Parabéns à ABRAFAC e aos FM no RJ

Como estive em viagem neste último 10 de junto (dia mundial do FM), acabei me inscrevendo e participando no evento sediado no RJ, organizado pela ABRAFAC e, principalmente, por seus associados locais.

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Muito bem organizado e realizado em belíssimas instalações e infra-estrutura gentilmente cedidas pelo Comitê Realizador dos Jogos Olímpicos no RJ  – Rio 2016, o evento foi aberto às 19:30hs pelo Alexandre Couto – Diretor da ABRAFAC no RJ, sendo precedido por uma seqüência de 3 palestras e um debate final.

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Lamentavelmente, em função do cansaço, pude apenas acompanhar as duas primeiras palestras, que trataram sobre a importância no estabelecimento de critérios para o uso dos recursos hídricos e sobre uma belíssima apresentação do processo de transformação do edifício Citi Tower no RJ, com a implementação de novos projetos sustentáveis no dia a dia da operação.

Parabéns aos profissionais de Facilities e parabéns aos colegas no RJ pela belíssima demonstração de competência e organização.

Imaginem como não será o Congresso à ser realizado no Rio de Janeiro, no final deste ano…

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Elevadores do Observatório do One World Trade Center, em Nova York, são os mais rápidos das Américas

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Para atingir o topo, a 381 metros, até o 102º andar, equipamentos levam apenas um minuto a uma velocidade de 37 km por hora

Assessoria

O One World Trade Center, o prédio mais alto do Ocidente, abre hoje ao público o acesso ao seu Observatório que permite uma vista privilegiada da cidade de Nova York (EUA). Para atingir o topo, a 381 metros de altura, a ThyssenKrupp instalou cinco elevadores de alta tecnologia. Com velocidade de 37 km por hora, os equipamentos chegam ao 102º andar em apenas um minuto e são considerados os mais rápidos das Américas. Para efeito de comparação, com essa velocidade, os elevadores se aproximam do recorde mundial dos 100 metros rasos do velocista Usain Bolt.

A ThyssenKrupp também projetou e instalou os 71 elevadores e as 12 escadas rolantes que atendem os 104 andares do One World Trade Center. Para atender as necessidades específicas do projeto, os especialistas das áreas de engenharia de oito países (EUA, Brasil, Canadá, China, Alemanha, Itália, Coreia do Sul e Suíça) desenvolveram soluções personalizadas para os elevadores da Torre da Liberdade, como também é conhecida a primeira construção do novo complexo.

Dentre as inovações tecnológicas pensadas para quem for trabalhar ou visitar a nova torre está a active roller guide, que reduz as oscilações da cabina em prédios altos, proporcionando movimentações confortáveis aos passageiros. Esta tecnologia foi desenvolvida no Centro de Pesquisa da planta de Guaíba, Rio Grande do Sul.

Outra solução aplicada é a carenagem de alumínio aerodinâmico, semelhante ao spoiler – ou asa – de um carro de corrida, que desvia o ar e aumenta a aerodinâmica dos elevadores. Os elevadores também contam com amortecimento acústico ao longo das cabinas e portas, projetado para limitar o ruído.

“A magnitude do projeto, que exigiu as melhores soluções de engenharia, significou um desafio para o transporte vertical e para a engenharia estrutural”, afirma Richard Hussey, presidente e CEO da ThyssenKrupp Elevator Américas. “A experiência dos profissionais que comandaram o projeto representa anos de planejamento e execução para a criação e a manutenção dos elevadores mais rápidos do Hemisfério Ocidental”, completa Hussey.

Tecnologias avançadas para a economia de energia do edifício também integram o projeto dos elevadores. A iluminação das cabinas com lâmpadas LED economiza mais de 78.000 Kwh/hora por ano em comparação com as lâmpadas incandescentes. E, com o Sistema Regenerativo de Energia, o prédio vai receber parte da energia devolvida pelos elevadores com capacidade para alimentar todo o sistema de iluminação.

Os elevadores também empregam a tecnologia de Antecipação de Destino e Chamada da ThyssenKrupp, que utiliza softwares inteligentes para agrupar as pessoas que vão para o mesmo andar ou próximos no mesmo elevador, proporcionando deslocamentos mais rápidos.  O design dos elevadores também merece destaque a partir do projeto personalizado, desenvolvido pela divisão da ThyssenKrupp Materials’ Ken-Mac Metals.

“Trabalhar neste projeto icônico e emblemático para os arranha-céus da cidade de Nova York é um ponto de orgulho para a equipe da ThyssenKrupp em todo o mundo”, disse Patrick Bass, CEO da ThyssenKrupp América do Norte. “Os elevadores e as escadas rolantes instalados no One World Trade Center simbolizam a rica herança de inovação de engenharia e o histórico de trabalho da empresa com seus clientes em fornecer soluções personalizadas para qualquer projeto”, acrescenta Bass.A ThyssenKrupp desenvolve soluções para melhorar a experiência e a forma como as pessoas se movimentam nas cidades. Além dos elevadores mais rápidos das Américas, a empresa apresentou recentemente novas tecnologias para ampliar a mobilidade urbana. Um deles é o MULTI, primeiro sistema de elevadores em cabos do mundo que vai transformar a maneira como as pessoas se movem nos edifícios; e o ACCEL, sistema de transporte exclusivo que oferece alta capacidade de transporte com velocidade para distâncias curtas.

 

Sobre a ThyssenKrupp Elevadores

A ThyssenKrupp Elevadores é uma das maiores fabricantes de tecnologias de elevação no Brasil. O parque fabril e a matriz estão instalados em Guaíba, Rio Grande do Sul. A empresa emprega cerca de 4.000 mil funcionários e registrou faturamento superior a 1,2 bilhão de reais (ano fiscal 2013/2014). A fábrica atende o mercado nacional e também exporta para a América Latina.

No Brasil, são 61 filiais e postos de serviços localizados em diferentes capitais e cidades brasileiras, garantindo cobertura nacional na manutenção de elevadores, escadas e esteiras rolantes. A infraestrutura de atendimento ao cliente também compreende Centros de Distribuição localizados em Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e São Paulo (SP) e Centrais de Serviço.

Em seu portfólio de produtos a empresa ainda conta com elevadores residenciais; de carga e de automóveis; além de fingers/passarelas de embarque para aeroportos; e de uma linha completa para acessibilidade.

A ThyssenKrupp Elevator Américas é a maior produtora de elevadores das Américas, com mais de 15.500 funcionários, em mais de 230 filiais e serviços locais. Supervisiona todos os negócios para as operações nos Estados Unidos, Canadá, América Central e América do Sul. É uma subsidiária da ThyssenKrupp Elevator AG

Grupo ThyssenKrupp , com sede em Essen , na Alemanha, é um grupo industrial diversificado com forças tradicionais em materiais e uma parte crescente de bens de capital e empresas de serviços. O Grupo emprega cerca de 155.000 pessoas em apenas 80 países. No ano fiscal 2013/2014 , a ThyssenKrupp gerou vendas de mais de 9 bilhões de euros na América do Norte e empregava mais de 20.500 pessoas. Na América do Norte, a ThyssenKrupp supervisiona mais de 40 empresas; suas empresas oferecem uma gama de produtos, incluindo: aço prémio de carbono, ligas de alto desempenho, componentes automotivos, elevadores, escadas rolantes, troca de materiais, manuseio e logística, construção de plantas industriais e serviços.

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Indoor air purifiers may aid heart patients

Fonte (Source): Reuters

Por (By): Andrew S. Seaman

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(Reuters Health) – People with heart conditions may benefit from using indoor air purifiers, suggests a small study from China.

While the study can’t say air purifiers prevent heart attacks or other major medical problems, several risk factors for heart disease improved among young and healthy adults who were exposed to purified air.

“In countries of the world where air pollution is a problem, I think this would be especially important,” said Dr.

Sanjay Rajagopalan of the University of Maryland School of Medicine in Baltimore.

The new findings suggest that using an air purifier may lead to a reduction in cardiovascular events, said Rajagopalan, who coauthored an editorial accompanying the new study in the Journal of the American College of Cardiology.

Previous studies found that fine particles in the air are tied to an increased risk of heart-related problems, including heart attack and stroke, the study authors say.

For the new study, Renjie Chen and Ang Zhao of Fudan University in Shanghai and colleagues had 35 healthy college students in Shanghai randomly use real or fake air purifiers in their dorm rooms for 48 hours. Two weeks later, the students spent another two days using whichever type they hadn’t used the first time.

China has one of the highest levels of air pollution in the world.

The target air pollution level set by the World Health Organization is 35 micrograms of tiny particles per cubic meter – but daily air pollution in major cities in Asia often exceed 100 to 500 micrograms per cubic meter, Rajagopalan writes in his editorial.

Air purification in the students’ rooms reduced air pollution by 57 percent, from about 96 micrograms per cubic meter to about 41 micrograms per cubic meter, the researchers say.

When the students had the real air purifiers in their rooms, they had significant improvements in several measures of inflammation and blood clotting.

They also had some significant decreases in blood pressure and a reduction in a measure of airway inflammation known as exhaled nitrous oxide.

The researchers also found some improvements in lung function and blood vessel constriction, but those findings may have been due to chance.

“You’d have to take the results of these studies as good supportive evidence that these strategies would work,” Rajagopalan told Reuters Health.

Dr. Rachel Taliercio, a lung specialist in The Cleveland Clinic’s Asthma Center in Ohio, cautioned that the benefit of air purification systems in homes might not be equal for everyone.

“Certainly there is no harm in doing it and there are obviously some benefits,” said Taliercio, who was not involved with the new study. “How big those benefits will be is unclear.”

Pollution levels in North America, for example, are much lower than in Asia, she said. “So, it’s hard to know if what you see in China is beneficial for North America.”

For people who live near high-pollution areas, such as major roadways and coal power plants, air purifiers may be something to look into, Taliercio said.

But, she added, for those living in suburban areas, the devices would be difficult to justify, especially when people consider the cost.

Home air purification systems range in price from hundreds to thousands of dollars. The devices often require replacement filters on a regular basis.

“From the standpoint of what you can do to protect yourself in these polluted environments, investing in home and car air filtration systems will lead to better air quality in the long term,” Rajagopalan said.

“One message is at least the awareness that air quality does influence health and chronic diseases, such as heart disease,” he said.

SOURCE: bit.ly/1GHoaG2 bit.ly/1GHorIZ Journal of the American College of Cardiology, online May 25, 2015.

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Curso de Eficiência Energética em SP – Faltam apenas 03 dias para o encerramento das inscrições

Faltam apenas 03 dias para encerrarmos as inscrições!!

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

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Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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10 de Junho – Dia do Facility Manager

Aproveitando a imagem de um “post” divulgado por Lian Guiney – Regional FM pela CBRE em 2014, e cuja a autoria encontra-se na assinatura na própria figura, aproveito para cumprimentar a todos vcs pelo seu dia!!!

Parabéns à vc Facility Manager!!!

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Manutenção dos extintores de incêndio devem obrigatoriamente seguir as normas técnicas

Fonte: Target

Por: Equipe Target

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Os riscos de extintores que não cumprem as normas técnicas

Devido ao alto índice de não conformidades por parte das empresas certificadas, o Inmetro decidiu mudar o programa de avaliação da conformidade de extintor de incêndio, passando a utilizar o mecanismo de Declaração do Fornecedor, procedimento pelo qual um fornecedor dá garantia escrita de que um produto, processo ou serviço está em conformidade com requisitos especificados. A declaração de conformidade feita pelo fornecedor será sucedida por um registro feito pelo Inmetro, tendo este maior poder de acompanhamento das empresas registradas e dos produtos por ela fornecidos.

Além disso, existem as normas técnicas para os extintores de incêndio que devem ser cumpridas obrigatoriamente. Incluem a NBR 12962 – Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio; a NBR 13485 – Manutenção de Terceiro Nível (Vistoria) em extintores de incêndio – Procedimento; a NBR 5770 – Determinação do grau de enferrujamento de superfícies pintadas; a NBR 9695 – Pó para extinção de incêndio – Especificação; a NBR 15808 – Extintores de incêndio portáteis; a NBR 15809 – Extintores de incêndio sobre rodas; a NBR 12274 – Inspeção em cilindros de aço sem costura para gases – Procedimento; a NBR 12639 – Cilindros de aço-carbono sem costura, para armazenamento de gases à alta pressão destinados a instalações contra incêndio – Especificação; a NBR 12790 – Cilindro de aço especificado, sem costura, para armazenagem e transporte de gases a alta pressão – Especificação; a NBR 12639 – Cilindro de aço, sem costura, para armazenagem e transporte de gases a alta pressão – Especificação; a NBR 14105 – Manômetros com sensor de elemento elástico – Recomendações de fabricação de uso; a NBR 13243 – Cilindro de aço para gases comprimido – Ensaio hidrostático pelo método camisa d’água – Método de ensaio; e a NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos.

Segundo o Inmetro, o mecanismo representa uma intervenção menos onerosa nas relações de consumo, e, também, mais ágil no atendimento das demandas da sociedade por avaliação da conformidade. O acompanhamento desse programa – por meio de verificações de acompanhamento inicial e de manutenção do Registro das Empresas de Inspeção Técnica e Manutenção de Extintores de Incêndio – será feito pela Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade/RBMLQ.

Na manutenção dos extintores de incêndio, alguns cuidados que devem ser tomados. Os extintores de gás carbônico devem ser inspecionados semestralmente. Os demais, anualmente. Quando o extintor de incêndio estiver submetido à ação do tempo e à condições agressivas, merecem atenção especial quanto aos prazos para inspeção mencionados no item anterior, que podem ser reduzidos em razão do estado em que o extintor se apresentar.

Deve-se exigir da empresa, que fará a manutenção, extintores substitutos para deixar no local, garantindo sua segurança e a do seu patrimônio e, também, a ordem de serviço devidamente preenchida e assinada pelo técnico responsável. Assim como a relação das peças trocadas. Todos os extintores que possuem um indicador de pressão devem ser verificados se ele está na posição correta, com o ponteiro na área verde e se o extintor não deve apresentar sinais de ferrugem ou amassados.

Antes de apagar o fogo, há a necessidade de saber a sua origem. Para cada classe de fogo existe pelo menos um tipo de extintor e todos trazem as suas especificações:

Classe A – Combustíveis sólidos – Quando o fogo é gerado por material sólido como madeira, papel e tecido. Os extintores mais indicados são os à base de água ou espuma produzida mecanicamente;

Classe B – Líquidos Inflamáveis – Quando o fogo é gerado por líquidos inflamáveis como álcool, querosene, combustíveis e óleos. Os extintores mais indicados são aqueles com carga de pó químico ou gás carbônico;

Classe C- Equipamentos Elétricos – Quando o fogo é gerado por equipamentos elétricos como transformadores, fios e cabos. Os extintores mais indicados são os com carga de pó químico ou gás carbônico.

Cabe ressaltar que não deve se usar um extintor de incêndio com carga de água para apagar fogo Classe B, o que pode propagar o fogo, e o Classe C, devido aos riscos de curtos circuitos e choques elétricos.

Enfim, todos os extintores de incêndio devem ostentar o selo de identificação da conformidade do Inmetro que demonstra o cumprimento das normas técnicas. Para os extintores novos o selo é na cor vermelha, com as seguintes inscrições: a logomarca do Inmetro; o número de série do selo; a identificação do fabricante; e o número de licença do fabricante.

O extintor de incêndio deve passar por exames periódicos, realizados por empresa registrada junto ao Inmetro. Esse procedimento não requer a desmontagem do extintor, podendo ser realizada no local. A finalidade é verificar se o mesmo permanece em condições de operação, no que diz respeito aos seus aspectos externos, servindo também para definir o nível de manutenção a ser executado, caso necessário.

A manutenção é um serviço de caráter preventivo e/ou corretivo, obrigatoriamente realizado por empresa registrada junto ao Inmetro. Essa manutenção é realizada em três níveis: 1º Nível – de caráter corretivo, geralmente efetuada na inspeção técnica e no local onde o extintor está instalado; 2º Nível – de caráter preventivo e corretivo, requer execução de serviços na empresa registrada; e 3º Nível – processo em que se aplica a revisão total do extintor de incêndio, incluindo o ensaio hidrostático.

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Dados mostram que economia avança sem desmatamento

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Segundo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a taxa anual de desflorestamento na Amazônia teve redução de 80%, o que não impediu expansão da atividade

São Paulo – A ideia de que o desmatamento é sinônimo de desenvolvimento econômico é desconstruída pelos números. Dados oficiais mostram que historicamente a devastação de florestas não se traduziu em crescimento e melhores condições de vida para a população.

Exemplo disso são os estados brasileiros do Norte que abrigam a floresta amazônica. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a taxa anual de desmatamento na região teve uma redução de 80% entre 2004 e 2014, de 27.772 quilômetros quadrados (km²) a 4.448 km².

Nesse período, a economia regional continuou em expansão, mostrando que não há uma relação direta entre desmatamento e crescimento econômico. Os últimos dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do Norte do País se estendem só até 2012. De 2004 até aquele ano, o PIB da região teve um crescimento nominal de 140%, passando de um valor de R$ 96,012 bilhões para 231,383 bilhões, no período.

Já o Banco Central (BC) tem dados mais recentes que mostram que o PIB do Norte se manteve em patamar positivo nos últimos quatro anos.

No acumulado em doze meses até novembro de 2014, a economia da região cresceu 2,7%. No mesmo período de 2013, essa variação foi de 1,7%. Já em 2012 e 2011, as taxas registradas foram de 1,3% e 4,8%, respectivamente.

O pesquisador e fundador da ONG Imazon, Beto Veríssimo, confirma que as variáveis crescimento e desmatamento nem sempre apresentam relação. Em seus estudos sobre a Amazônia, o especialista observou, no entanto, que as regiões desmatadas vivenciam um boom econômico temporário, ocasionado pela extração de madeira e gado, mas colapsam 20 anos depois, sem apresentar crescimento.

Maior patamar

Um estudo de Veríssimo, junto a pesquisadora Danielle Celentano, mostra que, no ano de 2004, quando o desmatamento da Amazônia atingiu o maior patamar da década (27.772 km²), os municípios mais devastados da região apresentavam um PIB 60% menor do que a média de toda a Amazônia brasileira. Além disso, 33% das cidades registraram retração econômica entre os anos de 2000 e 2004, período em que o desmatamento cresceu 50% na região. Em 2000, a área desflorestada era de 18,226 km².

O desmatamento da maior floresta do planeta também não trouxe desenvolvimento social para a região. O Índice de Progresso Social da Amazônia em 2014 foi de 57,31, menor do que a média do Brasil, de 67,73. No acesso à água e saneamento a região também está bem atrás, com pontuação de 35,35, enquanto a média do País é de 74,87. Além disso, Veríssimo diz que o desflorestamento também eleva o índice de conflitos por terra e violência nas regiões.

“As áreas que já foram desmatadas na Amazônia já são suficientes para lidar com a demanda brasileira de produção de carne bovina, de grãos ou de qualquer produção agrícola, principalmente da soja. Essa área corresponde a um espaço 3 vezes maior do que o Estado de S. Paulo. No entanto, cerca de 20% dessas estão abandonadas e subaproveitadas”, informa o pesquisador.

“Além disso, a floresta que ainda está de pé tem valor de mercado. Existem técnicas para manejar a Amazônia sem destruí-la, em se tratando da produção madeireira ou de outros produtos, como o açaí, por exemplo”, acrescenta.

O professor do Núcleo de Economia Agrícola e Ambiental da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ademar Ribeiro Romeiro, concorda que não é mais preciso desmatar para promover desenvolvimento econômico. Ele diz que o Brasil possui hoje cerca de 90 milhões de hectares com capacidade para abrigar pastagens extensivas, segundo estimativas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Combate

O pesquisador do Imazon avalia que houve avanços no combate ao desmatamento por parte do governo, o que contribuiu para a sua redução.

Em dos documentos da ONG, eles se referem ao Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia, lançado em 2004 pelo governo federal, como uma das ações que contribuíram para a diminuição de 80% do desflorestamento da região.

Apesar disso, números atuais mostram que o desmatamento não é um caso superado. Dados do Imazon mostram que, em março deste ano, foram desmatados 58 km² na Amazônia, um aumento de 195% em relação a março de 2014 quando o desflorestamento somou 20 km². Grande parte da devastação se concentrou no Mato Grosso (76%) e Amazonas (13%), com menor ocorrência em Rondônia (8%), Tocantins (2%) e Pará (1%). Já o desmatamento acumulado no período de agosto de 2014 a março de 2015, atingiu 1.761 km², um aumento de 214% do desmatamento em relação ao período anterior, quando atingiu 560 km².

Para o professor da Unicamp ainda há muito que avançar. “O Estado precisa recuperar a sua capacidade de gerir o acesso às terras públicas. Ainda há muita apropriação ilegal na Amazônia, um espaço que presta um serviço de ecossistema muito importante para gerações futuras.”

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Pesquisadores da UNIP estudam usina de ondas no Porto

Fonte: Engenharia Compartilhada

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Geração de energia a partir do mar é estudada por ex-alunos do Campus Santos da Unip

A fim de ampliar a oferta de energia no Porto de Santos, pesquisadores do Campus Santos da Universidade Paulista (Unip) estudam a utilização das ondas do mar e do movimento da maré na região, como fonte para a geração de eletricidade. A ideia é inspirada na primeira usina do gênero da América Latina, instalada no Porto de Pecém, no Ceará.

A possibilidade de explorar novas fontes energéticas é estratégica para o Porto, especialmente neste momento, quando a Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP) planeja a implantação de novos terminais marítimos no complexo.

Atualmente, a eletricidade que abastece o cais santista é proveniente da Usina Hidrelétrica de Itatinga, de propriedade da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária de Santos), e das distribuidoras Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) Piratininga e Elektro Eletricidade e Serviços S/A. Até o final do século passado, a usina conseguia atender a demanda do cais. Mas com o crescimento das operações e o surgimento de novos terminais, houve a necessidade de o complexo receber energia das concessionárias que servem a região.

É esse o cenário analisado pelos pesquisadores da Unip, que se formaram em Gestão Portuária pela universidade no ano passado. O tema começou a ser explorado no trabalho de conclusão de curso do grupo, que retornou à instituição para dar continuidade ao projeto. A iniciativa foi abraçada pelo corpo de professores, que quer aprofundar a questão.

Integrante da equipe de pesquisa, Verônica Inchaspe, de 44 anos, explica que o projeto não propõe substituir as fontes hoje utilizadas, mas avaliar a possibilidade de complementá-las, de modo que as instalações sejam abastecidas por redes principais e alternativas. “Temos que aproveitar o que nossa região oferece. Não temos vento suficiente para fazer a propulsão das pás eólicas, mas temos ondas capazes de gerar a energia de que precisamos”, afirma a gestora portuária.

Segundo Verônica, a exploração das ondas e da maré não será suficiente para manter a operação dos terminais, especialmente os de contêineres. No entanto, é capaz de atender a demanda dos prédios administrativos, que já exploram energias alternativas, como a solar, obtida a partir de células fotoelétricas.

Os equipamentos para a geração de energia a partir do mar podem ser instalados em píeres ou trechos de cais que não sejam utilizados para a navegação ou a atracação de navios. E, no futuro, eles podem ser remanejados para outros espaços, uma vez que sua estrutura é móvel.

Além de Verônica, integram o grupo de pesquisa os gestores portuários Leandro Dias, Sérgio Oliveira Raika Andrade e Diane Sampaio.

Como funciona

Conforme a pesquisa, a usina de ondas pode ser construída em módulos. Isso permite que ela seja ampliada de acordo com o aumento da demanda.

Cada parte da usina de ondas é constituída por uma bacia flutuante (que fica na linha d’água, no mar), um braço mecânico (que vai se movimentar para cima e para baixo) e uma bomba hidráulica, conectada a um circuito de água doce (em solo). Juntos, eles são capazes de gerar energia para as proximidades.

A movimentação permite que as bombas em solo sejam acionadas sem qualquer troca de líquido com o ambiente ou emissão de poluentes. A água doce, sob efeito de pressão, vai para um acumulador com água e ar compridos, capazes de transformar o movimento em eletricidade.

 Em Pecém

A Usina de Ondas está localizada no quebra-mar do Porto de Pecém, a 60 quilômetros de Fortaleza (CE). Ela foi construída em 2012, a partir de um projeto de senvolvido pela Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Os equipamentos, segundo dados oficiais, são capazes de gerar entre 50 e 100 quilowatts (KW) para abastecer o porto, o principal daquela região. Sua implantação representou um investimento de R$ 18 milhões, custeado pela iniciativa privada. Mas o empreendimento foi interrompido,

Os pesquisadores da UFRJ, no entanto, iniciaram um projeto semelhante na costa do Rio de Janeiro, pela metade do preço. A capacidade de geração seria a mesma que a da unidade de Pecém.

Integração

O professor de Logística e Gestão Portuária Gilberto Alves Filgueira é o responsável por orientar o estudo sobre a usina de ondas do Porto de Santos. Além de considerar a proposta viável economicamente, ele defende que a estrutura seja integrada ao projeto de expansão do complexo marítimo, com a construção de terminais de águas profundas na entrada Baía de Santos, o Santosvlakte.

Mas essa integração ocorreria apenas em um segundo momento. Segundo Filgueira, no começo, em uma fase de testes, o recomendado é que a usina seja instalada no estuário, nos píeres existentes. O fato de o canal de navegação ser uma área mais abrigada do que a costa não afetaria o projeto. “A geração (de energia) funciona a partir da movimentação das ondas e da maré. Dentro ou fora do Canal, nós temos bastante”, afirma.

Após os exames, em uma segunda etapa, a usina poderá ser implantada nos terminais do Porto planejados para alto-mar, previstos no projeto conhecido como Santosvlakte (ou Santos 2). Esse empreendimento visa ampliar a capacidade do complexo marítimo para receber grandes navios, com a construção de instalações na entrada da Baía de Santos, na costa da Ilha de Santo Amaro, em Guarujá.

O nome do projeto é uma referência à Maasvlakte, a área de expansão do Porto de Roterdã, na Holanda, o principal complexo marítimo do Ocidente. Para conseguir mais espaço para operações, a autoridade portuária holandesa aterrou uma área do Mar do Norte e ali ergueu seus novos terminais.

Local

De acordo com o professor, “a geração de energia (a partir das ondas e da maré) poderia ocorrer ali mesmo, nos píeres que estarão em mar aberto. Nesse local, temos ainda mais interferência das ondas e, consequente, maior produção”.

A implantação do projeto da usina deve levar cerca de 20 anos, prazo semelhante ao estimado para a construção do Santosvlakte.

Na semana passada, esse projeto de expansão do Porto foi debatido no Simpósio Preparatório para a Pianc/Copedec 2016, evento realizado na Cidade e que adiantou os temas a serem discutidos na Conferência de Engenharia Portuária e Costeira em Países em Desenvolvimento (Copedec), a ser realizado em outubro do ano que vem, no Rio de Janeiro. Segundo pesquisadores presentes ao simpósio, a construção desses terminais de águas profundas é viável e pode contar com ações sustentáveis, como a implantação da usina de ondas.

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Curso de Eficiência Energética em SP – Faltam apenas 05 dias para o encerramento das inscrições

Faltam apenas 05 dias para encerrarmos as inscrições!!

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

———————————————————————————————-

Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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Curso de Eficiência Energética em SP – Faltam apenas 07 dias para o encerramento das inscrições

Faltam apenas 07 dias para encerrarmos as inscrições!!

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará neste mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

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Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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