Construções verdes precisam de legislações sustentáveis

Li hoje pela manhã a reportagem abaixo e não se tem como discordar de que precisamos evoluir muito rapidamente na questão envolvendo as “construções verdes”.

No entanto, precisaremos também evoluir em quesitos bastante específicos ligados ao aspecto da “construção como um todo”, ou seja, nos primeiros passos ou etapas que compõem o ciclo de vida de um empreendimento: concepção e projeto, contratação de fornecedores, obra, comissionamento, entrega, entre outros

Vejo ainda que a responsabilidade pelo resultado de um empreendimento (que busca ser verde / sustentável) ainda é muito segmentada, o que dificulta a cobrança pelos futuros responsáveis pela operação e manutenção.

Temos hoje algumas das mais severas leis em vigor, especialmente no que se refere ao meio ambiente mas…..como esperar que nossos profissionais absorvam esta cultura se não temos uma fiscalização efetiva que eduque o nosso povo?

Vejam como exemplo algumas leis importantes que tratam da qualidade em ambientes de trabalho, como a Portaria 3523 e RE-09 da ANVISA, no que se refere à assegurarmos a qualidade do ar interno…

Se observarmos e tentarmos mensurar a “real evolução” desde 1998 (quando a 3523 foi publicada no DOU), veremos em grande parte que aprendemos a elaborar o documento obrigatório PMOC (mesmo que incompleto ou inconsistente…)….e só!!! São poucas as empresas que realmente se preocupam com o resultado desta medida, talvez (ou certamente) por acreditarem na falta de uma fiscalização séria e eficaz e na efetividade maior do “jeitinho brasileiro” no momento em que “a porca torce o rabo”.

Noutro dia falava à um amigo sobre a educação de uma forma geral (e não total) no trânsito de SP, o que só foi conseguido em função do rigor de nossos AMARELINHOS da CET, das inúmeras MULTAS que são diariamente distribuídas, etc… É verdade que toda esta indústria de MULTAS também existe por outros interesses que não nos cabe aqui discutir, mas o fato é que a fiscalização nos proporcionou uma melhor educação no trânsito.

Sinceramente, não vejo como evoluirmos apenas com leis mais abrangentes, sem o reforço de uma fiscalização.

Segue abaixo o artigo, tema deste POST, cujo foco é abordar o nível de restrição de algumas de nossas leis e a falta de mais incentivos que auxiliem o desenvolvimento deste mercado de construções verdes.

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Construções verdes precisam de legislações sustentáveis

Em terceiro lugar na construção sustentável, Brasil enfrenta leis ambientais restritivas

Fonte: TALEN Editora

Por: Luiz Augusto Pereira de Almeida

Acesse aqui a reportagem em sua fonte.

Pouco se difunde tal informação, mas o Brasil é uma das nações mais avançadas em quantidade de construções sustentáveis. Estamos em terceiro lugar, atrás dos Estados Unidos e China. O ranking é do Green Building Council (GBC), cujo capítulo nacional sediou em São Paulo, em agosto, o congresso mundial da organização, presente em mais de cem países. Cresce em todo o Planeta o esforço na direção dos edifícios verdes. São mais de 140 mil edificações em processo de certificação, somando um bilhão de metros quadrados. Há 27 mil empresas suportando esse movimento supranacional e milhares de voluntários dedicados à causa.

Aqui, não tem sido diferente. Informações do GBC Brasil mostram um cenário de padronização dos conceitos de construção sustentável. Há uma crescente busca pela certificação por parte de prédios comerciais e industriais. Na visão da entidade, conforme se observa em conteúdos veiculados em seu website, o momento é oportuno para um alinhamento com políticas públicas de incentivo nas esferas federal, estadual e municipal e a disseminação desses conceitos no âmbito dos empreendimentos residenciais. Estamos falando de soluções como a captação, armazenamento e uso da água das chuvas e redução do consumo de energia, com melhores condições de luminosidade natural, lâmpadas de baixo consumo e aparelhos eletrodomésticos econômicos.

O Governo Federal também realiza ações para estimular programas sustentáveis. O Ministério do Meio Ambiente disponibiliza cursos pela internet sobre procedimentos que podem ser adotados para adequar os prédios públicos. Além disso, o programa Minha Casa, Minha Vida estabelece a obrigatoriedade do uso de energia solar em todos os novos empreendimentos sob sua chancela. Legislações estaduais e municipais também vão estabelecendo medidas alinhadas ao conceito de sustentabilidade.

Contraponto – As legislações ambientais brasileiras, porém, parecem desconsiderar essa vocação nacional para a sustentabilidade das edificações, pois é extremamente restritiva e tende a inverter a lógica jurídica universal de que todo mundo é inocente até que se prove a culpa ou dolo. Nosso arcabouço legal parece partir do pressuposto de que todos os projetos urbanísticos, arquitetônicos, residenciais, hoteleiros, empresariais ou até mesmo bairros planejados, que são um avanço em termos de sustentabilidade, já nascem estigmatizados pelo pecado original da má intenção contra ecossistemas e biomas.

A aprovação ambiental de projetos é lenta e muito burocratizada. Até mesmo empreendimentos emblemáticos quanto à sustentabilidade, aprovados, licenciados e que já receberam prêmios nacionais e internacionais nessa área, são judicialmente impedidos de conclusão, sob justificativas que não resistem à análise lógica e à comparação com questões semelhantes nos países desenvolvidos. Há nações nas quais se constroem hotéis e outros empreendimentos em santuários ecológicos. São projetos alinhados à preservação e à economia de energia e água, inclusive contribuindo para a proteção da área. Além disso, geram empregos, renda e arrecadação pública. Aqui, é impensável algo semelhante. Assim, é extraordinário que tenhamos conquistado a medalha de bronze na quantidade de projetos sustentáveis. É para se indagar: em que posição estaríamos se nossas legislações ambientais os incentivassem, ao invés de restringi-los?

Um exemplo de como é possível estimular empreendimentos sustentáveis é o Decreto 58.996/março de 2014, do governo paulista, regulamentando, 15 anos depois, a Lei 10.019 de 3/07/1998, que dispõe sobre o Zoneamento Ecológico-Econômico do Setor da Baixada Santista.  A partir de agora, os nove municípios da região contam com regras claras e objetivas para tratar a questão ambiental e seu desenvolvimento socioeconômico. Trata-se de um novo paradigma para o Brasil, pois diminui a insegurança jurídica dos novos investimentos e, ao mesmo tempo, estabelece estímulos à criação de empregos, renda e arrecadação de impostos. Precisamos de mais normas como essa para que o País planeje sua liderança mundial na sustentabilidade.

*Luiz Augusto Pereira de Almeida é diretor da Fiabci/Brasil e diretor de Marketing da Sobloco Construtora.

 

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Inovar, Compartilhar e Favorecer o Crescimento dos Profissionais do Setor…

Volto de uns dias afastados deste prazer que é escrever para iniciar com um elogio ao empreendedorismo e busca pelo diferencial que vem sendo demonstrado pela TALEN EDITORA e pela fantástica e visionária Lea Lobo.

Em tempos onde somos cada vez mais submetidos ao stress de nossas agendas e consequentemente, ao movimento de buscar o melhor uso de nosso tempo, a TALEN inova mais uma vez ao disponibilizar palestras apresentadas no último Congresso INFRA, através de um veículo de comunicação que é a web.

Particularmente, e quem já me ouviu falar sobre isto sabe bem o que e como penso, ainda vejo ações muito dispersas em nosso mercado de facilities, assim como também vejo a mesma situação no mercado de manutenção, onde temos e vemos ações isoladas, que poderiam dar muito mais frutos ao nosso mercado e sua “população”, se houvesse a somatória destes esforços.

Espero sinceramente que esta oportunidade de unir esforços seja ainda vislumbrada por todos destes setores, o que poderá gerar, sem a menor sombra de dúvidas, um resultado melhor para o público.

Parabéns à TALEN; parabéns à LEA LOBO e sua equipe!

Relaciono aqui o link para que todos acessem as palestras compartilhadas pela TALEN, através de seu site.

Desejo à todos uma ótima semana e bom proveito quanto as palestras!

  • Painel “Reduzindo Custos” – Palestra: “Contingências Econômicas e de Mercado” – Por: Fernando Vaz Benitez
  • Painel “Contrata-se Facilities” – Palestra “Demandas do mercado contratante e remuneração” – Por: Igor Schultz
  • Painel “Mudando de Imóvel” – Palestra “Site Selection : planeje onde instalar o novo endereço” – Por: Renato Fusaro
  • Painel “Riscos, o que fazer?” – Palestra “Gestão de riscos operacionais no Brasil” – Por: Antonio Celso Brasiliano

Apenas uma observação em relação a quarta palestra acima, pois esta será disponibilizada no site a partir de 09/10, segundo informação da própria TALEN.

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SENAI SP oferece curso de “Gestão de Energia e Eficiência Energética”

Fonte: Procel Info

Acesse aqui a divulgação em sua origem.

O Senai-SP oferece cursos que vão desde aprendizagem industrial até a pós-graduação, em mais de 157 unidades de ensino fixas e móveis. A qualificação é reconhecida e oferece ao aluno, mais de 90% de chances de sair empregado ao final do curso.

O curso de Pós-Graduação em Gestão de Energia e Eficiência Energética tem como objetivo geral suprir o mercado de trabalho, tanto na área da indústria como na área acadêmica, formando especialistas que possuam uma visão atualizada das tecnologias disponíveis no mercado de Gestão de Energia e Eficiência Energética. Estes especialistas terão subsídios para identificar oportunidades de melhoria nas fases de aquisição transformação, consumo, cogeração e gerenciamento de energia, propor ações de gestão de energia e eficiência energética buscando a otimização dos sistemas, justificá-las técnica e financeiramente, especificar máquinas e equipamentos, acompanhar a implementação das ações de melhoria, programar sistemas e promover o desenvolvimento sustentável.

Pré-Requisitos: O aluno deverá, no início do curso, ter no mínimo 17 anos de idade.
O aluno deverá ter concluído o Nível Superior.

Local: Escola Senai “Mariano Ferraz” – Rua Jaguaré Mirim, 71 – Vila Leopoldina – São Paulo

Duração: 360 horas

Telefone: 11-37381260

E-mail: secretaria106@sp.senai.br

Maiores Informações: Portal do Senai

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Operação Sustentável: Realidade, promessa ou show de horrores?

Alguém já viu ou ouviu falar de sistemas projetados para trabalhar em períodos noturnos e em finais de semana, que operam durante as 24 horas?

E sobre set points de 29,5ºC para sistemas de condensação ajustados para 15ºC?

E ainda sobre chillers e bombas que deveriam operar em automático e operam em manual, forçados e sem respeitar os diferenciais de temperatura ou carga para o seu ligamento?

Pois é…., apesar de vivermos hoje uma “era de sustentabilidade”, continuamos a ver situações como estas em operações, ainda que em edifícios sustentáveis, ou seja, que conquistaram recentemente algum tipo de reconhecimento.

Já falamos um pouco sobre este assunto por aqui, mas o fato é que estes “velhos” problemas vêm despertando o interesse de profissionais e de consultorias que atuam em outros segmentos, como novas oportunidades de mercado.

Vejam como exemplo o último Green Building Brasil realizado em SP, quando duas de suas mais assistidas sessões se referiam ao tema operação & manutenção. Isto demonstra não só a importância do tema e interesse dos presentes, mas principalmente, a oportunidade e necessidade latente em nosso mercado de O&M.

Se quem se propõe a atuar neste mercado terá ou não a experiência e competência necessária, isto somente o tempo e o próprio mercado poderão nos mostrar…. O que não podemos fazer é fechar os olhos para esta demanda.

Agora…voltando à raiz (ou raízes) deste problema….qual a sua origem? O que desencadeia este “show de trapalhadas ou de horrores”?

Como atacar de forma eficaz este problema?

É evidente que cada caso “poderá” ser um caso diferente, mas também é verdade que muitas situações como estas (que vi ontem em um trabalho de consultoria que estou desenvolvendo) são decorrentes de:

  1. A falta de uma devida importância na “passagem de bastão” entre a instaladora e os futuros responsáveis pela O&M, sendo mais comum o treinamento de representantes designados pelos proprietários, representantes estes que na maioria das vezes não estarão presentes na fase de ocupação e uso da edificação
  2. A falha na especificação de perfis e no dimensionamento de equipes de O&M ainda na fase de concorrência, apesar de um teórico processo de equalização técnica previsto na fase de licitação. Me refiro ao termo “teórico”, pois não se verifica na prática a análise detalhada de propostas, assim como o esclarecimento de dúvidas. Lamentavelmente, o que se vê muitas vezes é a aquisição “por preço“, na qual o CONTRATANTE passa a se apoiar na proposta da CONTRATADA (se ela propôs, tem que fazer….). No entanto, esquece-se que as proponentes em um processo de licitação, muitas vezes, costumam se reunir aos “42 minutos do segundo tempo” para elaborar propostas, embasando o seu dimensionamento por similaridade entre prédios e operações sob a sua responsabilidade.
  3. A negligência quanto a elaboração e/ou atualização de Planos de Operação que reflitam de forma clara as etapas, as condições operacionais necessárias, os procedimentos de contingência, recursos, etc
  4. A falta de um programa contínuo de melhoria e de capacitação para operadores, que de fato assegure a continuidade e confiabilidade de sua operação
  5. A “entrega” da operação de sistemas de automação à profissionais não técnicos, não capacitados e que desconheçam os sistemas que operam, assim como os efeitos e resultados produzidos

Enfim, nada disto é novidade, ainda que recorrente em nosso mercado.

Entretanto, estes problemas devem ser combatidos na raiz, ou seja, não apenas alinhando questões operacionais, mas TODO O PROCESSO, desde a sua contratação, até o desenvolvimento de um programa de melhoria contínua, monitorado a partir de KPIs bem definidos.

Reflitam sobre o tema; uma boa semana!

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Leading Building Industry Groups Agree to Streamline Green Building Tool Coordination and Development

By: ASHRAE News

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Contact: Jodi Scott
Public Relations
678-539-1140
jscott@ashrae.org

Move will coordinate Standard 189.1, the International Green Construction Code and LEED to offer comprehensive system of regulatory and voluntary leadership tools for jurisdictions

ATLANTA – ASHRAE, the International Code Council (ICC), the American Institute of Architects (AIA), the Illuminating Engineering Society of North America (IES) and the U.S. Green Building Council (USGBC) announce the signing of a memorandum to collaborate on the development of Standard 189.1, the International Green Construction Code (IgCC) and the LEED green building program.

The unprecedented cooperation aims to create a comprehensive framework for jurisdictions looking to implement and adopt green building regulations and codes and/or provide incentives for voluntary leadership programs such as LEED.

The agreement outlines the development, maintenance and implementation of new versions of ANSI/ASHRAE/IES/USGBC Standard 189.1, Standard for the Design of High-Performance, Green Buildings Except Low-Rise Residential Buildings, and the IgCC, which will be combined into one regulatory tool. This agreement also endeavors to align the LEED program with the new code to ensure a streamlined, effective set of regulatory and above-code options for jurisdictions across the country.

“Architects have become the leaders in employing green building techniques, and the IgCC, a valuable regulatory tool, provides support leading to the creation of a sustainable, resilient built environment,” said AIA CEO Robert Ivy, FAIA. “This agreement, which underscores the AIA’s dedication to sustainable design and construction, should lead to more rapid adoption of responsible approaches by designers, builders, developers and a host of other building industry groups.”

“ASHRAE see this as a move forward in green building, reducing fragmentation of compliance documents for users who are pressing toward a more sustainable environment,” ASHRAE President Tom Phoenix said.

“Working collaboratively with our industry partners is producing real results that will help improve building performance, streamline regulation, reduce cost and allow us to focus our resources on goals we have in common” said Dominic Sims, CBO, ICC CEO. “This agreement continues the partnership we began in 2012 and assures that our Members and partners have a meaningful role in shaping the future of the built environment.”

“The Illuminating Engineering Society of North America is pleased to partner with the other organizations in this important collaborative effort in the development of a new standard and green code for the design and construction industry,” said Rita Harrold, IES Director of Technology. “IES members will benefit from this alignment of both regulatory and voluntary tools, and we look forward to participating in delivering technical provisions for code intended adoption.”

“This landmark agreement will leverage the unique strengths of each of the five partner organizations to deliver a coordinated, integrated suite of green building tools. An ANSI standard as the basis of a regulatory code to push the market and a rating system to pull the market higher” said Brendan Owens, Vice President, LEED, and U.S. Green Building Council. “We are collectively dedicated to advancing green building practices and to advancing the broader industry’s understanding about the importance of green building goals and how to achieve them.”

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About the International Code Council

The International Code Council is a member-focused association. It is dedicated to developing model codes and standards used in the design, build and compliance process to construct safe, sustainable, affordable and resilient structures. Most U.S. communities and many global markets choose the International Codes. The International Codes, or I-Codes, published by ICC, provide minimum safeguards for people at home, at school and in the workplace. The I-Codes are a complete set of comprehensive, coordinated building safety and fire prevention codes. Building codes benefit public safety and support the industry’s need for one set of codes without regional limitations.

About The American Institute of Architects
Founded in 1857, members of the American Institute of Architects consistently work to create more valuable, healthy, secure, and sustainable buildings, neighborhoods, and communities. Through nearly 300 state and local chapters, the AIA advocates for public policies that promote economic vitality and public wellbeing. Members adhere to a code of ethics and conduct to ensure the highest professional standards. The AIA provides members with tools and resources to assist them in their careers and business as well as engaging civic and government leaders, and the public to find solutions to pressing issues facing our communities, institutions, nation and world. Visit www.aia.org.

About ASHRAE

ASHRAE, founded in 1894, is a global society advancing human well-being through sustainable technology for the built environment. The Society and its more than 50,000 members worldwide focus on building systems, energy efficiency, indoor air quality, refrigeration and sustainability. Through research, standards writing, publishing, certification and continuing education, ASHRAE shapes tomorrow’s built environment today. More information can be found at www.ashrae.org/news.

About The Illuminating Engineering Society of North America

The Illuminating Engineering Society of North America (IES) is the recognized technical authority on illumination. For over 100 years; its objective has been to communicate information on all aspects of good lighting practice to its members, to the lighting community, and to consumers, through a variety of programs, publications, and services.

About the U.S. Green Building Council

The U.S. Green Building Council (USGBC) is a non-profit that is committed to a prosperous and sustainable future through cost-efficient and energy-saving green buildings. USGBC works toward its mission of market transformation through its LEED green building program, robust educational offerings, a nationwide network of chapters and affiliates, the annual Greenbuild International Conference & Expo, the Center for Green Schools, and advocacy in support of public policy that encourages and enables green buildings and communities. For more information, visit usgbc.org, explore the Green Building Information Gateway (GBIG) and connect on Twitter, Facebook and LinkedIn.

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Energia eólica deve corresponder a 11% da produção nacional

Fonte: Exame

Divulgação: Revista GreenBuilding

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Tipo de energia é o que mais cresce no período depois da hídrica e produção no Brasil já ultrapassou a da energia nuclear.

A participação da energia eólica na matriz energética brasileira deve atingir 11% nos próximos dez anos. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, esta é a perspectiva com que o governo federal está trabalhando. Ele acrescentou que, atualmente, este é o tipo de energia que mais vai crescer no período depois da hídrica e que a produção no Brasil já ultrapassou a da energia nuclear.

Em agosto, a fonte eólica atingiu a capacidade instalada de 5 gigawatts (GW), o suficiente para abastecer, na média, cerca de 4 milhões de residências ou 12 milhões de pessoas, o que corresponde a uma cidade do tamanho de São Paulo.

O presidente da EPE deu as declarações ao participar da abertura do 5º Brazil Windpower, promovido anualmente pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), pelo Conselho Global de Energia Eólica (Gwec) e pelo Grupo CanalEnergia. O encontro reúne representantes das principais empresas da cadeia produtiva da indústria de energia eólica.

Tolmasquim também informou que o leilão de energia de reserva de 2014, que vai ocorrer no dia 31 de outubro, tem registrado um grande interesse e atingiu mais de mil inscritos. Ele destacou que embora ainda não tenha terminado o processo de habilitação técnica, deve haver um número razoável de usinas habilitadas. “Como os preços-teto são bastante atrativos nos três produtos, tanto no hídrico, como no térmico e eólico/solar, acredito que vai ter muito interessado em participar. As perspectivas são muito boas”, informou destacando que o leilão vai ser competitivo com diferentes tipos de tecnologia e de combustível.

Ainda na abertura a presidenta da ABEEólica, Elbia Melo, disse que o setor está muito otimista neste momento. “Ano passado nós já estávamos muito felizes porque havíamos participado de um leilão de reserva e tínhamos boas sinalizações de contratação. Terminamos o ano de 2013 com resultado surpreendente, muito acima da melhor expectativa” disse. Segundo a presidenta, a perspectiva de contratação para o ano que vem, é boa porque o setor está em um processo de desenvolvimento.

 

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Construção sustentável ganha apoio do setor

Fonte: O estado de SP

Divulgação: revista GreenBuilding

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Selo verde é apontado como diferencial para enfrentar competição do mercado.

Sustentabilidade é base de seis dos nove empreendimentos que ganharam o Master 2014. São quatro edifícios de lajes corporativas com certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), incluindo um fora do eixo Rio-São Paulo: o LC Corporate Green Building, em Fortaleza. Além de um hotel de luxo em Brasília, outro premiado foi o projeto da Cidade Criativa, em Palhoça (SC), incluída no programa Clima Positivo, da Fundação Clinton.

“O selo Leed é, claramente, diferencial para as empresas”, diz Benny Finzi, diretor da Hines do Brasil, que executou trabalho de retrofit no 740 Anastácio, localizado na zona oeste de São Paulo. São 7,7 mil m² de área construída, em terreno de 55,6 mil m², com espelho d‘água no pátio central. Para ele, prédios que não buscam certificação “já começam um passo atrás”.

Em 2012, a Hines comprou o imóvel, abandonado, e restaurou sua estrutura, recuperando o paisagismo e a arquitetura de linhas retas do prédio, com três pavimentos. A redução do consumo de 30% com energia e de 20% com água é resultado da opção feita pela construção sustentável. Além da tecnologia e do paisagismo, Benny destaca o teto retrátil do 740 Anastácio. A antiga cobertura foi substituída por uma estrutura de aço e alumínio que desliza sobre trilhos.

Benny se orgulha de ter transformado um imóvel sem vida em marco do retrofit em edifícios corporativos para locação.

Assinado pela Tecnum Construtora, o Edifício Cidade Jardim, no Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, também é um exemplar corporativo, com lajes de 1.500 m². Inaugurado em 2013, tem 10 andares e quatro subsolos de garagem.

O presidente da Tecnum , Jorge Batlouni Neto, diz que a obra foi um desafio. A caixa de vidro do hall, com pé-direito de 8 metros, tem estrutura mista, com bandejas e colunas integradas por cabos de aço. Os vãos livres de 13,6 metros, com vigas e lajes apoiadas em pilares junto às fachadas, permitem vários layouts aos usuários. Com área construída de 26,5 mil m², o Cidade Jardim tem selo Leed Gold, que garante eficiência energética no controle operacional.

Outro premiado do segmento comercial foi o Rio Corporate, da Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR), construído na Barra da Tijuca, novo eixo de negócios do Rio de Janeiro. Composto por duas lajes de alto padrão e seis pavimentos de lajes corporativas, foi entregue em janeiro de 2013. Com vista para a Lagoa de Jacarepaguá, tem fachada revestida de granito e pé-direito com 3,75m.

O projeto – com os elevadores, escadas e sanitários concentrados no centro das lajes – garante melhor aproveitamento dos espaços. Na área comum, há sensores de presença ligados à iluminação, e vidros laminados reduzem troca de calor com o exterior. “Oferecemos aos clientes o que há de melhor em inovação e sustentabilidade”, diz o presidente da OR, Paulo Altit.

Hotel. Lançado em 2010 e concluído em 2013, o Brisas do Lago, também construído pela Odebrecht Realizações, marca sua entrada no mercado de hospedagem de luxo em Brasília. O hotel, com 750 apartamentos, une serviços de hospedagem e oportunidade de investimento, com um sistema de venda de unidades autônomas chamado Hotel de Investidores Imobiliários Pulverizados (HIIP).

O parque aquático, com piscinas e cascatas, tem 600 m² de área. Usa energia solar para aquecimento de água, e uma de suas fachadas, com jardim suspenso, ameniza o calor e reduz a carga de ar condicionado. Segundo o presidente da OR, o Master reforça, ano após ano, a evolução da qualidade dos projetos.

O LC Corporate Green Tower foi concluído no primeiro semestre, diz o presidente da LC5 Incorporações, Luciano Cavalcante Filho. Em terreno com 3,7 mil m², o edifício tem 19 andares, com 342 conjuntos comerciais. “Tenho dois andares para locação, com lajes de 750 m² e 1.500 m².” O valor geral de vendas (VGV), segundo ele, é de R$ 140 milhões. “Vendemos 60% do prédio.”

Vidros com alto isolamento térmico e ar condicionado VRF, que reduz consumo de energia, além de fontes e espelhos d‘água abastecidos por tanques de reúso da chuva, são suas credenciais. A vegetação do telhado-parque combate as “ilhas de calor” e a irrigação por gotejamento economiza 50% de água.

“É o primeiro green building do Nordeste”, diz o construtor, ao destacar que o LC Corporate é pioneiro na região a obter selo Leed. “Se tivesse feito sem a certificação, agora já seria um prédio antigo.” Grandes empresas, segundo ele, só querem se instalar em prédio sustentável.

Ele diz que contratou o escritório do arquiteto Jaime Lerner para o projeto de um bairro planejado, em terreno de 420 hectares, na zona de expansão do Porto do Pecem, na região metropolitana de Fortaleza. “São 420 quadras, e quero fazer uma obra nos padrões de Pedra Branca”, diz, referindo-se ao empreendimento de Santa Catarina.

Em Palhoça (SC), a Pedra Branca S/A constroi a Cidade Criativa, com VGV de R$ 6 bilhões, trata-se de um bairro-cidade que terá 1,7 milhão de m² de área construída e 12 mil unidades entre apartamentos, escritórios e centros comerciais.

A primeira etapa foi iniciada em 1999. “Chegamos a 9% do total planejado”, diz o presidente da Pedra Branca, Valério Gomes Neto. “Já temos mil unidades de uso misto, sendo 60% residencial e 40% comercial.”

A Cidade Criativa Pedra Branca chamou atenção da Fundação Clinton, que a incluiu no Desenvolvimento do Clima Positivo, ao lado de 17 projetos ao redor do mundo eleitos pela ONG americana. O projeto foi apresentado no congresso mundial Greenbuilding de 2008. “Caímos no radar da fundação”, diz Gomes Neto, apostando na construção de um bairro sustentável, que ofereça qualidade de vida, onde as pessoas morem, trabalhem e se divirtam.

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Your fight over the thermostat might actually be over money

By: Reuters – Chris Taylor

Obtained from: ASHRAE / The Globe and Mail (globeandmail.com)

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When Harvey Montijo first moved in with his wife Natalie, he remembers exactly how long it took to get into a tiff about household temperature.

“Right from the get-go,” remembers the 31-year-old orthopedic resident in Charlotte, North Carolina.

The problem: Florida native Montijo likes the house a relatively balmy 75 Fahrenheit (24 Celsius). Natalie, a grant writer who is also 31, prefers a cooler and comfortable 70F. So the parents of two came up with an elegant solution, one which might seem familiar to husbands everywhere.

“The house is set at 70,” Montijo deadpans. “She won.”

On its face, thermostat control might seem like a trivial issue. But as any spouse will tell you, small issues can often turn out to have outside effects – both on the marital relationship, and the family budget.

Indeed, according to one recent survey by manufacturer Honeywell, 30 per cent of respondents who live with at least one person admit they can never agree with housemates about temperature. And 27 per cent take matters into their own hands, by changing settings without others’ knowledge.

That easily beats out other household flashpoints like control of the TV remote, cited by 16 per cent of people as a frequent battleground.

Younger Americans, in particular, seem persnickety about home temperature, with 39 per cent of those age 18 to 34 fiddling with the thermostat dial on the sly.

According to experts, though, thermostat wars might not solely be about physical comfort. They might be about other things entirely – like control over household decision-making, for instance, or about money matters.

“Make sure you’re arguing about the right thing,” says Mary Claire Allvine, an Atlanta financial planner and author of “The Family CFO: The Couple’s Business Plan for Love and Money.”

“You might be arguing about temperature, when it really comes down to stress about bills and cash flow,” Allvine says. “So don’t talk about 68 degrees versus 72, when the real issue is that you are spending more money than you have coming in.”

Indeed, there is no denying that the savings from lower energy usage can be formidable. In the summer, each degree you raise your thermostat above 72 can save between 1 per cent and 3 per cent on your energy bills, according to the California Energy Commission’s Consumer Energy Center.

David Sylvestre-Margolis knows about energy squabbles all too well. The 40-year-old publicist and his partner Georges enjoy a spacious Manhattan pad that can cost a whopping $1,000 (U.S.) a month, or more, to heat during the winter.

David likes to set the thermostat around 70F, but Georges prefers to kick around the house in a T-shirt with temperatures in the mid-70sF. “He wants to have a warm apartment, and then he complains about the electric bill,” Sylvestre-Margolis laughs. “And he doesn’t want to wear a sweater, which I find ludicrous.”

Thankfully, there are some practical fixes that couples can implement. Programmable thermostats such as Nest, which is a unit of Google Inc, can help solve the problem, by automatically adjusting temperature depending on which partner gets home at what time. They also tend to save users about $180 a year in energy costs, according to Energy Star, an energy-efficiency program of the U.S. Environmental Protection Agency.

Just make sure you are using them correctly. “Technology is only as good as the user,” says Amy Matthews, a licensed contractor and host of multiple shows on the DIY Network.

“One can purchase a $30 thermostat and have it programmed correctly, and save more money than the $200 thermostat that is WiFi-enabled and not used correctly.”

If you suspect the issue goes much deeper than haggling over a degree or two, couples can also adopt more drastic measures. Allvine suggests swapping bill-paying duties for a few months, which can help drive the point home on energy costs.

“If the real issue is that one partner is a saver and the other is a spender, then it’s usually the saver who is always getting stressed out,” she says. “So switch the roles of bill payment for a while, and have the spender be the one to write those checks. Then they have to take on that responsibility about how tight money can get.”

As for Harvey Montijo, he is at peace with the outcome of his household’s Battle of the Thermostat. Since he works the long and erratic hours of a medical resident, and his wife is home much more, “she is the one who gets to make that decision,” he says.

“But it does mean our bills are a little higher. And it means I have to wear a sweater.”

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Link no paper.li sobre Manutenção e Facilities

Vejam este interessante link no PAPER.LI para notícias sobre manutenção e gestão de facilities compartilhado pelo colega Paulo Walter.

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Japão construirá maior central solar flutuante do mundo

Fonte: Exame

Divulgação: revista GreenBuilding

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A fabricante japonês de sistemas fotovoltaicos Kyocera anunciou nesta quinta-feira a construção no oeste do Japão da maior central solar flutuante do mundo.

Os trabalhos começarão em setembro e a exploração em abril de 2015, afirma a empresa japonesa em um comunicado.

Os painéis serão instalados em dois reservatórios de água na cidade de Kato, na prefeitura de Hyogo, e terão uma capacidade total de 2,9 megawatts divididos entre um sistema com uma potência de 1,7 MW, “o mais importante do planeta”, e outra de 1,2 MW.

O objetivo é gerar 3.300 megawatts/hora por ano, a eletricidade necessária para alimentar 920 casas, segundo a mesma fonte.

A construção de centrais solares flutuantes tenta responder à falta de terrenos compatíveis, um problema que limita as possibilidades de instalação de grandes centrais no arquipélago.

Por sua vez, os tanques são abundantes no país, alega a Kyocera, que espera alcançar uma potência instalada de 60 MW até março de 2015, com ao menos trinta usinas flutuantes.

O grupo criou em 2012 uma empresa conjunta com a Century Tokyo Leasing para construir e explorar centrais solares no Japão.

Desde que este projeto começou, já foram construídos 28 parques solares de diferentes tipos, 11 dos quais já estão ativos.

Desde o acidente nuclear de Fukushima, em março de 2011, que significou a parada dos reatores do país (que produziam mais de um quarto da eletricidade), o Japão tenta promover as energias renováveis, embora sem renunciar à energia nuclear.

 

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