Itaipu completa 30 anos de operação: título de maior do mundo em geração de energia

Fonte: Comunicação Itaipu – Divulgado por Brasilengenharia News (05/05/2014)

Itaipu completa 30 anos de operação mantendo o título de maior do mundo em geração de energia

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O que fazer com tanta energia? Era isso o que perguntavam os céticos, na década de 1980, quando a usina de Itaipu entrou em operação. Com a economia brasileira estagnada, não havia necessidade de todo aquele potencial de 12,6 mil megawatts (hoje são 14 mil MW), praticamente a metade de toda a capacidade instalada do País. Apesar das críticas, a decisão do governo federal foi de prosseguir com a instalação das 18 unidades geradoras previstas inicialmente, embora num ritmo mais lento.
Hoje, segunda-feira (5), a usina completa 30 anos de geração de energia. Se não fosse aquela resolução “polêmica”, nem o Brasil nem o Paraguai teriam como sustentar o crescimento de suas economias. A Itaipu Binacional se tornou estratégica para os dois países e responde atualmente por 17% do consumo de energia elétrica do mercado brasileiro e 75% do paraguaio.
Dez anos depois de constituída a empresa binacional, para gerenciar e depois administrar a usina (Itaipu comemora 40 anos de criação no dia 17 de maio), entrou em operação efetiva sua primeira unidade geradora. Exatamente às 12h40 do dia 5 de maio de 1984 foi feita a primeira interligação com o sistema elétrico do Paraguai, país sócio do empreendimento.
A energia de Itaipu chegou ao Brasil um pouco mais tarde, porque o sistema de transmissão, operado por Furnas, ainda não estava concluído. A usina fechou 1984 com duas unidades instaladas, que geraram 277 mil MWh.
No ano seguinte, quando teve início a venda efetiva da energia gerada por Itaipu, já com três unidades geradoras instaladas, a usina produziu 6.327 MWh. A produção foi crescendo gradualmente, com a entrada em operação de novas unidades geradoras. A 18ª foi instalada em 1991. Em 1995, quando a energia de Itaipu já era importante para garantir o abastecimento do Brasil, Itaipu superou pela primeira vez os 75 milhões de MWh de energia garantida previstos no Tratado que deu origem à hidrelétrica. E nos anos de 1999 e 2000, quando o Brasil enfrentou uma crise de eletricidade, a usina superou os 90 milhões de MWh (93,4 milhões em 2000).

A marca de 90 milhões seria superada novamente em 2006 e 2007, ano em que foram inauguradas mais duas unidades de 700 megawatts, completando, assim, as 20 previstas no projeto inicial. Em 2012 e 2013, novos recordes mundiais – no ano passado, Itaipu gerou 98,6 milhões de MWh.

“Do ponto de vista da eficiência em geração de energia limpa e renovável, Itaipu é um caso de sucesso sem paralelo no mundo, motivo de orgulho para brasileiros e paraguaios. Temos bons motivos, portanto, para comemorar em 2014 os 40 anos de criação de Itaipu (17 de maio) e 30 anos do início de operação da usina”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek.

Mundo iluminado por 38 dias

Do início da entrada em operação da primeira unidade geradora até agora (considerando a previsão até 5 de maio de 2014), a usina de Itaipu gerou um total de 2,16 bilhões de MWh.

Essa energia toda seria suficiente para abastecer o mundo inteiro por 38 dias. A produção acumulada de Itaipu também atenderia o consumo dos Estados Unidos por 6 meses e 5 dias e da gigantesca China por 5 meses e 9 dias.

Os 2,16 bilhões de MWh seriam suficiente para suprir o consumo do Brasil por quatro anos e oito meses e da América Latina por dois anos, cinco meses e 11 dias. O Paraguai seria atendido por 176 anos e 9 meses. Já o Estado de São Paulo seria abastecido por 15 anos, 10 meses e 21 dias.

O Estado do Rio de Janeiro seria suprido por 55 anos, 2 meses e 20 dias. Já a cidade de São Paulo teria energia elétrica por 72 anos, oito meses e 23 dias e a cidade do Rio de Janeiro por 122 anos, 4 meses e 24 dias. A Região Sul seria atendida por 26 anos, 9 meses e 23 dias e a Região Sudeste por 9 anos e 11 dias.

Nem a China

Mesmo com a entrada em operação da usina chinesa de Três Gargantas, com maior capacidade instalada (22.400 MW contra os 14 mil MW de Itaipu), a usina brasileira e paraguaia mantém o título de maior produtora de energia elétrica do mundo.
Os principais fatores que explicam este bom desempenho estão na excelente regularização do Rio Paraná, na alta disponibilidade das unidades geradoras e dos sistemas de transmissão associados à usina e no trabalho de coordenação da disponibilidade desses recursos aliado às demandas crescentes do consumo de energia do Paraguai e do Brasil. O resultado é energia na quantidade e na hora certa, com um índice de aproveitamento energético acima dos 95%.
Nos dois últimos anos, o recorde mundial de geração de energia ficou com Itaipu. Em 2013, o marco histórico foi de 98.630.035 MWh. Ainda assim, a área técnica de Itaipu tem como meta atingir os 100 milhões de MWh nos próximos anos.
“Nós não estamos acomodados com estes resultados”, afirma Jorge Samek. E completa: “A visão definida no nosso planejamento estratégico estabelece que, até 2020, a Itaipu Binacional se consolidará como a geradora de energia limpa e renovável com melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.
Para o diretor técnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, “o maior desafio daqui para frente, sem dúvida, é o de manter a excelência na produção da nossa energia elétrica”. Ele explica que, como os equipamentos da usina completam 30 anos de operação ininterrupta, “com inquestionável confiabilidade”, é preciso “garantir sua saúde para os anos que virão”.
Isso pode ser feito, segundo ele, com investimentos na atualização tecnológica, onde for possível, e com a manutenção dos equipamentos que “permanecem no estado da arte e seguem demonstrando alta confiabilidade”, analisa.

Produção e produtividade
Para o superintendente de Operação da Itaipu (OP.DT), Celso Torino, no biênio 2012-2013, quando a Itaipu estabeleceu de forma inédita dois recordes mundiais consecutivos, com as marcas de 98,3 e 98,6 milhões de MWh, respectivamente, ocorreram dois fatos significativos.
O primeiro foi o valor absoluto da produção de energia; o segundo feito foi a produtividade e a eficiência que a usina atingiu, como resultado do aprendizado e aperfeiçoamento ao longo desses 30 anos de produção. “Como nossa matéria-prima é a água e a quantidade de água que vamos ter em cada ano é variável, nós só sabemos exatamente o quanto poderíamos ter produzido em cada ano quando ele já terminou, ou seja, com um olhar pelo retrovisor”.
Ainda segundo Torino, em 2012 e 2013, esse “olhar pelo retrovisor” mostra um aproveitamento dos recursos hídricos superior a 95%. “Esse rendimento é realmente um diferencial. E as ações necessárias para isso foram aprendidas ao longo desses anos com a ajuda de muita gente que trabalha ou trabalhou na Itaipu, assim como nas empresas parceiras como Eletrobras, Ande, Operador Nacional do Sistema (ONS), Furnas e Copel”, diz o engenheiro.
Ele ressalta também que essas são ações que permanecem e não dependem do ano ter muita ou pouca água. “Essa eficiência na produção é a nossa conquista e o grande desafio, depois de 30 anos, é preservá-la”, conclui.
Para o superintendente da Manutenção (SM.DT), Marco Castella, que acompanhou todas as etapas de transição de Itaipu nesses 30 anos de geração de energia, o sucesso de Itaipu é resultado da atuação de “profissionais altamente comprometidos com os resultados, alinhados aos objetivos estratégicos e sensíveis à atual conjuntura econômica de ambos os países”.
O assistente da diretoria técnica executiva, o engenheiro, Mário Lúcio Ozelame, um dos remanescentes da turma de 1980, faz uma contextualização dos desafios do passado, do presente e do futuro para a maior usina em operação do mundo continuar com índices invejáveis de produtividade sustentável.
“Inicialmente, o desafio era viabilizar Itaipu, o que significava superar obstáculos diplomáticos, financeiros e técnicos, e todos foram superados com louvor”, diz. E completa: “Hoje, além de produzir muita energia com eficiência e custo compatível com o mercado, temos de colocar a empresa como indutora do desenvolvimento e integração regional. No futuro, o objetivo é nos mantermos lá”.

Participação nos mercados
A capacidade instalada de Itaipu é de 14 mil megawatts (MW). A usina tem 20 unidades geradoras, cada uma com capacidade nominal de 700 MW. A 19ª unidade foi instalada em 2006 e a última em 2007.
A energia garantida de Itaipu é de 75 milhões de megawatts-hora, mas a usina produz, anualmente, acima de 90 milhões de MWh.
A produção supera a capacidade nominal das unidades geradoras graças, principalmente, aos cuidados com sua manutenção e operação.

Transmissão
A Itaipu tem a incumbência de entregar a energia produzida na usina até os pontos de conexão com o Sistema Interligado. No lado brasileiro, a conexão é localizada na subestação de Foz do Iguaçu, de propriedade de Furnas, e no lado paraguaio, a conexão é feita na subestação Margem Direita, situada na área da usina de Itaipu. A transmissão da energia até os centros de consumo é de responsabilidade de Furnas Centrais Elétricas, no Brasil, e Ande (Administración Nacional de Electricidad), no Paraguai.

A Itaipu – A Itaipu Binacional é a maior usina de geração de energia limpa e renovável do planeta e foi responsável, em 2013, pelo abastecimento de 16,9% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 70% do Paraguai. Em 2013, superou o próprio recorde mundial de produção e estabeleceu a marca de 98.630.035 megawatts-hora (98,63 milhões de MWh). Desde 2003, Itaipu tem como missão empresarial “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”. A empresa tem ainda como visão de futuro chegar a 2020 como “a geradora de energia limpa e renovável com o melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.

Foto: Divulgação

 

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Segurança elétrica nas instalações Pesquisa revela que 40% dos imóveis já fazem manutenção da instalação elétrica

Fonte: Infra News (07/05/2014)

Segurança elétrica nas instalações Pesquisa revela que 40% dos imóveis já fazem manutenção da instalação elétrica

Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) e o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo avaliou 780 edifícios no Estado, com o objetivo de avaliar se eles estão atendendo aos requisitos da instrução técnica IT-41, que prevê a inspeção visual das instalações elétricas de baixa tensão para gerar o auto de vistoria. Os dados foram coletados entre agosto e outubro de 2013. A amostra abrangeu edificações comerciais, residenciais e industriais, com um perfil constituído por prédios novos e com idade superior a 5 anos.

No universo da amostra, 40% dos prédios visitados pelo Corpo de Bombeiros haviam realizado a manutenção ou reforma prévia de suas instalações elétricas de acordo com os requisitos da IT-41. Das 780 unidades avaliadas, 14% receberam o ‘Comunique-se’ – a indicação de que algum reparo se faz necessário na instalação elétrica. A maior incidência de erro nas instalações foi verificada nos imóveis entre 10 e 15 anos (18%) e a menor,nas indústrias (9%).

Entre os principais motivos para a emissão do ‘Comunique-se’ estão: partes vivas expostas (42%), instalações elétricas do sistema de segurança desprotegidas contra o fogo (26%), condutores elétricos instalados de forma inadequada (25%) e condutores elétricos sem isolamento ou danificados (21%).

“Os números revelam a movimentação do setor para se adequar à norma, uma vez que 40% das edificações já haviam se preparado espontaneamente para atender aos seus requisitos”, informa o Tenente Coronel Adílson Antônio da Silva, do Departamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. “Antes não tínhamos um instrumento que regulamentasse a questão e hoje há propostas em andamento no Congresso Nacional com este fim. Até o momento, no entanto, a IT-41 é o único instrumento legal que nos auxilia no processo de manutenção da segurança das instalações elétricas das edificações”, destaca Antônio Maschietto, Diretor Executivo do Procobre.

O texto da IT-41 fundamenta-se nas prescrições da NBR 5410 – norma que rege as instalações elétricas de baixa tensão – e nos regulamentos das autoridades de concessionárias de energia elétrica. A instrução é resultado de uma proposta apresentada em 2006 pelo Procobre e NEMA Brasil – Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Elétricos –, em conjunto com o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

A instrução estabelece condições mínimas para verificar a existência de medidas e dispositivos essenciais à proteção das pessoas e das instalações elétricas contra possíveis situações de choques elétricos e de risco de incêndio. O Procobre, por meio de seus consultores, colaborou para a redação do Manual de Inspeção Visual – instrumento de vistoria utilizado no ato da inspeção.

Por parte do Corpo de Bombeiros, a IT-41 é vista como um benefício à sociedade. Estatísticas da Corporação de 1999 a 2009 indicavam que 56,1% dos boletins de ocorrência relativos a incêndios tiveram origem intencional, sendo que, dos 43,9% restantes, provocados acidentalmente, 12,7% tiveram origem nas instalações elétricas, primeira colocação entre os fatores acidentais.

É importante destacar que a inspeção visual das instalações é feita por profissional habilitado pelo CREA para este tipo de serviço, seguindo as instruções da IT-41. Após a inspeção, ele entrega para o Bombeiro a declaração de conformidade da instalação devidamente assinada pelo responsável técnico e pelo proprietário da edificação. Somente as obras consideradas em conformidade com as exigências da IT-41 recebem o auto de vistoria emitido pela corporação.

 

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Top 10 countries for LEED

LEED had already published interesting numbers about LEED projects around the world.

In fact, these numbers shows the most interested and committed countries regarding sustainable constructions and / or sustainable existing projects using LEED as a “tool” to achieve their goals.

Although, considering what frequently happens in Brazil with certified projects, regarding operation and maintenance issues along building’s life cycle, I really would like to know how these top ten countries are really committed to maintain project’s performance within post-construction phase.

Even considering LEED requisites and recommendations, it is not difficult to observe in Brazil:

  • Buildings operated differently from design specs and recommended procedures
  • A difficult access to O&M manuals and design information within post-occupation phase
  • A lack of culture in measuring and verifying operational results and buildings performance data

In this sense, a group of professionals with an expressive background in the Facility Management and O&M Industries submitted a presentation named “Sustainable Buildings’ Operation, Maintenance, M&V”, which was accepted by GBC Brazil for the event “Greenbuilding Brazil 2014 Educational Program” and will take place by August 6th, in São Paulo.

This group of professionals is composed by:

  • Alexandre M F Lara – Director – A&F Partners Consulting
  • Lamberto Grinover – Director – Tishman Speyer
  • Marcelo Ramicelli – Regional Manager – Cushman Wakefield

This educational session will contemplate owner’s and / or investors’ expectations, O&M issues regarding Brazilian culture and market and the presentation of cases involving O&M and M&V results.

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LEED Article – Published on 5 Nay 2014 / Written by Selina Holmes

Top 10 countries for LEED

LEED projects can be found in over 140 countries and territories around the world and on six out of seven continents — there are no LEED projects in Antarctica, but you never know what the future holds.

To provide a better view of LEED’s impact globally, we’ve ranked the top 10 countries for LEED outside of the U.S.. Looking at the gross square meters of certified space around the globe, we came up with the list below.

What’s changed over the last year?

Canada, China and India have always led the way for LEED projects and in the last year they certified a combined total of 13 million gross square meters.

The top ten countries together, represent 61 million gross square meters of LEED-certified space. That’s an increase of 41% from last year.

Brazil, which ranks seventh for LEED-certified gross square meters of space and fourth for LEED-certified projects, recently certified two stadiums in preparation for the 2014 World Cup games. They have the largest number of certified stadiums and the only platinum certified stadiums outside the U.S.

Link to access the original site – Top 10 countries for LEED

 

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Portas abertas à corrupção

Imaginem se isto não acontecerá????

Ou alguém ainda acredita em “papai Noel”??

Portas abertas à corrupção

Fonte: Jornal do Brasil – Rio de Janeiro/RJ – CAPA – 08/05/2014
Pedro Simon*

Não há como não recordar episódios da história das relações entre obras públicas, empreiteiros, funcionários e políticos quando se avalia o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), conjunto de regras proposto pelo governo com a alegada intenção de apressar as obras da Copa. O novo sistema introduz uma temerária redução de exigências quanto à fiscalização e aos procedimentos técnicos. Aprovada na Câmara dos Deputados em ritmo de urgência, a Medida Provisória 527/2011 foi transformada na Lei 12.462/2011 e enviada ao Senado para avaliação e votação.

A nova lei praticamente revoga muitos pontos importantes a Lei das Licitações (Lei No. 8.666/93), da qual fui relator. O RDC vem recebendo críticas de entidades profissionais de engenheiros, arquitetos e urbanistas. Um empresário do setor da construção, do Rio Grande do Sul, não mediu palavras para classificar o novo regime, que na sua opinião “abre as portas para a corrupção”.

A relação entre obras públicas, funcionários da administração, políticos e empreiteiros costuma ser excessivamente íntima e problemática. Daí a necessidade de se ampliar os controles e a fiscalização, ao invés de se facilitar negócios no limite da irresponsabilidade, como está sendo feito.

Num cenário como esse, é possível prever o surgimento de novos e graves problemas. Caso as expectativas e temores dos especialistas e críticos do RDC venham a ser confirmadas, em pouco tempo estaremos discutindo novas CPIs. Espero que não seja preciso repetir a proposta de instalação de uma CPI das Empreiteiras, que apresentei em 1993. Na época, ainda vivíamos o trauma do impeachment do presidente da República, seguido pela cassação dos mandatos de seis deputados – incluindo o do presidente da Câmara Federal. Investigar os principais responsáveis pela corrupção seria o passo seguinte, que nunca foi dado.

*Pedro Simon é senador pelo PMDB-RS.

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GRUPAS aguarda a inscrição dos interessados para a próxima reunião (28/05) em SP

O GRUPAS – Grupo de Gestores de Facilities enviou nova chamada para a inscrição dos interessados em participar de sua próxima reunião, conforme transcrição do texto abaixo:

Confirme sua presença, Clique Aqui

Reunião GRUPAS  –   GOCIL
Data: 28 / 05 / 2014
Hora: 08:30 ás 12:00hs

Tema: “Segurança na Copa do Mundo”
O que o Facility precisa saber sobre este tema

Local: Rua Quintana, nº1000 – BROOKLIN
Estacionamento: Gratuito – Rua Quintana nº 1012, Hotel Prodigy

Painel:

1a. Palestra: “Ultimando os preparativos para a Copa de 2014”
                    Bruno Hideo Omori – Presidente da Associação Brasileira
da Indústria de Hotéis / SP      

2a. Palestra: “Segurança na Copa do Mundo”
                   Sergio Ehrlich – Diretor de Operações da GOCIL

Debates / Perguntas / Respostas

Venha participar dessa reunião IMPERDÍVEL do GRUPAS, com informações preciosas para você que atua na área de FACILITIES.

Conheça o nosso  anfitrião  visitando: www.gocil.com.br

Ah, não se esqueça “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ

Wantuir Ribeiro
Presidente

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Seguem as recentes pesquisas da Rede Brasileira de Manutenção – Vamos participar?

Bom dia,

Todos os dias os profissionais de Gestão de Ativos, Manutenção e Facilities, tem que tomar decisões como alugar ou comprar, reparar ou comprar um novo equipamento.
As vezes a decisão não é só técnica e nem sempre é só econômico-financeira.

Quais são as práticas do mercado e nas melhores empresas?

Participe das pesquisas da RBM, informe o que se faz na sua empresa e fique sabendo como essas coisas são tratadas nas outras empresas.
As pesquisas podem ser respondidas nos links abaixo:

Alugar ou comprar? Link https://alugaroucomprar.questionpro.com
Praticas de Reparação – Link https://itensreparaveis.questionpro.com

Ao terminar cada pesquisa voce visualiza instantaneamente o resultado parcial.

E estamos encerrando hoje uma pesquisa especial. É a que faz um levantamento sobre as eleições brasileiras de outubro próximo. Como será que vota o profissional de engenharia e manutenção e facilities?
A pesquisa Eleições 2014 pode ser acessada no link https://eleicoes2014.questionpro.com
Abraços
Paulo Walter
RBM – Rede Brasileira de Manutenção
Outras pesquisas em andamento:
As Marcas Mais Conhecidas: https://marcas2014.questionpro.com
Ao participar de cada pesquisa, voce recebe o relatório da mesma gratuitamente
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ASBRAV divulga a chamada de trabalhos para o Congresso MERCOFRIO 2014

A ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação divulgou esta semana a CHAMADA para a inscrição de trabalhos técnicos para o 9º Congresso Internacional de Ar Condicionado, Refrigeração e Aquecimento – MERCOFRIO, que será realizado de 25 à 27 de agosto na FIERGS em Porto Alegre / RS.

Mais informações poderão ser obtidas no site da ASBRAV 

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O contrato que virou “abóbora”…

É realmente impressionante como tomadores e prestadores de serviço as vezes “brincam” (ou jogam, se assim preferir) com os documentos contratuais acordados e assinados entre as partes.

Elaborados para serem utilizados em uma última instância, os contratos reúnem (ou ao menos deveriam…) todas as condições de fornecimento (objeto, escopo, condições, prazos, entregáveis, etc) e obrigações de ambos os lados, incluindo a avaliação de performance (níveis mínimos de serviço, indicadores de desempenho, formato e freqüência da avaliação, etc).

No entanto, verifica-se constantemente que ambos os lados, muitas vezes desconhecem tais condições, processos e procedimentos, despendendo um tempo precioso em reuniões e principalmente, em trocas “infindáveis” de e-mails para discutir itens teoricamente não claros e suas várias interpretações (muitas vezes…ao gosto do freguês…).

Quando é que as interfaces de um contrato perceberão a importância de dedicar alguns minutos na leitura dos contratos sob a sua “batuta”?

Quando é que os tempos despendidos com idas e vindas de mensagens serão efetivamente convertidos em energia pura, ou seja, em energia direcionada ao próprio contrato, sua gestão e aprimoramento??

Os documentos que integram um contrato precisam ser do conhecimento de todos os envolvidos e respeitados ao longo do processo. Muito cuidado e atenção ao tentarem “interpretá-los ao seu bel prazer“, pois “o que é combinado não é caro” e contratos não “viram abóboras”

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“Morte” de shoppings nos EUA acende alerta no Brasil

Vejam que interessante esta reportagem compartilhada pelo colega Ferdinando Mugnato sobre o fracasso do modelo de Shopping centers que conhecemos aqui no Brasil, só que nos EUA.

Vale a pena ler!

Fonte: Terra Economia

06 de maio de 2014 • 09h58 • atualizado às 11h25
“Morte” de shoppings nos EUA acende alerta no Brasil

Pesquisa mostra que 36 empreendimentos inaugurados no ano passado abriram em média com metade das lojas fechadas por falta de locatários

Peter Fussy

O fotógrafo Seph Lawless (pseudônimo) publicou recentemente um livro com imagens de shoppings centers abandonados nos Estados Unidos. A obra Black Friday mostra a decadência de um modelo de negócio que cresce no Brasil, mas já acende um alerta preocupante. Segundo pesquisa do Ibope, os 36 empreendimentos inaugurados no ano passado abriram em média com metade das lojas fechadas por falta de locatários.

De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), atualmente cerca de 500 centros comerciais deste tipo operam no Brasil, e o número crescerá para 530 até o fim do ano – a maioria dos novos se localizam fora das grandes capitais. E pode ser esse um dos problemas. Conforme pesquisa do Ibope, muitos centros comerciais foram abertos em mercados que não tinham demanda suficiente.

Entre os shoppings inaugurados entre setembro e dezembro de 2013, a taxa média de ocupação em 21 deles foi de apenas 38%. Segundo Fabio Caldas, coordenador de pesquisa na área de shoppings do Ibope Inteligência, o ritmo de crescimento do varejo não acompanhou o avanço dos shoppings, que terão de se acostumar a um novo ritmo.

Nos Estados Unidos, cerca de 15% no shoppings vão falir ou serão transformados em outros espaços comerciais nos próximos dez anos, principalmente aqueles que não têm uma grande loja de departamentos como chamativo para consumidores, segundo pesquisa da Green Street Advisors. O processo de “morte” destes ícones foi retratado por Lawless como uma representação da falência do estilo de vida americano. Confira abaixo entrevista com o fotógrafo, que usa um nome fictício por medo do governo dos EUA.

Segundo pesquisa, 15% dos shoppings centers nos EUA vão falir ou virar outra coisa nos próximos dez anos. Fotógrafo Seph Lawless acredita que imagens mostram a decadência da sociedade americanaVeja entrevista com o fotógrafo Seph Lawless.

Seu trabalho é baseado na decadência e fracasso. É isto que você pensa sobre a sociedade americana ou sobre o mundo inteiro?
Acredito que a sociedade americana fracassou. Meu país não é mais socialmente ou economicamente viável, e a maioria dos americanos é facilmente guiada como ovelhas por um governo federal tirânico. Meu país está enfraquecido e minha fotografias expõem esta fraqueza. O governo não é muito fã do meu trabalho. Eles prefeririam que os americanos e o mundo pensem que a América ainda é forte e vibrante. Minha arte oferece uma descrição mais precisa do país. Uma revelação mais honesta da América.

Se você tivesse que fazer um projeto sobre o “sucesso” nos Estados Unidos, o que você fotografaria?
Eu fotografaria Americanos protestando contra o governo por causa de injustiças e crimes de guerra. Considero isso positivo e exemplo de algo bem sucedido.

Você planeja expandir o tema de shoppings centers, ou outros fracassos econômicos, para fora dos EUA?
Sim, farei projetos fora da América no futuro.

Quais serão estes projetos?
Em julho, começo a fotografar detentos no corredor da morte para um projeto que será meu terceiro livro no final do ano. O título será “Hauntingly Beautiful” (Assustadoramente bonito, em tradução livre) e será acompanhado de poemas de jovens estudantes. No começo do ano, dois professores usaram as minhas imagens para inspirar escrita criativa entre estudantes de poesia.

Por que você trabalha sob pseudônimo?
Uso um nome fictício por medo do meu governo. Em novembro passado, o Centro Nacional de Antiterrorismo divulgou um documento interno alertando que meu trabalho está expondo vulnerabilidades de segurança e que pode ajudar terroristas. Ameaçadoramente intitulado “Exploração urbana oferece visão sobre vulnerabilidades da infraestrutura”, o papel diz que fotos, vídeos e diagramas postados por Seph Lawless e outros exploradores poderiam ser usados por terroristas para “identificar remotamente alvos em potencial”.

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Despesa com segurança patrimonial chega à 30% do condomínio em shoppings

Publicado por / Fonte: Valor Econômico (06/05/2014)

As despesas com novas tecnologias de segurança e contratação de vigilantes qualificados representam hoje cerca de 30% do condomínio de um shopping center, tornando-se a segunda fonte de gastos de um empreendimento, atrás apenas dos custos com energia elétrica. A estimativa é da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), entidade que congrega 866 estabelecimentos (números de dezembro de 2013) no país.

O tema segurança sempre foi foco de preocupação do setor, mas ganhou força na mídia no Verão passado com os “rolezinhos” (encontros de jov ens mobilizados por redes sociais) que obrigaram até o fechamento das
portas no caso de alguns estabelecimentos, como o Shopping Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. Segundo a assessoria de imprensa do shopping, as despesas ex traordinárias resultantes dos cinco “rolezinhos” realizados entre janeiro e fev ereiro ficaram em cerca de R$ 500 mil, com gastos em contratação de reforço terceirizado de equipe de segurança, treinamento dos funcionários e medidas judiciais, como “interdito proibitório”, instrumento legal que impedia a realização dos encontros sem aviso prévio.

“O maior prejuízo patrimonial para um shopping não é com relação a bens materiais, mas sim quando a sua imagem fica abalada”, afirma Luis Augusto Ildefonso, diretor institucional da Alshop (Associação Brasileira
de Lojistas de Shopping). Segundo ele, os gastos médios anuais em segurança de um shopping em uma grande metrópole ficam em torno de R$ 2 milhões. “O inv estimento em tecnologia é permanente. Há também
a capacitação das equipes de v igilantes, que inclui treinamentos customizados para integração do funcionário ao empreendimento”, afirma.

Mas, em ocasiões especiais, nem mesmo todo o aparato é suficiente para garantir o sossego dos administradores, lojistas e frequentadores. Para ev itar problemas com ev entuais manifestações no período da Copa do Mundo, a Alshop e a Abrasce irão ingressar com liminares na Justiça estadual, nas cidades-sede dos jogos, pedindo reforço policial nas imediações dos shoppings. O efetiv o de segurança própria também
dev erá ser reforçado em até 30%. “Já estamos preparados. Garanto que não hav erá atos de v iolência da nossa parte. Em casos ex tremos, fechar as portas será a saída mais inteligente para assegurar a integridade de todos”, afirma Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce.

O monitoramento de um sistema de segurança de um shopping não é uma tarefa que se limita às 1 2 horas diárias de atendimento ao público. “É um gerenciamento ininterrupto durante os 365 dias do ano”, afirma Alex andre Judkiewicz, gerente de segurança do Shopping Iguatemi (SP) e membro dos comitês de segurança da Alshop e da Abrasce. Trata-se de um complex o que env olv e dezenas de câmeras digitais de TV espalhadas nos corredores, depósitos e estacionamento, monitores, alarmes de intrusão, sensores de alta sensibilidade contra fumaça e incêndios, controles de escadas rolantes e elev adores e dispositiv os em áreas de acesso restrito. Todo o controle é feito a partir da central de operações, onde dois ou três funcionários, durante 24 horas, monitoram cerca de 1 0 telas de TV e entram em contato via rádio com a equipe assim que for detectado algo que fuja dos padrões de segurança.

O custo é alto. Para montar um sistema de ponta, um shopping com 40 mil metros de Área Bruta Locável, equivalente a cerca de 200 pontos de v enda, irá gastar R$ 1 ,5 milhão incluído o treinamento com funcionários. “Seriam cerca de 1 50 câmeras”, diz Judkiewicz. Em linhas gerais, as câmeras internas ficam dispostas em pontos com maior risco, como perto de joalherias, bancos, lojas de alto padrão e nas áreas de alimentação, onde são comuns furtos de bolsas.

http://www.valor.com.br/empresas/3531606/despesa-chega-30-do-condominio-de-shoppings

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