Vagas em aberto para as áreas de Facility e Property

INFRA divulga (27/02/2014) vagas e remuneração do setor em seu site

Além das vagas, acompanhe a remuneração do setor

Na última edição da revista INFRA lançamos o suplemento RH, que traz uma matéria sobre remuneração e 11 posições em aberto que acenam para profissionais capacitados no setor. Há vagas para analistas, coordenadores e gerentes de infraestrutura, gerentes, supervisores e dirigentes de operação e também para consultor imobiliário.

Acesse  o link e veja as vagas disponíves:

http://www.revistainfra.com.br/digital/161_fevereiro2014/#74

Para as empresas que desejam anunciar suas vagas, basta fazer contato através do e-mail: comercial@talen.com.br.

Publicado em Facility Management, Recolocação Profissional | Deixe um comentário

Frente Parlamentar discute Terceirização

Fonte: Infra News (26/02/2014)

Setor de serviços representa 70% do PIB do Brasil é pauta de reunião

​

A Frente Parlamentar em Defesa do Setor de Serviços realizou nesta terça-feira, 25, sua a primeira reunião de trabalho deste ano. O evento começou com a apresentação do Atlas Nacional de Comércio e Serviços pela equipe do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Depois foram discutidos os outros pontos da pauta como o projeto que destina a multa extra do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o programa Minha Casa, Minha Vida, a regulamentação da terceirização e o Novo Código Comercial Brasileiro.

“Sem informação não há possibilidade de uma boa tomada de decisão”, informou o secretário de Serviços do MDIC, Humberto Ribeiro ao apresentar o Atlas que permite que qualquer cidadão possa buscar as informações, já que ele está na internet. “O setor de serviços representa 70% do PIB do Brasil. Nós somos muito pujantes na geração de empregos, por isso é importante o investimento no setor”, informou.

Fruto de um trabalho do Sebrae e outras importantes instituições brasileiras, o Atlas mapeou os segmentos de comércio e serviços, auxiliando os empreendedores na definição de investimento e potencial dos negócios em cada cidade do País. De acordo com o estudo, os municípios paulistas são os que possuem de quatro ou mais pequenos bares e restaurantes por mil habitantes. No Rio de Janeiro, por exemplo, essa é a realidade restrita à capital e arredores.

O deputado federal Laércio Oliveira, que coordena a Frente, disse que foi enviado um Requerimento de informação ao MDIC sugerindo a modificação do nome do Ministério para Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O secretário Humberto confirmou que recebeu, e que está no memento em análise pela Presidência da República.

Em seguida, o head de Limpeza e Descartes do Comitê Organizador dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, Edison Sanromã, fez uma apresentação sobre as oportunidades para o setor de serviços no evento esportivo. “Não teremos evento só no Rio de janeiro, mas em outras capitais do País. Quando se trata de segurança nas Olimpíadas, será feita pela polícia federal e por empresas”, informou.

O deputado falou ainda sobre o projeto que destina os 10% do FGTS para o Minha Casa Minha Vida que será votado nos próximos dias na Câmara dos Deputados, provavelmente logo depois do carnaval. “Uma vez que o adicional já tinha cumprido sua finalidade, não havia razão para permanecer vigente. Infelizmente não tivemos sucesso, mas vamos continuar trabalhando para a regulamentação da terceirização e a elaboração de um Código Comercial, que vão incentivar o setor produtivo do País, gerando emprego e renda para a população”, informou Laércio Oliveira.

Publicado em Artigos Diversos | Com a tag | Deixe um comentário

Novo curso de O&M Predial em SP

No próximo mês de Maio, mais especificamente nos dias 5, 6 e 7, realizarei um novo curso de Operação & Manutenção Predial em São Paulo, em parceria com a Lima Walter e Rede Brasileira de Manutenção.

Segue abaixo o material que começou a ser divulgado nesta semana pelos responsáveis pela organização do evento.

Aos interessados, recomendo o contato direto através dos endereços abaixo disponibilizados.

Aproveito apenas para adiantar que realizaremos um novo curso no Rio de Janeiro, no segundo semestre.

———————————————————————

CURSO OPERAÇÃO & MANUTENÇÃO PREDIAL

OBJETIVOS Conceituar Facility Management aos participantes e as principais áreas e serviços por ele abrangidas

  1. Dar aos participantes a visão sobre a representatividade da Operação & Manutenção Predial dentro da área de Facility Management
  2. Dar aos participantes novas visões, métodos e abordagens sobre os modelos de gestão da Operação & Manutenção Predial, sua evolução, categorização e principalmente as práticas de gestões mais atuais
  3. Estimular a reflexão e análise de problemas relacionados a estruturação e gestão da área de Operação & Manutenção

PÚBLICO ALVO Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção e gestores de facilities

Ementa / Conteúdo Programático

  1. Introdução a Gestão de Facilidades (Facility Management)
    1. Definição
    2. Áreas e Serviços sob a responsabilidade de um gestor de facilities
    3. A Operação & Manutenção Predial e sua representatividade dentro da área de facilities
  2. Definições sobre Operação & Manutenção Predial:
    1. Operação Predial (conceito, tipos de atuação)
    2. Manutenção Predial (conceito, tipos de manutenção)
    3. Áreas de Missão Crítica (conceito, tipos de áreas de missão crítica sob a gestão de um facility manager)
  3. O mercado de Operação & Manutenção Predial:
    1. Um overview sobre o mercado, seus pontos fortes e pontos de atenção
    2. A evolução / modernização da infraestrutura predial e os novos desafios para a área de Operação & Manutenção
  4. Planejamento Estratégico:
    1. Conceituação de Planejamento Estratégico
    2. As etapas de um planejamento envolvendo: i.    A compreensão sobre as necessidades e expectativas do Cliente ii.    A equipe de Gestão da O&M iii.    A definição do escopo e o estabelecimento de metas (níveis ou acordos de serviço, indicadores para o processo, etc) iv.    A seleção de um parceiro estratégico v.    Mobilização e Implantação vi.    O monitoramento de resultados vii.    O feedback e a realimentação do processo com novas informações
  5.  Sistemas Informatizados de Gestão:
    1. Adequando à nossa necessidade
    2. Ferramentas de Gestão e sua aplicação
    3. O papel do Gestor

6. Recursos Humanos:

    1. Perfil dos profissionais de O&M
    2. Motivação, envolvimento e participação
    3. Programas de Treinamento e Reciclagem
    4. A gestão do Conhecimento

7. Saúde & Segurança

8. Documentação Técnica Necessária

9. A gestão de resultados

    1. O importante papel do gestor e de sua equipe no resultado global
    2. Relatórios Gerenciais
    3. Gestão de Custos
    4. Gestão Energética

10. A Manutenção Predial sob a ótica das Normas Brasileiras e Internacionais

    1. NBR 5674 / 2012 – Manutenção de Edificações – Requisitos para o Sistema de Gestão de Manutenção

11. A importância de uma Operação & Manutenção para a Certificação “Verde” de uma edificação

    1. Certificação de Obras Novas (preocupação na fase de projeto)
    2. Certificação de Edifícios Existentes

Metodologia Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos
Professor: Eng. Alexandre M F Lara Engenheiro Mecânico e de Produção Mecânica Graduado pela Faculdade de Engenharia Industrial  – FEI, Pós-Graduado em Refrigeração e Ar Condicionado (FEI), Pós-Graduado em Avaliações e Perícias de Engenharia pela UNISANTA / IBAPE-SP. Membro do Conselho Editorial da Revista Climatização – Nova Técnica Editorial, sócio fundador e primeiro presidente Associação Nacional de Profissionais de Refrigeração e Ar Condicionado – ANPRAC, associado e Membro do Conselho Deliberativo da ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities e autor de diversos artigos sobre comissionamento, auditorias de qualidade na prestação de serviços, manutenção e operação em instalações prediais e industriais para as revistas INFRA, TECHNE, PINI / Construção Mercado, ABEMPI e Climatização & Refrigeração. Atua há 26 anos na implantação, coordenação, auditoria e consultoria em projetos de O&M predial e industrial, além de atuar como Agente de Comissionamento em alguns dos principais projetos certificados no Brasil. Ministrou palestras, seminários e cursos através de entidades de nosso setor, tais como ABRAFAC, ANPRAC, FUPAM–USP, IBAPE-SP, IBAPE-PR, SENAI-SP, entre outras. É docente da cadeira de “Comissionamento, Medição & Verificação” no MBA – Construções Sustentáveis – UNICID e docente da cadeira “Gerenciamento de Operações” no curso de especialização Gerenciamento de Ativos Imobiliários Corporativos – FDTE / CORENET. É Diretor Técnico da A&F Partners Consulting Engenharia Ltda. O valor do curso inclui: Material didático Coffee breaks Planilhas de Trabalho Conjunto de Indicadores das Pesquisas Sobre Facilities da RBM – Rede Brasileira de Manutenção Certificado chancelado pelo COPIMAN (Comitê Pan-Americano de Manutenção) Data e Local do Curso:

Data e Local do Curso: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Av. Jabaquara, 2925, Mirandópolis Cep: 04045-902 – São Paulo – SP Dias 5, 6 e 7 de maio de 2014

INSCRIÇÕES: Para mais informações e ou inscrições, envie e.mail para paulo.roberto@limawalter.com.br ou entre em contato pelo telefone 21 – 99731-5454

Publicado em Cursos & Seminarios / Congressos | Com a tag | Deixe um comentário

GRUPAS também divulga o Seminário de FM em SP (Março / 2014)

 

Publicado em Cursos & Seminarios / Congressos | Com a tag | Deixe um comentário

The Importance of Asset Registers in Facilities Management

By Tony Grima

Posted on March 2, 2014

grima-tony-41-e1326190243758

Facilities Managers today have far greater opportunity to add value to their organisation and client through efficient management and strategic planning. Increasingly, we are seeing facilities management professionals given a seat at the executive table when business models and strategies are formulated. This has not always been the case and in the past FM activities were viewed as a business cost rather than adding business value. A key driver of this change has been technology and software platforms which allow FMs to present information in a strategic way to business leaders and decision makers. The utilisation of software packages has evolved rapidly over the last several years and integrated facilities management systems and building information modeling (BIM) will continue to be buzz words in the FM space.

The backbone, and indeed the strength or weakness of any facilities management software package is the information fed into it. A common problem faced by Facilities Managers is inaccurate or incomplete asset registers. With increasing demand for facilities management to be more strategic, appropriately managed asset registers are an invaluable source of information. It could be argued that a well maintained asset register is the bedrock on which a quality total asset management process is built and further developed. The challenge for FM professionals is ensuring they are always working from “one version of the truth”.

Key information which feed into an asset register and link to facilities management strategy plans are as follows.

  • Asset management, strategy and planning
  • Procurement
  • Maintenance history and expenditures
  • Capital works
  • Condition assessment
  • Compliance
  • Asset disposal
  • Life-cycle replacement
  • Reporting and analysis

An example of the useful information captured in asset registers which shape FM decisions are;

  • What are the assets, plant and equipment?
  • What condition are they in?
  • Physical properties.
  • Technical data.
  • Property title details.
  • Maintenance and service history.
  • Performance and reporting.
  • Benchmarking.
  • Compliance and regulatory requirements.
  • Warranty information.
  • What maintenance strategy is required in alignment with available budgets and funding?
  • Is the service level agreement (SLA) appropriate?
  • What is the right service delivery mix – PMs vs. RMs.?
  • Data to drive whole- of –life (WOL) and life-cycle-replacement (LCR)decisions
  • What FM structure and resources are required to deliver on contractual obligations and client expectations?
  • Maintenance expenditure, forecast and planning.
  • Financial information useful for investment and purchasing decisions such as NPV, IRR, lease or buy and disposal.

Developing the Asset Register

The main stages in developing an asset register

Analysing requirements – It is important to understand the needs of the client and what information is required. Collecting data can be very expensive and a drain on limited resources. Facilities Managers must determine the right balance on what information is really needed and is likely to provide real value to the client. As a guide there are three general data sets required as a basis for an asset register.

  1. Management reporting
  2. Planning information
  3. Operations management

Developing solutions – Finding the best options, what are the appropriate technologies, data collection and storage methods, ease of operator use, ongoing system maintenance and cost.

Plan the asset register – An asset register can be in a number of different models, formats and asset hierarchy depending on requirements.

  1. Unified composite – Small organisations, geographical separation, centralised management and one data base.
  2. Segmented autonomous – Larger organisations with individual business centres, segmented on a geographical basis, provides focus on individual services and asset groups.
  3. Umbrella integration – Spans more than one register or data warehouse, multi-disciplinary structures or organisations with consolidated reporting responsibilities.
  4. Hierarchy – system, sub-system, facilities, components and sub-components.

Implementing the register and solutions – Despite a strong focus on analysis, development and planning, implementation is where it can fall down if not done well.

  1. Assign a program leader.
  2. Agree on timeframes, milestones etc.
  3. Agreed naming conventions, knowledge management process.
  4. IT compatibility.
  5. Data cleanse and transfer.
  6. Managing risk.
  7. Change management.
  8. Access and usability.
  9. Training.

Monitor and continuous improvement – Implement a continuous improvement process to ensure accuracy and relevance of collected data. “One version of the truth”

Tying it all together

FM   Strategies

Asset   Register

FM   Challenges

Strategic facilities   Planning 

Strategic   asset management

Space   planning and workplace strategies

Facilities   support services

Asset   maintenance plan

Performance   and reporting

High   quality decision making 

Builds the   knowledge pool

Drives   innovation, learning and solutions

Governance

Integrated   planning

Monitoring   and control 

Contracts   management

Scope   creep

Evaluation   and selection of service providers

Contractor   management

Budget and   funding constraints

Evaluation   of added value

Tony Grima

Publicado em Artigos Diversos, Facility Management | Com a tag | Deixe um comentário

E o absurdo continua… (gastos com a copa)

Fonte:

Prefeitura já liberou R$ 350 milhões em incentivos fiscais para o Itaquerão

Folha.com – São Paulo/SP – ESPORTE – 28/02/2014 – 03:00:00

A Prefeitura de São Paulo já liberou R$ 350 milhões em incentivos fiscais para o Itaquerão. Os títulos foram emitidos e entregues aos responsáveis pela obra: Corinthians e Odebrecht. Restam R$ 70 milhões a serem disponibilizados. A próxima e última leva de benefícios fiscais, no entanto, só será emitida após o término total da obra, o que, de acordo com o cronograma divulgado pela Fifa, acontecerá em 15 de abril.

Publicado em Artigos Diversos, Comentarios do Bloggeiro | Deixe um comentário

WTorre vende sua participação no JK Iguatemi

Fonte: Infra News (18/02/2014)

A negociação de 50% do empreendimento foi feita pelo valor de R$ 636 mm

A WTorre, um dos maiores grupos de desenvolvimento imobiliário do Brasil, concluiu a venda de sua participação de 50% no shopping JK Iguatemi. A operação da venda foi fechada com a própria Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A., que adquiriu 14% do shopping, ficando com o total de 64%, e com a Adeoti Empreendimentos Imobiliários Ltda. (“TIAA-CREF”), que comprou os outros 36% restantes.

A negociação foi feita pelo valor de R$ 636 mm, e contou com a participação do Banco Itaú BBA como assessor financeiro da WTorre e seus acionistas. Para o presidente do Conselho de Administração da WTorre S.A., Walter Torre Jr.,  “Essa negociação confirma o êxito de um projeto audacioso e de uma parceria bem sucedida entre a WTorre e o Iguatemi. Nossas equipes já discutem novas possibilidades de negócio em comum”.

Publicado em Artigos Diversos | Com a tag | Deixe um comentário

Benefícios fiscais para as cidades brasileiras

Fonte: Infra News (14/02/2014)

Mudanças climáticas pedem por mais infraestrutura verde urbana

O Brasil tem vivido intensas ondas de calor. A sensação térmica chegou a 40ºC em vários municípios. No Rio de Janeiro, ultrapassou os 46ºC. Janeiro de 2014 foi o mais quente já registrado pelo Inmet – Instituto Nacional de Meteorologia, na capital paulista, desde o início das medições realizadas no Mirante de Santana, em 1943. Curitiba tem recorde de alta temperatura, e Porto Alegre chegou a estar entre as cidades mais quentes do mundo, entre outros exemplos.

As pessoas sofrem com a baixa umidade do ar. A justificativa pode estar nas mudanças climáticas ou em algum processo natural com o qual não estamos acostumados, mas nada muda o fato do que intensifica esse calor: a ausência de verde nos centros urbanos cobertos de asfalto e concreto.

Telhados verdes e jardins verticais, por exemplo, melhoram o conforto térmico de qualquer ambiente. Espalhados pelas cidades, envolvendo edifícios em grandes avenidas, casas e lojas, trariam benefícios incontáveis, principalmente no verão. Casas e prédios usariam menos o ar condicionado, e as pessoas não enfrentariam tantos problemas respiratórios. Problemas com enchentes seriam atenuados, já que a água da chuva pode ser captada pelos ecotelhados. Sistemas com reservas de água e que reutilizem a água pluvial e de esgoto seriam os mais adequados em regiões secas e castigadas por altas temperaturas.

A necessidade de mais infraestrutura verde urbana é pauta em muitas cidades brasileiras. Já existe o reconhecimento de que precisamos modificar a forma com que estruturamos as nossas cidades e que é fundamental trazer a natureza de volta. Discute-se, inclusive, formas de beneficiar àqueles que adotarem práticas de infraestrutura verde, como telhados e paredes verdes, uso de energias renováveis, arborização, agricultura e apicultura urbana, tratamento e reaproveitamento de águas pluviais e até mesmo cloacais. No entanto, cada cidade tem sua própria normatização a respeito.

Goiânia e Guarulhos têm normas semelhantes que concedem descontos sobre o IPTU dos imóveis daqueles que dotarem seus empreendimentos com técnicas de infraestrutura verde. Por elas, o desconto pode ser de até 20% da alíquota pelo período de cinco exercícios consecutivos, havendo a fiscalização periódica do município para verificar o cumprimento das medidas.

São Bernardo do Campo/SP também tem o seu IPTU Verde, beneficiando as áreas de cobertura vegetal dos imóveis. Outras cidades brasileiras já adotaram o IPTU Verde promovendo técnicas de infraestrutura verde, como São Vicente/SP, ou o colocam entre seus projetos. São Carlos/SP reduz em até 2% o IPTU dos imóveis que tiverem áreas permeáveis vegetadas no seu perímetro, podendo, assim, os telhados verdes serem utilizados para esse fim.

Porto Alegre/RS ainda não possui IPTU Verde, mas existe a possibilidade de substituir com telhado verde parte da área do imóvel que deveria ser livre de edificações, podendo construir mais no terreno. O município do Rio de Janeiro criou o selo Qualiverde que beneficia tais técnicas e quem adquire tem preferência nos processos de licenciamento da obra. Quanto a benefícios fiscais, já foram encaminhados projetos normativos para que os que possuírem o selo possam ser contemplados com benefícios fiscais.

João Pessoa possui lei que, inclusive, obriga à instalação de telhados verdes em determinadas construções, e nela ainda está prevista a criação de incentivos fiscais para esse fim. São Paulo, Curitiba e muitas outras cidades têm projetos semelhantes, apesar de suas imperfeições.

Verifica-se em todo o Brasil o encaminhamento de muitos projetos para serem aprovados que colocam os incentivos como o principal caminho para promover a natureza nos ambientes urbanos. A tendência, assim, é o aumento gradual do número de municípios que oferecem descontos das alíquotas do imposto aos que adotarem as tecnologias de infraestrutura verde nas suas edificações.

Certamente, essas iniciativas trarão mais verde para os centros urbanos e nos ajudarão a enfrentar os próximos períodos de verão com mais qualidade de vida. Afinal, não bastam medidas para combater as mudanças climáticas, precisamos de mais conforto para convivermos com elas.

Renan Guimarães é secretário executivo da Associação Tecnologia Verde Brasil e especialista em direito ambiental.

Publicado em Artigos Diversos, Sustentabilidade | Com a tag | Deixe um comentário

Abesco dá seis dicas sobre como ter eficiência energética nas residências e setor comercial

Fonte: Assesoria de Imprensa da Abesco – 28.02.2014

Brasil – Eficiência energética é basicamente bons hábitos na utilização da energia no dia a dia, seja em processos produtivos, sistemas ou ainda utilizando-se equipamentos que consumem menos energia. No dia 5 de março é celebrado o Dia Mundial da Eficiência Energética, que tem por objetivo conscientizar a sociedade de que atitudes simples, como a troca de lâmpadas incandescentes por tecnologias mais eficientes, é possível reduzir em até 10% o consumo de qualquer residência ou comércio.

“Hoje, com o desperdício ultrapassando os 46 mil GWh, energia equivalente ao consumo anual dos estados do RJ e SE, fica claro o quanto ainda temos que melhorar. É necessário a aplicação de políticas consistentes que priorizem a economia de energia pela otimização dos recursos e a conscientização da sociedade precisa ser contínua, as ações e projetos de cunho educacional não devem ser realizados apenas em momentos de crise”, explica Rodrigo Aguiar, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviço de Conservação de Energia (Abesco).

A Associação defende o uso consciente e inteligente dos recursos, o que possibilita economizar energia sem a necessidade de racionamento ou privação dos benefícios da eletricidade.

Confira cinco dicas para os setores residencial e comercial

Residencial

1 – Dar preferência por equipamentos e eletrodomésticos com o etiqueta do Inmetro e o selo Procel Eletrobras;
2 – Trocar boilers ou chuveiros elétricos por aquecedores de passagem a gás ou solares;
3 – Não lavar ou passar uma única peça por vez, o ideal é juntar sempre o máximo possível para otimizar a utilização dos eletrodomésticos;

Comercial

4 – Verificar sempre as condições dos equipamentos de refrigeração e câmaras frigoríficas para que não haja vazamento de ar frio;
5 – Adotar medidas inteligentes para otimização do uso dos elevadores, no horário de limpeza, no funcionamento de bombas e acionamento da iluminação setorizado ou com detectores de presença;
6 – A modernização de equipamentos obsoletos de climatização, iluminação e automatização de sistemas também trazem bons resultados.

Sobre a data

Há 16 anos o dia 5 março foi instituído como o Dia Mundial da Eficiência Energética por ocasião da 1ª Conferência Internacional de Eficiência Energética, realizada em 1998, na Áustria. A data foi criada para celebrar um momento de reflexão global sobre a importância do uso racional da energia no planeta e o uso adequado deste recurso econômica e ambientalmente.

Um ano antes, no Brasil, era fundada a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) com o intuito de representar oficialmente as empresas e o segmento de eficiência energética, fomentando e promovendo ações e projetos para o crescimento do setor.

Publicado em Artigos Diversos, Eficiência Energética | Com a tag | Deixe um comentário

Energia solar vive boom em Nova York

Fonte: UOL (26/02/2014)

Estados Unidos – Em um terraço no Bronx, com os arranha-céus de Manhattan ao longe, 4.760 painéis solares captam os escassos raios de sol de inverno. “É a maior instalação da história de Nova York”, orgulha-se o diretor de vendas do Ross Solar Group, Bob Kline, responsável pela instalação.

Esse terraço também é um símbolo do boom da energia solar em Nova York.

A instalação de 1,6 megawatts, situada no terraço do varejista do setor de alimentos Jetro Cash and Carry, finalizada em dezembro, foi adotada como exemplo pelo governador de Nova York, Andrew Cuomo, que subsidia o desenvolvimento da energia solar em seu estado.

Em 2012, ele lançou o programa NY-Sun Initiative, com US$ 800 milhões em investimentos até 2015. Cerca de 300 megawatts de capacidade solar já foram instalados no estado, mais do que nos dez anos anteriores.

Agora, Cuomo quer estender o programa até 2023, com um financiamento adicional de quase US$ 1 bilhão e a meta de atingir 3.000 megawatts. Com esses recursos, será possível criar 13 mil postos de trabalho e reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa em 2,3 milhões de toneladas por ano, segundo alguns analistas.

Nova York ainda está muito longe da Califórnia, ou até mesmo dos vizinhos Nova Jersey e Massachusetts. Junto com o Arizona, esses estados concentram mais de 80% de todas as instalações de energia solar nos Estados Unidos, segundo o especialista em Energia Solar Cory Honeyman, da GTM research.

É “um dos mercados mais promissores na atualidade”, frisou, acrescentando que “esperamos uma aceleração dos projetos, tanto no setor residencial quanto comercial”.

Trata-se de uma bênção para as 411 companhias especializadas que compartilham esse mercado em franca expansão.

No Bronx, uma dessas empresas, a OnForce Solar, triplicou sua receita em 2013 e espera duplicá-la este ano, disse seu diretor-executivo, Charles Feit, à AFP. A OnForce Solar recebeu alguns milhões de dólares em subvenção do governo.

“Politicamente, temos o vento a favor”, comentou Feit, entusiasmado.

“Ponto de inflexão” – O presidente da OnForce Solar e vice-presidente da Associação de Empresas de Energia Solar em Nova York (NYSEIA), David Sandbank, também se mostrou otimista ao detalhar os créditos fiscais para a energia solar.

“Há muitas oportunidades em Nova York”, comemorou.

Segundo ele, “em Manhattan, essas instalações podem ser complicadas devido a regulações estritas, mas em outros bairros há muitos grandes terraços propícios para a energia solar”.

“A NY-Sun Initiative criou estabilidade e longevidade para a energia solar”, destacou, acrescentando que algumas empresas especializadas chegam, inclusive, a se mudar da Califórnia para Nova York. “Mudou completamente a estrutura do nosso negócio”, revelou, citando os 3.300 postos de trabalho.

Para Sandbank, com a baixa de preços dos painéis fotovoltaicos, a energia solar é ainda mais promissora, já que a eletricidade é mais cara em Nova York do que na maioria dos outros estados.

Por ano, a Jetro Cash and Carry espera uma economia de 40% em sua conta de luz, ou seja, pelo menos US$ 250 mil, anunciou Kline.

E os projetos abundam. Recentemente, o governador Cuomo prometeu uma ajuda financeira para as escolas que quiserem instalar painéis solares.

Pouco antes de sua partida, o agora ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg anunciou que cerca de 35 mil painéis solares serão instalados em 2015 em nove hectares em Fresh Kills, um antigo depósito de Staten Island em vias de recuperação. Essa usina solar será a maior de Nova York, capaz de produzir 10 megawatts de eletricidade.

Esses projetos nova-iorquinos ganham espaço no momento em que o governo americano promove a energia solar, um mercado que cresceu quase 30% entre 2012 e 2013.

Este ano, pela primeira vez em 15 anos, os Estados Unidos podem superar a Alemanha, líder mundial em novas instalações, afirmou Honeyman. “Estamos em um ponto de inflexão”, afirmou.

O caminho ainda é longo, porém.

Nos Estados Unidos, o sol representa apenas 1% da geração de energia renovável, o que equivale a 12% da produção total de eletricidade, de acordo com Agência de Informação de Energia de Estados Unidos (EIA).

Publicado em Artigos Diversos | Com a tag | Deixe um comentário