SEMINÁRIO GRATUITO DE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL

Informação divulgada no Porta Construir Sustentável em março/2013

Data: 10 de abril de 2013 a 10 de abril de 2013
Horário: 09h00 às 13h10
Local: Braston Hotel | Av. Augusta, 467 | São Paulo – SP

Painel Sustentabilidade na Construção Civil

No dia 10 de abril de 2013, no Braston Hotel, em São Paulo, SP, será realizado o seminário técnico Painel Sustentabilidade na Construção Civil, evento que mostrará tecnologias em composites, poliuretano e plásticos de engenharia que podem ser aplicadas em edificações sustentáveis.

O objetivo do Painel Sustentabilidade na Construção Civil é mostrar soluções que atendem às diretrizes da sustentabilidade nesta indústria, oferecendo:

– Ecomateriais (materiais renováveis, recicláveis, reutilizáveis, atóxicos);
– Soluções tecnológicas inteligentes que promovam a economia de água e energia, redução da poluição e conforto de seus usuários;
– Produtos que aproveitam a iluminação natural, regulam a temperatura, permitam o aquecimento solar, entre outros benefícios .

O evento é gratuito para os participantes, entretanto dirigido e exclusivo para os profissionais que especificam, projetam e desenvolvem soluções para o mercado de construção civil utilizando composites, plástico de engenharia e poliuretano.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.tecnologiademateriais.com.br.
Mais informações – Tel.: 55 11 2899-6377

 

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O “legado” da copa e olimpíadas no Brasil

Como disse recentemente o ex-tenista Gustavo Kuerten em uma entrevista, lamenta-se que o Brasil tenha perdido a oportunidade de rever a infraestrutura nas cidades que sediarão estes eventos, a exemplo do que fez Londres.

O que se vê é a técnica do “tapa buraco à Brasileira”, com orçamentos estourando e sendo aprovados em caráter emergencial, etc,etc.

Vejam abaixo uma outra questão importante divulgada há pouco no site do SINAENCO, tratando de um outro risco, haja vista a velocidade na tomada de decisões e da influência de outros interesses nos processos…

Artigo divulgado pelo SINAENCO em 22 de março de 2013

Andréa Albuquerque G. Redondo

A polêmica do momento é a proposta absurda e ilegal para construção de shopping e centro de convenções na Marina da Glória

O processo contínuo de transformação das cidades, parte da dinâmica urbana, está cada vez mais rápido. Hoje o caso do Rio de Janeiro é excepcional: os eventos internacionais a caminho, que trouxeram recursos financeiros e desenvolvimento econômico, têm sido invocados para justificar leis urbanísticas de estímulo à expansão e renovação urbanas, algumas equivocadas.

Por sua vez, os critérios de preservação do patrimônio histórico e cultural mudaram ao longo do século 20. Foram aperfeiçoados, pode-se dizer. Aos conceitos mundiais sobre o tombamento de bens culturais de valor individual somou-se a proteção de conjuntos urbanos. Identidade do lugar, ambiência urbana e paisagística, proteção do meio ambiente, referências e valores afetivos -esses quesitos foram alçados a um novo patamar de importância.

No Rio, esse processo começou em 1984, com a lei que preservou um casario do centro. Foi seguida em 1988 pela primeira Área de Proteção do Patrimônio Cultural (Apac), que garantiu a permanência de lugares tradicionais nos bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo, joias escondidas no centro e na zona portuária, hoje redescobertas pelos cariocas.

Inseridos no Plano Diretor de 1992, os preceitos geraram mais de 30 Apacs. Preservou-se construções e paisagens urbanas que constituem patrimônio cultural carioca, referências vivas da memória da cidade e de seus moradores. Leis indiscriminadas para incentivo ao mercado imobiliário passaram a ser substituídas por normas que visavam o equilíbrio entre a cidade consolidada e o novo.

Identificar lugares a ser salvaguardados e liberar outros para a renovação urbana são os dois lados da cidade desejável, boa para moradores e atraente para investidores. É tarefa árdua e constante. Tem sido incentivada e respeitada por várias administrações.

Infelizmente, exemplos recentes em terras cariocas opostos àquela política são lamentáveis.

O antigo Museu do Índio, ao lado do Maracanã, foi considerado bem de valor cultural pelo órgão municipal de tutela do patrimônio. Mas o prefeito autorizou a demolição do prédio, a pedido do governador. Este recuou da decisão após manifestações contrárias de diversos segmentos da sociedade. Por enquanto.

Parte significativa da área de proteção ambiental do Parque Natural Municipal de Marapendi foi eliminada para dar lugar a um campo de golfe dito “olímpico”, manobra complexa que ainda garantiu aumento do gabarito em área vizinha. Os protestos não adiantaram e a lei foi sancionada.

A polêmica do momento é a proposta absurda para construção de shopping e centro de convenções na área da marina pública do Rio. A Marina da Glória é um equipamento urbano municipal. Pertence ao parque do Flamengo, bem tombado federal e municipal, cobiçado pela iniciativa privada.

O concessionário atual -grupo EBX, encarregado de geri-lo e prestar serviços- pretende erguer um empreendimento comercial de grande porte. Tem o apoio do prefeito e do Iphan nacional, órgão responsável pela tutela que deveria atuar como guardião dos critérios do tombamento, ora desprezados.

Mas a prefeitura carece de amparo legal para aprovar o pleito, mesmo com a inexplicável concordância do Iphan, não mandatória. No parque do Flamengo, área pública “non-aedificandi” e bem de uso comum do povo, são permitidos apenas os prédios que constam no plano original dos anos 1960 e os usos respectivos, todos de natureza pública.

O projeto é ilegal. Não existe discricionariedade fora da lei.

ANDRÉA REDONDO, 60, arquiteta, foi subsecretária municipal de urbanismo do Rio (1993-1996) e presidente do Conselho de Proteção do Patrimônio Cultural da cidade (2001-2007)

Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

 

 

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ABRAFAC divulga data para o FM Debate – 30/04

Para mais informações ou para a sua inscrição, favor clicar no link.

FM Debate

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GRUPAS divulga o local de sua próxima reunião em SP

Reunião GRUPAS – Grupo Schahin

Data: 26/03/2013

Empresa Anfitriã: Grupo Schahin 

Local: Vergueiro, 2009 – Vila Mariana
Horário: 08:30hs ás 12:00hs
Estacionamento: Pago no local

Temas a serem abordados

– O Facility Management no Grupo Schahin – Apresentação pelo gestor Fabio Emiliano. 

Palestra do dia: 

– A importância da agência de viagem junto ao Facility Management – Apresentada pela Srta. Gabriela Pinheiro, London Tur Viagens.

“A gestão de viagens corporativas, tem o foco na segurança, na praticidade de locações de veículos e hotéis, no gerenciamento de despesas entre outros itens, faz com que seja um importante ítem econômico dentro das empresas.”

Conhecento a empresa:

Grupo Schahin, diversificado e solido, com atuação nos principais setores de desenvolvimento do pais, como Engenharia,Desenvolvimento Imobiliário, Telecomunicações, Petróleo, Gás e Energia.

A diversificação das atividades do Grupo, são consequências da constante incorporação de avanços tecnológicos e investimentos em recursos humanos. Conheça mais visitando o site: www.schahin.com.br

Inscreva-se: grupas@grupas.com.br

E não se esqueçam “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ

Abraços
Adilson Pelegrino e Wantuir Ribeiro

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Abertas as inscrições para o Seminário “Desempenho e Segurança Operacional em Edificações Existentes”

A ANPRAC – Associação de Profissionais de Refrigeração e Ar Condicionado divulgou nesta terça o link para as inscrições no seminário acima, à ser realizado em São Paulo no próximo 09/04, no Auditório Mário Covas – POLI – USP.

As inscrições são gratuitas e limitadas ao número de lugares do auditório, através do link abaixo:

Inscrições Seminário “Desempenho e Segurança Operacional em Edificações Existentes”

seminario_anprac

 

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Vai um pastel de queijo ou carne?

Algo me diz que muitos associarão o tema acima à velha e conhecida história do “é pra ontem!”, fato que vem incomodando os profissionais de operação e manutenção desde que “chave inglesa” virou “chave de engenheiro” e lugar da manutenção passou a ser próximo de estações de tratamento ou algo do tipo.

Ao contrario, vamos tratar hoje de um outro tipo de pastel……o pastel interno. É isso mesmo, não estou me referindo ao pastel que devera servir ao cliente apressado ou ansioso, mas sim, do pastel que deverá atender aos anseios do gestor, supervisor, gerente ou diretor.

Um belo exemplo disto é a precária utilização de sistemas informatizados de gestão no dia a dia da operação e manutenção. Moldado ainda na era da planilha de manutenção elaborada em papel vegetal (escrita a nankin) e “heliografada” para ficar exposta na área de manutenção, aprendi com bons profissionais com quem trabalhei na industria que todo o cuidado era pouco na escolha e detalhamento dos formulários de trabalho e, principalmente, na tratativa que se daria ao retorno destes formulários e relatórios preenchidos, vindos do campo.

É verdade também que existia uma outra estrutura à nossa disposição, normalmente composta por supervisores para as diferentes modalidades de operação e manutenção, uma equipe dedicada apenas ao planejamento e controle e ainda equipes especificas que estudavam a implantação de novidades, a exemplo da preditiva envolvendo a análise de vibração.

Lamúrias a parte, esta era uma outra época, que apesar de contar com uma certa abundância em recursos (evidentemente que dependendo da empresa e de sua visão / nível de investimentos), já contava também com ineficiências, não somente nos trabalhos em campo, como também em seus processos de gestão.

Vieram então as planilhas de programas como o Lotus 123 e posteriormente os sistemas informatizados de gestão, que foram se aprimorando ao longo dos anos, incluindo a flexibilização entre a sua aplicação na industria e na área de edificações comerciais e varejo, o que hoje é genericamente denominado como manutenção predial.

Para quem se lembra do vegetal e das planilhas eletrônicas, o sistema informatizado foi uma enorme “benção”, dando ao gestor um verdadeiro pacote de ferramentas para o seu trabalho: gerir com competência a área de operação e manutenção.

No entanto (e é justamente aí que entra o pastel à ser servido internamente), apesar de termos hoje no mercado uma gama de bons sistemas, incluindo a disponibilização de sistemas gratuitos que certamente ajudam àqueles que nao terão como investir neste momento, vemos em larga escala o seu mau uso e, principalmente, resultados muitas vezes inócuos, que pouco ajudam do processo de gestão.

Mas como isto pode ocorrer se temos hoje ferramentas que nos possibilitem gerir melhor e de forma mais eficaz a nossa estrutura?

Talvez outros tenham visões diferenciadas, mas costumo atribuir estes maus resultados ao “pastel de carne ou queijo” que se negocia internamente na manutenção…pois….

Quantos de fato estruturam previamente a sua área de manutenção para um processo de informatização?

Quantos buscam auxilio e conhecimento de boas praticas no sentido de escolherem os melhores KPIs e SLAs para a sua operação, antes do processo de informatização?

Quantos traçam suas metas e objetivos para o setor, possibilitando ao gestor enxergar os caminhos para trilhar?

Quantos revisam o seu cadastro de equipamentos e sistemas, adequando tambem os planos de trabalho de modo à trazer-lhes uma maior confiança no processo de manutenção?

Quantos buscam conhecimento por ferramentas de confiabilidade, aplicáveis aos seus processos, suas realidades?

E por fim, quantos têm as respostas acima no momento de buscar parceiros e desenvolvedores de sistemas informatizados, de maneira que tais informações pautem os processos de escolha do sistema, de contratação, de custodiarão e de implantação?

O software de gestão é apenas uma ótima e necessária ferramenta, que necessitará de todo um planejamento / de uma engenharia de manutenção e de uma equipe local dedicada e capacitada.

A questão é que muitos não têm claro os passos necessários ou preferem não aguardar / investir tanto tempo e dedicação.

Afinal, magicas não existem; não é?

Qual pastel vai querer….de carne ou queijo?

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FAAP lança pós-graduação em Facilities

Publicado em: 27/02/2013 – FM Now ABRAFAC

Este é o novo curso da grade de pós-graduação da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), que será oferecido no Campus São Paulo, a partir do próximo mês de março e terá como coordenadora a Profa. Dra. Sasquia Hizuru Obata.

Sasquia é Engenheira Civil pela FAAP, licenciada em Formação de Professores pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, mestre em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo e doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Mackenzie. Atualmente, é professora de cursos de graduação e coordenadora do curso de pós-graduação lato sensu em Construções Sustentáveis da FAAP, atua na coordenação de projetos e é diretora de sustentabilidades da RTKSP.

Profª. Dra. Sasquia Hizuru Obata, coordenadora da pós em Facilities da FAAP. 

FM Now – Poderia contar um pouco sobre a iniciativa de introduzir uma pós em Facilities na grade da FAAP?

Profa. Dra. Sasquia Hizuru Obata – Tudo começou quando, em face da atuação que tenho no campo das sustentabilidades das construções e em análises sobre o estudo da arte no exterior, fui percebendo que a etapa de manutenção e operacionalização das edificações é “facilitada” por um profissional, ou seja, o ciclo de vida mais extenso de um empreendimento, suas viabilidades de sustentabilidades e sua melhor operacionalização são administrados pelos gestores de facilities. Esse momento coincidiu com a atenção por parte dos empresários, aqui no Brasil, pela certificação de edifícios em operação e de retrofits, devido ao interesse vinculado às óbvias reduções de custos que uma otimização e melhoria de desempenho funcionais de um empreendimento podem trazer a seu proprietário e aos usuários. Nesses estudos ainda tive a oportunidade de perceber que a área de Facilities está tão madura no exterior que, inclusive, pode ter uma graduação específica. Em face dessas condições de investigação sobre o campo das sustentabilidades das construções e suas vertentes, tive a grata oportunidade de conhecer o Sr. Gustavo Bueno Gomes, representante da ABRAFAC, por intermédio da profa. Vivian Blaso, que também é docente do curso que coordeno em Construções Sustentáveis, na FAAP. O momento foi extremamente produtivo, pois muitos de meus conceitos, que estavam bem respaldados nas pesquisas junto aos manuais de certificações verdes, puderam ser melhor direcionados dada a atenção, dedicação e profundo conhecimento profissional do Sr. Gustavo Gomes. Ou seja, pudemos reunir o interesse nas pegadas sustentáveis que o conhecimento em Facilities pode impactar e, mais do que isso, tivemos a certeza que faltavam profissionais qualificados no mercado para esta atuação, razão de iniciar um processo de criar um curso de pós-graduação.

FM Now – Quais os objetivos do curso e os diferenciais?

Profa. Dra. Sasquia – De modo formal, o curso possui objetivos gerais e específicos. Os gerais são desenvolver as competências e habilidades sobre variadas técnicas, metodologias e tecnologias de facilities; capacitar proposições de formas consistentes através de design e projetos de facilities nas atuações profissionais ou dentro de empresas focadas na manutenção, operação e desempenho dos empreendimentos, sejam comerciais, industriais, shoppings center, residenciais ou outros complexos; atender as principais demandas na formação de profissionais que atuem não somente com vistas ao equilíbrio financeiro e operacionalização, mas também de sustentabilidade, nas atividades aplicadas à realidade mercadológica em facilities. Quanto aos objetivos específicos, são aprimorar os conhecimentos e a compreensão dos sistemas, instalações e serviços de forma integrada, em empreendimentos imobiliários; desenvolver as habilidades pessoais e as competências técnicas para aplicar, desenvolver e gerenciar projetos; capacitar os participantes para a correta utilização das técnicas e processos na cadeia produtiva do mercado de facilities e avaliar suas possibilidades para usar adequadamente os conceitos que integram o universo de produtos e serviços.

FM Now – Como coordenadora, gostaria de destacar algo sobre os professores e o programa?

Profa. Dra. Sasquia – O curso tem como lastro professores que, além de titulados, são profissionais atuantes no mercado, de forma a fornecer não só a construção do conhecimento fundamental e básico em facilities, mas também, através de exemplos práticos e pela experiência, fornecer o que ocorre de fato na atuação profissional. Temos professores que são profissionais associados à ABRAFAC e ligados a grupos de estudos e de rede de facilities, ou seja, que estão sob a condição das ocorrências desta área. Neste corpo seleto de professores destacam-se inclusive autores de livros reconhecidos na área e de artigos sob esta aderência, além de terem a função de cobrir as situações que possam surgir no campo da aplicação de facilities em empreendimentos diversos. O programa foi criado no sentido de atender as principais necessidades profissionais no mercado e também permitir a sinergia necessária com as inovações e tecnologias em evolução. Digo que foram realizadas pesquisas e recebemos indicações de gestores de quais seriam as disciplinas fundamentais em uma especialização e também quais seriam as disciplinas de fundamentação em facilities. Como diferencial, o programa conta com a infraestrutura de excelência da FAAP, com livros básicos em cada um dos três módulos, disponibilidade dos apontamentos/apresentações das aulas, palestras com profissionais do mercado ou estudos de casos especiais, visitas técnicas e coffee break.

FM Now – As inscrições já estão abertas. Qual a previsão de início da primeira turma?

Profa. Dra. Sasquia – A primeira turma do curso inicia em 20 de março de 2013, com aulas duas vezes na semana, segundas e quartas e alguns sábados que serão previamente agendados, para atender visitas técnicas e palestras.

FM Now – Associados da ABRAFAC têm algum tipo de benefício?

Profa. Dra. Sasquia – Sim, estamos com a parceria consolidada e, inclusive, tivemos a presença do presidente, Sr. Maran, nos prestigiando e tendo a oportunidade de conhecer um pouco melhor a estrutura que será oferecida no curso. Esta parceria contará com descontos de 12%, em média, para os associados da ABRAFAC.

FM Now – Gostaria de deixá-la à vontade para acrescentar outras informações que considere importantes sobre o curso e também sobre o mercado de Facility Management.

Profa. Dra. Sasquia – Entendo que esta seja uma grande oportunidade para os profissionais do Brasil, em face de eventos esportivos que se aproximam e que já estão exigindo profissionais com esse perfil. Também para todos que desejam atuar na área ou mesmo necessitem de novas oportunidades, pois é uma formação que de fato está em falta e que agregará habilidades e competências mais do que desejáveis perante um ambiente promissor, que exige sólidos conhecimentos

Para mais informações, acesse www.faap.br/pos ou ligue para (11) 3662.7449.

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Artigo divulgado na INFRA – Edifícios devem apagar as luzes ao fechar

Nova lei francesa para comerciais pretende economizar dois terawatts/hora de energia/anoO Ministério do Meio Ambiente francês acaba de anunciar uma nova lei que vai exigir de todos os edifícios não-residenciais o desligamento da iluminação interior e vitrines à noite, quando os estabelecimentos não estiverem mais abertos. Segundo oThe Guardian, a lei, que deve entrar em vigor no dia 1º de julho, espera reduzir a poluição luminosa e principalmente guardar a quantidade de energia que conseguir economizar.

A nova lei de eficiência energética vai exigir que as lojas e escritórios em toda a França desliguem a luz interna e vitrines uma hora após a saída do último funcionário. A fiscalização só vai fazer exceções durante datas comemorativas como o Natal e em pontos turísticos e culturais.

A expectativa é economizar cerca de dois terawatts/hora de eletricidade por ano, o equivalente ao consumo anual de 750 mil famílias, além de impedir a liberação de cerca de 250 mil toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera.

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Artigo divulgado na Infra (Março/2013) – Prós e contras na terceirização de síndico

Com o novo Código Civil, residenciais podem contratar um síndico não condôminoO novo Código Civil, na parte que trata do condomínio edilício, prevê no artigo 1.347 a possibilidade de escolha de um síndico não condômino. É o chamado síndico terceirizado, que pode ser pessoa física ou jurídica, especializada em condomínios, com conhecimento suficiente para poder representá-lo em juízo ou fora dele, praticando todos os atos previstos no artigo 1.348 do mesmo Código, que trata da competência do síndico.

É preferível o termo “terceirizado”, que significa o síndico não condômino que, por sua vez, poder ser “síndico profissional” ou não.

Há vantagens em se contratar um síndico terceirizado, principalmente quando nenhum condômino quer assumir esse encargo porque é de grande responsabilidade, além de ocupar o tempo das pessoas que têm sua profissão, seu trabalho e seus afazeres particulares.

O síndico terceirizado não reside no condomínio. Por essa razão, não é procurado no meio da noite porque alguém está fazendo barulho, nem tocarão a campainha da sua residência na hora que ele está descansando depois de um dia de trabalho, porque está havendo infiltração de água em determinado apartamento ou a vizinha chegou depois das 22h e está andando de salto alto de lá para cá. Não tem o desgaste do dia a dia com os demais moradores do condomínio e, por esta razão, está longe das picuinhas, simpatias e antipatias.

O morador de um prédio situado no Brooklin Paulista propôs recentemente uma ação contra o condomínio porque estacionaram um veículo atrás do dele e o impedia de sair. Na ação, relata que o síndico era desleixado e não cumpria com seus deveres porque, imagine, ele telefonou à meia noite e meia para o apartamento do síndico, a esposa atendeu, disse que ele estava dormindo e, incrível, não o acordou e ele não desceu até a garagem para resolver o problema.

Muitos síndicos renunciam seus mandatos ou desistem de ser reeleitos e nunca mais querem saber por não aguentar mais as pessoas tirarem o seu sossego, procurarem a qualquer hora do dia ou da noite por problemas na maior parte das vezes de pouca importância. Nem no elevador eles têm paz. Entra algum morador e imediatamente pergunta sobre problemas do condomínio, queixa-se do porteiro noturno que dorme e demora a abrir o portão da garagem e por aí afora.

O conselho é deixar sempre o seu e-mail e recomendar que as pessoas escrevam ao invés de incomodar pessoalmente o síndico. Nem sempre funciona, porque a maioria não escreve para não se comprometer, preferindo interfonar para o síndico ou bater à porta de seu apartamento.

Não é preciso dizer mais para se constatar as vantagens da terceirização do síndico.
Mas é claro que não há só vantagens. Há também algumas desvantagens como, pelo fato de não residir no condomínio, não acompanhar de perto o que ocorre. Mas esse problema é facilmente contornável. O síndico terceirizado tem que ter um ótimo zelador, escolher a administradora com cuidado e ir ao menos uma vez por semana no condomínio.

O síndico é eleito para exercer um mandato de acordo com o disposto na convenção condominial, pelo período não superior a dois anos, mas que pode ser renovado. E o mandato se opera, de acordo com o artigo 653 do Código Civil, “quando alguém recebe de outrem poderes para, em seu nome, praticar atos ou administrar interesses. A procuração é o instrumento de mandato”.

O síndico recebe, no caso, o mandato através da assembleia geral, que pode ser ordinária ou extraordinária, tanto faz, em que conste, na Ordem do Dia, a aprovação da terceirização, sua eleição e os seus salários.

Entretanto, embora haja opiniões divergentes, esta figura do síndico terceirizado é instrumentalizada através de um contrato de prestação de serviços, assinado de um lado pela pessoa física ou jurídica que prestará os serviços para o condomínio, exercendo o mandato e, de outro lado, pelo subsíndico, se houver, e pelos membros do Conselho Consultivo aos quais compete “dar parecer sobre as contas do síndico”.

O Conselho Consultivo, atualmente, não é obrigatório, salvo se a convenção dispuser de modo diverso. Mas, no caso de se terceirizar o cargo de síndico, é imperiosa a sua existência, para examinar as suas contas.

Mas é necessário que o síndico terceirizado faça constar no contrato sua autonomia, para evitar que seja apenas um “testa de ferro” do conselho, que eventualmente possa tentar obrigá-lo a fazer tudo o que seus membros desejam.

Com relação aos salários e reajuste, devem estar previstos no contrato de prestação de serviços. O prazo deve ser de dois anos, podendo prosseguir por tempo indeterminado ou ser denunciado o contrato mediante notificação com antecedência de trinta dias, sem incidência de multa compensatória.


Daphnis Citti de Lauro
 é advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e especialista em Direito Imobiliário, principalmente na área de condomínios e locações. É autor do livro “Condomínios: Conheça seus problemas”, sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro (desde 1976) e da CITTI Assessoria Imobiliária, que administra condomínios e locações e atua como síndica terceirizada

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ANPRAC divulgará em breve o link para as inscrições no Seminário que discutirá do edifícios existentes

Preocupada com o maior mercado de edifícios comerciais no Brasil, o mercado de prédios existentes, a ANPRAC – Associação Nacional de Profissionais de Refrigeração e Ar Condicionado realizará no próximo dia 9 de abril o seminário “Desempenho e Segurança Operacional em Edificações Existentes – Desafios e Oportunidades” à ser realizado em São Paulo, no Auditório Mário Covas – POLI / USP.

O evento será gratuito e terá como limite de inscrições a capacidade do auditório.

O evento conta com importantes patrocinadores da área de manutenção e ar condicionado, além do apoio institucional da ABRAMAN, SINDUSCON, ABRAFAC, ABEMPI, ASBRAV, IBAPE-SP, CORENET e LARES.

Divulgarei neste blog o link, tão logo o receba da organização.

Segue abaixo o programa:

Programa seminário ANPRAC

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