Longo caminho para a eficiência

Fonte: Revista Construção Mercado

Acesse aqui a reportagem na íntegra.

Diferenciais de sustentabilidade reduzem o custo de operação e atraem clientes qualificados para galpões industriais e logísticos, mas segmento ainda resiste em fazer investimentos

Cada vez mais importante nos prédios comerciais e residenciais, a sustentabilidade ainda não mobiliza fortemente o segmento industrial e logístico. Há resistência dos empresários a novos modelos de produtos, na opinião de profissionais do mercado, e os imóveis certificados por selos verdes ainda ficam restritos a grandes projetos. Na verdade, os desafios de qualidade são os maiores para o segmento na atualidade.

Segundo o vice-presidente do Sindicato da Indústria Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR), Euclésio Finatti, ainda existe uma barreira cultural na maior parte dos incorporadores para que mais investimentos em sustentabilidade ocorram. Ele diz que o empresário teme ter um retorno que não compense os possíveis custos adicionais.

Finatti revela que as intervenções com foco em sustentabilidade custam de 2% a 5% do valor total do empreendimento, incluindo a certificação.

“Em cinco anos, em média, esse investimento se apaga e volta para a incorporadora. Em alguns casos, o custo da obra até diminui quando são escolhidos materiais mais adequados”, conta Finatti.

O investimento, segundo ele, é compensado pelo valor que pode ser agregado na locação do imóvel e pela rapidez com que o empreendimento é ocupado. “Os imóveis são locados 30% mais rapidamente do que as edificações comuns.”

As adaptações destinadas à economia de energia e água estão entre os principais atrativos dos galpões sustentáveis. Destacam-se nesse sentido o uso de dispositivos sanitários de baixo consumo de água, o aproveitamento da chuva para abastecimento das bacias e mictórios, a instalação de sistemas de iluminação eficiente, com uso de LED e dimerização em consonância com a arquitetura e o paisagismo – que podem priorizar maior aproveitamento da iluminação natural, tratamento térmico das fachadas e coberturas e uso de espécies vegetais nativas.

Clique no link abaixo e leia a reportagem na íntegra

Revista Construção Mercado – Agosto 2015.pdf

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Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNICID / INBEC), professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET e professor da cadeira "Operação & Manutenção Predial" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo IBAPE / MACKENZIE. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
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