ASBRAV – Qualidade dos suportes de ar condicionado está em debate para a fiscalização do Inmetro

Fonte: ASBRAV Notícias

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Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação projeta que plano de conscientização para a importância dos suportes nos equipamentos de ar condicionado está entre os objetivos para 2014

O crescimento na compra de equipamentos de ar condicionado é facilmente identificado quando observamos prédios residenciais e comerciais nas cidades. Os empreendimentos atuais já são feitos com espaços específicos para a fixação dos aparelhos, utilizados tanto no calor do verão, quanto no frio do inverno. Porém, muitas instalações são realizadas de maneira incorreta e o suporte não aguenta o peso dos equipamentos, causando transtornos aos proprietários ou acidentes com transeuntes. Com o objetivo de evitar problemas como estes e que exista uma padronização nos suportes, a Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (ASBRAV) está com requerimento em aberto no Inmetro para que uma fiscalização mais rigorosa seja alcançada.
– Observamos que, com a baixa dos preços das instalações dos aparelhos de ar condicionado, as empresas diminuíram a qualidade dos suportes para deixar o processo mais barato. Estamos preocupados com a falta de padronização e legislação e a ideia é que o Inmetro analise as marcas existentes para verificar a resistência física e química destes produtos – explica o diretor técnico da ASBRAV, Ricardo Vaz, responsável pela assinatura do requerimento junto ao órgão de fiscalização.
De acordo com Vaz, a conscientização dos cuidados com os suportes de ar condicionado será um dos principais objetivos da entidade para 2014. A ASBRAV já recebeu resposta positiva do Inmetro quanto ao pedido. Entretanto, o processo tramita dentro do órgão federal.
– Em setembro de 2013, recebemos uma ligação do Inmetro informando que eles aceitaram nosso requerimento e entenderam as nossas justificativas para a necessidade de uma fiscalização nos suportes. Porém, sabemos que esse é um processo longo e estamos organizando, também, ações de conscientização junto aos nossos associados para 2014 – destacou Vaz.
A preocupação com a qualidade dos suportes nas instalações de ar condicionado fez o município do Rio de Janeiro estabelecer uma lei para padronizar os equipamentos de segurança. Na capital fluminense, é obrigatório que a unidade externa do ar-condicionado do tipo split, incluindo o compressor, deverá ser fixado por suporte em aço inoxidável, capaz de receber o peso necessário do aparelho.
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ABNT publica errata da norma ABNT NBR 5440/2014 – Transformadores para redes aéreas de distribuição – Requisitos

A ABNT divulgou neste início de junho um errata sobre a NBR 5440 e seguem abaixo as suas orientações:

A ABNT publicou, em 05.06.2014 , a Errata da norma ABNT NBR 5440:2014 Errata 1:2014 – Transformadores para redes aéreas de distribuição – Requisitos.

Caso tenha adquirido a norma eletrônica, ela já estará disponível acessando seus pedidos no http://www.abnt.org.br/catalogo.
Caso tenha adquirido a norma impressa, Clique Aqui, cadastre-se, e realize um pedido gratuito desta Errata.

Para consulta ao catálogo de normas ABNT, ISO, IEC, DIN, AFNOR, BSI, CEN, ASTM, IEEE, NFPA, AMN ou JISC visitehttp://www.abnt.org.br/catalogo.

Se você deseja ser removido desta lista, por gentileza, envie um e-mail para acervo@abnt.org.br

Atenciosamente.
Gerência de Editoração e Acervo
ABNT/GEA

 

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TreeCorp Investimentos se associa a Innova

Fonte: Infra (04.06.14)

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Com foco na gestão de propriedades, Innova recebe investimentos para ampliar sua operação

Uma nova parceria aconteceu no mundo dos negócios, em que a TreeCorp Investimentos adquiriu 40% da Innova, administradora de condomínios comerciais, logísticos e industriais que gerencia dois milhões de metros quadrados localizados em maior parte na capital paulista, Grande São Paulo e Rio de Janeiro.

O plano inicial desta sociedade é o investimento de R$ 20 milhões para a ampliação e aperfeiçoamento de soluções em infraestrutura, a instalação de um escritório da Innova no Rio de Janeiro, onde a companhia conta com seis propriedades sob sua gestão, e a implementação de novos negócios nas regiões Sul e Nordeste.

Assim, a Innova espera dobrar o número de operações no mercado carioca até o final do ano. “Temos enorme potencial de crescimento no Rio por conta da demanda por profissionalização, bom atendimento e custo benefício atraente nos principais condomínios formados por escritórios e galpões industriais do país”, explica o sócio-diretor da Innova, Luiz Eduardo Bouret.

Outro plano é ampliar os investimentos em soluções de eficiência energética e sanitária que a gestora já oferece, como a construção de subestações de energia elétrica e a perfuração de poços artesianos. “Todos os clientes da Innova são potencias usuários dessas soluções. No caso de prédios com alto consumo de eletricidade, as subestações podem reduzir em até 50% dos gastos com energia. E como o gerenciamento de serviços de infraestrutura da empresa contratante não faz parte de sua atividade final, esses benefícios reduzem os riscos operacionais, o que possibilita ao cliente direcionar sua atuação apenas na atividade principal“, esclarece Bouret. Segundo o executivo, a companhia  procura ser uma provedora completa de soluções e serviços para os condomínios atendidos, desde questões básicas como segurança, recepção e manutenção, até serviços de agência de viagens, concierge e soluções de eficiência energética e sanitária.

Para Filipe Lomonaco, diretor da Tree Corp Investimentos, o capital 100% nacional e o modelo “faz tudo” direcionado apenas para gerenciamento dos empreendimentos são os grandes diferenciais da gestora de propriedades frente as concorrentes multinacionais.  “O histórico de sucesso e experiência dos fundadores da Innova no setor imobiliário apontam para uma operação de primeira linha na área de administração, com equipes disponíveis em tempo integral e gerentes que visitam os condomínios duas vezes ao dia. Os principais concorrentes do setor são internacionais e, normalmente, não apresentam a mesma disponibilidade devido aos seus colaboradores estarem focados na área comercial e também em corretagem imobiliária, o que por muitas vezes pode gerar conflito de interesses”, complementa o executivo.

 

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NBR 16.280 – Atenção para as novas regras em obras

Segue abaixo um artigo divulgado pela INFRA sobre as novas regras para obras em condomínios.

No entanto, discordo em parte da afirmação do presidente do CAU/SP, pois apesar de concordar com a presença de um arquiteto durante as obras, haja vista que vários arquitetos possuem uma experiência maior na condução e gestão de atividades de construção, não concordo com a afirmação de que estejam habilitados para analisar o comportamento de estruturas, das vedações, das instalações prediais e para o diagnóstico de alterações à serem feitas, conforme afirmado pelo Sr. Afonso Monteiro.

Entendo que muitos arquitetos terão a capacidade de gestão e o discernimento de acionar outros colegas e outras competências, quando e se necessário for; sobre isto eu não tenho dúvidas…

No entanto, também entendo que a habilitação para a análise de comportamento de estruturas, de vedações, de instalações prediais, etc, será de engenheiros civis, mecânicos e elétricos, e não do arquiteto, independentemente de sua experiência maior na coordenação de obras.

Segue o artigo:

Novas regras para obras em condomínios

Para o presidente do CAU/SP a presença do arquiteto é fundamental durante a reforma

Fonte: Infra (04.06.14)

Afonso Celso Bueno Monteiro, presidente do CAU/SP, faz um alerta sobre as novas regras para obras em condomínios residenciais ou comerciais que entraram em vigor no mês de abril através da NBR 16.280, determinando responsabilidades e atribuições aos proprietários dos imóveis, aos síndicos e aos profissionais da área de arquitetura e construção. O documento publicado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) apresenta uma série de procedimentos que devem ser realizados antes, durante e depois de construção ou reforma.  Uma das diretrizes é que toda obra que envolva alterações e comprometimento da edificação ou do entorno esteja sujeita à análise da construtora ou incorporadora e do projetista.

Durante a obra, a presença de um arquiteto é fundamental para se elaborar um projeto de reforma, pois ele está habilitado para analisar o comportamento da estrutura, das vedações, das instalações prediais e diagnosticar as alterações a serem feitas, de modo a não interferir na estabilidade e segurança da edificação.

A nova norma vale, inclusive, para reformas dentro do imóvel, como remoção ou acréscimo de paredes, instalações elétricas e de gás, instalação de ar-condicionado, exaustão e ventilação, revestimentos, esquadrias e fechamentos de varandas, troca de tomadas de lugar, automação, impermeabilização, entre outros. Nesses casos, o proprietário deve contratar um profissional habilitado antes de começar a obra, para elaborar um plano de reforma que será encaminhado para o síndico. Este pode dar ou não a autorização, após um laudo técnico e legal.  Quando a obra terminar, o proprietário deve informar ao síndico tudo o que foi feito.

Para Monteiro, o plano de reforma deve ser seguido para evitar problemas futuros. “O especialista deve seguir o plano para evitar que haja algum erro antes, durante e depois da obra. No documento deve constar o detalhamento sobre os impactos nos sistemas e equipamentos; entrada e saída de materiais; horários de trabalho; projetos e desenhos descritivos; identificação de atividades que geram ruídos; identificação dos profissionais e por último o planejamento de descarte de resíduos”, afirma.

 

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Evento CORENET em SP: Vantagens do Retrofit na visão do investidor

A CORENET está divulgando um agradável Business Lunch em SP, mais especificamente no próximo 25/06, para discutir o tema abaixo.

Aos interessados, basta acessar o link na imagem, pois serão conduzidos ao site de origem.

CORENET Retrofit

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Energia que vem das algas

Fonte: Isto é Independente (28.06.2014)

Divulgação: Procel Edifica

Alemanha – As algas não cansam de colaborar com a preservação do planeta. Primeiro, como as principais responsáveis por purificar o ar que respiramos. Seu processo de fotossíntese é até dez vezes mais eficaz que o de outras plantas. Mas esse trabalho de faxina tem sido pouco para elas. Cada vez mais, as algas vêm sendo usadas na geração de energia. O sucesso tem sido tão grande, que hoje elas ocupam um lugar no pódio das fontes com mais chances de se tornar o petróleo verde. O exemplo mais recente vem de um prédio residencial inaugurado em Hamburgo, na Alemanha.

Com 15 unidades de 50 m² a 120 m², o edifício BIQ é totalmente abastecido pela energia que vem das algas. Cultivadas entre as placas de vidro da fachada, elas captam tanto o calor solar como o gás carbônico da atmosfera. Em troca, devolvem uma biomassa que é transformada em biogás, distribuído na forma de energia elétrica ou de calor. Além de purificar o ar e acender lâmpadas, as algas funcionam como uma persiana natural, que bloqueia a luz do sol e resfria o espaço interno nos dias mais quentes. A energia gerada é tamanha que o prédio não precisa de nenhuma outra fonte. Pelo contrário, o que sobra é vendido para fornecedores da rede elétrica da cidade.

O projeto alemão é mais um sinal de um futuro em que essas plantas estarão fornecendo boa parte da energia consumida no planeta. Razões para isso não faltam. Quando cultivadas, as algas chegam a dobrar de quantidade em poucas horas e podem ser colhidas diariamente. Suportam vários climas e métodos de produção. E, mais importante, rendem muito mais ocupando espaços bem menores. Em um metro quadrado, é possível obter de 1,75 a 4,75 litros de biocombustível a partir dessas plantas. Na mesma área, um usineiro de cana produz em média 0,8 litro de etanol.

Com esse desempenho invejável, as algas acabam motivando pesquisas no mundo todo. Projeto muito parecido com o do edifício BIQ vem sendo desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Energia Autossustentável (NPdeas) da Universidade Federal do Paraná. O plano é cultivar as plantas para que elas forneçam biocombustível suficiente para abastecer um prédio com seis apartamentos.

Inspirados pelas algas, os cientistas da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia, deram um passo decisivo para reproduzir artificialmente a mais invejável habilidade vegetal: a fotossíntese. Para se aproximar do que faz a natureza, a equipe do professor Bo Albinsson usou a nanotecnologia para criar uma célula que imita o papel da clorofila nas plantas. Ou seja, captura a luz solar de forma que possa ser transformada em energia. “Nós criamos parte de um milagre”, comemora. Natural ou artificial, a energia que deriva das algas tem tudo para ocupar cada vez mais fachadas de prédios no futuro. Serão projetos que nascem verdes desde a planta. 

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Obra sustentável ganha preferência do consumidor

Fonte: Portal Metálica (26.05.2014)

Divulgação: Procel Edifica

Brasil – A sustentabilidade deixou de ser um conceito para se tornar uma realidade no mercado da construção civil. Nos últimos anos, o setor precisou se reinventar para atender aos consumidores que, cada vez mais informados e exigentes, buscam soluções que tragam desempenho ambiental para o dia a dia dos empreendimentos.

“Em todas as etapas da construção civil, a sustentabilidade veio para ficar”, afirma Guido Petinelli, arquiteto e consultor especializado em certificação LEED, palestrante convidado do Encontro Nacional para Inovação da Construção Civil (Eninc). O evento será promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Paraná (Sinduscon-PR) nos dias 2 e 3 de junho, no Centro de Eventos da Fiep, e discutirá temas relacionados à inovação e sustentabilidade no setor.

Utilização de materiais e sistemas construtivos inteligentes, produzidos a partir de produtos recicláveis ou que demandem menos insumos para a construção, redução dos desperdícios na obra e oferta de soluções que resultem em menor consumo de recursos energéticos – como a instalação de placas solares – estão entre as principais características de uma obra sustentável. “O empresário que não pensar nesses aspectos começará a ficar de fora do mercado”, sinaliza o vice-presidente de área técnica do Sinduscon-PR, Euclesio Manoel Finatti.

Tudo isso ajuda a entregar para o cliente um ambiente saudável, com ventilação e iluminação natural, qualidade do ar e conforto térmico, acústico e visual. “Esse é o maior desafio, oferecer conforto com menor consumo de energia”, afirma Petinelli.

De olho nesse diferencial, muitas empresas têm buscado a certificação LEED para seus empreendimentos, como forma de comprovar seu desempenho ambiental. O arquiteto explica, entretanto, que a sustentabilidade de uma obra não está restrita à certificação, e que pode ser incorporada a qualquer tipo de imóvel.

Ao alcance de todos

Um mito sobre a eficiência energética de um empreendimento é a necessidade de grandes investimentos financeiros. Petinelli explica que soluções ambientalmente corretas podem ser incorporadas em imóveis já construídos e que, às vezes, não necessitam nem de reformas para serem realizadas.

Segundo ele, toda decisão tomada pelos moradores para a utilização do imóvel, como a escolha dos eletrodomésticos, afeta o consumo de água, energia e a saúde da família, mesmo que não sejam percebidas dessa forma. “Exercitar a sustentabilidade é mais simples do que se imagina e está acessível a todos. Basta vontade para buscar as informações e executar as ações que, além de contribuírem com o meio ambiente, proporcionarão uma economia considerável ao orçamento familiar”, ensina.

Empresas buscam certificação do selo LEED

Concedida pela ONG United States Green Building Council (USGBC), a certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental, na sigla em inglês) é uma das mais representativas no que se refere ao desempenho energético de um empreendimento imobiliário. Tanto que as empresas do setor investem na obtenção do selo norte-americano como forma de se diferenciar das concorrentes no mercado.

“A certificação permite ao consumidor avaliar de forma clara e objetiva os produtos disponíveis e estabelecer uma relação de custo-benefício. Considerando que um imóvel é um dos maiores investimentos que uma pessoa faz na vida, ela oferece uma métrica para a tomada de decisão”, diz o arquiteto Guido Petinelli.

O Brasil está entre os dez países com maior número de certificações LEED no mundo, com grande concentração de selos ainda nos setores mais sofisticados da construção civil. Em Curitiba, o primeiro edifício conquistou a certificação no ano de 2011. “Nos próximos dois anos seremos a terceira capital do país em número de empreendimentos com o selo”, informa o vice-presidente de área técnica do Sinduscon-PR, Euclesio Manoel Finatti.

Para obter a certificação LEED, o empreendimento deve responder questões como prevenção de poluição durante a construção, redução na utilização de água, impacto do edifício no entorno e não uso de CFC’s (clorofluorcarbonetos). A performance energética e o pensamento sobre como reutilizar os elementos em uma possível reforma também compõem a lista.

Acesse aqui a reportagem em sua finte original

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Aparentemente…um amadurecimento em nosso país

É difícil encontrar quem não tenha visto ontem a abertura da Copa do Mundo no Brasil, fosse pela sua curiosidade ou pela torcida em si.

De minha parte, vi apenas um dos tempos, sem nenhuma empolgação…

Mas observei ontem uma atitude de parte do público presente que me chamou a atenção, pois apesar de manterem o seu apoio à “seleção canarinho” (desenterrei este nome…), souberam separar o momento de apupos e vaias ao governo e seus representantes presentes (incluindo os representantes da Fifa), demonstrando o seu descontentamento com o “rio de corrupção” no qual nosso país está imerso.

Talvez seja de fato, um amadurecimento político de nossa população, o que espero sinceramente…

Só torço para que não tenhamos aqui uma Argentina de 1978 (me refiro ao pênalti absurdamente marcado), que apesar de um bom time na época, foi claramente “conduzida” até a final coma Holanda; digo isto, pois a falha cometida ontem pelo árbitro ajudou visivelmente o Brasil…

Espero estar errado…e que esta não seja mais uma manobra política…

Assim espero…

 

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Usuários nem sempre satisfeitos com os prédios verdes…

O canal de comunicação e jornalismo da ASHRAE acaba de divulgar uma matéria sobre um recente estudo feito pelas Universidades da California, Berkeley e de Nottingham (UK).

Para a surpresa de alguns, o estudo aponta para uma queda do nível de satisfação de usuários que “residem” em edifícios certificados como sustentáveis, com o passar do tempo. O estudo também conclui que estes mesmos usuários aparentam um índice de satisfação não superior aos que ocupam edifícios convencionais, ou seja, que não sejam certificados LEED.

Por fim, registrou-se que os melhores índices de satisfação são obtidos apenas nos períodos próximos da mudança para um edifício novo.

Vejam a seguir a matéria divulgada pelo veículo de comunicação da ASHRAE:

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Fonte: HBP Magazine / ASHRAE

By: Kathleen Maclay

Study says green buildings don’t create happier workers, yet

BERKELEY — Think working in an environmentally green building leads to greater satisfaction in the workplace?  Think again.

People working in buildings certified under LEED’s green building standard appear no more satisfied with the quality of their indoor workplace environments than those toiling in conventional buildings, according to new research from the University of California, Berkeley, and the University of Nottingham in the United Kingdom.

The work, which counters the findings of several earlier studies examining the same issue, was done by Stefano Schiavon, an assistant professor of architecture in sustainability, energy and environment at UC Berkeley’s Center for the Built Environment (CBE) and associate professor Sergio Altomonte with the University of Nottingham’s Environmental Physics and Design Research Group.

A new study coauthored by a UC Berkeley researcher says that occupant satisfaction with LEED-certified office building environments appears to decline with time. (iStock photo)

 

The findings were published in the April issue of the journal Building and Environment and expand on Schiavon and Altomonte’s previous work on the topic by determining that most workers do not experience a higher level of workplace satisfaction simply because they work in LEED certified buildings – regardless of the building layout, amount of time in the workplace and many other factors.

LEED is a rating system that certifies buildings as green if they incorporate environmentally friendly solutions that reduce the use of water, energy and other resources. Questions have lingered about whether workers in these buildings feel any better off than occupants of non-LEED structures.

Schiavon and Altomonte analyzed the survey responses of 21,477 individuals in 144 mainly large office buildings, most in the United States. Of those buildings, 65 are LEED certified. Previous reports by other researchers who reached different conclusions about worker satisfaction were based on much smaller sample sizes and different statistical tests.

“Does this mean that green certification is outdated, just costly or even useless?” asked Schiavon. “Certainly not, especially given the urgency of the environmental challenge and the fundamental role of buildings on people health and wellbeing, climate change and energy security.”

Schiavon and Altomonte did find that LEED-rated buildings may be more effective in providing higher occupant satisfaction when occupants are in open spaces rather than in enclosed offices, and when the buildings are smaller in size.

Occupant satisfaction with LEED-certified office building environments appears to decline with time, with the greatest level of satisfaction reported during the first year that a worker spends in a green building.

One reason for this decline may be that LEED certification is largely based on predictions, without measuring real building performance post-construction.

Schiavon and Altomonte said that workplace satisfaction might improve if more design-related information could be collected by assessing LEED certified buildings based on actual operations and performance.

They said they hope their research leads builders and businesses to pay closer attention to:

  • Designing strategies and solutions aimed at  influencing occupant satisfaction and feelings of health, well-being and job performance as part of the LEED certification process
  • Occupant feedback
  • The ongoing development of the LEED program  towards continuous assessment of building and people performance

The researchers are now studying the most effective LEED strategies for the improvement of office worker well-being and plan to report their conclusions in 2015.

Acesse a fonte original neste link.

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Hoje é o seu dia!!!

É engraçado como se consegue chegar ao fim de um dia de trabalho e perceber que ainda terá muito o que fazer quando o amanhã chegar…

É curioso como podemos nos tornar um verdadeiro artista de um Circo de Soleil, seja equilibrando pratos e atendendo o cliente, seja andando numa corda bamba e ainda assim tentando satisfazer o cliente, etc…

É incrível como além de todas as preocupações com a operação de um empreendimento, todos nós ainda temos que nos preocupar com a operação de nossos lares e nossas vidas…

Enfim, isto é ser um “Facility Manager”, ou seja, buscar insistentemente a excelência nos serviços prestados aos nossos clientes externos (me refiro aos clientes em nossas atividades profissionais), assim como aos nossos clientes internos (a nossa família)…

Parabéns à todos os Facility Managers e à todos os que atuam na área de Facility Management!!

Hoje é o seu dia!!!! Aproveite!!!……mas não se esqueça de continuar sendo eficiente, malabarista, pai, mãe, facility…

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