Top 10 countries for LEED

LEED had already published interesting numbers about LEED projects around the world.

In fact, these numbers shows the most interested and committed countries regarding sustainable constructions and / or sustainable existing projects using LEED as a “tool” to achieve their goals.

Although, considering what frequently happens in Brazil with certified projects, regarding operation and maintenance issues along building’s life cycle, I really would like to know how these top ten countries are really committed to maintain project’s performance within post-construction phase.

Even considering LEED requisites and recommendations, it is not difficult to observe in Brazil:

  • Buildings operated differently from design specs and recommended procedures
  • A difficult access to O&M manuals and design information within post-occupation phase
  • A lack of culture in measuring and verifying operational results and buildings performance data

In this sense, a group of professionals with an expressive background in the Facility Management and O&M Industries submitted a presentation named “Sustainable Buildings’ Operation, Maintenance, M&V”, which was accepted by GBC Brazil for the event “Greenbuilding Brazil 2014 Educational Program” and will take place by August 6th, in São Paulo.

This group of professionals is composed by:

  • Alexandre M F Lara – Director – A&F Partners Consulting
  • Lamberto Grinover – Director – Tishman Speyer
  • Marcelo Ramicelli – Regional Manager – Cushman Wakefield

This educational session will contemplate owner’s and / or investors’ expectations, O&M issues regarding Brazilian culture and market and the presentation of cases involving O&M and M&V results.

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LEED Article – Published on 5 Nay 2014 / Written by Selina Holmes

Top 10 countries for LEED

LEED projects can be found in over 140 countries and territories around the world and on six out of seven continents — there are no LEED projects in Antarctica, but you never know what the future holds.

To provide a better view of LEED’s impact globally, we’ve ranked the top 10 countries for LEED outside of the U.S.. Looking at the gross square meters of certified space around the globe, we came up with the list below.

What’s changed over the last year?

Canada, China and India have always led the way for LEED projects and in the last year they certified a combined total of 13 million gross square meters.

The top ten countries together, represent 61 million gross square meters of LEED-certified space. That’s an increase of 41% from last year.

Brazil, which ranks seventh for LEED-certified gross square meters of space and fourth for LEED-certified projects, recently certified two stadiums in preparation for the 2014 World Cup games. They have the largest number of certified stadiums and the only platinum certified stadiums outside the U.S.

Link to access the original site – Top 10 countries for LEED

 

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Portas abertas à corrupção

Imaginem se isto não acontecerá????

Ou alguém ainda acredita em “papai Noel”??

Portas abertas à corrupção

Fonte: Jornal do Brasil – Rio de Janeiro/RJ – CAPA – 08/05/2014
Pedro Simon*

Não há como não recordar episódios da história das relações entre obras públicas, empreiteiros, funcionários e políticos quando se avalia o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), conjunto de regras proposto pelo governo com a alegada intenção de apressar as obras da Copa. O novo sistema introduz uma temerária redução de exigências quanto à fiscalização e aos procedimentos técnicos. Aprovada na Câmara dos Deputados em ritmo de urgência, a Medida Provisória 527/2011 foi transformada na Lei 12.462/2011 e enviada ao Senado para avaliação e votação.

A nova lei praticamente revoga muitos pontos importantes a Lei das Licitações (Lei No. 8.666/93), da qual fui relator. O RDC vem recebendo críticas de entidades profissionais de engenheiros, arquitetos e urbanistas. Um empresário do setor da construção, do Rio Grande do Sul, não mediu palavras para classificar o novo regime, que na sua opinião “abre as portas para a corrupção”.

A relação entre obras públicas, funcionários da administração, políticos e empreiteiros costuma ser excessivamente íntima e problemática. Daí a necessidade de se ampliar os controles e a fiscalização, ao invés de se facilitar negócios no limite da irresponsabilidade, como está sendo feito.

Num cenário como esse, é possível prever o surgimento de novos e graves problemas. Caso as expectativas e temores dos especialistas e críticos do RDC venham a ser confirmadas, em pouco tempo estaremos discutindo novas CPIs. Espero que não seja preciso repetir a proposta de instalação de uma CPI das Empreiteiras, que apresentei em 1993. Na época, ainda vivíamos o trauma do impeachment do presidente da República, seguido pela cassação dos mandatos de seis deputados – incluindo o do presidente da Câmara Federal. Investigar os principais responsáveis pela corrupção seria o passo seguinte, que nunca foi dado.

*Pedro Simon é senador pelo PMDB-RS.

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GRUPAS aguarda a inscrição dos interessados para a próxima reunião (28/05) em SP

O GRUPAS – Grupo de Gestores de Facilities enviou nova chamada para a inscrição dos interessados em participar de sua próxima reunião, conforme transcrição do texto abaixo:

Confirme sua presença, Clique Aqui

Reunião GRUPAS  –   GOCIL
Data: 28 / 05 / 2014
Hora: 08:30 ás 12:00hs

Tema: “Segurança na Copa do Mundo”
O que o Facility precisa saber sobre este tema

Local: Rua Quintana, nº1000 – BROOKLIN
Estacionamento: Gratuito – Rua Quintana nº 1012, Hotel Prodigy

Painel:

1a. Palestra: “Ultimando os preparativos para a Copa de 2014”
                    Bruno Hideo Omori – Presidente da Associação Brasileira
da Indústria de Hotéis / SP      

2a. Palestra: “Segurança na Copa do Mundo”
                   Sergio Ehrlich – Diretor de Operações da GOCIL

Debates / Perguntas / Respostas

Venha participar dessa reunião IMPERDÍVEL do GRUPAS, com informações preciosas para você que atua na área de FACILITIES.

Conheça o nosso  anfitrião  visitando: www.gocil.com.br

Ah, não se esqueça “A RAZÃO DO GRUPAS É VOCÊ

Wantuir Ribeiro
Presidente

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Seguem as recentes pesquisas da Rede Brasileira de Manutenção – Vamos participar?

Bom dia,

Todos os dias os profissionais de Gestão de Ativos, Manutenção e Facilities, tem que tomar decisões como alugar ou comprar, reparar ou comprar um novo equipamento.
As vezes a decisão não é só técnica e nem sempre é só econômico-financeira.

Quais são as práticas do mercado e nas melhores empresas?

Participe das pesquisas da RBM, informe o que se faz na sua empresa e fique sabendo como essas coisas são tratadas nas outras empresas.
As pesquisas podem ser respondidas nos links abaixo:

Alugar ou comprar? Link https://alugaroucomprar.questionpro.com
Praticas de Reparação – Link https://itensreparaveis.questionpro.com

Ao terminar cada pesquisa voce visualiza instantaneamente o resultado parcial.

E estamos encerrando hoje uma pesquisa especial. É a que faz um levantamento sobre as eleições brasileiras de outubro próximo. Como será que vota o profissional de engenharia e manutenção e facilities?
A pesquisa Eleições 2014 pode ser acessada no link https://eleicoes2014.questionpro.com
Abraços
Paulo Walter
RBM – Rede Brasileira de Manutenção
Outras pesquisas em andamento:
As Marcas Mais Conhecidas: https://marcas2014.questionpro.com
Ao participar de cada pesquisa, voce recebe o relatório da mesma gratuitamente
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ASBRAV divulga a chamada de trabalhos para o Congresso MERCOFRIO 2014

A ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação divulgou esta semana a CHAMADA para a inscrição de trabalhos técnicos para o 9º Congresso Internacional de Ar Condicionado, Refrigeração e Aquecimento – MERCOFRIO, que será realizado de 25 à 27 de agosto na FIERGS em Porto Alegre / RS.

Mais informações poderão ser obtidas no site da ASBRAV 

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O contrato que virou “abóbora”…

É realmente impressionante como tomadores e prestadores de serviço as vezes “brincam” (ou jogam, se assim preferir) com os documentos contratuais acordados e assinados entre as partes.

Elaborados para serem utilizados em uma última instância, os contratos reúnem (ou ao menos deveriam…) todas as condições de fornecimento (objeto, escopo, condições, prazos, entregáveis, etc) e obrigações de ambos os lados, incluindo a avaliação de performance (níveis mínimos de serviço, indicadores de desempenho, formato e freqüência da avaliação, etc).

No entanto, verifica-se constantemente que ambos os lados, muitas vezes desconhecem tais condições, processos e procedimentos, despendendo um tempo precioso em reuniões e principalmente, em trocas “infindáveis” de e-mails para discutir itens teoricamente não claros e suas várias interpretações (muitas vezes…ao gosto do freguês…).

Quando é que as interfaces de um contrato perceberão a importância de dedicar alguns minutos na leitura dos contratos sob a sua “batuta”?

Quando é que os tempos despendidos com idas e vindas de mensagens serão efetivamente convertidos em energia pura, ou seja, em energia direcionada ao próprio contrato, sua gestão e aprimoramento??

Os documentos que integram um contrato precisam ser do conhecimento de todos os envolvidos e respeitados ao longo do processo. Muito cuidado e atenção ao tentarem “interpretá-los ao seu bel prazer“, pois “o que é combinado não é caro” e contratos não “viram abóboras”

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“Morte” de shoppings nos EUA acende alerta no Brasil

Vejam que interessante esta reportagem compartilhada pelo colega Ferdinando Mugnato sobre o fracasso do modelo de Shopping centers que conhecemos aqui no Brasil, só que nos EUA.

Vale a pena ler!

Fonte: Terra Economia

06 de maio de 2014 • 09h58 • atualizado às 11h25
“Morte” de shoppings nos EUA acende alerta no Brasil

Pesquisa mostra que 36 empreendimentos inaugurados no ano passado abriram em média com metade das lojas fechadas por falta de locatários

Peter Fussy

O fotógrafo Seph Lawless (pseudônimo) publicou recentemente um livro com imagens de shoppings centers abandonados nos Estados Unidos. A obra Black Friday mostra a decadência de um modelo de negócio que cresce no Brasil, mas já acende um alerta preocupante. Segundo pesquisa do Ibope, os 36 empreendimentos inaugurados no ano passado abriram em média com metade das lojas fechadas por falta de locatários.

De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), atualmente cerca de 500 centros comerciais deste tipo operam no Brasil, e o número crescerá para 530 até o fim do ano – a maioria dos novos se localizam fora das grandes capitais. E pode ser esse um dos problemas. Conforme pesquisa do Ibope, muitos centros comerciais foram abertos em mercados que não tinham demanda suficiente.

Entre os shoppings inaugurados entre setembro e dezembro de 2013, a taxa média de ocupação em 21 deles foi de apenas 38%. Segundo Fabio Caldas, coordenador de pesquisa na área de shoppings do Ibope Inteligência, o ritmo de crescimento do varejo não acompanhou o avanço dos shoppings, que terão de se acostumar a um novo ritmo.

Nos Estados Unidos, cerca de 15% no shoppings vão falir ou serão transformados em outros espaços comerciais nos próximos dez anos, principalmente aqueles que não têm uma grande loja de departamentos como chamativo para consumidores, segundo pesquisa da Green Street Advisors. O processo de “morte” destes ícones foi retratado por Lawless como uma representação da falência do estilo de vida americano. Confira abaixo entrevista com o fotógrafo, que usa um nome fictício por medo do governo dos EUA.

Segundo pesquisa, 15% dos shoppings centers nos EUA vão falir ou virar outra coisa nos próximos dez anos. Fotógrafo Seph Lawless acredita que imagens mostram a decadência da sociedade americanaVeja entrevista com o fotógrafo Seph Lawless.

Seu trabalho é baseado na decadência e fracasso. É isto que você pensa sobre a sociedade americana ou sobre o mundo inteiro?
Acredito que a sociedade americana fracassou. Meu país não é mais socialmente ou economicamente viável, e a maioria dos americanos é facilmente guiada como ovelhas por um governo federal tirânico. Meu país está enfraquecido e minha fotografias expõem esta fraqueza. O governo não é muito fã do meu trabalho. Eles prefeririam que os americanos e o mundo pensem que a América ainda é forte e vibrante. Minha arte oferece uma descrição mais precisa do país. Uma revelação mais honesta da América.

Se você tivesse que fazer um projeto sobre o “sucesso” nos Estados Unidos, o que você fotografaria?
Eu fotografaria Americanos protestando contra o governo por causa de injustiças e crimes de guerra. Considero isso positivo e exemplo de algo bem sucedido.

Você planeja expandir o tema de shoppings centers, ou outros fracassos econômicos, para fora dos EUA?
Sim, farei projetos fora da América no futuro.

Quais serão estes projetos?
Em julho, começo a fotografar detentos no corredor da morte para um projeto que será meu terceiro livro no final do ano. O título será “Hauntingly Beautiful” (Assustadoramente bonito, em tradução livre) e será acompanhado de poemas de jovens estudantes. No começo do ano, dois professores usaram as minhas imagens para inspirar escrita criativa entre estudantes de poesia.

Por que você trabalha sob pseudônimo?
Uso um nome fictício por medo do meu governo. Em novembro passado, o Centro Nacional de Antiterrorismo divulgou um documento interno alertando que meu trabalho está expondo vulnerabilidades de segurança e que pode ajudar terroristas. Ameaçadoramente intitulado “Exploração urbana oferece visão sobre vulnerabilidades da infraestrutura”, o papel diz que fotos, vídeos e diagramas postados por Seph Lawless e outros exploradores poderiam ser usados por terroristas para “identificar remotamente alvos em potencial”.

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Despesa com segurança patrimonial chega à 30% do condomínio em shoppings

Publicado por / Fonte: Valor Econômico (06/05/2014)

As despesas com novas tecnologias de segurança e contratação de vigilantes qualificados representam hoje cerca de 30% do condomínio de um shopping center, tornando-se a segunda fonte de gastos de um empreendimento, atrás apenas dos custos com energia elétrica. A estimativa é da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), entidade que congrega 866 estabelecimentos (números de dezembro de 2013) no país.

O tema segurança sempre foi foco de preocupação do setor, mas ganhou força na mídia no Verão passado com os “rolezinhos” (encontros de jov ens mobilizados por redes sociais) que obrigaram até o fechamento das
portas no caso de alguns estabelecimentos, como o Shopping Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. Segundo a assessoria de imprensa do shopping, as despesas ex traordinárias resultantes dos cinco “rolezinhos” realizados entre janeiro e fev ereiro ficaram em cerca de R$ 500 mil, com gastos em contratação de reforço terceirizado de equipe de segurança, treinamento dos funcionários e medidas judiciais, como “interdito proibitório”, instrumento legal que impedia a realização dos encontros sem aviso prévio.

“O maior prejuízo patrimonial para um shopping não é com relação a bens materiais, mas sim quando a sua imagem fica abalada”, afirma Luis Augusto Ildefonso, diretor institucional da Alshop (Associação Brasileira
de Lojistas de Shopping). Segundo ele, os gastos médios anuais em segurança de um shopping em uma grande metrópole ficam em torno de R$ 2 milhões. “O inv estimento em tecnologia é permanente. Há também
a capacitação das equipes de v igilantes, que inclui treinamentos customizados para integração do funcionário ao empreendimento”, afirma.

Mas, em ocasiões especiais, nem mesmo todo o aparato é suficiente para garantir o sossego dos administradores, lojistas e frequentadores. Para ev itar problemas com ev entuais manifestações no período da Copa do Mundo, a Alshop e a Abrasce irão ingressar com liminares na Justiça estadual, nas cidades-sede dos jogos, pedindo reforço policial nas imediações dos shoppings. O efetiv o de segurança própria também
dev erá ser reforçado em até 30%. “Já estamos preparados. Garanto que não hav erá atos de v iolência da nossa parte. Em casos ex tremos, fechar as portas será a saída mais inteligente para assegurar a integridade de todos”, afirma Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce.

O monitoramento de um sistema de segurança de um shopping não é uma tarefa que se limita às 1 2 horas diárias de atendimento ao público. “É um gerenciamento ininterrupto durante os 365 dias do ano”, afirma Alex andre Judkiewicz, gerente de segurança do Shopping Iguatemi (SP) e membro dos comitês de segurança da Alshop e da Abrasce. Trata-se de um complex o que env olv e dezenas de câmeras digitais de TV espalhadas nos corredores, depósitos e estacionamento, monitores, alarmes de intrusão, sensores de alta sensibilidade contra fumaça e incêndios, controles de escadas rolantes e elev adores e dispositiv os em áreas de acesso restrito. Todo o controle é feito a partir da central de operações, onde dois ou três funcionários, durante 24 horas, monitoram cerca de 1 0 telas de TV e entram em contato via rádio com a equipe assim que for detectado algo que fuja dos padrões de segurança.

O custo é alto. Para montar um sistema de ponta, um shopping com 40 mil metros de Área Bruta Locável, equivalente a cerca de 200 pontos de v enda, irá gastar R$ 1 ,5 milhão incluído o treinamento com funcionários. “Seriam cerca de 1 50 câmeras”, diz Judkiewicz. Em linhas gerais, as câmeras internas ficam dispostas em pontos com maior risco, como perto de joalherias, bancos, lojas de alto padrão e nas áreas de alimentação, onde são comuns furtos de bolsas.

http://www.valor.com.br/empresas/3531606/despesa-chega-30-do-condominio-de-shoppings

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Instituto de Engenharia de SP divulga curso sobre Inspeção e Auditoria de Instalações Elétricas Prediais para Maio

CURSO: INSPEÇÃO E AUDITORIA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS

DATA: 12 DE MAIO DE 2014

LOCAL: INSTITUTO DE ENGENHARIA

OBJETIVO

Transmitir os conhecimentos e procedimentos básicos de Inspeção e Auditoria em Edificações Novas, quanto às Instalações Elétricas.

 PÚBLICO-ALVO

Engenheiros Civis, Arquitetos e estudantes de Engenharia

PROGRAMA

  • Introdução;
  • Normas Técnicas Aplicáveis – NBR 5410 e NBR 5416;
  • Os Sistemas Elétricos Prediais;
  • Os procedimentos da Inspeção e da Auditoria das Instalações Elétricas;
  • Estudos de Casos – Fotos;
  • Encerramento;

INSTRUTOR

Oswaldo Boccia Junior

Engenheiro Eletricista formado pela Escola de Engenharia Mauá, Pós Graduado em Avaliações e Perícias, leciona em escolas técnicas estaduais e federais, foi proprietário de Instaladora Elétrica e Hidráulica, procedeu à inspeção de equipamentos elétricos, atualmente presta Consultoria de Avaliação e Perícia em edificações novas e/ou antigas.

Segue o link para os interessados: Curso IESP Maio / 2014

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Energia: Edifícios comerciais rumo à eficiência

Vejam um outro artigo, elaborado pelo colega Marcos Casado, no qual aponta a importância para a operação de empreendimentos sustentáveis, a fim de que os resultados projetados ainda na etapa de projeto possam ser atingidos.

Independentemente do custo de um novo projeto e sua construção, sabe-se que os custos operacionais (operação e manutenção) correspondem à maior parcela dentro do Ciclo de Vida de um empreendimento (entre 70% e 85%).

04 mar 2014 | 10h23

Publicado pela GREEN NEWS

Engº Marcos Casado | Sustentech

Energia: Edifícios comerciais rumo à eficiência

As economias emergentes devem ser responsáveis pelo consumo de dois terços de toda a energia do planeta em 20 anos. É o que garante a Agência Internacional de Energia, com base em previsões que apontam um crescimento acentuado na atividade global de construção na próxima década em países como Brasil, China e Índia. Conjuntamente, esse grupo de países deve ser responsável por cerca de um terço da atividade global de construção em 2025.

Soma-se a estas perspectivas futuras de consumo energético o cada vez mais alto custo da energia. O déficit hídrico, que vem marcando o início deste ano, comprometeu o abastecimento de energia hidrelétrica e exigiu que o governo ativasse a energia térmica de reserva, gerada a partir da queima de combustíveis fósseis, elevando os custos para as distribuidoras que, mais cedo ou mais tarde, chegarão às contas dos consumidores.

Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o nível dos reservatórios que abastecem as usinas hidrelétricas está menor que em 2001, quando consumidores comerciais e residenciais precisaram reduzir em 20% o consumo de energia. Embora o governo afirme que os investimentos em energia térmica complementar garantiram melhor infraestrutura para enfrentar cenários extremos,  a conta de luz teria que subir 15% na ponta de consumo para cobrir os custos das térmicas caso o Tesouro decida arcar com metade destas despesas.

Em um mercado em constante efervescência, é impossível ignorar as vastas oportunidades de melhorar o desempenho do elevado estoque de edifícios comerciais antigos em todo o mundo por meio de projetos voltados a uma reforma estrutural, como é o retrofit, tendo como base modelos de serviços que permitam aos proprietários e usuários gerenciar os custos operacionais e de energia.

No Brasil, os edifícios respondem por cerca de 45% do consumo anual de energia de todo o país. Os avanços tecnológicos e de soluções de engenharia tem permitido uma ampla gama de soluções para os mais variados tipos de empreendimentos, valendo-se da grande oportunidade de reverter opções ultrapassadas em sistemas de consumo eficiente, além de investir em novas tecnologias pensando nos projetos que estão por vir.  Hoje já realizamos na fase de projetos, diagnósticos de avaliação do desempenho energético em edifícios comerciais e residenciais existentes ou ainda em construção, onde é possível identificar, comparar e implementar soluções e estratégias que proporcionem a redução do consumo e o uso racional de energia para diferentes tipos de empreendimentos, antecipando-se aos impactos de um aumento de tarifa ou restrição de consumo.
Outra possibilidade a realização de estudo de fontes alternativas de energias renováveis possíveis, que podem ser geradas localmente, diminuindo a carga na distribuição e transmissão das mesmas.

De acordo com o Instituto Europeu de Energia e Transportes, edifícios de alto desempenho (ou inteligentes) consomem de 20% a 30% menos energia e operam com custos até 50% menores em relação a edifícios convencionais – desde que sejam corretamente operados e mantidos. Esse é o motivo para acreditar e sempre buscar a inovação quando pensamos em construção sustentável. Irremediavelmente, o futuro do setor passa por aqui.

Em um planeta faminto por energia, melhorar o desempenho dos edifícios comerciais pode ser o pontapé inicial para avançar em iniciativas de eficiência energética, independentemente da localização.

*Eng. Marcos Casado – Diretor Técnico da Sustentech Desenvolvimento Sustentável
*Eng. Marcos Casado – Diretor Técnico da Sustentech Desenvolvimento Sustentável
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