Empresa inglesa de arquitetura usa “cão robô” para escanear edifícios em construção ou espaços ocupados, mudando a forma como edifícios são projetados, construídos e até mesmo utilizados / This robot dog is changing the way buildings are designed, constructed an used

Esta incrível reportagem ilustra o uso de tecnologia no segmento de arquitetura, agilizando a elaboração de projetos, assim como a rápida percepção quanto a modificações ou falhas inseridas em construções.

Originalmente criado para a inspeção em ambientes de difícil acesso ou risco, o “cão robô” vem sendo utilizado como uma das mais “novas ferramentas” por uma empresa britânica de arquitetura, escaneando andares ocupados ou mesmo acompanhando a evolução de construções e instalações, conforme matéria abaixo, recentemente divulgada pela ASHRAE.

Considerando que a demora na percepção de falhas ou desvios em instalações e construções incorre em custos relacionados ao retrabalho, ou mesmo para a ineficiência de sistemas, vejo que tecnologias como esta podem reduzir em muito a identificação de tais falhas. Da mesma forma, o levantamento de condições em escritórios existentes poderá reduzir o tempo, além de trazer uma maior confiabilidade e precisão ao processo.

De qualquer forma, o artigo não nos dá mais detalhes sobre o produto gerado pelo sistema de escaneamento, assim como custos, etc, embora seja muito interessante de se observar.

Segue abaixo a matéria retirada diretamente de sua fonte, assim como o link para aqueles que desejem conhecer mais sobre o “cão robô”.


Fonte (Source): Fast Company

Por (By): Nate Berg

Divulgação: ASHRAE

Leia aqui a matéria diretamente em sua fonte / Read this article directly from its source, by clicking here.

This robot dog is changing the way buildings are designed, constructed, and used

Spot can scan and analyze buildings to find mistakes or determine how the space is being used.

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

One of architecture’s newest and unlikeliest tools can now be found clomping through the dusty concrete floors of a half-built building. Just four legs and a torso, it could transform the way buildings get made.

The tool is the dog-like robot called Spot, which was created by Boston Dynamics and is now being used by the London-based global architecture firm Foster + Partners to scan and analyze buildings that are under construction. More commonly deployed in various industrial capacities, from monitoring dangerous oil and gas sites to inspecting areas with unsafe levels of radiation, Spot has become a part-time architect.

Demonstration video (Spot robot dog) can only be seen using this link or reading this article directly from its source / O vídeo de demonstração somente poderá ser visualizado a partir do link abaixo, ou realizando-se a leitura da matéria diretamente em sua fonte:

https://www.fastcompany.com/embed/eFsqahcn?playerID=G2hQKLvX

To test out the robot’s usefulness in the context of architecture, Foster + Partners’ Applied Research and Development group set it loose inside Battersea Power Station, a major redevelopment project under construction on the banks of the Thames in London. Spot is programmed to follow a pre-mapped route through the construction site, scanning the progress of the building and comparing it to the original design. This helps identify any mistakes and alterations that pop up as the digital design gets transformed into concrete and steel and ensures details such as plumbing and electrical conduits are correctly aligned. By monitoring the construction process every week, the architects can quickly see if and how the physical building is deviating from the plans, and then adjust them to account for variations.

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

“Currently the workflows used can be quite linear, and any design or on-site changes can have a knock-on effect in the process,” says Martha Tsigkari, a partner at Foster + Partners, in an email. “Disruptive technologies like Spot allow for any changes to be picked up almost instantly, saving both time and money.”

The firm has also used the robot on a renovation of its own headquarters in London, taking the data collected during its regular scans not only to monitor construction but also to influence the building’s functionality, according to partner Adam Davis. “Our colleagues designing the environmental systems [heating, cooling, and lighting] benefited greatly from having quick, detailed feedback on the as-built conditions before, during, and after the renovation works,” he says.

[Image: courtesy Foster + Partners]

The robot can be used to monitor completed and occupied buildings, performing regular scans to understand how spaces are being used. But though there could come a time when a robot dog roving through a building is as innocuous as an escalator, for now it’s still a curiosity. “For Spot, or any robot, to be useful after occupancy, our entire perception of how we interact with them must change,” says Tsigkari, noting that humans sometimes try to obstruct or even hinder robots when they’re encountered. “We have witnessed nothing but excitement and admiration for Spot during our case studies, but it would be interesting to see what sort of behaviors emerge when robots like Spot become less of a novelty and more of a daily occurrence in our lives.”

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

It’s more likely that Spot will be used to scan buildings after people have gone home. “At the moment, Spot turns heads wherever it goes. For use in occupied buildings, that presents a challenge because ideally you want to capture reality without altering it,” says Davis. Instead, he envisions Spot making the rounds after the office is closed and combining its scans with data from sensors to reconfigure internal building layouts and adjust lighting and temperature control.

[Image: courtesy Foster + Partners]

Down the line, Spot could even come to affect how buildings get designed. Tsigkari says just knowing a regular scan could catch issues later on may allow designers more flexibility in proposing design ideas that are far more experimental. “Disruptive technologies have an interesting way of affecting processes we do not anticipate” she says.

[Photo: Aaron Hargreaves/courtesy Foster + Partners]

For now, Spot’s potential is still being tested. Davis says the biggest innovation it can bring to architecture is an understanding of buildings in four dimensions: how space changes over time, and also how time changes the way spaces are used. “How do spatial arrangements—of furnishings and partitions, for instance—affect the amount of time that people spend in a space and their experience of that time? Is it buzzing with creative energy and social interaction, or does it promote contemplation and focus?” he says. “We can infer a lot of these qualities of space and inhabitation through data. And Spot’s ability to gather spatial data at regular intervals is a big piece of this puzzle.”

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Mitsidi Projetos realizará um simpósio sobre eficiência energética entre os dias 12/4 e 23/4, através de seu canal no Youtube

A MITSIDI divulgou em suas redes sociais a realização de um simpósio via internet, realizado no período noturno (das 19:30 às 21:00hs), entre os dias 12/04 e 23/04, sendo que temas diferentes serão abordados, conforme imagens abaixo.

O acesso se dará através do canal da MITSIDI no Youtube.

https://lnkd.in/gXMkYUK
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SP pós-pandemia terá de lidar com esvaziamento de escritórios e excluídos do home office

Especialistas dizem que é preciso converter prédios comerciais para evitar ‘mini-Detroits’

Fonte: UOL

Por: Artur Rodrigues

A pandemia de coronavírus deverá deixar marcas definitivas no desenho da cidade de São Paulo, com a expansão do home office e esvaziamento de escritórios.

Se a cidade não souber se planejar, a consequência pode ser a proliferação de mini Detroits, a cidade norte-americana que virou quase fantasma após a fuga de indústrias.

Na capital paulista, um dos desafios é como enfrentar a tendência de intensificação da vacância em regiões de escritórios devido à possível migração para o home office ou para um modelo híbrido por alguns setores —em alguns segmentos, um a cada cinco escritórios estão vazios hoje em SP.

Por outro lado, é preciso criar estímulos para democratizar e permitir que a população da periferia tenha condições dignas para realizar o home office ou trabalhe perto de casa.

Para se adaptar às mudanças, São Paulo precisa investir em políticas urbanas para conter o esvaziamento de áreas no centro expandido com oferta de infraestrutura e criar novas centralidades nas regiões periféricas.

Continue a leitura desta matéria diretamente na fonte, clicando aqui ou no link a seguir.

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2021/03/sp-pos-pandemia-tera-de-lidar-com-esvaziamento-de-escritorios-e-excluidos-do-home-office.shtml

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ANPRAC divulga curso sobre CONFORTO TÉRMICO EM EDIFÍCIOS

Entre os dias 19 e 28 de abril de 2021 a Anprac realizará mais um curso que entendemos ser extremamente interessante para o aprimoramento profissional.

O professor doutor João Manoel Dias Pimenta é quem ministrará este curso

Clique aqui veja a programção completa – Faça a sua pré-inscrição

* Para aproveitar o desconto como estudante será necessário apresentar comprovante de que está matriculado.

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ABRAVA realizará no próximo 23/03 as 19:00hs o Webnar sobre “Tratamento de Águas em Sistemas de AVAC-R, com ênfase em contaminação microbiológica

Aos interessados, segue o link para a inscrição:

https://www.sympla.com.br/webinar-tratamento-de-aguas-em-sistemas-de-avac-r-com-enfase-em-contaminacao-microbiologica__1153938?utm_campaign=webinar_dnta_2306&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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AEA divulga a nova turma do curso de AUDITORIAS EM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREDIAL

Considerada como uma importante “ferramenta de avaliação” na prestação de serviços, as auditorias periódicas não somente devem ser aplicadas para identificar falhas no processo mas, principalmente, como forma de se antecipar eventos e orientar as nossas equipes ou prestadores em relação ao adequado direcionamento de suas atividades e em relação aos níveis de expectativa do Cliente.

A auditoria em operação e manutenção também deve ser objetiva e envolver os representantes de ambas as partes.

Segue abaixo o convite para aqueles que estiverem interessados em conhecer um pouco mais sobre esta importante ferramenta.

CURSOS AGILE – AUDITORIAS EM OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO PREDIAL – 6H – ”ONLINE – AO VIVO PELA INTERNET”.

  • Dias 05 e 07 de Abril de 2021, Segunda e Quarta, das 14h00 às 18h00Aulas de 4 horas por dia.

O que você vai aprender

Noções básicas de auditoria segundo as Normas Internacionais e sobre como convertê-las em um programa de auditoria periódica de forma prática e eficaz, mesmo em pequenas operações. Aprenderá também sobre a importância em se desenvolver um programa de avaliação contínua da performance de fornecedores, sendo este um dos pilares de qualquer modelo de contratação de prestação de serviços.

Como irá se beneficiar

O participante desenvolverá a sua compreensão sobre os requisitos e pilares fundamentais em uma contratação de serviços de manutenção, assim como os cuidados a serem adotados ao longo de sua gestão sobre estes mesmos contratos. Desenvolverá competências a respeito da análise de contratos e habilidades para o desenvolvimento de programas internos de auditoria em operação e manutenção, desde o seu planejamento até a análise de resultados apurados.

Mais informações, inscrição e pagamento acesse: https://www.aea.com.br/cursos-online/curso-de-auditorias-em-operacao-e-manutencao-predial/

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NFPA 101 e COVID-19: Engenheiros precisam considerar as questões envolvendo a saúde pública e a preservação da vida quando da reabertura de edifícios após o COVID-19

Recentemente, e apesar das orientações já fornecidas no Brasil pela ABRAVA, quanto aos cuidados necessários para se manter o sistema de ar condicionado em ambientes desocupados ou parcialmente desocupados, tenho me deparado com algumas edificações que não adotam ainda tais cuidados, mantendo de forma equivocada os seus sistemas desligados.

Como primeiro resultado mais aparente, observa-se o forte odor em salas e principalmente dentro de condicionadores, pois estes operavam até algum tempo atrás, com umidade em seu interior.

O site Consulting – Specifying Engineers divulgou recentemente um artigo sobre estes cuidados, recomendando a atenção de engenheiros responsáveis por estas operações.

O artigo diz que “em alguns casos, a reabertura de edifícios após um período de fechamento devido a questões emergenciais de saúde, será similar ao reuso de qualquer edificação que tenha sido mantida como desativada, durante um período. Dependendo do tempo no qual esta edificação esteve desativada, poderá ser recomendado a condução de algum nível de RECOMISSIONAMENTO sobre os sistemas prediais, assim como a verificação de suas características para a preservação da saúde, nestes edifícios”.

O texto está em inglês, mas recomendo a sua leitura abaixo:


NFPA 101 and COVID-19

Engineers need to consider the public health and life safety issues of reopening a building after COVID-19

From (de): Consulting – Specifying Engineer

By (por): WILLIAM E. KOFFEL, PE, FSFPE, KOFFEL ASSOCIATES, COLUMBIA, MD.

Courtesy: Koffel Associates

It is unlikely that many, if any, members of an NFPA Life Safety Technical Committee truly considered the impact of a global pandemic as they participated in the code development process. Engineers must consider life safety considerations as buildings reopen, and also look at applying the requirements of NFPA 101: Life Safety Code to those buildings that remained operational during COVID-19.

In some ways, reopening a building after closure for some period of time as the result of a public health emergency is similar to reusing any building that had been closed for a period of time. Depending on the duration that the building was closed, it may be appropriate to conduct some level of recommissioning of the building systems and the life safety features of the building.

The extent to which the building needs to be recommissioned can be determined considering a number of factors, including:

  • Did the fire protection systems remain in service? Presumably they did because fire codes generally require that fire protection systems remain in service even in vacant buildings. However, if the fire protection systems did not remain in service, additional evaluation may be needed. If water was removed from a wet pipe fire protection system, there is likely increased corrosion in the pipe. Studies have also shown that the introduction of new water into steel pipe will result in accelerated corrosion for a period of time shortly after the water enters the pipe.
  • Were other building systems maintained in service? Many of the fire protection systems required by NFPA 101 are impacted by environmental conditions: humidity, temperature, dust, etc. While building systems may not have been operating at the same level as when the building was occupied, if the systems are shutdown these environmental conditions are not being maintained in the building. For example, if a heating, ventilation and air conditioning system is not operating for a period of time there could be increased dust accumulating in the ducts, which could result in increased nuisance alarms from smoke detectors when the system is reactivated.
  • Environmental and climatic conditions can also impact the operation of other life safety features of the building. For example, the lack of use could result in situations in which egress doors may be more difficult to open. From an egress perspective, one way to address this issue is to simply walk every egress path and use each component that is encountered that would be used to egress the building (e.g., open every door along the path of egress).

Continue reading the full text from its source, by clicking here. / Continue a leitura do artigo completo, diretamente de sua fonte, clicando aqui.

Link da página do artigo: https://www.csemag.com/articles/nfpa-101-and-covid-19/?oly_enc_id=3803H7421378F9H

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CB055/ABNT INFORMA CONSULTA NACIONAL DA REVISSÃO DA NBR 7256 – TRATAMENTO DE AR EM ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE

CB 055 informa que foi inserido em Consulta Nacional pelo período de 30 dias, o 2º Projeto de Revisão ABNT NBR 7256 Tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS) – Requisitos para projeto e execução das instalações. Confira e participe!

Em Consulta Nacional até 07/04/2021

Acesse o site e pesquise pelo Comitê aqui.

Eng. Oswaldo Bueno coordenador

Clara Lúcia – Secretária

ABNT/CB-055/ABRAVA

Fone: (11) 3361-7266

Skype: clucia04

cb-055@abnt.org.br

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Auditorias técnicas em operação e manutenção

Apesar de muitas vezes confundida com o que o mercado denomina como “Inspeção Predial”, o processo de Auditoria Técnica sobre a Operação e Manutenção em uma edificação engloba, necessariamente, uma análise mais aprofundada sobre a sua edificação, o seu estado, as condições operativas de sistemas e minimamente, sobre o desempenho funcional de alguns sistemas.

Trata-se, portanto, de um diagnóstico amplo, com o objetivo de obter uma visão completa sobre a edificação, os seus sistemas, as ações corretivas ou de ajustes necessários, assim como de um “forcast” para investimentos no empreendimento.

Figura 1 – Abrangência em um processo de auditoria técnica da O&M (A&F)

O processo é normalmente subdividido em 4 etapas principais:

  • Análise de documentação e informações: Fase inicial do trabalho, durante a qual se adquire o conhecimento da edificação e de sua operação, possibilitando não somente a identificação de dúvidas ou lacunas a serem esclarecidas / preenchidas, como também possibilitando um planejamento mais assertivo para a fase de campo
  • Vistorias e condução / acompanhamento de testes no campo: Denominada como walkthrough, esta etapa contempla não somente a inspeção visual de conformidade e análise de estado no campo, como também o acompanhamento de testes previamente identificados como importantes e agendados com o Cliente e suas equipes locais de operação e manutenção
  • Análise de resultados: Etapa durante a qual são analisados os resultados obtidos no campo, assim como as evidências e documentos produzidos pela operação e manutenção da edificação
  • Elaboração de relatório e conclusão, visando a sua apresentação ao Cliente

Além da análise técnica e administrativa sobre documentos e instalações no campo, torna-se importante a análise das falhas observadas e os seus impactos sobre a operação da edificação.

O processo também exigirá destes profissionais os conhecimentos e experiências específicas (projeto, civil, elétrica, hidráulica, HVAC, automação, entre outros), assim como o conhecimento sobre o planejamento e o controle da manutenção, e sobre a gestão em operações.

O processo de Auditoria Técnica também apresenta características distintas em relação a duas outras modalidades de trabalho encontradas no mercado, sendo estas:

  • Due Diligence (DD): Processo investigativo muito mais embasado na análise de documentos e informações, assim como sobre uma vistoria em campo, sem qualquer atuação técnica mais aprofundada
  • Technical Assessment (TA): Processo similar ao descrito para a Auditoria Técnica, sendo que a sua análise também envolverá o desempenho de sistemas prediais e uma análise mais abrangente de riscos e investimentos necessários

Por fim, torna-se importante compreender que a Auditoria Técnica periódica se constitui em uma das “ferramentas” de melhoria contínua em processos, sendo importante que a sua prática se dê com intervalos definidos pelo Cliente.

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AEA oferecerá a partir deste próximo dia 8 de março a segunda turma do curso PCM – Planejamento e Controle da Manutenção em Edifícios

A AEA Educação Continuada realizará neste mês de março a segunda turma do curso PCM – Planejamento e Controle da Manutenção em Edifícios, tendo como docentes o profissional Haroldo Nogueira da Silva, além de minha participação.

O curso será 100% online e terá 32 horas de duração, sendo que mais informações poderão ser obtidas diretamente na página do curso, bastando clicar no link abaixo para que seja redirecionado.

Link da página do curso: https://www.aea.com.br/cursos/curso-de-planejamento-e-controle-da-manutencao-em-edificios

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