Se aproxima a data do 10º Workshop de Comissionamento de Edificações – ABRAVA, sendo que as inscrições ainda podem ser efetivadas através do site da ABRAVA.

Se aproxima a data do 10º Workshop de Comissionamento de Edificações – ABRAVA, sendo que as inscrições ainda podem ser efetivadas através do site da ABRAVA.

A ABRAVA realizará neste mês de maio, mais especificamente no dia 29/05 o 10º Workshop sobre comissionamento de edificações e seus sistemas, com a participação de profissionais do setor, recebendo também o K. William Dean da ASHRAE.
O evento ocorrerá no auditório da FIESP em São Paulo (Avenida Paulista) e suas inscrições já podem ser realizadas através do site da ABRAVA.


Clique AQUI para ser direcionado ao site da ABRAVA ou cole o endereço abaixo em seu navegador para que possa realizar a sua inscrição.
https://abrava.com.br/compromissos/10o-workshop-de-comissionamento-dnce/
Por Alexandre M. F. Lara
Ainda que uma nova edificação ou instalação nos traga algumas dificuldades para a implantação de sua manutenção e operação, seja em função da inexistência de volumetria histórica, seja em função de questões envolvendo as próprias instalações, a análise para a melhoria em um sistema existente também nos trará surpresas e dificuldades…

Por esta razão, a estruturação de um processo de DD (Due Diligence Técnica) ou de um TA (Technical Assessment) deverá ser cuidadosamente detalhada, exigindo do profissional auditor o conhecimento sobre importantes conceitos em O&M, além de sua capacitação e habilitação técnica.
Primeiramente, deve-se considerar o “ajuste no foco” do trabalho em campo tomando-se como referência alguns importantes conceitos, como por exemplo:
Está “calibração em seus objetivos” exigirá com que o esforço de um departamento de manutenção esteja concentrado em identificar e manter ou preservar a função de um ativo de manutenção dentro do que se considera como sistema.
Como exemplo, ao se olhar para a manutenção em um chiller ou resfriador de líquido (sistema central de água gelada em AVAC-R), deve-se compreender que o adequado desempenho de sua função dependerá também da performance do circuito hidrônico de água gelada ao qual está vinculado (conjuntos moto-bomba, redes hidráulicas, sistemas de controles, etc…), assim como eventualmente de seu circuito hidrônico de condensação, quando aplicável.
Isto significa que o estabelecimento de foco apenas sobre o chiller como ativo, sem considerar a sua interação ou correlação com os demais componentes do mesmo sistema, poderá resultar no descumprimento parcial ou integral da função e performance para o qual foi projetado e instalado.
Está visão “atual” da manutenção requererá a experiência do profissional que revisará o sistema de manutenção existente, a fim de que possa:
Assim, pode-se concluir que a simples análise sobre o estado de conservação ou manutenção de equipamentos, somada a simples análise quanto ao cumprimento (ou não) de atividades programadas de manutenção traduzir-se-á tão somente na avaliação parcial sobre a capacidade de se cumprir (adequadamente ou não) os planos de trabalho previamente estabelecidos.
Portanto, a insistência em não se ajustar o foco do trabalho poderá impedir ou mascarar a conclusão sobre a assertividade de modelos ou sistemas de manutenção implantados.
Para que se atinja o objetivo esperado, deve-se considerar:
Por fim, torna-se importante reforçar que o ajuste em sistemas existentes de manutenção proporcionará não somente ganhos financeiros ou potenciais reduções, geralmente aspiradas por gestores, mas também, ganhos as vezes expressivos no desempenho de equipamentos ou sistemas, além do aumento em índices de confiabilidade e na longevidade de instalações e seus ativos.
Por Alexandre M F Lara – Comentários sobre artigos publicados(abaixo)
Apesar de ainda dividir opiniões, seja pela desconfiança na aplicação, seja pela ainda baixa visibilidade quanto aos impactos do IA no mercado de trabalho, o mundo vem cada vez mais se preparando para expandir a aplicação da Inteligência Artificial, já esbarrando na dificuldade de mão de obra neste segmento.

Outra grande preocupação de alguns países reside na energia requisitada para estes data centers de IA, haja vista que, segundo o SANTANDER (artigo da Teletime “Brasil é atrativo para data centers em meio ao boom da IA, indica Santander“), uma consulta ao ChatGPT consome em média 10 vezes mais energia do que uma pesquisa no Google. Neste quesito, alguns países já encontram resultados expresivos para a demanda em energia para a demanda em data centers, como por exemplo a previsão de 6% desenhada para 2026 nos EUA, 4% previstos para a União Europeia e 17% para a Irlanda.
A perspectiva de implantação de novos data centers é crescente desde 2024, sendo que a previsão é de que tenhamos entre 2025 e 2026 mais data centers construídos pela ODATA (em implantação no município de Osasco / SP), pela Microsoft (em construção na cidade de Hortolândia / SP), pela RT-One (em construção no município de Maringá / PR), além de outros ainda em estudo (vide as reportagens e artigos da Exame – “Cidade no Paraná terá o primeiro data center dedicado a inteligência artificial“, do Olhar Digital “Brasil ganha um novo data center cuja operação começará em abril” e Microsoft “Atualização da construção do data center do sudeste de São Paulo“).
Todo este movimento em curso, somando-se ainda as oportunidades futuras, abrirá espaços interessantes para segmentos ligados a projetos, construção e instalações, comissionamento e operação & manutenção. Imagina-se a utilização de recursos importantes como a aplicação de BIM para a construção destes sites, de realidade avançada e gêmeos digitais para a capacitação e apoio na operação destes sites, assim como na estruturação de estratégias de manutenção e equipes de O&M voltadas a Missão Crítica.
No que se refere a estruturação da manutenção, devem ser aqui observados os conceitos e premissas para uma adequada e bem estruturada gestão de ativos, o que requererá mão de obra especializada e apoio para o planejamento.
Por Alexandre M. F. Lara
Primeiramente, a implantação de um sistema de manutenção deverá se pautar em temas ou condições de extrema relevância em busca do sucesso em seu departamento ou empresa, sendo estes:

Vejam que a compreensão sobre os sistemas e instalações embarcadas no empreendimento será de fundamental importância para o desenho da operação e também de sua manutenção, ou melhor, para a escolha da melhor estratégia a ser utilizada.
Com a mesma importância, compreender as características e demandas operacionais do ocupante da edificação lhe possibilitará identificar, entre a infraestrutura provida na instalação, quais são os pontos ou sistemas de grande relevância ou impacto operacional, caso venham a falhar.
Neste contexto, tanto a análise crítica de projetos, databooks, memoriais descritivos e de operação e manutenção, quando a realização de uma anamnese com os steakholders do processo ou projeto serão necessárias para que se direcione o desenvolvimento dos trabalhos, incluindo:
Estas análises acima fornecerão uma base segura para uma adequada estruturação de sua área de manutenção em um novo empreendimento ou instalação.
No entanto, há de se observar a importância do volume de horas técnicas para o correto dimensionamento dos recursos humanos, e até mesmo de serviços especializados, para a composição de suas equipes de trabalho.

No que diz respeito as tarefas e planos de trabalho para a manutenção preventiva, preditiva ou proativa de sistemas e ativos, o planejador poderá se utilizar de sua experiência para a atribuição de horas técnicas por profissionais da manutenção, baseando-se nos planos de trabalho (atividades e frequências) previamente desenhadas.
Para a manutenção corretiva, pode-se adotar um volume estimado com base em taxas de falhas para ativos e sistemas similares, para que seja futuramente ajustada a partir do da volumetria histórica gerada. Esta estimativa deverá considerar a experiência do time de planejamento e auxiliará na ocorrência de um menor desvio possível sobre a volumetria de atividades preventivas.
Entretanto, um importante ponto a ser também analisado diz respeito a característica da operação quanto ao atendimento de usuários para solicitações diversas, no dia a dia. Neste caso, será importante extrair do usuário da edificação a sua volumetria histórica, a fim de que seja ponderada sobre a nova infraestrutura, e incluida no processo de dimensionamento.
Notem que a experiência dos profissionais envolvidos será uma “peça-chave” neste processo, ainda que seguindo o roteiro e cuidados acima.
Trataremos em nossos próximos posts alguns subtemas que detalharão o trabalho de planejamento e controle da manutenção.
Uma ótima leitura!
Embora já estejamos em março de 2025, o envolvimento em projetos da empresa atrasaram neste ano o planejamento de temas que abordaremos nos próximos meses, sendo este um assunto que gostaria de compartilhar com os leitores frequentes e visitantes.
Ainda durante 2024, publicamos aqui alguns pequenos artigos relacionados a tarefa do planejamento e controle da manutenção, tais como:
Durante este ano e o início de 2026 entraremos um pouco mais dentro de alguns destes temas, com o objetivo de ajudar os profissionais de manutenção em suas tarefas de planejamento e controle, incluindo assuntos como:
Tratemos também alguns artigos interessantes sobre o tema operação e manutenção, assim como temas não menos importantes que abordem a infraestrutura predial ou industrial em edificações.
Por fim, trataremos também aqui de algumas informações do mercado, as quais poderão ser publicadas neste blog ou através dos demais meios de comunicação da A&F Partners Consulting:
Enfim, este blog iniciará agora o seu ano e deseja a todos um feliz 2025 e uma boa leitura!

Apesar de um ótimo posicionamento do Brasil no que se refere ao mercado de créditos de carbono, em um cenário mundial, somos ainda considerados como um país em desenvolvimento, com uma grande participação / atuação do mercado da construção civil, além de possuirmos polos industriais de grande relevância e operações comerciais dispersadas em nosso imenso território.
Segundo alguns artigos publicados por especialistas no mercado, existem “tipos de indústrias” que possuem um maior percentual de contribuição para a emissão e, consequentemente o controle e redução da emissão de Gases de Efeito Estufa, a exemplo da área da construção civil, com aproximadamente 36% da demanda energética global.
Além do setor da construção civil, as indústrias e operações comerciais também podem contribuir para tal redução, revisitando as suas fontes de energia, os seus processos de fabricação, operação e manutenção sendo, no entanto, importante que se mapeie ou inventaria a condição de suas emissões, a fim de que um plano ou programa de controle e redução venha a ser estabelecido.
Em acordos mundialmente firmado em Paris com as principais economias globais, projeta-se atingir uma condição neutra de carbono até 2050, sendo que nos restam apenas 26 anos para que este prazo seja atendido. Em termos de Brasil, e apesar de uma tradicional lentidão na estruturação, implementação e acompanhamento / fiscalização de programas de incentivo e/ou obrigatórios sobre este quesito, teremos certamente pela frente alguma movimentação que exigirá a “quebra” da inércia em vários setores.
Trata-se, portanto, de um movimento necessário a ser adotado por todos os principais setores de nossa economia, incluindo programas de conscientização e modelos estruturados para a implantação e monitoramento. Adicionalmente, o inventário de carbono se constitui em uma estratégia para o ESG nas empresas e instituições.
Destaquei aqui alguns interessantes artigos que abordam este tema e para os quais recomendo a sua atenção e leitura; são estes:
Por: Alexandre M F Lara

Ainda que estejamos em meio ao que denominamos como 4a geração da manutenção, considerando a evolução ou o redesenho de estratégias, processos e controles no que diz respeito aos objetivos, foco e função da manutenção, temos como um importantíssimo componente a “velha e conhecida” Ordem de Serviço (OS) ou Ordem de Manutenção (OM) em nosso dia a dia.
Mais do que a função de registro histórico de atividades realizadas e responsáveis por realizá-las, este instrumento resume-se em um importante canal de saída e entrada de informações que permitirão não somente a instrução de profissionais de operação e manutenção, como também possibilitarão a entrada de dados necessários ao monitoramento e gestão sobre o programa implantado e resultados do planejamento realizado.
Como exemplo destes “canais” de entrada e saída, podemos destacar:
No entanto, para que a ordem de serviço ou manutenção seja adequadamente moldada / customizada, caberá ao profissional de planejamento definir previamente os processos e informações necessárias, juntamente com os seus gestores responsáveis. Notem, por exemplo, que uma “simples” entrada de datas e horas para o monitoramento e análise da produtividade do profissional e equipe demandará pela estruturação na base do sistema informatizado de gestão, a fim de que possam ser gerados relatórios, gráficos, tendências, etc.

De forma resumida, o processo de planejamento deverá se iniciar como levantamento de necessidades e expectativas de nosso cliente interno ou externo, sendo de fundamental importância que estas condições sejam refletidas durante as etapas de planejamento da atividade de manutenção. Embora não entremos aqui no detalhamento em si para a atividade de PCM ou PPCM (será objeto de outro post futuro), será também necessário que se trace o conjunto de objetivos e metas a ser atingido na manutenção.
Este detalhamento dos processos e resultados esperados auxiliará na definição de canais de entrada e saída, fluxos de processos e suas eventuais variações, além de desenhar os modelos de formulários para a coleta de dados e informações previamente definidas.
Ou seja, uma adequada definição destas entradas e saídas para estes processos e formulários, aliada ao uso da tecnologia disponível no mercado (IoT, Gêmeos Digitais, AI, etc) e em sistemas de gestão e suas integrações, possibilitará uma gestão mais eficaz e competitiva.
Post publicado no Blog do GBC Brasil em 08.10.2024
Apesar da indiscutível importância na implantação de um sistema de monitoramento e controle na utilização de recursos naturais como a água e até mesmo a energia que consumimos em nossas edificações, deve-se observar a elaboração de um planejamento prévio para tal implantação.
Notem que precisaremos conhecer os “consumidores” dentro de nossas edificações, identificando o potencial de sua “contribuição” para o consumo medido, o que nos dará uma linha de priorização para a discussão de medidas.
Não se conseguirá administrar ou mesmo reduzir consumos daquilo que desconhecemos….
Por esta razão, este planejamento deverá envolver o “desenho” de um plano de medição e verificação, através do qual se consiga organizar medidores físicos e virtuais em prol da visualização não só por pavimentos ou grandes áreas mas, principalmente, de importantes medidores.
Esta análise e planejamento prévios poderão apontar pela necessidade de implantação de medidores por:
A construção desta “pizza” ou “Curva ABC” dos principais consumidores trará, de forma clara e estruturada, subsídios para novos estudos.
A matéria que originou o tema deste post foi publicada pelo GBC Brasil e se encontra disponível a seguir para a leitura de todos, sendo recomendável a sua leitura.

Link para acesso ao site de origem: https://www.gbcbrasil.org.br/qual-o-segredo-de-grandes-espacos-para-reduzir-o-consumo-de-agua/?utm_campaign=newsletter_novembro_2024&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
Uma ótima leitura à todos!
Post publicado em 01.10.2024 no Blog do GBC Brasil
Talvez alguns se pergutem sobre a expressão “saudabilidade em ambientes internos”, ou mesmo sobre os fiversos fatores e necessidades que a compõem….
O fato é que, desde sempre, passamos uma maior parcela de nossas vidas dentro de ambientes externos à nossa residência ou habitat, dependendo das condições deste ou destes mesmos ambientes para que possamos ter assegurado o nosso conforto (em vários aspectos), a nossa saúde (que também dependerá não só da qualidade do ar interno, como também de sua iluminação artificial ou natural adequada, do nível de ruído, etc) e produtividade.
Este post publicado pelo GBR Brasil retrata de forma suscinta e objetiva esta importância a ser observada por todos nós, sendo que recomendo a sua leitura oa clicar no link acima ou nos links abaixo, para que sejam remetidos ao site de origem.

Link de acesso ao Blog de origem: https://www.gbcbrasil.org.br/por-que-e-tao-importante-ter-saudabilidade-nos-ambientes-internos/?utm_campaign=newsletter_novembro_2024&utm_medium=email&utm_source=RD+Station
Uma boa leitura!