Jornada de Conhecimento de Facilities

Fonte: Revista Infra

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No dia 16 de maio, a Facilities Services Treinamentos organizou um evento para sua comunidade de alunos (profissionais de gestão de Serviços / Facilities) para que os participantes pudessem conhecer algumas das tendências de mercado e ampliar suas redes de contatos.

Jornada FM

Acompanhe o quadro de salários apresentado pela Michael Page, com valores referentes a 2014:

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COBEE 2015 lança o Concurso Cultural ABESCO

Clique na imagem para acessar o respectivo site.

CCABESCO

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Energia nuclear, a opção incontornável

Fonte: Estadão

Por: Cláudio Geraldo Schön

Vejam no link abaixo a matéria produzida pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, na qual aborda a questão dos investimentos em Energia Nuclear dentro da atual matriz energética brasileira.

Apesar deste blog jamais ter omitido qualquer fonte ou mesmo a autoria (incluindo os links para as respectivas fontes), o jornal “O Estado de S. Paulo” não nos liberou o acesso ao texto, obrigando-nos à relacionar o link abaixo.

link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,energia-nuclear-a-opcao-incontornavel,1697774

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Parque eólico milionário que aliviaria a demanda por energia em Minas está abandonado

Fonte: Estado de Minas

Por: Mateus Parreiras

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Erguidas no sertão baiano a 100 metros de altura, 30 torres com turbinas de vento para gerar energia elétrica se tornaram grandes guarda-sóis para aplacar o calor de rebanhos de cabras. As estruturas monumentais com hélices metálicas gigantescas são parte do Parque Eólico de Casa Nova, no Norte da Bahia. Deveriam ter começado a gerar eletricidade há dois anos, mas nunca deram sequer um giro completo. Um monumento ao desperdício de dinheiro público, que, quando começou a ser implantado, chegou a ser louvado por ambientalistas e por integrantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). Representariam, acreditava-se então, menor dependência do setor elétrico em relação aos reservatórios – já que o modelo atual tem obrigado o Rio da Integração Nacional a conviver com alternâncias de vazões que prejudicam os demais usos, como a irrigação, a piscicultura, o abastecimento humano e de rebanhos.
O investimento até então foi de R$ 240 milhões e o valor do contrato, de R$ 635,4 milhões, mas, devido a uma série de erros, atrasos em cumprimento de licenças e à falência de empresas que deveriam construir a planta para a Companhia de Hidro Eletricidade do São Francisco (Chesf), nenhum funcionário trabalha mais na estrutura. Os equipamentos que seriam usados para implantar as torres, geradores, linhas de alta tensão e estações ficaram abandonados no meio do sertão. Nas caixas de madeira, o pó e a umidade trouxeram ferrugem a equipamentos elétricos. Cabos de aço, vergalhões e bobinas também sofrem com a exposição ao tempo. Tudo espalhado em cinco canteiros de obra abandonados, entre torres de mistura de concreto e moldes vazios. Apenas um segurança solitário vigia o patrimônio esquecido, sendo substituído a cada 12 horas por um companheiro. Mas ambos dizem que não há mais perigo de furto, porque por aquelas estradas hoje só passam bodes, pescadores e colonos.
A grande ironia é que o Parque Eólico de Casa Nova foi instalado próximo ao Lago de Sobradinho. Este, para manter funcionando as turbinas, que têm potência instalada de 1.050 megawatts, chegou a baixar ao nível útil em 17,8% neste ano. Atualmente, opera com média de 22% da capacidade. A seca é tanta que as águas do lago recuaram mais de cinco quilômetros, afastando-se das torres de geração que ficavam praticamente à beira da represa. Do outro lado do espelho d’água, é possível ver outro parque eólico, o de Sobradinho, onde as hélices giram e produzem energia elétrica.

Os parques de Sobradinho e Casa Nova, em conjunto com o de Sento Sé, constituem um dos maiores complexos de geração de energia eólica do Brasil, que deveria contar com 120 torres e gerar até 180 megawatts, o que daria para atender a uma cidade com 600 mil habitantes – maior que Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, que tem 550 mil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Baiano de Casa Nova, Fábio dos Reis, de 37 anos, foi um dos operários que trabalharam na construção do parque eólico hoje inoperante. Ele conta que, no início, parecia que as oportunidades finalmente estavam chegando por aquelas bandas, onde só moravam donos de roças humildes e criadores de cabras. “Uma porção de gente se interessou, porque as companhias que estavam construindo a planta alugavam pequenos terrenos e pagavam por mês para que a torre ficasse lá. Mas a obra atrasou pagamento. Fizemos até greve, só que as empreiteiras resolveram tirar os engenheiros. Ficou tudo abandonado”, conta.

MUDANÇA INDISPENSÁVEL 

Na avaliação do coordenador do Projeto Manuelzão,  Marcus Vinícius Polignano – responsável pelo programa de revitalização do Rio das Velhas, localizado em Minas Gerais e um dos principais afluentes do Rio São Francisco – o paque eólico abandonado é mais um caso de boa iniciativa que não tem execução bem feita. “É, literalmente, mais um caso de dinheiro público jogado ao vento. Quantas obras assim, pulverizadas e feitas sem qualquer planejamento sequencial, vemos pelo Rio São Francisco? Uma usina dessas beneficiaria não apenas a Bahia, mas toda a bacia hidrográfica. Seria um alívio para o rio”, lamenta. O lago de Três Marias, na Região Central de Minas, também gera eletricidade, mas sua principal função tem sido manter o fluxo de água para Sobradinho. O reservatório chegou a 2,8% de seu volume útil em outubro do ano passado e neste mês está em 37%.

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, Anivaldo Miranda, afirma que, para que o rio atravesse a seca de 2015 e supere outros desafios, é imprescindível que o setor elétrico passe por “uma mudança de postura”. Para ele, o Velho Chico não tem mais como sustentar a geração de energia e essa atividade, por si só, vem reduzindo a vazão do manancial, o que afeta a própria produção de energia. “A mudança é necessária. E deve ser uma mudança de modelo, seja usando formas alternativas de eletricidade, como a biomassa, os espelhos solares, neste que é um dos países com maior incidência solar do mundo, ou a energia eólica”, disse.

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Construção: setor espera recuperação somente em 2016

Fonte: Brasil Econômico – FINANÇAS

Divulgação: CORENET Global

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Com o cenário macroeconômico deteriorado e as perspectivas para os próximos meses ainda mais nebulosas a partir do corte no orçamento da União, resta aos empresários da construção civil esperar por uma recuperação a partir de 2016. É o que aponta a economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ana Castelo.

À frente da pesquisa de sondagem do setor, Ana ressalta que em maio a confiança dos empresários do segmento chegou ao pior patamar da série histórica da FGV, iniciada em julho de 2010, puxada tanto pelas avaliações em relação ao estado atual dos negócios quanto das expectativas relacionadas aos meses seguintes.

“A atividade do setor está enfraquecida. E, no curto prazo, novos fatores devem contribuir ainda mais para deprimir o segmento, como o anúncio do corte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa Minha Vida”, ressalta Ana Castelo.

O ICST (Índice de Confiança da Construção) medido pela FGV recuou 5,1%, entre abril e maio, alcançando 72,9 pontos. O resultado sucede uma queda de 7,8%, em março, e uma alta de 0,5%, em abril. Anunciado na segunda-feira, a redução de recursos para o PAC e do Minha Casa Minha Vida chega a quase R$ 33 bilhões. No entanto, a expectativa de retomada do pacote de concessões no próximo mês, com 14 rodovias previstas, e mais o lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida, no segundo semestre, podem trazer ares novos para a atividade. “Se saírem do papel, esses projetos construirão um caminho para a recuperação da confiança dos empresários do setor para o próximo ano”, avalia Ana Castelo.

“É pouco provável que se tenha mudanças em termos de reaquecimento da atividade ainda em 2015. Mas a reversão do ambiente de pessimismo num cenário macroeconômico deteriorado pode começar a ser trabalhada este ano, se uma agenda positiva for criada dentro de regras transparentes”, acrescenta.

Para a equipe econômica do Bradesco, o setor seguirá em ritmo bastante lento. “Dado o nível elevado de estoques e redução dos investimentos”, disse o banco em nota. A perda de fôlego da atividade vem gerando impactos sobre o emprego – com 76 mil postos fechados no ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho – e sobre a inflação do setor.

Em maio, o Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado desacelerou de uma alta de 0,65% em abril para 0,45%. Nos 12 meses, o INCC-M acumula expansão de 5,97%, patamar inferior a igual mês do ano passado (7,89%). O resultado é, em parte, reflexo do atraso nos acordos coletivos dos trabalhadores, que estão sendo fechados em patamares inferiores aos de 2014. No Rio, o reajuste geral ficou em 7%. Em São Paulo ficou entre 8,34% e 8%.

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Confiança da construção atinge menor nível em maio desde 2010, diz FGV

Fonte: A Tarde, Economia & Negócios

Por: Karla Spotorno, do Estadão Conteúdo

Divulgação: CORENET Global

Acesse aqui a matéria diretamente no site do CORENET Global.

O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 5,1% em maio ante abril, alcançando 72,9 pontos. Esse é o menor nível da série iniciada em julho de 2010. O resultado sucede uma queda de 7,8%, em março, e uma alta de 0,5%, em abril. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o ICST despencou 32,1%.

A piora do índice em maio resultou da falta de confiança do empresariado tanto em relação ao estado atual dos negócios quanto às expectativas para os meses seguintes. Segundo a FGV, o Índice da Situação Atual (ISA-CST) caiu 6,2%, após ter recuado 3,1% em abril, alcançando 59,4 pontos, recorde negativo histórico. Já o Índice de Expectativas (IE-CST) apresentou queda de 4,3%, após crescer 3,3%, em abril, alcançando 86,4 pontos.

A queda do ISA-CST, em maio, foi influenciada principalmente pelo indicador que mede o grau de satisfação das empresas com a situação atual dos negócios, que declinou 7,4% em relação ao mês anterior, atingindo 60,0 pontos. O recuo do IE-CST foi provocada, principalmente, pela queda de 4,4% do quesito que capta a expectativa em relação à evolução da demanda nos três meses seguintes.

No comunicado à imprensa, a coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE, Ana Maria Castelo, escreve que a queda na demanda está se traduzindo em uma severa redução da atividade setorial. Este cenário se complica com as dificuldades em relação ao crédito. “Além das famílias, que estão sofrendo com a elevação das taxas de juros, as empresas também estão reportando aumento da dificuldade de acesso ao crédito a cada sondagem, o que afeta diretamente as possibilidades de recuperação do setor”, afirma em nota Ana Maria.

O acesso mais difícil ao crédito ficou evidente na sondagem da construção. Segundo a FGV, os segmentos que dependem do crédito ou que estão vinculados a obras públicas estão entre os que mais sofreram. No segmento de Edificações, o indicador variou -8,3%, em relação ao mês anterior; em Obras Especiais e em Obras Viárias, as quedas foram de 7,5% e 7,4%, respectivamente. “Os cortes nos investimentos, a indefinição do Plano Investimento em Infraestrutura e as restrições à concessão de crédito bancário estão se refletindo na confiança dos segmentos da construção”, escrevem os analistas do Ibre-FGV.

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ALERTA DO ACERVO ABNT – ABNT/CB-003 – PUBLICAÇÃO DE NORMA

A ABNT publicou, em 22.05.2015, a norma ABNT NBR 5419-3:2015 – Proteção contra descargas atmosféricas – Parte 3: Danos físicos a estruturas e perigos à vida , que cancela a norma ABNT NBR 5419:2005.

Para detalhes sobre a norma publicada ou sua aquisição Clique Aqui

Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, DIN, AFNOR, BSI, CEN, ASTM, IEEE, NFPA, AMN ou JISC visitehttp://www.abnt.org.br/catalogo.

Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA

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Curso de Eficiência Energética em SP – Faltam apenas 11 dias para o encerramento das inscrições

Faltam apenas 11 dias para encerrarmos as inscrições!!

Conforme já divulgado, a A&F Partners Consulting realizará no próximo mês de junho (26 e 27/06) o curso sobre Gestão Energética em Edificações Comerciais, curso este dirigido aos gestores e supervisores de operação e manutenção.

No entanto, as inscrições serão encerradas até o próximo dia 12/06, razão pela qual recomendamos atenção aos interessados.

Segue abaixo o conteúdo programático e links para acesso ao site de inscrições.

Qualquer outra informação poderá ser obtida através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

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Curso: Eficiência Energética em Edificações Comerciais (16 horas)

Este curso tem por objetivo introduzir os gestores em empreendimentos e edificações comerciais no universo da eficiência energética, apresentando-lhes os principais conceitos e capacitando-os para aplicá-los em seus respectivos ambientes de trabalho.

O Curso destina-se à engenheiros, técnicos de nível  médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e administradores / gerentes de empreendimentos comerciais.

Público Alvo:

Engenheiros, técnicos de nível médio, supervisores de operação e manutenção, gestores de facilities e gerentes de empreendimentos comerciais

Estruturação dos Módulos:

O Curso Eficiência Energética em Edificações Comerciais foi estruturado basicamente em um único Módulo de 16 horas/aula.

Conteúdo Programático

  1. Introdução
    • Eficiência Energética – Conceito
    • Tipos de Energéticos – Matriz Energética Nacional e Mundial
    • Fontes Alternativas de Energia
    • Consumo Energético em Edificações – Brasil e Mundo
    • Consumo Energético por uso final
  2. Desempenho Energético em Edificações e Variáveis que afetam desempenho Energético
    • Importância da O&M no desempenho Energético
    • Hábitos de Consumo
    • Variáveis ligadas ao uso e ocupação
    • Luminotécnica
    • Ar Condicionado
    • Arquitetura
    • Potência e Consumo
  3. Sistemas e Estratégias de Eficiência Energética em Edificações

AVAC

  • Controle Entálpico
  • Controle de CO2
  • Controle de CO
  • Sistemas de vazão variável
  • COP e IPLV

Sistemas Elétricos

  • Iluminação Natural e Zenital, fluorescente, Led, DALI, e sistemas dimerizáveis
  • Motores Alto Rendimento
  • Correção de Fator de Potência
  • Queda de Tensão Alimentadores
  • Variadores de Frequência

Automação Predial

  • Iluminação
  • AVAC
  • Programação Horária
  1. Tarifas de energia
    • Demanda e consumo
    •  Grupos Tarifários
    •  UFER
    •  Controle de Demanda
    •  Fator de Carga
    •  Mercado Livre e Mercado Cativo
    •  Entendendo a Conta de Energia
  2. Gestão de Recursos Hídricos em uma Edificação Comercial
    •  Conceitos e tipos de recursos hoje disponíveis
    • Matriz de Consumo
  3. Medição & Verificação
    • Conceitos
    •  Protocolo Internacional de Medição & Verificação de Performance (PIMVP)
    •  Abordagens da M&V – Opções A, B, C e D
  4. Monitoramento e Acompanhamento de Resultados
    • Indicadores Energéticos em Edificação
    •  Benchmarking Energético
    •  Relatórios Gerenciais
    • Gestão Energética – ISO 50001
  5. Análise de Viabilidade e Projeção de Economias
    • Pay-back
    • Valor Presente Líquido – VPL
    • Taxa Interna de Retorno – TIR
    • Estudo de caso 1 – retrofit de iluminação
    • Estudo de caso 2 – substituição de chiller
  6. Certificação e Etiquetagem
    • LEED
    • Aqua
    • Procel

Docente: Haroldo Luiz Nogueira da Silva

Profissional respeitado na área de manutenção, mais de 20 anos de experiência no segmento, Haroldo Silva atua nas áreas de consultoria em manutenção predial, eficiência energética, comissionamento de sistemas prediais para certificação LEED e também  treinamento e desenvolvimento de profissionais.

Engenheiro Eletricista pela Universidade Mackenzie, Mestre e Doutorando em Energia pela Universidade Federal do ABC tendo como linha de pesquisa eficiência energética em edificações, tem em seu extenso currículo cargos e funções como Engenheiro de Manutenção na Caixa Econômica Federal, Coordenador de Manutenção dos terminais rodoviários em São Paulo pela Socicam, Gerente de Manutenção no  Santander pela Cushman & Wakefield e Gerente de Propriedade pela Cushman & Wakefield, Sócio Diretor na Preditiva Engenharia, além de atuação como docente na Fatec no curso de Tecnologia em Edificações e em cursos de extensão ministrando treinamentos nas áreas de instalações prediais e gestão de manutenção.

É especialista em Medição e Verificação (M&V), possui certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional), é membro da Association of Energy Engineers e integrante do comitê Temático de Energia do Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis (CBCS).

Local: Espaço Jacyra Sanches – Próximo da Estação Conceição do Metrô

Horário: das 08:30 às 17:30hs

Pré-requisitos: Sem pré-requisitos

Metodologia: Aula expositiva, acompanhada de dinâmicas em grupo para uma melhor assimilação dos conceitos apresentados, assim como de exemplos práticos.

Inscrições, valores e condições:

Inscrições realizadas até 30/05/2015: R$ 1.190,00 por inscrito

Inscrições realizadas até 12/06/2015: R$ 1.280,00 por inscrito

Para inscrições de Grupo ( 3 ou mais participantes), favor entrar em contato através do e-mail treinamentos@afconsulting.com.br

Link para acesso ao site de inscrições: Curso de Eficiência Energética

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Case study: Schools decrease energy costs through upgrades

Fonte (Source): Consulting – Specifying Engineer

Por (By): Keith Cowne, Education Specialist, ABM Building Solutions, Atlanta

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The Turner County School District will save millions in energy costs, from its HVAC to its lighting systems

Turner County in Ashburn, Ga., is a scenic, rural community two hours south of Atlanta. Like so many other school districts across the country, Turner County was dealing with serious infrastructure and energy efficiency issues-primarily maintaining campus building standards in the face of financial challenges-when it sought the help of ABM in 2010.

Knowing studies have shown a better a physical environment-including indoor comfort, air quality, and lighting quality-impacts learning, productivity, and achievement, Turner County district officials wanted to upgrade their facilities and improve energy efficiency without increasing their budget or raising taxes.

When ABM initially met with Turner County, the majority of its buildings had old, inefficient lighting technology, inadequate control systems, high utility costs, and high noise levels due to faulty HVAC systems. The school district was spending more than $600,000 per year in utility costs, maintenance costs, and capital outlay.

Through its Bundled Energy Solutions program, ABM customized a solution for Turner County’s Board of Education to provide upgrades to all of the Turner County School buildings, including the high school, middle school, special services building, preschool building, civic center, board office, elementary school, and gymnasium. ABM’s Bundled Energy Solutions program drives costs out of a client’s operating budget, allowing savings to be reallocated to fund mission critical facility needs.

The project was calculated to save the school district an estimated $4.8 million dollars in energy and operating costs over the course of 15 years. Yearly energy audits have shown savings each year since the program was implemented. In 2013 and 2014, actual savings exceeded the guaranteed savings by over 25%, including more than $150,000 in energy (utility) savings.

The project began in late May 2010 and was completed in October 2010. Its scope of work included:

  • Equipment replacement and upgrades: Replacement of existing HVAC equipment, installation of new air conditioning equipment and wall-mounted heat pumps, ductwork modifications, and electrical connections
  • Installation of centralized energy management control systems:Individual controls added to more than 95 classrooms, offices, and learning centers
  • Lighting upgrades: Inefficient lighting upgraded with new high-efficiency lighting, fixtures retrofitted or replaced, and incandescent and/or compact fluorescent exit signs replaced with new LED exit signs.

Turner County School District will use the cost savings it received from this program to pay for most of the associated costs, in addition to the special local option sales tax (SPLOST) dollars for some other, related aspects of the program. SPLOST is an additional $0.01, 5-year tax that Georgia municipalities can approve (by vote in an election) to be used for clearly articulated qualifying projects. ABM is guaranteeing the energy savings for the duration of the program.

Explaining why Turner County Schools selected ABM, then-school superintendent Ray Jordan said, “We were looking to dramatically improve the HVAC and control infrastructure in all of our school district’s buildings, and ABM came to us at the right time with the right solutions. The Bundled Energy Solutions program not only provides us with the needed maintenance and upgrades, but also allows for much needed energy and operating savings. We looked at other programs in the past, but ABM’s approach and experience with other school systems in the state proved to be the best fit for our system.”

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Empresa alega ter construído sistema de energia solar mais eficiente do planeta

Fonte: Engenharia Compartilhada

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The Guardian

Um novo sistema de geração de energia solar, que seus desenvolvedores afirmam ser o mais eficiente do mundo, está sendo testado no deserto de Kalahari, na África do Sul.

A empresa sueca por trás do projeto, que une tecnologia militar com uma ideia desenvolvida por um engenheiro escocês do século XIX, está perto de construir sua primeira instalação comercial.

O sistema usa espelhos de 100 metros quadrados para focalizar a luz do sol em direção a um único ponto. O calor faz movimentar o motor de Stirling, inventado por Robert Stirling em 1816. O sistema alterna entre o aquecimento e a refrigeração de um gás para mover um pistão e assim gerar eletricidade.

Testes mostraram que cada espelho consegue gerar entre 75 e 85 megawatt/hora de eletricidade por ano. É a mesma quantidade de energia gerada por uma termoelétrica que criaria 81 toneladas métricas de CO2.

A eficiência é maior até do que outras usinas de energia solar: as melhores células fotovoltaicas conseguem ter 23% de eficácia na geração de energia.

Ainda não se sabe, porém, o preço dessa tecnologia. De qualquer forma, a Ripasso afirma ter conseguido financiamento para criar a primeira instalação em larga escala dos espelhos.

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