Secovi-SP atualiza manuais de escopo para atenderem à NBR 15.575

Fonte: AECWeb / SECOVI

Por: Yuri Soares

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Manuais de Escopo de Contratação de Projetos e Serviços terão capítulo sobre atendimento à Norma de Desempenho e modelos de memoriais descritivos

Manuais descrevem atividades e produtos de cada etapa do projeto (Créditos: Matej Kastelic/ Shutterstock)

O conteúdo dos Manuais de Escopo de Contratação de Projetos e Serviços para a Indústria Imobiliária, elaborado sob coordenação do Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), foi atualizado para atendimento à Norma de Desempenho de Edificações (ABNT NBR 15.575:2013).

O conjunto de documentos, que descreve atividades e produtos de cada etapa do projeto, recebeu três novidades. A primeira se refere a inclusão do capítulo “Escopos para Atendimento à Norma de Desempenho” nos manuais de Escopo aplicáveis. A capa dos documentos passa a receber o selo NBR 15.575.

O Guia para utilização dos Escopos de projeto de edificações habitacionais também foi modificado para atender à norma. O material visa esclarecer os critérios utilizados no desenvolvimento dos escopos de desempenho e apresenta orientações gerais para seu atendimento nos diversos projetos de um empreendimento imobiliário.

A terceira e última mudança abrange os Modelos de Memoriais Descritivos, documentos que indicam premissas e considerações do projeto de um empreendimento, incluindo informações relativas ao atendimento dos requisitos previstos na referida norma.

Para ler os manuais, acesse: http://www.manuaisdeescopo.com.br/memoriais/

(Com informações do Secovi-SP)

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A data do curso Planejamento da Manutenção de Ativos Imobiliários está se aproximando…

A AEA Educação Continuada, em parceria com as empresas A&F Partners Consulting, Preditiva Engenharia e ADITIVA – SISTEPLANT, estruturou e lançará o curso PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS de 07/08 a 30/08, no modo presencial e online (ao vivo pela internet), o que permitirá a participação de profissionais em várias regiões do país.

Este curso tem como principal objetivo atualizar conceitos e capacitar os profissionais de manutenção para a elaboração de um adequado PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO, em conjunto com a utilização de ferramentas informatizadas de gestão.

Além da abordagem de conceitos de planejamento, o curso também abordará requisitos e cuidados necessários durante esta etapa, a fim de que o processo de cadastramento de dados e futura customização da ferramenta de gestão atinjam o resultado esperado, ou seja, um adequado monitoramento e controle de resultados.

As inscrições ainda podem ser efetivadas, através do site do curso: https://www.aea.com.br/cursos/planejamento-da-manutencao-de-ativos-imobiliarios/

AEA Planejamento Manutenção

 Mais informações também poderão ser obtidas no endereço acima.

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Albert Einstein confirma a sua turma de Pós-Graduação em Engenharia e Manutenção Hospitalar para setembro, em SP

O Albert Einstein – Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa confirmou para setembro deste ano a sua turma do Curso de Pós-Graduação (lato sensu) em Engenharia e Manutenção Hospitalar, a ser realizada no seu campus, em São Paulo.

Pos-PPT-engenharia-manutencao-hospitalar

O curso terá como duração até setembro de 2020 e falta pouco mais de um mês para que as inscrições sejam encerradas.

Informações detalhadas poderão ser obtidas a partir do link abaixo, ou clicando AQUI

https://www.einstein.br/ensino/pos_graduacao/engenharia_e_manutencao_hospitalar?utm_source=news&utm_medium=email&utm_campaign=kit_coordenador_2sem19

 

 

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Contas de energia em julho terão bandeira tarifária amarela

Fonte: Procel Info

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A bandeira tarifária em julho de 2019 será amarela, com custo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Julho é um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Com o anúncio da bandeira amarela, é necessário intensificar as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício de energia.

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Plugado ou “desplugado”???

Quem de nós, enquanto jovens e recém-formados não se deparou com a dificuldade natural de engajamento em uma vida profissional ativa, principalmente no que se referia ou se refere a enxergar a aplicação de nosso aprendizado acadêmico na vida prática?

Ou ainda, quem de nós não se questionou durante a fase de aprendizado acadêmico quanto a aplicabilidade de um determinado assunto ou matéria em nossa então “futura vida profissional”?

Tenho a impressão de que poucos não passaram por estas duas situações…

De certa forma, o “novo” sempre nos assusta ou preocupa, e sempre continuará a nos tirar tranquilidade e sono…

Há algum tempo, como um apaixonado por tênis, ouvi uma entrevista do tenista Rafael Nadal na qual dizia francamente sentir “frios em sua barriga” à cada vez que pisava em uma quadra para um jogo importante, apesar de toda a sua experiência e conquistas.

No entanto, sair formado por uma instituição, sem que se tenha uma visão mais clara de um mundo real que nos aguarda lá fora, também não nos ajudará a enfrenta-lo…

Vejam que, ao longo dos anos, o MEC tem tornado cada vez mais restritiva a participação de profissionais especialistas, ou seja, de profissionais que, de fato, atuem no mercado de trabalho em suas respectivas áreas de formação ou especialização, em cursos de graduação e pós graduação.

É evidente que a metodologia de ensinamento deve ser um ponto fortíssimo de atenção e padronização, assim como também enxergo como mais do que evidente a necessidade de que alunos e formandos ouçam experiências, estudem casos de sucesso ou insucesso e visualizem de forma prática a aplicabilidade de conhecimentos recebidos.

Entendo também que tal “transferência de conhecimento prático” só será valiosa se partir de personagens reais, ativos, e que as tenham vivenciado na carne…

Pela exigência do MEC, estes profissionais do mercado devem ou deverão cursar no mínimo um mestrado e em alguns casos, um doutorado, para que possam ministrar aulas em instituições de ensino, dependendo do curso (cursos de especialização e de capacitação ainda são mais flexíveis neste aspecto). Por mais simples que isto possa parecer, é justamente nesta disponibilidade para cursar estes 2 (dois) anos de mestrado, em paralelo a uma vida profissional ativa, que reside o grande motivo deste afastamento de profissionais de mercado de faculdades e universidades.

Isto é lamentável, pois perde-se a grande oportunidade de “introduzir” estas experiências práticas na vida acadêmica de um futuro profissional, o que muitas vezes fica ou ficará restrito ao curto período de estágio ao qual o aluno se submeterá.

Proporcionalmente falando, são ainda muito poucos os profissionais de mercado que têm esta disponibilidade e que dividem esta condição com as suas respectivas carreiras profissionais.

Não se trata de um desabafo pessoal, até mesmo porque, como apaixonado em ensinar, deverei iniciar o meu mestrado até 2020, mas se trata de um alerta e de uma provocação para a reflexão de todos.

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AEA define as datas para o curso de Planejamento da Manutenção de Ativos Imobiliários (Presencial e online ao vivo pela internet)

A AEA Educação Continuada, em parceria com as empresas A&F Partners Consulting, Preditiva Engenharia e ADITIVA – SISTEPLANT, estruturou e lançará o curso PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS de 07/08 a 30/08, no modo presencial e online (ao vivo pela internet), o que permitirá a participação de profissionais em várias regiões do país.

Este curso tem como principal objetivo atualizar conceitos e capacitar os profissionais de manutenção para a elaboração de um adequado PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO, em conjunto com a utilização de ferramentas informatizadas de gestão.

Além da abordagem de conceitos de planejamento, o curso também abordará requisitos e cuidados necessários durante esta etapa, a fim de que o processo de cadastramento de dados e futura customização da ferramenta de gestão atinjam o resultado esperado, ou seja, um adequado monitoramento e controle de resultados.

As inscrições já podem ser efetivadas, através do site do curso: https://www.aea.com.br/cursos/planejamento-da-manutencao-de-ativos-imobiliarios/

AEA Planejamento Manutenção

 Mais informações também poderão ser obtidas no endereço acima.

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Como a indústria 4.0 pode ajudar na eficiência energética?

Recentemente, o PROCEL divulgou um artigo divulgado em abril pelo Portal Totvs sobre os benefícios da Industria 4.0 em projetos e processos de eficiência energética.

Desde que a automação predial e a autumação industrial surgiram em seus respectivos ambientes ou “habitats”, vislumbraba-se não somente um ganho em produtividade, mas também outros benefícios como menores tempos de resposta em sistemas, o registro de comportamentos e de comandos de operadores, uso racional de recursos e infraestrutura, entre outros.

Ou seja, a entrada da modalidade de automatização e controle em processos se tornou o coração de edifícios ou indústrias, ao menos….. deveria ter se tornado na visão dos responsáveis envolvidos.

Como o advento da internet, ou melhor, com a evolução da internet e o surgimento de ambientes em nuvem e compartilhados, o acesso a estas informações tornou-se mais fácil, ágil e em tempo real, na maioria das vezes, ampliando tais ganhos e controles, esteja você onde estiver.

Vejam que alguns setores da indústria mantêm atualmente dois ou três operadores para que acompanhem a operação de toda a sua área de utilidades, mesclando o monitoramento indoor, a partir de salas de controle, com rondas no campo, para a visualização de equipamentos e processos e para o cumprimento de pequenas manuteções detectivas ou preventivas.

Estamos, de fato, em uma era de mais facilidades e não, de dificuldades.

Entretanto, temos de ainda adquirir uma cultura maior do que a que temos hoje…

Os cuidados para a obtenção de resultados satisfatórios devem se iniciar ainda na fase de PROJETO, envolvendo não somente profissionais de TI e automação, mas toda a equipe técnica envolvida e que será a responsável pela operação e gestão futura. Cuidados também precisam ser tomados durante a fase de obras e implantação, ao adequarem projetos e todos os registros / DOCUMENTOS AS BUILT.

O processo de COMISSIONAMENTO também deverá coexistir ao longo de todo o processo, assegurando com que todos os benefícios e funcionalidades idealizadas pelos proprietários e responsáveis sejam finalmente e completamente atingidas em seu término.

E por fim, deve-se entregar esta “ferramenta” aos técnicos capacitados, para que seja possível extrair todos os benefícios a partir dos investimentos realizados.

Não há dúvidas desta nova era e de seus benefícios, mas também é fato, de que precisamos evoluir com ela, no que se refere aos pontos de atenção acima.

Vejam na sequencia o artigo divulgado pela Totvs e PROCEL.

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Como a indústria 4.0 pode ajudar na eficiência energética?

Fonte: Portal Totvs (11.04.2019)

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

Em tempos de um mercado tão acirrado, gerenciar o consumo energético representa um importante diferencial competitivo. Nesse sentido, a transformação digital fornece soluções cada vez mais produtivas para otimizar o desempenho operacional das organizações.

Com base na tecnologia e em ações inteligentes, é possível alcançar outro patamar de eficiência energética na indústria.

No entanto, o assunto costuma gerar algumas dúvidas. Afinal, quais são exatamente os objetivos de quem busca a eficiência no consumo de energia? Como a indústria 4.0 pode ajudar? Quais práticas devem ser adotadas? Reunimos aqui as respostas para essas e outras perguntas. Confira!

Os objetivos da eficiência energética na indústria

O custo do consumo energético é gigantesco em qualquer empresa, principalmente no setor industrial.

Ações que otimizam a gestão desse recurso tão valioso são sempre interessantes, já que permitem uma redução considerável dos gastos. Entretanto, esse não é o único objetivo que as empresas buscam ao elaborar um plano de eficiência energética.

O primeiro ponto é a otimização do uso dos recursos da empresa. Os impactos de um consumo mais adequado podem ser sentidos na produtividade, já que as práticas adotadas trazem consigo mudanças importantes na dinâmica operacional da organização.

Para consumir eletricidade e outros recursos energéticos de forma otimizada, a produção industrial deve evoluir a um outro patamar de qualidade.

Com isso, temos um segundo ponto de destaque: a inovação. O investimento feito para transformar a maneira de lidar com as fontes de energia resulta em avanços significativos.

Afinal, a tecnologia desempenha um papel essencial nesse processo, mas seus benefícios se estendem para outras atividades da indústria, principalmente as de gestão.

Vale destacar também a capacidade de controle de desperdício que essa mudança proporciona. Com maior controle sobre o consumo energético, a empresa promove uma cultura de sustentabilidade — algo que não só beneficia toda a comunidade ao redor, como gera um diferencial competitivo no mercado.

Não é à toa que o uso consciente de energia representa um dos pilares da jornada digital: seus impactos vão além da economia financeira, podendo remodelar toda a estrutura operacional da empresa.

A colaboração da Indústria 4.0

Uma indústria inteligente está diretamente relacionada ao conceito de eficiência energética. Estamos falando do setor que mais consome energia.

No Brasil, por exemplo, a parcela da indústria representa ao menos 41% do total consumido, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As oportunidades para consumir com mais eficiência, no entanto, são muitas.

Um estudo da Comerc Esco mostra que o setor poderia economizar R$ 4 bilhões em 2020 com o uso de tecnologias de controle energético. Para começar, algumas empresas adotam soluções para coletar dados e proporcionar uma compreensão maior sobre o consumo interno.

A Internet das Coisas (IoT)

Dispositivos com a tecnologia IoT são capazes de se conectar a uma rede wireless e trocar dados via internet. Estamos falando de um dos maiores potenciais de inovação para a indústria de hoje, já que as possibilidades de aplicação são incontáveis. Ao lidar com o consumo de energia, o cenário não é diferente.

No chão de fábrica, a tecnologia pode ser implementada para coletar dados de desempenho das máquinas, reunindo-os em um sistema de Business Intelligence (BI). É possível armazenar um volume gigantesco desses dados (Big Data) e processá-los para identificar anomalias no desempenho do maquinário.

Sensores em um eixo, por exemplo, podem criar gráficos com dados de temperatura, vibração, velocidade etc. Se um desses indicadores sofre alterações inesperadas, o gestor solicita uma manutenção preventiva para evitar quebras e, ao mesmo tempo, recolocar o desempenho nos padrões adequados.

Com isso, a fuga de energia — um problema muito comum na indústria — pode ser combatida de forma sistemática.

Controle automatizado das instalações

A gestão de facilities também pode ser beneficiada pelas tecnologias da Indústria 4.0. Com a implantação de um sistema automatizado para gerenciar a iluminação e o ar-condicionado, por exemplo, o consumo energético pode ser alinhado às necessidades reais da empresa.

A iluminação pode ser reduzida em horários de almoço ou após o expediente nos escritórios. O ar-condicionado, por sua vez, pode ser ajustado automaticamente de acordo com a temperatura de cada setor.

Os primeiros passos rumo à eficiência energética

A Indústria 4.0 é formada por um ecossistema amplamente interconectado. Seu funcionamento depende de sistemas que conversem entre si, permitindo que as decisões tomadas reflitam em ações integradas em toda a empresa.

Para tanto, a abordagem deve ser mais abrangente: cada equipamento deve ser observado para que seu desempenho seja mantido sob controle, dentro das expectativas de consumo energético e de produção enxuta. Mas, afinal, por onde começar?

Planejamento e inovação tecnológica

O primeiro passo é investir em tecnologias que promovam o uso mais inteligente da informação. Internet das Coisas, Big Data, Computação em Nuvem, Analytics e Business Intelligence são alguns exemplos.

Uma produção enxuta é aquela que rende mais utilizando menos recursos, algo que deve estar entre os principais objetivos desse processo.

Um bom sistema de gestão (ERP) é de extrema importância para garantir o controle adequado sobre as operações. De nada adianta coletar dados nas máquinas e otimizar seu desempenho se essas ações não estão alinhadas à estratégia de negócios da empresa.

Um ERP eficiente permite registrar os dados e utilizá-los como base para tomadas de decisão mais eficazes, criando um diálogo entre as relações com o mercado e as internas (entre os setores).

O uso de fontes alternativas de energia também deve ser avaliado, já que pode trazer benefícios interessantes do ponto de vista financeiro. No entanto, tenha em vista que o ponto central dessa nova fase da indústria está na disponibilidade e eficiência das fontes de energia.

Por isso, alternativas devem ser sempre avaliadas com base nas demandas reais da empresa. Painéis solares estão entre os mais procurados atualmente.

Para ir além, faça uma análise dos ativos à disposição. No ambiente fabril brasileiro, é comum encontrar motores com mais de 20 ou 25 anos de atividade. São tecnologias que já não oferecem uma relação custo-benefício tão significativa, já que apresentam consumo energético mais alto.

Estima-se que os motores consumam cerca de 70% da energia elétrica na indústria, um índice que expõe a necessidade de reavaliar a forma como eles são utilizados.

Por fim, analise as características da sua empresa e veja quais alternativas podem ser viáveis. As possibilidades são muitas: da reforma estrutural para maior aproveitamento da luz natural até a terceirização de certas atividades para reduzir custo e consumo.

Em pouco tempo, é possível colocar a empresa em um bom ritmo de inovação, aproximando-a dos padrões de produção enxuta da Indústria 4.0.

Coloque a eficiência energética na indústria entre as pautas a serem discutidas na sua empresa e conquiste resultados cada vez melhores no mercado em que você atua!

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Eventos Facilities Café – Circuito de Palestras

Em 2018, tive a honra de ser convidado pelo amigo e profissional Edison Sanromã para palestrar em um evento sobre a importância da “onda mundial” Indústria 4.0 no segmento de Facility Management, dividindo o espaço da palestra com o amigo Adriano Silvestre da e-construmarket.

Considero o “Facilities Café” um dos eventos mais importantes em nosso segmento de FM, envolvendo desde a maravilhosa oportunidade de reunir profissionais e de promover o networking, até a condição de levar e difundir conhecimento ao mercado.

O “Facilities Café” realizará no próximo 28/03 a visita ao “Youtube Space” e no próximo 27/06 o evento “Estratégia de operações em aeroportos”, sendo estes dois eventos imperdíveis.

Segue abaixo o link de minha entrevista e também o link da página do Facilities Café, onde poderão conferir a agenda de eventos e realizar a sua inscrição.

Link entrevista Alexandre Lara: https://youtu.be/sHzlMfX3i-o

Link website Facilities Café: http://facilitiescafe.com.br

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Evento: Novas tecnologias e sustentabilidade em sistemas de ar condicionado e refrigeração (FIESP / SP)

Apenas para lembrá-los de que a ANPRAC promoverá neste próximo dia 28/03/2019 o evento acima, que será realizado nas dependências da FIESP em SP.

As inscrições pala internet se encerram hoje (25/03/2019) e podem ser registradas através do link: http://d-click.uhmailsrvc5.com/u/50669/176/1477/864_0/65d83/?url=http%3A%2F%2Fwww.anprac.org.br

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ANPRAC realizará seminário em SP sobre Novas Tecnologias e Sustentabilidade em sistemas de Ar Condicionado e Refrigeração

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