CNI lança Cartilha sobre Economia de Energia Elétrica na Indústria

Fonte: Mega Moveleiros – 08.05.2014
Brasil – A energia é um dos principais insumos da indústria. A qualidade de suprimento e os custos são decisivos para a competitividade do produto nacional.Por isso, a CNI e as federações de indústrias lançam uma campanha com orientações simples e práticas para apoiar o uso eficiente da energia nas quase 573 mil unidades industriais espalhadas pelo país. As dicas de economia são apresentadas por meio de folder, cartaz e cartilha.

A cartilha apresenta uma relação completa de dicas, abrangendo os principais usos de energia elétrica na indústria e a grande variedade de atividades do setor.

O folder é uma versão resumida com destaques para economia em motores elétricos, sistemas de refrigeração, de ar comprimido e de iluminação. Esses itens representam mais de 50% dos custos em energia elétrica na indústria. Faça o download do folder e do cartaz nos links abaixo.

O objetivo da CNI e da indústria brasileira é promover e difundir a eficiência energética, sem comprometer a segurança e a qualidade dos processos produtivos. O sucesso de ações de conservação de energia na indústria depende da conscientização de todos.

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Cursos de Etiqueta PBE para edifícios residenciais e para edifícios comerciais públicos

Fonte: Procel Info – 08.05.2014
Edifícios Comerciais Públicos
Minas Gerais – O Curso visa disseminar a Etiquetagem da classe de Eficiência Energética em Edifícios desenvolvida pelo Ministério de Minas e Energia e publicada pelo INMETRO em 2009. O curso tem como objetivo apresentar os métodos de classificação geral do edifício e os requisitos quanto à envoltória, iluminação artificial e sistema de condicionamento de ar, além do sistema de bonificação; seus respectivos pré-requisitos e sobre o sistema de avaliação geral para o RTQ-C.

Público-alvo: Arquitetos, engenheiros civis, engenheiros mecânicos, engenheiros eletricistas, outros profissionais da construção civil, estudantes de graduação em arquitetura, engenharia e áreas afins.

Duração: 20 horas

Período de matrícula: 07/04/2014 a 17/08/2014

Data do curso: 18/08/2014 a 19/08/2014

Horário: segunda e terça: 08:00 – 12:00 – 14:00 – 18:00hs

Local: Escola de Arquitetura UFMG – Rua Paraíba, 697, sala 123 – Funcionários, Belo Horizonte

Vagas: 26 vagas, sendo 01 para bolsista.

Nº mínimo de candidatos inscritos para viabilizar o curso: 15 alunos.

Investimento: R$ 680,00 à vista ou em 2x de R$340,00, sendo a primeira na matrícula e a segunda para 10/09/2014.

Mais informações: e matrícula: Clique Aqui

 

Edifícios Residenciais

Minas Gerais – O Curso visa disseminar a Etiquetagem da classe de Eficiência Energética em Edifícios desenvolvida pelo Ministério de Minas e Energia e publicada pelo INMETRO em 2009. O curso tem como objetivo apresentar os métodos de classificação geral do edifício e os requisitos quanto à envoltória, iluminação, ventilação, aquecimento de água, além do sistema de bonificação; seus respectivos pré-requisitos e sobre o sistema de avaliação geral para o RTQ-R.

Público-alvo: Arquitetos, engenheiros civis, engenheiros mecânicos, engenheiros eletricistas, outros profissionais da construção civil, estudantes de graduação em arquitetura, engenharia e áreas afins.

Período de matrícula: 14/04/2014 a 24/08/2014

Data do curso: 25/08/2014 a 26/08/2014

Horário: segunda e terça: 08:00 – 12:00 – 14:00 – 18:00hs

Local: Escola de Arquitetura UFMG – Rua Paraíba, 697, sala 123 – Funcionários, Belo Horizonte.

Carga horária: 16 horas/aula

Vagas: 26 vagas, sendo 01 para bolsista.

Nº mínimo de candidatos inscritos para viabilizar o curso: 15 alunos.

Investimento: R$ 680,00 à vista ou em 2x de R$340,00, sendo a primeira na matrícula e a segunda para 10/10/2014.

Mais informações e inscrições: Clique Aqui

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Inglaterra reforça fundo para reabilitação energética

Vejam um exemplo de incentivo…

Fonte: Edifícios e Energia – 07.05.2014
Inglaterra – Um montante de até 7.600 libras (cerca de 9.300 euros) estará disponível para os proprietários particulares de Inglaterra e País de Gales que adotarem melhorias de eficiência energética nas suas casas. A medida diz respeito a um novo esquema governamental (New Green Deal Home Improvement Fund – NGDHIF), que entra em vigor a partir de Junho.

Com base na iniciativa, estão previstos vários montantes de apoio, calculados em função das medidas implementadas. A instalação de um isolamento de parede sólida, por exemplo, pode ter um reembolso de até 75% dos custos (até um teto máximo de 6.000 libras), ao abrigo do novo esquema de incentivos.

O NGDHIF é um complemento ao programa global ‘Green Deal’, de incentivo à reabilitação energética, lançado no início de 2013. O programa – que decorre na Inglaterra, Gales e Escócia – permite que os britânicos realizem medidas para a melhoria do desempenho energético das suas habitações, através das economias alcançadas nas faturas energéticas. Contudo, a adesão ao ‘Green Deal’ não tem impressionado. Desde Janeiro do ano passado, apenas 1.754 casas estão inscritas na iniciativa.

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Com apoio de empresários, Obama anuncia ações em energia renovável

E por aqui… continuamos sem uma política definida e sem incentivos…

Fonte: Reuters – 09.05.2014
Estados Unidos – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira o aumento do uso de painéis solares, a ampliação da eficiência energética em edifícios federais e treinamento de mais pessoas para trabalhar na área de energias renováveis, informou a Casa Branca.

O presidente, anunciou durante uma visita ao Wal-Mart, em Mountain View, Califórnia, também destacou os compromissos por parte das empresas para levar a geração de energia solar às suas instalações. Wal-Mart, Apple, Yahoo, Google e Ikea estão entre as empresas que assumiram tais compromissos.

Várias instituições financeiras, incluindo Citigroup e o Goldman Sachs, anunciaram novos planos para “investimento em larga escala e programas inovadores” para desenvolver instalações de energia solar e renovável, informou a Casa Branca.

As determinações de Obama vão apoiar esforços de algumas universidades para que 50 mil trabalhadores entrem no setor de energia solar até 2020, informou o comunicado da Casa Branca.

Outra iniciativa vai portar 2 bilhões de dólares em novas tecnologias para eficiência energética nos edifícios federais ao longo dos próximos três anos, ampliando um outro compromisso de 2 bilhões de dólares de 2011.

Ações para fortalecer os códigos de construção também são parte dos planos.

“Investir em energia solar e eficiência faz sentido para reduzir nossas emissões de carbono, mas também para os nossos bolsos e para a nossa economia”, disse Dan Utech, assessor de recursos energéticos para Obama, durante uma teleconferência na segunda-feira para divulgar o anúncio do presidente.

“Desde que o presidente Obama assumiu o cargo, já aumentamos a produção de energia solar dos Estados Unidos em mais de dez vezes e, no ano passado , a produção de eletricidade a partir de energia solar dos Estados Unidos foi o dobro em relação há apenas dois anos.”

Um porta-voz de Obama também anunciou a conclusão de um projeto para a instalação de painéis solares na Casa Branca.

“O projeto, que ajuda a demonstrar que os edifícios históricos podem incorporar novas tecnologias em energia solar e eficiência energética, deve pagar seus custos com economia de energia ao longo dos próximos oito anos”, disse o porta-voz Matt Lehrich.

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Alemanha: uma potência em eficiência energética

Fonte: Lara Martinho, para o Procel Info

Alemanha – A proteção do meio ambiente e do clima faz parte dos desafios globais do século XXI e tem um grande significado para a política, a mídia e a sociedade civil alemã. O país europeu é considerado internacionalmente uma das nações pioneiras na proteção do clima e na ampliação do uso de fontes alternativas de energia. Em 2011, a Alemanha foi o primeiro país industrializado a decidir abandonar de vez a energia nuclear.

Há muitos anos, a Alemanha adotou uma posição que conjuga a proteção do clima e do meio ambiente ao desenvolvimento da economia. Para tanto, faz-se necessário uma estratégia dupla que alie o aumento da eficiência da energia e dos recursos ao incremento do uso de energia e matérias-primas naturais renováveis. Isso incentiva o desenvolvimento de tecnologias energéticas novas tanto por parte da oferta, ou seja, usinas e energias renováveis, como por parte da demanda, isto é, onde há consumo de energia, por exemplo, em aparelhos eletrodomésticos, automóveis e edifícios.

A participação das fontes renováveis no consumo total de energia na Alemanha é de mais de 10%. Com a capacidade instalada de geração de 17.300 MW de energia fotovoltaica, a Alemanha ocupou em 2010 o primeiro lugar seguido da Espanha e do Japão. O projeto Desertec, financiado substancialmente por empresas alemãs, é um exemplo de um grande investimento europeu em tecnologia de energia renovável. A energia obtida pela Desertec nas usinas termossolares no norte da África deve cobrir 15% da demanda europeia até 2050.

O governo federal tenciona, até 2020, reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 40% em relação a 1990. Para isso lançou a campanha virada energética em que as tarifas chegaram a ficar 47% mais caras para poder financiar o projeto.

Governo federal tenciona, até 2020, reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 40% em relação a 1990


“Nós acreditamos que o período para a construção de usinas alternativas é muito curto. Para isso, portanto, acreditamos que vai haver um custo muito alto para que seja construído a tempo”, diz Nídia Batista, consultora empresarial e morada de Dortmund, cidade alemã.

A lei assegura uma tarifa três vezes maior que a das distribuidoras. Quem banca é o consumidor, que está pagando mais caro, mas é isso que atrai e faz a Alemanha ter hoje quatro milhões de produtores individuais de energia e um mercado que já emprega 380 mil trabalhadores. Todo esse esforço tem um objetivo: chegar em 2050 com 80% de energia limpa e renovável.

“Temos 274 metros quadrados onde os painéis solares poderiam ser instalados. Eu acho a ideia excelente porque eu acho que essa virada energética não deve vir somente do Estado. O consumidor tem que fazer a parte dele”, explica Caroline D’Essen, analista de campanha.

Em 2000, foi criada a Agência Alemã de Energia (dena) que apoia um programa chamado “Telhados Solares dena” cujo o objetivo é transformar telhados comuns em telhados com instalações solares, e isso tem um grande efeito de divulgação da Agência.

Outro projeto alemão é a “Casa Alemã ou casa ecoeficiente” que é um protótipo de casa sustentável sob o ponto de vista energético, resultado de projeto desenvolvido pela Universidade Técnica de Darmstadt (Alemanha), e vencedor do Concurso “Solar Decathlon”. A casa utiliza tecnologias inovadoras para a construção de residências e é abastecida com energia resultante do aproveitamento da energia solar. Além da eficiência energética, a Casa Alemã demonstra que a estética e o conforto convivem harmoniosamente com a utilização de energias renováveis.

Além desses projetos, 90 escolas participam de um projeto no qual eles procuram desperdícios de energia nos prédios, visando economizar ou aproveitar energia com mais eficiência. Os alunos além de serem os consumidores de energia do futuro, transportam esse tema para casa, para que os pais também aprendam. Esse e outros projetos e concursos são realizados na Alemanha visando sempre à eficiência energética.

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Prazo para a inscrição de trabalhos no Prêmio ABRAFAC 2014 se expirará em 22 de Maio

Premio 2014

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ASBRAV prorroga prazo (15/5) para a inscrição de trabalhos no MERCOFRIO 2014

Mercofrio 2014

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ABRAFAC inicia a chamada para o “World FM Day” de 4 de junho

World FM Day

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E que bola da vez…….não é?

Fonte: Engenharia Compartilhada

Petrobras: a menina dos olhos e a bola da vez

Todas as atenções estão voltadas para a principal empresa brasileira, a Petrobras. Em tempos de Copa do Mundo, pode-se dizer que a estatal é a bola da vez, nos dias atuais, nacional e internacionalmente.

Os motivos e interesses são diversos, nem sempre claros e, muitas vezes, pouco confiáveis. Ao mesmo tempo em que muitas denúncias de malversação de dinheiro empregado na empresa florescem, advindas predominantemente das forças de oposição governamental, ninguém pode negar que a estatal alçou voos nunca antes imaginados e que hoje figura entre as maiores empresas do setor petrolífero mundial.
Independentemente dessas questões de ocasião, o óleo de origem fóssil, que levou milhões de anos para ser formado nas rochas sedimentares, se tornou a principal fonte de energia do mundo moderno. Aqui, no Brasil, a maior parte das reservas está nos campos marítimos, em lâminas de águas profundas, muito maiores dos as de outros países produtores.
Por isso, encontrar petróleo exigiu da Petrobras conhecimento e tecnologia, além de ousadia e criatividade. Foi preciso analisar as técnicas existentes, adaptar, aperfeiçoar e inovar para trabalhar em um cenário inédito, o que nos tornou referência mundial no setor petrolífero.

 

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BR Properties prevê reajustes em linha com inflação

Divulgação CORENET Brazil

06/05/2014
Autor: Chiara Quintão
Fonte: Valor

A retomada de reajustes de aluguéis de escritórios comerciais em patamares acima da inflação só deverá ocorrer em 2016, de acordo com o diretor financeiro e de relações com investidores da BR Properties, Pedro Daltro. “Estaremos muito satisfeitos se os preços acompanharem a inflação neste ano e no próximo. Reajustes acima da inflação serão possíveis quando houver menos oferta”, diz Daltro.

O executivo afirmou que, apesar de o mercado não estar aquecido como ocorria em 2012, ainda existe demanda por locação. Considerando-se todos os segmentos de atuação da BR Properties – escritórios, galpões e imóveis para o varejo -, a empresa encerrou o primeiro trimestre com vacância financeira de 8,1%, ante 8,9% um ano antes. A vacância física teve leve queda de 4,7% para 4,6%.

Apesar de ter vendido seu portfólio do segmento industrial para a Global Logistic Properties (GLP) Brasil, a BR Properties adquiriu um galpão no primeiro trimestre. “Compramos um galpão, apesar de termos vendido todos os outros. Foi uma aquisição oportunista”, conta Daltro. O galpão foi comprado por R$ 60,5 milhões, valor que inclui os investimentos a serem feitos até a entrega, prevista para julho.

A BR Properties ainda aguarda a avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a operação de venda do portfolio de galpões para a GLP.

Segundo o executivo, a BR Properties gostaria de ter mais clareza do cenário macroeconômico antes de fazer novas aquisições. Mesmo com o ritmo de locação de imóveis mais lento, o preço dos ativos não mudou, o que torna as aquisições menos atrativas, conforme o diretor de relações com investidores. Ele disse não estar preocupado com os segmentos de atuação da companhia, “desde que a economia ande no mesmo ritmo em que está”.

No primeiro trimestre, a BR Properties teve lucro líquido de R$ 59,47 milhões, 35% a menos do que no primeiro trimestre do ano passado. A retração resultou, principalmente, de ganho não caixa no valor justo das propriedades para investimento em valor inferior ao registrado nos três primeiros meses de 2013.

A receita líquida aumentou 3%, para R$ 232,86 milhões. Segundo Daltro, a receita de locação poderia ter crescido mais se a companhia não tivesse vendido mais de R$ 500 milhões em ativos no ano passado. As despesas gerais e administrativas (sem considerar despesas com vacância e plano de opções) cresceram 14%, para R$ 20,7 milhões.

A geração de caixa medida pelo Ebitda teve queda de 8%, para R$ 240,13 milhões.

O resultado financeiro líquido teve retração de 10%, para R$ 120,78 milhões. No fim do primeiro trimestre, a dívida líquida da BR Properties era de R$ 4,75 bilhões, 3% superior à do final de dezembro de 2013. A dívida bruta era de R$ 5,56 bilhões, e o caixa, de R$ 814,47 milhões.

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