Ongoing Commissioning vs. Retro Commissioning: a Source of Confusion

Fonte: Mailing da BCA – Building Commissioning Association

December 12, 2013
by Linda Hardesty

Many building owners express confusion about commissioning, according to a speaker on an Energy Manager Today webinar held earlier this week.

“One thing we hear quite a bit in the market is: what is the difference between retro commissioning or monitoring-based commissioning versus fault detection diagnostics?” said Craig Engelbrecht, director of Smart Services and Technology at Siemens Industry, during the “Smart Building Technology: The Key to Comprehensive Building Performance,” webinar (now available on demand).

Engelbrecht said there are clear differences between the following:

Existing Building Commissioning (EBCx) also referred to as retro commissioning, involves work in the plan, evaluate and implement phases and will rely on people, processes and technologies in order to commission the building to today’s requirements and set KPI for expected operations.

Monitoring Based Commissioning (MBCx), also referred to as ongoing/continuous commissioning, involves ongoing service and data driven measurement and reporting the KPIs for expected operations of today’s requirements and verification of facility improvement measures. Like EBCx, a combination of people, process and technology are necessary for a successful MBCx program.

Fault Detection and Diagnostics (FDD) is an important tool that can be leveraged to create quick and cost effective results of data analysis of equipment/systems to find problems during the evaluate, service and measure phases. FDD relies heavily on technology in order to be successful.

“Existing building commissioning looks at the current days’ building requirements, and it implements what it finds,” said Engelbrecht. But monitoring-based commissioning is about looking at the KPIs that were identified and set during the planning stage and tracking and measuring that you’re on track to meet those KPIs. Fault detection is about finding problems.”

The webinar “Smart Building Technology: The Key to Comprehensive Building Performance,” with Siemens Industry, Navigant Research and Energy Manager Today is available on demand.

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Falando em Experiência….. vejam a reportagem do Estado do Ceará sobre as Arenas Sustentáveis

COPA DO MUNDO – Arenas que “não se sustentam”

O Estado do Ceará – 18/02/2014

Artigo reproduzido a partir da divulgação do SINAENCO

 

A certificação ambiental dos estádios para a Copa do Mundo, conforme padrões internacionais, foi uma condição exigida pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a aprovação dos empréstimos que financiaram as obras de todas as 12 arenas. Mas o desafio está em pensar a sustentabilidade para além de 2014.

“Não adianta somente construirmos uma arena de forma sustentável. Não adianta ter grandes projetos inovadores de sustentabilidade e não administrar de forma correta, de forma que venha a causar menos impacto ao meio ambiente”, avaliou Lucas Silva, representante do departamento de sustentabilidade da Arena Pernambuco, durante a mesa-redonda que marcou o último encontro do programa de treinamento de sustentabilidade para operadores de estádio da Copa do Mundo da FIFA 2014, realizado no último dia 7, no Rio de Janeiro.

O programa, lançado no dia 15 de agosto de 2013, teve como objetivo melhorar o nível de conhecimento dos participantes sobre a operação sustentável de estádios de futebol e outras instalações esportivas. Ao longo de três encontros, foram debatidas experiências e alternativas para aperfeiçoar o gerenciamento operacional dos estádios, como o uso de sistemas eficazes de iluminação, a redução da utilização de água limpa; questões de acessibilidade para deficientes e opções de transporte sustentáveis para o público.

IMPORTÂNCIA DO SELO

A Arena Castelão foi o primeiro estádio a ser concluído para a Copa do Mundo e também, o primeiro equipamento do tipo, na América do Sul, a receber a Certificação Ambiental LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), desenvolvida pelo Conselho Americano de Edifícios Verdes (Green Building Council – USGBC).

“Pensando nessa certificação, uma das mais notáveis no mundo, nós adotamos uma série de ações que impactou de forma positiva no meio ambiente. Durante a construção e já em operação, recebemos técnicos da USGBC, o que resultou na alegria de receber o selo. É motivo de muita satisfação mostrar que é possível realizar uma obra com a grandeza do Castelão e, ao mesmo tempo, investir na sustentabilidade ambiental”, avalia o titular da Secopa – Secretaria Especial da Copa 2014, Ferruccio Feitosa.

O Leed possui sete dimensões a serem avaliadas nas edificações. Todas elas estabelecem pré-requisitos que, se atendidos, garantem pontos para a edificação. O nível da certificação é definido conforme a quantidade de pontos adquiridos, podendo variar de 40 (nível certificado) a 110 pontos (nível platina). O Castelão foi reconhecido no nível mais básico. Entre as características que o definem como tal estão: uso racional de água, eficiência energética, qualidade ambiental interna, uso de materiais de baixo impacto ambiental e estímulo a inovações.

CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL

Durante a obra do Castelão, foram adotados critérios de eficiência. O complexo empregou sistema de condicionamento de ar que não utiliza gases refrigerantes a base de clorofluorcarbono (CFC), responsáveis pela destruição da camada de ozônio. O desempenho energético foi alcançado com redução comprovada de 12,7% do consumo anual de energia. Já a redução do consumo de água potável foi de 67,61%, conquistados apenas com a utilização de metais e de tecnologias economizadoras.

Valores médios obtidos por ambos os edifícios, segundo o presidente da Arena Castelão, empresa responsável pela operação do estádio, Silvio Andrade. No quesito “Tecnologias inovadoras para controle de efluentes”, foi comprovada a redução de 71,94% no volume de água potável direcionada para a rede de esgoto.

Atualmente, são utilizadas louças com menor consumo de água e descargas a vácuo, que contribuem para a redução do consumo de água potável. “Durante o último ano de operação, a economia foi substancial tanto na parte energética quanto na parte de reuso de água, os quais ficaram coerentes com a previsão de economia de em torno de 70% de água e 15% de energia elétrica”, come-mora o presidente da Arena.

Durante a reforma do Castelão, 97% do resíduo gerado, foram reutilizados no próprio equipamento. “Tivemos muitas demolições para a construção da Arena, utilizamos uma máquina que fez a reciclagem de 27 mil toneladas de concreto, reutilizado, principalmente, na pavimentação do estacionamento”, conta Ferruccio.

SUSTENTÁVEL ATÉ QUANDO?

Até o fim de 2015, a Rede de Catadores de Resíduos Sólidos Recicláveis do Estado do Ceará é a responsável pela coleta, separação e destinação dos resíduos sólidos provenientes dos eventos na Arena Castelão.  A medida beneficia 400 famílias de catadores de 17 entidades.

Dentre as características sustentáveis que devem ir além da Copa, Andrade destaca: o reaproveitamento da água da chuva para irrigação do gramado e para sanitários; a utilização de louças com menor consumo de água e torneiras com temporizadores. No estacionamento, a Arena conta com espaços reservados para carona solidária, carro com combustível renovável e bicicletário para funcionário.

No que diz respeito à utilização de energias renováveis, setor onde o Ceará se destaca pelo grande potencial, tanto o presidente da Arena, quanto o titular da Secopa são categóricos em afirmar que ainda é economicamente inviável. “Nós fizemos um estudo para energia eólica e solar, chegamos à conclusão de que ainda são inviáveis. O vento que chega ao Castelão é muito mais rajado do que constante, o que não justifica fazer um investimento, a energia gerada seria irrisória. O custo da implantação da energia solar também muito alto, em comparação com a energia gerada”, justifica Ferruccio.

BONS EXEMPLOS

Até o momento, o equipamento cearense foi o único a receber o reco-nhecimento, porém outros já estão no processo de qualificação, como o Maracanã, no Rio de Janeiro; o Mineirão, em Belo Horizonte; e o Beira-Rio, em Porto Alegre. Este último representa um belo exemplo a ser seguido, no que toca ao seu plano de gerenciamento.

Para a vice-presidente do Sport Club Internacional, time proprietário do estádio Beira-Rio, Diana Oliveira, o foco não deve ser apenas receber uma certificação ambiental, mas garantir o que ela chama de sustentabilidade social. “Somos um clube de futebol com uma função social muito forte, temos um trabalho com duas mil crianças carentes, já há algum tempo, e estamos interessados nesse tipo de ação. O selo da certificação nos deixa satisfeitos, mas daqui para a frente, o foco principal não está só nos recursos, está também é nas pessoas”, ressaltou durante o último encontro do programa de trei-namento de sustentabilidade.

Porém, para muitos, o Estádio das Dunas, em Natal, inaugurado em janeiro deste ano e em processo de requisição do certificado LEED, detém o título de arena mais verde da Copa. Presente na fase de planejamento e também durante a construção, a arena potiguar apresenta características autossustentáveis para além do Mundial.

A cobertura do estádio possui uma estrutura de calhas que coletam a água da chuva, levada para reservatórios e depois filtrada e reutilizada na irrigação do gramado, nos sanitários e na limpeza das instalações. Além disso, a Arena também pretende usar, em médio prazo, a energia solar, captada através de painéis na cobertura, para a iluminação.

SUSTENTABILIDADE PARA ALÉM DE 2014

Em todo o Brasil, manifestações populares marcaram os preparativos para o Mundial. As reivindicações tomaram forma nas ruas do País em junho do ano passado, durante a Copa das Confe-derações. Antes disso, em 2009, criou-se a Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa, com representações nas 12 cidades-sede do evento no País. O objetivo é debater, denunciar e exigir reparações às violações de direitos decorrentes da realização a Copa 2014 e também das Olimpíadas 2016.

Segundo o economista e professor universitário, André Lima Sousa, integrante do Comitê Popular da Copa em Fortaleza, calcula-se que cerca de 250 mil pessoas estão ameaçadas ou foram removidas nas 12 cidades-sede para a realização da Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil. “Em Fortaleza, pelo menos três mil famílias estão sob o risco de perder suas casas para dar lugar a obras carentes de planejamento e controle e participação social, além disso, há o problema do endividamento. Durante décadas os governos não terão recursos para investir em saúde ou educação”. Segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, em todo o Brasil serão gastos 26 bilhões de reais dos cofres públicos. Para Fortaleza, estão previstos gastos de quase dois bilhões de reais.

Sousa ainda alerta para o fato de que a maioria das obras são exigências da Fifa e visam apenas demandas exclusivas do evento, em detrimento das necessidades da população local. Em Fortaleza, por exemplo, a obra que tem recebido mais críticas foi uma exigência da federação mundial de futebol. O Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) é um projeto de mobilidade urbana que vai percorrer a cidade, partindo do Mucuripe (área de concentração de Hotéis) até o bairro da Parangaba, onde está localizado a Arena Castelão, irrompendo 22 comunidades localizadas ao longo do trajeto.

“O último estudo de demanda de mobilidade data de 1996 e Fortaleza já mudou muito desde então. Evidências simples demonstram que esse traçado do VLT não é prioridade, o fato de estar sendo construído sobre a linha de um antigo trem de carga e ao lado de uma Via Expressa são dois exemplos. É uma obra que visa o que alguns chamam de higienização social e quando o circo da Fifa for embora, só vai sobrar a conta para o cidadão pagar”, alerta Sousa.

ATRASOS QUE IMPACTAM

A menos de quatro meses para a abertura da Copa do Mundo, dia 12 de junho, em São Paulo, cinco dos 12 estádios construídos ou reformados para do Mundial ainda serão inaugurados. A necessidade de conclusão obras com velocidade acaba reduzindo a prioridade das questões ambientais e de acessibilidade.

“Certamente o atraso nos estádios e o aumentos nos custos podem causar uma menor atenção a questões de sustentabilidade. A pressão decorrente da pressa em se construir os estádios pode levar a certos abusos, como o desrespeito a condições de trabalho e itens de sustentabilidade previstos, que acabam deixando de ser prioridade”, diz o chefe do departamento de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da Fifa, Federico Addiechi.

Os responsáveis pela operação dos estádios tem um ano, a partir da inauguração, para atender à exigência de certificação internacional, caso contrário, estarão sujeitos a sanções previstas nos contratos de financiamento.

SAIBA MAIS SOBRE O CASTELÃO SUSTENTÁVEL

• Outras características da Arena castelão devem garantir sustentabilidade para além da Copa.

• O Castelão é pintado de branco, ajudando a refratar a luz solar e a dissipar o calor proveniente dela. Também foi considerada a política de proibição de fumo nas áreas internas do complexo e nas externas. A medida, no entanto, prova-se ineficaz à medida que se encontra, facilmente, fumantes inadvertidos nas arquibancadas da Arena Castelão, a cada jogo.

• O USGBC destaca, ainda, um “sistema de monitoramento que assegura o conforto térmico contínuo do público”. Esta, talvez, é a característica mais discrepante com o que torcedores e plateias sentem nas arquibancadas do Gigante da Boa Vista, como é apelidado o estádio. O calor excessivo, maior até do que no antigo Castelão, já foi alvo de várias reclamações de torcedores em redes sociais e matérias veiculadas na mídia cearense.

 

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Por onde anda a experiência ?….

É realmente impressionante a quantidade de mensagens que recebi nestes últimos meses de bons e respeitados profissionais em nosso mercado, comunicando que estavam disponíveis.

Quando me refiro ao nosso mercado, englobo não só a área de Manutenção & Operação, como também o mercado de Facility Management.

É bastante claro que o país passa por alguns momentos de incerteza e sob os olhares cautelosos de investidores daqui e de fora, apesar da eterna “negativa” de nossos governantes e da atribuição ao “pessimismo implantado por oponentes políticos”.

Quem está no mercado sabe bem o que digo e o fato é que estamos descendo a serra em velocidade reduzida desde o primeiro semestre de 2013.

Isto seria talvez uma forte razão de tais mudanças de cadeira, pois profissionais mais experientes e com uma maior bagagem (além de mais anos de empresa)….”custam caro” na visão fria de alguns administradores.

Entretanto, esquece-se de se colocar no outro lado da balança os prejuízos que muitas vezes são indiretos ou intangíveis, principalmente para um país que não tem como cultura MEDIR RESULTADOS.

Há alguns dias, durante um curso que ministrei para uma grande empresa, um dos presentes me perguntou se possuíamos alguma fonte ou literatura que comprovasse o resultado de investimentos em edifícios tidos como “sustentáveis”. A pergunta foi excelente e o profissional queria apenas confirmar o quanto valeria a pena investir em tecnologias, ainda mais considerando que o maior custo durante a vida útil de uma edificação é sem sombra de dúvidas a operação e manutenção deste bem.

A minha resposta foi uma negativa quanto ao registro destes resultados por aqui, ao menos de forma técnica, embasada e livre de interesses. Tenho acompanhado muitas operações ao longo destes quase 30 anos de profissão e confesso que foram muito poucos os clientes ou responsáveis pela operação que de fato acompanhavam os resultados de investimentos. Vejam que eu não poderia me abster desta culpa enquanto estive à frente de operações, pois também fui criado nesta cultura e precisei de anos para enxergar a sua ausência e importância.

Esta “venda nos olhos” de nossos administradores (deixo bem claro que me refiro a função de administrador, seja de uma manutenção ou de edifícios e operações) impede claramente a visão sobre tais perdas indiretas ou intangíveis.

Conversava ainda neste domingo a noite com uma grande amiga e espetacular profissional de Facilities sobre a “pobreza técnica e de gestão” observada em várias grandes operações em São Paulo e no Rio de Janeiro, que ainda são os nossos principais centros.

Bons valores, mas sem um preparo adequado, são colocados à frente destas operações, num verdadeiro “aprendizado on the job”, levando é óbvio, à sucessos e fracassos de forma alternada e sem continuidade…

O mercado precisa acordar para a importância de nossas experiências para a formação de uma nova base para este país.

O imediatismo precisa der espaços ao planejamento à médio e longo prazo.

De nada vale criarmos uma área de “Gestão do Conhecimento” em nossas empresas se não o valorizamos e perpetuamos através de ações e atitudes gerenciais que sejam efetivas.

Espero que também o país se desenvolva neste aspecto…

Uma boa semana!

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PROCEL divulga curso para projetistas em Aquecimento Solar

Com a crescente demanda de nosso mercado e com os inúmeros novos projetos (residenciais ou comerciais) que contemplam sistemas de aquecimento solar em suas instalações, o PROCEL divulgou neste último 17/02 uma ação da ABRAVA em SP, no que se refere a realização do curso.

Segue abaixo a réplica da notícia de divulgação:

17.02.14
|
Curso “Projetista de Sistema de Aquecimento Solar”
Fonte: Procel Info – 17.02.2014
Brasil – O Curso de Projetista de Sistema de Aquecimento Solar é destinado a técnicos, engenheiros, arquitetos e profissionais do setor de aquecimento solar, habitação e de concessionárias de energia, com interesse em aprimorar o conhecimento nas aplicações de sistemas de aquecimento solar para comércio, indústria e piscina.

Objetivo: Discutir conceitos e aplicações de Sistemas de Aquecimento Solar, e promover competências e habilidades envolvidas no dimensionamento, projeto e instalação.

Palestrante: Luciano Torres Pereira
Engenheiro Mecânico com ênfase em Mecatrônica, formado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, especialista em energia solar térmica. Participou como tutor do programa de capacitação a distância da Caixa Econômica Federal para instalações de aquecedores solares residenciais, participou do Programa Brasileiro de Etiquetagem de Coletores Solares e Reservatórios térmicos – INMETRO/ABRAVA. É Consultor Projetista em Instalações Solares de Pequeno e Grande Porte com mais de 60.000 m² de projetos realizados e implantados. Participa do Programa de Capacitação do DASOL desde 2010 com mais de 400 profissionais treinados.

Data: 1º turma – 22 e 23 de maio / 2º turma – 26 e 27 de novembro

Horário: 9h às 18h

Local: Auditório Abrava-SP – Av. Rio Branco, 1492 – Campos Elíseos – São Paulo/SP

Inscrição: Clique Aqui

Investimento: Associados: R$ 500,00 / Não Associados: R$ 700,00
Obs: Descontos a partir de duas inscrições.

Informações: Serão fornecidos material didático, certificado e coffee-break. Informações com Natália Okabayashi, pelo fone (11) 3361-7266 ramal 142 ou cursos@dasolabrava.org.br 

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GRUPAS divulga a sua agenda parcial em 2014

O Grupo de Gestores de Facilities – GRUPAS – divulgou no início de fevereiro a agenda de suas reuniões e palestras nos meses de fevereiro e março / 2014.

A agenda já divulgada previu:

19/02 – Tema: Melhoria na Performance Energética para Facilities / Local USLED BRASIL – SP

19/03 – Tema: Ainda em definição / Local: LOCK – SP

Para mais informações, solicitamos para que os interessados enviem um email ao GRUPAS, no endereço grupas@grupas.com.br

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ASBRAV divulga curso de pós-graduação em Engenharia da Climatização

A ASBRAV divulgou em um de seus comunicados o curso de pós-graduação em Engenharia da Climatização que será realizado em Curitiba, a partir do mês de março próximo.

Como este blog apenas divulga estas informações, sugiro que os interessados entrem em contato com a entidade responsável pelo curso http://www.escolaprofissional.com.br ou mesmo com a própria ASBRAV – http://www.asbrav.org.br

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20 de Março em SP – Seminário – Gerenciamento Integrado de Facilities

A DIALOGIA divulgou em janeiro a agenda para março deste ano, quando será realizado em SP o Seminário sobre Gerenciamento Integrado de Facilities.

O programa completo poderá ser acessado através do link: Seminário Facilities 

Dialogia

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Atenção: ABNT informa sobre Normas Técnicas

A ABNT informou recentemente algumas alterações em duas normas, sendo estas:

  • NBR 14880:2014 – Saídas de emergência em edifícios – Escada de Segurança – Controle de Fumaça por Pressurização / Esta Norma é uma revisão da antiga 14880:2002 e foi publicada em 08/01/2014
  • NBR 13971:2014 – Sistemas de refrigeração, condicionamento de ar, ventilação e aquecimento – Manutenção programada / Esta Norma é uma revisão da antiga 13971:1997 e foi publicada em 28/01/2014

Para mais informações, recomendo que acessem o site da ABNT Catálogo.

Abraços,

Alexandre Lara

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De volta às aulas…..quero dizer….ao trabalho!!

Pois é… dizem que tudo o que é bom dura pouco, e lá se vai o meu período de férias….

É bem verdade que senti saudade e até mesmo uma “vontade” de escrever, mas o fato é que precisei me desligar um pouco e agora estou de volta – “mãos à obra!!”

2014 chegou e tudo leva a crer que teremos (ao menos neste primeiro semestre…) um ano de algumas incertezas…..

  • O carnaval só em março e como sabemos….nosso país não se move “com vontade” até a passagem do carnaval….. Para aqueles que não gostam (como eu…), só nos resta esperar o “trio elétrico passar”…
  • A tão esperada (por alguns) copa do mundo virá finalmente, sem estádios prontos, sem infraestrutura e sem legado social…Isto é Brasil!
  • E teremos eleições em meio a “futricos & fofocas” entre partidos, além do uso de “cortinas” para todos os gostos…. Chamo de “cortinas” as desculpas, justificativas e negativas ao que é publicado por aí…

Em resumo, não quero ser pessimista, mas confesso ainda não saber o que esperar deste 2014.

No entanto, como diz o velho ditado….”a esperança é a última que morre!!”

Um feliz 2014 à todos vocês e que possamos nos encontrar bastante por aqui.

Abraços

Alexandre Lara

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Blog em Férias

Embora já esteja afastado há algum tempo em função de um curso fora, este blog estará em férias até a primeira dezena de janeiro, quando retomarei.

Aproveito para desejar à todos um Feliz 2014, repleto de muita saúde, paz, harmonia e prosperidade.

Alexandre Lara

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