Faltam 11 dias para o Congresso Brasileiro de Eficiência Energética

Faltam apenas 11 dias para o início do 11º COBEE – Congresso Brasileiro de Eficiência Energética e da Expo Eficiência 2014, à serem realizados no Centro de Convenções Frei Caneca em SP, entre os dias 21 e 22 de julho, das 8:30 às 18:00hs.

Segue o link para os interessados.

Segue o link para as inscrições.

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Eficiência energética é destaque em curso no fim de julho, em Ribeirão Preto / SP

Fonte: Revista Eco Energia

São Paulo – Acontece nos dias 24 e 25 de julho, em Ribeirão Preto, SP, o curso de ‘Caldeiras, Vapor e Energia’, promovido pela Sinatub Tecnologia, em parceria com a ProCana Brasil. O objetivo é mostrar a eficiência energética e os avanços tecnológicos nas gerações de vapor e de energia elétrica, aplicada as plantas industriais e centrais termoelétricas.

Paulo Roberto Dalben, sócio da empresa Fundamento Consultoria Industrial, será um dos palestrantes e falará sobre sistema de recepção e preparo da biomassa para etanol 2G. “Este tema é novo no setor. As plantas de etanol 2G que estão sendo instaladas precisam receber biomassa de boa qualidade com material uniforme, tanto em tamanho das partículas como umidade e teor de impurezas minerais que precisam ser o mais baixo possível para que o processo de tratamento da biomassa seja eficiente e obtenha a maior conversão de açúcar possível”, afirma.

Carlos Eduardo de Abreu, engenheiro mecânico, é outro nome confirmado para o evento. Ele explica melhor o tema de sua palestra. “Desenvolvimento tecnológico de caldeiras para adequar as novas condições do combustível e atender a legislação ambiental será o tema de minha palestra. Trata-se de um assunto importante, que visa mostrar ao usuário tecnologias e conhecimentos para obter a melhor performance do equipamento com a queima do bagaço de cana atual”, diz o engenheiro mecânico Carlos Eduardo de Abreu.

O evento, patrocinado pela Renk Zanini e TGM, é voltado para todos os profissionais que atuem em áreas ligadas a caldeiras, sistemas de vapor, manutenção, produção e segurança industrial, energia, meio ambiente e financeira.

Mais informações pelo telefone (16) 3911-1384 ou pelo e-mail sinatub@procana.com.br 

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Treinamento PV HandsON – Fotovoltáico na Prática (Mês de Julho em SP)

O Procel divulgou a realização de um curso sobre energia fotovoltaica à ser realizado em SP neste mês de julho.

Segue abaixo a reprodução da divulgação.

Fonte: Procel Info

São Paulo – Este treinamento apresenta aos participantes, os conceitos fundamentais para a elaboração de projetos fotovoltaicos e a aplicação prática em uma instalação real. Desde a avaliação de viabilidade do projeto à instalação do sistema de geração. Os temas abordados incluem: – Estimativa de Geração, Dimensionamento do sistema, Sistema de Proteção, Planejamento da instalação, Diagramas elétricos, Estruturas de montagem, Montagem Elétrica, Conexão a Rede

Investimento: R$1.300

Carga Horária: 16h

Próximas Turmas: 25 e 26/Julho/2014

Local: São Paulo-SP

Informações & Inscrições: Portal do Enovasolar

Telefone: (11) 983613977, falar com Marcio Takata

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ABRAFAC lança as inscrições para o Congresso 2014 à ser realizado em Hotel no Guarujá

A ABRAFAC (Associação Brasileira de Facilities) lançou esta semana a chamada para as inscrições dos interessados em participar do Congresso 2014, que este ano será realizado em um Hotel Resort & Spa no Guaruja / SP.

Aos interessados, segue a chamada oficial com o link (basta clicar na figura abaixo).

Congresso ABRAFAC 2014

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Os erros mais comuns da geração Y ao virar chefe

Fonte: Exame.com

São Paulo – Os jovens da Geração Y, aqueles que nasceram entre as décadas de 80 e 90, miram com olhos mais firmes um cargo de liderança e as possibilidades de uma meteórica ascensão profissional. Mas quando, enfim, chegam lá, cometem alguns deslizes típicos de quem ainda não sabe muito bem o que é ser chefe. Veja quais em mais um dosvídeos de carreira. Desta vez, com Sidnei Oliveira, autor do livro “Profissões do futuro”.

Acesse aqui o artigo em seu local de origem, assim como o vídeo com Sidnei Oliveira.

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Engenheiros podem assinar projetos arquitetônicos

Eu, particularmente, discordo desta decisão, não devido à uma mera diretriz ou lei, mas em relação a capacitação de engenheiros para o desempenho desta função.

Apesar de engenheiro por formação, não vejo em muitos profissionais o dom e a visão de proporcionar a harmonia necessária em um projeto.

Independentemente da eterna discussão entre engenheiros e arquitetos, vejo que cada um tem uma função importante e específica e acho que o mais correto, seria a existência de leis que obrigassem a formação de um time de projetos, considerando a participação de engenheiros e arquitetos, para a elaboração de projetos arquitetônicos que também contemplassem acessos e condições para uma melhor operação e manutenção.

Vejam a matéria abaixo.

Fonte: Gazeta do Povo – Curitiba / PR – Imóveis

Autor: Não encontrado

Divulgação: SINAENCO

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

O Conselho Regional de En­genharia e Agronomia do P­ara­ná (Crea-PR) venceu a ação pro­posta pelo Sindicato dos Ar­quitetos e Urbanistas no Es­tado do Paraná (SindArq-PR) que solicitava a proibição da emissão das Anotações de Res­ponsabilidade Técnica (ARTs) relacionadas aos projetos arquitetônicos pelos engenheiros civis, assim como a anulação das ARTs já emitidas por estes profissionais. A sentença em 1.º grau, emitida pela juíza federal substituta, Soraia Tullio, coloca a elaboração de projetos como uma atividade compartilhada entre os profissionais das duas categorias, suspendendo a Resolução 51 do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-BR).

Em nota, o presidente do Crea-PR, Joel Krüger, disse esperar que essa discussão possa ser definitivamente encerrada e que os profissionais da engenharia e da arquitetura possam trabalhar em harmonia. O SindArq-PR informou, por meio da assessoria, que não irá se manifestar sobre o caso. Cabe recurso da decisão.

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Consumo de aparelhos condicionadores de ar e a crise energética brasileira

Fonte: HVAC Mercosul

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Porta-voz do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, do Comitê Temático Energia, e coordenador do Labeee (Laboratório de Eficiência Energética em Edificações), na Universidade Federal de Santa Catarina, o engenheiro Roberto Lamberts apresenta desafios e soluções no atual cenário de crise energética brasileira.

A partir de recente publicação sobre o consumo de aparelhos condicionadores de ar no Brasil, Roberto Lamberts aponta a importância de priorizar o aumento da eficiência energética dos equipamentos com o estímulo à entrada de produtos mais eficientes no mercado e, também, investir em educação para o consumo racional de energia.

 

Em um país como o Brasil, com cerca de 71% da energia produzida a partir de matriz hidrelétrica, a necessidade de reduzir a dependência em relação ao uso da água pela diversificação da matriz energética e a busca por uso racional de energia ficam cada vez mais evidentes. A atual escassez de chuvas, o baixo nível de reservatórios de água no país e o aumento da renda média da população agravam, de forma explícita, o cenário de demanda crescente e abalo da segurança da oferta de energia.

O Brasil é o 9º maior consumidor de energia elétrica do mundo e o estudo da projeção do consumo para os próximos anos aponta continuidade da tendência de crescimento, com uma elevação em cerca de 55% (EPE, 2011). Grande parte dessa energia, assim como na maioria dos países do mundo, é destinada ao condicionamento artificial do ar. O Brasil figura, também, como o 5º maior comprador mundial de condicionadores de ar, considerando os aparelhos de janela e splits. Tal demanda tem se elevado rapidamente nos países desenvolvidos e ainda mais nas economias emergentes de clima quente. No ano de 2005, o condicionamento ambiental já representava 20% do consumo de energia elétrica no setor residencial brasileiro e 47% no setor comercial (ELETROBRÁS, 2009).

Desde 2001, o Brasil possui mecanismos legais para direcionar a política nacional de conservação e uso racional de energia. Porém, apenas em 2007 foi aprovada uma regulamentação específica de condicionadores de ar, estabelecendo níveis mínimos de coeficiente de eficiência energética. Tal coeficiente é a razão entre a capacidade total de refrigeração (expressa em Watts) e a potência elétrica demandada (expressa em Watts). Em 2011, nova regulamentação foi publicada alterando as exigências com o objetivo de elevar os índices mínimos.

A elevação do desempenho dos equipamentos é uma necessidade evidente, tendo em vista o atual panorama energético nacional. Porém, o nível mínimo estabelecido na regulamentação brasileira ainda se mostra tímido se comparado ao praticado em outros países. Os atuais níveis mínimos exigidos pela legislação nacional são compatíveis apenas com o apresentado atualmente na Índia e com o que havia na China em 2004. A China, porém, em 2010 já elevou tal valor, e vários outros países analisados já apresentam dados superiores aos brasileiros.

Uma análise a respeito de condicionadores tipo split demonstra que economias como União Europeia, China e Japão comercializam produtos com eficiência muito superior aos melhores equipamentos brasileiros. O aparelho mais eficiente no Brasil apresenta coeficiente de eficiência energética de 4,79 W/W. Já na China, país de onde são importados grande parte dos condicionadores de ar consumidos no Brasil, há equipamentos com valores superiores a 6,0 W/W, e no Japão tal coeficiente ultrapassa 6,5 W/W.

No Brasil, apesar da tendência de redução do uso de condicionadores do tipo janela, é importante manter o diálogo com a indústria, de forma a elevar os níveis mínimos de eficiência. Quanto aos splits, é imprescindível e urgente a determinação de níveis mínimos de eficiência mais elevados, impulsionando o mercado a privilegiar os melhores equipamentos. É também importante a adoção do coeficiente de eficiência energética sazonal como parâmetro na regulamentação brasileira para favorecer os equipamentos com tecnologia inverter, notadamente mais eficientes que os convencionais.

Leia a publicação na íntegra e acesse números e dados complementares em: http://cb3e.ufsc.br/sites/default/files/projetos/etiquetagem/nota-tecnica-niveis-minimos-ar-condicionado.pdf

PORTA-VOZ: Conselheiro e coordenador do Comitê Temático de Energia do CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, o engenheiro civil Roberto Lamberts é também coordenador do Labeee (Laboratório de Eficiência Energética em Edificações), na Universidade Federal de Santa Catarina, onde supervisiona projetos de pesquisa com ênfase em eficiência energética, bioclimatologia e conforto térmico. PhD em Engenharia Civil pela University of Leeds – UK.

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A copa do crescimento (!)

Eu confesso à vocês que estive verdadeiramente “saturado” por esta imersão quase insana em um ambiente gerado pela suposta “Copa das Copas”, jargão este lançado pelo nosso atual governo, com um evidente viés político.

Fiquei abismado ao ver em noticiários torcedores chorando ontem ao presenciar, fosse ao vivo ou através de um veículo de comunicação, a derrota da seleção brasileira para a Alemanha, por uma razão mais do que óbvia para quem assistiu a partida.

Apesar de torcedor do futebol que sou, sempre apostei no crescimento e amadurecimento de nosso povo com a realização desta copa, tanto pelo lado político, quanto pelo lado referente a infraestrutura e hospitalidade, uma vez que tivemos sim a oportunidade de sentir-nos como NYC e Paris (guardando as enoooormes proporções), ao recebermos tantos turistas, de tantos locais diferentes.

Em relação ao amadurecimento político, acho que somente as urnas dirão, pois ainda vejo com muita dificuldade a “libertação” frente aos “favorecimentos” e “produtos de cunho extremamente eleitoreiros”, que fazem infelizmente a “diferença” em algumas regiões de nosso país.

Em relação ao crescimento e evolução de nossa infraestrutura, ainda acho que falaremos muito sobre este assunto, pois como um viajante que sou, ainda enxergo uma relação que “não fecha”, ou melhor, muitos gastos para obras de má qualidade técnica e acabamento em aeroportos e infraestrutura que favoreça a mobilidade urbana.

Por fim, quanto à nossa hospitalidade, lembro-me bem de uma expressão dita ontem ao final do jogo pelo ex-atleta Ricardo Rocha, quando citou que precisaríamos parar de acreditar que temos um jeitinho só brasileiro e que resolveremos tudo, à qualquer momento… É lógico que ele citou isto se referindo ao futebol, mas aproveito o seu gancho para refletir…

Será que ser simpático e receptivo nos eleva à uma categoria de povo desenvolvido neste aspecto? Além da alegria e de “nossas ferramentas de marketing pelo mundo a fora” (futebol, samba, mulheres bonitas, etc…), será que não precisamos nos aculturar mais, nos politizarmos mais,  nos tornarmos um povo adulto e menos apoiado no “tal jeitinho”?

Desculpem-me leitores por usar este espaço para falar um pouco de política, mas eu realmente desejo que possamos crescer com esta Copa, independentemente do resultado, pois isto faz parte do esporte. Fui contrário à sua realização desde o início, haja vista o enorme leque de outras demandas e necessidades que temos e que mereceriam o investimento direcionado à Copa.

Não existe vergonha e sim, a necessidade de acordarmos para a vida, para o mundo que passa por diversas “crises” neste momento, e para a necessidade de cobrar os nossos governantes quanto à conclusão do que foi iniciado e quanto ao direcionamento de seus esforços para as nossas carências em infraestrutura, trabalhando por um Brasil melhor.

Esta sim é “a bola da vez”.

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Quem vem primeiro? O ovo ou a galinha?

Ontem, durante uma reunião com um grande cliente, ouvi e certa forma uma “queixa” de um gerente de instalações que atua para uma também grande construtora, que as equipes de operação e manutenção põe por água abaixo uma boa instalação…

De fato, esta afirmação não é novidade, e já falamos um pouco sobre este assunto aqui neste blog.

No entanto, neste caso em específico, existem evidências de uma perda de controle na gestão de itens ligados a instalação e principalmente, de itens relacionados a integração entre as diferentes modalidades de engenharia.

Eu costumo mostrar à meus alunos e público durante algumas de minhas palestras, um gráfico que simula um potencial risco para o ciclo de vida em uma edificação e suas instalações, onde existem três prováveis e potenciais responsáveis por mau desempenho em sistemas: projetistas, instaladoras e mantenedoras

Todos têm uma enorme responsabilidade e contribuição para um bom ou mau resultado, mas o fato é que a Operação e Manutenção não poderá ser responsabilizada por falhas nas etapas anteriores à ocupação e uso de empreendimentos.

É muito importante que todos reconheçam as suas parcelas de contribuição, sejam elas boas ou ruins…

Lembrem-se que legados bons ou ruins são resultados de um projeto, da especificação e compra de equipamentos e componentes, da instalação, dos preparativos e Start-UP e dos cuidados finais quanto a entrega destes sistemas.

Aliás, em tempos da “copa das copas” como afirmam alguns diretamente interessados….passamos à compreender bem o significado de legado; não é verdade?

Seja o ovo ou a galinha, será importante que todos enxerguem os seus papéis e responsabilidades.

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Estratégias para aumentar a motivação de jovens nas empresas

Fonte: Infra

Por: Maurício Sampaio

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Técnicas que ajudam a descobrir o que este profissional realmente deseja para o futuro

Diminuir o turnover talvez seja um dos maiores desafios de líderes que lidam diretamente com as gerações Y e Z. Manter essa turma motivada no trabalho enquanto o mundo abre muitas oportunidades é uma tarefa complexa.

Quando falo em motivação, não é só aquela injeção de ânimo, mas sim algo que transforme e engaje os mais novos nos desafios e nas conquistas da empresa ou equipe.

Como educador e orientador vocacional que vem acompanhando há muitos anos todas essas mudanças, descobri que existem cinco estratégias que um líder pode aplicar para minimizar essa dor. Porém, ressalto que nenhuma delas funcionará se o líder não disponibilizar um tempo para seus liderados.

1 – Fazer assessment

Algumas empresas investem em testes padronizados. Tudo bem, vale a pena, mas vale ainda mais quando um líder senta ao lado de um jovem e realiza o assessment em conjunto, orientando, ouvindo, sendo parceiro dele.

Talvez essa seja uma das grandes oportunidades de, além de criar um laço de confiança, descobrir as habilidades, o talento, o propósito de vida desse liderado e criar um plano de carreira mais assertivo.

Durante o processo, muitas coisas importantes são descobertas, inclusive no que a empresa e seus líderes devem investir força no desenvolvimento e treinamento.

2 – Descobrir o desejo

Muitos líderes apostam nos desejos dos seus liderados. A geração Y, por exemplo, é conhecida por querer subir rapidamente na empresa, ter bom salário e qualidade de vida… Ok, mas minha pergunta é: será mesmo que os jovens talentos desejam o que o líder acredita ou imagina? Só tem um jeito de saber – e não é somente perguntando a eles!

Um bom mentor ou líder que atua como coach de carreira de jovens deve ter um tempo reservado para ajudar seus liderados a descobrirem realmente o que desejam – e isso nem sempre é claro para o próprio jovem. Esse problema não é por falta de tentativa em pensar sobre isso ou negligência, mas sim por questões biológicas. Por exemplo: um jovem com 21 anos de idade não tem a formação completa do seu Córtex Pré-Frontal, responsável pelo planejamento de médio e longo prazo e tomada de decisões. Por isso, o líder precisa ajudar o novato nesta tarefa.

3 – Definir metas e objetivos

Se você perguntar para qualquer jovem hoje que está insatisfeito com a empresa ou constantemente mudando de emprego, pode ter certeza que uma boa parte dirá que não sabia qual seria seu futuro e não entendia como dar os passos certos para alcançá-los.

Isso acontece porque muitos líderes adotam uma única meta: vender cada vez mais! E só isso não funciona. Vender mais e ter resultados todos já sabemos que são importantes e vitais, mas esse é o fim, e não o meio. O meio deve ser bem trabalhado, com metas específicas, claras, tangíveis e bem determinadas.

Por exemplo: se o líder possui em sua equipe alguns liderados que não se relacionam bem ou são tímidos em apresentações, ele deve investir esforços em desenvolver a habilidade de comunicação desses colaboradores. Essa é uma meta de desenvolvimento de habilidade considerada “Soft Skills”, ou seja, uma habilidade que não é técnica e que merece uma atenção focada. E, obviamente, isso bem trabalhado surtirá efeito nos resultados finais.

4 – Repetir e criar hábitos produtivos

Estudos demonstram que para um novo hábito ou uma nova ideia integrar o nosso subconsciente é preciso repeti-la por, no mínimo, 21 dias seguidos. E isso serve para o líder, que precisa mudar seus hábitos em relação ao acompanhamento e desenvolvimento de jovens talentos e, claro, para os novatos que estão em sua equipe.

Não ache e nem acredite que existem coisas que funcionam do dia para noite. Algumas estratégias podem iniciar um processo de mudança rápido, porém, não efetivo.

Então a dica é repetir e tornar esse modelo sistematizado, ou seja, seu acompanhamento não pode acontecer somente uma vez por mês com esses jovens. Deve, no mínimo, ser realizado semanalmente. E nas primeiras semanas de implementação de um acompanhamento mais próximo, estruturado, deve acontecer todos os dias.

5 – Promover pontos de contato

Somente conversar algumas horas por semana também não é o bastante. Muitas empresas já se deram conta disso e estão cada vez mais investindo em áreas de convivência, em grupos de discussões de novas ideias, em comunidades fechadas no Facebook, em viagens de lazer em grupo, em almoços e jantares com o CEO,…

Talvez, lendo isso, muitos líderes devam estar pensando que demandará muito esforço e tempo. E é isso mesmo! Esse é o novo caminho, o novo cenário, para quem deseja conquistar vitórias e resultados expressivos.

Mas, como já descobrimos com as pesquisas, tudo é uma questão de implementar um novo hábito.

Maurício Sampaio, com mais de 30 anos de experiência na área pedagógica, é educador, palestrante, escritor, coach e fundador do InstitutoMS. Possui pós-graduação em educação pela PUC-SP e especialização em orientação profissional para adolescentes e em Pensamento Estratégico e Gestão de Pessoas pela FGV. Exerceu o cargo de Coordenador de Programas para Juventude do Governo do Estado de São Paulo e foi mantenedor e diretor escolar. Já publicou os livros “Escolha Certa”, “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso” e “Coaching de Carreira”.

 

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