As vantagens da substituição de lâmpadas incandescentes por LED

Fonte: E-lustre

Divulgação: Procel Info

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Brasil – A troca de lâmpadas tradicionais pela de LED é uma tendência irreversível, pois esta nova tecnologia oferece vantagens principalmente em termos de durabilidade e economia. Tanto que, após perceber que há uma redução real nos custos com energia, muitas empresas começaram a optar pela iluminação LED.

Consumo de energia e eficiência

A energia consumida pelo LED é revertida em iluminação e não em calor, consequentemente não desperdiça energia.

Lâmpada incandescente 60 W = luminária LED de 4,5 W com economia de 55,5 W.

Lâmpada fluorescente tubular de 40 W = luminária LED de 18 W com economia de 22 W.

Lâmpada dicroica 50 W = luminária LED de 6 W com economia de 44 W.

Reposição das lâmpadas

O LED pode chegar a mais de 50.000 horas de vida útil, enquanto que:

Incandescente = 1.000 horas

Fluorescente Compacta = 6.000 horas

Fluorescente Tubular = 7.000 horas

Halógena = 3.000 horas

Em termos de durabilidade 1 LED = 50 lâmpadas incandescentes ou 8 lâmpadas compactas fluorescentes ou 16 lâmpadas halógenas.

Exposição de produtos

A iluminação LED não emite radiação IV/UV, o que evita danos à pele, plantas e também objetos ou produtos expostos como roupas, calçados, móveis, decorações e obras de arte.

Descarte

Como o LED não possui em sua composição metais pesados como chumbo e mercúrio, não há necessidade de um descarte especial como as lâmpadas fluorescentes.

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UE pede meta de economia de energia de 30% para 2030

Falamos recentemente da Alemanha e a sua primeira colocação no ranking de países frente a questão da eficiência energética, mas vejam a reportagem a seguir sobre as metas estabelecidas pela União Europeia.

Estamos ou não “um pouco” longe deste nível de organização e de preocupação por parte de nosso governo?

Vejam o artigo abaixo.

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UE pede meta de economia de energia de 30% para 2030

Fonte: Isto é Dinheiro

Divulgação: Procel Info

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França – A Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) concluiu, na última quarta-feira, o plano de ação da UE contra o aquecimento global, com uma meta de economia de energia de 30% para 2030, anunciou à AFP uma fonte europeia.

Caberá aos dirigentes dos Estados-membros decidir durante uma cúpula em outubro se esta meta, a princípio indicativa, pode se tornar juridicamente vinculante, informou a fonte, que pediu para ter sua identidade preservada.

O objetivo de 30% foi defendido pela comissária encarregada do clima, Connie Hedegaard. O presidente da Comissão, José Manuel Barroso, defendia uma meta menos ambiciosa para evitar reações negativas dos países, diante dos importantes investimentos que serão necessários.

O plano recebeu o apoio do próximo presidente da Comissão, o luxemburguês Jean-Claude Juncker, que pediu “uma meta de 30% de eficiência energética para 2030” durante seu discurso no Parlamento europeu, na semana passada.

A União Europeia fixou três metas para 2020: reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 20% com relação a 1990, aumentar para 20% a cota de renováveis e fazer uma economia de energia de 20%. As três já estão praticamente cumpridas.

O executivo europeu pediu que se mantenham os esforços e propôs fixar a 40% a redução das emissões de gases de efeito estufa em 2030 e em 27% a parte das renováveis.

Falta apenas um objetivo de eficiência energética, estabelecido nesta quarta-feira, cuja discussão foi marcada por tensões entre Rússia e Ucrânia, que ameaçam o abastecimento de gás para a Europa.

Estes três objetivos representam a contribuição da UE com vistas à cúpula mundial sobre o clima, que será celebrada em dezembro de 2015, em Paris.

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Should Designers Be Liable to Contractors for Drawing Errors?

Todos os que convivem com projetos e construções sabem da dificuldade hoje existente nas diferentes modalidades de projetos…

São problemas que envolvem desde falhas nos documentos gerados, até mesmo omissões em relação a itens importantes.

Vejam o artigo abaixo publicado pelo ConstructionPro, o qual aponta uma atual discussão sobre a responsabilidade de projetistas e construtores.

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From: ConstructionPro Network

By: Bruce Jervis

Here is the link for the original publication.

It has long been controversial: Should design professionals be directly liable to construction contractors for deficiencies in the drawings and specifications? There are arguments on each side. On one hand, contractors necessarily rely on the design documents when bidding and performing the work. And, the architect or engineer knows there will be reliance on these representations. On the other hand, the design professional contracts with the project owner, not the constructors. The designer’s responsibilities – and liabilities – are to the owner.

The Texas Supreme Court recently came down on the latter side of this argument. Contractors cannot recover in negligence from design professionals for economic losses caused by errors in the drawings and specifications. The court said risk and responsibility on construction projects is customarily allocated by a chain of contracts. Liability in negligence to non-contracting parties would upset this carefully negotiated balance. A contractor “must look to its agreement with the owner for damages if the project is not as represented.”

In so ruling, the Texas high court noted – and documented – that precedent on this question is fairly evenly divided among the states. There clearly are two persuasive arguments to be made. Yet, the court failed to acknowledge that on public works contracts, the contractor has no opportunity to negotiate the allocation of risk. Where do you stand? I welcome your comments.

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Um segundo semestre que promete…anotem na agenda!!!

Como normalmente acontece na segunda metade do ano, temos no Brasil a ocorrência de vários eventos, entre eles congressos, seminários e encontros de alguns setores.

Neste 2014, o segundo semestre realmente promete, pois teremos os seguintes eventos já confirmados:

Sustentabilidade:

  • II Feira Tecnológica – Sustentabilidade em Processos Tecnológicos – FATEC Itaquera, de 05 à 06 de agosto (informações)
  • Green Building Brazil (Expo & Conferência) – SP – Centro de Convenções Transamerica, de 05 à 07/08 (informações)
  • Green Choice Award Celebration Party – SP – 06 de agosto – Bar Mercearia São Roque (informações)
  • 3º Seminário Nacional de Energias Renováveis e Eficiência Energética – Centro Empresarial Rio / RJ, 20 de agosto (informações)
  • Expo Sustentável & Conferência – SP / Expo Center Norte, de 26 à 28/08 (informações)

Facilities:

  • Reunião GRUPAS – 30/07 na COMGÁS (informações)
  • 8º INFRA RIO – 03/09 no Centro de Convenções SulAmérica (informações)
  • 10º Congresso ABRAFAC – 10 à 12/10 no Casa Grande Hotel Resort & Spa / Guarujá (informações)
  • 5º INFRA Brasília – 23/10 no Mercure Líder Hotel (informações)
  • Jantar e Premiação ABRAFAC – Os melhores do Ano (informações)

Ar Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento:

  • MERCOFRIO 2014 – 9º Congresso Internacional de AVAC-R – FIERGS – Porto Alegre / RS – de 25 à 27 de agosto (informações)

Além dos eventos, a ABRAFAC comemora neste ano os seus 10 anos de fundação, sendo que teremos novas eleições (conheça o edital) também neste segundo semestre.

Infelizmente, devido a proximidade das datas, não será possível acompanhar alguns destes bons eventos… mas escolham bem quais serão os seus eventos preferidos e anote em sua agenda!

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Arquitetos e Engenheiros criticam a ameaça de agências reguladoras

Fonte: Grandes Construções (Assessoria de Imprensa)

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

Eventi discute “sombreamento” das atividades das profissões.

Arquitetos, engenheiros e agrônomos se reuniram em Brasília, no dia 24 e 25/07 para discutir as atribuições privativas e compartilhadas entre as três modalidades profissionais. O objetivo é traçar estratégias de atuação que permitam definir quais as atividades pertinentes a cada profissão e cada conselho, buscando soluções para os problemas de “sombreamento” historicamente existentes. Na abertura do Seminário CONFEA/CAU, ficou definido que a prioridade do encontro deve ser a proteção da sociedade e o interesse público, em especial diante da ameaça de criação de agências reguladoras para assumir as funções de fiscalização das profissões.

“Este encontro representa o primeiro e definitivo passo para melhor atender à sociedade – juntos, como fazemos nos canteiros de obras e em nossos escritórios”, afirmou o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), Haroldo Pinheiro, na abertura do evento. Para José Tadeu da Silva,  presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), “o fruto do nosso trabalho, de engenheiros e arquitetos, são realizações de interesse social e humano. Estudamos e nos preparamos para fazer o bem à sociedade, garantir qualidade de vida, o desenvolvimento e o progresso do país”.

O presidente do CONFEA alertou para as ameaças do momento atual, quando setores políticos querem criar agências reguladoras para assumir as funções de fiscalização das profissões. “Há interesse em transformar os conselhos em cabides de emprego para políticos, isso acontece porque fazemos um bom trabalho. Não podemos voltar para antes de 1930, quando não havia os conselhos”.

José Augusto Viana, presidente do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (COFECI) e coordenador do Fórum de Conselhos Federais de Profissões Regulamentadas, destacou a importância de se resolver as questões de sombreamento profissional em eventos como esse, sem que envolver ações judiciais ou mudanças de lei no Congresso Nacional. “Os conselhos estão muito em evidência, ações como essas [na Justiça e no Congresso] trazem uma imagem tremendamente negativa. Esse evento será uma resposta aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, uma prova de que os profissionais se entendem entre si”, disse.

O coordenador do Fórum de Conselhos destacou que os conselhos não podem perder sua autonomia administrativa e financeira. “É essa autonomia que nos proporciona isenção para julgar processos éticos e disciplinares”. Segundo Viana, essa independência é o último reduto da sociedade para se proteger de más práticas profissionais.  Por isso é importante que os debates aqui sejam sempre voltados ao interesse público, nunca ao corporativismo”.

Haroldo Pinheiro exemplificou a importância da independência dos conselhos com a recente ação conjunta de ambas as instituições,  e diversas outras do setor,  contra a ampliação do RDC (Regime Diferenciado de Contração) para todas as obras públicas, como previa a MP 630/2013, derrubada no Senado por conta da mobilização. Os debates do seminário encaminharão propostas que depois serão apresentadas em uma plenária final, a ser realizada nesta sexta-feira (25/07)  à tarde. Os eixos temáticos sãos os seguintes: Exercício Profissional,  Fiscalização; Ensino; e  Ações Interinstitucionais.

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Por que será??…Brasil é penúltimo lugar em eficiência energética

Por que sera que aparecemos em penúltimo lugar entre os 16 maiores países do mundo, quando tratamos do quesito “eficiência energética”?

Segundo um recente estudo divulgado pelo Conselho Americano por uma Economia com mais Eficiência  Energética (ACEEE), estamos muito….mas muito atras do primeiro pais melhor colocado, que e a Alemanha.

Talvez existam leitores que fiquem espantados ou indignados com a noticia, mas fazendo um processo de analise imparcial, sera que não precisaremos:

  • Desenvolver ou rever uma política do governo neste sentido, adequando-a para as diferentes regiões e situações que possuímos?
  • Criar programas de incentivo neste aspecto, tornando-0s mais acessíveis `a população?
  • Educar o nosso povo, desde a sua base, quanto a importância de olharmos para o mundo e seus recursos, como parte integrante e não como um ser diferenciado ou supremo? (me refiro aqui ao que virou habito nestas ultimas gestões ao afirmar que somos e temos o pulmão do planeta – a Amazonia, a qual vem se deteriorando ao longo dos anos por falta de uma política de fiscalização mais efetiva)
  • Investir no setor de pesquisa?

Com varios amigos que atuam na academia, em suas respectivas universidades e faculdades, vejo de longe como e difícil obter incentivo e condições adequadas para a pesquisa e desenvolvimento. Lembro aos leitores que em função disto, muitos de nossos pesquisadores se encontram hoje em outros países.

Para quem gosta de historia, a mesma Alemanha que hoje e a primeira colocada nesta pesquisa, desenvolveu durante os preparativos para a segunda guerra mundial um combustível não fossil, o que a tornou imune aos embargos promovidos pelos ate enato aliados, ao serem informados das barbáries de Hitler.

Apesar de ser um passado distante e triste da historia mundial e da própria Alemanha, vejam que o incentivo promovido na época permitiu com que a pesquisa obtivesse sucesso, mesmo sem as condições que hoje temos.

Enquanto sentarmos na “janelinha” olhando o mundo distante e ignorando o que “avança sem retorno”, nada mudara´ e talvez percebamos tardiamente o que poderíamos ter feito….e não fizemos!

Vejam a seguir a materia.

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Brasil e´ penultimo lugar em Eficiência Energética

Fonte: Tribuna do Norte

Divulgação: Engenharia Compartilhada

Vejam aqui a materia em sua origem.

O Brasil aparece em 15º lugar entre os 16 maiores países do mundo em um ranking sobre eficiência energética, ganhando apenas do México. Segundo um novo estudo publicado pelo Conselho Americano por uma Economia com mais Eficiência Energética (ACEEE, na sigla em inglês), o país mais eficiente do mundo nesse quesito é a Alemanha, seguida pela Itália e com o agregado da União Europeia em terceiro lugar. Entre os países do grupo Bric, a China aparece em 4a lugar, a Índia fica com a 11a posição e a Rússia no fim da lista (14o).

O ACEEE elaborou o ranking dividindo a avaliação em quatro áreas, cada uma com uma pontuação máxima de 25 pontos. No total, o Brasil obteve 30 pontos, dos 100 possíveis. O pior desempenho do País foi no tópico da Indústria, no qual recebeu apenas 2 pontos. No item Esforços Nacionais foram obtidos 4 pontos, com mais 10 pontos em Construções. A área em que os brasileiros se saíram melhor foi Transportes, com 14 pontos e a quinta posição no ranking global. Ajudou o fato de os brasileiros usarem bastante o transporte público, respondendo por 37% da distância percorrida.

“A política energética no Brasil enfatiza basicamente a produção de energia renovável, deixando uma grande quantidade de eficiência energética intocada”, diz o relatório. No lado positivo, o Brasil se destaca pela taxa de investimentos em ferrovias, que é a maior entre todos os países analisados. Para cada US$ 1 investido em rodovias no País, US$ 1,28 é investido em ferrovias. A política nacional sobre uso e conservação de água também foi elogiada. O estudo aponta, porém, que apesar de o governo ter estabelecido um plano nacional sobre mudanças climáticas, não existe uma política nacional sobre economia de energia.

Entre os pontos nos quais o Brasil tem bastante a melhorar, o ACEEE lembra que não existem padrões obrigatórios para instalações elétricas em prédios e residências e que as exigências sobre eficiência energética só se aplicam a poucos equipamentos eletroeletrônicos.

O relatório também diz que o País se beneficiaria de acordos voluntários entre os setores público e privado para melhorar a eficiência energética na indústria, que incluiriam a criação de cargos específicos para cuidar dessa questão ou o estabelecimento de auditorias periódicas.

México e Brics

Grande rival do Brasil na preferência dos investidores entre os países da América Latina, o México tem a pior eficiência energética entre as economias analisadas pelo ACEEE. Os problemas se concentram principalmente na indústria, mas o estudo também ressalta a necessidade de mais recursos para pesquisa e desenvolvimento e um maior investimento em ferrovias.

A Rússia, por sua vez, aparece junto com Brasil e México no fim da tabela. A intensidade energética nas residências russas é uma das maiores do mundo, com políticas muito fracas para estimular a economia de energia. Além disso, as termoelétricas do país também estão entre as menos eficientes. Já Índia e China estão melhor colocadas no ranking. Em ambos os casos, o forte uso do transporte público é um ponto positivo, enquanto os chineses também se destacam pelos estímulos aos veículos híbridos e elétricos, embora a eficiência energética nas indústrias do país ainda seja muito baixa.

 

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Velocidade reduzida…

Em função de minha viagem, este blog vem apresentando uma redução na quantidade de postagens desde a ultima quarta, condição esta que deverá se manter até esta próxima segunda, quando terei retornado.

Até lá, não tem jeito……será com velocidade reduzida….

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LEED V4: A nova versão da certificação e suas atualizações

Fonte: Sustentarqui

Divulgação: Procel Info

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Brasil – A nova versão da certificação de construção sustentável – LEED v4 – apresenta novos requisitos para obtenção do selo, principalmente com atualizações técnicas visando aumentar as exigências do mercado verde.

A certificação internacional LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) é uma ferramenta voluntária que quantifica parâmetros e desempenho na adoção de práticas de construção sustentável na edificação. Tem como objetivo estimular o desenvolvimento de novas edificações ou reforma de edificações em consonância com práticas, metodologias e tecnologias de construção sustentável.

Para elevar os padrões técnicos desse mercado, em uma periodicidade que varia de 2 a 4 anos, uma nova versão da certificação LEED é desenvolvida. A mais recente atualização – o LEED v4 – apresenta modificações estruturais e de processo, principalmente atualizações técnicas visando aumentar as exigências ao mercado.

As práticas e pontuações da nova certificação, ao analisar os atributos de sustentabilidade de uma edificação, prioriza aquelas ações que, na ordem a seguir, tratam de assuntos relacionados à: mudanças climáticas (35%), Saúde (20%), Recursos Hídricos (15%), Biodiversidade (10%), Recursos Naturais (10%) Economia Verde (5%) e Comunidade (5%).

Três pontos principais guiaram a concepção da nova certificação LEED v4:

1 – Maior restrição do ponto de vista técnico e aumento de suas exigências.

2 – Destaque no cenário global, estando presente em 153 países.

3- Diversidade de edificações que buscam a certificação: estádios, centro de convenções, prédios comerciais, hospitais, data centers, hotéis, escolas, centro de distribuição, edificações existentes, entre outros.

Principais mudanças no LEED v4:

– Espaços sustentáveis: Pontua projetos nos chamados “terrenos de alta prioridade”, que contempla o desenvolvimento social frente à necessidade de determinada região, definida por planos diretores ou identificada por meio de um conjunto de fatores sociais.

– Nova categoria “localização e transporte”, com o objetivo de estimular que os projetos considerem o aproveitamento máximo das práticas relacionada à mitigação ao impacto no transporte. Também pontua projetos que privilegiem o acesso a pé e ao transporte público/alternativo (bicicletas, etc).

– Uso eficiente da água: Aumentou a pontuação que pode ser atingida com o gerenciamento de água da chuva; sem contar a obrigatoriedade da medição do consumo da água nas edificações.

– Energia e Atmosfera: a principal mudança está no pré-requisito de eficiência energética, ainda mais exigente que a versão anterior. Isso sem contar que considera não só o consumo energético da edificação, mas também o cumprimento das recomendações da concessionária perante a escala urbana de consumo.

– Materiais e recursos: Foco no ciclo de vida dos materiais, com novos créditos que premiam produtos com Declaração Ambiental de Produtos (DAPs). Aumento nos requerimentos de informes para matéria-prima, incluindo lugares de extração e compromissos ambientais por parte dos fornecedores.

Alinhado com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o LEED v4 exige a apresentação de um Planejamento de Gerenciamento de Resíduos e estimula o uso de reuso de materiais.

– Sinergia: Crédito específico para pontuar os projetos nos quais a equipe responsável pela concepção do projeto demonstra conhecer profundamente acerca do processo integrado na concepção do projeto.

Uma das principais características da certificação LEED é basear-se pela busca do consenso de diversos segmentos do mercado. O processo de discussão e aprovação do LEED v4 iniciou-se em 2010, envolvendo milhares de profissionais voluntários de diversos países, passando por seis períodos de comentários públicos, onde foram recebidos, analisados e considerados 22.000 comentários. “Trata-se de um trabalho necessário para que a certificação cada vez mais possa estimular os avanços nas construções sustentáveis, a partir de melhorias em processos, produtos e com base nas exigências globais de sustentabilidade”, afirma Felipe Faria, Diretor do Green Building Council Brasil (GBC Brasil).

O LEED v4 e suas atualizações serão um dos temas do programa de conferências da 5ª Greenbuilding Brasil – o evento da construção sustentável da América Latina – que será realizado em São Paulo, em agosto. 

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ASBRAV convida para a palestra “Afinal, onde estão os líderes?”

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Chineses “imprimem” 10 casas em 24 horas

Fonte: INFRA

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Uma empresa chinesa resolveu apostar na tecnologia da construção e desenvolveu uma técnica que imprime até 10 casas em 24 horas utilizando impressoras 3D gigantes, de 6,7 metros de altura. Essa empresa é a Winsun New Materials, que hoje é capaz de reduzir os custos do imóvel fabricando casas com concreto reciclado (material resultante da combinação de cimento e fibra de vidro) em um processo de construção que monta a estrutura camada por camada.

Projeto que levou 12 anos e 20 milhões de yuan (US$ 3,2 milhões) para ser desenvolvido, traça o futuro da construção, utilizando Tecnologia da Construção (hardware) aliada à Tecnologia da Informação (BIM), tornando possível imprimir desde pequenas peças delicadas até casas.

Confira no link abaixo um vídeo que mostra como essas estruturas são desenvolvidas:
http://www.coordenar.com.br/chineses-imprimem-10-casas-em-24-horas/

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