“Bairro Solar”: economia de energia chega a 70 kWh por mês em residências capixabas

Fonte: Folha Vitória

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Já pensou viver em um bairro onde a conta de luz agrada ao bolso, e que por isso, sobra dinheiro no final do mês? O que parece coisa de país de primeiro mundo acontece aqui no Espírito Santo.

Por enquanto, apenas 4.240 residências selecionadas pelo projeto “Boa Energia Solar” possuem mecanismos que ajudam na redução do consumo de energia elétrica. De acordo com a Espírito Santo Centrais Elétricas AS (EDP/Escelsa), a economia registrada economia chega em média a 70 kWh/mês por residência.

As casas ficam nos municípios de Serra, Vitória Vila Velha, Cariacica e Castelo. Segundo a EDP, as residências receberam, gratuitamente, a instalação de painéis solares para o aquecimento da água, reservatório térmico para armazenamento, misturadores de água quente e fria para regular a temperatura até que a água fique agradável ao banho, substituição das lâmpadas ineficientes por outras fluorescentes compactas com Selo PROCEL “A” de eficiência energética, além de orientações de técnicos capacitados sobre a perfeita utilização dos equipamentos.

O sistema garante que a luz do sol será suficiente para aquecer a água do banho em cerca de 80% dos dias do ano. Nos poucos dias em que não houver energia solar, o chuveiro elétrico poderá ser utilizado, mantendo a temperatura da água ideal para um banho confortável. Paralelamente às instalações, os moradores contemplados também recebem lâmpadas fluorescentes, compactas e econômicas, em substituição às incandescentes convencionais e orientações sobre o uso eficiente e seguro da energia elétrica.

Em julho de 2012, os moradores dos bairros Serra Dourada I, II e III, em Serra, foram os primeiros a terem a implantação do projeto. A partir desta data, as outras localidades passaram a receber o programa.

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Inspeção Predial

Fonte: Revista Infra

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Publicações gratuitas do IBAPE/SP auxiliam na manutenção preventiva das edificações

Com o intuito de conscientizar a sociedade e profissionais ligados à construção e gerenciamento de condomínios sobre a importância da manutenção preventiva nas edificações, o IBAPE/SP (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo) teve a iniciativa de publicar cartilhas com conteúdo didático sobre o assunto, abordando o tema em seus variados aspectos.

Disponíveis no site do instituto para download, as cartilhas abordam os seguintes conteúdos:

A próxima edição será lançada no segundo semestre de 2015. Para mais informações acesse o site do instituto: http://www.ibape-sp.org.br/

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Estudo mostra que terceirização não significa salários mais baixos

Fonte: Veja Online

Por: Bianca Alvarenga

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União Geral dos Trabalhadores (UGT) organiza protesto na Avenida Paulista contra o Projeto de Lei 4330/2004, que regulamenta a terceirização
UGT organiza protesto na Avenida Paulista contra a regulamentação da terceirização (Gabriel Soares/Brazil Photo Press/Folhapress)

Para defender a derrubada do projeto que regulamenta a terceirização no Brasil, o principal argumento usado pelas centrais sindicais ligadas ao PT é que a remuneração e as condições de trabalho de funcionários subcontratados são inferiores às de funcionários diretamente empregados. Uma nota técnica elaborada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação de Indústrias de São Paulo (Fiesp) com base nos dados do Ministério do Trabalho mostra que o efeito apontado pelos sindicatos é uma distorção criada pela própria falta de regulamentação do setor. Quase um terço de toda mão de obra terceirizada se concentra em setores de baixa remuneração e alta carga horária, como telemarketing, limpeza e segurança. Quando isolados esses grupos de atividades consideradas auxiliares e comparados somente os salários dos outros dois terços de terceirizados com a média da remuneração de contratados, fica claro que não há diferença substancial de salários nem de horas trabalhadas. Enquanto os funcionários contratados recebem, em média, 2 270 reais, o grupo de terceirizados não típicos recebe, em média, 2 264 reais.

Esse contingente enorme de terceirizados em atividades consideradas atividades-meio (que não representam a função produtiva principal de uma empresa) foi criado em função de uma determinação do Tribunal Superior do Trabalho de 1994 que proibiu a terceirização de funções que fazem parte da atividade-fim. Assim sendo, como boa parte dos terceirizados desempenha atividades de baixa complexidade em funções de entrada no mercado de trabalho, a média salarial acaba sendo baixa.

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A nota técnica da Fiesp aponta ainda que na indústria da transformação os terceirizados chegam a receber mais do que os contratados. Na indústria, a diferença salarial chegava a quase 10% e o número de acidentes no trabalho era menor entre os terceirizados do que nos contratados – 17,3 por mil trabalhadores contra 28,5 por mil. O mesmo vale para o setor da donstrução, que registra mais mortes entre contratados do que terceirizados, a despeito do que diz um estudo formulado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Mais da metade dos trabalhadores terceirizados da donstrução tinha grau de instrução que varia de ensino médio completo até superior completo, enquanto nos contratados este número alcançava somente 38% do total.

A melhora na qualificação dos trabalhadores é um dos efeitos esperados caso a lei das terceirizações seja aprovada tal como foi proposta: sem a diferenciação entre atividade-meio e atividade-fim. Diz a nota da Fiesp: “A ampliação da abrangência da terceirização possibilitará o surgimento de empresas especializadas em serviços de mais elevado valor agregado, portanto, com trabalhadores mais qualificados e melhores condições de trabalho, elevando assim a produtividade total da economia do país”. Além disso, a lei traria mais segurança para o trabalhador, pois garante que a empresa que contrata os serviços das terceirizadas seja responsável pelo trabalhador subcontratado – aspecto que não está claro nas regras atuais.

Os terceirizados (VEJA.com/VEJA)

Caso aprovada, a lei teria força para mudar, por exemplo, a responsabilização das empresas em casos de calote coletivo ou de irregularidades nas condições de trabalho. Nestes casos e nos mais de 1 milhão de processos relacionados às terceirizações que chegaram aos tribunais em 2014, estariam mais claros e rígidos os parâmetros de responsabilização das empresas e a segurança trabalhista. Entretanto, o que deve pautar a questão no Senado, onde o projeto ainda tramitará por pelo menos quatro comissões, é o incômodo do governo e dos sindicatos com a diminuição da arrecadação tributária e o enfraquecimento dos grupos sindicais aliados. Na última terça-feira (19), durante uma sessão que discutiu o conteúdo do projeto, a secretária de Relações do Trabalho da CUT, Maria das Graças Costa reclamou o direito de poder fazer o “lobby” pela rejeição do projeto. O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse ter “receio” que a aprovação do projeto interfira nos direitos trabalhistas.

É provável que o projeto seja praticamente reinventado durante a tramitação, principalmente na questão da diferenciação de atividade-meio e atividade-fim. Se assim for, as terceirizações vão continuar concentradas em ocupações pouco qualificadas, sem favorecer o aumento da produtividade e competitividade das empresas.

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Crise atinge empresas de arquitetura e engenharia consultiva

Fonte: Revista Infra

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Levantamento da Sinaenco aponta que 80% das empresas já demitiriam neste ano

A crise econômica que afeta o Brasil de forma mais aprofundada neste primeiro trimestre de 2015 está causando forte impacto nas empresas brasileiras de arquitetura e de engenharia consultiva (A&EC). Responsáveis pelo desenvolvimento de projetos de arquitetura e de engenharia e tendo boa parcela de seus contratos com os poderes públicos, as empresas do setor de A&EC vêm sofrendo com a paralisação quase total das contratações de projetos e serviços especializados pelos órgãos governamentais e com a suspensão de contratos e dos pagamentos relativos a obras que estavam em andamento.

Como consequência desse péssimo cenário econômico, o setor já fechou mais de 20 mil postos de trabalho, entre o final de 2014 e o primeiro trimestre deste ano. Pesquisa realizada pelo Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) neste mês de abril último confirmou essa situação alarmante para o setor: a diminuição do número de funcionários ocorreu em 80% delas. “A crise econômica que estamos vivendo é comparável às piores das chamadas´décadas perdidas´, as de 1980 e 1990. As empresas de A&EC estão sendo obrigados a demitir quadros técnicos altamente especializados, que demoram anos para ser formados, cortando assim parte da inteligência altamente estratégica para o país”, afirma o presidente do Sinaenco, José Roberto Bernasconi.

O presidente do Sinaenco explica que, devido ao fato de o setor ser empregador intensivo de mão de obra altamente especializada, essa é uma situação bastante negativa para o futuro das empresas e do país. “Nossos profissionais, boa parte deles com mestrado, doutorado e até pós-doutorado, são principalmente arquitetos e engenheiros especializados no desenvolvimento de projetos de infraestrutura e, também, de outros serviços que exigem elevada especialização, como as de gerenciamento e fiscalização de obras, de geotecnia e estudos de impactos ambientais, entre outros.” A perda dessa inteligência, desse conhecimento acumulado, é extremamente prejudicial ao país, que transforma profissionais altamente preparados em desempregados, numa repetição do famoso “engenheiro que virou suco”, símbolo da crise dos anos 1980/1990. “Infelizmente, retomamos o nefasto ciclo caracterizado pelo denominado “voo de galinha” na economia, com períodos de expansão seguidos por outros, de recessão, que há até pouco tempo julgávamos ter ultrapassado”, lamenta Bernasconi.

Situação crítica

Para o engenheiro Claudemiro dos Santos Júnior, vice-presidente do Sinaenco, a situação das empresas do setor é “bastante crítica”, agravada pelo fato de que a maior parte dos contratos das firmas de A&EC tem cláusulas de reajuste definidas pela Coluna 39 da planilha da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que corrige os contratos com percentuais que variam entre 50% a 60% do INPC. Esse descompasso entre o percentual de reajuste dos contratos pela coluna 39 da FGV, que totalizou cerca de 4% nos últimos 12 meses, e os que incidem sobre os principais custos das empresas de A&EC, entre os quais cerca de 80% em média são relativos ao pagamento de salários e encargos, leva a um impasse. “Não é possível corrigir os contratos com um índice que é 50% inferior ao que reajusta os salários, responsáveis pela principal despesa das empresas do setor”, reclama ele.

Ambiente econômico difícil

Em Pernambuco, 2015 ainda não começou para as empresas de arquitetura e engenharia consultiva (A&EC). A afirmação do presidente regional do Sinaenco/PE, arquiteto Luiz Antônio Wanderley Neves Filho pode soar como exagero, mas, segundo ele, traduz “a verdadeira e triste realidade do setor no estado”, que começou a não pagar e a paralisar contratos desde o final de setembro de 2014, situação que se mantém até hoje. “Isto tem resultado, para as empresas associadas ao Sinaenco, em grandes dificuldades econômico-financeiras, agravadas ainda para aquelas que têm contratos com a Petrobras por causa da operação Lava-Jato”, explica Neves Filho.

As empresas de A&EC de Pernambuco, por isso, estão tendo que recorrer aos bancos, pagando juros altíssimos, para arcar com seus compromissos, basicamente, com a folha de pagamento. “Muitas delas estão sendo obrigadas a atrasar salários por absoluta falta de condições, por conta da inadimplência do Estado. Vivemos um ambiente muito difícil para trabalhar atualmente”, desabafa o presidente do Sinaenco/PE.

Essa situação, diz o vice-presidente do Sinaenco, Claudemiro dos Santos Júnior, é comum aos demais estados brasileiros. O sindicato, em função dessa conjuntura econômica, vem recebendo consultas de empresas interessadas em diminuir a jornada de trabalho e o salário, proporcionalmente, de seus funcionários. As dificuldades das empresas poderiam ser minimizadas com a retomada dos pagamentos por parte dos governos dos serviços já prestados pelas firmas de A&EC, defende Santos Júnior.

Momento ideal à contratação de projetos

Como os projetos de arquitetura e de engenharia representam o menor percentual no custo global de uma obra pública, “o governo federal poderia aproveitar este momento de crise econômica e de ajuste fiscal para contratar os projetos necessários à infraestrutura brasileira, que, assim, poderiam ser desenvolvidos com o prazo adequado à sua elaboração de forma completa, oferecendo a garantia de empreendimentos construídos com qualidade, no prazo e ao custo estipulados”, propõe Bernasconi.

O presidente do Sinaenco lembra que o projeto executivo, completo, dá ao contratante total controle da execução do empreendimento, proporcionando transparência ao processo. Por isso, diz ele, o projeto executivo, completo, é comparado a uma “vacina anticorrupção”.

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Edifícios sustentáveis são alternativa para momento de condições hídricas desfavoráveis

Fonte: PROCEL Info

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O atual cenário energético reforça a importância da economia de recursos naturais e a reformulação de condutas que tenham como objetivo diminuir o consumo nos edifícios, responsáveis por 40% da demanda total de energia mundialmente. Para atender essa demanda, o Programa EcoCommercial Building (ECB) – iniciativa global da MaterialScience – apresenta um modelo de construção que alia preservação de recursos naturais à viabilidade econômica, garantindo a construção de prédios adaptados às condições climáticas de qualquer lugar do planeta com operação de baixo consumo de energia e recursos.

“Recentemente foi feito um estudo com unidades do Programa ECB de diversos países e ficou provado que a meta de um edifício comercial que gere 100% da sua energia é totalmente viável, independente da condição climática do país”, comenta Fernando Resende, gerente do Programa EcoCommercial Building no Brasil. O estudo também apontou que em 10 anos é factível recuperar o investimento feito para a construção de um prédio deste tipo.

Um dos pontos-chave para o sucesso de uma construção sustentável é a busca pela redução do consumo de recursos em sua operação. Diversas escolhas feitas na etapa de projeto e construção vão impactar significativamente a fase operação, que ao contrário do que se imagina, corresponde a 75% dos custos do ciclo de vida de um edifício, contra 20% da fase de planejamento e construção e 5% da fase de demolição e remoção.

O uso de tecnologias passivas, como isolamento térmico, fachadas e coberturas translúcidas, elementos de sombreamento e proteção solar, ventilação natural, entre outros, contribuem significativamente para esta economia, sem impactar significativamente o custo inicial. “Em alguns casos, é possível até eliminar equipamentos de ar condicionado e reduzir consideravelmente a iluminação artificial”, completa Resende.

Além do Brasil, a MaterialScience mantém ECBs na Alemanha, Bélgica, China, Estados Unidos e Índia. No Brasil, o projeto foi lançado em 2012 e apenas dois anos depois foi o primeiro prédio privado do Brasil a receber a certificação LEED-NC Platinum, e deve ser o primeiro a gerar 100% de sua demanda anual de energia com fonte solar, além de alcançar uma redução de 50% nos custos anuais de energia e eliminação de ar condicionado em 95% dos espaços, com amplo uso de elementos passivos. Adicionalmente, o edifício atinge uma redução de 95% do consumo de água potável.

“Justamente por representarem parcela significativa do consumo de energia global, a melhora da eficiência energética nos edifício terá cada vez mais um papel fundamental. Além da escassez da energia e água, temos vivenciado questões como o aquecimento global e o crescimento populacional acelerado o que tende a dificultar ainda mais a situação e, por este motivo, a forma de pensar o edifício tem que mudar”, afirma Resende.

* Com informações da assessoria de imprensa MaterialScience

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Quantidade nunca foi sinal de qualidade e eficiência…

Recebi hoje pelo facebook uma contribuição da amiga Clara Barreiros, que compartilhou com seus contatos um vídeo sobre o processo de limpeza no trem bala japonês em apenas 7 minutos.

Vejam nestes links os vídeos no Youtube:

       新幹線の掃除(Fastest cleaning of Shinkansen) – Duração: 3:56. por Katsumi Ono 13.274 visualizações 

A Seven-Minute Miracle! The Shinkansen Cleaning Theater …

Isto me remeteu à uma conversa que tive com alguns alunos no curso do FDTE – CORENET nesta última semana, na qual abordávamos justamente a questão produtividade, ao falarmos do exemplo norte americano.

Enfim, “ser mais produtivo” é sem sombra de dúvidas algo que muitas de nossas pessoas precisão aprender em nosso país…

….Sinceramente, vendo a nossa atual situação quanto a não darmos base às nossas crianças e futuros profissionais (me refiro a base escolar), quanto a não educarmos nossos jovens de forma adequada nas escolas e em nossos lares, quanto a não mudarmos a participação (visão, missão e valores) de nossos sindicatos no Brasil e, principalmente, quanto a não mudarmos a “visão míope” e focada excessivamente em legislar para o próprio benefício de nossos governantes, vejo ainda como distante a evolução necessária em nosso setor de prestação de serviços…

Os jovens precisam de exemplos, que devem ser dados por seus familiares, amigos, colegas, chefes e governantes!

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Quatro países da UE iniciam interligação de mercado de energia

Fonte: Valor Online

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Após quase dois anos de atrasos, Alemanha, França e vizinhos no centro-oeste da Europa iniciram ontem à interligação de seus mercados de eletricidade num sistema em que os preços ditarão para onde a energia fluirá entre os países.A interligação de mercados com base nos fluxos combina oferta e demanda através das fronteiras, enviando eletricidade para onde os preços são mais altos.

Espera-se que a média de tarifas com um dia de antecedência suba na Alemanha e diminua na Bélgica e na Holanda, segundo dados da Energy Brainpool, consultoria de Berlim. Oito anos atrás, governos, reguladores, bolsas e operadores de redes elétricas de Alemanha, França, Bélgica e Holanda concordaram em melhorar seus fluxos interfronteiriços.

projeto, que deveria ter começado em 2013, administra melhor a forma como as redes elétricas são utilizadas. Isso significa que, num dia com muito vento no norte da Alemanha, a eletricidade gerada por uma turbina eólica pode chegar a um hospital na França. “A interligação de mercados com base nos fluxos pode elevar as exportações da Alemanha para os países vizinhos e será um elemento de apoio aos preços atacadistas da energia na Alemanha”, disse Alfred Hoffmann, vice-presidente de gestão de carteira trading de energia da Vattenfall em Hamburgo.

Na interligação com base nos fluxos, todos os caminhos interfronteiriços entre as redes elétricas são levados em conta a fim de maximizar a capacidade. No esquema tradicional, os fluxos se baseiam na capacidade disponível de interconexão em cada fronteira, o que pode dificultar a convergência de preços entre as redes nacionais. “Depois do começo bem-sucedido e da preparação intensa, estamos comemorando aqui”, disse ontem Andreas Preuss, porta-voz da operadora alemã de rede elétrica Amprion.

Os preços por hora para hoje já foram calculados pelo novo sistema, disse Preuss. A Alemanha tem os preços de eletricidade mais baixos da região, com uma tarifa média com um dia de antecedência de € 32,11 por megawatt-hora durante os últimos 12 meses. A cifra se compara com € 36 na França, € 41,35 na Holanda e € 43,46 na Bélgica. Os preços podem virar negativos quando a oferta de energia supera a demanda, quando há muito vento ou sol, por exemplo. A Alemanha, maior produtor de energia renovável da Europa, teve 109 horas de preço negativo neste ano, o dobro do mesmo período de 2014, segundo a Epex Spot.

Em média, os preços teriam sido 8,7% mais baixos na Bélgica e 5,8% na Holanda com o sistema de interligação de mercados no ano passado, diz Energy Brainpool. No entanto, flutuações na geração de energia renovável na Alemanha ainda podem ter um efeito maior nos preços do que a interligação dos mercados, segundo Omar Ramdani, diretor de análise da RheinEnergie Trading, de Colônia. “Em média, os preços aumentarão de € 1 a € 2 se não observarmos efeitos contrários da produção de energia eólica e solar.” Embora a interligação possa melhorar os fluxos interfronteiriços, a Comissão Europeia estima que a Europa ainda precisará gastar € 200 bilhões em infraestrutura de energia até 2020, incluindo novas conexões elétricas entre países. “A interligação do mercado terá certo impacto, mas é preciso mais investimento na capacidade interfronteiriça e de interconexão para ter uma grande diferença”, disse Elchin Mammadov, analista de empresas de energia europeias da Bloomberg Intelligence.

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The 2015 City Energy Efficiency Scorecard

Será que chegaremos nesta condição em algum dia?

Programas como este desenvolvido pelos EUA ajudam e muito à promover o desenvolvimento e o avanço tecnológico. Vejam que não estamos falando apenas de pequenas cidades, mas localidades como Boston, New York, Washington e San Francisco, além de outras localidades.

Preocupa-me apenas a seriedade de um programa como este aqui no Brasil, haja vista que temos uma “tradicional tendência” à “mascarar” resultados quando existem interesses, considerando alguns dos indicadores divulgados por nosso governo (desemprego, distribuição de renda, etc…).

Enfim, esperemos que este desenvolvimento e a conscientização também cheguem por aqui.

Segue a reportagem original:

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Fonte (Source): ACEEE.org – Resource Report

Autores (Authors): David Ribeiro, Virginia Hewitt, Eric Mackres, Rachel Cluett, Lauren M. Ross, Shruti Vaidyanathan, and Sarah Zerbonne

Description:

The second biennial ACEEE City Energy Efficiency Scorecard measures the progress of city policies and programs that save energy while benefiting the environment and promoting economic growth. We ranked 51 large US cities for their energy efficiency efforts across five policy areas: local government operations, community-wide initiatives, buildings, energy and water utilities, and transportation. The Scorecard also gives examples of best practices in each policy area. In this year’s results, Boston retained its position at the top of the rankings. Joining Boston in the top five were New York City, Washington DC, San Francisco, and Seattle. The most-improved cities since the last edition were Washington, Los Angeles, Chicago, Minneapolis, and Seattle. Overall, we found that cities are still laboratories of innovation, pushing the envelope to reduce energy waste. The Scorecard offers a roadmap for any local government aiming to improve its energy efficiency by learning from other cities’ successes and customizing strategies to suit its own priorities.

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China anuncia 1ª fábrica de paineis fotovoltaicos no Brasil

Fonte: Brasil 247

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O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni, e a vice-presidente do Grupo BYD, Stella Li, anunciaram nesta terça-feira (19), investimentos de R$ 150 milhões para instalação da primeira fábrica de painéis solares fotovoltaicos no Brasil. A meta da empresa é produzir 400 MW de painéis solares por ano. Na ocasião, a Agência e a BYD assinarão um memorando de entendimento para oficializar o investimento. A cerimônia acontece no Palácio do Planalto, no âmbito da visita do primeiro-ministro chinês, Li Keqiang.

A BYD Energy faz parte do Grupo BYD, gigante chinês que emprega 180 mil pessoas em 15 unidades instaladas em várias partes do mundo. Desde 2011, o grupo prospecta o mercado brasileiro e, desde então, conta com o apoio da Apex-Brasil, agência vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No ano passado, o grupo chinês aportou R$ 100 milhões na instalação de uma fábrica de ônibus elétricos em Campinas (SP).

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, acredita que a chegada de uma nova planta para fabricação de painéis fotovoltaicos no Brasil deve ser celebrada não apenas pela geração de novos empregos, mas também por ser um estímulo para o desenvolvimento da indústria nacional. “Esta nova unidade é um investimento em alta tecnologia, que estimulará a setores indiretos do nosso parque industrial. São novos postos de trabalho, em um setor de grande adensamento tecnológico. Há muitos fatores positivos nesta operação”.

David Barioni explica que a concretização de aportes estrangeiros é uma decisão que envolve muito planejamento, por isso leva tempo para ser concretizada. “É comum uma empresa levar até três anos para aplicar o recurso. É uma decisão que envolve cifras vultosas. Neste caso específico, muito além do dinheiro, o investimento representa um avanço tecnológico para o Brasil, inaugurando uma nova frente de produção energética”.

A Apex-Brasil apoia empresas estrangeiras com informações sobre o mercado brasileiro, análise de custos operacionais, localização de áreas para instalação da fábrica e, principalmente, na interlocução governamental nas três esferas: federal, estadual e municipal.

Mais investimentos

A empresa vai instalar também um centro de pesquisa e desenvolvimento com foco em estudos e tecnologias para veículos elétricos, baterias, smart grid, energia solar e iluminação. O centro e a nova fábrica de paineis também serão instalados em Campinas.

“Creio que o nosso compromisso com a tecnologia e a inovação em tudo o que fazemos, trará aos brasileiros uma alternativa em energia renovável para enfrentar os desafios futuros, e viver uma vida mais saudável e mais gratificante”, afirma a vice-presidente sênior da BYD, Stella Li.

Até 2017, o Grupo BYD pretende investir R$ 1 bilhão no Brasil. Para o diretor de relações governamentais da BYD Brasil, Adalberto Maluf, o investimento em painéis solares inaugura uma nova fase da energia limpa. “Traremos uma tecnologia de ponta, chamada de double glass, que significará paineis solares fotovoltaicos com maior eficiência e durabilidade em relação aos paineis convencionais. Com isso, a geração limpa e descentralizada será cada vez mais competitiva no Brasil”.

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Inscrições para Feira de Construção Sustentável em Atibaia estão abertas

Fonte: Portal G1

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Estão abertas as inscrições para Feira de Construção Sustentável que será realizada de 28 a 31 de maio, em Atibaia, no interior de São Paulo.

A Feconati terá entrada gratuita e abordará a questão de melhorias no setor construtivo que beneficie o Meio Ambiente com o uso de métodos alternativos.

O evento é destinado a engenheiros, construtores, empreiteiros, arquitetos, decoradores, estudantes, formadores de opinião e representantes de órgãos públicos e reunirá fabricantes de todo país de produtos com selo verde e sustentáveis.

A feira apresentará ao mercado soluções sustentáveis para a construção civil e também abordará temas atuais em palestras e seminários. Dentro da programação está um seminário do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), no sábado (30), onde profissionais experientes falarão sobre temas que incluem métodos alternativos de construção como o sistema Steel Frame, bioarquietura, arquitetura holística, o bambu como elemento estrutural e eficiência energética.

As inscrições e a programação estão disponíveis no site da Feconati.

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