Guia gratuito apresenta os benefícios da Eficiência Energética para pequenas e médias indústrias

Fonte: PROCEL Info

Conforme artigo abaixo extraído de uma das divulgações do PROCEL, já foi disponibilizado um documento intitulado ” Guia Múltiplos Benefícios de Eficiência Energética na Indústria “, com o objetivo de auxiliar as pequenas e médias indústrias na eleboração e implementação de medidas de eficiência energética, pois temos um parque instalado e em operação com uma idade média estimada de 20 anos.

Importante ressaltar que, dependendo das condições operacionais e de manutenção, tais ativos podem apresentar um desempenho energético ainda abaixo do esperado, levando-se também em conta a defasagem tecnológica embarcada.

Importante também lembrar que a definição de medidas de EE demandará por um estudo detalhado de suas instalações e processos, assim como do acompanhamento de consumos durante a sua utilização. O material elaborado é muito bom e poderá ajudá-los na compreensão sobre as medidas de EE e também sobre a estruturação necessária para a sua definição.

Uma boa leitura!


O Programa PotencializEE acaba de lançar o ‘Guia Múltiplos Benefícios de Eficiência Energética na Indústria’, que tem como objetivo apresentar as vantagens da implementação de medidas de eficiência energética (EE) para as pequenas e médias indústrias. A publicação é gratuita e está disponível para download no site www.programa-potencializee.com.br.

Dados da Associação Brasileira de Manutenção (Abraman) indicam que a idade média das instalações das PMEs nacionais é de 20 anos e elas respondem por 68% da energia utilizada na indústria. E um terço dessa energia poderia ser economizada nas PMEs industriais através de implementações de projetos de EE. De acordo com levantamento da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), os números indicam ainda que a indústria gasta anualmente R$ 5 bilhões e R$ 16 bilhões, respectivamente, com eletricidade e combustíveis.

“Devido ao grande potencial de redução no consumo de energia pela indústria brasileira, quando se fala em Eficiência Energética, muitas vezes, as empresas adaptam uma perspectiva estritamente orçamentária focando na diminuição de custos e deixam de levar em conta outros impactos positivos oriundos de projetos de EE; muito além dos ganhos financeiros”, afirma Marco Schiewe, diretor do Programa PotencializEE, uma iniciativa de Cooperação Brasil-Alemanha para o Desenvolvimento Sustentável, liderado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e coordenado por meio da GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit), Agência Alemã de Cooperação Internacional.

As vantagens obtidas com a adoção de práticas de EE estão no âmbito das melhorias de desempenho corporativo, produtividade e competitividade no mercado, do gerenciamento socioambiental, da saúde e segurança dos colaboradores de uma empresa, além da qualidade dos produtos e até da motivação e satisfação dos colaboradores. “O guia visa justamente apoiar a identificação e a quantificação destes múltiplos benefícios. Afinal, como os projetos de eficiência energética têm uma importância que vai muito além de economia de energia, o ponto de vista estratégico acaba sendo o principal motivador na tomada de decisão”, explica Schiewe.

O Guia oferecido pelo PotencializEE é um manual de como uma pequena ou média indústria pode manter vantagem competitiva sustentável a partir da adoção de uma operação voltada para a prática da eficiência energética. Trata-se da primeira de uma série de publicações que estão sendo desenvolvidas pela equipe do programa para disseminar e sensibilizar os diversos segmentos industriais em relação aos benefícios da EE, as especificidades das tecnologias e contribuir para a redução da emissão de gases de efeito estufa no Brasil.

*Com informações do Programa PotencializEE

Segue novamente o link do material: https://www.programa-potencializee.com.br/acervo/multiplos-beneficios-da-eficiencia-energetica-na-industria/

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ABRAVA divulga curso básico de VRF / VRV

A ABRAVA divulgou recentemente a realização de um curso de capacitação de profissionais do mercado em relação as noções básicas de projeto, instalação e manutenção destes sistemas que operam por expansão direta, sendo que a nova data de sua realização foi postergada para maio próximo.

Aos interessados, sugerimos acessar diretamente o site da ABRAVA ou clicar no link abaixo: https://abrava.com.br/cursos/diagnosticos-e-falhas-vrf-vrv-online-2/?utm_campaign=curso_basico_de_vrf_-_inicio_adiado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

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CREA-RS se mobiliza em defesa da Lei Kiss e em relação a responsabilidade técnica por projetos acima de mil metros quadrados

É realmente incrível como continuamos a não aprender com as tragédias em nosso país, esquecendo-as rapidamente e deixando com que outros interesses nos tragam novamente riscos de novas ocorrências…

O Rio Grande do Sul passa neste momento por uma batalha não só para a preservação da chamada “Lei Kiss” que passa por um processo envolvendo uma nova votação na Assembleia gaúcha, podendo “flexibilizar” a atuação de profissionais sem a devida qualificação e habilitação em projetos de Planos de Prevenção e Combate contra Incêndios (PPCI), similar ao que conhecemos como AVCB em São Paulo.

Independentemente da região de nosso país, precisamos entender a importância e a experiência necessária no desenvolvimento de projetos / estratégias de proteção e combate a incêndio, matéria esta que tem por finalidade a preservação da vida em um primeiro momento, mitigando também riscos ao patrimônio em um segundo plano.

Trata-se de uma matéria que demanda não apenas pela “habilitação” concedida por Conselhos Regionais, mas também, pelo conhecimento técnico e legal dos profissionais envolvidos.

Trata-se também da importante participação de proprietários e /ou administradores de empreendimentos que já obtenham ou busquem pela obtenção de tais licenças, assegurando com que as estratégias definidas em projeto para a preservação de vidas sejam continuadas / mantidas de forma adequada e com desempenho satisfatório durante a vida útil do empreendimento.

Foto de autoria do CREA-RS

Cientes da fragilidade de nosso sistema de fiscalização, todos devemos ter a consciência quanto a sua importância para a segurança dos ocupantes, seja através dos sistemas e estratégias para a detecção e combate ao incêndio, seja para a preservação de rotas de fuga para assegurar as vidas.

Tais cuidados permeam pela atuação e responsabilidade das áreas de manutenção e operação, envolvendo:

  • O conhecimento do projeto, funcionalidades dos sistemas instalados e parâmetros de ajuste que precisam ser preservados
  • O cumprimento obrigatório das rotinas de manutenção adequadas aos sistemas, evidenciando a sua realização através de registros apropriados
  • A condução periódica de testes de rotina e preventivos, que busquem não só pela verificação e constatação da “funcionalidade” do sistema, mas também, por certificar-se quanto ao seu desempenho / performance
  • O treinamento contínuo de todos os envolvidos, constituindo uma equipe de fiscalização interna, haja vista a conhecida “fragilidade” na manutenção de medidas especificadas em projeto durante a fase de ocupação e uso de uma edificação
  • A aplicação periódica do “comissionamento” em sistemas de ventilação, exaustão e combate a incêndio, atestando a PERFORMANCE do sistema em relação ao que fora previsto em projeto
  • A atualização do projeto e obtenção de novos alvarás, sempre que a edificação sofrer alterações em seu uso ou ocupação, o que poderá demandar pela atualização em relação a novas legislações em vigor

Enfim, ainda que muitos ainda enxergem tal responsabilidade limitada apenas à obtenção de alvarás e licenças de funcionamento, tragédias como a ocorrida em Santa Maria deveriam sensibilizar todos os envolvidos e, principalmente, os profissionais que atuam neste segmento do mercado e dos quais se espera uma condução técnica e legal durante todo o processo e sua participação.

Vamos aprender com as tristes tragédias não evitadas, para que não choremos futuramente pela perda de novas vidas!

Seguem abaixo as chamadas para os artigos divulgados pelo CREA-RS.

ARTs de PPCI emitidas por técnicos de nível médio serão objeto de análise nas Câmaras Especializadas

Nota à sociedade: Fragilização da Lei Kiss

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11º QAI – Seminário Internacional de Qualidade do Ar de Interiores: terminará amanhã (26/04) o prazo para inscrições (presencial e online)

A POLI-USP receberá nesta próxima quarta-feira 27/04 um importante evento voltado aos cuidados necessários à manutenção da qualidade do ar interno em ambientes ocupados, o qual contará com a participação de profissionais brasileiros e internacionais.

Como a própria divulgação cita em seu convite, trata-se da discussão do “novo paradigma” para a gestão de ambientes e da qualidade do ar, em um período pós pandemia.

O evento ocorrerá nos modos presencial e online, sendo que as inscrições ocorrem através do Sympla, considerando também se tratar de um evento ABRAVA. Aos interessados, bastará clicar sobre a imagem acima ou no link abaixo.

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Novas tecnologias para baterias contribuirão para a descarbonização

Fonte: Além da Energia

Divulgação: PROCEL INFO

Clique aqui para ler a matéria em sua fonte.

Veículos elétricos não emitem gases de efeito estufa e, em todo o mundo, já há várias iniciativas para reduzir a combustão nos próximos anos e apostar na eletromobilidade. Mas as tecnologias de armazenamento de energia em baterias devem permitir, no futuro, várias outras soluções para tornar o consumo de energia mais eficiente e, dessa forma, contribuir para que a descarbonização seja possível.

Exemplo disso seria a criação de baterias leves e eficientes que pudessem carregar diversos equipamentos e eletrodomésticos – até mesmo uma geladeira -, ou baterias de carregamento automático, revolucionando a inteligência artificial. Uma das aplicações poderia ser a viabilização de redes inteligentes (smart grids), simplificando a medição de demanda, eficiência energética e viabilização de fontes renováveis.

Todas essas alternativas serão possibilitadas pelo uso de nanotecnologia, nióbio, grafeno e até lixo atômico, que normalmente é enterrado para minimizar riscos de vazamento e contaminação, destaca uma matéria do MIT Technology Review.

Baterias automotivas mais baratas e eficientes

Uma das barreiras à eletrificação veicular no Brasil é o preço dos veículos – os quais, por sua vez, são mais caros em função do custo das baterias. Mas um estudo da BloombergNEF, encomendado pela Transport & Environment, aponta que a partir de 2026 a produção de veículos sedãs elétricos (segmentos C e D) e SUVs será tão econômica quanto a de veículos à gasolina.

No segmento de veículos pesados, a Volkswagen Caminhões e Ônibus e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) se uniram para criar uma bateria de óxidos de nióbio e grafeno. A tecnologia permitirá o carregamento ultrarrápido, em menos de 10 minutos, além de maior durabilidade e vida útil.

Vale destacar que grande parte das baterias atuais são de lítio, mas já há pesquisas que indicam que a vida útil utilizando o grafeno aumenta em 50%. Além disso, os dispositivos garantem o mesmo armazenamento de energia, com metade do peso.

Baterias de nanodiamante prometem vida útil gigantesca

Para além do grafeno e nióbio, estão sendo desenvolvidas também baterias nucleares, que usam lixo atômico. A responsável pelo projeto é uma startup da Califórnia, a NDB Technology, que utilizou uma tecnologia muito semelhante à usada para produzir eletricidade com energia solar. Mas, ao invés de utilizar as células que captam a luz solar, utiliza a radiação retirada de resíduos nucleares.

O resultado, chamado de bateria de nanodiamante (daí o nome NDC), é a produção de uma bateria de carregamento automática com vida útil de incríveis 28 mil anos. Segundo a startup, o NDB pode alimentar dispositivos e máquinas de qualquer tamanho, desde aeronaves e foguetes a veículos elétricos, aparelhos auditivos, smartphones, sensores e muito mais, tudo sem emissões de carbono. Seus dois primeiros clientes beta são uma empresa líder em produtos e serviços de ciclo de combustível nuclear e uma organização líder global em manufatura aeroespacial, defesa e segurança.

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Quais serão os desafios para a manutenção predial em 2022?

É verdade que muitos afirmam que 2021, assim como 2022, não deixará saudades….

De fato, eu acredito que apenas alguns sintam saudades por fatos que os tenham marcado de alguma forma, mas entendo que este foi mais um ano de aprendizado para todos os seres humanos e em quase todas as regiões do planeta.

Aliás, diria até que foi um ano de reforço (para aqueles que passaram por isto em períodos escolares, em sua infância), pois ratificou o que todos nós deveríamos ter aprendido em 2020……: o valor de nossas vidas, amigos e familiares

Espero sinseramente que a humanidade tenha aprendido a lição!

Mas e em relação a nossa área de manutenção predial? O que estes dois anos nos trouxeram de aprendizado e o que esperar de 2022, ano de eleições em nosso país e “aparentemente” um pouco mais promissor…

Lembremos que a grande maioria de nossos investidores e proprietários retiraram literalmente “o pé do acelerador”, postergando investimentos e até mesmo ações corretivas de menor criticidade, assim como reduzindo equipes e contratos de manutenção ao mínimo necessário para operar nossas edificações que mantiveram uma baixíssima taxa de ocupação neste período (de 10 à 25%, em média).

Com as esperanças que se renovam para 2022, e considerando que a nossa economia venha novamente a sobrer uma aceleração positiva, teremos de nos organizar, avaliando e classificando todo o passivo, a fim de que consigamos traçar um plano de ação no curto, médio e longo prazo.

Trata-se, portanto, de um grande e bom desafio para as nossas áreas de Planejamento, Programação e Controle da Manutenção, sendo que estas áreas já possuem know-how e ferramentas para solucionar tal desafio.

Imagem adquirida pela A&F Partners Consulting junto a Canstockphoto

Devemos, portanto, nos prepararmos para uma maior carga de trabalho visando recolocar as nossas edificações novamente em ordem, identificando gaps e prejuízos, classificando riscos e prioridades (criticidade funcional), estimando valores para reparos ou reposições, avaliando as nossas estruturas e infraestruturas e, finalmente estruturando planos de ações, ou seja, planejando.

Teremos sim um belo desafio para 2022 e próximos anos que virão!

E é com este prenuncio de bons desafios que desejo à todos um Feliz Natal e um fantástico Ano Novo, lembrando do nosso aprendizado nestes últimos 2 anos….: saúde, consiência humana, fraternidade, amor e vida….

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Como a qualidade do ambiente interno pode afetar a nossa saúde, a produtividade e o futuro do ambiente que conhecemos?

Esta pergunta vem sendo repetidamente apresentada em palestras, seminários, estudos e cursos, seja por aqui em nosso país, seja em outros grandes centros.

Não se tratar de um tema novo, mas sim, de um tema importante e ainda sem uma devida atenção.

É bem verdade que aprendemos um pouco sobre a importância de “rever valores” e prestar mais atenção na “qualidade de nossas vidas”, através destes 2 últimos anos, embora ainda veja um nível de atenção bem inferior ao que deveríamos oferecer.

A ASHRAE divulgou recentemente um artigo com a pergunta acima, sendo que decidi compartilhá-lo com vocês neste final de ano.

O artigo está em inglês mas recomendo a leitura.


HOW IEQ COULD AFFECT HEALTH, PRODUCTIVITY AND TOMORROW’S BUILT ENVIRONMENT

Fonte (source): ASHRAE

Clique aqui para ler o artigo em sua fonte.

Vision 2030

An expectation exists that indoor environments should provide a “wellness” lifestyle—a way of living that involves an environment free of harmful chemicals and is conducive to enhanced physical and mental well-being, said Lan Chi Nguyen Weekes, P.Eng., Member ASHRAE. It’s also a lifestyle that involves a daily work environment free of air contaminants with optimally designed acoustics and lighting, easy access to fresh and reasonably priced food, plenty of paths for walking and cycling and access to the natural world that can nurture improved worker productivity, she said.

ASHRAE Journal spoke with Weekes to discuss how indoor environmental quality (IEQ) impacts wellness, what IEQ parameters can be measured and where there is a need for further research.

What do engineers and other building professionals need to know about IEQ as it relates to ASHRAE’s Vision 2030 initiative, and how can the initiative accelerate IEQ innovation and research?

As we spend more and more time indoors, we expect a better and healthier life supported by our indoor environment. It is then especially important to balance these expectations with our desire to save energy and to decarbonize buildings and systems. Members of ASHRAE who are mechanical engineers and building scientists will be leaders in this effort, and the Vision 2030 initiative supports these members and their goals for indoor environments.

Vision 2030 accelerates IEQ by pointing out where the information is still sparse and needs additional research. This research includes projects that focus on how to quantify the relationships between the measured IEQ parameters, such as air contaminants, acoustics and lighting and the thresholds between “good” and “bad” indoor environment quality. This type of research can then lead to innovations that enhance IEQ in many types of buildings.

Within the Vision 2030 framework, what are some trends you’re seeing within the industry that might serve as examples for those interested in improving IEQ?

Our indoor space becomes more than just a place to shelter us from the elements and dangers. We expect the indoor environment will also provide us with a “wellness” lifestyle where contaminants—such as airborne chemicals from daily activities—are removed rapidly from where they are produced within the dwelling, so we can achieve greater work productivity as well as a better life.

Resiliency of buildings and building materials is also a new trend that, if appropriately managed by engineers and scientists, can lead to improved IEQ. For example, hard materials, such as ceramic tiles or concrete, should be used instead of drywall or carpet in areas where recurrent flooding is anticipated, reducing the need for constant replacement as well as mold growth that might impact the health of the occupants.

How is IEQ related to work productivity?

Research conducted throughout the world has shown improved IEQ leads to higher levels of work productivity in commercial buildings, schools, colleges and offices.

In addition, we know clear associations exist between IEQ and productivity, particularly the relationship between poor IEQ and worker productivity. For example, if the office air suddenly smells like popcorn, we know it may be harder to focus on the task at hand. The odor can interrupt your work when you are trying to figure out the source of the smell—unless, of course, you like or expect the smell of microwaved popcorn. Even then, the poor IEQ due to a smell may reduce the productivity of other office workers and may lead to absenteeism and sick days.

In what areas might there be a need for further research regarding how IEQ affects human health?

One area that needs additional research, as mentioned earlier, is the correlation between measured indoor parameters and, subsequently, the threshold between what is perceived as “good” and “bad” environmental quality.

Also, additional research should focus on the correlations between the IEQ parameters that contribute to a building’s performance and the degree of wellness experienced by the building occupants, particularly in nonindustrial settings. For example, determining what is an acceptable noise level in an office or what noise level may cause headaches or make communication with peers difficult is a wellness concern.

Are there currently any methods used to monitor, validate and record the links between building systems performances and the wellness of building occupants?

There are some methods, such as building certifications, that target the conception, operation and maintenance of buildings as well as the wellness of building occupants. However, we have few comparison data from before and after IEQ improvements are made in existing buildings.

What IEQ-related Vision 2030 resources can help engineers create better indoor environments?

The list of references to ASHRAE documents and research projects on ASHRAE’s Vision 2030 website as well as the continuous addition of information to the site can be useful tools.

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NYC avança para o uso de drones na inspeção em edifícios

Considerando que o tema vem sendo há algum tempo analisado por algumas instituições, o Departamento de Edifícios de NYC (DOB – Departament Of Buildings) divulgou nesta semana um relatório que aponta o significativo potencial e importância no uso de drones para a inspeção em fachadas, em seus cinco distritos.

A matéria também compartilhada pela ASHRAE está em inglês, mas vale a pena a leitura!


Fonte (source): Real Estate Weekly

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DOB a step closer to using drones to inspect city buildings

The Department of Buildings announced today the release of a new report on the potential use of unmanned aircraft systems in New York City to aid in safety inspections of our City’s built environment. 

The report provides a deep dive into the regulatory landscape affecting drone use in New York City, the use of drones in other jurisdictions, and how drones could potentially be used for building façade inspections within the five boroughs. 

The report ​primarily looks at the capabilities of drones in the context of mandatory façade inspections under the City’s existing Façade Inspection & Safety Program (FISP).

“It is imperative that we continue to embrace the latest technologies and innovations in support of our mission to protect our fellow New Yorkers,” said Buildings Commissioner Melanie E. La Rocca. “Our report is the product of intensive research by DOB experts, and finds that when combined with traditional hands-on examinations, the effective use of drones could potentially result in more comprehensive building inspections, resulting in reduced inefficiencies and a safer New York City.”

COMMISSIONER MELANIE LA ROCCA

Read the Department’s Drone Report

Currently, legal drone use in New York City is restricted only to approved government agencies in response to specific emergency response situations. Changes to these restrictions allowing for commercial use of drones, such as during a FISP inspection of the exterior walls of a building, would require new legislation from the City Council to amend the New York City Administrative Code.  

The Department’s report found that when used in conjunction with up-close, hands-on examinations, the use of unmanned aircraft systems could potentially have application for façade inspections, by providing additional information to the Qualified Exterior Wall Inspector. Specifically, drones could potentially be used for collecting significant amounts of visual data such as photographs, videos, and thermal imaging. Drone pilots might also be capable of capturing images of building angles that are more difficult to access using current methods of visual inspection, which is important for the inspection of larger buildings.

By studying these issues further and gathering concrete data, the City could have a clearer understanding on the extent to which emerging unmanned aircraft technologies can be utilized to improve the efficiency and safety of required building inspections. Looking further into the future, additional study could also offer a glimpse into how drones can be safely operated for broader commercial use in a dense city environment. Finally, the City will want to investigate what additional rules and specific guidelines would need to be implemented if drones were used to help maintain public safety in the future.

“This thorough report highlights how the City can take steps to enhance its situational awareness and improve emergency responses through innovation and technology,” said NYC Emergency Management Acting Commissioner Andrew D’Amora.

“Ever since Erica Tishman was killed by falling debris two years ago, I have pushed to find a way to use drones to inspect buildings. We must use all the tools at our disposal to prevent such unnecessary injuries and death. I am deeply gratified that today we are moving forward with one of my top priorities,” said Council Member Robert E. Cornegy, Jr.

“As Chair of the New York City Council’s Committee on Technology, I know that we must always be moving forward with using the best technology to promote the safety and durability of our buildings. The use of drones to inspect buildings could yield more detailed results and greater safety, as well as greater efficiency and documentation. It’s well worth pursuing.” said Council Member Robert Holden.

“I commend the Department of Buildings for exploring new technologies to make building inspections safer, cheaper, and more efficient,” said Council Member Carlina Rivera. “Façade inspections should not be so costly that scaffolding stays up for decades and our historic landmarks are impossible to maintain. I look forward to working with DOB to modernize façade inspections and other building maintenance to make our city safer for all New Yorkers,” said Council Member Carlina Rivera.

“Building technology is developing faster than it has in a century,” said Carlo A. Scissura, President and CEO of the New York Building Congress. “We’re seeing drones, artificial intelligence and other innovations make design and construction more efficient, stronger and safer. New York City was always been innovative, but our outdated codes and rules have left us behind while other cities benefit from cutting-edge technologies. With this report, the Department of Buildings has taken a major step forward for New York to catch up. Our hope is that the incoming City Council will act swiftly to enable the use of drones for façade inspections, making the process safer and more efficient.”

“The consulting engineering community applauds DOB for its continual work in assessing ways to increase efficiencies, new technologies, and innovative approaches. Today is an important step towards the potential deployment of this new tool by professional engineers to increase public safety. We look forward to working with DOB to make sure drone technology is used appropriately and effectively,” said John Evers, President & CEO, American Council of Engineering Companies of New York (ACEC New York).

“CSACNY commends commissioner La Rocca and DOB for their continued efforts to improve public and worker safety,” said James Bifulco, President of the Construction Safety Advisory Committee of New York. “Embracing drone technology could greatly enhance the safety to the public during the facade inspection process, make facade repair and emergency response operations safer, and significantly reduce the time needed to have sidewalk sheds in place. We applaud the Department’s effort to continue to investigate new ways, and new technologies to improve public safety.”

“Thank you for your diligent inquiry and report. We look forward to a time when judicious drone deployment is available to the city’s QEWIs to further our efforts to assure the safety of the city’s buildings,” said Paul Millman, PE, RA, Principal at SUPERSTRUCTURES Engineers + Architects.

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A energia solar cada vez mais presente em nosso mercado…

A Agência Estado (Broadcast) divulgou neste início de dezembro um interessante levantamento conduzido pela Quintessa, empresa que atua em soluções voltadas para as áreas sociais e ambientais, no qual se apontou a existência de 192 startups (em aproximadamente 5.000 analisadas) direcionadas para ajudar na melhor utilização de recursos energéticos e na oferta de energias renováveis.

Vejam ainda que mais de 50% destas startups abordam o tema energia solar, cujo campo para a aplicação e importância, já vem sendo abordada há muito em nosso país.

Não vamos aqui discutir a “indiscutível” importância para a disseminação desta solucão em nosso país, mas sim, a importância em se assegurar o desempenho destes sistemas ao longo de sua vida útil. Tenho observado em algumas poucas situações, a visão limitada de alguns investidores no que se refere apenas a preocupação primária, que trata da implementação.

Confesso que ainda vejo com preocupação a falta de uma visão no médio e longo prazo, no que tange a:

  • Uma adequada operação e manutenção destes sistemas;
  • A previsão para novos investimentos que promovam a constante atuação tecnológica destes sistemas;
  • A real preocupação com o desempenho do projeto.

É verdade também que o mercado aponta para investidores interessados em desenvolver e implementar o projeto, participando de resultados, embora o seu sucesso também dependa da atuação do clinete que recebe a instalação.

Vejam abaixo a matéria divulgada pela Agência Estado e boa leitura!


Fonte: Agência Estado (Broadcast)

Acesse aqui a matéria diretamente em sua fonte.

Um levantamento feito pela Quintessa, que atua em soluções voltadas para as áreas sociais e ambientais, mostra que 192 startups, de um universo de 5 mil mapeadas pela empresa, podem ajudar a indústria privada e setores públicos na melhor utilização de recursos energéticos e na oferta de energias renováveis.

Pelo estudo, 100 startups, ou 52% do total de 192, estão voltadas para a energia solar, o que demonstra a crescente demanda por essa fonte e a necessidade de diversificação da matriz brasileira, ainda muito dependente da fonte hidrelétrica.

Além disso, 39 startups, ou 20% delas, estão focadas em eficiência energética, ou seja, em otimizar a geração de energia utilizando menos recursos naturais. Já 21 empresas, que representam 11% do total, conseguem atender as necessidades e apresentar as melhores soluções em energia limpa. Outros 10%, que correspondem a 19 startups, estão segmentadas para geração de energia por meio de resíduos sólidos, e cinco empresas, que representam 3%, voltadas para energia limpa por assinatura.

Na sequência, aparecem outras fontes de energia, nas quais três startups estão inseridas, com 2%, assim como aquelas focadas em energia hídrica, com 2% e três empresas, e o 1% restante corresponde a duas startups, sendo uma de energia eólica e outra de acesso à energia.

Segundo a diretora da Quintessa, Anna de Souza Aranha, milhares de pessoas estão envolvidas em projetos que buscam soluções para muitos problemas da sociedade e do meio ambiente, e com a eficiência energética não é diferente.

“Essas 192 startups podem oferecer oportunidades de melhora em gargalos que algumas empresas possuem, como áreas sustentáveis, muito de encontro ao ESG [ambiental, social e governança], tão importante nos últimos anos e, ainda por cima, obter melhores desempenhos financeiros”, diz Aranha.

Por região, o levantamento aponta que a maioria das startups está concentrada no Sudeste, especificamente em São Paulo (40%), grande centro financeiro do País, com 78 empresas, seguido por Minas Gerais (15%), que concentra 20% da produção da energia solar do País, com 28 startups, enquanto o Rio de Janeiro (10%) tem 19 startups, Santa Catarina (7%), com 14 empresas, e o Paraná (6%), 12 startups, fechando o top cinco dos estados.

As soluções energéticas apresentadas por essas startups corroboram com o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), publicado em outubro, afirmando que os investimentos em projetos energéticos descarbonizados devem triplicar em dez anos para alcançar a neutralidade de carbono em 2050. 

“Mais do que aumentar a capacidade produtiva e resolver os problemas de energia de suas companhias, os empresários precisam entender a importância disso tudo perante a sociedade. Buscar alternativas aos combustíveis fósseis e hidrelétrico não é uma opção, é uma obrigação de todos”, afirma a diretora da Quintessa.

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Ministério divulga estudo prevendo “revolução” no setor energético

Fonte: Agência Brasil

Divulgação: PROCEL Info

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O setor de energia poderá passar por adaptações tecnológicas que representarão uma revolução similar à ocorrida com as telecomunicações. Em termos práticos, significa, entre um número ainda inimaginável de possibilidades, transformar medidores de energia e demais equipamentos em unidades de inteligência artificial e, a partir da digitalização de dados e procedimentos, ampliar como nunca a qualidade e os serviços prestados pelas empresas do setor.

O potencial da digitalização do setor energético vai muito além do que se pode imaginar nos dias atuais, conforme sugere um estudo divulgado nesta sexta-feira (26), em Brasília, pelo Ministério de Minas e Energia (MME). Foi o que disse à Agência Brasil o diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do MME e coordenador do projeto Sistemas de Energia do Futuro, Carlos Alexandre Príncipe Pires.

O estudo Uso de Novas Tecnologias Digitais para Medição de Consumo de Energia e Níveis de Eficiência Energética no Brasil é, segundo ele, “uma ideia lançada no ar” para mostrar à comunidade e, em especial, às empresas do setor energético, “um horizonte inicial” sobre o impacto que a digitalização de equipamentos e serviços pode ter para o Brasil.

Elaborado por meio da Parceria Energética Brasil-Alemanha, o trabalho é produto de uma cooperação entre o Ministério de Economia e Energia (BMWi) da Alemanha e o MME, que tem por base experiências europeias no uso da Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT), Big Data e tecnologias digitais de ponta.

Ele traz insumos sobre como utilizar essas tecnologias para coletar, processar e analisar dados relacionados ao consumo de energia e medição da eficiência energética no contexto brasileiro.

Processo veloz e sem volta

“Minha percepção é de que a digitalização é um processo sem volta para todos os setores em algum momento, já que se trata de uma ferramenta que permite maior eficiência no uso dos recursos. Caso contrário, ela não se justificaria. Isso é muito perceptível. Todos os setores em que há digitalização ficam mais competitivos e eficientes, e isso não será diferente no setor energético”, argumentou.

Pires acrescentou que os efeitos da digitalização deste setor ocorrerão em uma velocidade ainda maior do que a das telecomunicações, uma vez que têm como ponto de partida ferramentas já disponibilizadas pelas telecomunicações, tanto no âmbito residencial como comercial e industrial.

“A tendência é que esse processo se dê mais rápido do que o ocorrido nas telecomunicações, até porque as telecomunicações proporcionaram a outros setores ganho de tempo. Mas tudo vai depender de um passo ainda a ser dado na modernização do setor elétrico. Acredito que, no mercado livre de energia, esse passo seja dado muito mais rapidamente porque é intrínseco à liberdade de mercado. Já no cativo, que são as distribuidoras de energia, o passo será mais lento, mas tão ou mais rápido do que a legislação permitir”, complementa o diretor do MME.

Diante de tantas possibilidades, não há, segundo Pires, como deixar de se fazer um “paralelo” entre o processo de digitalização e o ocorrido no setor de comunicações. “Antes, havia telefones fixos e orelhões. Quando apareceram os celulares, não se tinha a exata noção de onde poderíamos chegar. Ninguém imaginava que, em pouco mais de dez anos, até operações bancárias complexas seriam feitas por meio deles”, observou.

Inteligência artificial e “prossumidor”

Ele acrescenta que a digitalização do setor abrange não apenas consumo e oferta, mas “possibilidades quase infinitas do uso de inteligência artificial para a melhoria de processos”. 

“O consumidor passa a ser o que chamamos de prossumidor: um consumidor mais proativo que, por exemplo, pode se tornar produtor ao gerar, consumir e distribuir energia a partir da própria casa”, disse ao apontar um exemplo básico do que visualiza como uma das possíveis “revoluções” que devem ocorrer no setor, a partir da adoção de tecnologias envolvendo a digitalização da relação de consumo.

As possibilidades não param por aí. “O consumidor será mais ativo na sua relação com as empresas, sabendo quanto consome em tempo real e adotando ajustes que podem ou não ser automatizados residencial, comercial e industrialmente”. Nesse sentido, ainda no campo dos exemplos, um ar-condicionado poderia ser ligado pouco antes de uma pessoa chegar em casa, a partir de um geolocalizador que, via internet, repasse essa informação à central de energia da casa. Poderá também ser desligado automaticamente, fazendo uso dessa mesma tecnologia, quando a pessoa sair de casa. 

Distribuição de energia

A digitalização terá funcionalidades também na área de distribuição de energia. “Ela dispensará a ida de uma pessoa para fazer a medição do consumo de energia ou mesmo para fazer ligações ou religações. Tudo poderá ser feito de forma remota. Uma outra possibilidade é a de automatizar, com ajuda de inteligência artificial, a reconexão, de forma alternativa, do fornecimento de energia no caso de o transformador de um bairro apresentar problema” explicou Pires.

Energia elétrica, luz, interruptor

No campo industrial, sensores podem proporcionar, a qualquer processo produtivo, mais eficiência. Por exemplo, ao interromper, de forma imediata, a produção quando uma falha for detectada. “E, logo em seguida, retomar o quanto antes o processo produtivo de outras formas, com máquinas ligando e desligando a partir de decisões tomadas por inteligência artificial”, argumenta o diretor do MME ao detalhar situações em que a digitalização pode ser muito mais ampla do que propriamente uma relação entre consumidor e distribuidora.

Há também a expectativa de que, na medida em que uma frota de automóveis for se digitalizando e eletrificando, as baterias dos carros sirvam também de backup em situações de falta de energia nas residências, evitando que equipamentos vitais como respiradores ou mesmo geladeiras e freezers deixem de funcionar.

O que diz o estudo

O estudo divulgado pelo Ministério de Minas e Energia indica alguns desafios básicos, técnicos e de infraestrutura de rede, para que o Brasil avance na digitalização dos serviços oferecidos pelas companhias elétricas. 

Um deles está relacionado à “necessidade de efetividade da comunicação entre o ponto de medição e a distribuidora [necessidade de um sistema bidirecional de comunicação, o gerenciamento deste sistema dentro do negócio de energia], e seus custos associados [quem pagará o investimento e como ele deve ser articulado entre as diversas possibilidades e players]”.

Outro desafio é o país promover uma “modernização regulatória e legal da concessão de distribuição de energia, para exigir, incentivar e monitorar a digitalização em toda a cadeia de negócios de energia”, de forma a evoluir o “status quo atual das condicionantes operacionais” das distribuidoras de energia, e oferecer “mais serviços e soluções energéticas, com modelos participativos e reconhecendo as interferências de novos mecanismos de comercialização da energia possivelmente infiltrados e competindo em sua cadeia de fornecimento”.

Segurança cibernética

O estudo apresenta, ainda, alguns riscos que devem ser levados em conta, de forma a evitar problemas como o mau uso dos dados obtidos dos clientes. A questão da confidencialidade de dados é algo a ser considerado, uma vez que “todo processo que se digitaliza se torna também alvo”. “Precisamos ter cuidados com relação a isso. Trata-se de uma discussão pertinente que precisa ser trabalhada”, segundo o diretor, destacado pelo ministério para explicar o estudo que aborda o tema.

“Alguns exemplos e questões dessa mudança ficam como resultado desta análise: quanto da informação (e qual) deve ser armazenado em tempo real ou em tempos determinados, sobre o consumo e a qualidade da energia entregue para o cliente? O que fazer com essa informação para promover o relacionamento efetivo? Como garantir o uso dessa informação e a privacidade do cliente sobre o seu consumo – quais as restrições de uso das informações do cliente para ampliação de serviços pela concessionária? Como ampliar o relacionamento e garantir uma parceria efetiva entre o cliente e a concessionária, bem como a percepção do valor desse novo relacionamento? As respostas serão dadas pelos diversos agentes do processo, com parcimônia, pois dependem das estratégias assumidas por cada negócio, são regionalizadas e também precisam ser reguladas”, indicou.

Segundo a pesquisa, “o tratamento desses dados, em tempo real, o armazenamento em formato útil para agilidade de seu processamento e utilidade, a manutenção da informação para estratégias e tomada de decisões pelo cliente, pela concessionária de distribuição, pela sociedade, pelo regulador representam um grande desafio. A privacidade de dados individuais e coletivos deve ser exercitada e garantida, uma questão ainda em aberto no Brasil para o grande big data [conjunto de dados maior e mais complexo, especialmente de novas fontes de dados] gerado”. 

“Se o consumidor for o eleito e respeitado como promotor do processo, novos horizontes serão conquistados em decorrência do arranjo inteligente da rede e dos novos negócios que podem ser gerados”, complementou.

Transição planejada e sistemática

Ainda segundo a pesquisa do MME, as mudanças propostas com rede elétrica inteligente, IoT e digitalização das redes são “culturalmente profundas para os players e para a sociedade”, demandando, portanto, repensar, testar e reorganizar os processos existentes e as situações de décadas de operação das redes de energia, das normas regulatórias e das leis.

“Espera-se que as concessionárias brasileiras de energia possam realizar a transição de forma planejada e sistemática, ampliando de forma gradual o conhecimento de seus clientes e de sua rede. Espera-se que o cliente seja também aculturado em suas responsabilidades e direitos e possa contribuir de forma inteligente para o negócio, como decisor da compra e efetivo estruturador da demanda”, conclui o estudo.

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