Bitzer divulga agenda de treinamentos para este 2º Semestre

A BITZER divulgou recentemente em seu site a agenda de cursos voltados às áreas de compressores e refrigeração, o que poderá ser verificado através deste link – Cursos BITZER Segundo Semestre 2013

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Antes tarde do que nunca…

Para aqueles que tiveram a oportunidade de conhecer algumas cidades fora do Brasil, projetadas de forma inteligente e que facilitam a vida de todos os seus moradores, é possível compreender e até mesmo estimar o quão distante algumas de nossas principais cidades estão, além das enormes diferenças culturais em nosso povo e governantes.

Conversando recentemente com um renomado arquiteto, ouvi sobre projetos em várias partes do mundo que buscam não somente pela revitalização de espaços mas, principalmente, que busquem pela maior e melhor integração do povo aos seus locais de trabalho, reduzindo distâncias, tempos de deslocamento e melhorando a qualidade de vida de seu povo.

Envio abaixo uma reportagem do Estadão sobre uma versão do novo Plano Diretor de São Paulo, o qual já contempla ou pretende contemplar tal “viés”.

No entanto, entendo que também será importante voltar os olhos destes mesmos governantes ao nosso ineficiente sistema de transporte público, o que por si só é desanimador…

Vejam a reportagem.

“Plano Diretor vai estimular prédios ao lado do metrô”

Estadão – Sao Paulo – Coluna de Notícias – 14/08

A versão preliminar do novo Plano Diretor de São Paulo, que deve ser votado neste ano, foi formulada com a meta de agregar adensamento populacional e mobilidade urbana. Na proposta da gestão Fernando Haddad (PT), eixos considerados estratégicos por ofertarem opções de transporte público receberão incentivos da Prefeitura para se desenvolverem. Depois dos protestos de junho por melhor serviço de ônibus, o lema é tentar reduzir o tempo de deslocamentos.

Para traçar o perímetro que receberá incentivos, o texto cita as regiões por onde passam as linhas do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em operação e já lista os territórios que abrigarão os projetos de expansão até 2028. Os futuros corredores de ônibus também compõem o planejamento, que tem como foco descentralizar a cidade e reduzir os gargalos do trânsito.

Uma das possibilidades cogitadas para incentivar o desenvolvimento organizado é a concessão ou até a isenção do pagamento da outorga onerosa – taxa que permite construir acima do coeficiente máximo. O instrumento seria oferecido para empreendimentos que priorizem a produção de unidades habitacionais para o mercado popular ou de uso misto, ou seja, com moradia, comércio e escritórios no mesmo prédio.

Pela ideia, construir acima do permitido em locais próximos de linhas de trem, por exemplo, só sairia mais barato para o empreendedor que seguisse um manual predeterminado pela Prefeitura, com metragem máxima e limite de vagas de garagem. Apesar de contestada pelo mercado, a fórmula ajudaria a evitar que prédios de alto padrão continuassem a “povoar” o entorno da estações.

O sindicato da habitação (Secovi) ressalta que a capital já dispõe de um leque amplo de opções de metragem, sem necessidade de regulação. “A maioria dos lançamentos é de dois e três dormitórios. Isso sem falar nas plantas de um quarto, que estão cada vez mais presentes”, diz o vice-presidente da entidade, Ricardo Yazbek, que faz parte do conselho que discute o novo Plano Diretor.

Atualmente, o mercado popular atende famílias cuja renda mensal não ultrapasse 16 salários mínimos, ou R$ 10,8 mil. Definido em 2004, esse teto ficou mais alto hoje, em função da alta no poder aquisitivo do brasileiro. E, por isso, pode ser repensado até o fim de setembro, quando o projeto final chega à Câmara Municipal para apreciação dos vereadores. A expectativa é de que a votação ocorra até novembro, para entrar em vigor em 2014.

Arco do Futuro. A minuta da proposta também discorre sobre incentivos direcionados ao desenvolvimento do chamado Arco do Futuro, classificado no plano como uma “macroárea de estruturação metropolitana”. Ele contém importantes vias da cidade, como a Marginal do Tietê e as Avenidas Cupecê, na zona sul, e Jacu-Pêssego, na zona leste. Empresas interessadas em abrir postos de trabalho nesses locais, por exemplo, poderão ficar isentas não apenas do pagamento de outorga onerosa, mas de contrapartidas viárias e de tributos fiscais.

Apesar de fundamental para o plano de Haddad, a ideia não é nova. O Plano Diretor de 2002, que agora é revisado, já previa “benefícios” a empresários que investissem na zona leste, por exemplo. Mas nem a prefeita Marta Suplicy (PT) nem os prefeitos José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD) colocaram o projeto em prática. Por enquanto, apenas o Corinthians tem em estudo um conjunto de medidas de incentivo para a construção do Itaquerão, estádio que abrirá a Copa.

Bairro residencial. O futuro Plano Diretor de São Paulo não deve alterar as regras em vigência para a chamada Z-1, que são as zonas de uso estritamente residencial. O objetivo é proteger bairros que não podem nem ter prédios, como parte dos Jardins, na zona sul. Alterações nas regras, porém, ainda podem ocorrer na fase de debates do projeto na Câmara Municipal.

Já as Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis), direcionadas à ocupação de famílias de baixa renda, devem mudar. A ideia é ampliar o perímetro e estabelecer condições que obriguem o poder público a operá-las.

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Trem-bala na velocidade de um “cágado” e a preço de ouro…

É realmente impressionante o descaso com o desenvolvimento de projetos de grande porte neste país…

Chamo de descaso, pois não acho o nosso povo incompetente para tocar tais projetos, e sim, conduzidos por governantes que criam, alternam e manipulam suas próprias prioridades, sem que estas venham à atender as necessidades do país.

Um exemplo disto é a vinda da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos para o Brasil, haja vista que não temos se quer uma infraestrutura mínima e adequada para  população, embora este seja um outro e longo assunto…

Vejam a seguir uma reportagem do Globo Online em sua coluna de Economia (14/08), também divulgada através da sinopse diária do SINAENCO:

“Mesmo se não sair do papel, trem-bala custará R$ 1 bi até 2014”

O Globo Online – Rio de Janeiro/RJ – Economia

BRASÍLIA – Com o adiamento do leilão por pelo menos um ano, o Trem de Alta Velocidade (TAV) deixou de ser prioridade do governo, mas mesmo que não saia do papel vai custar até o fim do mandato da presidente Dilma Rousseff pelo menos R$ 1 bilhão aos cofres públicos. O cálculo considera o que já foi gasto até o momento com os estudos de viabilidade econômica do empreendimento, contratação de consultoria, entre outras despesas, e a estimativa de gasto da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) com o projeto executivo do trem-bala, que tem prazo até dezembro de 2014 para ser concluído. O empreendimento liga Rio a São Paulo e Campinas. O presidente da EPL, Bernardo Figueiredo, informou ao GLOBO que o custo total do projeto executivo é de R$ 900 milhões.

— O impacto do adiamento (do leilão) nos nossos planos de trabalho é residual. O maior trabalho que a gente tem é a realização do projeto executivo do TAV, que vai continuar normal. O custo total do projeto é de R$ 900 milhões — disse Figueiredo.

A EPL acabou de habilitar o consórcio Geodata Italferr para gerenciar os projetos do TAV. Pelo trabalho, a empresa receberá R$ 77 milhões, dos quais R$ 25 milhões este ano. Caberá ao consórcio contratar empresas para elaborar o projeto executivo, que conterá todos os detalhes da parte de engenharia, como o número de túneis, pontes e estações, por exemplo. Além disso, já foram gastos R$ 28,9 milhões com a realização, em 2007, dos estudos que balizaram o edital do leilão.

‘Só quero saber do que pode dar certo’

Anunciado na segunda-feira pelo ministro dos Transportes, César Borges, o adiamento do leilão do trem-bala por um ano, no mínimo, indica que o projeto não sairá do papel até o fim do mandato da presidente Dilma Rousseff. O empreendimento, segundo um interlocutor da presidente, deixou de ser prioridade. Ele resumiu em uma frase a posição do governo, citando música dos Titãs:

— Só quero saber do que pode dar certo. (…) O foco agora é nos leilões de rodovias, portos, Libra (blocos do pré-sal) e aeroportos.

Nesta terça-feira, em entrevista à rádio CBN, a chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, disse que “o governo não desistiu”, mas apenas adiou para 2014 a licitação do trem-bala, atendendo pedido de empresas interessadas na execução do projeto.

— Alguns interessados queriam mais tempo e, se fizéssemos (o leilão) agora, poderíamos ter apenas um concorrente, o que seria ruim para o processo licitatório — declarou à rádio.

Segundo Gleisi, o atraso “faz parte de um processo de aprendizado nosso e também dos investidores brasileiros”.

Na visão de Bernardo Figueiredo, a EPL, criada com a missão máxima de tirar o trem-bala do papel, não será esvaziada com adiamento do leilão. Ele disse que o TAV é apenas uma parte do trabalho da EPL, que também será responsável pela elaboração de um planejamento a longo prazo para o setor de infraestrutura, visando a implementar no país um sistema de logística integrada.

Essa visão não é compartilhada por outros integrantes do governo da área de infraestrutura. Eles destacam que o TAV foi totalmente delegado à EPL pelos órgãos que cuidam do setor, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pelo edital, consumindo a maior parte das atribuições da empresa.

Apesar do adiamento do leilão, a EPL manteve o cronograma de obras do trem-bala. As obras estão previstas para começar no primeiro semestre de 2015, de modo que o trem comece a rodar em 2020.

— Não tem plano B para esse negócio. Vamos ter que fazer, e quanto mais cedo melhor. Temos que parar de fazer as coisas só no limite do suportável — disse Figueiredo, lembrando o saturamento de rodovias (com a Dutra) e dos aeroportos, além da existência de vários municípios no eixo Rio-São Paulo que poderão ser alavancados com o trem-bala.

As despesas do governo com o TAV vêm desde 2005, quando a Valec Engenharia Construção e Ferrovias S.A era a responsável pelo projeto e contratou a empresa italiana Italplan Engineering para elaborar o projeto básico da obra. O negócio resultou numa disputa judicial, em que a Ítalplan cobra da Valec € 270 milhões, alegando que o serviço não foi pago. Para defender a estatal, a Advocacia-Geral da União (AGU) contratou um escritório internacional por R$ 1,26 milhão, por dois anos. O caso começou na justiça italiana e está no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em 2007, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) assumiu o projeto do TAV e contratou o consórcio Halorow Sinergia e Prime Engenharia, via BNDES, por R$ 28,9 milhões para realizar os estudos, que serviram de base para a elaboração do edital do primeiro leilão, realizado em maio de 2011, que fracassou por falta de interessados. Na última versão do edital, o governo reformulou o modelo, dividindo o projeto em duas fases (construção e operação), além de assumir todo o risco do empreendimento, via EPL.

‘Governo não sabia o que queria’

Pensada inicialmente apenas para ser um acionista do trem, a EPL acabou virando sócia do negócio, com participação de 45%. Em 2012, o governo injetou R$ 5 milhões para constituir a empresa. Os gastos com custeio da estatal somaram R$ 28,2 milhões em 2012 e neste ano, dos R$ 152,7 milhões orçados, foram empenhados R$ 60 milhões. A EPL conta com três diretores, 151 empregados e paga aluguel de R$ 137 mil por mês (R$ 1,64 milhão por ano) no novo prédio onde foi instalada, segundo dados da própria empresa.

Para o economista Paulo Rabello de Castro, os constantes adiamentos mostram que o projeto do governo tem falhas:

— Dão a entender que o governo não sabia o queria e foi adaptando o projeto ao interesse do investidor. Um projeto dessa magnitude tem que ser cercado de cuidados especiais de comunicação com o público — disse Castro, lembrando que o governo deveria regulamentar o artigo 67 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que manda criar um conselho fiscal com representantes do governo e da sociedade, para analisar a natureza e necessidade dos gastos.

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De volta à estrada…

Lamentavelmente fiquei afastado de escrever em virtude de alguns problemas de saúde na família, que me desviaram a atenção nos últimos meses.

Estou de volta à estrada e pretendo contribuir periodicamente com o blog.

Uma ótima semana!

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Norma de Desempenho entra em vigor

Divulgado pela PINI Web

Por Maryana Giribola

Os desafios do atendimento em projetos de habitação de interesse social e as contribuições da esfera pública para fazer o texto sair do papel

Foto: Marcelo Scandaroli

Os projetos habitacionais que forem protocolados para aprovação nos órgãos públicos a partir do dia 19 deste mês deverão atender à Norma de Desempenho (NBR 15.575:2013 – Edificações Habitacionais – Desempenho), publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em fevereiro deste ano. O texto institui nível de desempenho mínimo ao longo de uma vida útil para os elementos principais (como estrutura, vedações, instalações elétricas e hidrossanitárias, pisos, fachada e cobertura) de toda e qualquer edificação habitacional – inclusive as de interesse social.

As exigências não são mais surpresa para o mercado e podem ser conferidas, em detalhes, nas próximas páginas ilustradas. Projeções apontam, porém, que para atingir os níveis superiores exigidos, poderá haver aumento de cerca de 5% no custo final da obra – construções que já obedecem a todas as normas antigas praticamente não observarão aumento de custo em decorrência da Norma de Desempenho, dizem especialistas.

As construções com mais chances de ter o orçamento impactado pela nova norma são as habitações de interesse social, como a Faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), do Governo Federal. Barbara Kelch Monteiro, coordenadora do grupo técnico de normas da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura (Asbea), explica que muitos dos materiais e procedimentos utilizados nesse tipo de obra terão de ser revistos. “Para os construtores que trabalham com edificações econômicas, em que o custo é o elemento de seleção de sistemas e materiais, as alterações necessárias para o atendimento aos requisitos da nova norma, mesmo que em seus valores mínimos, poderão aumentar o custo e, consequentemente, o valor final das unidades.”

Atualmente, os projetos enquadrados na Faixa 1 do programa já recebem incentivos públicos para serem viabilizados, como doação de terrenos por parte das prefeituras; obras de infraestrutura; incentivos fiscais, como redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) de 4% para 1% para imóveis de até R$ 100 mil; e subsídios adicionais.

O secretário municipal de habitação de São Paulo, José Floriano de Azevedo Marques Neto, afirmou que a prefeitura planeja um modelo que prevê a doação de R$ 20 mil, além dos R$ 20 mil já doados pelo Casa Paulista, para os empreendimentos da Faixa 1 do MCMV. O novo incentivo ainda não é certo, mas, de acordo com José Urbano Duarte, vice-presidente de governo e habitação da Caixa Econômica Federal, esse apoio será fundamental para cumprir a nova norma. A diretora do departamento de produção habitacional do Ministério das Cidades, Maria do Carmo Avesani, afirma, entretanto, que em princípio não existe nenhuma previsão do Governo Federal de revisão ou de reajuste dos atuais tetos do programa em função da Norma de Desempenho.

Subsídios indiretos
Além dos subsídios financeiros do poder público para a Faixa 1 do MCMV, há outras iniciativas públicas que poderiam auxiliar o atendimento das especificações da nova norma, como mapeamentos detalhados das zonas climáticas no Brasil. Segundo a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Maria Akutsu, a parte 3 da NBR 15.220, que apresenta o zoneamento bioclimático brasileiro, precisaria ser revista.

A norma, que é referenciada na NBR 15.575, apresenta oito regiões bioclimáticas do Brasil, que servem de base para que os projetos atendam aos requisitos de desempenho térmico das fachadas. O problema, segundo ela, é que há inadequações nesse mapeamento. Porto Alegre, Florianópolis e São Paulo, por exemplo, estão enquadrados na mesma zona bioclimática.

“Todo zoneamento climático tem de estar diretamente amarrado e de acordo com o método de cálculo que é utilizado. Pelo método simplificado de cálculo, nem precisaria de oito zonas. Quatro bastariam. Mas por simulação, que é outro método apresentado pela norma, o ideal seria que todas as cidades estivessem mapeadas”, explica a pesquisadora. “O zoneamento em si não garante o cumprimento da Norma de Desempenho, mas um bom mapeamento auxiliaria como base de referência para o projeto”, completa.

Outro mapeamento que pode servir como subsídio para os projetos é o acústico. A iniciativa, já tomada no Brasil pela Prefeitura de Fortaleza, ajuda não só como um processo de gestão de ruídos urbanos, mas também para servir como referência na elaboração de projetos conformes com a Norma de Desempenho. “Se as cidades estivessem cada uma com a sua carta, facilitaria a aplicação da norma para o assunto de vedação vertical externa. Os projetistas projetariam em função de um mapeamento preciso e já elaborado”, explica David Akkerman, presidente da Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica).

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Um esforço para a padronização no caso do combate a incêndio…

Durante o II Seminário de Inspeção Predial realizado pelo IBAPE SP (última quinta-feira em SP), foi apresentado pelo Tenente Coronel da Reserva Paulo Chaves de Araújo a informação de que existe um grupo de trabalho, formado em sua maioria por bombeiros militares do Brasil, dedicado à padronizar os conceitos sobre a Segurança Contra Incêndio em nível Brasil.

Segundo o Sr. Paulo Chaves, seria importante um maior envolvimento de entidades civis neste processo, contando com a participação de arquitetos, engenheiros e técnicos, haja vista que a segurança contra incêndios demandará um conjunto de atitudes também por parte de quem projeta, opera e mantém as edificações.

Para quem desejar mais informações sobre o processo de padronização de conceitos, o contato divulgado pelo Tenente Coronel Res. Paulo Chaves de Araújo é pcachaves@uol.com.br

Quem sabe assim, não ajudamos à eliminar tamanha divergência hoje existente entre as próprias corporações de bombeiros militares em todo o Brasil.

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Mais questões culturais no Brasil…. (retrofit em edifícios existentes)

Durante o último (e ótimo!) FM Debate realizado pela ABRAFAC, abordando o tema retrofit em edificações existentes, ouvi alguns questionamentos ao final, no que se refere ao futuro deste mercado de retrofit no Brasil, questões estas dirigidas aos palestrantes em geral (área hoteleira, edificações comerciais, área industrial e área de televisão / instalações especiais).

Para a minha surpresa, que imaginava se tratar de um mercado francamente promissor, ouvi ponderações e comentários dos palestrantes, os quais relataram:

  1. Rede Hoteleira – Temos sim espaço para o Retrofit em hotéis no Brasil, mas demoramos demais para avançar com este processo, haja vista a proximidade dos eventos de maior porte e expressão no Brasil
  2. Edifícios Comerciais – Embora tenhamos um enorme mercado de edificações antigas e que demandam o retrofit, temos também algumas características regionais que foram assim destacadas pelo palestrante:
  • SP – Existe uma questão cultural muito forte no que tange ao desejo de empresas de não retornar ao centro velho, o que limitará esta atividade (retrofit)
  • RJ – Embora extremamente aquecido (mercado em função dos eventos internacionais), uma grande parte de edifícios existentes pertencem a diversos proprietários (geralmente mais de 10), o que tem dificultado e muito a aquisição destes imóveis ou mesmo a venda da idéia e seus benefícios

Precisamos evoluir….. e adotar a “cultura de mudança”…

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A participação em eventos do mercado como dica para se manter informado

Muitas e muitas vezes reclamamos e/ou nos deparamos com a falta de tempo que nos permita o envolvimento em feiras, seminários, congressos, etc…

No entanto, é justamente nestes eventos, evidentemente que selecionados, onde ouvimos as novidades do mercado e nos mantemos atualizados.

Tive a oportunidade de participar nesta última semana em dois destes eventos, sendo um deles realizado pela ABRAFAC – Associação Brasileira de Facilities e o outro realizado pelo IBAPE SP – Instituto Brasileiro de Perícias do Estado de SP.

No caso da ABRAFAC, o FM Debate realizado no Hotel Excelsior (centro de SP) abordou o tema Retrofit em Edifícios Existentes e, de forma muito inteligente, estruturada e muito bem organizada, contou com a apresentação de cases nos seguimentos hoteleiro, de edificações comerciais, na área industrial e na área de televisão.

O evento, realizado no formato de apresentação de casos e abertura para o debate sobre os temas e apresentações, envolveu totalmente o público presente entre 16:00hs e quase 19:00hs. A ABRAFAC está realmente de parabéns pela realização deste evento de ótimo nível e qualidade.

No caso do IBAPE SP, o Seminário abordou questões relacionadas a infraestrutura predial, sua segurança e a importância da Inspeção Predial, atividade esta que conta com uma norma interna do IBAPE SP, além de um comitê da ABNT para a elaboração da NBR específica.

Também muito bem organizado, o evento trouxe apresentações sobre a manutenção predial e seu impacto nos custos operacionais, nos custos da edificação e na garantia imobiliária, sobre sistemas de proteção contra incêndio e, como não poderia deixar de ser, sobre a atividade de Inspeção Predial.

Infelizmente, não pude acompanhar o evento no período da tarde, mas parabenizo o IBAPE-SP pela organização e qualidade do evento.

Em ambos os casos, recebi informações interessantes e importantes à minha atividade, as quais compartilharei com vocês na seqüência deste blog.

Fica aqui a minha recomendação para que separem uma parte de seu precioso tempo, a fim de que possam complementar o seu aprendizado sobre o mercado e sobre temas relevantes à sua atividade.

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ABRAFAC prorroga o prazo para as inscrições no Prêmio Melhores do Ano 2013

Premio Abrafac Prorr

A ABRAFAC informou nesta semana a prorrogação de data para as inscrições no Prêmio Melhores do Ano 2013, sendo que mais informações podem ser obtidas no endereço http://abrafac.org.br/premio/

Pessoalmente, acho importantíssimo compartilhar as experiências e os sucessos em nossos projetos, a exemplo do que é praticado em outros países, nos quais costuma-se premiar as boas práticas.

Enfim, espero que consiga inscrever o seu trabalho!

 

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Parabéns pelo dia do Facility Manager

Hoje 27/06 se comemora no mundo o dia do gestor em facilidades, ou Facility Manager.

No Brasil, apesar de sua existência há muito mais tempo, passamos à reconhecê-lo um pouco mais a partir de 1994, com a chegada das grandes gerenciadoras ao nosso pais.

Enfim, parabéns à todos os que atuam nesta importante área que visa assegurar a infraestrutura, o conforto, a segurança e a produtividade de ocupantes e visitantes em grandes ou pequenas edificações comerciais, industriais, prediais, hospitalares, entre outras.

Parabéns!

 

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