Como dizem por aí, o ser humano só se mexe quando a água bate na …..

A frase pode ser rude, mas contem uma grande verdade….

Quem não lembra da mudança de cultura quanto ao quesito economia de energia, quando sofremos o famoso “apagão” em 2001?

E quem não lembra também do processo de aculturamento de motoristas em SP quando da “implantação da indústria de multas”?

Pois é… estamos novamente sendo rodeados por dois importantes “fantasmas”: a falta de água e o novo apagão

Não vamos discutir aqui que é ou não culpado pela falta de investimentos em infraestrutura, pois independentemente disto, estamos novamente precisando aculturar à nós brasileiros…

O meu pai dizia que um dos perigos da humanidade residia justamente na memória curta de seus habitantes. Na época em que me disse isto, ele fazia menção aos riscos de uma nova e futura guerra mundial, pois temia pelo esquecimento do povo em relação ao radicalismo político, a irracional perseguição de algumas raças, etc.

É bem verdade que já sentimos (infelizmente) o retorno de Neo Nazistas e de tantos outros que pelo jeito, admiram exemplos, sem notar toda a irracionalidade e maldade à eles relacionadas.

Mas voltando ao tema do momento no Brasil (água, energia ou falta de…), espero sinceramente que esta nova situação nos faça aprender; aprender como os nossos avós e bisavós aprenderam ao fugir de guerras e conflitos.

Precisamos incorporar a necessidade de racionar os recursos ainda disponíveis e principalmente, ensinar nossos filhos.

Os bens da natureza são finitos e a qualidade de vida ainda depende do ser humano e de sua contribuição e respeito para com a natureza.

Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira de "Operação e Manutenção Predial sob a ótica de Inspeção Predial para Peritos de Engenharia" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo MACKENZIE, professor das cadairas de Engenharia de Manutenção Hospitalar dentro dos cursos de Pós-graduação em Engenharia e Manutenção Hospitalar e Arquitetura Hospitalar pela Universidade Albert Einstein, professor da cadeira de "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNIP / INBEC), tendo também atuado como professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
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