Curso capacita para uso e mostra as oportunidades da energia solar fotovoltaica

Fonte: Procel Info

Acesse aqui a divulgação em sua origem.

O Curso Energia Solar Fotovoltaica, promovido pelo portal Ambiente Energia, aborda questões técnicas sobre a tecnologia, os cálculos para o dimensionamento de plantas fotovoltaicas, a viabilidade econômica dos sistemas em rede (on-grid) e fora da rede (off-grid), como realizar a conexão com as concessionárias de energia para “venda” da energia excedente e benefícios econômicos para quem utiliza a tecnologia.

Datas:
Rio de Janeiro – 23 e 24 de outubro
Brasília – 10 e 11 de novembro
São Paulo – 18 e 19 de novembro
Porto Alegre – 01 e 02 de dezembro

Carga Horária: 16h

Horário: 9h às 18h

Inscrições e informações: Portal do Ambiente Energia
Telefone: (21) 3872 0355
Email: eventos@ambienteenergia.com.br

Programa:
1. Introdução FV
1.1. Desenvolvimento da tecnologia no mundo.
1.2. Geometria solar.
1.3. Fundamentos físicos de funcionamento. Conceitos prévios.
1.4. Principais componentes e tecnologias no mercado.
1.5. Sistemas fotovoltaicos. Variantes e aplicações.

2. Cálculo e Dimensionamento de instalações solares fotovoltaicas.
2.1. Dimensionamento Instalações FV ligadas à rede.
2.1.1. Estimação da produção energética.
2.1.2. Critérios de desenho de usinas sobre terreno e sobre coberturas.
2.1.3. Cálculo e dimensionamento dos componentes.
2.1.4. Avaliação de rentabilidade econômica.
2.1.5. Caso prático.
2.2. Dimensionamento Instalações FV autônomas.
2.2.1. Fundamentos teóricos básicos.
2.2.2.Dimensionamento dos componentes. Metodologia de Cálculo.
2.2.3. Caso prático.

3. Atualidade normativa em Brasil
3.1. Análise das principais leis de incentivo ao uso da tecnologia.
3.2. Orientações sobre como realizar o licenciamento específico dos sistemas fotovoltaicos em Geração Distribuída.

4. Potencial de implantação no Brasil
4.1. Instalações e principais fabricantes no Brasil.
4.2. Aplicabilidade dos sistemas ligados à rede (“on-grid”).
4.3. Aplicabilidade dos sistemas autônomos (“off-grid”).

5. Análise de dados em tempo real de instalação on-grid funcionando. Avaliação da produção

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Eletrobras Procel lança publicações técnicas em parceria com UFPB

Fonte: Procel Info

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Na última terça feira, dia 30/09, foram lançados oficialmente no auditório da Unise na Eletrobras, sete publicações técnico-científicas dirigidas aos profissionais das áreas de saneamento e irrigação, com destaque à conservação de energia elétrica e água. As publicações foram desenvolvidas através de um convênio entre a Eletrobras e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com o objetivo de apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com as ações integrantes do Procel Sanear.A Superintendente de Eficiência Energética da Eletrobras, Renata Falcão, fez a abertura do evento com palavras de incentivo e agradecimento ao lançamento dos sete livros, e enfatizou que o acervo de publicações é a maior riqueza que o programa pode deixar para a sociedade. Ela encerrou seu discurso parabenizando os autores pela conclusão do árduo trabalho de pesquisa e publicação.

O primeiro a discursar foi o coordenador e professor do Laboratório de Eficiência Energética, Hidráulica e Saneamento da UFPB, Heber Gomes. O professor Heber contou um pouco sobre a parceria da Universidade Federal da Paraíba com a Eletrobras Procel, assim como a formação dos laboratórios técnicos espalhados por todas as regiões do Brasil e sobre o desenvolvimento das publicações.

A segunda palestra foi do professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Peter Cheung. Em seu discurso, ele contou sobre a formação da Rede LEHNS – Rede Brasileira de Laboratórios de Eficiência Energética e Hidráulica no Saneamento. A Rede LENHS foi estruturada há 10 anos pela Eletrobras por meio da implantação de laboratórios em universidades brasileiras de todas as regiões do país, atuando como centros de referência regionais no tema de eficiência energética e hidráulica no saneamento. Todas as publicações, contaram com o apoio de diversos professores integrantes da Rede LENHS.

O evento se encerrou com as palavras do gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética da Eletrobras, Fernando Perrone, que agradeceu a realização do evento enfatizando a importância desses desafios para a Eletrobras. “Temos um grande acervo de publicações aqui no Procel que pertence a toda sociedade, que são fundamentais para embasar todas as nossas ações, ressalta Perrone. Falcão complementou dizendo que o acervo é um patrimônio da sociedade. “Essas publicações representam muito para toda a sociedade, as universidades, para os profissionais da área e é por isso que nós da Eletrobras investimos e valorizamos tanto esses lançamentos”, disse ela.

Após os discursos, todos os participantes do evento receberam uma cópia de cada publicação lançada.

As versões digitais dos sete guias técnicos estão disponíveis na seção de Publicações no site do Procel Info e também podem ser acessadas diretamente através dos links a seguir:

Sistemas de Bombeamento – Eficiência Energética, Manual de Sistemas de Bombeamento – Eficiência Energética

EPA SWMM 5.0 – Modelo de Gestão de Drenagem Urbana, Avaliação Econômica – Eficiência Energética

Perdas de Água – Tecnologias de Controle e Sistemas de Irrigação – Eficiência Energética

Abastecimento de Água – Informação para Eficiência Hidroenergética

Avaliação Econômica: Eficiência Energética

Manual de Sistemas de Bombeamento: Eficiência Energética

Sistemas de Irrigação: Eficiência Energética

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Curso “Projetista de Sistema de Aquecimento Solar”

Fonte: Procel Info

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O objetivo do curso de Projetista de “Sistema de Aquecimento Solar” é discutir conceitos e aplicações desses sistemas e promover competências e habilidades envolvidas no dimensionamento, projeto e instalação.

Público Alvo: O curso é destinado a técnicos, engenheiros, arquitetos e profissionais do setor de aquecimento solar, habitação e de concessionárias de energia, com interesse em aprimorar o conhecimento nas aplicações de sistemas de aquecimento solar para comércio, indústria e piscina.

Palestrante: Luciano Torres Petrira

Data: 26 e 27 de novembro

Horário: 9h às 18h

Local: Auditório Abrava-SP – Av. Rio Branco, 1492 – Campos Elíseos – SP

Investimento por profissional: Empresas Associadas à Abrava – R$ 500,00 / Profissionais e empresas não associadas – R$ 700,00
Obs: A partir de 02 inscrições, é concedido 10% de desconto para associados e não associados.

Informações e inscrições: Portal da Dasol ou Informações com Natália Okabayashi, pelo fone (11) 3361-7266 ramal 142, email cursos@dasolabrava.org.br

Serão fornecidos material didático, certificado e coffee-break.

Estacionamento GRATUITO no local com número de vagas limitado.

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NBR 5410 e Normas Complementares – Seminários pela internet entre outubro e dezembro de 2014

Segue abaixo a divulgação de seminários via web (webnairs) sobre a NBR 5410 e Normas Complementares.

Seminários ao vivo pela internet: NBR 5410 e normas complementares

Normas de aterramentos elétricos que complementam a NBR 5419, NBR 5410 e NBR 14039 – 21 de Outubro de 2014

Ministrado pelo Eng. Jobson Modena– Coordenador da comissão de estudos de revisão da NBR 5419

Inscreva-se aqui, vagas limitadas!

 

NBR 5419 – ONDE ESTAMOS E AONDE CHEGAREMOS – 07 de Novembro de 2014

O que se apresenta no texto da revisão da norma como forte tendência de mudançaMinistrado pelo Eng. Jobson Modena– Coordenador da comissão de estudos de revisão da NBR 5419

Inscreva-se aqui, vagas limitadas!

 

Dimensionamento dos subsistemas de captação, descida e aterramento de um SPDA – antecipando os novos requisitos da revisão da NBR 5419 – 01 de Dezembro de 2014

Ministrado pelo Eng. Jobson Modena -Coordenador da comissão de estudos de revisão da NBR 5419

Inscreva-se aqui, vagas limitadas!

 

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Reducing Carbon by Curbing Population

From: The New York Times

By: Eduardo Porter

Click here to access the original article.

Remember the population explosion?

When population was growing at its fastest rate in human history in the decades after World War II, the sense that overpopulation was stunting economic development and stoking political instability took hold from New Delhi to the United Nations’ headquarters in New York, sending policy makers on an urgent quest to stop it.

In the 1970s the Indian government forcibly sterilized millions of women. Families in Bangladesh, Indonesia and elsewhere were forced to have fewer children. In 1974, the United Nations organized its first World Population Conference to debate population control. China rolled out its one-child policy in 1980.

Then, almost as suddenly as it had begun, the demographic “crisis” was over. As fertility rates in most of the world dropped to around the replacement rate of 2.1 children per woman — with the one major exception of sub-Saharan Africa — population specialists and politicians turned to other issues.

By 1994, when the U.N. held its last population conference, in Cairo, demographic targets had pretty much been abandoned, replaced by an agenda centered on empowering women, reducing infant mortality and increasing access to reproductive health.

More People

The United Nations estimates that world population could grow as high as 10.1 billion by the year 2050. The pace of population growth will have a substantial impact on the amount of greenhouse gases discharged into the atmosphere.

 

“Some people still regret that; some applaud it,” said Joel E. Cohen, who heads the Laboratory of Populations at Rockefeller University in New York. “I’m not sure we need demographic goals but we need forward thinking.”

Well, concerns about population seem to be creeping back. As the threat of climate change has evolved from a fuzzy faraway concept to one of the central existential threats to humanity, scholars like Professor Cohen have noted that reducing the burning of fossil fuels might be easier if there were fewer of us consuming them.

“Population wouldn’t be the whole story but it could make a big difference,” Mr. Cohen said.

An article published in 2010 by researchers from the United States, Germany and Austria concluded that if the world’s population reached only 7.5 billion people by midcentury, rather than more than nine billion, in 2050 we would be spewing five billion to nine billion fewer tons of carbon dioxide into the air.

This alone would deliver 16 to 29 percent of the emission reductions needed over the next four decades to keep the global temperature from rising more than 2 degrees Celsius (3.6 degrees Fahrenheit) above that of the late 19th century, the threshold scientists predict could lead to severe disruptions to the climate.

Slower population growth could bring other benefits. The World Resources Institute has been looking into how the world will feed itself in 2050 without busting the carbon budget.

On current demographic and economic projections, food production would have to increase 70 percent by 2050. “Population growth is responsible for about one-half of increased food consumption,” said Tim Searchinger of the World Resources Institute. “The other half comes from higher incomes and richer diets.”

Much of the expected population growth is set in stone, but sub-Saharan Africa, expected to add 1.2 billion people by 2050 on top of its current 900 million, is an exception.

If fertility in sub-Saharan Africa slowed more rapidly than projected — declining to 2.1 children per woman in 2050 from 5.4 today — feeding the most undernourished region in the world would be a lot easier. And sparing African forests and woodlands from even greater deforestation would substantially reduce the amount of carbon entering the atmosphere.

For all the benefits of slower population growth, population policies remain a highly touchy subject.

In the 1970s and 1980s, rich nations’ support for population control in poor countries smacked of just another form of colonialism. Coercive population control — like India’s forced sterilizations, which were abandoned after they led to the collapse of Indira Gandhi’s government in 1977, or China’s one-child policy, which remains in place — is now widely considered a blatant violation of human rights.

Even China’s one-child policy is undergoing re-examination in Beijing because of the skewing of the country’s sex ratio — countless pregnancies have been aborted and millions of girls have been killed or left to die by parents who had hoped for a boy — and the tearing of the traditional safety net from so many elderly Chinese being forced to rely on only one child for support. Economists at the International Monetary Fund have even welcomed Africa’s fast-rising population as an opportunity to increase its pace of economic growth.

Population growth is only one factor — and not necessarily the most important one — contributing to global climate change. Over the course of the 20th century, emissions of carbon dioxide grew 180 percent faster than the population in poor countries and 60 percent faster than the population in rich ones. Shifting the world economy into more sustainable energy sources and away from fossil fuels is still the most promising strategy.

“There is a strong case to be made that the world faces sustainability issues whether it has nine billion people, seven billion people or four billion people,” said John Wilmoth, who directs the United Nations Population Division. “Nobody can deny that population growth is a major driving factor, but in terms of the policy response, what are you going to do?”

Yet there are ways to make a difference on the population front that do not depend on coercive governments straying into people’s bedrooms.

Access to education is critical. Across human history, fertility rates have fallen when it has made economic sense for families to have fewer children. Education — especially of girls — has played a powerful role in expediting the decline.

Across much of the developing world, more educated women have fewer children, and their offspring are more likely to survive. The spread of public education was accompanied by plummeting fertility rates in such disparate places as Brazil and Iran.

The other obvious tool is access to reproductive health. In the developing world, 222 million women have an unmet need for modern contraception, according to one study. Providing them with it, at a relatively small cost of $4 billion a year, could prevent 54 million unintended pregnancies.

These are hardly new ideas. The U.N. population conference in Cairo 20 years ago suggested pretty much this approach.

But we are not there yet. Out of every 1,000 children born in the Democratic Republic of Congo, for example, 99 die before the age of 5. In Nigeria, it is 123. A third of the girls in Mali are not enrolled in elementary school. Neither are 60 percent of Liberian girls.

By contrast, 95 percent of Guatemalan girls are enrolled in elementary school, as are 97 percent of Cambodian girls. In Bangladesh and Bolivia, among the poorest countries outside Africa, only about 40 of every 1,000 children die before they reach 5 years old.

During the General Assembly next month, the United Nations plans to hold a meeting to mark the anniversary of the Cairo conference. And it is organizing another to discuss new commitments to mitigate climate change. Perhaps delegates will notice the connection.

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Horário de verão começa no dia 19 de outubro e vai até fevereiro

Fonte: A Tribuna

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Amado por uns, odiados por outros. Este é o horário de verão, que começa em 19 de outubro. Nesta data, a partir de meia-noite, os ponteiros devem ser adiantados em uma hora em relação ao horário de Brasília. A mudança vai até 15 de fevereiro de 2015, já que o Decreto nº 6.558 de 2008 determina que a temporada para ajustar o relógio deve começar no terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até o terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente.

O horário de verão serve para aproveitar melhor a luz natural, já que durante a primavera os dias são mais longos que as noites. Representa ainda economia de energia, diminuindo o consumo de luz artificial.

De 2013 para 2014, o horário de verão levou a uma redução da demanda por energia no horário de pico de consumo de 2.565 megawatts, o que representou uma economia de R$ 405 milhões.

No ano retrasado, rendeu uma redução na demanda no horário de pico de 2.477 megawatts (MW), ou 4,5% do consumo. Essa redução evitou um gasto de cerca de R$ 200 milhões a mais com as termelétricas no período.

O horário de verão no Brasil será aplicado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, mais precisamente nos estados de Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.

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Energia solar pode representar 50% da capacidade mundial de eletricidade até 2050

Fonte: Envolverde

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A Agência Internacional de Energia(IEA) divulgou uma pesquisa que comprova que até 2050 os vários tipos de energia solar podem suprir mais de 50% da demanda elétrica mundial. Entre 2011, 2012 e 2013 1/3 de todas as novas plantas de energia construídas ao redor do mundo eram de energia eólica ou solar.

Sven Teske, especialista em energia do Greenpeace Internacional acredita que a divulgação da pesquisa vem em ótima hora, tendo em vista que a pauta climática está atraindo holofotes do mundo inteiro.

“Com o desenrolar da Cúpula do Clima da ONU, essa é exatamente a notícia que todas as pessoas preocupadas com mudanças climáticas querem ouvir”, afirma Teske.

Os dados publicados pela IEA confirmam os resultados da versão global do relatório “Revolução Energética”, publicado pelo Greenpeace em julho de 2012, que assim como a IEA, chegou à projeção de que a energia fotovoltaica pode chegar a 4.548 GW de capacidade instalada até 2050.

“O Greenpeace pede aos governantes do mundo inteiro que aceitem o fato de que as energias renováveis são uma realidade e passem a realizar um planejamento energético que leve isso em conta. A eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e nucleares é uma necessidade socioambiental e econômica e não pode ser vista como um peso para o desenvolvimento de nenhum país”, completa Teske.

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Treinamento gratuito de gestão de energia chega a 400 mil inscritos

Fonte: IP News

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A Schneider Electric, empresa de gestão de energia, já chegou a mais de 400 mil inscritos em todo o mundo no seu programa Energy University, que oferece cursos online gratuitos sobre práticas de gestão de energia. No Brasil, a iniciativa foi implantada em 2009 e até o primeiro semestre deste ano, mais de 4.800 pessoas já se inscreveram no projeto.

“Estamos muito satisfeitos com este resultado. Se compararmos o mesmo período do ano passado, houve um crescimento no número de interessados de 94% em todo o mundo. A participação do Brasil é imensa, ocupando a segunda posição do ranking entre os países que mais recebem interessados no programa”, afirma João Carlos Salgueiro, Gerente Nacional de Vendas – Energia e Sustentabilidade.

O programa global tem o objetivo de fornecer informações atualizadas e treinamento profissional por meio de cursos atrelados ao conceito de eficiência energética. As aulas são voltadas para gestão de energia dos segmentos de indústria e infraestrutura, centros de processamentos de dados e redes, edifícios comercias e residências Há desde aulas básicas como ‘Fundamentos da Eficiência Energética’ à mais técnicos, como ‘Instrução para Auditorias de Energia’.

Schneider Electric inaugura centro de distribuição em São Paulo

“A demanda por profissionais com conhecimento em eficiência energética tem crescido no mundo todo e o Energy University é uma oportunidade para estas pessoas se atualizarem as novas tendências do mercado. Os cursos são gratuitos e online, o que permite que os interessados escolham o melhor dia e horário para realizarem os cursos”, completa João Carlos Salgueiro.

Todo conteúdo do portal foi desenvolvido por especialistas da Schneider Electric com o apoio de empresas e consultores parceiros. Em menos de uma hora é possível concluir um módulo de curso.

São mais de 100 cursos voltados para profissionais que desejam atualizar seus conhecimentos sobre eficiência energética. Atualmente, mais de 670 mil cursos foram realizados, em 13 idiomas e em mais de 180 países.

Para realizar os cursos, basta se inscrever no site da Schneider Electric e clicar na página do Energy University. A cada curso concluído, o profissional recebe um certificado digital.

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Energia solar no Brasil passa pela prova de fogo

Fonte: Jornal do Commercio

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Às margens da BR-101, numa área de 100 mil metros quadrados que já foi usada para armazenar resíduos de carvão, está a maior usina solar do Brasil. Ela foi desenvolvida pela geradora de energia Tractebel, em parceria com outras 12 empresas, na cidade de Tubarão (SC) e tem uma capacidade instalada de 3 MW – o suficiente para abastecer 2,5 mil residências.

Essa usina entrou em operação em agosto e dá duas mensagens sobre o mercado de energia solar no País: se essa é a maior, significa que o Brasil ainda está engatinhando. A capacidade do maior complexo do mundo, localizado na Califórnia (EUA), é 100 vezes superior à da usina de Tubarão. Mas, embora ainda seja um projeto pequeno, é sinal de que algo começou a mudar.

O que mais tem se ouvido dizer no setor nos últimos meses é que “chegou a hora” da energia solar no Brasil. A frase é repetida por investidores, fabricantes de equipamentos, geradoras de energia, e foi dita mais uma vez na semana passada pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

A crise que reduziu investimentos na Europa e nos EUA nos últimos anos e os preços recordes da energia no País contribuíram para esse clima de “agora vai” e fizeram com que grandes empresas, de fora e daqui, começassem a olhar esse mercado com outros olhos. A gigante chinesa Yingli Green Energy, maior fabricante de painéis fotovoltaicos do mundo, começou a sondar o mercado brasileiro em 2012 e abriu um escritório em São Paulo no ano passado. A WEG, de Jaraguá do Sul, criou um centro de pesquisas na Alemanha em 2013 para estudar tecnologias voltadas para a energia solar e também já fornece produtos para usinas desse tipo no Brasil: a da Tractebel é uma delas.

A fabricante brasileira também atuou no lançamento da usina de Fernando de Noronha, inaugurada em julho pela Neoenergia, com capacidade para abastecer 4% do consumo da ilha. Um mês antes, a Eletrosul, em Florianópolis, começou a gerar energia fotovoltaica, com placas instaladas na cobertura do estacionamento e da sede da empresa. Em agosto do ano que vem, deve entrar em operação no semiárido baiano uma usina solar da brasileira Renova que vai desbancar a de Tubarão como a maior do País. O projeto terá capacidade de 4,8 MW.

“Essa movimentação toda é inédita, mas o que vai definir se a energia solar vai deslanchar mesmo ou não são os sinais que o governo brasileiro dará aos investidores que querem desenvolver essa fonte no País”, diz Umberto Gobbato, diretor superintendente da WEG Automação. Um leilão em que o governo vai comprar exclusivamente energia solar está marcado para o dia 31 de outubro. Será o primeiro do tipo no Brasil e terá papel fundamental para que as empresas do setor definam seus investimentos daqui para frente.

No ano passado, o governo chegou a realizar um leilão para várias fontes renováveis de energia, que incluía projetos solares – só que na disputa com outras modalidades, como a eólica e as pequenas centrais hidrelétricas, a solar perdeu no preço e nenhum megawatt foi contratado. Em junho deste ano, por exemplo, as usinas eólicas conseguiram vender energia a um preço médio de R$ 130.

Aposta

No setor, estima-se que, para serem viáveis, os projetos de energia solar devem vender o megawatt-hora por pelo menos R$ 250. O preço-teto deve ser divulgado a partir desta semana. “Estamos dispostos a pagar mais caro para desenvolver uma massa crítica em termos de indústria e fornecedores. Assim, à medida que o preço cai, teremos uma estrutura montada”, diz Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), braço de planejamento do Ministério de Minas e Energia (MME).

Neste ano, pela primeira vez, o Plano Decenal de Expansão de Energia, que está em consulta pública, incluiu a energia solar na matriz energética brasileira. A previsão é de que até 2023, a capacidade instalada da energia solar no Brasil saia do zero para 3,5 mil MW, de um total de 195 mil MW. Na Alemanha, país que virou referência na geração de energia renovável, a capacidade já supera, hoje, os 25 mil MW.

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Falling Air Conditioner Hits Woman in Manhattan / Queda de aparelho de ar condicionado atinge uma pedestre em Manhattan (New York)

Há alguns anos, durante uma participação em um congresso na região nordeste do Brasil, tirei algumas fotos de cenas que me chamaram muito a atenção…..pois se referiam a prédios comerciais no centro daquela cidade, repletos de condicionadores de ar de janela e do tipo split (condensadoras instaladas no lado externo da fachada), cujos suportes podiam ser avistados do pavimento térreo, já bastante judiados pelo tempo e pela falta de manutenção.

Cheguei a apresentar estas fotos em algumas palestras, sempre reforçando o esquecimento ou mesmo a dificuldade de acesso para a manutenção destes suportes, instalados nas fachadas.

É evidente que aquele cenário que observei na capital nordestina se repete nas grandes capitais e também em cidades menores….ou seja, temos os suportes como itens praticamente omissos ou até mesmo inacessíveis para as equipes e atividades de manutenção.

O risco?…. O risco é de ocorrência de acidentes que envolvam a queda de equipamentos e suportes com má manutenção sobre perdestes ou mesmo usuários da edificação.

Pois bem, costumo receber o jornal da ASHRAE e eis que observo um relato do acidente recentemente ocorrido em NYC com uma professora de 28 anos e que felizmente saiu bica do incidente.

Cabe lembrar aos responsáveis pela manutenção que o item suporte é parte integrante do escopo de sua manutenção, sendo importante considerar:

  • Uma inspeção visual periódica (para se avaliar o estado de conservação e os elementos de fixação quanto a sua integridade)
  • O planejamento de uma checagem periódica quanto ao aperto de seus elementos de fixação
  • O planejamento para se tratar eventuais focos de oxidação, limpando-os até a base do metal, aplicando o fundo adequado e reaplicando o acabamento em tinta apropriada
  • O planejamento para se verificar e assegurar o cabo terra de conexão do suporte à malha do edifício, assegurando a sua equipotencialização com o SPDA

Cabe também lembrar que cabe ao responsável pela edificação ou responsável por sua administração prover os meios de acesso aos equipamentos ou componentes da instalação, sendo portanto OBRIGATÓRIO que a mantenedora cobre esta condição junto ao seu contratante.

Lembrem-se que aceitar a falta de condições de acesso e não executar o seu serviço (manutenção sobre aquele componente) não o eximirá de culpa e, ao contrário, o tornará co-responsável pelo acidente, haja vista a sua omissão e o não cumprimento das tarefas agendadas (caso façam parte do plano de trabalho contratado).

 

Vejam aqui a reportagem diretamente em sua origem, o site nbcnewyork.com (4 New York).

Falling Air Conditioner Hits Woman in Manhattan

The 28-year-old New York City school teacher got 20 stitches for the injuries

From: NBCNEWYORK

By: Marc Santia

A falling air conditioner hit a Manhattan woman walking on the sidewalk, splitting open part of her leg, cutting her elbow, and scraping and bruising her arm, she said.

Chloe Pinkerton, a 28-year-old New York City high school teacher, was walking with her boyfriend south on Lexington Avenue near East 100th Street Sunday night when she said something hit her in the head.

She fell to the ground, and then she saw blood everywhere.

“It looked like hamburger meat, it was disgusting,” she said.

A window air conditioning unit had fallen from the sixth floor, right between her and her boyfriend. A man who identified himself as a guest in the apartment rushed down.

He told Pinkerton’s boyfriend that he saw the air conditioner start to fall and went to try and catch it, but wasn’t able to.

Texto extraído do e-mail da ASHRAE:

A falling air conditioner hit a Manhattan woman walking on the sidewalk last week, splitting open part of her leg, cutting her elbow, and scraping and bruising her arm, she said. Chloe Pinkerton, a 28-year-old New York City high school teacher, was walking with her boyfriend south on Lexington Avenue near East 100th Street when she said something hit her in the head. Pinkerton was taken to a local hospital, where she received 20 stitches in her leg and another in her elbow. The Department of Buildings said property owners must ensure air-conditioning units installed on buildings six stories or higher are supported by a bracket. A representative from the building’s management company said in a statement that the “tenant was removing the air conditioner and lost control.” The management company representative added that it hasn’t been able to get in touch with the tenant in the apartment because the tenant was “away or not responding.” The injury couldn’t have come at a worse time for Pinkerton, who’s been training the last four months for the New York City Marathon.

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