Como dizem os carnavalescos….”Olha a infraestrutura aí gente!!!”

Mais uma constatação do legado para a “melhor copa de todos os tempos”…

Aeroporto de Manaus é avaliado como o terceiro pior do País
A Crítica – Manaus/AM – HOME – 29/04/2014 – 11:11:06
JULIANA GERALDO

O Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus, segue entre os piores do País, levando em consideração as cidades-sede da Copa do Mundo. O empreendimento recebeu a terceira pior nota na primeira avaliação trimestral deste ano, divulgada nesta segunda-feira (28) pela Secretaria de Aviação Civil (SAC). Em uma escala de 1 a 5, o aeroporto de Manaus marcou 3,55 pontos, ficando a frente apenas dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo e de Cuiabá, no Estado do Mato Grosso.

A pontuação registrada é 1,1% inferior ao resultado da última avaliação feita nos 15 aeroportos das cidades-sede, mas registrou 0,04 pontos acima do desempenho verificado no primeiro trimestre de 2013 (3,51). Os passageiros, ouvidos em salas de embarque doméstico e internacional do aeroporto apontaram o custo do estacionamento, os painéis de aviso dos voos e as opções para alimentação como os pontos fracos do empreendimento.

Outro item destacado foi o valor pago pela alimentação no Aeroporto de Manaus. O quesito somou 2,27 pontos, na escala de 1 a 5 e ficou abaixo da média verificada entre janeiro e março do ano anterior (3,00). A pesquisa também demonstrou insatisfação quanto à conexão de internet Wi-Fi (3,30 pontos) e a sensação de segurança dentro das instalações aeroportuárias. O item apresentou a média mais baixa entre os locais pesquisados (3,42 pontos).

Transtorno

Para o presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Amazonas (Sidetur-AM), Mário Tadros, a opinião dos passageiros sobre os serviços e as instalações do aeroporto estão suscetíveis ao período de obras do empreendimento. O transtorno da obra afeta o funcionamento normal do aeroporto e a rotina dos passageiros, impossibilitando que eles percebam algumas melhorias neste momento, avaliou.

Entretanto, segundo ele, embora haja melhorias ainda há motivos para queixa. Há uma irritação em relação ao atraso destas obras causando alguma frustração quanto às melhorias que não foram inclusas no plano de reforma, como a construção de uma segunda pista de pouso no aeroporto, destacou.

A Infraero informou que está analisando os dados da pesquisa e vai considerar os resultados para aprimorar os processos do Aeroporto de Manaus.

Avanços foram percebidos

Por outro lado, conforme os dados, os passageiros notaram evolução em alguns pontos específicos. Critérios de acesso ao aeroporto como instalação dos estacionamentos, transporte público e disponibilidade de táxis no local obtiveram uma pontuação superior no comparativo com o primeiro trimestre.

Porém, quesitos que verificaram melhora como as filas para realização de check in em terminais automatizados e também em guichês tradicionais seguiram entre as piores avaliações. Com as notas 3,84 e 3,53, as filas em terminais e guichês tiveram a segunda pior nota entre os aeroportos pesquisados.

ObrasA reforma do Aeroporto de Manaus custou em R$ 389 milhões. Até janeiro deste ano, 70% da obra estava concluída. O restante deveria ser concluído até abril deste ano.

Sobre Alexandre Lara

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira de "Operação e Manutenção Predial sob a ótica de Inspeção Predial para Peritos de Engenharia" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo MACKENZIE, professor das cadairas de Engenharia de Manutenção Hospitalar dentro dos cursos de Pós-graduação em Engenharia e Manutenção Hospitalar e Arquitetura Hospitalar pela Universidade Albert Einstein, professor da cadeira de "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNIP / INBEC), tendo também atuado como professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
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