Setor elétrico vê ‘situação delicada’ e cobra do governo participação

Fonte: Jornal O Globo (07/03/2014)

  • Grupo de 15 associações entrega carta a Lobão. Ministro se reúne com Dilma 
A usina de Itumbiara está próximo de alcançar apenas 15% da capacidade de seu reservatório Foto: Ueslei Marcelino / Reuters / 10/01/2013
A usina de Itumbiara está próximo de alcançar apenas 15% da capacidade de seu reservatório Ueslei Marcelino / Reuters / 10/01/2013

RIO E BRASÍLIA – Um grupo de 15 associações do setor elétrico — que inclui representantes dos segmentos de geração, comercialização e transmissão, além de grandes consumidores — entregou nesta quinta-feira uma carta ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, na qual alertam que a “situação é delicada”. O grupo reivindica maior participação nas decisões da área e pede para participar das reuniões do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que acompanha e avalia a prestação do serviço de energia elétrica no país. As entidades deixaram de participar do comitê no início do ano passado. A próxima reunião do CMSE está marcada para quarta-feira, dia 12.

Segundo as entidades do setor, a ideia é aumentar o diálogo com o governo sobre a real situação do fornecimento de energia no país, afetado pela seca nos últimos meses e pelo baixo nível dos reservatórios. “Nesse cenário de escassez de recursos hidráulicos e de recursos térmicos com capacidade instalada limitada, em nossa opinião, a situação merece cautela”, afirma a carta.

— A situação é delicada e merece uma investigação mais profunda. Queremos construir uma solução conjunta, porque o racionamento não interessa a ninguém — afirma Mário Menel, presidente da Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia (Abiape).

No último dia 5, o nível dos reservatórios nas regiões Sudeste e Centro-Oeste estava em 34,66%, quase o mesmo patamar da média de março de 2011, ano do racionamento de energia elétrica no Brasil, que foi de 34,5%.

A carta é assinada pelo Fórum das Associações do Setor Elétrico (Fase), formada por 15 entidades do setor, incluindo autoprodutores, produtores de energia térmica, e a Única, que reúne produtores de álcool. No documento, os empresários destacam que qualquer proposta deve ser “tecnicamente embasada” para que se possa encontrar soluções que façam frente ao quadro de dificuldades e preservem o fluxo de pagamento ao longo da cadeia entre produção e consumo.

Nesta quinta, a presidente Dilma Rousseff se reuniu com Lobão, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, entre outros, para discutir a crise no setor.

Existe uma expectativa no mercado de que seja publicado hoje um decreto presidencial estabelecendo como será distribuída a Conta de Desenvolvimento Econômico (CDE). Segundo uma fonte, o decreto deveria ter sido publicado nesta quinta-feira, mas o governo não conseguiu fechar os cálculos. A estimativa é que o rombo da CDE já estaria em cerca de R$ 20 bilhões. Já havia a previsão de que o Tesouro destinaria R$ 9 bilhões para a conta e outros R$ 5,6 bilhões seriam pagos pelo consumidor, via tarifa de energia.

Mas o governo está revendo estes cálculos, segundo analistas, porque a conta para o uso das termelétricas também aumentou. Está sendo analisado, por um lado, se o Tesouro terá capacidade de aumentar o seu aporte de recursos. Os técnicos avaliam qual o impacto do aumento de tarifas para o consumidor e para os índices inflacionários.

O governo editou decreto semelhante no dia 7 de março do ano passado, com validade de 12 meses, em que previa o uso da CDE, e que o consumidor pagaria a conta, dividida em cinco anos. A Aneel é responsável por definir o valor dos recursos da CDE que devem ser repassados para a Eletrobras. E a estatal repassa os recursos para as distribuidoras.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/setor-eletrico-ve-situacao-delicada-cobra-do-governo-participacao-11807979#ixzz2vGnStS96
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Me engana que eu gosto….mas não aos Europeus!!

Há alguns anos, a prática de “fortalecer uma geração de brasileiros acomodados” a receber sem trabalhar (bolsa família, entre outras) vem se tornando uma marca desta gestão, proporcionando com que esta mesma “geração” retroalimente a manutenção destes incabíveis benefícios.

Há também aqueles que ainda não conseguem enxergar a herança negativa destes eventos no país, tais como a construção de estádios em locais sem nenhuma expressão esportiva, os imensos investimentos sem nenhuma perspectiva de retorno a altura e o potencial risco de uma enorme “vergonha” ao expor a falta de infraestrutura de nosso país aos estrangeiros que eventualmente virão.

A matéria abaixo divulgada hoje pelo Lancepress retrata de maneira muito feliz a realidade, ou seja, “mal come-se frango, embora arrote-se peru“, como diriam os antigos…

Digam-me sinceramente meus caros leitores…vocês acreditam que estes estádios e a infraestrutura necessária serão entregues:

  • em tempo de receber os eventos e turistas e em condições aceitáveis / adequadas?
  • em uma condição de segurança (infraestrutura) mínima que proporcione uma Operação & Manutenção adequada e sem riscos aos torcedores?

Me engana que eu gosto…..mas não aos Europeus!!!

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Fonte: LANCEPRESS (04/03/2014)

Imprensa europeia critica organização e revela preocupação da Fifa com ‘pior Copa do Mundo’

Veículos internacionais citam desrespeito a prazos, problemas de infraestrutura e a insatisfação da Fifa com a organização brasileira da Copa do Mundo

O jornais europeus “The Times”, da Inglaterra, e “Mundo Deportivo”, da Espanha, publicaram, nesta terça-feira, matérias sobre a organização insatisfatória brasileira e a preocupação da Fifa em relação à Copa do Mundo de 2014, que começará dentro de exatos 100 dias. Os diários deram destaque às obras atrasadas dos estádios, mas também tocaram em pontos como infraestrutura e instabilidade política.

O britânico “The Times” trouxe uma entrevista com Jérôme Valcke em que o secretário-geral da Fifa fala da preocupação da entidade em relação à organização da Copa. O diário cita o “caos” na sede do próximo Mundial e diz que esta pode ser “a pior Copa do Mundo”. A publicação cita problemas de infraestrutura e estouro nos prazos para entrega de obras, com reclamações do dirigente francês.

– Estamos trabalhando em condições em que o cimento não está sequer seco. E ainda temos de instalar todas os equipamentos para a mídia – disse, estendendo as críticas:

– Sem equipamentos para a mídia e sem as telecomunicações nos devidos lugares nos estádios, vocês vão dizer que nós somos os piores organizadores e que este foi o pior evento. Mas, para instalar o equipamento em um estádio, precisa-se de, no mínimo, 90 dias.

O jornal também destacou o fato de apenas sete dos 12 estádios da Copa no Brasil terem sido entregues até agora à Fifa, além dos imprevistos como as mortes de seis operários em obras e o acidente que destruiu parte da cobertura do estádio do Corinthians. O diário reproduziu a insatisfação de Valcke a respeito da evolução das obras:

– Estamos a quase 100 dias para que o primeiro jogo comece em um estádio em São Paulo, que não estará pronto até 15 de maio. Isso não tem sido fácil, é claro. Sempre que você recebe algo com atraso, se torna um desafio deixá-lo pronto a tempo.

Outros “empecilhos” para o Mundial citados pelo jornal são a queda de apoio ao evento por parte dos brasileiros e a possível revolta popular à época do torneio, além da distância física entre as 12 sedes brasileiras. A publicação diz que os cerca de 3,6 milhões de torcedores esperados para a Copa sofrerão para chegar aos jogos por terem de trafegar “desde a Floresta Amazônica até a dominada pelo crime São Paulo”.

Jornal catalão destaca a ‘dor de cabeça’ de Curitiba

O Mundo Deportivo colocou Curitiba, uma das sedes que se cogitou tirar do Mundial pelos atrasos, como a maior dor de cabeça para a Fifa da Copa do Mundo no Brasil. O jornal também trouxe reclamação do secretário Jérôme Valcke sobre o prazo apertado para realizar instalações para a imprensa e chamou atenção para a “jornada de protestos populares originados pelos que criticam os gastos milionários destinados às obras”.

O diário destaca a “contradição” entre o discurso otimista do presidente da Fifa, Joseph Blatter, e do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, com a real situação da organização para a próxima Copa do Mundo.

Mas, além dos pontos negativos, o veículo catalão também traz o recorde positivo desta administração: a venda de ingressos para mais de 3 milhões de pessoas para jogos do torneio.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/copa-do-mundo/Jornal-preocupacao-Fifa-Copa-Mundo_0_1095490468.html#ixzz2v54BuUPy
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ASBRAV divulga Workshop de Refrigeração Comercial e Industrial em Porto Alegre

Workshop Refrigeração 2014

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Conta de luz pode subir 15% com uso de térmicas

E ainda existem aqueles que defendem arduamente os investimentos efetuados (e ainda em curso) para a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas….

Não bastasse a nossa carência em infraestrutura básica (saúde, segurança e educação), continuamos com a falta de investimentos em geração de energia, em programas sociais e de redução ao consumo de água, etc…

A imprensa já divulgou recentemente que os investimentos efetuados até o momento não apresentam e poderão não refletir os resultados esperados para as cidades que receberão estes eventos…

Enfim, como dizia Frederico Fellini em 1983…”E La Nave Va”….

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Email recebido da Mantest Engenharia em 27/02/2014

Fonte Original: Valor Econômico (18/02/2014)

As contas de luz terão de ser reajustadas em aproximadamente 15% caso o governo federal decida cobrir apenas metade do rombo causado no caixa das distribuidoras de energia elétrica por causa do uso intensivo das usinas térmicas, em razão da falta de chuvas. Segundo fontes oficiais, essa é a alternativa mais provável.

Em um cenário considerado realista, em que o preço de compra da energia caia um pouco ao longo do ano, esses gastos deverão variar entre R$ 10 bilhões e R$ 13 bilhões. Se o governo cobrir metade, terá de acomodar entre R$ 5 bilhões e R$ 6,5 bilhões em novos gastos orçamentários, o que dificultará ainda mais a fixação de uma meta de superávit primário em torno de 2% neste ano. Há dúvida, também, sobre como será pago o restante da conta pelos consumidores.

Assuntos relacionados

1. Conta de luz teria que subir 15% para cobrir térmicas (/brasil/3433366/conta-de-luz-teria-que-subir-15-para-cobrirtermicas)

2. Nível é pior que em 2001, admite presidente da EPE (/brasil/3433370/nivel-e-pior-que-em-2001-admite-presidenteda-epe)

Um reajuste de 15%, em ano eleitoral, prejudicaria o discurso político da presidente Dilma Rousseff, que anunciou em cadeia nacional de rádio e TV a redução de 20% no preço da energia elétrica no ano passado. Esse é o debate que toma conta do governo no momento e as principais autoridades da área econômica tentam encontrar uma saída para o problema em que se transformou o setor elétrico neste ano.

Apesar das chuvas do fim de semana, manteve-se a tendência de redução do nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas. No subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país, o nível baixou mais 0,1 ponto percentual de sábado para domingo, quando ficou em 35,5% da capacidade. No mês, o nível médio das represas nas duas regiões – responsáveis por 70% da capacidade de armazenamento total do país – acumulam queda de 4,8 pontos percentuais. Ontem, pela primeira vez, Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), admitiu que o cenário hidrológico é pior que o de 2001, véspera do apagão no governo Fernando Henrique Cardoso.

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Vagas em aberto para as áreas de Facility e Property

INFRA divulga (27/02/2014) vagas e remuneração do setor em seu site

Além das vagas, acompanhe a remuneração do setor

Na última edição da revista INFRA lançamos o suplemento RH, que traz uma matéria sobre remuneração e 11 posições em aberto que acenam para profissionais capacitados no setor. Há vagas para analistas, coordenadores e gerentes de infraestrutura, gerentes, supervisores e dirigentes de operação e também para consultor imobiliário.

Acesse  o link e veja as vagas disponíves:

http://www.revistainfra.com.br/digital/161_fevereiro2014/#74

Para as empresas que desejam anunciar suas vagas, basta fazer contato através do e-mail: comercial@talen.com.br.

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Frente Parlamentar discute Terceirização

Fonte: Infra News (26/02/2014)

Setor de serviços representa 70% do PIB do Brasil é pauta de reunião

A Frente Parlamentar em Defesa do Setor de Serviços realizou nesta terça-feira, 25, sua a primeira reunião de trabalho deste ano. O evento começou com a apresentação do Atlas Nacional de Comércio e Serviços pela equipe do Ministério da Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Depois foram discutidos os outros pontos da pauta como o projeto que destina a multa extra do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o programa Minha Casa, Minha Vida, a regulamentação da terceirização e o Novo Código Comercial Brasileiro.

“Sem informação não há possibilidade de uma boa tomada de decisão”, informou o secretário de Serviços do MDIC, Humberto Ribeiro ao apresentar o Atlas que permite que qualquer cidadão possa buscar as informações, já que ele está na internet. “O setor de serviços representa 70% do PIB do Brasil. Nós somos muito pujantes na geração de empregos, por isso é importante o investimento no setor”, informou.

Fruto de um trabalho do Sebrae e outras importantes instituições brasileiras, o Atlas mapeou os segmentos de comércio e serviços, auxiliando os empreendedores na definição de investimento e potencial dos negócios em cada cidade do País. De acordo com o estudo, os municípios paulistas são os que possuem de quatro ou mais pequenos bares e restaurantes por mil habitantes. No Rio de Janeiro, por exemplo, essa é a realidade restrita à capital e arredores.

O deputado federal Laércio Oliveira, que coordena a Frente, disse que foi enviado um Requerimento de informação ao MDIC sugerindo a modificação do nome do Ministério para Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O secretário Humberto confirmou que recebeu, e que está no memento em análise pela Presidência da República.

Em seguida, o head de Limpeza e Descartes do Comitê Organizador dos jogos Olímpicos e Paraolímpicos do Rio 2016, Edison Sanromã, fez uma apresentação sobre as oportunidades para o setor de serviços no evento esportivo. “Não teremos evento só no Rio de janeiro, mas em outras capitais do País. Quando se trata de segurança nas Olimpíadas, será feita pela polícia federal e por empresas”, informou.

O deputado falou ainda sobre o projeto que destina os 10% do FGTS para o Minha Casa Minha Vida que será votado nos próximos dias na Câmara dos Deputados, provavelmente logo depois do carnaval. “Uma vez que o adicional já tinha cumprido sua finalidade, não havia razão para permanecer vigente. Infelizmente não tivemos sucesso, mas vamos continuar trabalhando para a regulamentação da terceirização e a elaboração de um Código Comercial, que vão incentivar o setor produtivo do País, gerando emprego e renda para a população”, informou Laércio Oliveira.

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Novo curso de O&M Predial em SP

No próximo mês de Maio, mais especificamente nos dias 5, 6 e 7, realizarei um novo curso de Operação & Manutenção Predial em São Paulo, em parceria com a Lima Walter e Rede Brasileira de Manutenção.

Segue abaixo o material que começou a ser divulgado nesta semana pelos responsáveis pela organização do evento.

Aos interessados, recomendo o contato direto através dos endereços abaixo disponibilizados.

Aproveito apenas para adiantar que realizaremos um novo curso no Rio de Janeiro, no segundo semestre.

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CURSO OPERAÇÃO & MANUTENÇÃO PREDIAL

OBJETIVOS Conceituar Facility Management aos participantes e as principais áreas e serviços por ele abrangidas

  1. Dar aos participantes a visão sobre a representatividade da Operação & Manutenção Predial dentro da área de Facility Management
  2. Dar aos participantes novas visões, métodos e abordagens sobre os modelos de gestão da Operação & Manutenção Predial, sua evolução, categorização e principalmente as práticas de gestões mais atuais
  3. Estimular a reflexão e análise de problemas relacionados a estruturação e gestão da área de Operação & Manutenção

PÚBLICO ALVO Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção e gestores de facilities

Ementa / Conteúdo Programático

  1. Introdução a Gestão de Facilidades (Facility Management)
    1. Definição
    2. Áreas e Serviços sob a responsabilidade de um gestor de facilities
    3. A Operação & Manutenção Predial e sua representatividade dentro da área de facilities
  2. Definições sobre Operação & Manutenção Predial:
    1. Operação Predial (conceito, tipos de atuação)
    2. Manutenção Predial (conceito, tipos de manutenção)
    3. Áreas de Missão Crítica (conceito, tipos de áreas de missão crítica sob a gestão de um facility manager)
  3. O mercado de Operação & Manutenção Predial:
    1. Um overview sobre o mercado, seus pontos fortes e pontos de atenção
    2. A evolução / modernização da infraestrutura predial e os novos desafios para a área de Operação & Manutenção
  4. Planejamento Estratégico:
    1. Conceituação de Planejamento Estratégico
    2. As etapas de um planejamento envolvendo: i.    A compreensão sobre as necessidades e expectativas do Cliente ii.    A equipe de Gestão da O&M iii.    A definição do escopo e o estabelecimento de metas (níveis ou acordos de serviço, indicadores para o processo, etc) iv.    A seleção de um parceiro estratégico v.    Mobilização e Implantação vi.    O monitoramento de resultados vii.    O feedback e a realimentação do processo com novas informações
  5.  Sistemas Informatizados de Gestão:
    1. Adequando à nossa necessidade
    2. Ferramentas de Gestão e sua aplicação
    3. O papel do Gestor

6. Recursos Humanos:

    1. Perfil dos profissionais de O&M
    2. Motivação, envolvimento e participação
    3. Programas de Treinamento e Reciclagem
    4. A gestão do Conhecimento

7. Saúde & Segurança

8. Documentação Técnica Necessária

9. A gestão de resultados

    1. O importante papel do gestor e de sua equipe no resultado global
    2. Relatórios Gerenciais
    3. Gestão de Custos
    4. Gestão Energética

10. A Manutenção Predial sob a ótica das Normas Brasileiras e Internacionais

    1. NBR 5674 / 2012 – Manutenção de Edificações – Requisitos para o Sistema de Gestão de Manutenção

11. A importância de uma Operação & Manutenção para a Certificação “Verde” de uma edificação

    1. Certificação de Obras Novas (preocupação na fase de projeto)
    2. Certificação de Edifícios Existentes

Metodologia Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos
Professor: Eng. Alexandre M F Lara Engenheiro Mecânico e de Produção Mecânica Graduado pela Faculdade de Engenharia Industrial  – FEI, Pós-Graduado em Refrigeração e Ar Condicionado (FEI), Pós-Graduado em Avaliações e Perícias de Engenharia pela UNISANTA / IBAPE-SP. Membro do Conselho Editorial da Revista Climatização – Nova Técnica Editorial, sócio fundador e primeiro presidente Associação Nacional de Profissionais de Refrigeração e Ar Condicionado – ANPRAC, associado e Membro do Conselho Deliberativo da ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities e autor de diversos artigos sobre comissionamento, auditorias de qualidade na prestação de serviços, manutenção e operação em instalações prediais e industriais para as revistas INFRA, TECHNE, PINI / Construção Mercado, ABEMPI e Climatização & Refrigeração. Atua há 26 anos na implantação, coordenação, auditoria e consultoria em projetos de O&M predial e industrial, além de atuar como Agente de Comissionamento em alguns dos principais projetos certificados no Brasil. Ministrou palestras, seminários e cursos através de entidades de nosso setor, tais como ABRAFAC, ANPRAC, FUPAM–USP, IBAPE-SP, IBAPE-PR, SENAI-SP, entre outras. É docente da cadeira de “Comissionamento, Medição & Verificação” no MBA – Construções Sustentáveis – UNICID e docente da cadeira “Gerenciamento de Operações” no curso de especialização Gerenciamento de Ativos Imobiliários Corporativos – FDTE / CORENET. É Diretor Técnico da A&F Partners Consulting Engenharia Ltda. O valor do curso inclui: Material didático Coffee breaks Planilhas de Trabalho Conjunto de Indicadores das Pesquisas Sobre Facilities da RBM – Rede Brasileira de Manutenção Certificado chancelado pelo COPIMAN (Comitê Pan-Americano de Manutenção) Data e Local do Curso:

Data e Local do Curso: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Av. Jabaquara, 2925, Mirandópolis Cep: 04045-902 – São Paulo – SP Dias 5, 6 e 7 de maio de 2014

INSCRIÇÕES: Para mais informações e ou inscrições, envie e.mail para paulo.roberto@limawalter.com.br ou entre em contato pelo telefone 21 – 99731-5454

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GRUPAS também divulga o Seminário de FM em SP (Março / 2014)

 

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The Importance of Asset Registers in Facilities Management

By Tony Grima

Posted on March 2, 2014

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Facilities Managers today have far greater opportunity to add value to their organisation and client through efficient management and strategic planning. Increasingly, we are seeing facilities management professionals given a seat at the executive table when business models and strategies are formulated. This has not always been the case and in the past FM activities were viewed as a business cost rather than adding business value. A key driver of this change has been technology and software platforms which allow FMs to present information in a strategic way to business leaders and decision makers. The utilisation of software packages has evolved rapidly over the last several years and integrated facilities management systems and building information modeling (BIM) will continue to be buzz words in the FM space.

The backbone, and indeed the strength or weakness of any facilities management software package is the information fed into it. A common problem faced by Facilities Managers is inaccurate or incomplete asset registers. With increasing demand for facilities management to be more strategic, appropriately managed asset registers are an invaluable source of information. It could be argued that a well maintained asset register is the bedrock on which a quality total asset management process is built and further developed. The challenge for FM professionals is ensuring they are always working from “one version of the truth”.

Key information which feed into an asset register and link to facilities management strategy plans are as follows.

  • Asset management, strategy and planning
  • Procurement
  • Maintenance history and expenditures
  • Capital works
  • Condition assessment
  • Compliance
  • Asset disposal
  • Life-cycle replacement
  • Reporting and analysis

An example of the useful information captured in asset registers which shape FM decisions are;

  • What are the assets, plant and equipment?
  • What condition are they in?
  • Physical properties.
  • Technical data.
  • Property title details.
  • Maintenance and service history.
  • Performance and reporting.
  • Benchmarking.
  • Compliance and regulatory requirements.
  • Warranty information.
  • What maintenance strategy is required in alignment with available budgets and funding?
  • Is the service level agreement (SLA) appropriate?
  • What is the right service delivery mix – PMs vs. RMs.?
  • Data to drive whole- of –life (WOL) and life-cycle-replacement (LCR)decisions
  • What FM structure and resources are required to deliver on contractual obligations and client expectations?
  • Maintenance expenditure, forecast and planning.
  • Financial information useful for investment and purchasing decisions such as NPV, IRR, lease or buy and disposal.

Developing the Asset Register

The main stages in developing an asset register

Analysing requirements – It is important to understand the needs of the client and what information is required. Collecting data can be very expensive and a drain on limited resources. Facilities Managers must determine the right balance on what information is really needed and is likely to provide real value to the client. As a guide there are three general data sets required as a basis for an asset register.

  1. Management reporting
  2. Planning information
  3. Operations management

Developing solutions – Finding the best options, what are the appropriate technologies, data collection and storage methods, ease of operator use, ongoing system maintenance and cost.

Plan the asset register – An asset register can be in a number of different models, formats and asset hierarchy depending on requirements.

  1. Unified composite – Small organisations, geographical separation, centralised management and one data base.
  2. Segmented autonomous – Larger organisations with individual business centres, segmented on a geographical basis, provides focus on individual services and asset groups.
  3. Umbrella integration – Spans more than one register or data warehouse, multi-disciplinary structures or organisations with consolidated reporting responsibilities.
  4. Hierarchy – system, sub-system, facilities, components and sub-components.

Implementing the register and solutions – Despite a strong focus on analysis, development and planning, implementation is where it can fall down if not done well.

  1. Assign a program leader.
  2. Agree on timeframes, milestones etc.
  3. Agreed naming conventions, knowledge management process.
  4. IT compatibility.
  5. Data cleanse and transfer.
  6. Managing risk.
  7. Change management.
  8. Access and usability.
  9. Training.

Monitor and continuous improvement – Implement a continuous improvement process to ensure accuracy and relevance of collected data. “One version of the truth”

Tying it all together

FM   Strategies

Asset   Register

FM   Challenges

Strategic facilities   Planning 

Strategic   asset management

Space   planning and workplace strategies

Facilities   support services

Asset   maintenance plan

Performance   and reporting

High   quality decision making 

Builds the   knowledge pool

Drives   innovation, learning and solutions

Governance

Integrated   planning

Monitoring   and control 

Contracts   management

Scope   creep

Evaluation   and selection of service providers

Contractor   management

Budget and   funding constraints

Evaluation   of added value

Tony Grima

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E o absurdo continua… (gastos com a copa)

Fonte:

Prefeitura já liberou R$ 350 milhões em incentivos fiscais para o Itaquerão

Folha.com – São Paulo/SP – ESPORTE – 28/02/2014 – 03:00:00

A Prefeitura de São Paulo já liberou R$ 350 milhões em incentivos fiscais para o Itaquerão. Os títulos foram emitidos e entregues aos responsáveis pela obra: Corinthians e Odebrecht. Restam R$ 70 milhões a serem disponibilizados. A próxima e última leva de benefícios fiscais, no entanto, só será emitida após o término total da obra, o que, de acordo com o cronograma divulgado pela Fifa, acontecerá em 15 de abril.

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