Impermeabilização de coberturas exige avaliação preliminar da estrutura

Fonte: AECweb

Projetista deve levar em consideração aspectos como movimentação estrutural, geometria do local e intensidade de tráfego de pessoas e veículos

A impermeabilização de lajes e coberturas tem como principal objetivo promover a estanqueidade desses elementos e protegê-los contra a ação da água e da umidade. Para que esse desempenho seja garantido, é necessário especificar os impermeabilizantes de acordo com as características da área em que eles serão aplicados.

Assim, nos casos em que essas estruturas estiverem sujeitas à movimentação, à dilatação e à contração térmica – como ocorre, por exemplo, com as coberturas –, os impermeabilizantes flexíveis são a escolha mais indicada, pois apresentam propriedades elásticas para suportar essas ações. Já os impermeabilizantes rígidos ou “semiflexíveis” (classificação não adotada pelas normas brasileiras) só podem ser utilizados caso o piso da laje esteja em contato com o solo.

Segundo Flávio de Camargo, engenheiro civil e gerente-técnico da Denver Impermeabilizantes, as características do projeto influenciam na escolha do melhor impermeabilizante, como geometria da superfície, intensidade de tráfego no local, exposição a intempéries, entre outros. “Também é necessário avaliar o cronograma de liberação da área, o tempo disponível para secagem ou para interdição da área, interferências pré-instaladas no local, futuras instalações, cota disponível e capacitação da mão de obra para o sistema a ser adotado”, explica.

Leia a matéria na íntegra diretamente no site da AECweb, clicando aqui.

Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNICID / INBEC), professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET e professor da cadeira "Operação & Manutenção Predial" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo IBAPE / MACKENZIE. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
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