Brasil recebe norma técnica NBR ISO 37120 para cidades sustentáveis

Fonte: Redação AECweb  / e-Construmarket

Colaboração Técnica: Alex Abiko

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Com a proposta de estabelecer a forma de se medir a sustentabilidade das comunidades, ela pode ser aplicada para cidades inteiras, partes de municípios, bairros e loteamentos

Redação AECweb / e-Construmarket

As cidades brasileiras agora contam com indicadores de sustentabilidade definidos por norma técnica. A NBR ISO 37120 – Desenvolvimento sustentável de comunidades – Indicadores para serviços urbanos e qualidade de vida – foi publicada em janeiro de 2017. Ela aborda, além de dados ambientais, questões sociais e econômicas. A norma é a primeira no país a tratar especificamente de municípios sustentáveis.

“O documento, que é internacional, foi traduzido e adaptado para a realidade brasileira”, afirma o engenheiro Alex Abiko, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e coordenador da CEE-268, comissão responsável pela adequação da NBR ISO 37120. A iniciativa nasceu das atividades do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Poli, que mantém estudos sobre planejamento e engenharia urbana.

A elaboração da norma envolveu, também, diversos outros organismos técnicos e instituições. Participaram o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), a Caixa Econômica Federal, o Ministério das Cidades, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), o Instituto de Engenharia, entre outros.

CRIAÇÃO DA NORMA

A NBR ISO 37120 foi criada a partir de uma necessidade acadêmica. “Queríamos saber a maneira de avaliar a sustentabilidade urbana e fomos analisar como a tarefa é realizada em outros países. Descobrimos mais de 150 sistemas de medição, desenvolvidos e adotados em diversas nações, como Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra, África do Sul e alguns sistemas no Brasil. Nossa próxima pergunta, então, foi qual seria a melhor ferramenta para adotarmos aqui, considerando que muitos deles acabam trabalhando questões muito particulares de cada país”, conta o docente.

Na pesquisa pelo sistema ideal, chegou-se à norma da ISO, a Organização Internacional de Normalização que reúne associações de padronização/normalização de 162 países, incluindo o Brasil.

O trabalho da CEE-268 não ficou restrito somente à tradução. O grupo teve de realizar avaliação técnico-científica do documento para adequá-lo ao padrão de uma norma NBR ISO. Exemplo foi a definição do termo favela, que também pode ter como sinônimos as palavras assentamentos precários ou assentamentos subnormais, como utilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

INDICADORES

A norma, que é de utilização voluntária, pode ser aplicada para cidades inteiras, partes de municípios, bairros e loteamentos. No total, são apresentados 100 indicadores e a maneira adequada de aferi-los. “A proposta da norma é estabelecer a forma de se medir a sustentabilidade das comunidades”, comenta o docente.

Por exemplo, entre os indicadores avaliados está a mortalidade infantil. No entanto, a norma não especifica qual o índice de fatalidades que a cidade tem de atingir para ser considerada sustentável. “Em outras palavras, a NBR ISO 37120 não define os limites dos indicadores”, diz Abiko.

O desenvolvimento do documento serve como passo inicial para a criação de sistemas de certificação que possam surgir no futuro. “Estamos preparando uma ferramenta básica”, ressalta o professor, explicando que, no Canadá, o World Council on City Data (WCCD) avalia a sustentabilidade de cidades usando a ISO 37120 como referência. “É plausível que apareçam empresas brasileiras pretendendo realizar trabalho semelhante no país”, completa.

As áreas englobadas pelos indicadores são: economia, educação, energia, ambiente, finanças, serviços de emergência, saúde, lazer, segurança, resíduos, transportes, telecomunicações, água, planejamento urbano, entre outras.

INTERAÇÃO COM OUTRAS CERTIFICAÇÕES

A principal contribuição da norma para as cidades é a possibilidade de agregar os conceitos de diferentes sistemas de avaliação de sustentabilidade. “Na Poli, fizemos um levantamento e enumeramos mais de uma centena de indicadores disponíveis no mundo, como o Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) e o AQUA. A NBR ISO 37120 procura sintetizar tudo o que já existe de conhecimento dessas certificações”, fala Abiko.

Segundo o professor, a norma não pretende entrar em conflito com outros sistemas já existentes. “A ideia é oferecer os indicadores de sustentabilidade para os municípios interessados. Um prefeito que queira avaliar o quão sua cidade é sustentável poderá usar como ferramenta os indicadores da norma, já disponível para compra no site da ABNT”, destaca.

FUTURAS NORMAS

A CEE-268 agora concentra seus esforços na elaboração de outras normas. A expectativa é que duas delas sejam aprovadas até o final de 2017. “A primeira é referente ao vocabulário da sustentabilidade urbana. O documento será importante, pois cada profissional fala de um jeito. A ideia é ter uma norma brasileira que padronize toda a terminologia”, afirma Abiko.

A outra norma em desenvolvimento aborda a gestão na execução de cidades sustentáveis. Com base nos indicadores da ISO, o documento pretende explicar a maneira de se construir um município que se enquadre nesses parâmetros. “A norma trará um norte, propondo um método”, fala o docente, lembrando que ambas as normas já foram aprovadas na ISO e serão traduzidas para o português e adaptadas para o cenário nacional.

Depois que as duas próximas normas forem publicadas, está nos planos a elaboração de documentos com indicadores para cidades resilientes e outro trazendo os indicadores para cidades inteligentes. “A CEE-268 também está trabalhando na elaboração de um manual da NBR ISO 37120. Processo semelhante ao que foi feito com a ABNT NBR 15575 – Edificações Habitacionais – Desempenho”, afirma o engenheiro.

Além do setor público, a norma também pode ser usada pelas empresas para que atestem para clientes e governo o quão sustentáveis são seus empreendimentos. “Queremos que a sociedade use e critique a norma para podermos aprimorá-la”, finaliza Abiko.

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Web Seminário “Mercado Fotovoltaico Brasileiro” será transmitido nessa terça, 18 de julho, às 15h

Fonte: PROCEL Info

Acesse aqui a divulgação em sua origem.

O cenário do setor fotovoltaico é promissor, além do crescimento por meio das grandes usinas, a Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar) destaca o potencial do Brasil também na Geração Distribuída.

De acordo com dados da ANEEL, até o final de Maio, 11.152 unidades consumidoras estão conectadas à rede. Os sistemas residenciais predominam no mercado, representando 42,23% da potência total conectada à rede, seguido pelos sistemas comerciais, que representam 37,19% da potência conectada.

Neste sentido, a Greener realiza pesquisas semestrais para analisar e acompanhar o crescimento do setor. Assim, com os dados da última pesquisa, elaborou-se uma Análise Estratégica com o objetivo de mostrar aos atuais e futuros empreendedores os desafios vividos por uma empresa integradora, além de apresentar informações exclusivas para o mercado.

Ao analisar os dados, percebeu-se que o crescimento do setor fotovoltaico é quase o dobro do ano passado. O volume de sistemas comercializados em cinco meses deste ano já se equipara ao realizado nos 12 meses de 2016.

Além disso, a Análise Estratégica também ressalta uma redução média de 29,41% dos preços de sistemas fotovoltaicos ao cliente final nos últimos 12 meses (Junho/2016 – Junho/2017).

Estes e mais dados da Análise serão compartilhados com o público através de um Web Seminário em transmissão gratuita e ao vivo pela internet no dia 18 de Julho às 15h, assista e descubra como tornar setor fotovoltaico mais eficiente e competitivo.

Para realizar sua inscrição acesse: http://www.greener.com.br/web-seminario-analise-estrategica-do-mercado-fotovoltaico/

Os principais pontos a serem abordados no Web Seminário são:
– Redução média de 29,41% dos preços de sistemas fotovoltaicos ao cliente final nos últimos 12 meses
– Crescimento do volume comercializado, somente em cinco meses de 2017 foram comercializados quase o mesmo volume de 2016.
– Melhora da atuação comercial das empresas integradoras, veja como as empresas estão potencializando suas forças de venda e aumentando as taxas de conversão.
– As empresas integradoras ganharam eficiência, veja qual foi a redução do Custo de Integração para sistemas residenciais e comerciais.
– Aumento do volume de negócios, num ritmo mais acelerado do que 2016, as empresas integradoras estão fazendo na média mais que o dobro de negócios do que o último ano.
– Em cinco meses do ano o setor de Geração Distribuída Fotovoltaica movimentou mais de R$ 450 milhões.
– Confira as projeções do setor fotovoltaico de Geração Distribuída para 2017 e entenda os drivers que podem impactar no crescimento do mercado.

A gravação do Web Seminário estará disponível para visualização aqui.

* Com informações assessoria de comunicação Greener

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Curso de Extensão Universitária em Gestão de Facilidades (Facility Management) – Região de Campinas

A USF – Universidade São Francisco ainda mantém abertas as inscrições para aqueles que pretendem participar do Curso de Extensão Universitária em Gestão de Facilidades, à ser realizado entre os meses de agosto próximo e março de 2018.

O curso terá 120 horas aula, entre elas duas visitas guiadas que ilustrarão os temas aprendidos.

O curso será ministrado por 19 docentes, corpo este formado por alguns dos mais renomados profissionais em suas áreas de atuação e acontecerá no campus do Cambuí em Campinas.

O curso terá início no próximo dia 19 de agosto.

Para mais informações, recomenda-se acessar diretamente o site da USF, através do link abaixo:

Curso Gestão de Facilidades (Facilities) – USF

 

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Anunciado o novo ENTRAC no RJ para os dias 16 e 17 de agosto

Encontro Tecnológico de Refrigeração e Ar condicionado

Dias 16 e 17 de Agosto de 2017

Boas práticas de projeto, instalação e manutenção.

Windsor Guanabara Palace Hotel

Av. Presidente Vargas, 392 – Centro/Candelária –

Rio de Janeiro – RJ

Inscrições Gratuitas!

www.engenhariaearquitetura.com.br/entrac

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RICS divulga curso sobre a Gestão e Implementação de BIM (Building Information Modeling) no próximo 25/07 em SP

Lamentavemente, apesar de nossa enorme e já comprovada capacidade em desenvolver e executar projetos, ainda não levamos com a devida seriedade a aplicação do conceito de BIM em nossos projetos.

O volume de perdas em tempo e retrabalho em nossas construções se deve em grande parte a falta ou falha no processo de compatibilização de projetos nas diferentes modalidades.

Trata-se sem sombra de dúvidas de uma “barreira” à ser quebrada em nossa cultura, bastante atrasada neste sentido, assim como também em relação ao comissionamento, um outro tema sobre o qual já falamos neste blog.

Vejam abaixo a chamada para o curso que acontecerá no próximo dia 25 de julho em SP; basta clicar sobre o banner e vc será redirecionado ao site da RICS.

 

BIM Workshop garanta sua vaga

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Flexibilização nas leis trabalhistas: O que se deve esperar?

Um dos principais pontos em discussão hoje em nosso país (juntamente com os constantes escândalos trazidos à tona pela Operação Lava Jato) vem movimentando bastante a opinião pública, assediada por ambos os lados, ou seja, por interessados na flexibilização de nossas leis “jurássicas” e por interessados por defendê-las.

Mas em quem se deve acreditar, ou melhor, considerando que a Reforma Trabalhista já foi aprovada, o que de fato se deve esperar em meio a esta crise causada por fracassos em nossa gestão pública?

Retirando a quantidade de “bolas de cristal” que têm surgido ultimamente, sempre se torna importante avaliar fatos e não boatos.

Recentemente, em uma matéria divulgada pela Administradores.com, o colaborador Jorge Pacheco alertava para a importância da modernização em nossas leis, não somente em função de sua enorme rigidez e alto custo para os empregadores, como principalmente em função de uma latente necessidade de se abraçar as novas gerações e os novos conceitos e formas de se ver o mundo, trazidas por elas.

Não é nenhuma novidade em nosso país a eficiência e produtividade atingida por empresas que adotam há décadas o modelo de maior flexibilidade no “controle” sobre os seus trabalhadores, seja no aspecto de não sufocá-los com uma supervisão, permitindo com que se sintam responsáveis por suas atividades e administrem de forma própria o seu tempo e dia de trabalho, seja no aspecto de não impedí-los em relação ao “home office”. O Grupo SEMCO, sob o comando do empresário Ricardo Semler foi a prova deste moderno conceito para a época.

Aliás, temos vários outros exemplos que têm surgido nos últimos anos, com a adição também de processos de terceirização de sua mão de obra, para reduzir custos (trabalhistas que causam impacto em seus preços finais), para não perder a sua mão de obra especializada e para proporcionar aos funcionários outros tipos de ganhos, tais como a jornada auto-admnistrada, a não exclusividade na prestação de serviços (em alguns casos), o home office, um maior tempo para a família, etc.

Eu mesmo sou a prova deste processo e há 17 anos atuo de forma independente, tendo presenciado o crescimento de minha empresa durante estes mesmos anos.

Vejam aqui a matéria da Administradores.com, recentemente divulgada pela CORENET Brazil.

Também temos presenciado uma série de reportagens que abordam o sucesso de países que adotam leis mais flexíveis, como a Alemanda e o próprio Estados Unidos, além da forma como vêm se enfrentando ou se recuperando das recentes ondas que abalaram o mundo econômico e que aqui, foram tratadas como “marolas”.

A pró[ria Veja dedicou uma de suas matérias à demonstrar que, ao invés de fugirem destes países cujas leis se tornaram mais flexíveis, os trabalhadores têm imigrado cada vez mais em busca de oportunidades, que lhes faltam em seus países com uma legislação mais rigorosa.

Vejam aqui a matéria divulgada recentemente pela Veja.

Também é fato que um dos pivôs desta discussão é a redução nas “benésses” que alimanetam instituições como SINDICATOS e outras, tornando-as instituições cada vez mais políticas e menos voltadas aos trabalhadores.

O grande problema é que a falta de um maior preparo de nosso povo (e me refiro aqui a má educação ministrada pelo próprio governo) o torna cada vez mais sucetível em relação a estas manobras midiáticas, termo este muito utilizado por alguns personagens políticos.

A nossa legislação “Getuliana” já teve claramente a sua importância em nosso país, em uma fase anterior de desenvolvimento e crescimento, mas está claramente desatualizada e prejudicando a atual demanda por crescimento e também desenvolvimento de nossos trabalhadores!

Ou alguém aí tem dúvidas de que enfrentar o mundo sozinho, sem o protecionismo dos pais (aqui de forma análoga às leis trabalhistas protecionistas), não trás crescimento?

 

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Elevador sem cabos e que se movimenta em várias direções? O futuro chegou…

De: UOL – Notícias / Tecnologia

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Um novo modelo de elevador pode estar presentes em novos prédios ao redor do mundo – e é algo que parece ter vindo de ficções científicas futurísticas. A empresa thyssenkrupp lançou a primeira unidade de um elevador chamado Multi, que opera sem cabos e é capaz de fazer viagens tanto na horizontal quanto na vertical.

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Será assim que ficarão os prédos no futuro?….

Lei a matéria completa e assista ao interessante vídeo clicando no link: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/06/24/elevador-sem-cabos-e-que-se-movimenta-em-varias-direcoes-pode-ser-o-futuro.htm

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Curso de Extensão em Gestão de Facilidades (Facilities) na USF

Faltam poucos dias para o encerramento das inscrições para o Curso de Extensão Universitária sobre Gestão de Facilidades (Facilities), realizado pela USF em Campinas e com apoio da ABRAFAC.

Trata-se de um curso com 120 horas, estruturado e conduzido por alguns dos mais renomados e experientes profissionais do mercado, em suas respectivas áreas de atuação.

Convido à todos para que visitem o site da USF (clicando no banner abaixo) e conheçam um pouco mais sobre o curso.

Curso USF Inscr Final

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MANTEST abre inscrições para os seus cursos de Cálculo de Curto Circuito e Coordenação de Proteção e Seletividade

Com expressiva participação em seu mercado de atuação e sob o comando do Engenheiro Jorge Gennari, a MANTEST abriu nesta última semana as inscrições para os seus dois cursos especializados, que serão ministrados em Sorocaba durante o mês de junho próximo:

Cálculo de Curto Circuito

Próximas turmas:  14 e 15 de junho

Horário:   8:00 às 17:00

Carga horária:   16 hs

Local:  Hotel All Inn – Sorocaba

 

Coordenação de Proteção e Seletividade

Cálculo de ATPV

Próximas turmas:  28 e 29 de junho

Horário:   8:00 às 17:00

Carga horária:   16 hs

Local:  Hotel All Inn – Sorocaba

Aos interessados, solicitamos acessar o site dos cursos para mais informações:  http://mantest.com.br/cursos.html

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Curso de Extensão Universitária em Facilities na USF em Campinas

Aproxima-se a data de início do Curso de Extensão Universitária em Gestão de Facilidades (Facility Management), que será realizado pela USF em Campinas, mais especificamente em sua unidade Cambuí.

O prazo de inscrições está se encerrando (até 11/05) e mais informações poderão ser obtidas no site da instituição: www.usf.edu.br

 

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