Conforto térmico muitas vezes não representa qualidade do ar correta

Fonte: ASBRAV

Acesse aqui a matéria em sua fonte.

Além da proliferação de vírus e bactérias, a falta de qualidade do ar pode causar sonolência e impossibilita a renovação do ar ambiente, prejudicando a saúde das pessoas

A busca pelo ar condicionado e sistema de climatização corretos não deveria estar ligada apenas com o conforto térmico das pessoas. De acordo com a Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (ASBRAV), a qualidade do ar representa muito mais que a sensação de bem-estar que o ar condicionado propicia na maioria dos ambientes.

– É preciso que as pessoas entendam que o sistema de climatização trata, além da temperatura e do conforto térmico, de outros fatores como a renovação do ar, movimentação do ar, filtragem, qualidade e umidade do ar. Estes fatores são mais importantes que apenas o conforto aparente que o ar condicionado pode proporcionar – explica o diretor da ASBRAV, Ricardo Vaz de Souza.

Segundo o profissional, os vírus e bactérias preferem umidades muito baixas ou muito altas para a proliferação, com umidade relativa do ar abaixo de 30% ou acima de 70%. Em ambientes com a climatização operando de maneira adequada, a umidade fica entre 40% e 60%.

Sobre a qualidade do ar, Ricardo Vaz de Souza destaca que os cuidados necessários com o sistema de climatização renovam e filtram o ar. Assim, aumenta a taxa de oxigênio do ambiente, reduzindo o número de poluentes do ar.

– Um ambiente fechado por muito tempo deixa as pessoas sonolentas, sem renovação do ar. Isto baixa o nível de concentração, fazendo com que as os funcionários percam produtividade – ressalta.

A ASBRAV afirma que, através de uma simples troca de filtro, é possível perceber uma redução de até 9% no índice de conversa no ambiente de trabalho pela maior concentração de quem está trabalhando. Outros dados apontam que a redução de doenças respiratórias em um ano, por exemplo, pode representar até 37 milhões de casos a menos de gripe comum ou do tipo Influenza, o que proporciona uma economia de 21 bilhões de Euros.

Sobre Alexandre Fontes

Alexandre Fontes é formado em Engenharia Mecânica e Engenharia de Produção pela Faculdade de Engenharia Industrial FEI, além de pós-graduado em Refrigeração & Ar Condicionado pela mesma entidade. Desde 1987, atua na implantação, na gestão e na auditoria técnica de contratos e processos de manutenção. É professor da cadeira "Comissionamento, Medição & Verificação" no MBA - Construções Sustentáveis (UNICID / INBEC), professor na cadeira "Gestão da Operação & Manutenção" pela FDTE (USP) / CORENET e professor da cadeira "Operação & Manutenção Predial" no curso de Pós Graduação em Avaliação e Perícias de Engenharia pelo IBAPE / MACKENZIE. Desde 2001, atua como consultor em engenharia de operação e manutenção.
Esse post foi publicado em Artigos Diversos, Qualidade e marcado , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s