O quanto os nossos responsáveis por assegurar a acessibilidade em nossas operações se colocam na posição ou condição de quem depende de acessos adequados?

Esta é, sem dúvida alguma, uma pergunta intrigante e ao mesmo tempo complicada de se responder…

Trata-se, na realidade, de uma provocação!

Há décadas contamos com requisitos obrigatórios para a adequação de nossos edifícios e espaços, possibilitando com que portadores de necessidades especiais consigam usa-los ou acessa-los, sem qualquer dificuldade.

Mas na visão de vocês leitores….., será que realmente temos edificações acessiveis à todos?

O quanto estamos, de fato, embuidos em promover o acesso adequado ao próximo e o quanto estamos nos empenhando apenas para cumprir requisitos legais? O quanto que os nossos responsáveis, sejam eles legisladores, projetistas, administradores e proprietários, exercitam colocar-se na posição de quem utilizará rampas, acessos, etc, ao elaborarem o seu trabalho?

Ainda que não possamos obviamente generalizar, vemos diariamente tal desrespeito às Normas e Leis em vigor, principalmente pelo poder público, seja em função de adequações em travessias de ruas, nos quais muitas vezes cadeirantes precisam de ajuda, seja em função da falta ou falha na fiscalização de obras em edificações ou áreas privativas.

Vejam este interessante post do Diário da Inclusão Social e boa reflexão!

Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNICID / INBEC), professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET e professor da cadeira "Operação & Manutenção Predial" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo IBAPE / MACKENZIE. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
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