Minha Casa Minha Vida: CGU vê patologias em 54% das obras

Comentário do blogueiro:

Se no setor privado ainda nos deparamos com a má qualidade da gestão de obras e de sua entrega (falta de capacitação de profissionais, falta ou falhas na fiscalização, falta ou falha na política de qualidade, falta de cultura no planejamento e execução em processos de comissionamento, falha na geração de sua documentação final, etc..), imaginem no setor público….

Trata-se na realidade do desrespeito ao conceito básico da Lei de Sitter.

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Fonte: Engenharia Compartilhada (Informativo Massa Cinzenta – Cimento Itambé)

Por: Altair Santos

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

 

Infiltrações, falta de prumo e esquadros, além de rachaduras, trincas e vazamentos, estão entre os problemas mais comuns

Levantamento da Controladoria-Geral da União (CGU), em parceria com o ministério da Transparência, aponta que 54,6% das unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) apresentam patologias ou erros na execução da obra. O relatório, divulgado dia 16 de agosto de 2017, apura dados desde 2015 e leva em consideração apenas as reclamações de mutuários registradas na Caixa Econômica Federal, a fim de que o banco pudesse acionar as construtoras responsáveis para os reparos dentro da garantia de cinco anos, como estabelece o Código do Consumidor e o Código Civil.
Em seu auge, entre 2009 e 2014, Minha Casa Minha Vida consumiu R$ 225 bilhões: mesmo assim, há muitas obras avariadas
Significa que os mutuários que detectaram patologias, mas não oficializaram reclamações, não constam nas estatísticas. Com base nos dados oficiais, fiscais da Controladoria-Geral da União visitaram 77 empreendimentos e 1.472 unidades habitacionais em doze estados (Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe). Segundo a avaliação da CGU, os problemas mais comuns são infiltrações, falta de prumo (verticalidade de paredes e colunas) e de esquadros (se os planos medidos estão com ângulo reto), além de rachaduras, trincas e vazamentos.
As habitações mais atingidas foram as dos beneficiários que se enquadram nas faixas 2 e 3 do MCMV.O relatório também detectou problemas nas áreas externas das edificações, como alagamentos, iluminação deficiente e falta de pavimentação. No entanto, essas avarias representam menos de 20% do espectro pesquisado. Segundo nota da CGU, “o levantamento oferece oportunidades de aprimoramentos para mitigar as fragilidades identificadas”. Os dados foram repassados ao Conselho Curador do FGTS e ao ministério das Cidades, a fim de que possam desenvolver um melhor controle de qualidade das obras.
Ranking de problemas
Rachaduras estão entre as patologias mais detectadas por fiscais da CGU
A Controladoria-Geral da União recomenda também avaliações periódicas, a fim de que se crie um ranking para detectar os seguintes aspectos: construtoras com maior número de problemas, tipos de defeitos mais comuns nas unidades habitacionais, principais causas das patologias e localidades com maior número de falhas. “A CGU permanece na busca conjunta por soluções e realiza o sistemático monitoramento das providências adotadas pelos gestores federais responsáveis”, completa o relatório do organismo, que recomenda também a substituição de beneficiários que não atendam as regras do programa.
Entre as unidades habitacionais visitadas pelos fiscais da CGU, 47,2% dos mutuários disseram que obtiveram respostas das construtoras e que os reparos das patologias foram feitos. O relatório aponta que esse número também deve ser melhorado, já que, entre 2009 a 2014, o Minha Casa Minha Vida envolveu R$ 225,5 bilhões em volume de recursos para a construção de quase três milhões de unidades habitacionais. “Destaca-se a identificação de oportunidades de melhoria quanto à aprovação e análise dos projetos por parte da Caixa (Econômica Federal), a fim de que as planilhas orçamentárias possam gerar obras com melhor qualidade”, finaliza a análise da CGU.
Entrevistado
Reportagem baseada em relatório da Controladoria-Geral da União
Contato
cgu@cgu.gov.br
Crédito Fotos: Radiobras/EBC e Divulgação
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
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ABRAFAC – Novo FM Debate em SP será no próximo dia 14 de Setembro

A ABRAFAC realizará neste próximo dia 14 de Setembro o seu FM Debate em SP, com a abordagem “Gestão e Desenvolvimento de Talentos”.

Aos interessados, basta clicar sobre o flyer abaixo para ser direcionado ao site do evento.

FM Debate Gestão e Desenvolvimento de Talentos

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ABRAFAC realizará no próximo 18/09 no Rio de Janeiro, o seu FM Debate

A ABRAFAC realizará no próximo dia 18 de Setembro no Rio de Janeiro o FM Debate, que abordará o tema “Visão da Economia e Impacto nos Serviços”, com a participação especial do profissional Sandro Reis.

Aos interessados, basta clicar no flyer abaixo para ser direcionado ao site do evento.

O FM Debate Rio está chegando garanta sua inscrição

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ABRAFAC anuncia o próximo FM Tactics (Webinar) que abordará o tema “Gestão da Mudança”

A ABRAFAC anunciou a realização de seu próximo wvento via webinar, o FM Tactics, que além de gratuito, contará com a participação da profissional Sandra Raposo, responsável pela área de Real Estate & Facility Management na Xerox Portugal.

Aos interessados, basta clicar no flyer abaixo para ser direcionado ao site do evento.

 

O FM Tactics evento online e gratuito está chegando

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Construção dá os primeiros sinais de reação

Fonte: O Estadão

Divulgação: SINAENCO

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O setor imobiliário começa a dar os primeiros sinais de reação. Mas, escaldadas, as incorporadores tentam achar o ponto de equilíbrio entre não ficar para trás, no momento em que a economia parece dar os primeiros sinais de recuperação, e nem repetir a euforia do excesso de lançamentos pré-crise. Desemprego, devoluções de imóveis e endividamento das famílias ainda preocupam, e as entidades da construção não esperam uma retomada sólida antes do ano que vem.

Para Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, a crise levou as empresas do setor a reavaliar estratégias, mas a demanda por imóveis segue firme. “Como o ano passado foi muito ruim, a expectativa é que os lançamentos em São Paulo aumentem 10% neste ano.” A maior parte desses residenciais concentrada em padrão baixo ou médio.

O primeiro semestre foi de aumento nas vendas de imóveis, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). As vendas líquidas somaram 32.465 unidades, alta de 17,8%, e os distratos, 17.785 unidades, queda de 20%, ante igual período de 2016.

O representante comercial e sócio de uma cervejaria Caio Ranzatti, de 30 anos, e a designer de joias Bruna Fujino, de 28, estão entre os que compraram um imóvel. Eles planejavam alugar um apartamento ao se casarem, daqui a dois anos. “Vimos que a prestação não ficaria distante do custo da locação. A crise preocupa, mas não dá para viver em função dela.”

Na planta

A realidade do setor imobiliário, porém, é de um otimismo cauteloso: mesmo que os lançamentos superem os do ano passado, não há perspectiva de corrida aos estandes.

Na MBigucci, os últimos dois anos serviram para comprar terrenos. “Boas oportunidades surgiram, para quando o País reaquecer”, diz Milton Bigucci, presidente da empresa, que deve ter dois novos empreendimentos neste ano. A construtora do ABC espera a recuperação progressiva das montadoras para lançar mais.

Como um residencial leva de dois a três anos para sair do papel, as empresas olham horizontes de médio e longo prazos. “Vai ser preciso uma sequência mais longa de indicadores positivos. O setor não aguentaria um voo de galinha da economia”, diz o copresidente da Even, João Azevedo. A empresa, que tem R$ 5,3 bilhões em terrenos, planeja lançar só os projetos com mais potencial de venda.

“Há muita demanda reprimida, que se resolverá com o tempo. A cautela é natural”, avalia João da Rocha Lima, do Núcleo de Real Estate da Poli/USP. O mercado, diz, ainda precisa queimar seus estoques – os imóveis lançados e não vendidos.

Alicerce

No mês passado, a construção civil registrou o primeiro saldo positivo de vagas em 33 meses, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), com 724 pessoas a mais empregadas, tanto em infraestrutura quanto no mercado residencial. Uma delas foi o pintor de fachadas Lucimauro de Carvalho, de 34 anos. “Foram dois anos sem carteira assinada. Vivi de bicos.”

“É um indicador importante, mas pontual. Temos uma simbiose com o restante da economia: o setor depende do crescimento dos demais segmentos para respirar e o País só vai se reerguer quando a construção crescer”, diz José Carlos Martins, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). “Se tudo correr bem, a recuperação chegará à construção civil no ano que vem.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

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Rede Brasileira de Manutenção convoca os profissionais da área de manutenção à responderem a pesquisa sobre o Processo Orçamentário 2018 para a Manutenção

Vejam abaixo a chamada do amigo Paulo Walter e os links de acesso para aqueles que quiserem e puderem contribuir com suas respostas.

Tá com um tempinho livre?

Então aproveita e responde agora a nossa pesquisa sobre Processo Orçamentário 2018  para a Manutenção. Não  é feita nenhuma pergunta solicitando dados confidenciais. Apenas se busca verificar quais são as melhores práticas gerenciais no trato da questão orçamentária na Gestão de Ativos.

O link da pesquisa é http://orcamentodamanutencao2018.questionpro.com

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Mackenzie – Pós Graduação -Pesquisa acadêmica sobre Manutenção

Bom dia à todos!

A aluna Cristina Lima do curso de pós-graduação em Avaliações & Perícias de Engenharia no Mackenzie está trabalhando o seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) que avalia o formato e os cuidados na manutenção “x” os impactos causados em edificações e sistemas, identificados na Inspeção Predial.

Ela solicita a ajuda de todos que possam enriquecer o seu trabalho e análise, dedicando apenas alguns minutos de seu tempo para responder a pesquisa abaixo, que já está no ar.

https://www.survio.com/survey/d/N6P9F8P9F9R5P7M1A

Prezado Sr. / Sra.

Gostaria de convidá-lo a participar do projeto de pesquisa “PLANO DE MANUTENÇÃO E FACILITIES:  VISÃO, POSTURA E IMPLANTAÇÃO”  que se propõe a analisar a contribuição e os impactos da gestão de manutenção nos resultados de empresas. Os dados deste estudo serão coletados neste questionário e seus resultados serão analisados pela pesquisadora Cristina Teixeira de Lima.

Este questionário utiliza a ferramenta SURVIO e uma vez enviadas as respostas, elas aparecem para o pesquisador já tabuladas, sem identificação do e-mail de origem. O anonimato será garantido uma vez que em nenhum momento você será identificado na pesquisa.

Sua participação só ocorrerá quando do envio deste questionário preenchido.

Os dados coletados serão utilizados no Trabalho de Conclusão de Curso da pesquisadora junto ao curso de Pós-Graduação em Avaliações e Perícias de Engenharia, da Universidade Presbiteriana Mackenzie. A divulgação do trabalho terá finalidade acadêmica, esperando contribuir para um maior conhecimento do tema estudado.

Quaisquer dúvidas que existirem poderão ser livremente esclarecidas, bastando entrar em contato pelo e-mail:

cris0330@hotmail.com

Sua participação é muito importante e desde já agradeço sua colaboração.

Para acessar o questionário, clique no link abaixo: 

https://www.survio.com/survey/d/N6P9F8P9F9R5P7M1A

 

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