Aeroportos Santos Dumont e de Congonhas serão leiloados até 2022

Fonte: AECWeb

Por: Yuri Soares

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O ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, informou em reunião realizada com empresários no Rio de Janeiro, que o Governo Federal pretende conceder à iniciativa privada mais 44 aeroportos da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) até 2022.

Segundo Freitas, o modelo de leilão de concessão em blocos de 12 aeroportos, realizado em março, foi testado e aprovado. Na ocasião, a arrecadação total foi de R$ 2,377 bilhões em outorgas para os cofres públicos. O valor foi 986% maior que o lance mínimo estabelecido pelo governo (R$ 218,7 milhões).

A próxima rodada de concessões, que corresponde a sexta de aeroportos, está prevista para outubro de 2020, e irá abranger 22 terminais divididos em três blocos regionais: Sul, Centro-Oeste e Norte 1. A sétima rodada deverá acontecer entre o fim de 2021 e o início de 2022, com a concessão de mais 22 aeroportos dispostos entre os blocos Norte 2 e dois do Sudeste. Fazem parte desta etapa de concessões os aeroportos Santos Dumont e de Congonhas.

De acordo com o ministro Gomes de Freitas, esses dois aeroportos foram deixados por último, por serem muito importantes para a estabilidade financeira da Infraero. “Estamos convidando o investidor a conhecer o mercado brasileiro e já vir para a sexta rodada. E é como se a gente afirmasse assim: o melhor está ficando para o final”, detalhou.

O ministro disse, ainda, que a concessão dos terminais aeroportuários irá impulsionar o mercado de aviação civil e auxiliar em uma mudança de vocação da Infraero, que deverá direcionar sua atenção aos aeroportos regionais.

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What you need to know about building commissioning / O que você precisa saber sobre comissionamento

A matéria abaixo foi recentemente divulgada por uma instituição norte-americana que promove a difusão de conhecimentos e artigos de engenharia, conhecida como Consulting-Specifying Engineer.

Embora o texto original esteja em inglês, ele possui uma abordagem de fácil compreensão e tenta demonstrar o porque se deve conhecer e buscar por um comissionamento em uma edificação.

Aqui no Brasil, também vivenciamos alguns momentos similares aos descritos no artigo, passando de uma etapa onde se via o comissionamento aplicado em sistemas e instalações específicas, tais como em sistemas de potência, instalações industriais ou especiais, para uma etapa mais recente, a partir da segunda metade da década de 90, quando nos deparamos com os primeiros edifícios “inteligentes” que por aqui surgiram.

Esta “difusão” do termo comissionamento se tornou ainda mais fortalecida com a chegada da norma LEED ao Brasil, haja vista que, conforme vocês poderão ler abaixo, algumas instituições norte-americanas e europeias passaram a incorporar o comissionamento como um requisito ao processo principal.

Entretanto, considerando o “tom” que fora dado ao artigo, veja também que ainda nos deparamos (Brasil e Estados Unidos) com uma certa falta de visão e desconhecimento de alguns importantes personagens como proprietários, gerenciadoras, projetistas, construtores, instaladoras e equipes de operação e manutenção.

Pôde-se dizer que há uma falha de “integração” neste processo, pois, como já dissemos aqui neste blog, os projetos já se iniciam “desconectados” entre si, ainda que tenham de operar de forma conjunta mais adiante.

Enfim, recomendo que leiam a matéria a seguir e tirem as suas conclusões.

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Fonte (Source): Consulting Specifying Engineer

Por (By): JOHN WIXSON MAY 3, 2019

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The unprecedented technology advancements of the last three decades have only made the built environment more sophisticated, but at the same time the perceived relevance of commissioning has suffered.

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Building commissioning has experienced a rise and fall in terms of reputation, understanding, and value. In the 80s and 90s, the introduction of computerized, direct digital controls (DDC), brought new complexities to the built environment and energized the buzz around building commissioning. The unprecedented technology advancements of the last three decades have only made the built environment more sophisticated, but at the same time the perceived relevance of commissioning has suffered.

Early on, building commissioning was deemed so important that sustainability efforts and later building codes, like LEED and IECC, adopted it as a common practice. While this helped to ensure adherence to the guidelines developed by these organizations, it diluted the building commissioning process. A process that once focused on the operation, maintenance, and long-term success of a building, became a check box commodity. We think it’s time for commissioning to make a comeback.

We say it with confidence, building commissioning is one of the best risk management strategies you can have in construction. If you are still on the fence about commissioning, here is what you really need to know.

Why do I need commissioning on my project?

Building systems are more complex than ever. The jump from pneumatic controls to DDC was only the beginning. As technology improved, every system soon developed its own set of capabilities and controls. What many people don’t realize is that these systems have to be taught to work together. Issues surrounding programming and systems integration are often the most frustrating part of the construction process. Imagine spending millions of dollars on a brand-new building, but then when you move in nothing works. A commissioning agent’s main focus is to ensure all the building systems communicate properly and work seamlessly together.

How do I choose a good commissioning agent?

Make sure your commissioning agent understands that they are the owner’s representative. Most owners’ primary business and expertise is not construction or facility management, but they still need a building that meets their specific needs. A commissioning agent is an expert that represents the owner’s business, goals, and needs. They are onsite, interpreting plans, verifying and testing equipment, ensuring that what the owner needs is in the plans and built as such. As the owner’s representative, a commissioning agent creates a smooth transition from design to construction and from construction to occupancy.

What is the most important factor to ensure commissioning is successful on a project?

A collaborative commissioning agent that is empowered by the owner they represent. Commissioning professionals are in the unique position to help bring everyone’s construction efforts to a mutually beneficial conclusion. It isn’t about finger-pointing or being the smartest person in the room. The purpose of every project is to create a functional space for experiences. With that in mind, the commissioning agent must come to table ready to help everyone collaborate to achieve the owner’s goals. Owner’s that encourage this collaborative effort will have a more successful project. By empowering your commissioning agent, you’ll help them drive issues to resolution and most importantly, construction to completion.

We believe commissioning is valuable at any stage of building life and that in today’s world it’s more important than ever. That’s why, in the coming weeks, we’re going to take a closer look at these questions, begin to redefine commissioning, and give it the comeback it deserves. If you have questions about commissioning or engaging a commissioning agent, click here – we’re happy help.

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This article originally appeared on Henderson Engineers’ website. Henderson Engineers is a CFE Media content partner.

 

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Secovi-SP atualiza manuais de escopo para atenderem à NBR 15.575

Fonte: AECWeb / SECOVI

Por: Yuri Soares

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Manuais de Escopo de Contratação de Projetos e Serviços terão capítulo sobre atendimento à Norma de Desempenho e modelos de memoriais descritivos

Manuais descrevem atividades e produtos de cada etapa do projeto (Créditos: Matej Kastelic/ Shutterstock)

O conteúdo dos Manuais de Escopo de Contratação de Projetos e Serviços para a Indústria Imobiliária, elaborado sob coordenação do Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), foi atualizado para atendimento à Norma de Desempenho de Edificações (ABNT NBR 15.575:2013).

O conjunto de documentos, que descreve atividades e produtos de cada etapa do projeto, recebeu três novidades. A primeira se refere a inclusão do capítulo “Escopos para Atendimento à Norma de Desempenho” nos manuais de Escopo aplicáveis. A capa dos documentos passa a receber o selo NBR 15.575.

O Guia para utilização dos Escopos de projeto de edificações habitacionais também foi modificado para atender à norma. O material visa esclarecer os critérios utilizados no desenvolvimento dos escopos de desempenho e apresenta orientações gerais para seu atendimento nos diversos projetos de um empreendimento imobiliário.

A terceira e última mudança abrange os Modelos de Memoriais Descritivos, documentos que indicam premissas e considerações do projeto de um empreendimento, incluindo informações relativas ao atendimento dos requisitos previstos na referida norma.

Para ler os manuais, acesse: http://www.manuaisdeescopo.com.br/memoriais/

(Com informações do Secovi-SP)

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A data do curso Planejamento da Manutenção de Ativos Imobiliários está se aproximando…

A AEA Educação Continuada, em parceria com as empresas A&F Partners Consulting, Preditiva Engenharia e ADITIVA – SISTEPLANT, estruturou e lançará o curso PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO DE ATIVOS IMOBILIÁRIOS de 07/08 a 30/08, no modo presencial e online (ao vivo pela internet), o que permitirá a participação de profissionais em várias regiões do país.

Este curso tem como principal objetivo atualizar conceitos e capacitar os profissionais de manutenção para a elaboração de um adequado PLANEJAMENTO DA MANUTENÇÃO, em conjunto com a utilização de ferramentas informatizadas de gestão.

Além da abordagem de conceitos de planejamento, o curso também abordará requisitos e cuidados necessários durante esta etapa, a fim de que o processo de cadastramento de dados e futura customização da ferramenta de gestão atinjam o resultado esperado, ou seja, um adequado monitoramento e controle de resultados.

As inscrições ainda podem ser efetivadas, através do site do curso: https://www.aea.com.br/cursos/planejamento-da-manutencao-de-ativos-imobiliarios/

AEA Planejamento Manutenção

 Mais informações também poderão ser obtidas no endereço acima.

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Albert Einstein confirma a sua turma de Pós-Graduação em Engenharia e Manutenção Hospitalar para setembro, em SP

O Albert Einstein – Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa confirmou para setembro deste ano a sua turma do Curso de Pós-Graduação (lato sensu) em Engenharia e Manutenção Hospitalar, a ser realizada no seu campus, em São Paulo.

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O curso terá como duração até setembro de 2020 e falta pouco mais de um mês para que as inscrições sejam encerradas.

Informações detalhadas poderão ser obtidas a partir do link abaixo, ou clicando AQUI

https://www.einstein.br/ensino/pos_graduacao/engenharia_e_manutencao_hospitalar?utm_source=news&utm_medium=email&utm_campaign=kit_coordenador_2sem19

 

 

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Contas de energia em julho terão bandeira tarifária amarela

Fonte: Procel Info

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A bandeira tarifária em julho de 2019 será amarela, com custo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Julho é um mês típico da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Com o anúncio da bandeira amarela, é necessário intensificar as ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício de energia.

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Plugado ou “desplugado”???

Quem de nós, enquanto jovens e recém-formados não se deparou com a dificuldade natural de engajamento em uma vida profissional ativa, principalmente no que se referia ou se refere a enxergar a aplicação de nosso aprendizado acadêmico na vida prática?

Ou ainda, quem de nós não se questionou durante a fase de aprendizado acadêmico quanto a aplicabilidade de um determinado assunto ou matéria em nossa então “futura vida profissional”?

Tenho a impressão de que poucos não passaram por estas duas situações…

De certa forma, o “novo” sempre nos assusta ou preocupa, e sempre continuará a nos tirar tranquilidade e sono…

Há algum tempo, como um apaixonado por tênis, ouvi uma entrevista do tenista Rafael Nadal na qual dizia francamente sentir “frios em sua barriga” à cada vez que pisava em uma quadra para um jogo importante, apesar de toda a sua experiência e conquistas.

No entanto, sair formado por uma instituição, sem que se tenha uma visão mais clara de um mundo real que nos aguarda lá fora, também não nos ajudará a enfrenta-lo…

Vejam que, ao longo dos anos, o MEC tem tornado cada vez mais restritiva a participação de profissionais especialistas, ou seja, de profissionais que, de fato, atuem no mercado de trabalho em suas respectivas áreas de formação ou especialização, em cursos de graduação e pós graduação.

É evidente que a metodologia de ensinamento deve ser um ponto fortíssimo de atenção e padronização, assim como também enxergo como mais do que evidente a necessidade de que alunos e formandos ouçam experiências, estudem casos de sucesso ou insucesso e visualizem de forma prática a aplicabilidade de conhecimentos recebidos.

Entendo também que tal “transferência de conhecimento prático” só será valiosa se partir de personagens reais, ativos, e que as tenham vivenciado na carne…

Pela exigência do MEC, estes profissionais do mercado devem ou deverão cursar no mínimo um mestrado e em alguns casos, um doutorado, para que possam ministrar aulas em instituições de ensino, dependendo do curso (cursos de especialização e de capacitação ainda são mais flexíveis neste aspecto). Por mais simples que isto possa parecer, é justamente nesta disponibilidade para cursar estes 2 (dois) anos de mestrado, em paralelo a uma vida profissional ativa, que reside o grande motivo deste afastamento de profissionais de mercado de faculdades e universidades.

Isto é lamentável, pois perde-se a grande oportunidade de “introduzir” estas experiências práticas na vida acadêmica de um futuro profissional, o que muitas vezes fica ou ficará restrito ao curto período de estágio ao qual o aluno se submeterá.

Proporcionalmente falando, são ainda muito poucos os profissionais de mercado que têm esta disponibilidade e que dividem esta condição com as suas respectivas carreiras profissionais.

Não se trata de um desabafo pessoal, até mesmo porque, como apaixonado em ensinar, deverei iniciar o meu mestrado até 2020, mas se trata de um alerta e de uma provocação para a reflexão de todos.

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