Suécia promove desafio sobre mobilidade no Rio de Janeiro

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Suécia promove desafio sobre mobilidade no Rio de Janeiro

O Smart Living Challenge, desafio mundial organizado pelo Swedish Institute e seus parceiros, desembarca novamente no Brasil com o intuito de desenvolver um projeto que será aplicado na Cidade Universitária da UFRJ, visando a sustentabilidade das cidades.

“O alto nível de empreendedorismo entre os jovens aliado às demandas existentes no Brasil e na cidade do Rio de Janeiro na área de mobilidade resultam num ambiente propício para viabilizarmos, novamente, esse desafio no país. O nosso grande intuito é apoiar ações que inovem a forma como as pessoas se relacionam com seu entorno por meio de projetos de baixo custo e alto impacto no dia a dia de todos”, afirma Per-Arne Hjelmborn, Embaixador da Suécia no Brasil.

O desafio foi criado com o objetivo de incentivar discussões e desenvolvimento de projetos sob três grandes temas: Transporte (Move), Alimentação (Eat) e Moradia (Live). Em 2015, três países participam desse desafio: o Brasil focará no tema Transporte; a Sérvia desenvolverá o de Moradia; e a Zâmbia o de Alimentação.

A Cidade Universitária da UFRJ, no Rio de Janeiro, é a cidade escolhida para o projeto-piloto ligado ao tema ‘Move’. Com o mote “De ideias para a realidade”. O desafio, se bem-sucedido em sua aplicação, pode vir a ser ampliado para o Rio de Janeiro ou para qualquer outro lugar do mundo. Além disso, o projeto será exibido durante a COP21, a ser realizada em Paris, França, no final do ano.

Quem pode participar

O intuito é reunir estudantes de graduação, professores do ensino superior e jovens profissionais das mais diversas áreas do conhecimento, que tenham espírito inovador e ideias criativas, para trabalharem a questão da mobilidade sustentável dentro da UFRJ.

Alunos provenientes de outras universidades, bem como jovens profissionais, poderão se inscrever até 31 de maio enviando seu interesse de participação à comissão organizadora do evento. Embora o desafio seja aberto a participantes de todo o Brasil, um importante pré-requisito é a disponibilidade para realizar encontros semanais presenciais no Rio de Janeiro durante o período do projeto, três meses. Também é necessário a fluência na língua inglesa.

Como se inscrever

Os interessados no desafio devem enviar um e-mail para Leandro.rocha@gov.se, com os seguintes tópicos: breve background acadêmico e profissional, sua motivação para se inscrever no desafio e sugestão de ideia para o projeto de mobilidade para a Cidade Universitária da UFRJ (em aproximadamente 15 linhas) e dados de contato, como telefone e e-mail.

Os vencedores

Um júri composto por profissionais como arquitetos, empreendedores, professores e membros da Embaixada da Suécia e do Fundo Verde da UFRJ julgarão as melhores ideias e perfis de aplicantes. Serão seis os escolhidos que, durante três meses, irão desenvolver um projeto em conjunto, sob a tutoria de facilitadores da Hyper Island.

Clique aqui para mais informações.

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Curso de Eficiência Energética em SP – Faltam apenas 15 dias para o encerramento das inscrições

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará no próximo mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

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Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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2014 Lighting and Lighting Controls Study: Lighting in office buildings

Noutro dia conversava com um amigo e profissional do setor de comissionamento em sistemas elétricos, que acabara de retornar de um congresso internacional sobre o tema, sobre como encontramos fora do Brasil os mesmos tipos de problemas que enfrentamos normalmente por aqui.

Se olharmos esta pequena matéria que resume resultados de uma pesquisa feita em 2014, veremos que as dificuldades enfrentadas nos EUA são basicamente as mesmas que os profissionais que atuam no segmento de projeto e estudos de iluminação enfrentam por aqui….: Baixo orçamento do Cliente (versus as suas expectativas e/ou necessidades), o curto prazo destinado a entrega do projeto e realização da obra, entre outros…

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Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Amanda Pelliccione, CFE Media

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Read about these five key findings from the Consulting-Specifying Engineer 2014 Lighting and Lighting Controls Study

The Consulting-Specifying Engineer 2014 Lighting and Lighting Controls Study indicated that 77% of engineers specify, design, or make product selections for office buildings—and eight in 10 of these engineers are responsible for determining requirements/writing specifications, researching and evaluating options, and/or recommending the product brands for these projects. Below are five high-level findings impacting the lighting and lighting controls industries today as they relate to office building projects:

  1. Annual specified products value: The average engineering firm specifies $904,937 in total lighting and lighting control products for new and existing office buildings on a yearly basis. Twenty-nine percent of these firms specify more than $1 million in lighting products for office buildings annually.
  2. Products specified: Three in five engineers specify LEDs; T5, T8, or T12 fixtures; lighting controls; CFLs; and/or high-intensity discharge fixtures (HIDs) for office buildings.
  3. Changes affecting design, products: Within the past two years, 93% of office building designs have been heavily affected by changes to LED technologies and specifications. Nine in 10 engineers also reported that changes with energy efficient designs and energy consumption have been affecting their projects lately.
  4. Top challenges: Inadequate budget (78%), project delivery speed (60%), and interoperability and complementing systems (59%) are the three most difficult challenges for lighting engineering and design in office building projects.
  5. Design factors: When selecting lighting products for office buildings, engineers generally compare product quality (98%), energy efficiency (97%), initial cost (92%), and technical advantage (85%). While top sources for this information continue to be product information documents, reviews, and specifications, engineers are also regularly referencing codes and standards updates and industry new/trends online and in print publications.

View additional findings at www.csemag.com/2014LightingStudy.

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Ovo ‘mágico’ da EDP ajudará consumidores a poupar energia

Fonte: TN Sustentável

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Portugal – No segundo trimestre do próximo ano, a EDP deverá começar a comercializar um pequeno ovo – o Eggy – que ajudará os consumidores a monitorar o gasto de energia de cada eletrodoméstico, dará conselhos para reduzir desperdício e oferecerá prêmios em troca. A princípio, será testado em geladeiras.

“O Eggy percebe o comportamento de um refrigerador: o número de aberturas de porta, o tempo que é deixada aberta e sua temperatura. Para fazer o Eggy funcionar, o consumidor precisa apenas ligar, fazer uma pequena configuração e colocá-lo no interior da geladeira”, explicou Pedro Ferreira, co-fundador e CEO da startup.

O Eggy envia, em seguida, um relatório do comportamento do consumidor para uma plataforma online, através da rede wi-fi da casa. Nos dias ou semanas seguintes, o desafio será o de melhorar os hábitos de consumo de energia. Neste caso específico, abrir menos vezes a porta da geladeira e durante menor tempo. Este desafio acaba se transformando numa competição: primeiro individual e depois em comunidade.

“À medida que melhora o seu comportamento, o utilizador é remunerado com Eggoins, a moeda interna do Eggy, que poderá ser trocada por prêmios”, continua Pedro Ferreira.

As recompensas ainda não são conhecidas e dependerão das parcerias estabelecidas pela Eggy. “Temos dois grandes focos, o da promoção da eficiência energética em casa e promoção da qualidade de vida em família, consequência dos nossos segmentos de mercado”, explicou Pedro.

A entrada na área do entretenimento teve como pano de fundo a parte emocional. “Percebemos que o que pode provocar a alteração comportamental não é algo racional – como a poupança monetária, energética ou consciencialização para ser mais sustentável – mas sim emocional”, continuou Ferreira. “Um jogo que oferece recompensa pode incentivar as famílias a melhorar seus resultados, e isso é fundamental para uma mudança de cultura”, diz.

EDP fomentou inovação

O Eggy nasceu em um concurso lançado pela EDP nas faculdades de engenharia, tendo em conta o desenvolvimento de produtos baseados em conceitos integrados à internet e que trouxessem valor para a empresa. “Percebemos que a EDP estava entrando em uma nova realidade de mercado, em que passou a contar com maior concorrência. Assim, teve interesse em desenvolver uma ferramenta que ajudasse a garantir a fidelização de seus clientes”, revelou o co-fundador da startup.

Foi então constituída uma equipe de alunos e professores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa – uma joint-venture entre o departamento de Engenharia e Gestão Industrial e o departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores. O Eggy, desenvolvido por Rui Lopes e Pedro Ferreira, ganhou o concurso e os empreendedores começaram a preparar o produto. Hoje, a dupla é fundadora da startup homônima e trabalha para colocar o gadget no mercado, juntamente com a EDP, no segundo trimestre do próximo ano. O preço ficará em torno de 20 euros.

Dentro de três a cinco anos, a dupla espera estar presente no Reino Unido, norte da Europa e Estados Unidos, e ter versões do Eggy que possam perceber os comportamentos em outros pontos de desperdício de energia na casa.

“Acreditamos que o nosso foco está na utilização e não na tecnologia em si, o que faz com que consigamos escalar e atingir os objetivos de todas os envolvidos. Queremos democratizar a tecnologia ao torná-la acessível a todos, seja na instalação, utilização ou no preço”.

Até lá, a startup procura, no Lisbon Challenge Spring, divulgar o Eggy para parceiros, clientes e investidores. “O Lisboa Challenge é uma oportunidade de fazer contato com pessoas brilhantes, sejam colegas empreendedores residentes ou mentores, que têm contribuído com excelentes trocas de ideias e experiências”.

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NBR 5419:2005 – Alerta de Norma Técnica ABNT

A ABNT publicou, em 22.05.2015, a norma ABNT NBR 5419-1:2015 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 1: Princípios gerais, que cancela a norma ABNT NBR 5419:2005.

Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição Clique Aqui

Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, DIN, AFNOR, BSI, CEN, ASTM, IEEE, NFPA, AMN ou JISC visitehttp://www.abnt.org.br/catalogo.

Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA

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Interpreting NFPA 72

Fonte (Source): Consulting-Specifying Engineer

Por (By): William E. Koffel, PE, FSFPE, Koffel Associates Inc., Columbia, Md.

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The edition of NFPA 72: National Fire Alarm and Signaling Code required for a project is typically determined by the edition of the standard referenced by the adopted building or fire code. Most jurisdictions are using the 2012 (or earlier) editions of nationally recognized building and fire codes, which reference the 2010 Edition of NFPA 72. Some jurisdictions, such as the state of Maryland, have recently adopted the 2015 edition of the International Building Code, in which the 2013 edition of NFPA 72 is the reference standard.

In addition, design professionals often consider the most recent edition of a reference standard because it typically includes the most recent technology and could be considered in determining the “standard of care.” Newer editions of a reference standard may be used when approved by the code official or authority having jurisdiction (AHJ) using the concepts of alternative methods or equivalencies. The purpose of this article is to provide an overview of NFPA 72-2013 for both wired and wireless fire alarm systems, including identifying some of the significant changes to the 2013 edition.

Documentation (Chapter 7)

Building on the reorganization that occurred with NFPA 72-2010, the 2013 edition contains a new chapter titled “Documentation.” The intent was to provide a central location for all the documentation requirements of the code. From the perspective of the design professional, Section 7.3 addresses the design documentation requirements. In many cases, the section refers the user to documentation requirements found elsewhere in the standard, such as identifying the acoustically distinguishable spaces (ADS) in accordance with 18.4.10 and specifying the rooms and spaces that will have visible notification in accordance with 18.5.2.1. Design documents are also required to include ambient sound pressure levels and audible design sound pressure levels in accordance with 18.4.1.4.3.

Fundamentals (Chapter 10)

Recognizing the confusion that has occurred regarding whether an initiating device should result in an alarm signal, supervisory signal, or trouble signal, the standard has been revised to define conditions that are detected. The conditions are a situation, environmental state, or equipment state of a fire alarm or signaling system. For example, a supervisory condition is defined as “an abnormal condition in connection with the supervision of other systems, processes, or equipment.” The resulting signal from a particular initiating device is “a message indicating a condition, communicated by electrical, visible,audible, wireless, or other means.”

There are times when the signal may be consistent with the condition detected or a signal that results in a higher level of response, such as an alarm signal. For example, while smoke detectors mounted in HVAC ducts are to initiate a supervisory signal, such detectors may also initiate an alarm signal under certain conditions (see 21.7.4). The actions to be performed upon receipt of a signal, referred to as the response, are based on the type of signal received.

Inspection, testing, and maintenance (Chapter 14)

Format-wise, the three tables from previous editions have been consolidated into two tables, one for inspection and one for testing. The methods that previously were in a separate table have now been included in the appropriate table associated with the component to be inspected or tested. However, the more significant change to Chapter 14 involves the deletion of requirements that are not related to the components of a fire alarm system. This change is in recognition of the new standard, NFPA 4: Standard for Integrated Fire Protection and Life Safety System Testing. NFPA 4 addresses the testing requirements for the integrated systems but not the individual fire protection systems.

For example, the fire alarm aspects associated with a smoke control system are tested in accordance with NFPA 72. The smoke control aspects (for example, air movement) of the smoke control system are tested in accordance with NFPA 92: Standard for Smoke Control Systems. However, the integration of the fire alarm system and smoke control system are tested in accordance with NFPA 4. These changes will obviously affect how a design professional develops the acceptance test protocols and commissioning plans for integrated fire protection and life safety systems.

Notification appliances (Chapter 18)

The use of the distinctive evacuation signal (the three-pulse temporal code) has been updated to extend to signals used for relocation and partial evacuation, not just complete evacuation as required by previous editions of NFPA 72. As such, this includes occupancies such as health care (Group I-2) and detention and correctional occupancies (Group I-3). Recognizing the expanded use of textual and graphical visible appliances, some provisions have been relocated from the chapter on emergency communications systems (Chapter 24). In addition, the provisions have been expanded to include fire alarm system applications and refined to include location, mounting, and performance requirements.

Emergency control functions (Chapter 21)

Consistent with the expanding use of occupant evacuation elevators, the requirements for such elevators have been revised to coordinate with changes in ASME A.17.1/B44: Safety Code for Elevators and Escalators. A waterflow switch may initiate elevator recall when sprinklers are installed in elevator pits.The waterflow switch is not permitted to have a time delay, and the piping shall be dedicated to the sprinkler in the elevator pit (see NFPA 72 21.3.3). Various updates also have been made for fire alarm systems interfacing with HVAC systems, for door and shutter release, and for electrically locked doors.

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ABESCO e Sebrae-SP lançam guia de bolso gestão inteligente da energia elétrica

Fonte: PROCEL Info

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A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo (Sebrae-SP) lançaram o guia de bolso para empresários “Dicas e oportunidades para seu negócio: Gestão inteligente da energia elétrica”. O material foi disponibilizado a no dia 1 de maio para todo o mercado empresarial e tem como objetivo divulgar informações e conhecimento para as empresas em geral sobre eficiência energética.

Dados do Anuário Estatístico de Energia Elétrica (2014) apontam que em 2013 as indústrias respondiam por 39,8% do consumo de energia, seguido das residências 27%, comércio 18,1% e rural 5,1%. Nesse cenário, mudanças dos hábitos de consumo, preocupações e desafios surgem para os empreendedores. Segundo o próprio guia, o custo das tarifas é um fato com o qual as empresas terão que aprender a conviver, por isso será de fundamental importância explorar alternativas para reduzir os custos e aumentar a eficiência.

Guia Abesco

Segundo o diretor técnico da Abesco, Alexandre Moana, o material é de suma importância para os variados segmentos, que terão acesso a informações específicas para usar de forma inteligente a energia consumida. “O guia também possui informações para quem deseja entrar nesse mercado, bem como para o governo, que ‘ganha fôlego’ com a diminuição do total de energia consumida”, conta.

O Sebrae-SP busca cada vez mais ajudar empreendedores que buscam eficiência em seus processos produtivos e o guia sobre a gestão inteligente da energia elétrica contribui para essa missão. “Com o encarecimento da tarifa da energia elétrica, os empresários devem investir em melhorias para tornar seus processos mais eficientes e, assim, diminuir a parcela de gastos com o alto consumo dos equipamentos existentes nas suas instalações. O Sebrae-SP oferece juntamente com seus parceiros uma série de soluções tecnológicas que apoiam os pequenos negócios a melhorar a eficiência energética dos seus processos produtivos, como no caso da cadeia de couro e calçados, móveis, metalomecânica e construção civil”, destaca o gerente da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae-SP, Renato Fonseca.

No material os empresários terão dicas de como conscientizar a equipe, como ler a conta de luz, dispositivos de iluminação, metas de consumo, mudanças no layout interno, eficiência energética das máquinas, sistemas de automação elétrica, energia solar, economizadores inteligentes, contratação de empresa especializada, além de diversas oportunidades de negócios na área.

* Com informações da assessoria de imprensa da Abesco

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Telhado verde passa a ser obrigatório no Recife

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Capital pernambucana segue o Rio de Janeiro e cria lei municipal sobre o tema. Objetivo é diminuir concentração de calor em áreas da cidade

Recife começou 2015 aprovando uma lei inovadora, no que se refere a construções sustentáveis. Seguindo modelo já adotado na cidade do Rio de Janeiro, a prefeitura da capital pernambucana sancionou legislação que obriga a instalação de telhado verde em prédios residenciais com mais de quatro pavimentos e em casas com área coberta acima de 400 m². O objetivo, segundo o arquiteto e urbanista João Domingos Azevedo, é diminuir a concentração de calor em determinadas áreas da cidade. A lei prevê o plantio de gramas, hortaliças, arbustos e árvores de pequeno porte nas lajes dos edifícios.

Estudos que levaram Recife a adotar o telhado verde mostram que esse revestimento natural reduz em até 6°C a temperatura no entorno do prédio. “A estratégia dos telhados verdes está integrada ao plano municipal de ampliação da cobertura vegetal no território do Recife. Essas iniciativas perseguem a redução das temperaturas de superfície nos diversos ambientes da cidade e a menor emissão de carbono na atmosfera”, cita João Domingos Azevedo, que preside o Instituto da Cidade Pelópidas Silveira – organismo vinculado à secretaria de planejamento urbano da cidade do Recife, e que vai fiscalizar o cumprimento da legislação.

A lei é de caráter urbanístico. Portanto, não interfere na construção civil das edificações. “A técnica a ser usada para a construção da cobertura vegetal fica a cargo dos empreendedores que assinam os projetos construtivos”, explica João Domingos Azevedo. “A elaboração de projetos e execução de obras e serviços (implantação e manutenção) está dentro do escopo da construção civil, e sujeita aos registros e anotações de responsabilidades técnica junto aos conselhos de classe. Da mesma forma, os fornecedores de sistemas e de insumos que irão compor os telhados verdes”, completa.

Divergências e cuidados

Desde a implantação, a comunidade da construção civil do Recife tem feito críticas à lei, sob a alegação de que os projetos irão encarecer o custo da obra. A prefeitura da cidade, entretanto, acredita que isso não inviabilizará a legislação, e que o seu entendimento se dará no longo prazo. “Experiências como as dos telhados verdes passarão a ser entendidas pela sociedade quando estiverem consolidadas, tornando-se perceptíveis à avaliação do cidadão. Ao mesmo tempo, a classe técnica tem sido naturalmente crítica, mas provocado ricos debates sobre o tema. A busca é para tornar viável a implantação e manutenção dos telhados verdes no Recife”, diz o arquiteto.

No Brasil, prevalecem dois modelos de telhados verdes. Um, mais extensivo, projeta um tapete de vegetação rasteira sobre a laje do prédio, variando de 5 a 15 centímetros de espessura. Raramente exerce carga excessiva sobre a estrutura. O cuidado maior é com a impermeabilização da laje e com o escoamento da água acumulada pela vegetação. Já a intensiva funciona como um jardim suspenso, inclusive agregando árvores de pequeno porte. A espessura pode chegar a 50 centímetros e acarreta em sobrepeso estrutural. Neste caso, requer projeto paisagístico, acompanhado de plano arquitetônico e de avaliação de engenheiros civis – no caso do prédio estar construído. Em empreendimentos a serem viabilizados, o projeto deve contemplar o telhado verde.

Entrevistado

Arquiteto e urbanista João Domingos Azevedo, presidente do Instituto da Cidade Pelópidas Silveira – organismo vinculado à secretaria de planejamento urbano da prefeitura do Recife.

Contato

imprensa@recife.pe.gov.br

planejamentopcr@gmail.com

Créditos fotos: Daniel Tavares/Prefeitura do Recife e Lu Streithorst/Prefeitura do Recife

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

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What every TAB technician needs to know about indoor air quality

Fonte (Source): Consulting-Specifying Engineer

Por (By): William Carson Judge, TBE, CxA, Bay to Bay Balancing Inc.

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Poor indoor air quality (IAQ) contributes to a substantial number of health problems. ASHRAE Standard 55-1992 addresses the most common factors related to the comfort of occupants within the space. This article outlines the guidelines.

The U.S. Environmental Protection Agency (EPA) defines indoor air quality (IAQ) as:

“The temperature, humidity, ventilation and chemical or biological contaminants of the air inside a building.”

This represents any condition inside the building that effects the health and comfort of the building occupants; including temperature, humidity, and the concentration of pollutants. ASHRAE defines Acceptable Indoor Air Quality as:

“Air in which there are not known contaminants at harmful concentrations by cognizant authorities and with which a substantial majority (80% or more) of the people exposed do not express dissatisfaction.”

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Effects of poor indoor air quality

Poor indoor air quality contributes to a substantial number of health problems. Studies have linked it to poor performance in both the school and work environments. Effects can be immediate and the result of a single exposure or delayed, not showing up for years. Short term and immediate problems may manifest as allergic reactions, headaches, fatigue or asthma. At the other extreme, years of exposure to Radon may result in lung cancer. A single exposure to asbestos may cause mesothelioma, a fatal lung disease.

Different segments of the population may react differently to exposure. The very young, the elderly and those with suppressed immune systems may be much more likely to succumb to disease as a result of exposure. This increases the significance of these issues in schools, nursing homes and hospitals.

Causes of indoor air problems

Pollution sources inside the building that release or off gas pollutants can include, but are not limited to: air fresheners, smoking, perfume, cleaning products, cooking or process by-products, propane forklifts, boiler combustion by-products and off-gassing of chemicals by furniture, carpets and building materials.

Examples of outside sources of pollutants being taken in to the building through outside air intakes or infiltration into the building can include: radon, pesticides, atmospheric pollution, carbon monoxide and other combustion by-products from vehicle traffic.

ASHRAE Standard 55-1992, Thermal Environmental Conditions for Human Occupancy, addresses the most common factors related to the comfort of occupants within the space and addresses temperature, radiation, humidity, air movement, temperature stratification and drift as well as factoring in the clothing and activity level of the occupants.The scope of indoor air quality extends to temperature, humidity and lighting within a facility.

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The conditions outlined in the table are guidelines from the standard that satisfy the thermal comforts required by the standard.

In addition to comfort issues, extremes in temperature and humidity can also exacerbate other potential sources for IAQ problems. Higher temperatures increase the reactivity of chemicals and accelerate off-gassing of compounds from building materials and interior furnishings. Increased humidity raises the risk of microbial growth and proliferation.

Beyond the physical values of temperature and humidity, many other factors can contribute to the perception of comfort. Air movement also plays a large role in thermal comfort. The lack of air movement can create a sensation of hot/stuffy air. Increased air velocity on the skin accelerates evaporation of perspiration which increases cooling. The same higher level of air movement can induce a chill in others. The goal is to find the balance of these variables that will provide the client with the highest level of satisfaction.

Increased humidity is a major cause of mold growth within the building environment. In high humidity parts of the country, it can be a considerable detriment to indoor air quality. The conditions for mold to grow require three components: mold spores, a media to feed on and moisture. Mold spores are essentially everywhere and mold is capable of using most media as food sources, including drywall, ceiling tiles, carpet and wallpaper. That leaves the control of moisture as the only practical method to control the growth and proliferation of mold.

Control of indoor air quality issues

Control of indoor air quality is typically addressed at three levels. The first step is administrative controls. Some examples of administrative controls are:

  • Making decisions which would prevent the source of the pollutant in the first place
  • Having a no smoking policy or using a different process for an in-house procedure
  • Choosing low emitting products for maintenance and cleaning
  • Isolating some processes in a remote location

Whenever practical, administrative controls are the best solution.

There are times when because of financial cost or sheer practicality, an administrative control cannot be used; in such cases engineering controls provide the next best solution. Engineering controls utilize a line of defense to separate the sources of pollution from the occupants in the conditioned spaces. These controls may:

  • Utilize pressure barriers such as those seen in fume hoods or in isolation rooms operating under a negative pressure.
  • Employ physical barriers such as a glove box in a laboratory or special filtration procedures.

There are times when the contaminant in the space does not come from one point source. This can include the off gassing of chemicals from building materials, cleaners used to clean and wax floors and body odors from building occupants. To address issues such as these, the best solution implements the third level of control, dilution ventilation.

One such solution is to introduce large amounts of fresh air to dilute the concentration of the pollutant to a level where it does not pose a problem.

TAB related issues

It is not the test-and-balance (TAB) technician’s job to design the project, but there are many aspects of the job that can ensure the design intent is fulfilled and the building occupants are provided a healthy facility for their use.

Ventilation is probably the single item over which we have the greatest influence. Most buildings are designed with criteria based on ASHRAE Standard 62, Ventilation for Acceptable Indoor Air Quality, which has become the generally accepted standard for commercial buildings in the United States. This standard combines many parameters to designate the appropriate amount of fresh air for a given space, such as the number of occupants, square footage of the space, the intended use of the space, building schedules, etc. This replaces older references to a fixed cfm per occupant.

Many systems use carbon dioxide (CO2) levels as criteria to control outside air levels. CO2 occurs naturally in the atmosphere typically at levels around 400 parts per million (ppm). Many control systems are designed to increase the outside air when the CO2 level reaches a set value, typically 1000 ppm. CO2 itself is not a problem at these levels: OSHA sets their permissible exposure limit at 5000 ppm. CO2 is used instead as an indicator of the ventilation effectiveness. If CO2 levels are rising to the 1000 ppm level due to generation from the human occupants then it follows that other pollutant levels will rise to potentially unsafe levels.

Outside air flows should be set up so that they satisfy the requirement outlined in the project documents under all conditions. If outside air flow is set on a VAV system at 100% flow then the same system may not provide the design requirement in a minimum flow condition when all terminal unit boxes are satisfied or in a heating mode. While some control systems accommodate such conditions many do not. A failure to meet the design in all modes should be reported and corrective action should be implemented by the project team.

Intermittent occupancy

Rooms hosting large groups such as classrooms, conference rooms or training spaces often have intermittent occupancies. ASHRAE allows the outdoor air requirement to be based on average occupancy as long as the peak occupancy is for a period of three hours or less. There should never be less than 50% of the maximum.

Many systems are wired such that the fan shuts off when the system is satisfied. Under such conditions the system is not meeting the requirements of the project documents and corrective action is required.

Sometimes the outside air itself can cause problems. In warm, humid environments a constant volume unit when satisfied may shut down the coil at the thermostat while the fan continues to bring humid unconditioned air into the space. When the air hits cool surfaces in the space the moisture in the air condenses and provides an avenue for mold propagation. Outside air can also be the source for pollutants. Outside air intakes situated over loading docks may capture truck exhaust and bring it into the space. Exhaust fans discharging polluted air, if located near outside air intakes, may result in kitchen or sewer gas odors being carried into the occupied space. In the worst case you may be exhausting air from an isolation room or chemical fume hood which can then be carried back into the space, resulting in dangerous conditions for the occupants.

Building pressure for most facilities is designed to be neutral to slightly positive. There are exceptions to this such as laboratories, restrooms, etc. which maintain negative pressures by design. In most conditions the amount of outside air will exceed the amount of exhaust air for a given space; this ensures that slight positive pressure and minimizes the chance for infiltration.

An excess of air can lead to over-pressurization of the building and result in problems with doors closing and bubbles in roofing membranes.

Building changes can result in creating IAQ problems where there weren’t any previously. Often walls are moved around, creating areas with no return or poor air mixing. Problems such as these are frequently seen in tenant modifications in office buildings.

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Curso de Eficiência Energética em SP – Faltam apenas 18 dias para o encerramento das inscrições

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará no próximo mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

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Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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