Retrofit: O futuro imobiliário no Rio está no passado

Fonte: O Globo

Por: Raphaela Ribas

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Grandes metrópoles, como Nova York, Lisboa e Paris, revitalizaram seus centros urbanos a partir da reutilização de imóveis antigos. Agora, o Rio segue pelo mesmo caminho. Com poucos terrenos aptos a novas construções na Zona Sul, cada vez mais as construtoras passam a ver o retrofit como uma opção para continuar a erguer (e vender) prédios na área nobre da cidade.

O retrofit em um imóvel nada mais é do que sua modernização. Mas, diferentemente de uma simples reforma, requer cuidados especiais para respeitar as características originais da construção.

Além dos preços altos por conta da escassez de terrenos, não raramente o casarão ou prédio a ser “retrofitado” é tombado. Ou seja, há restrições para mudar sua estrutura. E isso exige profissionais especializados, cuidados redobrados e obras mais minuciosas, o que encarece muito o empreendimento.

O tombamento pode ser nas esferas municipal, estadual e federal, e o que deve ser conservado na obra varia muito. O Rio, que já foi capital e abrigou a corte, é, particularmente, uma das cidades brasileiras com mais construções que têm de atender a todas os níveis de proteção do patrimônio, o que onera ainda mais um retrofit.

Para as construtoras, a questão não é o somente o custo da obra, mas as restrições e o retorno financeiro. No mercado imobiliário residencial, o valor agregado de um imóvel antigo modernizado só se justifica se o seu espaço puder ser bem aproveitado. Por isso, em geral, as empresas preferem terrenos onde haja espaço para a construção de um prédio anexo, e que o tombamento seja apenas na fachada, dando mais espaço para construir e ficando mais rentável.

— É uma conta matemática, onde se deve considerar o quanto o terreno vale, o custo do retrofit e o valor agregado que isso terá. Uma coisa tem que compensar a outra. As construtoras vão preferir um terreno virgem, que tem menos risco e custo, pois você tem certeza do que tem ali e do que vai acontecer. O espaço de um imóvel antigo é sempre uma incógnita. Mas a falta de terrenos faz caminhar cada vez mais para o retrofit — diz João Paulo Matos, vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) e diretor-presidente da Calçada, construtora que tem apostado nesta linha de reforma.

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Empresas de facilities ainda podem se inscrever na Chamada Pública Procel Edifica

Fonte: Procel Info

Rio de Janeiro – Com a ampliação do prazo de inscrição de beneficiários da Chamada Pública Procel Edifica 2018, as empresas de facilities e as administradoras prediais e de condomínios de todo o Brasil ganharam mais tempo para se habilitarem, para receberem consultoria e assessoria técnica para a implementação de ações de eficiência energética em suas edificações.

Para esse segmento, a Chamada Pública vai selecionar 20 beneficiários e serão buscados projetos com características de replicabilidade e com diversidade de tipologia arquitetônica. As empresas selecionadas vão receber do Procel Edifica orientações e serviços de treinamento, consultoria e assessoria para o desenvolvimento e implantação de projetos de eficiência energética nas construções já existentes.

O edital também prevê que as empresas de administração predial, de condomínios e facilities terão a oportunidade de realizar um Diagnóstico de Desempenho Energético Operacional de Edificações (DEO) e uma avaliação da percepção de conforto do usuário.

As empresas do segmento de administração predial e facilities, interessadas em participar da Chamada Pública Procel Edifica 2018, podem fazer a inscrição até o dia 20 de abril no site da Eletrobras. Para dúvidas e informações, as empresas podem entrar em contato com a equipe do Procel Edifica pelo e-mail cpedifica2018@eletrobras.com.

A Chamada Pública Procel Edifica 2018 também contempla inscrições para as categorias: Construtoras e Incorporadoras; Empresas e Instituições com grande área de cobertura. Para esses grupos, o prazo também se encerra no dia 20 de abril.

Chamada Pública Procel Edifica 01/2018

Inscrições: até às 17h00 do dia 20 de abril de 2018

Entrega de documentos: até às 17h00 do dia 27 de abril

Edital: clique aqui

Mais informações pelo e-mail cpedifica2018@eletrobras.com ou pelo site eletrobras.com/Chamada-Publica-Procel-Edifica

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Atraso no blog…

Peço desculpas aos leitores e seguidores, mas a correria nesta última semana fez com que atrasasse a programação prevista para o blog, o que será corrigido até o início da próxima semana…

Um bom dia à todos!

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Pesquisa relaciona prédio verde à saúde e ao bem-estar

Fonte: Engenharia Compartilhada / Informativo Massa Cinzenta – Cimento Itambé

Por: Altair Santos

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Apesar de alguns ainda associarem o nome sustentabilidade à preservação do meio ambiente e ao uso racional de recursos naturais, o conceito de sustentabilidade é muito maior em sua origem, abrangendo o conforto, a saúde e o bem estar dos ocupantes de uma edificação (por exemplo), em prol de seu bem-estar e sua produtividade.

Este é, por exemplo, um dos pilares dos programas de certificação de prédios verdes.

Sem estas condições mínimas de trabalho, os seres humanos poderão adoecer ou minimamente, produzir menos e de forma mais dispersa a sua atividade.

Esta relação entre a qualidade do ar interno / de ambientes de trabalho e a saúde / produtividade dos ocupantes destes espaços, já vêm sendo analisada há vários anos por universidades e instituições em vários locais no mundo, incluindo o Brasil, através de grupos de estudo na FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (USP).

Mais recentemente, conhecemos a Certificação WELL, que versa justamente sobre esta relação como base para a certificação de ambientes.

Vejam a seguir esta interessante matéria.

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Estudo interliga construção da edificação com o mobiliário utilizado pelas pessoas que a frequentam, mudando conceitos de obra sustentável

Vinte anos depois de o conceito de prédio verde ser colocado em prática, pesquisa revela que as edificações que tiveram manutenção adequada realmente conseguiram influenciar na qualidade de vida de seus usuários. Coordenado pelo Centro de Harvard para a Saúde e Ambiente Global, da Universidade de Harvard, o estudo selecionou prédios verdes erguidos na Europa, e com idade de construção variando entre 10 anos e 20 anos. Entre as constatações, a pesquisa detectou que a qualidade dos empreendimentos e a conservação de um edifício podem afetar, por exemplo, a cognição de seus frequentadores.

As principais funções cognitivas estão relacionadas com percepção, atenção, memória, linguagem e funções executivas (planejamento, memória, atenção, inibição e autocontrole). “Para sete das nove funções cognitivas testadas, os escores médios diminuíram de acordo com o aumento de níveis de CO2 nos ambientes internos”, diz trecho do estudo da Universidade de Harvard. O levantamento demonstrou que a exposição a poluentes domésticos comuns, tais como dióxido de carbono e de compostos orgânicos voláteis (COV), como os encontrados em tintas e alguns tipos de colas para carpetes, são suficientes para influenciar no desempenho cognitivo.

A pesquisa também fez a relação entre a construção do prédio verde e o mobiliário utilizado pelas pessoas que frequentam a construção. Dependendo dos materiais, eles podem anular os efeitos positivos dos conceitos agregados à obra. “Se um escritório tiver um sofá ou uma cadeira tratada com retardadores de chama, eles podem anular a qualidade da edificação. Trata-se de produtos químicos que estão ligados a problemas de perda de memória ou de fertilidade. O mesmo ocorre com tapetes que podem emitir compostos orgânicos voláteis, o que provoca irritação na garganta ou dor de cabeça”, revela o estudo.

Além do prédio verde

A tese desenvolvida no Centro de Harvard para a Saúde e Ambiente Global mostra que as substâncias químicas desprendidas pelo mobiliário, e que podem impactar na saúde das pessoas, ainda são pouco conhecidos, inclusive pelos fabricantes. Ao mesmo tempo, os pesquisadores descobriram que, em média, ambientes com melhor ventilação fazem dobrar o desempenho dos seus participantes, especialmente em áreas críticas, repletas de computadores. “As empresas que desejam se diferenciar como empregadores devem se concentrar em edifícios mais saudáveis para seus empregados”, alerta o estudo.

Trabalhos como o de Harvard estão prestes a levar o conceito de prédio verde a dar um passo à frente. O estudo se alia a outras pesquisas, como as desenvolvidas pelo International Well Building Institute, com sede nos Estados Unidos, e que criou o primeiro protocolo a se concentrar especificamente sobre a saúde na construção civil. Nele, melhorias tecnológicas são medidas de acordo com o desempenho de sete categorias – ar, água, alimentação, luz, aptidão, conforto e mente. Criou-se, então, o selo Well, que começa a ser agregado pelo Green Building Council, organismo que emite a certificação LEED.

Entrevistados

Centro de Harvard para a Saúde e Ambiente Global, da Universidade de Harvard (via assessoria de imprensa)

International Well Building Institute (via assessoria de imprensa)

Contatos

sustainability@harvard.edu

info@wellcertified.com

media@wellcertified.com

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Pesquisa relaciona prédio verde à saúde e ao bem-estar

Estudo interliga construção da edificação com o mobiliário utilizado pelas pessoas que a frequentam, mudando conceitos de obra sustentávelv

Informativo Massa Cinzenta – Cimento Itambé

Vinte anos depois de o conceito de prédio verde ser colocado em prática, pesquisa revela que as edificações que tiveram manutenção adequada realmente conseguiram influenciar na qualidade de vida de seus usuários. Coordenado pelo Centro de Harvard para a Saúde e Ambiente Global, da Universidade de Harvard, o estudo selecionou prédios verdes erguidos na Europa, e com idade de construção variando entre 10 anos e 20 anos. Entre as constatações, a pesquisa detectou que a qualidade dos empreendimentos e a conservação de um edifício podem afetar, por exemplo, a cognição de seus frequentadores.

As principais funções cognitivas estão relacionadas com percepção, atenção, memória, linguagem e funções executivas (planejamento, memória, atenção, inibição e autocontrole). “Para sete das nove funções cognitivas testadas, os escores médios diminuíram de acordo com o aumento de níveis de CO2 nos ambientes internos”, diz trecho do estudo da Universidade de Harvard. O levantamento demonstrou que a exposição a poluentes domésticos comuns, tais como dióxido de carbono e de compostos orgânicos voláteis (COV), como os encontrados em tintas e alguns tipos de colas para carpetes, são suficientes para influenciar no desempenho cognitivo.

A pesquisa também fez a relação entre a construção do prédio verde e o mobiliário utilizado pelas pessoas que frequentam a construção. Dependendo dos materiais, eles podem anular os efeitos positivos dos conceitos agregados à obra. “Se um escritório tiver um sofá ou uma cadeira tratada com retardadores de chama, eles podem anular a qualidade da edificação. Trata-se de produtos químicos que estão ligados a problemas de perda de memória ou de fertilidade. O mesmo ocorre com tapetes que podem emitir compostos orgânicos voláteis, o que provoca irritação na garganta ou dor de cabeça”, revela o estudo.

 

Além do prédio verde

A tese desenvolvida no Centro de Harvard para a Saúde e Ambiente Global mostra que as substâncias químicas desprendidas pelo mobiliário, e que podem impactar na saúde das pessoas, ainda são pouco conhecidos, inclusive pelos fabricantes. Ao mesmo tempo, os pesquisadores descobriram que, em média, ambientes com melhor ventilação fazem dobrar o desempenho dos seus participantes, especialmente em áreas críticas, repletas de computadores. “As empresas que desejam se diferenciar como empregadores devem se concentrar em edifícios mais saudáveis para seus empregados”, alerta o estudo.

Trabalhos como o de Harvard estão prestes a levar o conceito de prédio verde a dar um passo à frente. O estudo se alia a outras pesquisas, como as desenvolvidas pelo International Well Building Institute, com sede nos Estados Unidos, e que criou o primeiro protocolo a se concentrar especificamente sobre a saúde na construção civil. Nele, melhorias tecnológicas são medidas de acordo com o desempenho de sete categorias – ar, água, alimentação, luz, aptidão, conforto e mente. Criou-se, então, o selo Well, que começa a ser agregado pelo Green Building Council, organismo que emite a certificação LEED.

 

Entrevistados

Centro de Harvard para a Saúde e Ambiente Global, da Universidade de Harvard (via assessoria de imprensa)

International Well Building Institute (via assessoria de imprensa)

 

Contatos

sustainability@harvard.edu

info@wellcertified.com

media@wellcertified.com

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

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Nova tipologia da torre usa cabos de aço para se estruturar

Fonte: Engenharia compartilhada

Um projeto especulativo, o “New York Super Slender”criado por RB Systems, é um arranha-céu futurista que apresenta uma potencial nova tipologia da torre. Com cada vez menos e menores terrenos nas principais cidades e populações cada vez maiores, o projeto levanta o desafio de otimizar a ocupação em um centro urbano restrito e denso.

A torre tem uma projeção de aproximadamente 30 metros x 30 metros e eleva-se 400 metros para o céu. Explora a eliminação de colunas perimetrais, substituindo a sua finalidade estrutural por uma série de cabos de aço que correm e torcem ao longo da altura da torre. Os cabos estão ancorados em uma fundação profunda e amarrados de volta ao núcleo no anel estrutural superior, criando uma força e tensão superficial que pode ser comparada à forma como os doces são mantidos em um invólucro quando as extremidades são torcidas. Este uso de cabos de aço cria uma solução que é leve, porém robusta….

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A avaliação de performance em Operação & Manutenção, como e porque estrutura-la – Parte 1

Acredito que muitos já tenham ouvido alguma vez a expressão “quem não monitora, não gerencia…“, expressão esta que retrata uma profunda verdade, não somente em O&M, mas em qualquer atividade gerenciada por um profissional!!!

Para que possamos compreender e avaliar o estágio de evolução (ou involução) no qual se encontra o nosso departamento / a nossa área de manutenção, não se pode prescindir de indicadores que nos mostrem resultados segundo a nossa expectativa. E é justamente sobre a definição e conceitos sobre a avaliação de performance que trabalharemos este post.

1. Compreendendo melhor a ferramenta de avaliação de performance…

Ao contrário do que muitos imaginam, o conceito original de uma avaliação de performance jamais manteve como única e exclusiva meta a identificação de falhas e a penalização dos envolvidos em um eventual mau resultado. Segundo o que pode ser encontrado em algumas literaturas, a história da “avaliação de desempenho” teve a sua origem no início do século passado, mais especificamente em 1900, com a teoria de Taylor, no contexto da administração científica.

Naquela oportunidade, tinha-se como objetivo avaliar o desempenho das pessoas, em um formato muito similar ao que se aplicava na indústria e na avaliação da performance de máquinas, ou seja: passa ou não passa, aceitável ou não aceitável.

Neste início de processo, eram propostos padrões para esta avaliação (metas mínimas aceitáveis) e indicadores que pudessem apontar os seus resultados.

Já nesta ocasião, os objetivos com este novo processo eram:

  • Conhecer o desempenho de cada indivíduo ou equipamento
  • Identificar a necessidade de ajustes ou treinamentos, assim como a necessidade de uma eventual substituição
  • Promover as adequações
  • Continuar o acompanhamento ou a avaliação de performance

Ao longo dos anos que se seguiram, a avaliação de performance ou de desempenho ganhou cada vez mais a característica de “GESTÃO”, sendo utilizada durante a primeira guerra mundial (para a avaliação do desempenho de oficiais em relação a sua liderança e de estratégias nos campos de batalha), assim como cada vez mais na indústria, que crescia de forma assustadora.

Em 1922, o processo ganhou o desenvolvimento de uma das primeiras escalas da qual se tem conhecimento, definindo assim uma escala para a avaliação:

Anos mais tarde, por volta de 1940 / 1950, a avaliação do comportamento das pessoas foi também inserido neste contexto, recebendo um aprimoramento ainda maior a partir de 1954, através do conceito de Administração por Objetivos (APO) apresentado por Peter Drucker. Esta tendência ganhou ainda mais “investimentos” durante a sua trajetória, tornando-se uma potente ferramenta de gestão, não só em relação ao acompanhamento de resultados diretos, como em avaliações 360º sobre colaboradores em uma companhia.

Independentemente de toda esta evolução da ferramenta, os seus objetivos REAIS (vide o início deste item 1) jamais foram alterados, ou melhor, jamais se deixou de buscar pelo acompanhamento e a rápida identificação de necessidades de ajustes, com vistas à melhoria do desempenho em resultados, processos e pessoas.

Em resumo:

  • A avaliação de performance ou desempenho deve ser considerada como importante ferramenta de gestão
  • O seu objetivo principal é acompanhar e avaliar (através de indicadores que atendam às expectativas do Cliente) resultados de forma estruturada e auxiliando os gestores na identificação de ações necessárias
  • A penalização ou a bonificação de envolvidos deverá ser tratada como uma consequência dos resultados, avaliando-se também o empenho dos envolvidos em buscar novos caminhos para se atingir as metas desejadas

2. A avaliação de performance no mundo da O&M

Dentro da área da Operação & Manutenção, têm-se um enorme universo de oportunidades para a aplicação desta importante ferramenta, entre elas:

  • Desempenho de profissionais e a indicação de ajustes (treinamentos, movimentações internas em função de perfis e competências, substituições, etc..)
  • Desempenho de equipes e a indicação de melhorias necessárias (treinamentos, redimensionamentos, realinhamento de escopos e limites de atuação, redefinição de horários para algumas atividades específicas, etc..)
  • Desempenho em processos em relação as metas traçadas, permitindo a identificação de causas ou tendências, sendo importante considerar a análise cruzada com outros indicadores ou KPIs
  • Desempenhos em equipamentos ou sistemas, a partir da análise de parâmetros operacionais medidos de forma contínua ou em intervalos, em relação aos parâmetros de projeto
  • Desempenho em relação as metas da companhia (financeira, produção, sustentabilidade, entre outras)
  • Desempenho em relação a satisfação dos clientes (atendimento, qualidade, etc)

Entretanto, estas oportunidades requerem uma adequada estruturação em um processo de avaliação de performance, através da identificação prévia de SUAS EXPECTATIVAS, o que norteará a seleção dos melhores indicadores de performance (KPI – Key Performance Indicator), sobre a escolha do processo de medição, acompanhamento e análise, etc.

Na próxima semana, traremos para vocês a orientação sobre como estruturar a sua avaliação a partir da identificação de suas expetativas ou das expectativas de seu cliente.

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PROCEL divulga Chamada Pública Procel Edifica 2018

Como muitos já devem saber, a legislação brasileira prevê há muitos anos a “reversão” de 0,1% da Receita Operacional Líquida (ROL) das Distribuidoras de Energia para a aplicação em projetos de eficiência, devidamente escolhidos a partir de critérios também previamente estabelecidos.

Em outras palavras, este percentual da ROL é investido em projetos escolhidos pela ELETROBRÁS, com base na sua relevância técnica e de eficiência energética, utilizando-se de uma metodologia mundialmente conhecida, embasada no IPMVP (Protocolo Internacional de Medição & Verificação).

Assim como em outros processos de certificação de edificações verdes já replicado em vários empreendimentos no Brasil, o PROCEL EDIFICA tem como principal objetivo assegurar não só projetos e construções mais eficientes e sustentáveis, como também a operação sustentável destas mesmas edificações, após as etapas de ocupação e uso.

No último 19 de fevereiro, a ELETROBRÁS divulgou oficialmente a sua Chamada Pública Procel Edifica 2018, que se constitui em um grande e importante processo seletivo destes “projetos e edificações” que receberão esta verba, através de um programa sob a tutela do PROCEL.

O edital de chamada está dividido em 3 (três) modalidades distintas:

  • Construtoras e Incorporadoras
  • Empresas de Facilities e Administradoras Prediais
  • Empresas / Instituições Públicas ou Privadas que possuam edificações horizontalizadas

Trata-se de um modelo de certificação elaborado para o Brasil e que se constitui também no modelo à ser aplicado de forma cada vez mais abrangente em nossos edifícios, que hoje são os responsáveis pelo consumo aproximado de 50% de nossa energia produzida.

O processo de inscrição junto a ELETROBRÁS expirará no próximo dia 02/04/2018 as 17 horas de Brasília, sendo importante que os interessados acessem os links abaixo e façam o seu cadastro / sua inscrição.

Para mais informações sobre o Edital da Chamada Pública, acesse: http://www.eletrobras.com/chamadapublicaedifica

Dúvidas poderão ser respondidas no e-mail cpedifica2018@eletrobras.com

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