Facilities Café abordará o tema da gestão de facilities em ambientes hospitalares

Evento programado para 28/11/2019 abordará a Gestão de Facilities em ambientes médico-hospitalares

XI Facilities Café

Data: 28/11

Local: Aqwa Corporate

Visita guiada: 18h

Início das palestras: 18:40

Momento network + música + fotomidia + coquetel.

Inscrições pelo site www.facilitiescafe.com.br

Palestrantes:

Katia De Assis

Thiago Hollanda

Thais Zoghbi

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Empregos na área de eficiência energética devem triplicar no Brasil até 2030, aponta pesquisa

Fonte: PROCEL Info

Por: Tiago Reis

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O Brasil tem potencial para triplicar o número de empregos na área de eficiência energética nos próximos 12 anos. A estimativa é do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e constam no estudo “Potencial de Empregos Gerados na Área de Eficiência Energética no Brasil de 2018 a 2030”, documento elaborado pela consultoria Mitsidi Projetos a pedido da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e os Ministérios de Minas e Energia e da Educação.

Atualmente, o setor de eficiência energética emprega aproximadamente 136 mil pessoas, em ocupações que abrangem a gestão de energia e geração elétrica por fontes eólicas, fotovoltaicas ou de biomassa. Até o final da próxima década, o número de trabalhadores nesse segmento deve chegar a pelo menos 452 mil, e boa parte em funções que ainda não existem.

Para chegar a esse número, o estudo levou em consideração os compromissos assumidos pelo Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 21) que prevê, até 2030, o aumento de 10% na eficiência energética do setor elétrico e a ampliação para 23% na geração de energia renovável, descontando a fonte hidrelétrica.

Segundo o gerente-executivo de Educação Profissional e Tecnológica do Senai, Felipe Morgado, as oportunidades devem surgir dentro da cadeia produtiva da eficiência energética. Ele cita que a indústria, o segmento de edificações e as empresas de consultoria, como os setores que devem liderar a criação de novas vagas. “No estudo, nós só contabilizamos a geração de empregos diretos, que são aqueles totalmente ligados a produção da eficiência energética, e contemplam atividades desde a fabricação, comercialização, transporte de equipamentos, sistemas e componentes eficientes. O estudo contempla toda a cadeia da eficiência energética, incluindo atividades de planejamento, diagnóstico e investigação de desempenhos energéticos”, explica.

O gerente afirma que os novos empregos abrangem todos os níveis de escolaridade, mas a maioria das oportunidades são para profissionais com nível técnico ou superior. Ele ressalta que o potencial de novas vagas estará presente em todas as regiões do país, já que a demanda por esses serviços deve aumentar nos próximos anos, seja por meio de ações que visam o cumprimento da meta da COP 21, medidas para geração própria de energia ou por meio dos leilões de eficiência energética programados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Empregos do futuro

O estudo mostra que boa parte das novas oportunidades profissionais na área de eficiência energética e energias renováveis devem surgir de profissões que ainda não existem. Morgado cita como exemplo, as ocupações de Controlador e Mantenedor de Usinas Fotovoltaicas e funções ligadas as Usinas Solares Híbridas (solar fotovoltaica e térmica). “A metodologia do estudo levou em consideração a evolução e adoção de novas tecnologias que serão implementadas no setor elétrico brasileiro nos próximos cinco ou dez anos. Diante disso, foi feita uma projeção para identificar quais tecnologias serão difundidas e a partir daí mensurar o surgimento das novas profissões”, afirma Morgado.

Sobre as profissões atuais, Felipe Morgado destaca que, no curto prazo, as maiores oportunidades estão no setor de energia solar e eólica. Ele cita que as profissões de Técnico em Sistemas Fotovoltaicos, Técnico em Energias Renováveis e Instalador de Aerogeradores estão em franca expansão. O Plano Decenal de Energia elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indica que até 2026, o Brasil deve crescer 140% na capacidade instalada para energia eólica, com previsão de 28,5 GW em 2026. Já a fonte solar deve atingir a marca de 9,6 GW.

O gerente ressalta que devido ao aquecimento do mercado de eficiência energética, a média salarial desses profissionais também está em franca evolução. “Hoje, o salário médio de um Instalador de Painéis Fotovoltaicos varia de R$ 2 mil a R$ 4 mil. Para um Técnico em Eficiência Energética, o salário inicial é de R$ 4 mil. Já um Técnico em Energias Renováveis, em início de carreira, ganha cerca de R$ 4 mil. Dependendo do desenvolvimento dessa carreira, o salário pode passar dos R$ 9 mil”, revela Morgado.

Atualização é requisito para as novas vagas

Como o setor de eficiência energética está em constante transformação, a capacitação dos profissionais é um requisito imprescindível para quem busca uma oportunidade na área. Morgado avalia que muitos profissionais que hoje trabalham em outros segmentos da área de energia, podem migrar para a área de eficiência energética sem a necessidade de fazer uma nova graduação ou curso técnico. “Em muitos casos, basta uma especialização ou um curso de atualização para o profissional adquirir conhecimento para atuar com eficiência energética. Por exemplo, um Técnico em Eletrotécnica, com uma especialização técnica, pode atuar como instalador de sistemas fotovoltaicos ou especialista em eficiência energética. Isso também vale para profissionais de eletrônica e mecatrônica, que após concluir o curso técnico ou de graduação, podem se especializar para adquirir essas novas competências”, avalia Morgado.

O gerente de Educação do Senai enfatiza que com a atualização constante, os profissionais da área encontram melhores oportunidades de trabalhos e salários mais atrativos. Pesquisa do Senai identificou que no ano de 2017, cerca de 70% dos egressos de seus cursos de educação profissionalizantes para as carreiras de energia, já estão trabalhando na área. O levantamento mostrou que metade desses profissionais recebem mais de dois salários mínimos, e 20% possuem remuneração superior a cinco salários mínimos (R$ 4.770,00).

O Senai oferece atualmente 24 cursos que englobam a energia eólica, solar, biogás e eficiência energética, para todos os níveis de escolaridade. Esses cursos estão disponíveis em unidades do Senai em 12 estados brasileiros. Para saber mais informações sobre os cursos, basta acessar este link.

Potencial de empregos na área de eficiência energética

2018: 136 mil profissionais

2030: 452 mil profissionais

Profissões com o maior potencial de empregos no curto prazo

* Técnico em Sistemas Fotovoltaicos

* Instalador de Painéis Fotovoltaicos

* Técnico em Energias Renováveis

* Instalador de Aerogeradores

* Técnico em Eficiência Energética

Profissões com maiores salários

* Instalador de Painéis Fotovoltaicos: de R$ 2 mil a R$ 4 mil

* Técnico em Eficiência Energética: R$ 4 mil

* Técnico em Energias Renováveis: de R$ 4 mil a R$ 9 mil

Profissões do futuro

* Controlador e Mantenedor de Usinas Fotovoltaicas

* Funções ligadas as Usinas Solares Híbridas (solar fotovoltaica e térmica)

*Fonte: Senai

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Startup cria casa inteligente e sustentável que fica pronta em 6 meses

Fonte: Época Negócios

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Uma casa sustentável, inteligente e que fica pronta em menos da metade do tempo de uma obra comum. Esta é a proposta da SysHaus, startup brasileira com foco na construção de casas de alto padrão.

O projeto utiliza apenas peças feitas de materiais recicláveis, como o alumínio e o MDF, sem gerar resíduos ou consumir água. Como são pré-fabricadas, é possível garantir a agilidade do processo, que envolve três meses de fabricação e três de montagem.

A casa inclui placas de energia solar, um sistema de captação e reúso de água da chuva e um biodigestor, que transforma lixo orgânico em gás para abastecer a cozinha e a lareira. A partir do modelo inicial é possível optar, por exemplo, por um com sistema energético autossuficiente – que leva um maior número de placas.

Entre as opções de personalização estão sistemas “básicos”, como ar condicionado ou pisos com aquecimento, e as funções inteligentes. É possível instalar desde fechaduras ou iluminação controladas à distância, até assistentes virtuais como a Alexa, desenvolvida pela Amazon. Tudo depende da criatividade, da exigência e, é claro, do bolso do cliente. Segundo a empresa, o preço do metro quadrado dos projetos varia de R$ 6 a 12 mil por metro quadrado, de acordo com as definições.

“Nosso conceito é muito comparável ao de um carro: basta escolher um modelo e acrescentar os opcionais. Queremos oferecer facilidade, tornando a casa um produto e mudando o paradigma da construção”, diz Beto Cabariti, engenheiro e diretor da startup, em entrevista a Época NEGÓCIOS.

O primeiro modelo desenvolvido pela marca tem 200 metros quadrados e teve seu design assinado pelo arquiteto Arthur Casas. A ideia é dar continuidade à parceria e oferecer outros cinco modelos diferentes até 2019. O conceito, porém, também pode dar origem a projetos com formatos e tamanhos personalizados.

Segundo o diretor, a empresa também pretende buscar parcerias com outros arquitetos renomados para o desenvolvimento de novos designs. Os modelos e as opções de adicionais devem ser disponibilizados online, por onde também deve ser possível adquirir uma casa, tal qual um produto.

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Hospital Israelita Albert Einstein sediará o EGAHEALTH em 05/11/2019

O Hospital Israelita Albert Einstein sediará neste ano o evento EGAHEALTH – Encontro de Gestão de Ativos para o Setor de Saúde, que acontecerá no dia 05/11/2019, no período da tarde.

O objetivo do evento é demonstrar casos de sucesso com a implantação da gestão de ativos baseada na ISO 55.001, incluindo a realização de uma mesa redonda com os profissionais:

  • Júnia Gontijo – Diretora de Patrimônio, Engenharia e Infraestrutura- HIAE
  • Patrícia Leinsnok – Diretora Financeira – HIAE
  • Glycon Garcia Junior – Diretor Executivo do Procobre
  • Anderson de Oliveira – Diretor de Operações da Geração – AES Brasil
  • Luiz Gazulha Jr. – Diretor de Regulação da Distribuição e Transmissão – Enel Brasil

Aos interessados, bastará clicar na imagem ou no link abaixo, para que sejam direcionados ao site do evento.

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Link do website: https://egahealth.wixsite.com/evento

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Empresas valorizam cada vez mais a ocupação de “prédios verdes”

Fonte: Exame.com

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A sustentabilidade vem ganhando espaço em todos os segmentos de mercado. E na construção civil não é diferente. De acordo com Felipe Faria, CEO do Green Building Council (GBC) no Brasil – entidade que reúne empresas da construção civil, incorporadores e grandes fornecedores de materiais e certifica empreendimentos com o selo LEED no país –, as “edificações verdes alcançaram um patamar histórico nos últimos dez anos e deixaram de ser um privilégio das construções de alto padrão”. Hoje, diversos empreendimentos já trazem um novo olhar sobre o planejamento urbano e vêm compor um panorama de inovação, com tecnologia e funcionalidade. As razões desse crescimento estão nos benefícios que as edificações verdes trazem às pessoas e ao meio ambiente. Além disso, as construções sustentáveis são consideradas hoje o melhor modelo de negócio no segmento imobiliário, gerando mais valor ao imóvel.

Com diversos empreendimentos certificados ou em processo de certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design, ou Liderança em Energia e Design Ambiental, em tradução livre), a Bresco mantém no Parque Corporativo Viracopos, em Campinas, um terreno com 1 milhão de metros quadrados que reúne prédios de escritório, centros de treinamento, galpões para logística, indústria leve e tecnologia, além de um hotel da um hotel da rede Ramada, uma de suas iniciativas mais inovadoras. “Usina de energia solar, estação de tratamento de esgoto com uso de membranas ultrafiltrantes, o que permite a utilização de todo o esgoto tratado como água de reúso, destinada a irrigação de praças e fornecimento aos imóveis do empreendimento, posto para abastecimento de carros elétricos e um programa de controle da fauna e flora da região foram algumas das iniciativas que tomamos no desenvolvimento do projeto”, conta Carlos Sisti, diretor de operações da empresa, especializada em terceirização imobiliária.

Dentro do empreendimento, entre outros imóveis, a companhia mantém o G1 Viracopos, que visa atender a demandas logísticas com total flexibilidade e é um dos primeiros galpões no Brasil com o teto coberto com painéis solares. “São 3 000 metros quadrados de painéis, que permitem a geração de até 300 kWp/h e o abastecimento de 100% das áreas comuns do empreendimento”, afirma Sisti. O Parque Corporativo possui ainda uma área verde preservada em forma de parque linear, com mais de 270 000 metros quadrados, onde foi realizado o plantio de mais de 26 000 mudas da Mata Atlântica na zona de preservação ambiental, para incremento da diversidade da flora na região, irrigadas com água de reúso. Nesse espaço, a Bresco disponibilizou pistas de caminhada e corrida e estações para prática de exercícios construídas com madeira de reflorestamento. Esse benefício pode ser usufruído por todos os ocupantes do Parque Corporativo, que têm acesso ao local dirigindo as bicicletas também fornecidas pela Bresco.

Investimento no futuro

A preocupação com a sustentabilidade não é novidade na Bresco. O caráter patrimonialista da empresa, que privilegia investimentos de longo prazo, mantendo a qualidade e a valorização das propriedades, coloca na ponta do lápis eventuais custos iniciais maiores no desenvolvimento de empreendimentos sustentáveis e sempre enxerga uma equação positiva numa perspectiva futura. Em 2016, o Hub Natura, galpão desenvolvido sob medida (built to suit) para a Natura com o objetivo de fazer o armazenamento de produtos acabados, é o primeiro projeto de centro de distribuição com utilização do sistema de transelevadores e pé-direito de 19 metros a receber a certificação LEED Silver do GBC no Brasil. “Na certificação LEED, a redução de consumo de energia tanto durante a construção como na operação gera grandes pontuações. Por ser um galpão construído para operação robotizada, a eficiência energética foi um desafio para alcançarmos a certificação”, explica Carlos Sisti.

Felipe Faria concorda que essa visão de futuro da companhia se mostra virtuosa. “Em linhas gerais, podemos dizer que o custo de construção de um empreendimento compatível com as normas ‘verdes’ pode sair até 6% mais alto. Porém, se levarmos em consideração que apenas 15% dos custos de um prédio corporativo ao longo de 40 anos estão na fase de construção, a vantagem é clara para quem enxerga o longo prazo”, diz.

O CEO do GBC lembra também que, hoje em dia, muitos fornecedores já estão preparados para as construções sustentáveis e que, muitas vezes, com o projeto seguindo as regras de certificação desde o início de seu desenvolvimento, a diferença de custos iniciais pode chegar a zero. “O mais importante, no entanto, é considerar que os ganhos são muito maiores do que isso. Alguns estudos já apontam que o conforto visual, de luz e temperatura gerado nos prédios verdes aumenta a satisfação e a produtividade dos funcionários”, completa.

Foi esse conceito que motivou a direção brasileira da rede hoteleira Vert Hotéis, das marcas Ramada, eSuites e Wyndham, a participar do projeto e da construção de um hotel totalmente sustentável. “O posicionamento da empresa no mundo todo afirma que ‘Somos todos hóspedes do planeta’. E que, portanto, precisamos gerar o menor impacto possível na natureza, deixando o local onde atuamos igual ou melhor do que o encontramos”, afirma Erica Drumond, presidente da Vert Hotéis no Brasil.

A Bresco desenvolveu e construiu o primeiro hotel Ramada no Brasil, localizado justamente no Parque Corporativo Bresco Viracopos, com certificação LEED, inaugurado em dezembro de 2016 com oferta de 200 quartos e operado desde então pela Vert Hotéis. “Participamos de toda a concepção e construção do projeto. Depois de tudo construído da maneira ideal, o próximo passo foi treinar e conscientizar os profissionais do hotel para evitar desperdícios, utilizar todos os equipamentos do jeito correto e manter as condições sustentáveis da edificação”, conta Erica.

Além dos ganhos ligados à qualidade de vida e preservação ambiental, as construções sustentáveis também agregam ganhos financeiros. Estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), que analisou mais de 2 000 prédios comerciais na cidade de São Paulo entre o primeiro trimestre de 2010 e o terceiro trimestre de 2014, aponta que as construções verdes são hoje a melhor opção de negócio no mercado imobiliário. Os dados mostram que o reconhecimento de uma edificação como sustentável promoveu uma valorização por metro quadrado no aluguel de 4% a 8%.

No mesmo estudo, também se identificou que as construções verdes registraram taxa de vacância de 28,6% contra 34,1% nos edifícios não certificados. Outro ponto avaliado é que elas têm taxas de condomínio com valores entre 15% e 25% abaixo dos cobrados nos prédios convencionais. “Soma-se a isso uma percepção do mercado de que as pessoas têm uma predisposição para investir em imóveis sustentáveis, o que por si só agrega valor aos empreendimentos”, afirma Felipe Faria.

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Paixões e desilusões sobre as certificações voltadas a sustentabilidade

A ABRAFAC (Associação Brasileira de Facilities) promoverá no próximo dia 14/11/2019 um interessante debate sobre as “paixões” e “desilusões” envolvendo projetos sustentáveis no Brasil.

Particularmente, me refiro ao evento como sendo “muito interessante”, pois esta dúvida sobre a viabilidade quanto a novos investimentos nesta área paira no ar, já há algum tempo…

Acredito que não existam dúvidas quanto a necessidade em investirmos em projetos mais sustentáveis, seja através de novas construções e instalações, seja através da revisão de conceitos, processos, etc…

Entretanto, como todos também sabem, qualquer empreendimento e sua infraestrutura estão sujeitos ao ciclo de vida e, consequentemente, perda de desempenho desta mesma infraestrutura, o que demandará de forma continuada, a implementação de métricas, controles, investimentos e cuidados com a sua operação e manutenção.

E é justamente neste ponto, ou sob esta ótica, que acredito no direcionamento a ser tomado no debate.

Trata-se de uma “gangorra” que requer equilíbrio, haja vista os vários projetos “sustentáveis” implantados no Brasil, e que não se mostram tão mais sustentáveis….

A proposta da ABRAFAC é ótima, e recomendo a participação.

Segue a chamada e o link disponibilizado pela ABRAFAC:

ABRAFAC FM Debate

Link para o website: https://www.abrafac.org.br/eventos/14-nov-fm-em-paixoes-e-desilusoes-sobre-as-certificacoes-voltadas-a-sustentabilidade/

 

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Rio de Janeiro sediará curso sobre Sistemas de Água Gelada, nos próximos dias 06 e 07/11

Curso Sistemas de Água Gelada

Dias 06 e 07 de Novembro
Curso Água Gelada RJ
Objetivo: aprofundar as noções de engenharia em sistemas de água gelada nas áreas de projeto, instalação, comissionamento, operação e manutenção.

Público-Alvo: engenheiros e tecnólogos com atuação na área.

Local: Copabana Suites by Atltantica – Rua Barata Ribeiro, 222 – Rio de Janeiro – RJ
Faça sua inscrição 

Para falar com a Nova Técnica ligue para: 
(11) 3726 3934 – (11 ) 93348 2325 Whatsapp

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Cursos de PCM em Edifícios – Últimos dias para a inscrição

Curso promovido pela AEA será iniciado no próximo dia 06/11, com aulas presenciais e ” on line” e são poucas as vagas ainda em aberto.

O curso será realizado entre os dias 06/11 e 29/11, na capital paulista, com a possibilidade de participação a distância, existindo apenas algumas aulas finais nas quais serão necessárias a sua presença.

O curso será ministrado por profissionais com mais de 20 anos na condução de processos de implantação e gestão de áreas de operação e manutenção em diferentes tipos de empreendimentos, incluindo a utilização de recursos de dinâmicas e atividades que promovam discussões e um melhor aprendizado para os participantes.

Aos ainda interessados em participar, bastará clicar sobre a imagem ou copiar o link abaixo em seu navegador.

Curso PCM – AEA

Link da página do curso:

https://www.aea.com.br/cursos/curso-de-planejamento-e-controle-da-manutencao-em-edificios?utm_campaign=2019+-+10+-+17+-+Nacional&utm_medium=email&utm_source=2019+-+10+-+17+-+Nacional

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Qual o tamanho e melhor composição para a minha equipe?

Acredito que muitos profissionais que atuam na manutenção já tenham, em algum momento, se perguntado a respeito…

Mas como esta resposta deveria ser obtida? Como ter a certeza de que a minha equipe está bem dimensionada?

Pois bem, vamos falar hoje um pouco sobre estes cuidados e dicas que poderão ajudá-los a entender o processo, para mantê-los mais tranquilos.

Primeiramente, antes de avançarmos sobre a questão do dimensionamento de recursos humanos para a prestação de um determinado serviço ou atividade, precisaremos conhecer em detalhes de quais atividades estamos falando…

Precisaremos relacionar neste primeiro momento:

  • Quais atividades serão desenvolvidas pela equipe?
  • Quais as habilitações mínimas serão necessárias (formação profissional e especialidade)?
  • Qual a frequência com a qual estas atividades serão executados (diariamente, semanalmente, quinzenalmente, mensalmente, etc..)
  • Quais os tempos estimados* para a sua execução?

* Importante ressaltar que o resultado de seu dimensionamento dependerá da qualidade desta informação, sendo necessário que obtenha os tempos de execuções a partir de referências confiáveis ou através de levantamentos mais precisos (tempos e métodos)

Estas informações lhes darão a base principal para que possam checar o adequado dimensionamento, embora ainda sejam necessários alguns cuidados, tais como:

  • A jornada de trabalho de cada um dos profissionais relacionados para a execução das tarefas acima
  • A disponibilidade de dias e horários na semana para que tais atividades sejam desempenhadas. Neste caso, vejam por exemplo o caso de um shopping center, onde não se deve realizar atividades de manutenção preventiva em diversos tipos de equipamentos e sistemas durante o período de funcionamento, normalmente definido entre 10:00 HS e 23:00 HS ou 00:00 HS
  • Volumetrias históricas e presencialmente o uso de tempos registrado em sistemas informatizado de gestão
  • O fator de produtividade a ser adotado para estes profissionais, sendo igualmente importante que se considere um fator adequado para a nossa realidade. Vejam também que o Brasil não é um pais que detém um bom “ranking” para o fator produtividade, segundo os institutos responsáveis por esta apuração…

Enfim, estes serão os principais ingredientes para que possam avaliar as suas estruturas de operação e manutenção.

Para finalizar, alguns profissionais perguntam se não se pode utilizar neste caso parâmetros ou referências por unidade (metros quadrados, quantidade de equipamentos, etc) para um dimensionamento mais rápido…

Embora se conseguem ouvir sobre o dimensionamento de equipes de limpeza por fator de produtividade do profissional “limpador” (metros quadrados limpos por profissional), torna-se importante conhecer qual a origem e base de obtenção de tais “indicadores” , antes de simplesmente aplica-lós.

Um processo de limpeza certamente será diferente em áreas críticas ou complexas, em relação a áreas de fácil acesso ou que permitam o uso de maquinário, gerando resultados de “produtividade” diferenciados.

Por esta razão, ainda que nos demande por um trabalho maior, sempre prefiro o dimensionamento técnico por atividades, dentro de uma estratégia de planejamento, conforme relacionado acima.

Boa “diversão” em seu planejamento!!

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Albert Einstein realizou nesta sexta 27/09 a aula magna do curso de Pós Graduação em Engenharia e Manutenção

Depois de um longo e detalhado período de estruturação do curso de Pós Graduação em Engenharia e Manutenção, o Albert Einstein realizou ontem a sua aula magna de abertura da primeira turma, em São Paulo.

Parabéns ao Albert Einstein e sucesso!

Anfilofio

 

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