6 mitos e verdades sobre impermeabilização

Fonte: AECweb

Impermeabilização encarece a obra? Quando o projeto de impermeabilização é necessário? Impermeabilizantes são todos iguais? Entenda!

Embora seja fundamental para garantir a durabilidade das estruturas, a impermeabilização ainda é cercada de muitas dúvidas. Há quem questione, por exemplo, a real necessidade de realizar um projeto de impermeabilização. Há, também, quem pense que, em banheiros, só a área do boxe merece proteção. A seguir você pode conferir esclarecimentos sobre alguns mitos que envolvem a impermeabilização. Não perca:

1) Não precisa fazer projeto de impermeabilização. Basta aplicar o produto conforme orientações do fabricante. MITO

A impermeabilização de edificações é composta por um conjunto de camadas, cada qual com funções específicas e que devem ser adequadamente dimensionadas e planejadas. A realização de um projeto de impermeabilização, nos moldes do exigido pela ABNT NBR 9575: Elaboração de Projetos de Impermeabilização, é determinante para garantir a eficiência desejada com a melhor relação custo-benefício.

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Cem anos para adaptar todos os prédios na Suíça às exigências ecológicas

Fonte: swissinfo.ch – 15.01.2020 (compartilhado por PROCEL Info)

Acesse aqui a matéria em seu veículo de origem.

Os edifícios são responsáveis por mais de um quarto de todas as emissões de CO2 na Suíça. Apesar dos incentivos governamentais e da necessidade de reduzir o impacto sobre o clima, reformas visando a melhoria da eficiência energética de casas e edifícios avançam lentamente. Por quê?

“No início tinha planejado substituir apenas portas e janelas. Mas quando ouvi falar da possibilidade de apoio financeiro, decidi fazer uma reforma completa”, diz Luca Berini. Ele possui uma casa construída em 1964 no município de Insone, em Lugano, no cantão suíço do Ticino. “Acho que é importante cuidar especialmente do meio ambiente”, diz ele.


Um revestimento de lã mineral com 24 centímetros de espessura, vidros triplos, um sistema de ventilação automática e a substituição do boiler a óleo por uma bomba de calor transformaram a antiga casa numa construção moderna. Ela precisa de 
menos energia, e nela se vive muito melhor. Segundo a mãe de Berini, de 80 anos, “a temperatura é a mesma em todas as salas, e não há mais correntes de ar”.

Graças às reformas, Berini estima que o valor do imóvel também aumentou de 30 a 40%. Ele ficou espantado quando lhe mostramos que, na Suíça, sua história é uma exceção.

Um milhão de casas com isolamento térmico ruim ou inexistente

Na Suíça, os edifícios são responsáveis por cerca de 40% do consumo de energia e por mais de um quarto de todas as emissões. 

Aquecimento residencial é responsável por mais de um quarto das emissões

As emissões dos edifícios não são uma surpresa. Cerca de dois entre três edifícios foram construídos antes de 1980, e a Suíça é o país da Europa que mais usa aquecimento com óleo combustível. A isto soma-se o fato de que de um total de cerca de 1,7 milhões de lares, mais de um milhão está mal ou totalmente sem isolamento térmico, resultando em consideráveis perdas de calor.

Apesar de um declínio acentuado desde 1990, as emissões dos edifícios na Suíça permanecem acima da média em comparação com a Europa. De acordo com os últimos números da Associação Europeia de Fabricantes de Isolamentos (Eurima) para 2014, as emissões de CO2 no sector da construção civil na Suíça foram de cerca de 1,2 toneladas per capita.

(Em comparação: Alemanha: 0,6, Reino Unido e Portugal: 0,8, França: 1,1. Apenas Espanha (1,8), Finlândia (1,6), Itália (1,5), Bélgica e Áustria (1,4) tinham valores mais elevados).

Apenas um em cada cem edifícios foi reformado

Desde 2010, o programa federal suíço de saneamento de edifícios tem apoiado proprietários que querem melhorar a eficiência energética de suas propriedades. O programa, financiado pela Confederação através da taxa CO2 e pelos cantões, forneceu subsídios de CHF 211 milhões em 2018.

“Observamos um interesse crescente. Enquanto há quatro ou cinco anos tínhamos entre 200 e 300 consultas por ano, agora temos mil”, diz Luca Pampuri, da companhia Ticino Energia. Esta companhia também opera o Certificado Cantonal de Desempenho Energético para Edifícios (GEAK) da Suíça de língua italiana. O GEAK é reconhecido por todos os cantões como um instrumento que permite determinar a condição de um edifício a partir de seu perfil energético e avaliar se ele pode se beneficiar de possíveis subsídios.

No entanto, apesar das boas intenções e dos incentivos governamentais, que podem representar entre 10 e 30% dos investimentos, a modernização dos edifícios na Suíça está progredindo apenas lentamente.

De acordo com a Fundação Suíça para a Ciência, a taxa de reformas visando a eficiência energética dos edifícios existentes é de apenas 1% ao ano. Segundo ela, “isto significa que as metas da Estratégia Energética 2050 não podem ser alcançadas dentro do cronograma”. Esta cota deve ser pelo menos duplicada, caso contrário vai ser necessário um século para que os edifícios alcancem um padrão que atenda aos requisitos do desenvolvimento sustentável.

A situação é diferente para edifícios novos que, em 2017, constituíam 12.315 novos imóveis. Embora não exista uma proibição geral de instalação de sistemas de aquecimento a óleo na Suíça, tem havido desde os anos 2000 um forte aumento de instalações com bombas de calor.

E cada vez mais proprietários estão a optar por uma casa com certificação “Minergie”, o mais alto padrão de eficiência energética e qualidade para edifícios. “Dependendo da região, isto representa entre 10% e 25% das novas construções”, diz Andreas Meyer Primavesi, diretor da Minergie Suíça.

Pouca informação e lacunas na lei

As razões para a baixa taxa de reformas podem ser de vários tipos, diz Pampuri, da Ticino Energia. “A geração de proprietários tem na sua maioria entre 50 e 60 anos de idade. Talvez eles não estejam tão interessados em fazer um grande investimento que se amortize apenas depois de cerca de trinta anos. Também deve ser dito que os proprietários frequentemente substituem um velho sistema de aquecimento a óleo por um mais eficiente em termos energéticos, mas do mesmo tipo.

Massimo Filippini é Professor de Economia no Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique e na Universidade da Suíça Italiana. Ele enfatiza outros fatores que tendem a dificultar os investimentos em eficiência energética.

“Estudos recentes em nível suíço e europeu mostram que muitos consumidores não estão informados sobre possíveis soluções tecnológicas e incentivos financeiros do Estado para promover investimentos em eficiência energética. Quem sabe da possibilidade de se obter subsídios estará mais inclinado a agir, a investir”, disse ele à swissinfo.ch.

Os estudos também mostraram que uma parte da população não possui conhecimentos suficientes para avaliar os investimentos em eficiência energética do ponto de vista econômico e financeiro. “Finalmente, é muitas vezes esquecido que, além da economia de energia, a renovação energeticamente eficiente também traz mais conforto e melhor qualidade do ar no edifício. Estes são benefícios que também têm um valor financeiro importante”.

Hans Rudolf Schalcher, chefe do Programa Nacional de Pesquisa “Transformação do sistema energético”, menciona lacunas na lei: “Bombas de calor, aquecimento com lenha, calor residual industrial e coletores solares poderiam fornecer aquecimento e água quente de forma renovável ou neutra em CO2”, escreve ele em um comunicado de imprensa.

Mas “as leis e regulamentos vigentes não atendem mais aos requisitos e possibilidades de hoje”, diz Schalcher. “Os cantões devem centrar suas leis de planejamento, construção e energia na implementação rápida e econômica da Estratégia Energética 2050 e simplificar os procedimentos de licenciamento e aprovação”.

Neste verão, a ONG ambiental WWF declarou a política energética dos cantões no sector da construção civil como “um fracasso”.

Como fazer a mudança de curso?

Aumentar a taxa de CO2 sobre combustíveis ou substituir um sistema de aquecimento a óleo por uma bomba de calor sem otimizar o isolamento do edifício não é suficiente, diz Christian Zeyer, diretor da Swisscleantech. No jornal Neue Zürcher Zeitung, ele sugere a ideia de um fundo para a modernização de edifícios, que seria alimentado por companhias de seguros, fundos de pensão e bancos.

“Ao contrário do programa estatal existente, que cobre apenas uma pequena parte dos custos da renovação relacionada com a energia, o novo fundo pode cobrir até 100% dos custos para tornar uma propriedade eficiente do ponto de vista do clima”, escreve Zeyer. O empréstimo seria reembolsado ao longo de todo o ciclo de vida do investimento.

Segundo Zeyer, todos se beneficiariam deste sistema. “A fim de minimizar os riscos para os investidores, o Estado assume o risco de inadimplência que decorre do prazo mais longo do empréstimo. Em troca, o Estado se beneficia porque consegue cumprir as obrigações do Acordo Climático de Paris no setor da construção civil”, escreve ele.

O governo suíço reconhece que os esforços feitos até agora não são suficientes para atingir os objetivos da estratégia energética e do Acordo de Paris. No final de novembro, o Conselho Federal aprovou uma moção parlamentar pedindo uma redução drástica nas perdas de energia no setor da construção civil.

Além dos transportes, os edifícios estarão no centro dos futuros debates sobre o clima na Suíça, onde os limites de emissão serão discutidos como parte da nova lei de CO2, e também na Europa, onde a renovação de edifícios será uma das prioridades do próximo “Green Deal”.

+ Assim se vive na casa do futuro

O setor imobiliário suíço em números

– Existem cerca de 1,7 milhões de edifícios residenciais na Suíça.

– Quase 4 em cada 5 edifícios foram construídos antes de 1990 (correspondendo à média europeia).

– Mais de 1 milhão de casas têm isolamento insuficiente ou incompleto.

– Quase 2 a cada 3 edifícios são aquecidos com óleo combustível ou gás natural (metano).

– Em 2018, 7.500 edifícios foram isolados termicamente e 3.000 sistemas de aquecimento foram substituídos.

– A taxa de renovação dos edifícios é de cerca de 1% ao ano.

(Fontes: Programa Federal de Construção, Credit Suisse)

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“Uma nova classe de pessoas deve surgir até 2050: a dos inúteis”

Fonte: epocanegocios.globo.com
Com o avanço da inteligência artificial, Yuval Noah Harari, autor de ‘Sapiens’, prevê que muitos profissionais não apenas ficarão desempregados, como também não serão mais empregáveis

Acesse está interessantíssima matéria através do link abaixo:

http://epocanegocios.globo.com/Vida/noticia/2018/01/uma-nova-classe-de-pessoas-deve-surgir-ate-2050-dos-inuteis.html

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Definidas as datas do próximo SANNAR Norte Nordeste em Salvador /BA

XXI – Sannar
 Salão Norte Nordeste de Ar Condicionado e Refrigeração

Dias 11 e 12 de Março de 2020
Local : Senai Cimatec
Av. Orlando Gomes, 1845 – Piatã – Salvador – BA
www.engenhariaearquitetura.com.br/sannar/

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Como conduzir uma concorrência em manutenção

A cada novo ano ou período que se inicia, muitos de nós retomam as suas atividades e, entre elas, a necessidade de consultar os mercados de prestação de serviços para o balizamento de nossos contratos existentes, ou mesmo, a necessidade de buscar por novos fornecedores e melhorias em nossos processos.

Trata-se de uma necessidade em nossas áreas, haja vista que revisitar o mercado e conhecer as suas potencialidades e novas metodologias e técnicas, sempre será importante.

No entanto, isto tomará algum tempo do gestor ou do encarregado em conduzir este processo de uma ponta a outra…, pois o processo de concorrência requererá um conjunto de informações para que as proponentes consigam elaborar as suas respectivas propostas, dentro do espera o contratante.

Importante ressaltar que o resultado de um processo de contratação dependerá de um cuidadoso preparo por parte do tomador, seja ao elaborar o escopo que atinja plenamente as suas necessidades e expectativas, seja especificando SLAs, KPIs, as condições mínimas necessárias para a implantação de uma ferramenta informatizada de gestão, seja delineando as demais condições e necessidades do processo de contratação ou “Bid”.

Em outras palavras, não se deve simplesmente copiar o escopo atual, alterando o que julgamos como necessário para a implementação de melhorias no processo!

É importante que olhemos cuidadosamente o processo, fornecendo aos licitantes ou às proponentes, todas as informações minimamente necessárias para a elaboração de uma boa proposta.

Isto requer como itens ou condições de preparação:

1. O escopo do serviço:

Antes de discorrermos sobre o que deve ser entendido como itens do escopo, devemos lembrar que a sua descrição ou detalhamento tem como principal condição atender as expectativas e necessidades de quem está contratando. Portanto, deve-se compreender que o primeiro passo de todo o processo envolverá:

  • Colocar no papel as nossas necessidades e expectativas
  • Destacar os pontos críticos do processo (cuidados a serem tomados)
  • Lembrar aquilo que não desejamos ou podemos ter, com o novo fornecedor
  • Relacionar as condições básicas para esta contratação, tais como sites, sistemas ou equipamentos abrangidos, horários de atuação, necessidades de se manter ou não equipes específicas residentes no contrato, entre outras

O escopo deverá então contemplar:

  • O objeto da contratação
  • A descrição do serviço a ser contratado
  • A relação de escopos técnicos detalhados, incluindo as atividades, frequências e entregáveis
  • A relação dos sites, sistemas e equipamentos incluídos
  • A matriz de criticidade
  • A matriz de responsabilidades (RACI) e de relacionamento (fornecedor / contratante)
  • Os níveis mínimos e acordados para os serviços (SLAs)
  • Os indicadores de performance e acompanhamento a serem implementados para o acompanhamento dos serviços e entregáveis (indicadores que atendam as expectativas do Cliente)
  • O modelo de avaliação do fornecedor a ser considerado no contrato
  • Os cuidados e requisitos necessários para a implantação do novo contrato
  • Um cronograma contendo não somente o kick-off, mas todas as etapas de implantação, início do processo de medição da performance, prazos para a apresentação dos entregáveis, etc

Importante destacar que outros itens poderão integrar o escopo de contratação, tais como:

  • A necessidade de apresentação de uma Lista de Preços Unitários (LPU) e seu BDI
  • O provimento de bases de operação e ferramentais específicos
  • A estruturação das bases de trabalho por parte da contratada (bases de trabalho, computadores, softwares, internet, ramais, etc)
  • A necessidade de implantação de um software informatizado de gestão ou CMMS, e seus entregáveis
  • Etc…

Mais uma vez, isto ressalta a necessidade de um planejamento prévio ao processo de concorrência.

2. Informações sobre as volumetrias envolvidas:

Além dos quantitativos e descritivos acima relacionados, deve-se providenciar a elaboração de um material que apresente a volumetria dos serviços para as empresas licitantes no processo.

Lembrem-se que, não bastará apenas informar a relação de equipamentos, atividades, frequências, etc…, que possibilitem à proponente dimensionar as suas equipes e recursos para a atuação preventiva ou preditiva!

É igualmente importante que o Cliente informe a volumetria histórica de ocorrências, chamados, corretivas e consumo de insumos e peças, o que traduzirá aos participantes o tempo de atuação corretiva e de atendimento de suas equipes futuras. Isto permitirá com que se dimensione os recursos de forma adequada e mais próximo do real.

3. Itens administrativos importantes:

Também devem ser disponibilizados previamente os documentos como minuta padrão (para a análise prévia por parte das proponentes), regras de fornecimento e conduta ética de fornecedores, relação de documentos técnicos e administrativos a serem apresentados pela contratada, assim como as suas periodicidades.

4. Itens inerentes ao processo de concorrência:

Trata-se aqui da disponibilização de documentos para a apresentação da cotação (planilhas eletrônicas previamente formatadas e travadas para alteração), sendo este um ponto vital que facilitará a vida das equipes de análise envolvidas no processo.

Além destas planilhas, deve-se ainda consultar o mercado para a elaboração da lista inicial dos fornecedores capacitados a atender as demandas e expectativas do contratante, ou seja, a “long list”.

Estes são apenas tópicos a serem observados pelas equipes tomadoras de serviço, ao se elaborar o material de concorrência, lembrando que a omissão ou falta destes cuidados poderá promover o descompasso entre as visões da contratada e da contratante, além de outros fatores como a incapacidade em atender demandas, escopos, etc…

Em outras palavras, a sua operação poderá se tornar uma confusão….

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Um Feliz 2020, com muito sucesso e novos desafios!

Enfim, iniciaremos o novo ano…

Um ano de novos desafios e, aparentemente, com novas perspectivas em nosso cenário econômico!

Temos a expectativa de crescimento do mercado imobiliário e, consequentemente, do mercado de Real Estate, temos a perspectiva de maiores desafios na busca por melhoria contínua em processos voltados às operações, etc…

Que 2020 venha com novos e maiores desafios para todos!

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Retrospectiva A&F 2019…

É muito natural que cheguemos ao período de Natal e ao término de mais um ano, exercitando a reflexão sobre caminhos e decisões tomadas durante a trajetória…

Embora ainda estejamos sob algumas incertezas que pairam sobre o Brasil, vivenciamos sim um ano melhor, com diferentes mercados iniciando novos movimentos, e com uma perspectiva ainda melhor para 2020.

A mídia tem divulgado uma expectativa de crescimento para a construção civil e mercado imobiliário, o que, como historicamente ocorre no Brasil, contribui para a movimentação de nossa economia.

Em 2019, concluimos um importante trabalho para o Hospital Israelita Albert Einstein, iniciado em agosto de 2018, envolvendo a análise de processos e áreas de Facilities, Operação e Manutenção, e Segurança, ajudando-os no redesenho de estratégias e equipes, em busca de melhores resultados. Foram mais de doze meses juntos, atuando em parceria com profissionais de primeira linha em nosso mercado, dentro de uma instituição reconhecida pela sua qualidade técnica e na prestação de serviços.

Iniciamos também um novo projeto para uma multinacional norte-americana, no qual os ajudaremos a redesenhar um processo de cotação de serviços junto ao mercado. Em 2019, também retomamos uma parte de nossas raízes técnicas, gerindo processos de retrocomissionamentos em grandes edificações, assim como conduzindo no campo processos de due diligence e, principalmente, de technical assessments em edificações e sistemas.

Pois bem, é com muito otimismo que estamos encerrando 2019, embalados nesta projeção de “bons ventos” que o mercado sinaliza para o próximo ano de 2020.

Embora esta ainda não seja uma despedida do blog neste ano, aproveitamos desde já para desejar à todos um Feliz Natal e um maravilhoso e próspero 2020!!!

A&F Festas 2020

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