
DIVULGA – CURSOS

DIVULGA – CURSOS
Elevado do Rio começa a ser derrubado
Mais famoso viaduto do Rio, o Elevado da Perimetral começou a ser derrubado na noite de anteontem. Na tarde de ontem, já havia desaparecido parte da pista na altura do cruzamento da Avenida Rodrigues Alves com a Rua Silvino Montenegro, na zona portuária carioca.
A derrubada da tradicional ligação entre a zona norte, a Ponte Rio-Niterói e o centro do Rio integra o projeto de revitalização da região portuária para a Olimpíada de 2016. A interdição definitiva da Perimetral foi às 19h de anteontem, com o fechamento do primeiro trecho da via, entre o Viaduto do Gasômetro, em São Cristóvão, e a Praça Mauá, no centro.
Simultaneamente à interdição, o prefeito Eduardo Paes (PMDB) inaugurou a Via Binário, opção de escoamento do trânsito para os motoristas que trafegam entre São Cristóvão, o centro e os acessos à zona sul. A demolição definitiva do elevado, por meio de uma implosão, está marcada para o dia 17.
Paes admitiu que o fechamento da Perimetral causará grande impacto no trânsito carioca nos primeiros dias. Assim, sugeriu à população que use o transporte público e pratique a carona solidária. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) instalou sinalização para mostrar as melhores alternativas.
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Realmente parece não adiantar explicar aos nossos governantes que o transporte público não é o único “milagre” à ser alcançado em nossos grandes centros…
Vejam o exemplo abaixo ocorrido neste início de novembro na Bahia, o que pode e deve ser enaltecido!
No entanto, talvez copiando algumas frases recentes de governantes em SP, insinua-se que a “bola da vez” à ser perseguida é o transporte público, o que, ao meu ver e como colocou o presidente do SINAENCO em SP, não pode ser visto desta forma.
É bem verdade que São Paulo tornou-se um “elefante tão branco e tão grande” que naturalmente proporcionará um certo desânimo à qualquer um bem intencionado que tente arrumá-la…
Por outro lado, outras capitais como Salvador, Belo Horizonte e tantas mais, poderiam ser submetidas a estudos que buscam tratar a questão do urbanismo, da descentralização e da redução de deslocamentos com o aumento da qualidade de vida…
Será que um dia os nosso políticos deixarão de enxergar “soluções mágicas” a curtíssimo prazo e com propósitos eleitoreiros, passando a adotar um certo conceito europeu, ou seja, de visão à médio e longo prazo???
Acho difícil….
Vejam a reportagem abaixo…
01/11 – 08:44hs (divulgado pelo jornal SINAENCO)

Foi realizado ontem o seminário “De olho no futuro: Como estará Salvador daqui a 25 anos?”, realizado pelo Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia – Sinaenco, que Salvador com o objetivo de avalia a situacão atual da cidade de propor soluções
O economista Armando Avena foi um dos palestrantes do evento e disse que Salvador já não é mais uma cidade dormitório, como se dizia, anteriormente, referindo-se ao ao fato de que as indústrias ficavam localizadas fora da cidade, mas os trabalhadores continuavam vivendo na capital.
Avena disse que esse é um dos motivos da desaceleração econômica em Salvador e ressaltou que muitas empresas estão se sediando em Lauro de Freitas e na própria Camaçari.
No seminário foi divulgado levantamento inédito realizado pelo Sindicato Nacional de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), que indicaa que o trânsito e o transporte público são os maiores problemas de infraestrutura da Região Metropolitana de Salvador.
Na última década, o número de automóveis em Salvador apresentou um crescimento acumulado de 74,37% e de 230% na RMS.
O vice-presidente da Sinaenco/Bahia e coordenador do evento, Claudemiro Santos Júnior disse que evento teve o objetivo de chamar a atenção para a falta de planejamento em Salvador mostrando que, se continuar assim, não haverá cidade nem transporte de massa que resolva o problema”,
Para o engenheiro civil e presidente as Sinaenco/São Paulo, José Roberto Bernasconi, a solução não é meramente de transporte, mas de urbanismo. Não é fácil, mas uma das saídas é reduzir a necessidade de deslocamento, criando polos multiuso de serviços como moradia, educação, cultura e todas as coisas que fazem parte do cotidiano.
I received this morning parts of a discussion involving BIM application in UK and (unfortunately) a non-expressive involvement of facility managers in this case.
In fact, although we’ve had some good events about BIM in Brazil (specially in 2013), it is natural to observe an expressive participation of construction industry and that’s all.
I have been insisting for a long time that we (FM industry) shall learn from our mistakes and more than that, we must learn from statistical results, what can certainly help us in the future.
As an example, lets see the hvac system in a new commercial building…
If we just take a look over many new constructions in Brazil, we’ll certainly find almost the same basis of design in all of them… And more, we’ll certainly find almost the same operational problems in the future…
We know that system’s performance may vary not just considering specific issues during the design and construction (including commissioning process) phases, but also vary when we have Operation & Maintenance distortions.
But we also know that many of this “issues” and even “distortions” can be treated during the design phase, and that’s why BIM must be considered by FM professionals.
If well implemented and customized, management systems can provide very “rich” information to our FM, as well as to our construction industry.
Some possibilities shall be considered as follow:
So, let’s think about that…
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Fonte: EM – 31.10.2013 / Divulgado pelo PROCEL
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América Latina – A América Latina precisará de 1,3 trilhão de dólares de investimentos em energia nos próximos 20 anos, disse nesta quinta-feira o vice-presidente de Energia do Banco de Desenvolvimento da América Latina – CAF, Hamilton Moss, na apresentação de um relatório energético regional feito pelo organismo.
“Nos próximos 20 anos precisaremos de 1,3 trilhão de dólares em investimentos em energia”, disse o brasileiro Moss, destacando que isso implicará um esforço público e privado conjunto. “Para conseguir recursos, se juntarmos todos os bancos multilaterais não será suficiente”, alertou. O relatório “Energia: uma visão sobre os desafios e oportunidades na América Latina e o Caribe”, patrocinado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina-CAF e do qual participaram oito organizações regionais, pretende oferecer ao setor político um panorama sobre os desafios energéticos que a região enfrentará a curto, médio e longo prazo. Segundo o relatório, a região ocupa o segundo lugar quanto a reservas de petróleo e gás no contexto internacional. Estima-se que deverá satisfazer uma demanda nos próximos 20 anos de cerca de 5,8 milhões de barris de petróleo e 700 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Este volume requer investimentos igualmente importantes para seu desenvolvimento, alertou Amanda Pereira, diretora de Assuntos Estratégicos da Associação regional de empresas de petróleo e gás natural na América Latina e o Caribe (Arpel), que destacou que os investimentos de 2010 a 2035 para esse setor se aproxima dos 77 bilhões de dólares por ano. “Neste valor ainda não estão incluídos recursos não convencionais, onde há um potencial enorme, mas que requerem a definição de marcos regulatórios, recursos tecnológicos, de infraestrutura muito importantes que ainda estão em desenvolvimento” para atrair os investimentos internacionais necessários para seu desenvolvimento, avaliou. Pereira destacou, além disso, que existem desequilíbrios energéticos na região, entre países com muitos recursos de hidrocarbonetos e outros que precisam deles, para o qual é chave aumentar uma integração energética que permita satisfazer a demanda regional. Nesse sentido, John Biehl del Río, representante em Montevidéu da OEA, alertou que, para isso, é necessário “vontade política e robustez democrática”. “Não é fácil que se passe energia ou oleodutos de um país ao outro, não se cumprem os acordos, (o fornecimento de energia) é utilizado politicamente quando há um problema de qualquer natureza”, explicou. O relatório sustenta que também se deve avançar na eficiência energética, o desenvolvimento de todas as fontes energéticas e a inovação tecnológica, em que a região está muito defasada. Outro desafio é aumentar o acesso à energia. No setor elétrico, apesar de, com 94%, a região apresentar globalmente a cifra de eletrificação mais alta do mundo em desenvolvimento, isso significa que 30 milhões de pessoas ainda precisam de energia elétrica. Dessas, estima-se que 21 milhões são pobres e a maior parte vive em áreas rurais; pelo menos a terça parte da população rural da América Latina e do Caribe continua sem acesso a serviços de eletricidade. Além de sua disponibilidade física, é fundamental “que a energia seja acessível”, alertou Victorio Oxilia Dávalos, secretário executivo da Organização Latino-americana de Energia (OLADE). “De nada nos serve ter uma energia cara que não possa ajudar o desenvolvimento industrial”, disse. Segundo o relatório, a inadequada cobertura energética da população pobre incide na saúde, na igualdade de gênero, no trabalho infantil e nas possibilidades de ter acesso à educação. Participaram da elaboração do relatório, além do CAF, Arpel e OLADE, a Associação Latino-americana de Integração (Aladi), a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe da ONU (Cepal), a Comissão de Integração Energética Regional (CIER), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o World Energy Council Latinamerica (WEC-LAC). |
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Fonte: Jornal da Energia – 29.10.2013 / Divulgação PROCEL
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Rio de Janeiro – A melhoria no uso da energia elétrica por parte dos sistemas motrizes industriais acarretaria uma economia total de US$240 bilhões e uma redução na demanda global de energia de 10%, pois 45% de toda a energia consumida no mundo é utilizada por motores.
Os cálculos foram divulgados na última segunda-feira (28/10) pelo representante da Parceria Internacional pela Cooperação para Eficiência Energética (IPEEC, sigla em inglês), Amit Bando, durante o segundo dia do 8º EEMODS – conferência internacional sobre eficiência energética de motores elétricos e sistemas motrizes, que está sendo realizada no Eletrobras Cepel, no Rio de Janeiro. A importância dos sistemas motrizes também é enorme no Brasil. Segundo o coordenador-geral de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia, Carlos Alexandre Pires, atualmente 41% do consumo de energia elétrica no Brasil é industrial e desse total, 62% vem de sistemas motrizes. “A Eletrobras, por meio do Procel, e a Confederação Nacional da Indústria fizeram um estudo minucioso no qual identificaram um enorme potencial de redução de gastos”, disse Pires, destacando o papel do Procel Indústria, que já treinou cerca de sete mil profissionais, em 700 indústrias de todo o País. Pires fez ainda um panorama geral das políticas públicas de eficiência energética no país nos últimos 30 anos. Ele lembrou o Programa Brasileiro de Etiquetagem, criado em 1984 e uma referência mundial, o Programa Brasileiro de Conservação de Energia Elétrica (Procel) e o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados de Petróleo e do Gás Natural (Conpet), passando pela Lei de Eficiência Energética, de 2001, que adotou índices mínimos de eficiência para máquinas e equipamentos que consomem energia elétrica. |
A TAM anunciou a abertura do cargo de Coordenador de Manutenção Predial. O profissional, que deve ser formado em Engenharia Elétrica, será responsável por gerenciar uma equipe de 20 pessoas nas áreas de manutenção elétrica, mecânica, refrigeração e civil. Veja abaixo a descrição completa do cargo, das responsabilidades e dos requisitos exigidos pela companhia:
Cargo:
– Coordenador de Manutenção Predial (Engenheiro Eletricista)
Pré-requisitos:
– Graduação superior em escola de primeira linha no curso de Engenharia Elétrica.
– Experiência: cinco anos
– Idiomas: inglês
– Conhecimento em Project, AutoCad e Office
Missão do cargo:
– Coordenar equipe de 20 pessoas nas áreas de manutenção elétrica, mecânica, refrigeração e civil;
– Participar da elaboração de revisão dos procedimentos de manutenção;
– Garantir a disponibilidade contínua das instalações e equipamentos da TAM MRO nos aspéctos técnicos e operacionais.
Responsabilidades Principais:
– Elaborar e manter atualizado o Plano de gestão e/ou o Manual de Gerenciamento da manutenção;
– Definir, juntamente com a gerência, os itens de controle para avaliação do desempenho da manutenção e negociar as metas;
– Desdobrar para a sua equipe todos os itens de controle e as metas definidas;
– Prover recursos e promover, permanentemente, o desenvolvimento técnico e gerencial da sua equipe, buscando a melhoria contínua e oferecendo-lhes condições de desenvolver o seu potencial, adequando-os às necessidades da excelência dos serviços prestados;
– Assegurar a aplicação dos padrões técnicos e administrativos da CONTRATADA, bem como normas e padrões do cliente;
– Garantir a execução dos serviços em total acordo com as normas, procedimentos, instruções e especificações técnicas instituídos pela empresa e/ou pelo cliente no que se refere à qualidade, meio ambiente, saúde e segurança ocupacional;
– Manter contato permanente com os clientes internos para obter e passar informações relevantes a prestação dos serviços de manutenção predial;
– Coordenar a interface entre as equipes de Planejamento, administração, Segurança do Trabalho, Qualidade e Supervisão;
– Elaborar relatórios mensais do desempenho da manutenção;
– Identificar/analisar desvios e anomalias quanto à execução dos serviços (envolvendo a aplicação das normas, procedimentos, instruções, especificações e padrões técnicos e/ou administrativos) e a relação interpessoal da equipe, e gerar ações relativos a desvios/anomalias identificados;
– Participar proativamente das reuniões de desdobramento com seus subordinados diretos, apresentado os resultados obtidos face ao previsto, os desvios e anomalias detectado e os respectivos planos de ações estabelecidos;
– Seguir normas e procedimentos da Qualidade, Segurança e Meio Ambiente e Responsabilidade Social.
– Planejamento, execução e controle dos serviços de manutenção industrial preventiva, preditiva e corretiva;
– Levantamento de necessidades de infraestrutura da MRO;
– Implantação e acompanhamento do plano de inspeção, manutenção preventiva e corretiva relacionada à infraestrutura;
– Levantamento em campo das necessidades para manutenção preventiva e corretiva;
– Estudo de viabilidade de novas alternativas relacionadas a manutenção predial;
– Elaboração de edital para contratação de serviços relacionados a área de Facilities;
– Administração das receitas e despesas correntes;
– Elaboração de requisições de compra e liberações de contratos;
– Coordena e implementa projetos relacionados a racionalização de recursos;
– Estudos de viabilidade de novos projetos;
– Realiza estudos de fluxo de potência, curto-circuito, transitórios eletromagnéticos e eletromecânicos, confiabilidade, econômicos e de qualidade de energia;
– Participa de estudos e pesquisas para a adoção de novas técnicas, especificação de equipamentos e recomendação de novas tecnologias para a operação e a expansão adequada de sistemas elétricos;
– Elabora projetos de instalações elétricas de pequeno porte;
– Elaborar o planejamento de operação e expansão do sistema elétrico;
– Entra em contato com a CPFL para tratar assuntos relacionados ao fornecimento de energia elétrica;
– Gerenciar tarefas relacionadas a projetos de manutenção de instalações, aparelhos e equipamentos elétricos, orientando-se por plantas, esquemas, instruções e outros documentos específicos, utilizando instrumentos apropriados, para garantir o perfeito funcionamento dos mesmos;
Interessados devem enviar os seus currículos no seguinte e-mail: daniela.goulart@tam.com.br
29/10/2013 – Diário de Guarulhos
Edifícios sustentáveis entram em debate na cidade de São Paulo Iniciativa discute a construção de prédios sustentáveis em metrópoles brasileiras Da Redação A partir desta terça-feira (29), às 19h30, arquitetos e engenheiros começam a debater, em São Paulo, sobre a construção de edifícios sustentáveis. A iniciativa promovida pela Basf, companhia líder mundial na área química, em parceria com a Câmara Municipal de São Paulo, tem o objetivo de discutir alternativas viáveis e criativas para transformar as habitações das grandes e médias cidades em ambientes mais econômicos, arborizados e com maiores áreas de lazer, a partir da utilização de materiais e técnicas que visem preservar o meio ambiente. Serão realizadas 10 palestras temáticas, que vão contar com transmissão direta pelo portal da Câmara Municipal de São Paulo (www.camara.sp.gov.br).
O ciclo de debates será realizado na CasaE, primeira construção totalmente sustentável do País, que fica na Avenida Professor Vicente Rao, 1195, no Campo Belo, em São Paulo.
Confira a programação completa: DATA TEMA PALESTRANTES
29/10 (terça-feira) Cidades Sustentáveis Carlos Leite (arquiteto, PhD e consultor em cidades sustentáveis); José Américo (presidente da Câmara Municipal de São Paulo)
31/10 (quinta-feira) Edifícios sustentáveis para habitação popular Maria Luisa Alvim Motta (Caixa Econômica Federal); Maria Salette de Carvalho Weber (Ministério das Cidades); Sebastião Almeida (prefeito de Guarulhos)
5/11 (terça-feira) Certificadoras de edifícios sustentáveis Bruno Casagrande (Fundação Vanzolini/Acqua); Felipe Faria (LEED/GBC); Viviane Cunha (BREEAM)
7/11 (quinta-feira) Soluções decodificadas para as construções sustentáveis e seus benefícios – Basf Representante da Fundação Espaço Eco; especialistas nacionais e internacionais da Basf
11/11 (segunda-feira) Engenharia: desafios nas obras de edifícios construídos Paulo Machado Lisboa Filho (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura – Asbea/Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB); Adriana Levisky (Asbea)
13/11 (quarta-feira) Eficiência energética Alexandre Bretzner (Windeo); representantes do Programa Procel/Edifica/Eletrobrás
19/11 (terça-feira) Destinação de resíduos e logística reversa Vera Fernandes Hachich (Tesis); Simão Pedro Chiovetti (secretário de Serviços e Obras); Sergio Ângulo (Instituto Militar de Engenharia – IME/Departamento de Engenharia e Construção Civil da Escola Politécnica – PCC)
21/11 (quinta-feira) Arquitetura paisagística nos edifícios Gica Mesiara (Quadro Vivo); João Manuel Linck Feijó (Associação Tecnologia Verde)
26/11 (terça-feira) Mesa redonda sobre Incentivos Fiscais Roberto Quiroga Mosquera (Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga Advogados); Marcos de Barros Cruz (secretário de Finanças); Luiz Fernando Massonetto (secretário de Negócios Jurídicos)
30/11 (sábado) Visita na CasaE e jogo da sustentabilidade Fernando Feitoza (Fundação Espaço Eco)
Leia mais no Diário de Guarulhos: http://www.diariodeguarulhos.com.br/2013/10/29/edificios-sustentaveis-entram-em-debate-na-cidade-de-sao-paulo/
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O município de Guarulhos conta com uma usina de reciclagem de resíduos gerados na construção civil, integrada ao Programa de Resíduos:
Foto: Maurício BurimUSINA DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E A POLÍTICA DE GESTÃO DE RESÍDUOS DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS
Breve histórico, implantação e localização
A Usina de Reciclagem de Resíduos da Construção Civil é parte integrante da Política de Gestão de Resíduos do Município, responsável pelo beneficiamento de 100% de toda parcela mineral entregue nos Pontos de Entrega Voluntária (PEVs).
Veja mais informações no site http://www.proguaru.com.br/site/recicladora