Live tratará sobre o tema elevadores e a sua modernização

Considerando que o tema elevadores ainda é muito específico e gera dúvidas entre os profissionais da área de operação e manutenção, a One Elevadores divulgou a realização de uma live nesta próxima quarta-feira (24/2) as 20hs, através de seu canal do YouTube.

Esta live contará com a participação do profissional consultor especialista em elevadores Afonso Gappo e, para assisti-la, bastará acessar o instagram da One Elevadores (One.elevadores) e clicar no link sob a figura / post abaixo.

Instagram da One Elevadores: One.elevadores
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A gestão pública e a falta de uma visão e planejamento sum um viés político…

Vi nesta semana uma publicação do PROCEL intitulada “Eficiência energética: um aliado da gestão pública”, o que me aguçou a curiosidade para a leitura, haja vista a demonstração histórica de incompetência técnica de nossos governantes em gerir o património público e buscar por uma administração mais eficiente e por uma gestão menos ávida por impostos…

Em meus pouco mais de 55 anos de vida, tenho acompanhado a ocorrência de incidentes com viadutos e elevados, vias públicas, geração e distribuição de energia, além de sérios acidentes e/ou inicidentes com edificações públicas ou privadas, sendo que vários destes edifícios haviam se submetido recentemente a aprovação ou licença por orgãos responsáveis.

Em resumo, a velha história de se sobrepor interesses políticos sobre questões técnicas, ainda que estas possam lhes proporcionar reduções significativas em seus orçamentos.

Este post não tem como intenção o desabafo, ou mesmo uma abordagem política, mas sim, de destacar a importante visão não política e com um viés técnico de nossos governantes, sobre o patrimônio e infraestrutura pública, financiada por nós, contribuintes.

Vejam no próprio exemplo da iluminação pública a indiscutível oportunidade de redução no consumo de energia, assim como na oportunidade de melhorar a qualidade da iluminação e de reduzir custos operacionais.

Este processo já é comumente utilizado pelo setor privado, através da busca por soluções técnicas que atquem os pontos vitais acima (parágrafo anterior) e que possam ser viabilizadas no curto, médio ou longo prazo.

Da mesma forma, têm-se as atividades de manutenção e preservação da segurança em nosso patrimônio e infraestrutura pública, o que demanda, obviamente, por um processo de disgnóstico para a identificação de tais lacunas e ações necessárias, assim como de um processo de planejamento e estudo de viabilidade, explorando-se, inclusive, as possíveis parcerias.

No entanto, apesar de certamente visível para todos vocês leitores, esta linha de raciocínio ou de conduta é sobrepujada por outros objetivos, ou pela ausência de uma competência técnica entre as equipes gestoras.

Temos, de fato, um potencial enorme a se explorar, o que requererá muitas vezes por períodos maiores do que os 4 (quatro) anos de mandato de prefeitos ou governadores; aliás, se estes governantes ainda olharem com um maior cuidado, verão que bons resultados poderão ainda lhes render a manutenção de seu partido no poder…

Em resumo, este post tem por objetivo destacar a importância de alguns cuidados em processos de gestão, seja ela pública ou privada, incluindo:

  1. A estruturação de equipe minimamente competente e habilitada para a gestão
  2. A contratação ou a elaboração de um diagnóstico situacional detalhado, incluindo a proposição de medidas corretivas necessárias e, se possível, a estimativa de custos
  3. A análise interna sobre o diagnóstico e soluções apresentadas, traçando-se uma ordem de prioridades organizada em função do risco e/ou benefícios para a operação
  4. A elaboração de um plano de ação estruturado, visando obter resultados no curto, médio ou longo prazo
  5. A reestruturação de sua equipe de gestão (quando aplicável), com um importante foco na FERRAMENTA DE ACOMPANHAMENTO e GESTÃO destes resultados
  6. A implantação e o monitoramento contínuo
  7. O compartilhamento dos resultados com os integrantes e interessados
  8. A reavaliação de prioridades e próximos passos

Isto não lhes parece famliar???

Em tempo, não deixem de ler a boa matéria do PROCEL sobre as oportunidades em relação a iluminação pública nas cidades, escrita pelo Tiago Reis.

Fonte: PROCEL INFO

Por: Tiago Reis

Artigo: Eficiência energética: um aliado da gestão pública

Com o início dos novos mandatos, prefeitos eleitos e reeleitos começam a colocar em prática o planejamento do novo ciclo de administração dos municípios brasileiros. Em meio à crise econômica, social e sanitária, em virtude da pandemia da covid-19, gestores públicos de todas as regiões do Brasil buscam alternativas para reduzir as despesas e organizar as finanças das prefeituras. E num momento de aperto orçamentário e queda de receitas, a gestão eficiente da energia elétrica ganha importância na administração pública. Segundo maior custo de uma prefeitura, perdendo apenas para a folha de pagamento dos servidores públicos, a redução do valor da conta de luz passou a ser uma questão de sobrevivência para muitos municípios. E neste ponto, a eficiência energética pode ser um grande aliado. Dependendo do tamanho e população do município, a implementação de medidas permanentes de eficiência energética no âmbito da administração municipal pode proporcionar uma redução de até 10% nas despesas globais.

Leia o artigo na íntegra clicando aqui.

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Integrando a automação predial ao projeto – Artigo divulgado pela Consulting Specifying Engineer

Há muito temos falado por aqui sobre a importância da automação na operação de edificações, assim como a sua importância para se obter o melhor desempenho em todos os sentidos (energético, conforto e melhores condições para a sua ocupação e produtividade, etc).

A Consulting Specifying Engineers divulgou nesta semana um artigo pelos profissionais CASIMIR ZALEWSKI e DEREK CROWE, descrevendo justamente um passo a passo, além da necessidade do envolvimento de profissionais específicos, para a integração da automação em sistemas prediais.

O artigo está em inglês e vale a pena ler.


Integrating a BAS into design

From (de): Consulting Specifying Engineer

By (por): CASIMIR ZALEWSKI AND DEREK CROWE

Acesse aqui o artigo diretamente em sua fonte.

Building systems should be high-performing, integrated and accessible — and the building automation system is the key to achieving these goals

Courtesy: Justin Maconochie, Stantec

Learning Objectives

  • Engage the owner, installers and equipment representatives on what needs building controls and why.
  • Define the process on how to lay out a control system with key checkpoints.
  • Understand how to implement construction documents with clear requirements for the team.

Building automation systems are key to creating high-performing, integrated and accessible spaces. Engineers are experts at designing systems to meet a specific criterion, but the reality is that system capabilities far exceed one specific criterion.

There is a process to manage and meet expectations that is easily scalable to project size and scope. While the process may appear more time-consuming, it is not meant to add time, but rather save time, cost and questions throughout construction and occupancy.

Architects spend countless hours in visioning, conceptual design, programming and planning meetings, along with design charettes to provide a building that meets the owner and occupant needs. Depending on the building typology, detailed or nondetailed room data sheets may be produced to help the engineer define the function of the engineering systems while defining peak loads.

The engineers work with architects and other specialists to validate these peak demands of the space, identify individual room loads and how the main infrastructure should be sized to support future flexibility and adaptability. This translates into certain maximum loads on the heating, ventilation and air conditioning; plumbing; electric and power; lighting; communication; and fire protection and life safety systems.

Many construction documents are fantastic at covering this portion of the design. But what happens when it is not the hottest or coldest day of the year or the space has all the equipment on but very few people are in the space? How does the system support limited resources by maintenance staff for preventive maintenance? The BAS is often expected to address all aspects of part load conditions, remote monitoring and alarms and integration of all systems.

Figure 1: The open laboratory concept provides flexibility to changes in research and future programs. The cascading airflow systems require precision but also include capacity to adapt. The control system design is critical to responding to those needs. Courtesy: Justin Maconochie, Stantec

Define control system goals

Every building, owner and occupant group is different and the technical ability of the building operators, local trade professionals and parts availability differs. Trying to apply one solution for all projects can lead to challenges. Yet many times, engineers rely on building control system representatives or generic sequences of operation from master specification providers to cover the critical nature of system operation intent.

So, like the programming and planning process that defines the many needs of a building, the control system designer must understand which key stakeholder groups to engage to determine what needs control and why.

During the early phases of design, identify the stakeholders and who will be making a final decision in the case of differing opinions. Determine if there are any client standards in place that will dictate design direction. Also, discuss client preferences for equipment, providers and installers. Overall, what are the goals for the control system, are there any special control requirements, will the new system need to integrate to a new or existing system and is the existing systems compatible with the new system?

Figure 2: The new 169,000-square-foot Central Michigan University biosciences building sits at the heart of campus and was the largest single capital project of the university’s 128-year history. Safety and energy use were key design drivers. Courtesy: Justin Maconochie, Stantec

It is important to engage all these individuals early to understand all project aspects.

Typical control system stakeholder groups include:

Facilities managementThe design team needs to engage the immediate owner, but often there are many interested parties within the owner’s organization that also need to be consulted. Usually there is a FM person or team. FM typically provides direction on minimum operating efficiencies, building or campus functions, scheduling needs and other big-picture directives. They may also identify preferences regarding specific systems, providers, components or considerations for future system integrations.

Energy management: Energy managers may want to weigh in on specific metering, monitoring and trend data that are desired to measure and verify system operation. Identify as early as possible the sustainability or energy goals, as the owner may have to cover the associated costs in expenditure models and project budgeting.

Building operator: Depending on market and building typology, a building operator could be part of the facilities management team or, depending on the size of the organization, individuals may be assigned to care for specific buildings or groups of buildings. These individuals usually have a wealth of knowledge about a building’s history and should be encouraged to share what has or has not worked well. They often know and understand the owner’s needs.

Other groups: Consider including other groups, for example, commissioning agents, engineering experts, construction manager, equipment vendors or maintenance contractors. They all have practical experience on what is available and what typically gets tweaked and adjusted during functional testing and system startup.

In the absence of control system stakeholders, use engineering judgment appropriate to the type, budget and sophistication of the building, client or user and communicate these decisions out to the project team.

Communicating design intent

There are many individuals and teams that will have input into the control system and there will be many elements that need to be represented and described in the contract documents. How do all the thoughts and ideas make their way to the final construction documents and ultimately into the final building? It takes planning and appropriate checkpoints to properly achieve the project’s successful completion.

Set up clear communication with the client and the entire project team. It is the duty of the design professional to listen, educate and provide recommendations for the owner to make the best decision.

Figure 3: The building rests on the central spine of campus. The grand concourse and atrium draw students into the building to observe the work including items such as living walls and aquariums. Courtesy: Justin Maconochie, Stantec

Once preliminary controls diagrams are developed, a meeting with facility users, industry partners (when potential control partners are known), commissioning agents and the design and engineering teams provides a platform to describe the design team’s understanding of what should be controlled. This leads into the discussion of how and why. How will each system operate? How will the system communicate and integrate to other components? Why are certain control modes required? Why are certain control and monitoring points desired? Each party has an opportunity to weigh in on the elements, complexities and costs. Resolution may not happen in one discussion and may take multiple meetings, but the process decreases surprises later in the project aiding in project construction, closeout and post-occupancy.

As the project moves into construction documents, it is important to develop sequence of operations to clearly identify the modes of operation and connection between devices. The same group of stakeholders should reconvene to flush out any potential challenges before the project goes into construction. Some of these challenges could be as simple as a disagreement on one section of one sequence of operations or something more major regarding equipment functionality or controllability. Multiple sessions may be necessary to cover all systems and modes of operation.

In construction, the focus shifts from theoretical sequences with their preliminary time functions, setpoints and expected equipment operation to addressing the realities of installation — test and balance setpoint validation, loop tuning, actual equipment performance and other construction-associated modifications. In each case, recording the adjustments in both the record drawings and within the control system is imperative as accidental system resets, power events and staff changes occur and the knowledge of these tweaks can be lost.

While opportunities for collaboration throughout the design and construction process always arise, sometimes it is necessary to force parties engaged through the life of a project to aid in understanding and operational success.

Figure 4: The laboratory air handling unit control diagram and control points were established in the design development phase. It provided visual discussion with the owner, users and installers to review the intended system function, user interface, cost and sequence of operations development. Courtesy: Stantec

Documenting control system design intent

Producing construction documents for the control system has several basic components: general requirement notes, control diagrams identifying the arrangement and relationship of components, sequences of operation and identification of all the minimum control and monitoring points. During the design process there are also key checkpoints to verify and validate components, control and monitoring points, control modes and trends.

As the design progresses, the control designer develops and presents the overall anticipated architecture, individual control diagrams, sequences and then potential alarms and control trending. Each stage of development represents a key checkpoint.

Contract documents identify the minimum construction requirements for the bidding process of a project. Although contract documents are comprised of drawings and specifications, the drawings are typically what get frequently referenced — and are usually what survive, long after the specifications get put away.

Documents that describe a system solely through a narrative may require the controls installer to interpret design intent and in some cases may result in the lowest-cost system with a minimum level of functionality and flexibility. Clearly identifying the system requirements in both written and drawn formats helps provide distinct intent to the controls vendor.

Control system architecture, diagrams

Consider developing a system architecture that clearly defines minimum panel requirements and transmission systems such as main communication trunks between network panels and other control devices. These can be variable frequency drives, terminal equipment and other proprietary systems such as a variable refrigerant flow system, the fire alarm, kitchen automation systems and the like. The client may want each central system such as an air handling unit, heating plant or cooling plant on its own control panel to limit interruption of service due to the loss of a panel. Terminal equipment associated with each central system may be desired to be on individual communication networks in lieu of the maximum number of terminal devices on each subnetwork to limit network traffic.

As soon as the mechanical, electrical and plumbing systems are determined, it is a good time to develop preliminary control diagrams for each system. Larger projects have multiple engineers working on specific items. Developing a picture of what you understand the system to be, along with the components associated with it, helps all parties in collaboration of design.

Including important notes that emphasize power requirements, battery backups and the need for virtual points, dead bands and control point adjustability warrant a place on the drawings. If the control drawings use specialized symbology and abbreviations, separate than what typically exists on the mechanical standard legend and consider a specialized legend for the control series. Each component that needs to be controlled should be identified.

Diagrams comprise the backbone of most control systems. The diagram includes the components to be controlled such as a fan, coil or pump as well as the devices associated with each component like motor starters or variable frequency drives. Elements are typically modulated based on feedback from a sensor or device, which is also indicated on the control diagram and could be documented in the sequence of operations. For a coil, how many valves serve the coil, are the valves normally open or closed, should the valve return to a specific state upon loss of power or signal?

While many of these items can be covered generically in a specification, application may differ for a specific piece of equipment. There are many questions that, if not clearly defined, may not meet the client or the user’s needs. The diagram acts as a visual representation of all devices, components and sensors. It plainly identifies the arrangement and relationship between all the elements. The diagram provides a complete picture for each stakeholder to review the proposed design and provide feedback. Each element can be identified for control and monitoring points such as analog or digital inputs or outputs helping the installer and operator better understand the intended system operation.

Which points should be displayed on the graphical user interface? Which of these points is read-only and which is write-access? Graphic depictions of what points should be displayed on the graphical user interface and what points should be writable provide clarity to bidders. Where these visual representations provide clarity, the written sequence of operations expands the requirements to include the necessary interactions between each element.

Control sequences of operation

Integration of packaged equipment, controllers and systems are often expected. Through ASHRAE, we have a standard communication language in BACnet. However, packaged equipment and systems offer potentially thousands of control and monitoring points and there are myriad ways of controlling equipment. Providing a sequence of operations, even for packaged systems, helps all parties understand expectations and reduce frustration when systems become operational.

Where the diagram identifies all the components and control devices, the sequence defines scheduling requirements, operating modes, setpoints, alarms, integration and transitions through seasons or operational changes. The sequence should give clear instruction to the programmer on expectations. Some key questions to address are:

  • What are the specific modes of operation?
  • What device controls each element?
  • Is there a specific sequence for components to modulate or enable?
  • What time delays are appropriate?
  • How does the equipment start?
  • Are there limiting factors or time delays before another component can enable or modulate?
  • What happens in a planned or emergency shutdown?
  • Are there requirements for life safety or secure operation?
  • What default values should the system assume when restarting after a power loss or a communications network failure?

If these types of questions are not answered during design, they will result in all parties having to spend more time generate requests for information, cause multiple submittal reviews, adjustments during commissioning, startup, functional testing and long after the building has been occupied to ultimately meet owner expectations.

As the control system is responsible for aspects of operation, an area that is sometimes overlooked is the design intent of redundant equipment. Many systems have a backup pump or fan, but at what time and how often should equipment rotate. Is this setting and process clearly defined and is it readily accessible to make adjustments pending maintenance staff availability? Do rotations happen by system operation or do the operators prefer to schedule switchovers to occur on a particular day?

Like equipment rotation, many contract documents do not describe the intent for staging or modulation of equipment. Lack of clarity puts additional effort on the startup and commissioning teams to tune loops, make decisions about redundant equipment and determine staging for different operating conditions.

Measurement and verification

A critical item in today’s high-performance buildings is understanding real-time energy usage for diagnostics, education and operational efficiency. Having accurate and appropriate sensors feeding data to the applicable meters with proper communication is the first step. The second is ensuring the meters are correctly calibrated.

An important question becomes: “How much data is the required amount to properly accomplish the goals?” Too much data, network traffic and storage may become issues. Not enough data, and the investment might not fully be used in terms of analytics and diagnostics. Best practice suggests designers should specify trend expectations. For example, the system shall have the capacity to store one year’s worth of data for all points logged on a 15-minute interval.

Designers are not always clear on what trends should be recorded. Most specifications identify the need for trending but do not offer guidance on which points and how often. Like energy usage, what is the typical goal of specific trends and how much network traffic and data storage is required to accomplish each? What is the duration of certain trends? Consider identifying specific points, recorded every so many minutes, for a set duration and after that period, the data are archived.

During the commissioning process, temporary trends can be established to monitor specific systems. Are these trends deactivated at the completion of commissioning activities? Some processes, equipment or individual zones are critical to the building’s operation. What are the specific needs of these trends? The specifics may vary, but the documentation of these need to be recorded. Consider, having the commissioning agent clarify what the specific needs are.

During the beginning of operation and occupancy, sporadic issues that only occur at specific times under specific conditions can be elusive and be difficult to diagnose. Proper trend logging is therefore essential for short and long-term troubleshooting of controls systems. Having parameters defined for trends reduce effort for all parties to add trends when these situations arise.

Identifying alarms and setpoints

As facilities continue to address budget reductions, the chance a maintenance staff member is always available is becoming less common. The need to classify alarms into different categories is becoming more important. How many levels of alarming is needed for each project? Are there critical alarms that need to be addressed immediately by a monitoring service, on-call staff member or service company, or to address public safety? Alarms that need next-day attention could be tasked out when a staff member arrives. Other alarms may signal equipment maintenance or operations to watch. As these tiers are defined, output from the BAS may be integrated to facility management software through programming.

During design, engineers calculate expected operating setpoints and schedule specific rates or ranges for each system to operate. Adjustments during start up, functional testing and commissioning are common. Some adjustments to lighting control devices such as occupancy sensors may be permanent, whereas a maximum-speed setting on a variable frequency drive may be lost during a power event.

Setpoints determined by a balancer or other trade professionals are critical for efficient operation. While this can be contained in the operations and maintenance manuals, having tags added to equipment or to the graphical user interface helps operators know where equipment should be controlling to. Additionally, when setpoints are reset for energy saving control, it can be very helpful to operators to see what the current controlling setpoint is, what the default is and what the total operating range value could be.

Commissioning and occupancy

Commissioning truly begins in design. Having the commissioning agent in design meetings helped define specific elements or sequences they may need to prove out the system. As the level of sophistication increases with more interactions between systems and multiple layers of alarms, the commissioning agent may need a matrix of cause and effect, particularly with large complex buildings (e.g., life safety) so it is clear to everyone how different systems interact.

Owner staff should be engaged during on-site training and commissioning so they can learn about the systems in a hands-on way. This is generally more useful than half a day of in-classroom training. An owner and operator that experience the system as it was constructed and tested will be better able to react to user requests and maintain the performance of the systems.

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AEA oferecerá o curso “Implantação de Contratos em Facility Management” no próximo 20/01

A AEA oferecerá a nova turma do curso “Implantação de Contratos em Facility Management” totalmente online e com 4hs de duração, neste próximo dia 20/01, com a minha participação como docente.

Mais informações poderão ser obtidas diretamente na página do curso, bastando clicar aqui para acessa-la.

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O ótimo é o inimigo do bom…..(mas até onde devemos caminhar?)

Embora esta seja uma frase ou um “ditado” com idade certamente superior ao nosso tempo de permanência neste mundo, vejo a sua utilização ou mesmo aplicação com uma enooooorme frequência…

Não foi ao acaso que ouvi de um cliente este ditado durante uma última reunião realizada em 2020, ao se referir a três fatores importantes e que pautarão esta análise / este post :

  • O tempo demandado para a elaboração de um determinado material ao se adotar uma solução mais complexa ou com um maior número de detalhes
  • A real necessidade em se adotar algo tão complexo
  • A indiscutível condição de revisão e ajuste futuro (customização) em relação aos planos de trabalho

De fato, o cliente não só demonstrou razão ao se manifestar, como também demonstrou a sua experiência em processos de implantação de novos projetos ou contratos!

Estes três pontos importantes, agora reorganizados de forma mais didática a seguir, devem sim pautar a decisão a ser tomada pela área de planejamento:

  • Análise de sua necessidade em função da demanda real
  • A possibilidade de ajuste futuro, já na fase de operação e manutenção (probabilidade)
  • O tempo necessário “x” o tempo disponível “x” a possibilidade de retrabalho

Separando estes 3 (três) pontos:

“A análise de sua necessidade em função da demanda real”

Talvez considerada por muitos a decisão ou percepção mais fácil entre os 3 itens, a identificação quanto a real necessidade em implantarmos algo mais complexo também demandará por esforços do planejador ou responsável pela implantação. Esta decisão deverá considerar uma análise prévia do escopo a ser atingido / respeitado, assim como a eventual condução de entrevistas para a melhor compreensão da operação e de suas reais condições de monitoramento e gestão (controle), ou mesmo de um walkthrough entre as instalações do cliente.

O consultor ou planejador terá, neste caso, a importante participação na condução de processos exploratórios junto ao seu cliente (interno ou externo), e na avaliação dos benefícios de tal decisão para um melhor resultado na operação.

Recomenda-se como caminho a ser seguido:

  • Análise e compreensão:
    • do escopo a ser contratado e/ou implantado
    • quanto ao negócio do cliente e o eventual impacto dos resultados da operação em sua atividade
    • dos sistemas de controle e gestão existentes, assim como de resultados conhecidos (histórico)
    • sobre a sua real capacidade de realização e controle das atividades (quando de contratos existentes) e de um eventual potencial de ajustes ou adequações sbore o quadro de colaboradores e sua forma de atuação
  • Entrevista com o cliente (interno ou externo) visando conhecer:
    • Fatos ou demandas que atuaram como propulsores para esta mudança de postura
    • A sua equipe e modelos de gestão
    • Características do negócio
    • Expectativas quanto ao prazo
  • Visitação nas instalações ou “walkthrough” visando:
    • Conhecer o estado das instalações e a sua condição de manutenibilidade
    • Infraestrutura de operação e manutenção
    • Eventuais riscos ao processo
  • Conhecimento sobre as melhores práticas adotadas pelo mercado:
    • Benchmarking externo
    • Análise comparativa com os resultados internos

“A possibilidade de ajuste futuro, já na fase de operação e manutenção (probabilidade)”

Quanto a este segundo ponto, torna-se importante compreender que todo e qualquer plano de trabalho deve ser periodicamente revisado quanto a eventuais ajustes ou adequações, seja em relação a sua lista de ativos, atividades previstas, frequências, procedimentos, entre outros. Trata-se de um processo normal dentro do tão conhecido ciclo PDCA (Plan – Do – Check- Act).

Ciclo PDCA

No entanto, embora seja importante compreender a pré-existência desta demanda por revisões, item este inerente ao processo de Planejamento e Controle da Manutenção, não se deve confundi-la com um “simples retrabalho” durante o processo.

Neste sentido, pode-se dar início ao processo de planejamento com um modelo denominado como “piloto”, material este minimamente bem elaborado e abrangente, sendo este destinado a avaliação pelos envolvidos no projeto durante um período inicial, também determinado ainda na fase de planejamento. Normalmente, estabelece-se um período entre 90 e 180 dias de avaliação de planos de trabalho dentro de uma operação, sendo importante que se avalie a sua complexidade e contexto para a implementação das medidas nele contidas.

“O tempo necessário “x” o tempo disponível “x” a possibilidade de retrabalho”

Apesar de sua fácil compreensão, esta correlacão não é necessariamente fácil de se visualizar em uma operação, haja vista que outros fatores poderão influenciar, tais como:

  • A falta de controle ou falha no monitoramento sobre as atividades desempenhadas e a relação homem hora disponível e homem hora utilizado, para a atividade de planejamento e controle
  • Falhas no acompanhamento dos programas denominados como “pilotos” dentro de uma operação, o que muitas vezes é resultado de falhas originadas na própria estrutura de gestão (registros, responsáveis, etc)
  • A falta de monitoramento sobre índices de retrabalho na área administrativa e de planejamento

Ou seja, não é normalmente fácil se avaliar com precisão esta correlação, assim como o seu efetivo impacto na operação.

Respondendo a pergunta no título do post

Pois bem, o que se recomenda como cuidado é trilhar com um mínimo de embasamento técnico (sobre as soluções propostas) e muito conhecimento sobre a operação a ser revisada, incluindo as suas características, modelos, resultados, etc.

Em outras palavras, o “BOM” precisará carregar consigo o resultado da análise prévia e estruturada sobre a sua operação, ou seja, ser o fruto de um estudo bem conduzido e delimitando claramente os pontos e modelos a serem validados na implantação, para um eventual ajuste futuro.

Não se deve simplesmente aplicar o “Control C / Control V” para práticas de mercado em sua operação, sem avaliar os impactos em sua estrutura e infraestrutura.

Não se deve arristar, e sim, testar novos modelos e soluções, de uma forma minimamente embasada.

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Desmascarando mitos sobre a filtragem do ar (MERV)

Vejam esta interessante matéria sobre a filtragem de ar em sistemas de climatização, divulgada recentemente em uma Newsletter da ASHRAE em sua versão original.

DEBUNKING MYTHS ABOUT MERV, AIR FILTRATION

From: ASHRAE Journal Newsletter, December 8, 2020

Acesse aqui o artigo em sua fonte.

Besides the basic need for good indoor air quality (IAQ), many extremely relevant reasons exist in 2020 to discuss air filters, according to Kathleen Owen, Fellow ASHRAE, member of the ASHRAE Epidemic Task Force, and Carolyn (Gemma) Kerr, Ph.D., Life Member ASHRAE.

From common misconceptions to recommended best practices, Owen and Kerr talked with ASHRAE Journal about what people need to know about ASHRAE Standard 52.2, Method of Testing General Ventilation Air-Cleaning Devices for Removal Efficiency by Particle Size, and air filters.

Owen and Kerr also appear in the December ASHRAE Journal. They wrote the technical article “What You Can and Can’t Do With ASHRAE Standard 52.2,” which clarifies the misconception that there has ever been a MERV higher than 16 and explores why some filters increase efficiency with time while others decrease.

1. Why is it important to be talking about filters right now? 

Along with the basic need for good IAQ for the good of the people breathing the air and any sensitive equipment in the indoor space, there are many reasons that are extremely relevant in 2020.

a. COVID-19

With the understanding that COVID-19-containing particles can stay in the air long enough to move into the breathing space and into HVAC systems, the desire to filter these particles out of the air is strong.

ASHRAE is recommending that MERV 13 filters be used where possible, with MERV-A 13-A or MERV 14 preferred. This is pushing the use of higher efficiency filters in many buildings. For locations that can’t upgrade the HVAC filter or increase outdoor air during winter, in-room units are recommended to add cleaning capability. These units should include high MERV or better filters to remove most of these virus-laden particles.

b. Wildfires

With global warming, the wildfires seen on the West Coast are likely to be a continuing major problem. Air filters are needed to clean the air to help people breathe in fewer particles. Filters are also often used to help people with allergies and asthma.

c. Energy Costs, Especially with Global Warming

Using appropriate filters can lower the need for bringing in outdoor air. This lowers the costs for heating, cooling and conditioning outdoor air. The filter used and its pressure drop will be important in determining how much energy savings can be achieved.

2. Why is it important to talk about ASHRAE Standard 52.2 right now? 

The reason for our [ASHRAE Journal] article is to alert people to capabilities and limitations of the standard, particularly the recent addition of the PM52.2 calculation. This addition enables a better understanding of the relationship of MERV to the EPA particulate matter (PM) regulations.

3. What are the most common misconceptions about filters?

a. “Putting the filter in the HVAC is enough.”

No, you must run the HVAC system to get the benefit of the filter. This isn’t so much a misconception as something people often overlook. If supply air doesn’t go through the filter, the filter can’t capture particles.

b. “Filters work well when they are simply slid into place.”

Not usually. This can be sufficient, but it is important to be sure the filter is sealed into place. If the air goes around the filter (called leakage or bypass) it will not get cleaned.

c. Filters remove everything nasty from the air.

In fact, they only work as well as the MERV specification. The higher the MERV, the more small, damaging particles are removed. In addition, particle filters don’t remove volatile organic compounds (VOCs) or ozone.

d. That they will last forever without being replaced (see our answer to Question 5 below.)

e. “HEPA and MERV filters don’t catch particles below 0.3 µm.”

Filters get more efficient as particles get both bigger and smaller compared to the filter’s most penetrating particle size (MPPS), usually near 0.3 µm. These claims are often made in advertising.

Lately, I have seen this used as a faulty reason for saying that filters don’t catch COVID-19 because the virus itself is less than 0.3 µm. In practice, the virus is almost always embedded in particles that are much bigger, with recent reporting indicating much of the COVID-19 virus may occur mostly in particles in the 1 µm to 5 µm size range. So, the filter efficiency below 0.3 µm is completely irrelevant.

4. Are you seeing more people misapplying filters for COVID-19 mitigation? If so, how?

I see people confusing statements about filter performance with statements about the performance of other air cleaning technologies. When a filter is stated to be 99% efficient, that means that 99% of particles in entering air are removed continuously. This is not equivalent to another technology removing 99% of particles in two days. Control technologies need to be compared on the same basis, such as their equivalent uncontaminated air delivery rate.

For example, if a space has a volume of 1,000 ft3 (28 m3), and air from the space passes through a 100% efficient filter at a flow rate of 100 cfm (2.8 m3/min), an amount of air equal to the volume of the space will pass through the filter every 10 minutes, so the clean air change rate is 6 per hour. If the space is well mixed, this would reduce the number of particles initially in the air by 99% in 50 minutes. A 50% efficient filter would require twice as long to achieve the same result. An air cleaner claiming to reduce contamination by 99% in two days would have an equivalent air change rate of about 0.1.

The point is that a filter can be effective quite quickly, over a period from a few minutes to a few hours, if it is at least moderately efficient and there is enough airflow through it.

Another way I see filtration being misapplied is in air cleaners that combine HEPA filters with other technologies that remove or inactivate infectious aerosols. A well-sealed HEPA filter is more than 99.9% efficient for all sizes of particles. Adding other technologies in series with it can’t add more than a very tiny amount of additional performance to the air cleaner.

So, there is little point to adding these for particle removal. Virus-laden particles are still particles, so this applies to COVID-19, too.

5. What are your recommended best practices regarding filter replacements?

If you are trying to replace your filter with a higher MERV filter, be sure it will fit and seal in your system. Look for a filter with a similar pressure drop to the filter you have, or make sure your system can accommodate the upgrade. If possible, look for MERV-A 13-A filter if you can get that information. If not, try for a MERV 13 or higher filter.

When replacing potentially virus-contaminated filters, wear rational personal protective equipment (PPE), including gloves and a mask. Bag the filter immediately before disposal. Wash hands afterward.

Order your replacement filters early this year as many are back-ordered due to COVID-19 demand.

Always replace filters according to the manufacturer’s recommendation to ensure that they perform as specified.

6. Is there anything else that you think design engineers need to know about this topic?

First, everyone should join SSPC 52.2 and come to meetings.

Going forward, it is likely that some current standards will be updated to include recommendations for pandemic preparedness. Right now, we’re envisioning something similar to guidance for earthquakes or hurricanes.

It’s too soon to know what will end up being done, but we on the ASHRAE Epidemic Task Force are very aware that we need to use what we have learned this year to prepare for the future. Folks should check in every so often to stay up-to-date.

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ASHRAE divulga guia alternativo para sites assistenciais de saúde, para auxiliar responsáveis nesta área em resposta a crescente demanda por leitos (COVID-19)

A ASHRAE divulgou recentemente um guia desenvolvido por uma força tarefa envolvendo profissionais da área de saúde, profissionais ASHRAE e profissionais do corpo de engenheiros das forças armadas norte americanas, com o objeto de ajudar os responsáveis que atuam na área assistencial de saúde , em resposta a crescente demanda por leitos, para pacientes com COVID-19.

Compartilho a seguir o link e também o texto completo, para aqueles que busquem por esta informação.

Fonte: ASHRAE

Texto original divulgado pela ASHRAE:

New Alternative Care Site Guidebook Available to Help Respond to the Rising Need for Hospital Beds due to COVID-19

Media Contact: 
Sherri Simmons
404-446-1660
ssimmons@duffey.com 

New Alternative Care Site Guidebook Available to Help Respond to the Rising Need for Hospital Beds due to COVID-19 
Guidebook Developed by a Joint Task Force Established by the ASHRAE Epidemic Task Force and the U.S. Army Corps of Engineers 

ATLANTA (November 20, 2020) – As many communities are setting up alternative care sites (ACS) in response to spikes in COVID-19, the ASHRAE Epidemic Task Force announced the availability of the Alternate Care Site HVAC Guidebook, which was developed by the ASHRAE Alternate Care Sites Task Force.

The task force was convened upon the request to the ASHRAE Epidemic Task Force from the U.S. Army Corps of Engineers to provide engineering recommendations, solutions, and guidance to address the HVAC systems for ACS.

ASHRAE Epidemic Task Force healthcare team member, David Eldridge, PE, BEAP, BEMP, HBDP, GGA, LEED AP, and Alexander Zhivov, Ph.D., FASHRAE, with the U.S. Army Corps of Engineers Construction Engineer Research and Development Center, co-chaired the ASHRAE Alternate Care Sites Task Force.

“Our work over several months has resulted in a guidebook that will be useful in current and future efforts to address the demand for additional hospital beds in combatting COVID-19,” said Eldridge. “This has been a collaborative initiative from the start and we want to thank the U.S. Army Corps of Engineers, as well as military and private engineering experts who came together to develop this timely resource.”

“This guide was developed in response to the growing need for flexible patient care space to be deployed in locations where permanent hospital beds are insufficient for the number of COVID-19 positive patients needing care,” said Zhivov. “The guidebook provides recommendations for applying standards which are used for permanent facilities to temporary sites under less than ideal conditions or with time, budget and technical feasibility constraints.”

The ACS HVAC guide is primarily applicable to host sites with large open spaces such as convention centers and other large spaces. It is also applicable to the conversion of smaller facilities with open areas such as school gymnasiums.

Specific recommendations include guidance for design requirements, air flow, filtration, space conditions and methodology for identifying which mechanical system approaches may be pursued knowing that most ACS must prioritize certain features due to limited time, budget, and site characteristics.

To view the complete Alternative Care Site HVAC Guidebook and other COVID-19 resources, visit ashrae.org/COVID-19.

About ASHRAE 
Founded in 1894, ASHRAE is a global professional society committed to serve humanity by advancing the arts and sciences of heating ventilation, air conditioning, refrigeration and their allied fields.

As an industry leader in research, standards writingpublishingcertification and continuing education, ASHRAE and its members are dedicated to promoting a healthy and sustainable built environment for all, through strategic partnerships with organizations in the HVAC&R community and across related industries.

The Society is showcasing integrated building solutions and sustainability in action through the opening of the ASHRAE Global Headquarters building in metro-Atlanta, Georgia. The state-of-the-art, high-performing net-zero-energy efficient global headquarters building is a destination venue for industry representatives, visiting from around the world, who are looking to experience cutting-edge engineering and architectural interventions.

For more information and to stay up-to-date on ASHRAE, visit ashrae.org and connect on InstagramLinkedIn,FacebookTwitter and YouTube.

About the U.S. Army Corps of Engineers 
The U.S. Army Corps of Engineers has approximately 37,000 dedicated Civilians and Soldiers delivering engineering services to customers in more than 130 countries worldwide.
With environmental sustainability as a guiding principle, our disciplined Corps team is working diligently to strengthen our Nation’s security by building and maintaining America’s infrastructure and providing military facilities where our servicemembers train, work and live.

We are also researching and developing technology for our war fighters while protecting America’s interests abroad by using our engineering expertise to promote stability and improve quality of life.

We are energizing the economy by dredging America’s waterways to support the movement of critical commodities and providing recreation opportunities at our campgrounds, lakes and marinas.

And by devising hurricane and storm damage reduction infrastructure, we are reducing risks from disasters.

Our men and women are protecting and restoring the Nation’s environment including critical efforts in the Everglades, the Louisiana coast, and along many of our Nation’s major waterways.  The Corps is also cleaning sites contaminated with hazardous, toxic or radioactive waste and material in an effort to sustain the environment.

Through deeds, not words, we are BUILDING STRONG.

Link para download do guia Alternate Care Site HVAC Guidebook

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Missão cumprida em 2021!!

Apesar de se tratar de um ano “ímpar” em nossa geração, não somente em relação as oscilações econômicas que normalmente ocorrem, mas, sim, em relação aos desafios que a própria humanidade está ainda enfrentando, sem uma visão clara do futuro próximo, chegamos ao fim de mais um ano!

Concluímos projetos de consultoria em grandes clientes como o Hospital Albert Einstein, Google e Nubank, concluímos também os processos de auditoria e gestão de comissionamento, assim como contribuímos como parte integrante da equipe de perícias em dois processos específicos.

Estamos ainda avançando com 2 projetos de ensino junto a duas grandes instituições universitárias em 2021…

Só lamentamos, realmente, a falta de tempo para que este blog gerasse mais conteúdo para os nossos seguidores e amigos….., o que esperamos corrigir em 2021!

Enfim, desejamos à todos os que nos acompanham aqui um Feliz 2021, repleto de muita saúde, paz e realizações!!!

Um grande abraço e Feliz 2021!

Alexandre Lara e time da A&F Partners Consulting

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Calor nas casas vira desafio para arquitetos

Costumo dizer em minhas aulas que a arquitetura, ou melhor, o papel do arquiteto pode impulsionar o resultado de um projeto ou edificação ao sucesso, considerando não somente a condição de menor carga térmica (ar condicionado), menores e mais inteligentes distâncias (cabos alimentadores de elétrica, que possuem uma importante representatividade em custos de obra), maior acessibilidade e facilidades para a manutenção dos ativos (manutenibilidade), entre outros itens.

No entanto, costumo também dizer que todo este sucesso em relação ao projeto deverá, em muitos dos casos, requerer o envolvimento de outros profissionais, uma equipe de “projeto”, que detenha conhecimentos específicos em cada uma das outras modalidades de engenharia e de OPERAÇÃO e MANUTENÇÃO, agregando assim os seus conhecimentos e experiências (lessons learned).

Esta “junta médica” terá grande importância no resultado do projeto como um todo, incluindo o conforto ao ocupante, melhores condições para a sua produtividade e maior desempenho energético.

Vejam a seguir uma matéria de O ESTADO DE S. PAULO sobre o impacto do calor no conforto e produtividade de profissionais que buscaram refúgio em suas residências durante esta pandemia.

Boa leitura!


Fonte: O Estado de São Paulo

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Ventilação e sombreamento de imóveis são importantes para garantir conforto térmico; atenção ao tema é recente, mas tem crescido

Com pandemia e home office, o calor extremo neste mês deixou ainda mais evidente a falta de conforto térmico em parte expressiva das residências. Pesquisadores já comprovaram que situações como as vividas agora se tornarão cada vez mais comuns com as mudanças climáticas, e, portanto, mudar a forma como se constrói e mantém casas, apartamentos e escritórios precisará mudar – e logo. 

“Não há mais dúvida, a gente tem de se preparar para isso, para interagir com o clima mais extremo da melhor maneira possível”, destaca a engenheira Denise Duarte, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e pesquisadora de conforto ambiental. Ela menciona a tese de doutorado de uma aluna, na qual foram feitas simulações do panorama climático futuro em apartamentos da cidade de São Paulo. 

“Vimos um cenário de aumento de horas de desconforto. Teve um caso que o número de horas em desconforto com o calor aumentou cerca de 250%.” Fora do País, esse quadro também tem preocupado. Denise comenta que em locais como o Reino Unido, por exemplo, as moradias (mais adaptadas para lidar com baixas temperaturas) se tornaram um problema de conforto térmico nas estações quentes. 

A professora diz que um projeto precisa sempre considerar o entorno, mapear as possibilidades e características, e ter como aliados a ventilação cruzada (com janelas em diferentes espaços e variações de abertura) e o sombreamento (com vegetação, brises, cobogós, telas, gradis e outras técnicas que limitam a passagem do sol, mas permitem a troca de ar).

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Etiquetagem das edificações brasileiras: Necessidade “versus” seriedade…

Li recentemente um artigo escrito para o Procel Info, no qual o próprio PROCEL apresentou ao público um projeto que visa por estabelecer a compulsoriedade para a avaliação da conformidade em relação a eficiência energética de edificações em nosso país (veja abaixo o link para a leitura deste artigo).

Artigo: Eletrobras inicia etapa pública de projeto que analisa impacto da compulsoriedade da etiquetagem das edificações brasileiras

Existem aqui, ao meu ver, dois pontos importantes a serem considerados neste projeto, além das questões que envolvem o próprio conceito, requisitos e formato de classificação:

Necessidade:

Não se tem dúvidas quanto a importância em avançarmos, de forma consistente e técnica, em um modelo de classificação de nossas edificações (novas e existentes) em relação a sua eficiência e uso racional dos recursos que se tornam escassos a cada dia.

Trata-se de um caminho inevitável e sem volta, o qual precisará de uma adequada estruturação em relação:

  • ao conceito e abrangência
  • a sua aplicação e uso efetivo dos resultados apurados, visando trazer uma edificação pouco eficiente para um patamar minimamente requerido
  • a forma e linha do tempo para a sua implementação, considerando que as nossas grandes capitais possuem, em média, 85% de edificações existentes e com mais de 15 anos de vida útil percorrida dentro de seu ciclo de vida
  • ao formato e responsáveis pela apuração destes resultados

Seriedade:

É justamente neste último bullet acima (“formato e responsáveis pela apuração destes resultados”) para o qual chamo a atenção, no que se refere a minha maior preocupação…

Vimos recentemente a implementação no Brasil de modelos de certificação verde para projetos, novas construções e operações em curso; vimos também, através de temas apresentados em alguns dos últimos congressos, que tais edifícios verdes não apresentavam, em sua maioria, o desempenho esperado…

Não é difícil de se compreender que nos falta ainda a compreensão ampla sobre tais impactos (ineficiência energética em edifícios), seja sobre a nossa matriz energética e na relação entre disponibilidade x requerida, seja em relação aos nossos custos operacionais, capacitação de nossos profissionais e falta de comprometimento com programas ambientais.

É possível ainda se enxergar esta condição em situações básicas e do nosso dia a dia, tais como:

  • Confiabilidade no monitoramento e controle do uso de energia e água em nossas edificações (inexistência de planos de medição e verificação, e, consequentemente, de um planejamento para a sua medição)
  • Confiabilidade em nossos sistemas prediais (processos de comissionamento inadequados, além da inexistência de uma política, ou melhor, de uma estratégia para o uso do recomissioanmento e do retrocomissionamento na etapa de ocupação e uso de nossos edifícios)
  • Capacitação de nossa mão de obra (superficial preocupação durante a passagem de bastão entre a entrega de obras ou serviços, e as equipes que efetivamente serão as responsáveis pela operação e manutenção destes sistemas, promovendo o uso de procedimentos e parâmetros inadequados)
  • Entre outros…

Destaca-se também a falta de “braços” tecnicamente capacitados para estas análises, a exemplo do que vimos em projetos recentes de certificação, o que requererá, ao meu ver, em um processo bem definido para a capacitação de profissionais e empresas, além da auditoria obrigatória de processos julgados (por amostragem).

Enfim, já ouvimos há muitos anos que o Brasil possui leis bastante completas e complexas, embora seja incapaz, tecnicamente, em fiscalizar o seu cumprimento.

Esta é a real questão….., necessidade real “versus” a seriedade que precisaremos.

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