Rio de Janeiro sediará curso sobre Sistemas de Água Gelada, nos próximos dias 06 e 07/11

Curso Sistemas de Água Gelada

Dias 06 e 07 de Novembro
Curso Água Gelada RJ
Objetivo: aprofundar as noções de engenharia em sistemas de água gelada nas áreas de projeto, instalação, comissionamento, operação e manutenção.

Público-Alvo: engenheiros e tecnólogos com atuação na área.

Local: Copabana Suites by Atltantica – Rua Barata Ribeiro, 222 – Rio de Janeiro – RJ
Faça sua inscrição 

Para falar com a Nova Técnica ligue para: 
(11) 3726 3934 – (11 ) 93348 2325 Whatsapp

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Cursos de PCM em Edifícios – Últimos dias para a inscrição

Curso promovido pela AEA será iniciado no próximo dia 06/11, com aulas presenciais e ” on line” e são poucas as vagas ainda em aberto.

O curso será realizado entre os dias 06/11 e 29/11, na capital paulista, com a possibilidade de participação a distância, existindo apenas algumas aulas finais nas quais serão necessárias a sua presença.

O curso será ministrado por profissionais com mais de 20 anos na condução de processos de implantação e gestão de áreas de operação e manutenção em diferentes tipos de empreendimentos, incluindo a utilização de recursos de dinâmicas e atividades que promovam discussões e um melhor aprendizado para os participantes.

Aos ainda interessados em participar, bastará clicar sobre a imagem ou copiar o link abaixo em seu navegador.

Curso PCM – AEA

Link da página do curso:

https://www.aea.com.br/cursos/curso-de-planejamento-e-controle-da-manutencao-em-edificios?utm_campaign=2019+-+10+-+17+-+Nacional&utm_medium=email&utm_source=2019+-+10+-+17+-+Nacional

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Qual o tamanho e melhor composição para a minha equipe?

Acredito que muitos profissionais que atuam na manutenção já tenham, em algum momento, se perguntado a respeito…

Mas como esta resposta deveria ser obtida? Como ter a certeza de que a minha equipe está bem dimensionada?

Pois bem, vamos falar hoje um pouco sobre estes cuidados e dicas que poderão ajudá-los a entender o processo, para mantê-los mais tranquilos.

Primeiramente, antes de avançarmos sobre a questão do dimensionamento de recursos humanos para a prestação de um determinado serviço ou atividade, precisaremos conhecer em detalhes de quais atividades estamos falando…

Precisaremos relacionar neste primeiro momento:

  • Quais atividades serão desenvolvidas pela equipe?
  • Quais as habilitações mínimas serão necessárias (formação profissional e especialidade)?
  • Qual a frequência com a qual estas atividades serão executados (diariamente, semanalmente, quinzenalmente, mensalmente, etc..)
  • Quais os tempos estimados* para a sua execução?

* Importante ressaltar que o resultado de seu dimensionamento dependerá da qualidade desta informação, sendo necessário que obtenha os tempos de execuções a partir de referências confiáveis ou através de levantamentos mais precisos (tempos e métodos)

Estas informações lhes darão a base principal para que possam checar o adequado dimensionamento, embora ainda sejam necessários alguns cuidados, tais como:

  • A jornada de trabalho de cada um dos profissionais relacionados para a execução das tarefas acima
  • A disponibilidade de dias e horários na semana para que tais atividades sejam desempenhadas. Neste caso, vejam por exemplo o caso de um shopping center, onde não se deve realizar atividades de manutenção preventiva em diversos tipos de equipamentos e sistemas durante o período de funcionamento, normalmente definido entre 10:00 HS e 23:00 HS ou 00:00 HS
  • Volumetrias históricas e presencialmente o uso de tempos registrado em sistemas informatizado de gestão
  • O fator de produtividade a ser adotado para estes profissionais, sendo igualmente importante que se considere um fator adequado para a nossa realidade. Vejam também que o Brasil não é um pais que detém um bom “ranking” para o fator produtividade, segundo os institutos responsáveis por esta apuração…

Enfim, estes serão os principais ingredientes para que possam avaliar as suas estruturas de operação e manutenção.

Para finalizar, alguns profissionais perguntam se não se pode utilizar neste caso parâmetros ou referências por unidade (metros quadrados, quantidade de equipamentos, etc) para um dimensionamento mais rápido…

Embora se conseguem ouvir sobre o dimensionamento de equipes de limpeza por fator de produtividade do profissional “limpador” (metros quadrados limpos por profissional), torna-se importante conhecer qual a origem e base de obtenção de tais “indicadores” , antes de simplesmente aplica-lós.

Um processo de limpeza certamente será diferente em áreas críticas ou complexas, em relação a áreas de fácil acesso ou que permitam o uso de maquinário, gerando resultados de “produtividade” diferenciados.

Por esta razão, ainda que nos demande por um trabalho maior, sempre prefiro o dimensionamento técnico por atividades, dentro de uma estratégia de planejamento, conforme relacionado acima.

Boa “diversão” em seu planejamento!!

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Albert Einstein realizou nesta sexta 27/09 a aula magna do curso de Pós Graduação em Engenharia e Manutenção

Depois de um longo e detalhado período de estruturação do curso de Pós Graduação em Engenharia e Manutenção, o Albert Einstein realizou ontem a sua aula magna de abertura da primeira turma, em São Paulo.

Parabéns ao Albert Einstein e sucesso!

Anfilofio

 

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AEA divulga as novas datas para o curso de PCM em Edifícios – Presencial e Online

A AEA Educação Continuada divulgou recentemente as novas datas para o curso PCM – Planejamento e Controle da Manutenção em Edifícios (Presencial e Online ao vivo pela internet), programado para novembro próximo.

O curso terá por objetivo capacitar os alunos na atividade de organização de dados e informações, assim como na elaboração do planejamento da manutenção, incluindo a definição de níveis de serviços, indicadores e controles, através de ferramentas informatizadas de gestão.

Mais informações poderão ser obtidas diretamente no site da AEA (www.aea.com.br) ou através do link da imagem acima (https://www.aea.com.br/cursos/curso-de-planejamento-e-controle-da-manutencao-em-edificios).

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Relevância do custo da energia elétrica para o setor industrial

Fonte: FIEMG

Divulgação: PROCEL Info

Acesse aqui o artigo em sua origem.

O Sistema FIEMG participou nesta quarta-feira, dia 7/08, da 35ª edição Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), realizado no Expominas, em Belo Horizonte. A assessora-executiva de energia, Tânia Mara Santos, e a gerente de economia da entidade, Daniela Britto, apresentaram o “Panorama Mineiro do Setor Elétrico e a Indústria”.

Daniela Britto mostrou a relevância do valor da energia para o setor industrial. “É muito relevante na competividade e produtividade industrial. O custo da energia representa de 30% a 42%, para alguns segmentos, do total da produção”, afirma.

A economista expôs alguns dados de Minas Gerais. O estado é o 3º maior PIB do Brasil, com R$598,3 bilhões (2018), o PIB Industrial é de R$135,2 bilhões (2018), sendo 10,7% na participação nacional e conta com mais de 1 milhão de trabalhadores na indústria. Atualmente o estado abriga cerca de 60 mil empresas industriais. O setor é o maior consumidor de energia no Brasil, com aproximadamente 36% do total, seguido do setor residencial, com cerca de 29%. Em Minas Gerais não é diferente. Em 2018, a indústria representou 40,6% da venda para consumidores finais da Cemig.

O Sistema FIEMG conta com uma estrutura especializada para auxiliar as indústrias mineiras em tudo relacionado à área de energia, em Minas Gerais e no Brasil. Tânia Mara apresentou as ações da Câmara de Energia da entidade e da assessoria executiva de energia para apoiar na identificação de oportunidades de investimentos em geração (hídrica, eólica, solar, biomassa), transmissão (leilões do governo) e de distribuição de energia, principalmente na área de inovação tecnológica, eficiência energética e de geração distribuída; modelagens de negócios em energia que visem à redução dos custos e aumento da competitividade da indústria e oportunidades de proposições de alterações regulatórias e legais em defesa da indústria.

“A FIEMG assessora, apoia e orienta os sindicatos empresariais e a indústria, propondo modelagens de negócios para redução de custos com energia, aumentando a competitividade, atraindo investimentos para o estado”, ressalta Tânia Mara. Ela ressalta que é possível um desconto de até 30% na conta de energia, sem nenhum investimento.

CINASE

Belo Horizonte recebeu, nos dias 7 e 8/08, o Circuito Nacional do Setor Elétrico (CINASE), evento itinerante organizado pela Editora Atitude Editorial e Revista O Setor Elétrico, que reuniu toda a cadeia de energia elétrica do estado, levando temas técnicos e novas tecnologias que estão modificando e revolucionando o mercado do setor. Com o lema “Uma viagem pelas instalações elétricas”, o evento acontece em diferentes estados brasileiros pelo menos quatro vezes ao ano, com o objetivo de disseminar informações técnicas agregadas ao conhecimento que cada estado pode oferecer. A etapa de Belo Horizonte, a 35ª edição do evento, contou com a presença de aproximadamente 10 especialistas do setor, profissionais locais e da indústria, ministrando cerca de 40 palestras nos dois dias do evento.

 

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Indústria 4.0: como ela está ligada à eficiência energética

Fonte: G1

Divulgação: Procel Info

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Engana-se quem pensa que a Indústria 4.0 é para poucos. Pelo contrário. É um movimento universal que se consolida na profunda transformação das empresas por meio de tecnologias como internet das coisas, big data e inteligência artificial.

Importantes entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) afirmam que a quarta revolução industrial se apresenta como uma chance urgente de crescimento do Brasil e da redução da nossa distância em relação às nações desenvolvidas – especialmente após o período de recessão.

Mas qual é o segredo da indústria 4.0? O que existe por trás desse sistema e o que faz dele tão essencial à sobrevivência das companhias? É que o conjunto das tecnologias digitais desenvolvidos pela quarta revolução industrial busca a otimização dos processos, redução de energia despendida e a tomada de decisões mais assertivas. Ou seja, qualifica o trabalho final e reduz custos, um resultado que qualquer gestor almeja.

Para se ter uma ideia, segundo o levantamento da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a estimativa anual de redução de custos industriais no Brasil, a partir da migração da indústria para o conceito 4.0, será de, no mínimo, R$73 bilhões por ano. Desse montante, R$34 bilhões se referem à redução de custos de manutenção de máquina e R$7 bilhões estão ligados à economia de energia.

O que se pode tirar disso? Que a eficiência energética é uma das grandes aliadas da indústria 4.0. Afinal seu objetivo também está baseado na transformação das plantas fabris através da economia de energia e da menor utilização dos recursos naturais.

Conforme Glycon Garcia, diretor executivo do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), as soluções técnicas da indústria 4.0 aprofundam sua maturidade ao conectar automação com monitoramento rotineiro e coleta de dados de interesse para diagnóstico de comportamento.

– Essas aplicações podem ser amplamente utilizadas na gestão de energia para determinar a capacidade produtiva e ociosa de um determinado equipamento ou sua necessidade de troca e manutenção, por exemplo – esclarece.

Fábricas inteligentes consomem menos energia

Especialmente no que se refere ao consumo de energia, a Indústria 4.0 tem no ganho de eficiência energética um de seus principais benefícios. Segundo informações apontadas no 7º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, 42% da energia consumida no setor é desperdiçada em problemas como perda de calor e iluminação insuficiente.

Sensores instalados em máquinas por meio da internet das coisas, por exemplo, permitem identificar desvios no consumo e, assim, evitam que a energia seja desperdiçada. Conforme o Senai, as fábricas inteligentes baseadas no conceito 4.0 também terão condições de diminuir o consumo de energia em até 20%.

O conceito da nova indústria, porém, vai além. Ela busca não somente aprimorar os processos de produção, mas também trazer soluções para problemas ambientais, melhorar a qualidade do ambiente de trabalho e, principalmente, diminuir o consumo de recursos.

Revolução 4.0: o que já pode ser feito

A Quarta Revolução Industrial exigirá das empresas – independentemente do porte e do meio de atuação – adaptações consistentes para não se tornarem obsoletas e se manterem ativas no mercado.

Dentre as ações que já podem ser adotadas pelos gestores para uma migração gradativa está o investimento em novas tecnologias.

A WEG Equipamentos Elétricos apresenta em seu o portfólio o WEG Motor Scan, equipamento que monitora a integridade de motores elétricos para garantir a eficiência e prevenir paradas súbitas de produção. Esse processo acontece por meio de um sensor que capta os dados do motor e envia as informações para o smartphone ou tablet por meio de um aplicativo.

Trata-se de uma tecnologia alinhada ao conceito 4.0, já que preserva a vida útil das máquinas e que permite maior controle e integração dos processos produtivos.

De acordo com o Senai, outra maneira de migrar para a indústria 4.0 é investir em uma produção mais limpa, ou seja, em processos que utilizem menos recursos naturais.

Adquirir produtos e sistemas que tenham o cobre como principal matéria prima, nesse contexto, se coloca como uma decisão acertada. Segundo dados do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre), o metal é o segundo melhor condutor de energia (fica atrás apenas da prata) e é um dos únicos 100% recicláveis – ou seja, apresenta maior custo-benefício. É por isso que seu desempenho em um sistema de energia solar, por exemplo, chega a ser até seis vezes maior do que a dos combustíveis fósseis.

O investimento neste metal, portanto, está conectado a duas premissas básicas da indústria 4.0: mais eficiência e maior cuidado com o meio ambiente.

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