ASBRAV divulga curso para Mecânico de Ar Condicionado em Porto Alegre

Mecânico de Ar Condicionado – 1ª Turma 2013
Aulas de 22/04 a 23/07/2013

Cronograma de Atividades

Atividade Data Hora
Inscrição candidatos para prova de seleção 05/03 a 22/03/2013 9h às 19h
Prova de seleção 25/03/2013 19h
Divulgação dos resultados 27/03/2013 9h às 19h
Matricula dos candidatos classificados 27/03 a 05/04/2013 9h às 19h
Matricula dos candidatos suplentes 08/04 a 12/04/2013 9h às 19h
Inicio das aulas 22/04/2013 19h

Prova de Seleção

Pré requisitos:
– Escolaridade comprovada: 1º grau completo
– ou experiência comprovada na área

Programa da Prova de Seleção (1º grau):
– Língua Portuguesa: Interpretação de texto
– Matemática: Operação e problemas com números inteiros na forma de fração e na forma decimal; Equações de 1º grau; Razão, proporção, regra de três simples; Porcentagem; Frações algébricas; Transformações de unidades; Perímetro e Área de retângulo, quadrado e círculo.

Observações:
– O ingresso no curso será por ordem de matrícula, e somente serão aceitas matriculas de alunos classificados na prova de seleção;
– Vagas limitadas a 30 participantes por turma;
– A prova de seleção tem validade exclusiva para a turma do curso em questão.

Sobre o Curso

Carga Horária: 120 horas
Área de Atuação: Instaladoras, Assistência Técnica, Fábricas

Habilidades Desenvolvidas:
– Identificar Problemas de Dimensionamento Elétrico e Mecânico
– Analisar o Ciclo de Refrigeração
– Identificar Falhas e Apresentar Soluções para Equipamentos em Geral
– Realizar Manutenção Preventiva
– Identificar, Substituir e Selecionar Componentes para Aplicações em Ar Condicionado
– Compreender a Lógica de Comando e Acionamento Elétrico
– Coletar Dados das Grandezas Fundamentais de um Equipamento de Ar Condicionado

Programa

Refrigeração de Ar Condicionado:
Introdução, Definições, Ciclo de Refrigeração, Compressores, Condensadores, Reservatórios, Evaporadores, Dispositivos de Expansão (queda de pressão), Controles Básicos do Ciclo, Características dos Refrigerantes, Óleos de Refrigeração, Acessórios, Tubulações, Desidratação, Sistemas de Carga e Descarga, Procedimento na Instalação, Sistemas Múltiplos, Diagnóstico de Defeitos.

Eletricidade:
Símbolos de um Diagrama Elétrico, Princípios de Eletricidade, Potência em Circuitos Monofásicos, Circuitos Polifásicos, Potência em Circuitos Trifásicos, Motores Trifásicos, Motores Monofásicos, Componentes de Comando e Proteção utilizados em Condicionadores de Ar, Controles Eletrônicos, Diagramas Elétricos, Dimensionamento e Segurança das Instalações e do Usuário.

Local e Horário (3 x por semana):
As aulas serão ministradas na sede da ASBRAV em Porto Alegre RS.
2ª, 3ª e 4ª das 19h às 22h – Carga Horária: 120 horas.
(se feriado 2ª, 3ª ou 4ª: aula será recuperada na mesma semana quinta e/ou sexta).

Investimento 

Associados ASBRAV: Total R$ 860,00
No ato da matrícula R$ 215,00 mais 3 parcela de R$ 215,00 (30/60/90 dias)
Demais Interessados: Total R$ 1.290,00
No ato da matrícula R$ 330,00 mais 3 parcela de R$ 320,00 (30/60/90 dias)

Informações e Inscrições

Sede da ASBRAV em Porto Alegre
Rua Arabutan 324 – Bairro Navegantes
Fone/Fax (51) 3342-2964 / 3342-9467 / 9151-4103 / 9151-4104
E-mail: secretaria@asbrav.org.br – www.asbrav.org.br

Importante:
– Necessário inscrição antecipada.
– Datas sujeitas a alteração sem prévio aviso.

Próxima Turma (2013/Julho):
– Cronograma de atividades a ser definido

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GRUPAS divulga a data e local de sua próxima reunião

Reunião GRUPAS – Grupo Schahin

Data: 26/03/2013

Empresa Anfitriã: Grupo Schahin

Local: Vergueiro, 2009 – Vila Mariana
Horário: 08:30hs ás 12:00hs
Estacionamento: Pago no local

Temas a serem abordados

– O Facility Management no Grupo Schahin – Apresentação pelo gestor Fabio Emiliano. 

Palestra do dia: 

– A importância da agência de viagem junto ao Facility Management – Apresentada pela Srta. Gabriela Pinheiro.

“A gestão de viagens corporativas, tem o foco na segurança, na praticidade de locações de veículos e hotéis, no gerenciamento de despesas entre outros itens, faz com que seja um importante ítem econômico dentro das empresas.”

Conhecento a empresa:

Grupo Schahin, diversificado e solido, com atuação nos principais setores de desenvolvimento do pais, como Engenharia,Desenvolvimento Imobiliário, Telecomunicações, Petróleo, Gás e Energia.

A diversificação das atividades do Grupo, são consequências da constante incorporação de avanços tecnológicos e investimentos em recursos humanos. Conheça mais visitando o site: www.schahin.com.br

Inscreva-se: grupas@grupas.com.br

E não se esqueçam “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ

Abraços
Adilson Pelegrino e Wantuir Ribeiro

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São Paulo sediará o New Cities Summit

Reportagem divulgada em 12/03 pelo SINAENCO

A New Cities Foundation e a Cidade de São Paulo anunciaram que o evento, considerado o principal anual da Fundação

O New Cities Summit é um evento internacional sobre o futuro do mundo urbano. Acontecerá em São Paulo, Brasil do dia 4 a 6 de Junho de 2013.

A Cúpula pretende formular um futuro urbano mais positivo através da criação de redes e compartilhamento de informações. O evento somente para convidados reúne 1.000 líderes urbanos de todas as regiões do mundo e dos setores de negócios, governo, acadêmico e sem fins lucrativos. Eles se reúnem para três dias de debate de ação orientada e troca em todos os aspectos da cidade do amanhã.

Enquanto o mundo entra na fase mais acelerado de urbanização da história, o tema do New Cities Summit 2013 em São Paulo é “A Cidade Humana”, colocando o indivíduo e a comunidade no centro das discussões sobre o futuro urbano.

O Conselho Administrativo da New Cities Foundation selecionou São Paulo como sede da New Cities Summit após uma forte concorrência entre várias outras cidades candidatas. São Paulo sintetiza as grandes oportunidades, bem como os enormes desafios apresentados pela urbanização global rápida.

A Cúpula será realizada no Auditório Ibirapuera, uma sala de concertos no interior do Parque do Ibirapuera em São Paulo, projetado pelo renomado arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer (1907 – 2012).

John Rossant, presidente da New Cities Foundation afirma que: “A população urbana global está crescendo a uma taxa de cerca de um milhão de pessoas por semana. Não existe talvez nenhum tópico que deve ser mais importante hoje que o futuro das nossas cidades”.

“No momento em que o Brasil é o centro das atenções globais pelo seu rápido crescimento e criatividade, estamos ansiosos para trazer inovadores líderes urbanos mundiais para uma de suas cidades mais dinâmicas em junho deste ano. Estamos muito satisfeitos por trabalhar com o prefeito Haddad e a grande cidade de São Paulo e nossos membros e parceiros para explorar como podemos moldar esse inevitável futuro urbano e criar cidades mais humanas”.

Fernando Haddad, prefeito de São Paulo: “Uma nova concepção de cidade, que é o que buscamos em nossa gestão, compreende também discussões com os diversos segmentos da sociedade, com diferentes pensadores do futuro do ambiente urbano e o intercâmbio de informações e soluções de diversas partes do mundo. Esta cúpula traz esse significado e a sua realização é muito importante.”

Arquiteto de renome mundial e Administrador da New Cities Foundation Daniel Libeskind disse “São Paulo tem uma energia incrível e vitalidade, e também uma visão para o século 21. É o lugar perfeito para as discussões importantes que teremos na Cúpula das Novas Cidades”.

Ao abordar o tema “A Cidade Humana” de todos os ângulos, o programa de apresentações da New Cities Summit irá abranger uma gama diversificada de questões urbanas desde a inclusão à tecnologia até a arte para infraestrutura, mobilidade, saúde, governança, arquitetura e design e novas formas de participação dos cidadãos.

sobre o evento

A New Cities Summit é organizada pela New Cities Foundation, uma organização sem fins lucrativos e não-governamental dedicada à construção de cidades globais mais sustentáveis, dinâmicas, criativas e justas, em parceria com a cidade de São Paulo.

A New Cities Foundation é uma plataforma líder global de inovação e alto nível de troca sobre o futuro do mundo urbano. Trabalhando para criar cidades mais dinâmicas, sustentáveis, justas e criativas com um foco especial em regiões com rápida urbanização, a Fundação promove inovações urbanas e novas parcerias entre governo, empresas, comunidade científica e sociedade civil. A Fundação é uma organização independente, sem fins lucrativos e seus membros incluem algumas das empresas mundiais com mais visão de futuro, organizações das cidades, universidades e organizações filantrópicas e da sociedade civil.

A New Cities Foundation foi criada em 2010 e é financiada por seus membros, que incluem algumas das empresas mundiais com mais visão de futuro, cidades e organizações das cidades ao redor do mundo. Membros fundadores da New Cities Foundation são Cisco, Ericsson e GE. A Fundação tem sede em Genebra, com escritórios em Paris, Nova York e Rio de Janeiro.

A New Cities Foundation sedia uma série de eventos de liderança sobre cidades, incluindo seu evento principal, a New Cities Summi, e outros, pequenos eventos em todo o mundo. Em paralelo, a ala de pesquisa da Fundação, o ‘Urban (co) Lab’, gerencia uma série de projetos de pesquisa urbana aplicada, incluindo forças-tarefa NCF e atividades de liderança pensadas. Dois grupos de trabalho estão em curso, incluindo um na área da e-saúde no Rio de Janeiro.

O New Cities Summit inaugural foi realizada em 2012 em Paris, e atraiu 750 participantes de alto nível e 90 palestrantes, incluindo: Bertrand Delanoë, Prefeito de Paris; Clark Greg, Ministro do Reino Unido para as Cidades; Hans Vestberg, CEO da Ericsson; Gerard Mestrallet, CEO da GDF Suez; Kasim Reed, Prefeito de Atlanta; Ajit Gulabchand, Presidente e MD, Hindustan Construction Company; Daniel Libeskind, arquiteto; John Rice, vice-presidente da GE; Khalifa Sall, Prefeito de Dakar, Senegal; Fahd Al Rasheed, CEO, Emaar Econômica City; Ricky Burdett, LSE Cities e Xiao Jingcheng, Vice-Diretor, China CNDR.

Para mais informações sobre a New Cities Foundation acesse o site.

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Síndrome da “Visão Míope”

É interessante e ao mesmo tempo intrigante imaginar como pode ser possível enfrentarmos uma verdadeira epidemia de “Miopia” em nossas Operações, em uma era onde muitos são “liberados” do uso de óculos, através de rápidas e quase sempre eficazes cirurgias…

Considerado um distúrbio visual que acarreta na focalização de uma imagem antes de que chegue à retina, a miopia faz com que uma pessoa consiga ver com nitidez objetos próximos, ao mesmo tempo em que à torna incapaz de enxergar claramente objetos mais distantes.

Em nossa realidade da Operação e Manutenção, temos situações onde gestores conseguem enxergar com certa nitidez o que ocorre de imediato ou no curtíssimo prazo, mas tornam-se incapazes de olhar mais a frente…

Um bom exemplo disto é a busca por economias em uma operação, onde decisões são muitas vezes tomadas sem uma devida ponderação ou a análise mais aprofundada sobre outras oportunidades, causas, efeitos, etc. Neste sentido, temos exemplos de equipes de O&M mal dimensionadas, da falta de estrutura e infraestrutura, etc.

Outro ótimo exemplo é quando nos deparamos com algumas justificativas quanto a desativação de sistemas / equipamentos ou mesmo a alteração de procedimentos operacionais, que são na realidade “injustificáveis“…

Vejam o caso da operação de uma CAG (Central de Água Gelada) em um grande edifício comercial, na qual o operador seleciona e parte cada equipamento em seu modo “manual”, apesar de toda a automação “embarcada”. Ao ser perguntado sobre o “por que” da opção pela operação em modo “manual” e não no modo “automático”, o gestor local limitou-se à afirmar que o sistema operaria de forma mais “otimizada” em função de sua equipe conhecer bem a demanda da edificação, além do próprio sistema. (!!!?????)

O fato é que esta “síndrome da visão míope” vem ocorrendo com grande freqüência em nossas operações, certamente provocada pelo imediatismo que paira sobre o momento em que vivemos, mas também agravado pela falta de preparo de gestores e supervisores.

Não há como gerir uma operação sem planejar cada passo, incluindo a análise de causas e efeitos, ou melhor, os riscos para cada tomada de decisão no curto, médio e longo prazo. Não há também como gerir uma operação sem monitorar claramente os seus resultados, apresentados através de seus principais indicadores, acompanhados de uma análise de tendências.

Diz-se que a “pressa é inimiga da perfeição”, mas também pode-se dizer que a falta de visibilidade ou a “síndrome da visão míope” poderá ser a responsável por retrabalhos, resultados inesperados, perdas financeiras, entre outros riscos….

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Artigo sobre Novas “Centralidades” para São Paulo

O investimento na instalação de empresas

e na oferta de serviços públicos nos

bairros mais populosos pode resultar na

criação de locais agradáveis para se viver

Redação AECweb / e-Construmarket

A densidade populacional começa a ser vista como oportunidade de negócios em São Paulo, o que pode resultar na criação de comunidades sustentáveis e agradáveis de se viver. Existem muitas teorias sobre a necessidade de adensar mais a cidade, ocupando regiões vazias ou com galpões e cortiços, como algumas áreas na extensão da linha férrea que atravessa a cidade de São Paulo. Para Alex Abiko, professor de Gestão Urbana e Habitacional da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP), a necessidade de serem criadas novas centralidades é óbvia, mas não existem instrumentos para torná-la concreta. “Não conheço projetos nesse sentido”, afirma.

Na opinião de Abiko, o poder público sempre fiscalizou a ação da iniciativa privada, mas sem fazer o papel de indutor, promovendo ações para a geração de empregos em bairros e áreas com maior densidade populacional, como a zona leste e a região da Luz. “Quais são os incentivos do poder público para que as empresas construam suas unidades em áreas de interesse da prefeitura, visando a criação de novas centralidades urbanas e melhorando a qualidade de vida da população?”, questiona.

INCENTIVO OU INFRAESTRUTURA

Para o professor, uma das maneiras de estimular a implantação de empresas em bairros adensados é a isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Medida nesse sentido pode levar empresas a investirem em determinadas regiões, pois influencia nos valores de mercado dessas áreas. Outra ação importante é a implantação de infraestrutura básica. “O poder público pode ser indutor do desenvolvimento com ações de sustentabilidade urbana, instalando novas escolas, urbanizando favelas, criando condições de mobilidade, levando serviços de saúde, rede de água, luz e transporte coletivo. Essas ações podem criar novas centralidades, transformando os bairros em comunidades agradáveis de se viver”, afirma.

Entretanto, Alex Abiko afirma que é preciso estudar as condições técnicas antes da implantação dos projetos e que a universidade está disponível para ajudar, caso seja de interesse do poder público abrir o diálogo. Ele comenta que o governo federal construiu muitas faculdades pelo país nos últimos anos, mas que tem sido criticado pela falta de qualidade do corpo docente. “Uma coisa é construir prédios, outra é colocar professores de qualidade”, opina.

ANÁLISE CRITERIOSA

Em relação às ações que começam a ser anunciadas para a capital paulista, ele orienta que primeiro é preciso identificar problemas para saber, por exemplo, se os Centros Educacionais Unificados (CEUs) da prefeitura estão funcionando direito, verificar se as piscinas continuam aquecidas e se as escolas mantêm bons professores. E defende que a prefeitura avalie primeiro a qualidade de seus serviços para a população, visando, se possível, melhorar o que já existe, e só depois fazer novos investimentos, com objetivo de manter o mesmo padrão. “Não adianta construir outros CEUs se não houver serviços de qualidade”, diz.

PRIORIDADES

Para o poder público realizar uma boa gestão em sustentabilidade urbana, precisa contar com o apoio de pessoal especializado em áreas de risco, mobilidade urbana e prevenção de enchentes. Segundo Abiko, as áreas de risco devem ser vistas como prioridade zero, pois envolvem vidas humanas. Ele lembra que o Instituto de Pesquisas tecnológicas (IPT) tem estudos que apresentam as áreas e categoriais de risco.

Com o mapeamento do IPT é possível saber o tipo de ação mais adequada para cada local e tratar do problema antes que as tragédias aconteçam. O professor lembra que os problemas se repetem nas mesmas áreas. Nesses locais poderiam ser implantadas soluções, ou, conforme orientação técnica, feita a remoção das famílias. “O ideal é que não houvesse ocupação nas áreas de risco, mas não sei se em todos os casos a melhor opção seria desalojar as famílias”, afirma e cita que a ocupação desordenada por favelas na periferia de Campos do Jordão, interior de São Paulo, é ‘um crime’.

INTEGRAÇÃO

O professor Abiko critica a inexistência de um projeto integrado de mobilidade urbana. Lembra que, apesar dos incentivos para que a população use o transporte coletivo, o que se vê é cada vez mais pessoas usando carros. Isso, apesar dos projetos de ampliação do metrô e corredores de ônibus. As ciclovias, diz, viraram moda, mas não atendem às necessidades dos usuários, o que resulta em grande número de bicicletas nas ruas competindo com os veículos, colocando vidas em risco. “Está faltando um projeto integrado para São Paulo envolvendo bicicletas, taxis, ônibus, carros e trens urbanos. Acredito que, se houver a geração de empregos nos bairros, criando novas centralidades, a população precisará menos dos meios de transporte. Será um luxo poder ir trabalhar e estudar a pé”, afirma ao comentar que é preciso cuidado especial para esta questão, com planejamento de médio e longo prazos.

ENCHENTES

O combate às inundações é outra ação fundamental na cidade de São Paulo quando se pensa em sustentabilidade urbana. Ele afirma que o poder público só se preocupa com as enchentes em época de chuvas. “Estamos vivendo um problema sério de drenagem urbana que precisa ser contemplado com uma solução de médio e longo prazo, que vai além da desobstrução de córregos e bueiros”, afirma ao explicar que este é um problema que envolve as bacias hidrográficas existentes na região metropolitana. “O combate às enchentes exige gestão integrada entre os vários prefeitos das cidades servidas por uma mesma bacia hidrográfica. As enchentes provocam tragédias e representam sérios riscos à saúde da população”, conclui.


COLABOROU PARA ESTA MATÉRIA

Alex Abiko – É engenheiro civil, professor titular em Gestão Urbana e Habitacional da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP) e coordenador do Grupo de Ensino e Pesquisa “Engenharia e Planejamento Urbanos” do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica. Tem desenvolvido pesquisas, se envolvido em consultorias e orientado alunos de mestrado e doutorado, além de possuir publicações em livros e periódicos particularmente em sustentabilidade urbana, gestão habitacional, ofertas em habitação e urbanização de favelas. http://alexabiko.pcc.usp.br

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Senado aprova em Brasília a MP 582 pela desoneração do setor de projetos

Divulgado no site do SINAENCO (Março / 2013)

04-03-2013

O Senado aprovou por unanimidade na última quarta-feira (27) a Medida Provisória 582, sem inserir modificações no texto que veio da Câmara dos Deputados.

A MP contempla emenda do deputado Arnaldo Jardim que estende a desoneração da folha de pagamento às empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva de todo o país, reduzindo os encargos de 20% sobre a folha de pagamento para 2% sobre o faturamento bruto das empresas.

Ao enviar o texto para o Executivo, o Senado solicitou que não haja veto do Palácio do Planalto, de forma a garantir que a medida entre em vigor em julho próximo. A sanção da Presidência da República é o último passo para essa importante conquista do setor de projetos.

O Senado manteve duas mudanças que foram incorporadas durante a votação na Câmara: a primeira delas torna facultativa para as empresas a adesão ao novo regime de tributação, sob a justificativa de que ocorrerão situações nas quais o atual regime é mais benéfico; a outra possibilita que as firmas autuadas pelo fisco tenham prazo de 30 dias para se regularizarem, quando no texto original da MP elas perderiam automaticamente o benefício da desoneração.

Os benefícios da desoneração da folha são essenciais para o fortalecimento e a competitividade do setor brasileiro de Arquitetura e Engenharia, especialmente neste momento de ampla internacionalização das atividades de projetos.

Trata-se de uma vitória importante do Sinaenco, que trabalhou exaustivamente por esta conquista, ao lado da Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE).

Com a aprovação da MP, as empresas brasileiras conseguirão aproximar seus custos dos padrões mundiais e candidatar-se a atuar em outros países. E, como se sabe, projetos são importantes para a abertura de mercados à indústria nacional de equipamentos e sistemas construtivos.

João Alberto Viol, presidente nacional do Sinaenco

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Rumo à mobilidade urbana sustentável

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No prazo de até dois anos, 1.651 municípios brasileiros com mais de 20 mil habitantes deverão ter definido um plano de mobilidade urbana sustentável, sob pena de não acessarem recursos federais a partir de 2015. Essa é a principal inovação, segundo a diretora do Departamento de Mobilidade Urbana da SeMob (Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana), do Ministério das Cidades, Luiza Gomide, trazida pela Lei 12.587, que entrou em vigor em abril último. Por isso, a SeMob está implantando um programa de capacitação dos municípios, com o objetivo de promover a conscientização de dirigentes e agentes locais.

A proposta do Ministério, segundo Gomide, é criar um grande “pacto” pela mobilidade, trazendo para a discussão a sociedade civil, entidades públicas e privadas do setor, bem como todas as esferas de governo. “Acredita-se que os ganhos serão em qualidade de vida e desenvolvimento econômico para todo o País. É urgente a necessidade de uma revisão de comportamento da sociedade e de maior comprometimento do setor público, no sentido de planejar melhor para investir com mais eficiência e efetividade na mobilidade urbana.”

Para quem debate a circulação das pessoas há mais de 20 anos, como Nazareno Stanislau Affonso, coordenador do MDT (Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade) e também integrante do Conselho das Cidades e da coordenação do Fórum Nacional da Reforma Urbana, o País está diante da possibilidade de repensar as cidades e inverter a lógica, não declarada, de privilégio ao automóvel. “A lei explicita que a prioridade é o transporte não motorizado – a pé, de bicicleta e outros meios –, depois o público e em terceiro lugar o carro. Ela propõe o redesenho do espaço urbano sustentável.” Por isso, indica, nenhuma obra viária, como viadutos ou vias expressas, deve ser feita pensando no carro, “isso vai contra a lei”. E as calçadas ganham um lugar de destaque e devem ser assumidas pelo poder público.

Na contramão
Hoje, segundo Affonso, o automóvel faz em média 40% das viagens no País e o ônibus, 60%. No entanto, na cidade de São Paulo, por exemplo, 90% das vias são ocupadas pelo veículo particular. A nova legislação tenta reverter esse quadro, explica, ao determinar equidade na utilização do espaço viário. “A primeira medida que está nas mãos dos prefeitos é dar fluidez aos ônibus, que hoje estão presos nos congestionamentos produzidos pelo automóvel”, afirma.

Nessa nova perspectiva, Affonso imagina uma cidade onde os deslocamentos não motorizados e a circulação de bicicletas passam a ter mais segurança e o transporte público seja mais utilizado. “É a redemocratização do sistema viário. Joinville (SC), por exemplo, fez 85 quilômetros de ciclofaixas em vias onde antes era estacionamento de carro.”

Ele critica, ainda, a política econômica do governo federal que reduziu o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de automóveis. “Isso jogou muito carro nas ruas. E fez Salvador (BA) ocupar o terceiro lugar em congestionamento no País, atrás apenas de São Paulo e do Rio. Em recente seminário internacional sobre mobilidade urbana, São Paulo foi apresentada como o exemplo da antimobilidade, do que não deu certo. Na outra ponta, da boa política urbana, está Curitiba (PR)”, relata.

Novo contrato social
Para o gerente de projetos da SeMob, João Alencar Oliveira Júnior, existirá um ganho social muito grande na cidade que tenha a mobilidade urbana bem resolvida, com possibilidade de integração entre modais, de conexões sem onerar demais o valor final da tarifa. “A lei está convocando as cidades e a população para que façam um novo contrato social. Precisamos parar para perguntar como queremos viver nas cidades”, observa.

Se antes a questão da mobilidade urbana sequer era citada nos planos diretores, agora a Lei 12.587 traz essa obrigatoriedade. “O deslocamento das pessoas se dá em função direta de como a cidade foi pensada, de como se deu a ocupação e o uso do seu solo. Então, vamos discutir conjuntamente o que é possível construir, onde e o tamanho do empreendimento”, pondera o técnico. Na contramão dessa nova política pública urbana, estão a verticalização das cidades, a falta de investimento e a não discussão de financiamento ao transporte público. “Internacionalmente”, afirma Alencar, “já se comprovou que o problema do congestionamento não se resolve com maior capacidade viária, com mais ruas ou avenidas, mas redesenhando o espaço urbano e assumindo, como a lei determina, o transporte não motorizado e público.”

Laerte Conceição Mathias de Oliveira, representante da FNE no Conselho Nacional das Cidades, lembra que os engenheiros participam do debate desde a discussão do tema no Congresso Nacional e define a nova lei como um “marco regulatório” da mobilidade urbana brasileira. “Agora estamos na etapa que considero a terceira, que vem depois da elaboração e aprovação, que é a da implantação da lei, a do planejamento que deverá envolver todos os atores sociais”, ressalta ele.

Entre os meses de outubro e dezembro passado, foram realizados seminários nas regiões Sul, Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste, organizados pelo Conselho das Cidades, órgão ligado ao Ministério, reunindo governos (municipais, estaduais e federal), especialistas e sociedade civil. (Rosângela Ribeiro Gil)

Imprensa – SEESP


Matéria publicado no jornal “Engenheiro”, da FNE, Edição 128/2013

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A preocupação do mercado com as edificações existentes

Preocupadas não somente com a operação e manutenção de novos edifícios, , mas principalmente com a situação atual das operações e da manutenção em edificações existentes, as associações ANPRAC – Associação Nacional dos Profissionais de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento e a ABRAFAC – Associação Brasileira de Facility Management planejam para o primeiro semestre desta ano um seminário que abordará o tema.

Espera-se divulgar ainda em fevereiro a data, o local e a pauta do seminário à ser realizado.

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Facilities Services divulga as novas turmas dos cursos de Facilities em 2013

A empresa de consultoria, cursos e treinamentos na área de Facility Management divulgou suas novas turmas confirmadas para o primeiro e segundo semestres deste ano.

Aos interessados, segue o link da Facilities Services: http://www.facilitiesservices.com.br

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Você está se alimentando de “Ar Estragado”?

Compartilho com vocês uma interessante matéria sobre a qualidade do ar que respiramos, divulgada esta manhã pelo HVAC – Portal da Climatização.

Você está se alimentando de ”AR ESTRAGADO”?
05/02/2013

 

Na época atual em que fazemos o possível para melhorar a qualidade de vida, parece paradoxal que poucos estejam preocupados com a qualidade do ar ambiente.

Respiramos todos os dias cerca de 26.000 vezes (média de 18 respiração/min) e “absorvermos” até 10.000 litros de ar, o que representa 15 Kg/dia deste ingrediente fundamental para a nossa existência. Entretanto temos estado muito mais preocupados com os 3 Kg de comida e bebida que ingerimos diariamente. O ar é o principal alimento do ser humano e a qualidade da atmosfera influencia diretamente o nosso organismo. Os perigos dos principais agentes poluidores atmosféricos tem sido amplamente demonstrados e denunciados. Porém existe uma outra poluição, muito menos conhecida, porém não menos importante: A poluição elétrica do ar causada pela concentração muito elevadas de íons positivos. 

Simplificadamente podemos dizer que o ar contém íons com polaridades elétricas opostas: íons positivos, nocivos quando em excesso, e íons negativos (íons de oxigênio) benéficos ao nosso organismo, apelidados de “vitaminas do ar”. O equilíbrio desses íons no ar que respiramos influi de maneira determinante na nossa saúde em geral e na nossa vitalidade em particular. De fato, o oxigênio assegura as funções vitais básicas mas ele só passa dos pulmões para o sangue em presença de íons negativos.

As más condições da vida moderna provocam o rompimento do equilíbrio iônico e nos privam de muitos desses íons negativos benéficos para a nossa oxigenação e a nossa saúde. Essa carência de íons negativos é uma das causas principais das “doenças da civilização” (cansaço, nervosismo, dores de cabeça, stress e depressão…)

Fatores que influenciam a concentração de íons negativos no ar: O ar é ionizado naturalmente de maneira contínua.  Os íons negativos se formam sob influência de causas naturais:  a radioatividade natural do solo, a fotossíntese das plantas, a radiação solar, as tempestades e raios, e até mesmo a chama de uma vela ou de uma lareira, o impacto da água em movimento (chuva, chuveiro, mar, fonte), o atrito do ar nas plantas pontudas, etc.  Se temos a sensação de respirar melhor em algumas situações (junto a uma cachoeira; depois de uma tempestade; ao ar livre; nas montanhas; à beira- mar; na floresta; no sol…), isso decorre da riqueza do ar em íons negativos.  Por outro lado, certos fatores naturais  favorecem a diminuição de íons negativos e um excesso de íons positivos, tais como o ar antes de uma tempestade e da chegada de ventos quentes e secos, o nevoeiro, etc, que sempre nos causa uma sensação de desconforto.

Diversos fatores também diminuem a concentração de íons negativos no ar: confinamento (residência, carro, escola, escritório, transportes coletivo), ar condicionado, proximidade de um aparelho elétrico, aquecedor, aparelho de televisão, computador, forno de micro-ondas), tecido sintéticos (carpetes e roupas sintéticas), fumaças industriais, gás de escapamento de carros, poeira, tabaco, aquecimento elétrico e até mesmo o ar que expelimos de nossos pulmões.

É por isso que nesses diferentes locais e condições podemos sentir fraqueza, cansaço, irritabilidade, dor de cabeça, insônia e vertigem. Vivendo em ambientes fechados, onde a qualidade do ar é insuficiente devido a deficiência de íons negativos, é necessário reavivá-lo, purificando e revitalizando este ar por uma ionização provocada, o que felizmente é possível.

Nestas situações, devemos recorrer à ionização natural (principalmente com o uso de plantas) ou artificial (ionizadores) para obter uma concentração iônica de cerca de 2.000 íons negativos/cm3, suficientes para eliminar os efeitos nocivos dos íons positivos e recuperar a sensação de bem-estar.

– Baseado em artigo do Le Lien, nº2 de 1990

FONTE: Alergo House

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