E que bola da vez…….não é?

Fonte: Engenharia Compartilhada

Petrobras: a menina dos olhos e a bola da vez

Todas as atenções estão voltadas para a principal empresa brasileira, a Petrobras. Em tempos de Copa do Mundo, pode-se dizer que a estatal é a bola da vez, nos dias atuais, nacional e internacionalmente.

Os motivos e interesses são diversos, nem sempre claros e, muitas vezes, pouco confiáveis. Ao mesmo tempo em que muitas denúncias de malversação de dinheiro empregado na empresa florescem, advindas predominantemente das forças de oposição governamental, ninguém pode negar que a estatal alçou voos nunca antes imaginados e que hoje figura entre as maiores empresas do setor petrolífero mundial.
Independentemente dessas questões de ocasião, o óleo de origem fóssil, que levou milhões de anos para ser formado nas rochas sedimentares, se tornou a principal fonte de energia do mundo moderno. Aqui, no Brasil, a maior parte das reservas está nos campos marítimos, em lâminas de águas profundas, muito maiores dos as de outros países produtores.
Por isso, encontrar petróleo exigiu da Petrobras conhecimento e tecnologia, além de ousadia e criatividade. Foi preciso analisar as técnicas existentes, adaptar, aperfeiçoar e inovar para trabalhar em um cenário inédito, o que nos tornou referência mundial no setor petrolífero.

 

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BR Properties prevê reajustes em linha com inflação

Divulgação CORENET Brazil

06/05/2014
Autor: Chiara Quintão
Fonte: Valor

A retomada de reajustes de aluguéis de escritórios comerciais em patamares acima da inflação só deverá ocorrer em 2016, de acordo com o diretor financeiro e de relações com investidores da BR Properties, Pedro Daltro. “Estaremos muito satisfeitos se os preços acompanharem a inflação neste ano e no próximo. Reajustes acima da inflação serão possíveis quando houver menos oferta”, diz Daltro.

O executivo afirmou que, apesar de o mercado não estar aquecido como ocorria em 2012, ainda existe demanda por locação. Considerando-se todos os segmentos de atuação da BR Properties – escritórios, galpões e imóveis para o varejo -, a empresa encerrou o primeiro trimestre com vacância financeira de 8,1%, ante 8,9% um ano antes. A vacância física teve leve queda de 4,7% para 4,6%.

Apesar de ter vendido seu portfólio do segmento industrial para a Global Logistic Properties (GLP) Brasil, a BR Properties adquiriu um galpão no primeiro trimestre. “Compramos um galpão, apesar de termos vendido todos os outros. Foi uma aquisição oportunista”, conta Daltro. O galpão foi comprado por R$ 60,5 milhões, valor que inclui os investimentos a serem feitos até a entrega, prevista para julho.

A BR Properties ainda aguarda a avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a operação de venda do portfolio de galpões para a GLP.

Segundo o executivo, a BR Properties gostaria de ter mais clareza do cenário macroeconômico antes de fazer novas aquisições. Mesmo com o ritmo de locação de imóveis mais lento, o preço dos ativos não mudou, o que torna as aquisições menos atrativas, conforme o diretor de relações com investidores. Ele disse não estar preocupado com os segmentos de atuação da companhia, “desde que a economia ande no mesmo ritmo em que está”.

No primeiro trimestre, a BR Properties teve lucro líquido de R$ 59,47 milhões, 35% a menos do que no primeiro trimestre do ano passado. A retração resultou, principalmente, de ganho não caixa no valor justo das propriedades para investimento em valor inferior ao registrado nos três primeiros meses de 2013.

A receita líquida aumentou 3%, para R$ 232,86 milhões. Segundo Daltro, a receita de locação poderia ter crescido mais se a companhia não tivesse vendido mais de R$ 500 milhões em ativos no ano passado. As despesas gerais e administrativas (sem considerar despesas com vacância e plano de opções) cresceram 14%, para R$ 20,7 milhões.

A geração de caixa medida pelo Ebitda teve queda de 8%, para R$ 240,13 milhões.

O resultado financeiro líquido teve retração de 10%, para R$ 120,78 milhões. No fim do primeiro trimestre, a dívida líquida da BR Properties era de R$ 4,75 bilhões, 3% superior à do final de dezembro de 2013. A dívida bruta era de R$ 5,56 bilhões, e o caixa, de R$ 814,47 milhões.

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Imprensa e entidades seguem questionando RDC

Confira abaixo editorial publicado no jornal Valor Econômico de 08 de maio, que faz referência a artigo do presidente do SINAENCO José Roberto Bernasconi

Os riscos da generalização do regime diferenciado

As licitações públicas são uma das principais fontes de corrupção no país e o êxito em coibi-la depende de arranjos institucionais que vão além de um bom texto legal – do qual o país carece. O governo resolveu saltar as etapas do aperfeiçoamento da legislação das licitações, que tem de ser cautelosa, e estender o Regime Diferenciado de Contratações Públicas a todas as concorrências. O ponto mais polêmico é que o RDC permite a contratação integrada, na qual as empresas escolhidas para realizar obras de engenharia se responsabilizem tanto pelos projetos básico e executivo como pela construção dos empreendimentos. O sistema é mais ágil, mas afasta a supervisão do Estado e pode deixar órfãos os órgãos de controle. Como apontam críticos, com razão, o governo terá com o novo regime apenas vaga noção do que estará comprando. “Ele representa a forma mais rápida de comprar potenciais bombas-relógio em termos de qualidade e durabilidade”, diz José Bernasconi, presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia. (artigo no Valor, 28 de março).

A MP 630, que amplia o regime, nasceu sob a comoção das rebeliões nas cadeias do Maranhão e incluiu o RDC para construção de prisões. O regime diferenciado nasceu em agosto de 2011, quando o Executivo se deu conta, quatro anos após o país ter sido escolhido para a Copa, de que as obras estavam atrasadas. Estendeu-o depois às obras do PAC, do SUS, de infraestrutura da Conab, de aeroportos, dragagem de portos – e agora, a tudo.

O novo regime trouxe pouca vantagem na redução de custo para o Estado. Levantamento do Valor em 106 projetos do Dnit, em fevereiro, obtido pela Lei de Acesso à Informação, constatou que nas grandes obras, de valor superior a R$ 100 milhões, a diferença entre o preço estimado e o contratado foram mínimas (Valor, 20 de fevereiro). Na verdade, a economicidade não foi a motivação principal e só dourou a pílula. Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil, relatora da MP no Senado e candidata ao governo do Paraná, escreveu em seu parecer, onde consta o balanço de 2 anos do RDC, que a rapidez no processo licitatório “ocorre sem que os descontos obtidos pela Administração Pública em relação ao orçamento prévio sejam distintos daqueles obtidos quando o certame se processa sob o regime da Lei nº 8.666”.

São mais que duvidosas as supostas vantagens do sistema. Parlamentares petistas apoiaram o RDC porque ele acabaria com a praga dos “aditivos” que elevam os preços originalmente contratados das obras públicas, muitas vezes de forma absurda. Uma das razões para isso é que os projetos básicos são de má qualidade e têm de ser corrigidos ao longo da rota, com custos em ascensão. Mas não é verdade que isso vá acabar.

É sempre revelador ler as exceções nos textos legais. Pela MP, os aditivos são, sim, permitidos para “recomposição do equilíbrio econômico-financeiro decorrente de caso fortuito ou força maior” ou, o que é mais significativo, “por necessidade de alteração do projeto ou das especificações para melhor adequação técnica aos objetivos da contratação, a pedido da administração pública”. A rigor, a ressalva não deveria existir. O governo pagou por vontade própria por um projeto fechado e não faz sentido que pague mais depois por uma “melhor adequação técnica”, cuja definição deveria ser feita de início. A cláusula abre espaço para espertezas com o dinheiro público.

O governo alega que o seguro instituído é uma garantia. Em caso de não cumprimento, a seguradora pode até assumir o projeto. Em licitações de obras acima de R$ 100 milhões, o seguro-garantia exigido é de 30% do valor. De novo, há exceções. A exigência não vale se o projeto envolver baixo risco financeiro ou baixa complexidade técnica. A terceira ressalva é singelamente intrigante: “se o percentual da apólice inviabilizar as contratações”. Ou seja, o negócio poderá ser feito em condições mais camaradas, com seguro menor, de 10%.

Se, como nas concessões, as empresas forem gerir por longos prazos empreendimentos que projetam e construíram, imperícias ou gastos acima dos previstos seriam de sua inteira responsabilidade e comeriam seu lucro. Na contratação integrada, porém, o efeito é outro, muito distinto. Como observa Bernasconi: “O governo compra às cegas e recebe um empreendimento de enorme valor, que ele mesmo precisará operar por décadas. Se houver erros, o ônus é do governo”.

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Risco de racionamento de energia é 6x menor que em 2001, diz Zimmermann

Será?

De 2001 para cá, muitos brasileiros perderam o hábito de economizar / racionalizar o uso de energia, como aliás, acontece com o ser humano quando não está submetido à uma necessidade eminente ou mesmo quando não possui tal situação “marcada” em sua história de vida…

Vejam por exemplo os europeus, expostos às guerras e crises ao longo dos séculos, e que em grande parte mantêm esta cultura de não desperdiçar.

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Fonte:Agência Brasil

Divulgado por: Engenharia Compartilhada

Risco de déficit na série histórica em maio deste ano está em 3,7%, enquanto a possibilidade chegou a 24,7% há 13 anos

Da redação, com informações da Agência Brasil

O risco de racionamento de energia elétrica no Brasil é seis vezes menor do que em 2001, afirmou nesta terça-feira (06/05) o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann. Representando o ministério no Encontro Nacional dos Agentes do Setor Elétrico, que acontece no Rio de Janeiro, Zimmermann afirmou que não há necessidade de medida adicional para garantir o fornecimento diante dos baixos níveis dos reservatórios.
“O sistema na época estava desequilibrado. Hoje, ele é equilibrado e qualquer um pode observar [na comparação da série histórica] que os riscos chegavam a ser seis vezes maiores do que são agora”, disse o ministro, ao acrescentar que amanhã, na reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, serão divulgados mais detalhes sobre os riscos de déficit no sistema elétrico, após o fim do período chuvoso.
Zimmermann antecipou que o risco de déficit na série histórica em maio deste ano está em 3,7%, enquanto em 2001 a possibilidade chegou a 24,7%. Na série sintética, o risco está em 6,7%, enquanto em 2001 os dados indicavam 18,7%.
No Nordeste, onde o risco em maio de 2001 chegou a 44,4% na série histórica, o valor atual é zero. Na série sintética, a diferença é semelhante, de 44% para 1,9%.
Para 2015, Zimmermann afirma que também não há necessidade de medidas diferentes: “pelos dados de maio, também não está caracterizada nenhuma situação além do alerta atual”.
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, fez uma avaliação parecida com a de Zimmermann, ao mencionar que o aumento da capacidade instalada e a diversificação da matriz energética contribuem para o menor risco, apesar da situação climática semelhante.
“Temos uma situação estrutural totalmente distinta de 2001”, disse o presidente, que destacou ainda a capacidade das linhas de transmissão, que dobrou: “Em 2001, sobrou energia no Sul, mas não havia capacidade de transmiti-la para o Sudeste. Aumentou-se enormemente a capacidade de intercâmbio entre as regiões.”
Racionamento só será recomendado se projeções mudarem
ONS não deve pedir mudança na política energética durante a reunião do CMSE
O racionamento de energia só será recomendado pelo setor elétrico se for necessário, afirmaram nesta terça-feira (06/05) o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, e o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp. Ambos disseram que não há indicadores que apontem essa necessidade, mas que, caso isso mude, os agentes do setor não deixarão de recomendar o racionamento.
“Ninguém vai se furtar de tomar nenhuma medida. O que não se pode é tomar uma medida precipitada, porque isso tem um custo também. É preciso haver indicadores claros de que isso é necessário, e, hoje, os dados apresentados pelo ONS não imputam essa necessidade”, disse Tolmasquim. “A última projeção previu os reservatórios em 18% em novembro. A gente está num cenário que é de atenção ainda, mas, é claro, um cenário mais confortável do que antes. E esperamos que continue assim”, concluiu.
Hermes Chipp afirmou que a previsão para novembro, mês em que termina a época de seca no Sudeste, é de que os reservatórios da região cheguem a 18,5%, caso a afluência dos rios se confirme em 78% da média histórica. Para isso, também será necessário articular a flexibilização das restrições às hidrelétrica com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e com a Agência Nacional de Águas. Em alguns casos, há requisitos de uso múltiplo da água, para permitir o trânsito em hidrovias e a captação.
“Em primeiro lugar, existe um aspecto muito importante nessa decisão [de iniciar um racionamento], que eu chamo de dois riscos: o primeiro é o risco de se precipitar sem haver a necessidade corrente, e você ter um arrependimento, dada a consequência que existe nessa decisão, principalmente para os geradores, e o fato de criar um transtorno desnecessário. E a outra é você não fazer e criar um problema mais sério no futuro. Como eu mostrei, não se tem hoje nenhum indicador que aponte uma racionalização ou uma campanha de racionamento”, disse Chipp.
Como Tolmasquim, o diretor-geral do ONS assegurou que o operador recomendará o racionamento caso haja uma afluência menor e níveis mais baixos nos reservatórios. “Mas isso não é esperado. Está fora de cogitação”, afirmou Chipp, antecipando que não pedirá nenhuma mudança na política energética na reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, que ocorrerá amanhã.

 

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Westinghouse quer construir novo modelo de usina nuclear no Brasil

Fonte: Jornal da Energia

Divulgação: Engenharia Compartilhada

Conceito desenvolvido pela empresa prevê que o reator seja montando em módulos

Jornal da Energia

A Westinghouse, do grupo Toshiba, vem trabalhando conjuntamente com a Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan) para incentivar o avanço do projeto de geração nuclear no Brasil e planeja trazer um novo modelo de usina para o país, caso seja escolhida para a construção de novas unidades previstas no planejamento energético nacional.
Desenvolvido com um novo conceito de segurança, baseado nas leis fundamentais da física, o reator AP1000 já vem sendo montado em várias cidades pelo mundo, sendo quatro unidades nos EUA e quatro na China, onde a empresa já assinou contrato para fazer mais oito. Além das inovações conceituais do novo projeto, este é o primeiro reator nuclear do mundo a ser montado em módulos.
De acordo com o vice-presidente da Westinghouse para a América Latina, Carlos Leipner, o AP1000 pode ser uma escolha interessante para o Brasil por diversos fatores, que vão desde segurança e avanço tecnológico até simplificação da construção e da operação.
“Ao invés de trabalhar somente com o conceito de redundância de sistemas, o AP1000 atinge o maior nível de segurança por simplificação. Ele demanda menos válvulas, menos bombas de refrigeração, etc, mas leva em consideração as leis básicas da física, usando conceitos simples, como a gravidade, a circulação natural, condensação, evaporação etc. Assim, atingimos o maior nível de segurança e simplificamos a estrutura, gerando ganhos na construção, na operação e nos custos”, explica.
O reator é classificado como de geração III+, que vem a ser enquadrado na nova linha de reatores desenvolvidos recentemente no mundo e, somado a isso, vem com essas inovações exclusivas da Westinghouse. A construção em módulos é outro fator importante, porque pode não só facilitar a construção, como também aumentar a qualidade, já que eles são feitos em fábricas dedicadas a esses tipos de equipamentos. Toda a inspeção é feita dedicada, fora do campo de obra, e depois o módulo é transportado para o sítio, onde é montado.
“A experiência na China tem sido fantástica. O primeiro vai ficar pronto em cinco anos e meio ou seis anos. Os outros já estão mais rápidos. Então a expectativa é chegar a bem menos do que cinco anos”, afirma Leipner.
O executivo destaca ainda o potencial de ganhos que a construção de reatores AP1000 no Brasil poderia trazer ao país, com investimentos na cadeia de fornecedores, em qualificação e nas regiões em que forem instaladas as usinas.
“Temos a filosofia de fazer localmente o máximo possível, então pelo menos 50% seria feito no Brasil. Além disso, muitos empregos podem ser gerados. Nos Estados Unidos, por exemplo, cada projeto cria entre 3,5 mil e 5 mil empregos diretos na construção, e cerca de 800 na operação. Se for contar os empregos indiretos, esse número dá um grande salto”, diz.
Novo combustível para Angra I
Além dos planos de construir novas usinas no Brasil, a Westinghouse continua mantendo fortes parcerias com a indústria nuclear do país, principalmente com as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), com quem desenvolveu um novo combustível para a usina Angra I.
Denominado 16 NGF (New Generation Fuel – Combustível da Nova Geração), o novo desenho foi feito para permitir à Eletronuclear uma maior flexibilidade na operação da usina, incluindo a redução ou o aumento da potência, a faixa de temperatura com que podem operar, o fluxo da água utilizado, entre outros fatores.
“A usina já tem tido resultados muito bons nos últimos três, quatro anos. Em 2012, foi um dos recordes de produção no mundo, então ela está muito bem posicionada. O 16 NGF aumenta a possibilidade de melhorar ainda mais isso”, destaca Leipner.
Atualmente, Angra I já opera com quatro elementos do novo combustível e, no ano que vem, com a parada para reposição de parte do núcleo do reator, um número mais significativo de elementos do 16 NGF deverá entrar em operação.

 

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O mercado de treinamento e capacitação está em baixa???

Nos últimos tempos, especialmente de 2013 (inclusive) para cá, tenho ouvido de alguns colegas sobre a dificuldade para a viabilização de cursos e treinamentos, devido à até razoável procura, mas baixa confirmação das inscrições na “hora H”.

Eu já tenho uma outra visão sobre este assunto, uma vez que acredito piamente na lacuna que temos no mercado para um ensino não somente teórico, mas principalmente prático, com profissionais experientes e que possam trazer estudos de casos para os alunos.

Eu não acredito também que estejamos vivenciado apenas um período de grande lacuna, mas também por lidarmos com uma geração diferente, que busca ganhar tempo adquirindo conhecimentos a partir da transferência de vivências em “campo”.

Enfim, vi há alguns dias um post de nosso amigo e grande profissional de FM Oldemar Bandeira, no qual mencionou a inscrição de 43 alunos na Pos-graduação em FM no RJ, o que é simplesmente espetacular!

Considerando que o curso é “recheado” de docentes com imensa vivência no mercado, planejando e implantando projetos, lidando com situações diversas, etc, isto só vem à corroborar com a expectativa de nossos alunos nos dias de hoje.

Parabéns ao Oldemar, Edson Saromã e todos os demais envolvidos!

Segue o link do curso de pós para os interessados na cidade maravilhosa e região: http://www.avm.edu.br/novo_site2/pospresencial.asp?pos=0

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Alemanha oferece bolsa de estudos para brasileiros na área de energia e meio ambiente

Fonte: Ciclo Vivo

Divulgação: Engenharia Compartilhada

O programa é destinado exclusivamente a brasileiros

Ciclo vivo

A Fundação Konrad Adenauer oferece bolsas de estudos para brasileiros que desejam participar de cursos de pós-graduação na Alemanha. Entre as áreas de estudo disponíveis estão política ambiental, segurança energética e proteção do clima.
Conforme informado pela instituição, o programa é destinado exclusivamente a brasileiros e é aberto a estudantes que já possuem o diploma da graduação. As únicas áreas que não estão disponíveis para a participação no processo são: música e artes, medicina, odontologia e veterinária.
As inscrições devem ser feitas por e-mail e é necessário preencher o formulário disponível no site. Além disso, a instituição determina que o candidato possua fluência na língua alemã, ao menos o mínimo para a obtenção do certificado “Zertifikat Deutsch”, no momento da viagem para o continente europeu.
Outras premissas estabelecidas pela Fundação são: rendimento acima da média nos estudos de níveis médio e superior; aptidão pessoal e engajamento político e social, idade máxima de 30 anos no ato da inscrição; disposição para regressar ao país de origem e assumir responsabilidades perante o Estado e a sociedade.
Em contrapartida, os benefícios incluem: bolsa mensal (variável de acordo com o grau de qualificação do estudante); duração mínima de um ano – renovável de acordo com o rendimento acadêmico; passagem aérea de ida e volta; seguro saúde; auxílio para compra de livros; curso intensivo de alemão preparatório para o exame de proficiência (disponível para casos específicos).
 
O prazo para inscrições vai até 1 de junho.
Para obter mais informações clique aqui.

 

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Geração eólica no país cresce 7,4% em fevereiro

Fonte: Reuters

Divulgação: Engenharia Compartilhada

Geração somou 734 megawatts médios de 91 usinas, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE)

Reuters

foto:Parque Eólico de Barra dos Coqueiros, em Sergipe: aumento da produção de energia é resultante do acréscimo de novas capacidades de geração eólica
São Paulo – A geração de energia eólica no Brasil em fevereiro cresceu 7,4 por cento em relação ao mesmo mês do ano passado, somando 734 megawatts médios de 91 usinas, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O aumento da produção de energia é resultante do acréscimo de novas capacidades de geração eólica, que foi de 17,3 por cento para 2.250 MW atualmente ante fevereiro de 2013.
O Nordeste respondeu por 71 por cento da produção de energia eólica para o sistema em fevereiro. Em seguida, veio a região Sul, com 28 por cento de participação.
A eficiência na geração de energia pelas eólicas brasileiras foi de, em média 33 por cento, o mesmo do registrado nos Estados Unidos, e acima das médias registradas na China (18 por cento), Alemanha (19 por cento) e Espanha (24 por cento).
As informações são do Boletim de Operação das Usinas da CCEE e que considera empreendimentos com ao menos uma unidade geradora em operação comercial. O Boletim não considera os cerca de 900 MW de usinas eólicas que estão prontas mas que aguardam obras de transmissão ou distribuição que estão atrasadas.
Ventania – Energia eólica sopra forte no Brasil;
 
 
Até 2018, a participação da eólica na matriz energética brasileira vai saltar dos atuais 3% para 8%. Veja estados que lideram a corrida por essa fonte Limpa, renovável e competitiva
GERMANO LUDERS/EXAME
Ela se expandiu à velocidade de foguete nos últimos anos e hoje é a fonte que mais cresce no Brasil. Até 2018, a participação da energia eólica na matriz energética brasileira vai saltar dos atuais 3% para 8%.
Segundo o último boletim sobre o setor, divulgado esta semana pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), em seis anos, a capacidade instalada dessa fonte no país vai aumentar quase 300%.
Levando em conta os parque que estão em construção e a energia já contratada, vamos saltar dos atuais 3.445,3 megawatts (MW) para 13.487,3 MW, energia suficiente para abastecer mais de 20 milhões de casas no pais.
Por sinal, 2013 foi um ano recorde, com 4,7 gigawatts (GW) de potência contratada, 142% a mais do que a meta esperada de 2GW.
Dezembro terminou com um acréscimo de 10MW na capacidade instalada em relação ao mês anterior, passando para 3,46GW, distribuídos em 142 parques eólicos.
Veja, a seguir, os estados que lideram a corrida pela eólica no país.
Rio Grande do Norte
Divulgação/New Energy Options Geração de Energia
Capacidade instalada: 1.339,2 MW
Nº total de parques: 46
Parques em construção: 88
*Potência total até 2018: 3.654,2 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Ceará
Gentil Barreira/EXAME.com
Capacidade instalada: 661,0 MW
Nº total de parques: 22
Parques em construção: 70
*Potência total até 2018: 2.325,7 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Bahia
Renova Energia
Capacidade instalada: 587.6 MW
Nº total de parques: 24
Parques em construção: 109
*Potência total até 2018: 1.978,9 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Rio Grande do Sul
ITAMAR AGUIAR/ PALACIO PIRATINI/Divulgacão
Capacidade instalada: 460,0 MW
Nº total de parques: 15
Parques em construção: 73
*Potência total até 2018: 1.978,9 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada, até 2018
Santa Catarina
Kárin Ane Côrso/Site da Prefeitura de Água Doce
Capacidade instalada: 236,4 MW
Nº total de parques: 13
Parques em construção: 0
*Potência total até 2018: 236,4 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Paraíba
Divulgação/ Pacific Hydro
Capacidade instalada: 69,0 MW
Nº total de parques: 13
Parques em construção: 0
*Potência total até 2018: 69,0 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Sergipe
Divulgação/Desenvix
Capacidade instalada: 34,5 MW
Nº total de parques: 1
Parques em construção: 0
*Potência total até 2018: 34,5 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Rio de Janeiro
Divulgação/Omega Energia
Capacidade instalada: 28,1 MW
Nº total de parques: 1
Parques em construção: 0
*Potência total até 2018: 28,1 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Pernambuco
GERMANO LUDERS /EXAME
Capacidade instalada: 24,8 MW
Nº total de parques: 5
Parques em construção: 18
*Potência total até 2018: 534,5 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Piauí
Arquivo Tractebel Energia
Capacidade instalada: 18,0 MW
Nº total de parques: 1
Parques em construção: 33
*Potência total até 2018: 951,6 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada
Paraná
Rafael Drake/ WikimediaCommons
Capacidade instalada: 2,5 MW
Nº total de parques: 1
Parques em construção: 0
*Potência total até 2018: 2,5 MW
*representa a potência em operação, em construção e contratada

 

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Itaipu completa 30 anos de operação: título de maior do mundo em geração de energia

Fonte: Comunicação Itaipu – Divulgado por Brasilengenharia News (05/05/2014)

Itaipu completa 30 anos de operação mantendo o título de maior do mundo em geração de energia

itaipu_2014.jpg

O que fazer com tanta energia? Era isso o que perguntavam os céticos, na década de 1980, quando a usina de Itaipu entrou em operação. Com a economia brasileira estagnada, não havia necessidade de todo aquele potencial de 12,6 mil megawatts (hoje são 14 mil MW), praticamente a metade de toda a capacidade instalada do País. Apesar das críticas, a decisão do governo federal foi de prosseguir com a instalação das 18 unidades geradoras previstas inicialmente, embora num ritmo mais lento.
Hoje, segunda-feira (5), a usina completa 30 anos de geração de energia. Se não fosse aquela resolução “polêmica”, nem o Brasil nem o Paraguai teriam como sustentar o crescimento de suas economias. A Itaipu Binacional se tornou estratégica para os dois países e responde atualmente por 17% do consumo de energia elétrica do mercado brasileiro e 75% do paraguaio.
Dez anos depois de constituída a empresa binacional, para gerenciar e depois administrar a usina (Itaipu comemora 40 anos de criação no dia 17 de maio), entrou em operação efetiva sua primeira unidade geradora. Exatamente às 12h40 do dia 5 de maio de 1984 foi feita a primeira interligação com o sistema elétrico do Paraguai, país sócio do empreendimento.
A energia de Itaipu chegou ao Brasil um pouco mais tarde, porque o sistema de transmissão, operado por Furnas, ainda não estava concluído. A usina fechou 1984 com duas unidades instaladas, que geraram 277 mil MWh.
No ano seguinte, quando teve início a venda efetiva da energia gerada por Itaipu, já com três unidades geradoras instaladas, a usina produziu 6.327 MWh. A produção foi crescendo gradualmente, com a entrada em operação de novas unidades geradoras. A 18ª foi instalada em 1991. Em 1995, quando a energia de Itaipu já era importante para garantir o abastecimento do Brasil, Itaipu superou pela primeira vez os 75 milhões de MWh de energia garantida previstos no Tratado que deu origem à hidrelétrica. E nos anos de 1999 e 2000, quando o Brasil enfrentou uma crise de eletricidade, a usina superou os 90 milhões de MWh (93,4 milhões em 2000).

A marca de 90 milhões seria superada novamente em 2006 e 2007, ano em que foram inauguradas mais duas unidades de 700 megawatts, completando, assim, as 20 previstas no projeto inicial. Em 2012 e 2013, novos recordes mundiais – no ano passado, Itaipu gerou 98,6 milhões de MWh.

“Do ponto de vista da eficiência em geração de energia limpa e renovável, Itaipu é um caso de sucesso sem paralelo no mundo, motivo de orgulho para brasileiros e paraguaios. Temos bons motivos, portanto, para comemorar em 2014 os 40 anos de criação de Itaipu (17 de maio) e 30 anos do início de operação da usina”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek.

Mundo iluminado por 38 dias

Do início da entrada em operação da primeira unidade geradora até agora (considerando a previsão até 5 de maio de 2014), a usina de Itaipu gerou um total de 2,16 bilhões de MWh.

Essa energia toda seria suficiente para abastecer o mundo inteiro por 38 dias. A produção acumulada de Itaipu também atenderia o consumo dos Estados Unidos por 6 meses e 5 dias e da gigantesca China por 5 meses e 9 dias.

Os 2,16 bilhões de MWh seriam suficiente para suprir o consumo do Brasil por quatro anos e oito meses e da América Latina por dois anos, cinco meses e 11 dias. O Paraguai seria atendido por 176 anos e 9 meses. Já o Estado de São Paulo seria abastecido por 15 anos, 10 meses e 21 dias.

O Estado do Rio de Janeiro seria suprido por 55 anos, 2 meses e 20 dias. Já a cidade de São Paulo teria energia elétrica por 72 anos, oito meses e 23 dias e a cidade do Rio de Janeiro por 122 anos, 4 meses e 24 dias. A Região Sul seria atendida por 26 anos, 9 meses e 23 dias e a Região Sudeste por 9 anos e 11 dias.

Nem a China

Mesmo com a entrada em operação da usina chinesa de Três Gargantas, com maior capacidade instalada (22.400 MW contra os 14 mil MW de Itaipu), a usina brasileira e paraguaia mantém o título de maior produtora de energia elétrica do mundo.
Os principais fatores que explicam este bom desempenho estão na excelente regularização do Rio Paraná, na alta disponibilidade das unidades geradoras e dos sistemas de transmissão associados à usina e no trabalho de coordenação da disponibilidade desses recursos aliado às demandas crescentes do consumo de energia do Paraguai e do Brasil. O resultado é energia na quantidade e na hora certa, com um índice de aproveitamento energético acima dos 95%.
Nos dois últimos anos, o recorde mundial de geração de energia ficou com Itaipu. Em 2013, o marco histórico foi de 98.630.035 MWh. Ainda assim, a área técnica de Itaipu tem como meta atingir os 100 milhões de MWh nos próximos anos.
“Nós não estamos acomodados com estes resultados”, afirma Jorge Samek. E completa: “A visão definida no nosso planejamento estratégico estabelece que, até 2020, a Itaipu Binacional se consolidará como a geradora de energia limpa e renovável com melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.
Para o diretor técnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, “o maior desafio daqui para frente, sem dúvida, é o de manter a excelência na produção da nossa energia elétrica”. Ele explica que, como os equipamentos da usina completam 30 anos de operação ininterrupta, “com inquestionável confiabilidade”, é preciso “garantir sua saúde para os anos que virão”.
Isso pode ser feito, segundo ele, com investimentos na atualização tecnológica, onde for possível, e com a manutenção dos equipamentos que “permanecem no estado da arte e seguem demonstrando alta confiabilidade”, analisa.

Produção e produtividade
Para o superintendente de Operação da Itaipu (OP.DT), Celso Torino, no biênio 2012-2013, quando a Itaipu estabeleceu de forma inédita dois recordes mundiais consecutivos, com as marcas de 98,3 e 98,6 milhões de MWh, respectivamente, ocorreram dois fatos significativos.
O primeiro foi o valor absoluto da produção de energia; o segundo feito foi a produtividade e a eficiência que a usina atingiu, como resultado do aprendizado e aperfeiçoamento ao longo desses 30 anos de produção. “Como nossa matéria-prima é a água e a quantidade de água que vamos ter em cada ano é variável, nós só sabemos exatamente o quanto poderíamos ter produzido em cada ano quando ele já terminou, ou seja, com um olhar pelo retrovisor”.
Ainda segundo Torino, em 2012 e 2013, esse “olhar pelo retrovisor” mostra um aproveitamento dos recursos hídricos superior a 95%. “Esse rendimento é realmente um diferencial. E as ações necessárias para isso foram aprendidas ao longo desses anos com a ajuda de muita gente que trabalha ou trabalhou na Itaipu, assim como nas empresas parceiras como Eletrobras, Ande, Operador Nacional do Sistema (ONS), Furnas e Copel”, diz o engenheiro.
Ele ressalta também que essas são ações que permanecem e não dependem do ano ter muita ou pouca água. “Essa eficiência na produção é a nossa conquista e o grande desafio, depois de 30 anos, é preservá-la”, conclui.
Para o superintendente da Manutenção (SM.DT), Marco Castella, que acompanhou todas as etapas de transição de Itaipu nesses 30 anos de geração de energia, o sucesso de Itaipu é resultado da atuação de “profissionais altamente comprometidos com os resultados, alinhados aos objetivos estratégicos e sensíveis à atual conjuntura econômica de ambos os países”.
O assistente da diretoria técnica executiva, o engenheiro, Mário Lúcio Ozelame, um dos remanescentes da turma de 1980, faz uma contextualização dos desafios do passado, do presente e do futuro para a maior usina em operação do mundo continuar com índices invejáveis de produtividade sustentável.
“Inicialmente, o desafio era viabilizar Itaipu, o que significava superar obstáculos diplomáticos, financeiros e técnicos, e todos foram superados com louvor”, diz. E completa: “Hoje, além de produzir muita energia com eficiência e custo compatível com o mercado, temos de colocar a empresa como indutora do desenvolvimento e integração regional. No futuro, o objetivo é nos mantermos lá”.

Participação nos mercados
A capacidade instalada de Itaipu é de 14 mil megawatts (MW). A usina tem 20 unidades geradoras, cada uma com capacidade nominal de 700 MW. A 19ª unidade foi instalada em 2006 e a última em 2007.
A energia garantida de Itaipu é de 75 milhões de megawatts-hora, mas a usina produz, anualmente, acima de 90 milhões de MWh.
A produção supera a capacidade nominal das unidades geradoras graças, principalmente, aos cuidados com sua manutenção e operação.

Transmissão
A Itaipu tem a incumbência de entregar a energia produzida na usina até os pontos de conexão com o Sistema Interligado. No lado brasileiro, a conexão é localizada na subestação de Foz do Iguaçu, de propriedade de Furnas, e no lado paraguaio, a conexão é feita na subestação Margem Direita, situada na área da usina de Itaipu. A transmissão da energia até os centros de consumo é de responsabilidade de Furnas Centrais Elétricas, no Brasil, e Ande (Administración Nacional de Electricidad), no Paraguai.

A Itaipu – A Itaipu Binacional é a maior usina de geração de energia limpa e renovável do planeta e foi responsável, em 2013, pelo abastecimento de 16,9% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 70% do Paraguai. Em 2013, superou o próprio recorde mundial de produção e estabeleceu a marca de 98.630.035 megawatts-hora (98,63 milhões de MWh). Desde 2003, Itaipu tem como missão empresarial “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”. A empresa tem ainda como visão de futuro chegar a 2020 como “a geradora de energia limpa e renovável com o melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.

Foto: Divulgação

 

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Segurança elétrica nas instalações Pesquisa revela que 40% dos imóveis já fazem manutenção da instalação elétrica

Fonte: Infra News (07/05/2014)

Segurança elétrica nas instalações Pesquisa revela que 40% dos imóveis já fazem manutenção da instalação elétrica

Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) e o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo avaliou 780 edifícios no Estado, com o objetivo de avaliar se eles estão atendendo aos requisitos da instrução técnica IT-41, que prevê a inspeção visual das instalações elétricas de baixa tensão para gerar o auto de vistoria. Os dados foram coletados entre agosto e outubro de 2013. A amostra abrangeu edificações comerciais, residenciais e industriais, com um perfil constituído por prédios novos e com idade superior a 5 anos.

No universo da amostra, 40% dos prédios visitados pelo Corpo de Bombeiros haviam realizado a manutenção ou reforma prévia de suas instalações elétricas de acordo com os requisitos da IT-41. Das 780 unidades avaliadas, 14% receberam o ‘Comunique-se’ – a indicação de que algum reparo se faz necessário na instalação elétrica. A maior incidência de erro nas instalações foi verificada nos imóveis entre 10 e 15 anos (18%) e a menor,nas indústrias (9%).

Entre os principais motivos para a emissão do ‘Comunique-se’ estão: partes vivas expostas (42%), instalações elétricas do sistema de segurança desprotegidas contra o fogo (26%), condutores elétricos instalados de forma inadequada (25%) e condutores elétricos sem isolamento ou danificados (21%).

“Os números revelam a movimentação do setor para se adequar à norma, uma vez que 40% das edificações já haviam se preparado espontaneamente para atender aos seus requisitos”, informa o Tenente Coronel Adílson Antônio da Silva, do Departamento de Segurança Contra Incêndio do Corpo de Bombeiros. “Antes não tínhamos um instrumento que regulamentasse a questão e hoje há propostas em andamento no Congresso Nacional com este fim. Até o momento, no entanto, a IT-41 é o único instrumento legal que nos auxilia no processo de manutenção da segurança das instalações elétricas das edificações”, destaca Antônio Maschietto, Diretor Executivo do Procobre.

O texto da IT-41 fundamenta-se nas prescrições da NBR 5410 – norma que rege as instalações elétricas de baixa tensão – e nos regulamentos das autoridades de concessionárias de energia elétrica. A instrução é resultado de uma proposta apresentada em 2006 pelo Procobre e NEMA Brasil – Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Elétricos –, em conjunto com o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

A instrução estabelece condições mínimas para verificar a existência de medidas e dispositivos essenciais à proteção das pessoas e das instalações elétricas contra possíveis situações de choques elétricos e de risco de incêndio. O Procobre, por meio de seus consultores, colaborou para a redação do Manual de Inspeção Visual – instrumento de vistoria utilizado no ato da inspeção.

Por parte do Corpo de Bombeiros, a IT-41 é vista como um benefício à sociedade. Estatísticas da Corporação de 1999 a 2009 indicavam que 56,1% dos boletins de ocorrência relativos a incêndios tiveram origem intencional, sendo que, dos 43,9% restantes, provocados acidentalmente, 12,7% tiveram origem nas instalações elétricas, primeira colocação entre os fatores acidentais.

É importante destacar que a inspeção visual das instalações é feita por profissional habilitado pelo CREA para este tipo de serviço, seguindo as instruções da IT-41. Após a inspeção, ele entrega para o Bombeiro a declaração de conformidade da instalação devidamente assinada pelo responsável técnico e pelo proprietário da edificação. Somente as obras consideradas em conformidade com as exigências da IT-41 recebem o auto de vistoria emitido pela corporação.

 

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