normal electrical supply is interrupted by a utility outage or by a fire or failure within the building. In most facilities, the largest part of emergency illumination lights the pathways and exits that lead out of the building—the egress paths. Its intent is to facilitate evacuation of the facility, particularly in the event of a fire, and to reduce the tendency of occupants to panic under stress, and in the dark.

Because the performance of emergency lighting is directly related to life safety, code officials are notoriously demanding of strict compliance in its design and installation. Differing interpretations about emergency lighting requirements easily can lead to a costly delay of occupancy. A clear understanding of the code requirements for emergency lighting, and a clear understanding of code officials’ views of any issues that admit interpretation, will go a long way toward avoiding expensive and embarrassing surprises late in construction.

The term “emergency lighting” appears frequently in the codes, but it is nowhere directly defined. For the purposes of this article, emergency lighting refers to lighting equipment that is specifically identified as such in one of the codes, with limited exception. Certain lighting that must illuminate under emergency conditions in health care facilities, but is not technically defined as emergency lighting, is addressed separately.

These codes are referenced in this article:

Code-enforcement agencies may adopt these codes, or other codes, and may enforce other editions. Provisions of the various codes sometimes differ regarding similar sets of requirements. Designers should verify the codes and editions in force, and consult authorities having jurisdiction (AHJ) regarding their interpretations of ambiguous or conflicting requirements, before design commences.

Emergency egress lighting, and other emergency lighting

The existential requirements for emergency lighting appear independently in the IBC and in NFPA 101. IBC Section 1008, Means of Egress Illumination, covers lighting requirements for exit routes. It calls for egress lighting for nearly all occupancies, with limited exceptions for agricultural and livestock buildings, dwelling units in institutional occupancies and most residential occupancies, and aisles in assembly occupancies. Egress lighting must remain active whenever the building is occupied (IBC 1008.2).

Under normal conditions, egress lighting must be served by the building’s primary electrical supply. When that supply fails, an emergency power supply must illuminate specific areas, particularly pathways that lead to exits, the exits themselves, and exit discharges. The IBC allows for a number of options for the form of the emergency power system. It may be an onsite generator, a battery-powered system, or a distributed set of batteries attached to individual luminaires.

NFPA 101 provides a similar set of requirements. Emergency lighting is required for egress in all occupancies addressed by the code, with the exception of one- and two-family dwellings and rooming houses. Overall, NFPA 101 describes emergency lighting requirements more specifically than does the IBC.

The IBC generally applies to new construction and renovation projects. Its provisions are not normally enforced retroactively on existing buildings, except where the AHJ determines that public safety is compromised by existing conditions (IBC 102.6). NFPA 101 is enforceable on existing buildings and includes separate requirements for existing and new facilities for each type of occupancy that it addresses.

For emergency lighting, NFPA 101 requirements for new and existing facilities are substantially identical, with a few exceptions. Certain existing worship venues, for example, are permitted to operate without emergency lighting under NFPA 101, while similar new facilities are required to provide it (NFPA 101 12.9.9.2, 13.2.9.3).

Locations

NFPA 101 requires emergency egress lighting in exit accesses, at exits, and at exit discharges. For this purpose, the term “exit access” denotes only designated stairs, corridors, ramps, escalators, and passageways leading to an exit. “Exit discharge” denotes similar designated building components leading to a public way. In a typical design project, these building components are designated by the architect and indicated in the life safety plans. When those plans are not available early in the design process, the designer can get very close to compliant egress lighting by providing emergency lighting in corridors, stairways, at exits, and immediately outside exits.

The IBC specifically requires emergency lighting in certain spaces not used for egress: electrical rooms, fire command centers, fire pump rooms, and generator rooms. No special performance characteristics are specified for these areas. A minimal interpretation would be that these areas require egress illumination. That solution might be suitable for utility spaces, where emergency light would provide wayfinding and be supplemented by portable battery-powered lamps. However, egress-level lighting would certainly be inadequate for a fire command center. A conservative approach for a fire command center might be to provide adequate lighting on each of the normal and emergency power systems, to ensure that the failure of one of those systems won’t leave the center in darkness. Given the IBC’s ambiguity about emergency illumination in these areas, it is worthwhile to verify the AHJ’s interpretation of the code during design.

Exit signs are required along the egress path, at doorways leading to an egress path, and at exits, placed to ensure that an exit sign is visible from no more than 100 ft or the listed viewing distance of the exit sign (IBC 1013.1). This requirement is echoed in NFPA 101 (7.10.1.5.1).

NFPA 110 7.3 requires battery-powered emergency lighting with an average illumination at floor level of 3 fc at generator sets and at generator paralleling gear (NFPA 110 7.3). This requirement also is in NFPA 99.

NFPA 99 calls for battery-powered lighting in locations where deep sedation or general anesthesia is used, with lighting levels sufficient to terminate procedures in the room. These battery lighting units are required to operate for at least 30 minutes (NFPA 99 6.3.2.2.11). The purpose of these battery-powered lights is to ensure that a surgeon wielding a scalpel will not be left in total darkness should normal power fail during a procedure, and to provide minimal lighting for terminating a procedure should the standby lighting also fail.

Technically, these lights are not emergency lights, as there is no emergency electrical system defined for health care facilities. The NEC allows these lighting units to be connected to the critical branch rather than the life safety branch.

Performance

General performance requirements for emergency egress illumination are shown in IBC 1008.3.4 and 1008.3.5 and in NFPA 101 7.9.2. Illumination requirements are identical in these two codes. The egress path must be illuminated at an average level of 1 fc, with a minimum level of 0.1 fc; the maximum-to-minimum illumination level ratio must be 40:1 or less. Emergency lighting must remain illuminated for at least 90 minutes. Illumination levels are allowed to decline to an average of 0.6 fc, with a 0.06-fc minimum, at the end of the 90-minute period.

NFPA 101 7.9.2.2 requires that new emergency lighting power systems be at least Type 10, Class 1.5, Level 1 systems, as defined in NFPA 110. That requirement translates to restoration of power to emergency lighting within 10 seconds after loss of normal power, for a duration of 1.5 hours, for a system of adequate reliability for application where its failure could result in loss of life or serious injury, as described in NFPA 110 4.4.1 and in NFPA 111 4.5.1.

Emergency illumination requirements for stairways are subject to interpretation under NFPA 101. Section 7.9 contains detailed requirements for illumination of the egress path, but it does not contain any specific requirements for stairways. Section 7.8, Illumination of Means of Egress, requires that new stairs be illuminated at 10 fc “during conditions of stair use.” Analysis of requirements in 7.8 shows that its requirements are considerably more stringent than those covering emergency lighting in 7.9.

For example, 7.9 allows for a minimum illumination of 0.1 fc while 7.8 requires a minimum of 1 fc along the egress path. A reasonable interpretation, then, is that Section 7.8 covers requirements under normal conditions while 7.9 covers emergency illumination requirements.

However, some AHJs have enforced the 10-fc rule on emergency lighting in stairways. Facilities using generators for the emergency power source have little difficulty meeting this requirement, as emergency lights operate at full illumination. Facilities relying on unit equipment, though, will require prodigious batteries or numerous lighting units to maintain this illumination level.

Testing

Testing requirements for emergency lighting appear in NFPA 101 7.9.3. Lamps and power sources must be periodically tested to verify that they continue to function in accordance with code requirements. All emergency lighting systems, regardless of their power source, must be tested monthly for a period of at least 30 seconds. For unit equipment, monthly testing typically consists of a short test of the battery and lamp, implemented by a test switch on the luminaire.

For storage-battery and generator systems, testing is typically accomplished by de-energizing the normal power source serving emergency lighting and observing that the lamps illuminate. Generator systems must be tested monthly by initiation at a transfer switch and run under load for at least 30 minutes (NFPA 110 8.4.2). Emergency lighting tests are normally performed in conjunction with monthly standby power system tests.

For coordination with emergency lighting tests, it would be convenient to initiate monthly generator tests from the emergency system’s transfer switch; however, NFPA 110 requires that the transfer switch initiating the test be rotated among switches from one month to another (8.4.3.1). Where multiple transfer switches exist, the normal power supply to emergency lighting equipment must be intentionally de-energized to observe its operation from the emergency supply.

Storage-battery systems are required to be tested in accordance with their manufacturer’s recommendations, rather than in accordance with a code-mandated schedule (NFPA 111 8.4.1). For these systems, it may not be possible to coordinate periodic battery system tests with tests of emergency lighting. Nevertheless, emergency lighting must be tested monthly.

Storage-battery systems and unit equipment must be tested annually for 90 minutes.

Electrical system

The installation requirements for power systems serving emergency loads, including emergency lighting, appear in NEC Article 700, Emergency Systems. The power sources permitted under the IBC-storage-battery systems, onsite generators, and unit equipment-also are permitted under Article 700, along with fuel cell systems per 700.12(A), (B), (C) and (D). A separate utility service may serve as the alternate source, where its reliability is acceptable to the AHJ as per 700.12(D). The AHJ should be consulted in advance of construction where a fuel cell system or alternative service is contemplated as the emergency supply.

The electrical supply must provide power within 10 seconds of the loss of normal power (700.12), echoing the response requirements of NFPA 101 and the IBC. Surge-protection devices are required on all emergency system switchboards and panelboards (700.8).

Article 700 requires strict separation of the emergency system wiring from all other wiring, beginning at a separate vertical switchboard section or disconnect switch connected to the emergency supply (700.10(B)(5)(c)). Lighting and power circuits that serve anything other than required emergency loads may not be served from the emergency system (700.15). If standby power is required for other purposes, it must be served from a separate vertical section, panelboard, or disconnect switch, through a separate transfer switch. The system capacity must be adequate to serve all the loads connected to the system simultaneously, or a load-shed system must be provided to maintain service to emergency loads by selectively disconnecting other loads (700.4(B)).

Overcurrent devices on the emergency power system must be selectively coordinated with all upstream devices. The definition of “selective coordination” in the NEC is quite strict, requiring coordination for the “full range” of overcurrent settings and device operating times. Achieving selective coordination with circuit breakers will require careful device selection; otherwise, fuses must be used.

Emergency system feeders and generator control circuits must be protected from fire by one of several methods. Equipment serving emergency feeders must be protected by either an automatic fire-suppression system or a 2-hour-rated enclosure.

Special occupancies: health care

NFPA 99 and NEC Article 517 modify certain requirements for emergency systems in health care facilities. Those documents do not define an emergency electrical system; instead, they define an essential electrical system consisting of a life safety branch, critical branch, and equipment branch. Emergency egress lighting is served by the life safety branch (517.33(A)) and other lighting that must remain operative to provide patient care and support necessary for hospital functions served by the critical branch (517.34(A)). The life safety branch must comply with the requirements of NEC Article 700 for emergency systems, except where specifically modified in Article 517 (517.26).

Article 517 abrogates the standby system capacity requirement of Article 700, allowing the system to be sized for the maximum demand that the load is likely to produce (517.30(D)). Selective coordination requirements are limited to faults that persist for more than 0.1 second, as per 517.30(G) as well as NFPA 99 (6.4.2.1.2.1).

The applicability of fire-rating requirements for health care facilities is open to interpretation. NFPA 99 specifically exempts the life safety branch from compliance with the fire-rating requirements of Article 700.10(D) under 6.4.2.2.1.6 and 6.5.2.2.1.5. However, no such exemption appears in NEC Article 517. Fire ratings can be expensive and difficult to apply after construction, so the wise course is to get clarity from the AHJ about whether fire-rating requirements will be enforced during design.

Hardware: internally illuminated exit signs

NFPA 101 and the IBC permit the use of internally illuminated exit signs, provided that they are listed for the purpose and approved by the AHJ. The two most common technologies used in internally illuminated signs are photoluminescence and radioluminescence. Both of these technologies provide the significant advantages of obviating annual battery-duration testing and periodic battery replacement, and both have disadvantages.

Photoluminescent materials absorb energy from incident light and slowly release that energy as visible light. Energy is stored in the electron clouds surrounding the individual atoms of the photoluminescent material, in that incident light knocks electrons into elevated energy states. As those electrons return to lower-energy states, they release their stored energy as visible light.

On the macroscopic scale, these materials behave as light batteries, charged by incident light and discharged into darker environments. These materials are applied as the letters in exit signs, where they glow to mark the egress path in low illumination.

Photoluminescent exit signs have long usable life and require little maintenance. Units are typically warranted for 15 to 25 years. The primary maintenance method is to clean the face of the sign, as obscuration of the face will directly reduce the light output, which will reduce the charging effectiveness.

Photoluminescent exit signs must be continuously illuminated to a minimum level under normal conditions—typically 5 fcs—to remain charged. As energy codes become more restrictive, requiring occupant sensing, daylight controls, and control of egress lighting, the application of photoluminescent lighting becomes more challenging.

Photoluminescent materials are generally charged by light in the upper end of the visible light spectrum and the low end of the ultraviolet region. They charge well under fluorescent and metal-halide lamps, which produce a fair amount of blue and ultraviolet light. LEDs produce substantially less high-energy light and are less effective at charging photoluminescent exit signs than older lighting technologies. Photoluminescent signs to be charged by LED luminaires must be marked for compatibility with LED illumination (NFPA 101 7.10.7.2).

Radioluminescent exit signs contain a small amount of radioactive material-typically tritium, a radioactive isotope of hydrogen. Tritium decays by emitting high-speed electrons that impinge on a specially selected phosphor, which glows visibly in response. Tritium, a gas, is typically enclosed in a phosphor-coated glass tube, and the tube is encased in a block of clear plastic to minimize the likelihood that the tritium will be released into the environment. The usable life of radioluminescent exit signs is limited by tritium decay and by degradation of the phosphor. The half-life of tritium is about 12 years.

Use of radioluminescent exit signs triggers additional compliance and record-keeping requirements. The presence of radioactive materials in these signs necessitates proper disposal, with attendant costs and records. With its low level of radioactivity and long half-life, tritium illumination is not believed to pose a significant health hazard.

The illumination level of self-illuminated exit signs is not specified in the codes. Instead, these signs are listed and labeled with a maximum viewing distance. Signs must be placed to ensure that an exit sign is visible within the listed viewing distance at all points on the egress path.

Hardware: unit equipment

“Unit equipment” is an electrical term used to describe battery-powered lighting units. It’s described in NEC 700.12(F)(1) and 701.12(F)(1) as consisting of a rechargeable battery, a battery charger, provisions for connecting attached or remote lamps, and means of powering lamps from the battery when the normal supply is unavailable. The term covers both illumination fixtures and exit signs. Unit equipment may illuminate with the facility’s normal lighting and switch to battery power under emergency conditions, or it may operate only when the normal supply fails.

Installation and performance requirements are described in 700.12(F)(2) and again in 701.12(F)(2). In particular, unit equipment must be powered from the same lighting circuit that supplies normal lighting in its area. Battery-powered lighting can’t distinguish between the failure of a branch circuit and general failure of the normal supply. Under circuit-failure conditions, it will illuminate until its batteries fail. Normal lighting attached to the same circuit will immediately extinguish. The purpose of that requirement is to ensure that the failure of the circuit serving emergency lighting is obvious, and maybe even inconvenient, to the building occupants.

Unit equipment must be permanently installed while specifically permitting flexible cord-and-plug connections of 3 ft or less. Cord-and-plug installations should be designed with care, if at all, because NEC 400.12 specifically prohibits flexible cords that penetrate ceilings or floors or are concealed above ceilings.

Performance requirements for unit equipment, as described in NEC 700.12, are identical to those described for emergency lighting in the IBC and NFPA 101: At least 60% of initial illumination must be maintained for 90 minutes. NEC 700 includes an additional requirement that the battery voltage remains at no less than 87.5% of its nominal voltage during the entire 90-minute period. Presumably, the maximum-discharge voltage requirement is intended to ensure that batteries are not damaged by repeated deep-discharge cycles during annual exposure.


Tom Divine is, PE, LEED AP
Author Bio: Tom Divine is a senior electrical engineer and project manager at  Smith Seckman Reid Inc.  He is a member of the  Consulting-Specifying Engineer editorial advisory board.
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O maior parque eólico flutuante do mundo será português e procura profissionais

Fonte: ambienteenergia.com.br (divulgado pela Engenharia Compartilhada)

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A primeira central de energia eólica flutuante à escala mundial será portuguesa e vai nascer no mar, a 20 km da costa de Viana do Castelo, em 2019, pela mão da Windplus, uma empresa subsidiária da EDP Renováveis, Repsol e Principle Power, com um financiamento de 60 milhões do Banco Europeu de Investimento.
No total, a segunda fase do projeto – que entrará agora na sua fase pré-comercial denominada Windfloat Atlantic – terá a duração de três anos e um investimento total de 125 milhões de euros, anunciou ontem o presidente da EDP, António Mexia.
“Este projeto é pioneiro e inovador a nível mundial no que diz respeito a energia renovável offshore”, disse Mexia, avançando com previsões de custos de 65 euros por MWh para a construção desta central (cerca de um terço do valor face aos mais de 200 euros por MWh que se registavam em 2010).
Deixou ainda em cima da mesa um cenário futuro de exportação desta “nova geração de energia eólica” para países como “o Japão e outros que precisam de energias renováveis mas que não têm espaço em terra e apostam no eólico offshore e nestas tecnologias inovadoras, nas quais Portugal consegue provar que está na linha da frente”.
Manso Neto, presidente da EDP Renováveis, acompanhou o raciocínio e sublinhou a redução dos custos, que permitirá replicar o projeto noutros países.
“Este projeto vai tornar esta tecnologia competitiva. Que ela funciona e que resiste a tudo, até ao mar Atlântico português, já está demonstrado.
Agora temos de baixar os custos. Há muitos locais do mundo onde não é possível desenvolver o eólico onshore, o solar também não, por questões de espaço. O offshore flutuante é uma alternativa.
Se conseguirmos baixar os custos amanhã teremos outros países a lançar grandes concursos de eólicas flutuantes. Este projeto é um trampolim para o futuro”.
O potencial é enorme e foi sublinhado pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino: “A indústria portuguesa na área das energias renováveis oceânicas tem um mercado potencial de 59 mil milhões de euros até 2030, em termos de exportações da energia eólica offshore flutuante. A instalação deste parque eólico offshore flutuante nas águas profundas de Viana de Castelo será o showroom tecnológico da capacidade de Portugal”.
Do ponto de vista de Bruxelas, “a tecnologia desenvolvida por este projeto vai contribuir de forma decisiva para o progresso da indústria eólica europeia, já que estas plataformas trazem novas oportunidades e novos mercados”, disse Emma Navarro, vice-presidente do BEI, que suportará a maior fatia do investimento.
Investimento de 125 milhões de euros ao longo de três anos
“Estamos aqui para celebrar o financiamento do maior projeto a nível mundial de aproveitamento de energia eólica no mar.
Um projeto de 125 milhões que tem um apoio muito significativo da Comissão Europeia, do BEI e também do governo português”, reforçou António Mexia na cerimônia de assinatura do contrato com o BEI, que teve lugar na sede da EDP, em Lisboa.
O projeto receberá ainda um financiamento de 30 milhões de fundos comunitários (programa NER300) e mais de seis milhões do governo, através do Fundo Português de Carbono. Os restantes 29 milhões serão suportado pelos acionistas da EDP. A central eólica terá tarifas subsidiadas entre 123 e 148 euros por MWh hora durante 25 anos.
O presidente da EDP Renováveis, João Manso Neto, garantiu que o parque eólico Windfloat Atlantic estará operacional “até ao final do ano que vem”.
As primeiras expectativas para a entrada em produção do projeto apontavam para o verão de 2019. No terreno, a REN só agora está a dar início aos trabalhos de construção do cabo submarino que permitirá ligar a central eólica flutuante à rede de distribuição, disse fonte oficial da empresa ao Dinheiro Vivo.
O novo parque eólico offshore terá capacidade para produzir eletricidade suficiente para fornecer 60 mil pessoas, com uma capacidade instalada de 25 MW dividida por três turbinas eólicas com uma capacidade de 8,4MW, assentes em plataformas flutuantes, ancoradas ao fundo marinho a uma profundidade de 100 metros.
Na primeira fase do projeto, de testes à tecnologia, o projeto teve já um investimento de 23 milhões de euros para uma única turbina de 2MW.
António Mexia sublinhou que nos últimos anos esta primeira torre eólica flutuante aguentou ondas de mais de 15 metros no oceano Atlântico, ao largo da costa portuguesa, o que permitiu avançar agora na expansão do projeto.
A construção das plataformas flutuantes está a cargo da PME portuguesa ASM Industries, que as deverá entregar em junho do próximo ano.
Vagas abertas
Para quem tem interesse em trabalhar no projeto as vagas para a função de ‘operador em linha de produção’ e ‘organização do espaço’ estão abertas. Veja os requisitos e como se candidatar:
Requisitos
– 9º ou 12º ano de escolaridade (obrigatório);
– Experiência em funções similares (obrigatório);
– Robustez Física;
– Sentido de dinamismo, responsabilidade e organização;
– Forte capacidade de trabalho;
– Facilidade de deslocamento / viatura própria;
– Disponibilidade para turnos rotativos.
Horário
De 2ª a 6ª feira, nos vários turnos:
08h00-16h00;
16h00-00h00;
00h00-08h00.
Com pausa de 1 hora de refeição.
Benefícios
– Contrato de trabalho;
– Formação inicial e continua;
– Vencimento acima da média + subsidio de turno + subsidio de alimentação;
– Entrada imediata;
– Possibilidade de integração num grupo em franca expansão.
Para se candidatar a uma vaga envie email para maia@dominorh.pt e coloque no assunto a referência “Operador Especializado”.

Leia na biblioteca do ENGENHARIA COMPARTILHADA:

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Logística reversa é mais educação que estratégia

É impressionante como a construção civil no Brasil obteve destaque por seus avanços e tecnologias empregadas, ao mesmo tempo em que deixamos de lado o uso de estratégias importantes na construção, como no caso da LOGÍSTICA REVERSA.

Vejam esta interessante matéria divulgada pela Engenharia Compartilhada.

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Fonte: Engenharia Compartilhada

Além do aprimoramento da legislação brasileira, é importante o envolvimento de toda a cadeia produtiva do setor.

cimentoitambe.com.br

Logística reversa: além de ser uma questão ambiental, é também uma questão econômica para o país.
Crédito: prefeitura de Jundiaí -SP
A logística reversa é um tema ainda recente para a construção civil brasileira, mas trata-se de estratégia industrial com mais de 60 anos. Começou no pós-guerra. Para reconstruir as cidades europeias, o Plano Marshall já previa a reciclagem de escombros para gerar materiais que pudessem ser reutilizados nas obras ou minimizassem o consumo de energia. Ao longo das décadas, a logística reversa consolidou-se na Europa e em outros países desenvolvidos, graças à educação. Nas escolas de engenharia, se tornou disciplina e, desde a graduação, os engenheiros em fase de formação sabem que devem usá-la no canteiro de obras.
No Brasil, o mestre em engenharia de materiais, Celso Luchezzi, admite que falta a cultura da logística reversa dentro da construção civil do país. “É preciso educar desde o engenheiro em formação até o incorporador e o construtor. Hoje existe uma série de gaps dentro da política de logística reversa praticada no Brasil. Isso fez com que no período de 2008 a 2017 o Brasil deixasse de reciclar 270 milhões de toneladas de resíduos de construção. Esse número envolve apenas o que conseguiu ser rastreado. Então, não se trata apenas de uma questão ambiental, mas de uma questão econômica para o país”, alerta.
Dados de organismos como Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB) e Associação Brasileira de Logística (Aslog) revelam que o país produz cerca de 30 milhões de toneladas de resíduos por ano com potencial para serem reciclados e retornar na forma de material de construção para os canteiros de obras. “O resíduo é uma mina de ouro. Pode se tornar areia, pedrisco, rachão, mas também gerar outros novos produtos”, ressalta Celso Luchezzi, que é o autor do livro “Logística reversa na construção Civil – Um mundo de oportunidades”. “No livro, mostro que é importante as empresas mudarem a forma de olhar para os resíduos da construção civil, pois eles podem ser reprocessados e voltarem à cadeia produtiva com um custo menor”, completa.
Deliberação traz luz a sistemas modernos de logística reversa
Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) ter sido instituída em 2010, faltava que o CORI (Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa) disciplinasse os sistemas de logística reversa e estabelecesse quais as abrangências municipal, estadual e federal dentro da PNRS. Isso só ocorreu em setembro de 2017, por meio da deliberação número 11, assinada em conjunto pelos ministérios de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Fazenda e da Saúde.
A expectativa é de que a nova regra do CORI faça com que os setores industriais vejam janelas de oportunidades na logística reversa e não deixem que os “catadores” sigam protagonizando a coleta e a reciclagem. “Afinal, reciclagem e logística reversa de verdade, requerem investimento, automação, tecnologia e regras claras de mercado, alem de políticas públicas modernas e eficientes”, escreve o advogado Antonio Fernando Pinheiro Pedro, membro do Conselho Consultivo da União Brasileira de Advocacia Ambiental.
Entrevistado
– Celso Luchezzi, mestre em engenharia de materiais, consultor e coaching, e autor do livro “Logística reversa na construção Civil – Um mundo de oportunidades”
– Reportagem também usou informações do artigo “Nova regulação sobre a logística reversa”
Contato: luchezzi@luchezzi.com
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Com inversores de frequência, empresa poupa até 25% no consumo de energia

Fonte: Procel Info

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Criada na década de 1990, a empresa Microtelefonia fornece produtos para provedores de internet e distribuidores que atuam no ramo de instalações de internet via fibra óptica. Para produzir suas soluções, a empresa conta com diversos tipos de máquinas, sendo grande parte formada por injetoras de plástico.

Com a previsão de reajustes nas tarifas de energia, a Microtelefonia optou por estudar uma solução que gerasse economia nas contas mensais de energia e encontrou nos inversores de frequência da linha PRAXI 100 da Schmersal esta oportunidade. “Absorvemos o reajuste de 24% do último trimestre, mantendo o mesmo gasto”, destaca Claudio de Zorzi, diretor da Microtelefonia.

Ele acrescenta que, dependendo do produto que a máquina está trabalhando, a empresa economiza em média 25% no consumo de energia do processo. Com estes resultados, a Microtelefonia planeja ampliar a aplicação dos inversores de frequência.

Além de toda economia de energia gerada, o inversor de frequência eleva a capacidade e a qualidade de trabalho dos maquinários, assegurando alto controle de toda a instalação. Os inversores atendem as normas internacionais e as exigências mundiais, incluindo aprovações RoHS (livre de materiais nocivos), EMC e Harmônicas.

“Os inversores de frequência da linha PRAXI 100 são ideais para diversas aplicações de potência/torque constante, nas quais aprimoramentos na eficiência energética e na produtividade muitas vezes resultam em um retorno rápido dos investimentos no projeto. Esta linha conta com vários recursos já incorporados na versão padrão, permitindo maior alto controle da máquina e processo, o que eleva a confiabilidade ao trabalhar com motores maiores e mias robustos”, explica Samuel Roma, coordenador de produto de Automação & Segurança da Schmersal.

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Happy New Year (2019)!!!!

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Foram pouco mais de dois anos de uma luta intensa e generalizada em nosso país, para simplesmente sobrevivermos ao descaso e irresponsabilidade de nossos governantes “eleitos”, e que levaram o nosso país a uma crise econômica tida como a pior em toda a história…

Há quase dois anos, assistia a uma palestra de um economista em um dos eventos promovidos pela CORENET no Brasil, no qual dizia que estávamos vivenciando um ciclo de sobrevivência, sendo importante tal conscientização por parte de todos… O palestrante ainda acrescentou sobre a expectativa de bons frutos a partir de 2019 e principalmenye, 2010, para aqueles sobreviventes ao caos econômico.

Enfim amigos, colegas e leitores, estamos aqui ao término de mais um ano e…. sobreviventes; não é verdade?

Passamos pela crise econômica e por todas as dificuldades por ela impostas, chegando vivos ao término de mais um ciclo e tremendamente ansiosos por um novo governo, do qual também espera-se mais justiça, maior probidade administrativa, mais austeridade administrativa e fiscal, olhando para dentro de sua própria casa (e executando a limpeza necessária), permitindo com que o nosso povo volte a respirar bons ares…

A vida não só continua, como a engenharia também……, requerendo de todos nos a habilidade e a capacidade de tornarmos as nossas operações cada vez mais seguras e sustentáveis em todos os sentidos.

Desejo à todos, de coração, um Feliz 2019, repleto de muita saúde, paz, harmonia e concretizações!!!

Até o ano novo!!!

 

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Cidades precisam de ações ambiciosas para promover o desenvolvimento sustentável

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Acelerar o combate às mudanças climáticas e às desigualdades sociais depende das cidades. Foto: Daniel Hunter/WRI Brasil

WRI Brasil

A maior força no combate às mudanças climáticas está nas mãos das cidades. É nelas que a maior parte das pessoas vivem e onde a economia global gira. No entanto, de acordo com o novo relatório do New Climate Economy, intitulado “Unlocking the Inclusive Growth Story of the 21st Century: Accelerating Climate Action in Urgent Times” (Destravando a história do crescimento inclusivo do século 21: acelerando a ação climática em tempos urgentes), as áreas urbanas não estão fazendo uso do seu potencial de transformação para promover o desenvolvimento sustentável. E isso pode significar perder as últimas chances de reduzir a pobreza e deter as alterações do clima.
“A história do crescimento do século 21 irá destravar oportunidades sem precedentes e gerar uma economia global inclusiva, forte e sustentável. Os benefícios da ação climática são maiores do que nunca, enquanto os custos da inércia continuam a aumentar. Está na hora de uma mudança decisiva para a nova economia climática.”
 
A maneira como 2,5 bilhões de pessoas estarão vivendo nas cidades em 2050 diz respeito às escolhas que estão sendo feitas nos dias de hoje. Mais de 60% do solo projetado para se tornar urbano até 2030 ainda não foi desenvolvido. Para um processo de urbanismo saudável, será necessário, segundo o relatório, balancear o desenvolvimento urbano sustentável em paralelo ao desenvolvimento rural sustentável. Ações ambiciosas serão necessárias para destravar a verdadeira capacidade de desenvolvimento econômico das cidades. No seu cerne, um futuro urbano próspero e sustentável depende do uso do solo compacto, conectado e coordenado, defende o estudo.
O novo relatório aponta três fatores essenciais para garantir o crescimento nas cidades no futuro: densificação para revitalizar cidades espraiadas, habitação sustentável e acessível, transporte de baixo-carbono, compartilhado e elétrico. O trabalho destaca dados, desafios e oportunidades nas três ações. Conheça as principais delas.
Densidades
A alta na densidade populacional nas grandes cidades expõe problemas que contribuem para a desigualdade social, como os valores imobiliários e a vulnerabilidade a ocorrências climáticas extremas. Em paralelo a isso, é necessário conter o espraiamento das cidades através da “boa densidade”, que promove bairros funcional e socialmente mistos, aloca serviços e emprego a distâncias caminháveis de residências e ocupa e regenera espaços vazios e degradados dentro das cidades. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, os custos do espraiamento representam 8% de seus Produtos Internos Brutos (PIB), já que é muito mais caro operar e construir infraestrutura para comunidades dispersas. Mudar essa realidade exige um trabalho de longo prazo.
O desafio será o de adaptar, reorientar ou até substituir infraestruturas existentes. “Bairros essencialmente familiares precisarão ser reorganizados para aumentar a presença de edifícios médios e altos, e os sistemas públicos de transporte precisarão ser melhorados ou ampliados para atender a esses centros e melhorar a conectividade”, sugere o relatório. Todo esse processo precisará, no entanto, do envolvimento e participação dos moradores locais. Políticas urbanas atuais também poderão ter de ser alteradas para facilitar os esforços para o processo de densificação. Regras de zoneamento, códigos de construção, requisitos de estacionamento, essas e outras normas devem ser avaliadas pelas cidades.
Inúmeras oportunidades são geradas pelo desenvolvimento da boa densidade. Além de evitar os custos associados ao espraiamento, aos congestionamentos, a baixa a qualidade do ar e aos acidentes de trânsito, investimentos podem passar a ser direcionados à construção de infraestruturas necessárias para as populações mais dispersas. Barcelona tem um dos mais conhecidos projetos de densificação com suas Superquadras. As intervenções feitas nas intersecções do bairro Eixample as transformaram em espaços públicos que incentivam a caminhada e o uso da bicicleta. Espera-se que essas mudanças diminuam em 21% o trânsito de veículos e reduzam as emissões em até 75%.
Os benefícios da densidade também aparecem na produtividade das cidades. Dados da Coalition for Urban Transitions afirmam que o aumento da densidade econômica em 10% nas áreas urbanas pode valer aproximadamente US$ 71 por pessoa por ano devido à maior produtividade, US$ 62 devido à maior acessibilidade ao trabalho e US$ 49 devido ao melhor acesso aos serviços.
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Conheça os novos decretos que regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão

Conheça os novos decretos que regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão

Conheça os novos decretos que regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão


— Ler em diariodainclusaosocial.com/2018/08/14/conheca-os-novos-decretos-que-regulamentam-a-lei-brasileira-de-inclusao/

Vejam que não existe operação sustentável sem promovermos a mais plena inclusão…

Importantíssimo este post da Talita, em seu blog.

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Competitividade entre concessionárias aumenta desafio da gestão de ativos

Embora seja realmente incrível abordarmos sobre esta “evolução na gestão de ativos ” em antigas estatais, vários anos após a sua privatização, fico realmente feliz para que tenham enxergado a influência de uma adequada gestão de seus ativos sobre os resultados da empresa e sobre as possibilidades de ajustes em patamares de preços cobrados.

Durante décadas de estatização, a exemplo do que ainda ocorre atualmente em nossa gestão pública, pouco se olhou para o desempenho de setores ou para a eficiência em suas atividades desenvolvidas, haja vista a existência de meios “autocráticos” mais fáceis, com a determinação de preços a serem praticados para o mercado.

Também não se viu e ainda não se vê a adequada aplicação de recursos originalmente destinados a manutenção de sistemas e instalações, como facilmente observamos em nossa infraestrutura urbana (iluminação, viadutos, etc).

Este “asco impregnado” há décadas e décadas precisa ser eliminado, com a modernização não só de sistemas, mas de seus modelos de gestão e de mentes que comandam tais sistemas…

Esperemos para 2019 que o Brasilse liberte destes conceitos antiquados que promovem “reservas” e que se adeque ao que de melhor se faz no mundo.

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Fonte: Canal Energia – 17.10.2018

Divulgação: Procel Info

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O protagonismo da gestão de ativos na estratégia empresarial esteve no cerne dos principais assuntos debatidos no 5º Encontro de Gestão de Ativos para Empresas do Setor Elétrico – Egaese, promovido pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) em parceria com a AES Brasil, Eletropaulo, Cemig e ISA Cteep, na última semana de setembro, em São Paulo.

Desde a primeira edição do evento, os projetos multiplicaram-se e o desafio de gerenciar um grande número de ativos, executar muitas atividades de manutenção diariamente e obter indicadores de um volume crescente de dados, amadureceu. Tanto que hoje é possível saber de forma individualizada a criticidade e o retorno de cada negócio imobilizado no processo de geração, transmissão ou distribuição.

Para a engenheira eletricista Marisa Zampolli, organizadora do Egaese e consultora do Procobre, o setor elétrico passa por uma profunda transformação e ineficiências de gestão de capital, que comprometem as margens operacionais. “Implantar uma gestão de ativos e refiná-la, continuamente, é fundamental para gerar valor real para a organização. Um exemplo prático é a aquisição de equipamentos com alta eficiência energética, que ao longo da vida útil trazem melhor desempenho, com menos riscos e perdas”, comentou.

Já na visão do CEO da AES Brasil, Ítalo Freitas, a gestão de ativos se tornou um elemento-chave na estratégia das empresas e importante variável de decisão para fusões e aquisições. “Trata-se de um fator de oportunidade para investimentos”. O grupo gerador, que recentemente adquiriu o Complexo Eólico do Alto Sertão, de produção de energia eólica, em menos de um ano aumentou sua disponibilidade de geração de 93% para 97%, aplicando as boas práticas de gestão de ativos anteriormente implantadas na AES Tietê.

Carlos Macedo, engenheiro de confiabilidade à frente do projeto no Complexo Alto Sertão, ressaltou que foram identificados 14 componentes das turbinas aerogeradoras que justificavam 49% do número de atividades corretivas, sendo que a metade sofria desgaste ou tinha tempo de vida útil previsível. “Passamos a substituir as baterias das turbinas, a controlar e redimensionar os estoques, além de incluir ensaios preditivos no escopo das manutenções preventivas, com o intuito de melhorar os índices de disponibilidade dos parques”, afirmou.

Na transmissão, um projeto de padronização, com redução de 402 tipos de equipamentos para 29 especificações diferentes e com melhor eficiência energética, vem ajudando a ISA Cteep a determinar a quantidade ótima de estoque de transformadores de tensão e transformadores de corrente.

A iniciativa contribuiu para a empresa poupar R$ 3 milhões em compras desnecessárias de sobressalentes. Outra proposta prevê o cadastro de períodos diferentes para indisponibilidade da linha, transformador, barra, o que altera os programas de manobra e reduz o período de indisponibilidade da rede, evitando descontos regulatórios da parcela variável.

Nas distribuidoras do Grupo Neoenergia, o percentual de investimentos não reconhecido e remunerado pelo órgão regulador chegou a superar os 25%. Como meio de reduzir a glosa, a gestão de ativos físicos foi integrada à contábil, com codificação da atividade de serviço (investimento, custeio, desativação), padronização dos serviços de terceiros, controle de documentação de obra, entre outras 78 atividades padronizadas.

A Eletropaulo, recém adquirida pelo grupo italiano Enel, conseguiu em 2018 a recertificação da ISO 55001, que a coloca no patamar de 1ª empresa a fazer parte do 2º ciclo da norma. A Cemig, por sua vez, obteve o melhor índice de revisão tarifária desde 2013, com repasse de 4% da tarifa em relação à gestão operacional e ao incremento de custos operacionais.

1º Prêmio Nacional de Gestão de Ativos Engenheiro Amauri Reigado

Os projetos de gestão de ativos conduzidos pelas concessionárias e permissionárias de energia, este ano, concorreram ao 1º Prêmio Nacional de Gestão de Ativos, em reconhecimento às melhores práticas aplicáveis no setor elétrico nacional. O Prêmio leva o nome do engenheiro Amauri Reigado, da Cemig (MG), em homenagem póstuma a um dos precursores da gestão de ativos no setor elétrico no país.

Dos 50 projetos inscritos, 12 foram selecionados para compor a mesa de trabalhos do Egaese. A comissão julgadora classificou os três primeiros lugares de acordo com quatro categorias. Na categoria de Impactos Regulatórios da Gestão de Ativos, ganhou o trabalho “Redução dos descontos da parcela variável por indisponibilidade”, de Felippe Bacega, da ISA Cteep.

Representando a AES Tietê, Carlos Alberto Macedo levou o prêmio no quesito Atividades do Ciclo de Vida dos Ativos, com o projeto “Análise de falhas: a base para uma manutenção inteligente”. Já o trabalho “Excelência em controle e gestão de ativos traz resultado financeiro para empresas do setor elétrico”, dos autores Jorge Luís Facury Ribeiro / Leandro Mota – da Coelba e Celpe, respectivamente, venceu na categoria Tecnologia e Inovação em Gestão de Ativos.

Por fim, o projeto de Rafael S. V. de Barros, da AES Tietê, “Sistema de Gestão de Ativos – plataforma para melhoria contínua e geração de valor”, conquistou a premiação na divisão de Gestão Estratégica.

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Um Feliz Natal à todos!

Estamos prestes a terminar mais um ano em nossa caminhada por este mundo, e principalmente, completando um duro ciclo de pouco mais de dois anos convivendo com uma fraca e instável economia….

arvore-de-natal

Enfim, em meio a este processo de recuperação, desejo à todos os amigos, colegas e visitantes que nos acompanham neste blog desde 2012, um Feliz Natal, repleto de muita saúde, paz e alegrias.

Alexandre Lara

 

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